segunda-feira, agosto 16, 2021

Arthur Lira fica em cima do muro e diz ser defensor da harmonia entre os poderes

Publicado em 16 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

 (crédito: Wilson Dias/Agência Brasil)

Serviçal, Artur Lira finge que não está acontecendo nada

Bruno Góes
O Globo

Diante das novas investidas do presidente Jair Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), se manifestou nesta segunda-feira em defesa da “harmonia e independência” entre poderes.

“O Brasil sempre terá no presidente da Câmara dos Deputados um ferrenho defensor constitucional da harmonia e independência entre os Poderes”, escreveu Lira nas redes sociais.

VIGILANTE E SOBERANA – O deputado acrescentou ainda que a casa legislativa acompanha os desdobramentos do choque entre Executivo e Judiciário.

“Vigilante e soberana, a Câmara avança nas reformas, como a tributária que votaremos nessa semana, na certeza de que o país precisa de mais trabalho e menos confusão”, registrou o parlamentar.

No sábado, Bolsonaro anunciou que pretende pedir ao Senado a abertura de processos de impeachment contra os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

PRISÃO DE JEFFERSON – Na semana passada, Moraes ordenou a prisão de Roberto Jefferson sob suspeita de dez crimes. Após pedido da Polícia Federal, a medida foi determinada e justificada pela atuação do ex-deputado em ataques e ameaças às instituições democráticas.

Já os atritos de Bolsonaro com Barroso se devem à defesa que o ministro, que também é presidente do TSE, tem feito à lisura das urnas eletrônicas e às críticas à votação da proposta do voto impresso, que foi rejeitada na Câmara dos Deputados.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Arthur Lira é do Centrão, mas parece tucano. Toda vez que dá entrevista, fica em cima do muro. Está pouco ligando para as leis e não cumpre suas obrigações de homem público, permanecendo sentado em cima de 126 pedidos de impeachment do presidente. Ou seja, é um político do tipo capacho, sem luz própria, um eterno serviçal. (C.N.)

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