
Gustavo Bebianno não aceitou ser “comprado” pelo ex-amigo
Ascânio Seleme e Jussara SoaresO Globo
Em uma última tentativa de manter no governo o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, o presidente Jair Bolsonaro ofereceu a ele o posto da embaixador do Brasil em Roma , na Itália. A proposta, segundo interlocutores do Planalto, foi levada a Bebianno no sábado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, após um encontro que teve com o presidente no Palácio da Alvorada. O convite foi recusado pelo ministro.
Na noite anterior, conforme o Globo antecipou, Bolsonaro propôs que Bebianno ocupasse uma diretoria da Hidrelétrica de Itaipu. O ministro declinou do convite. Em entrevista no sábado, Bebianno confirmou que recebeu a proposta para Itaipu e disse que não aceitou porque não apoiou Bolsonaro “para ganhar dinheiro” e “nem precisa de emprego”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Caramba, como as coisas mudam! Acusado de corrupção pelo deputado Eduardo Bolsonaro, filho mais novo do presidente, que usou as redes sociais para denegrir o ministro, mesmo assim ele foi convidado para ser embaixador na Itália ou diretor da Itaipu Binacional, mas recusou os dois convites. Sem dúvida, o caso do ministro Bebianno é a demisão mais estranha já tomada na História Republicana. Nunca se viu nada igual. (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Caramba, como as coisas mudam! Acusado de corrupção pelo deputado Eduardo Bolsonaro, filho mais novo do presidente, que usou as redes sociais para denegrir o ministro, mesmo assim ele foi convidado para ser embaixador na Itália ou diretor da Itaipu Binacional, mas recusou os dois convites. Sem dúvida, o caso do ministro Bebianno é a demisão mais estranha já tomada na História Republicana. Nunca se viu nada igual. (C.N.)