quinta-feira, julho 10, 2025

Deputado Júnior Mano, que sofreu busca e apreensão, corrompeu a própria mulher


O deputado federal Júnior Mano participa de audiência na Câmara

Para variar, o deputado Júnior Mano diz ser inocente

Luísa Marzullo
O Globo

Alvo da Polícia Federal em uma investigação que apura supostas fraudes em licitações abastecidas com emendas parlamentares, o deputado federal Júnior Mano (PSB-CE) negou irregularidades e afirmou que não tem “participação em processos licitatórios, ordenação de despesas ou fiscalização de contratos administrativos”

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em seu gabinete na Câmara dos Deputados, em seu apartamento funcional, em Brasília, e em sua residência no Ceará.

O deputado Júnior Mano (PSB-CE), por suspeita de desvio de recursos públicos por meio de fraudes em licitações e contratos, era do Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas foi expulso por ter feito campanha para um candidato do PT.

VERDADE DOS FATOS – “Como parlamentar, o deputado não exerce qualquer função executiva ou administrativa em prefeituras”, diz o comunicado dos advogados. A defesa também ressalta a confiança do parlamentar nas instituições e afirma que ele tem “plena convicção de que, ao final da apuração, a verdade dos fatos prevalecerá”.

A ação faz parte da Operação Underhand, que investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos por meio de fraudes em processos licitatórios e contratuais. A Polícia Federal apura se contratos abastecidos com recursos de emendas parlamentares foram usados para financiar clandestinamente campanhas eleitorais no Ceará, nas eleições municipais de 2024, em que o deputado elegeu sua mulher Giordanna Mano (PRD) para a Prefeitura. E ela passou a participar do esquema das emendas. A cidade de Nova Russas (CE), comandada por Giordanna, foi a que mais recebeu emendas individuais do próprio parlamentar.

De acordo com os investigadores, o grupo é suspeito de direcionar verbas públicas para municípios cearenses mediante contrapartidas ilícitas e de manipular licitações por meio de empresas ligadas ao esquema. Embora envolvam recursos de emendas, essas não são o foco direto da apuração, que mira supostos crimes eleitorais.

BLOQUEIO DE BENS – Ao todo, 15 mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e cumpridos em Brasília, Fortaleza e em outras quatro cidades do Ceará. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 54,6 milhões em contas bancárias de investigados, entre pessoas físicas e jurídicas. A operação tem apoio da Controladoria-Geral da União (CGU).

A investigação teve início a partir de uma denúncia da prefeitura de Canindé (CE), um dos alvos da operação. Com o surgimento de indícios de envolvimento do parlamentar, o caso foi enviado ao STF.

Em fevereiro, o ministro Gilmar Mendes determinou que a apuração tramitasse na Corte e estabeleceu prazo para apresentação de um relatório parcial da Polícia Federal. A Procuradoria-Geral da República também defendeu a manutenção do inquérito no Supremo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Para que tudo isso? Aqui no Brasil não se pune corrupto. Estão todos soltos, inclusive casos patológicos, como os de Lula da Silva, Sérgio Cabral e de Geddel Vieira Lima. Lembrem que Cabral se declarou “viciado” em desviar dinheiro público. Mesmo assim, foi libertado(C.N.)


Bannon exagera e diz: “Moraes é um dos maiores criminosos do mundo”

Publicado em 9 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Mais gordo e envelhecido, Bannon continua exagerado

Julia Chaib
Folha

O governo Donald Trump e expoentes do movimento ultraconservador americano se fiam no discurso de uso político do STF (Supremo Tribunal Federal) para defender o ex-presidente Jair Bolsonaro e a aplicação de sanções ao ministro Alexandre de Moraes.

À Folha um integrante sênior da gestão Trump, como são chamados assessores influentes do presidente dos Estados Unidos, resumiu a visão que permeia o governo nos seguintes termos: o ex-presidente Bolsonaro e seus apoiadores estão sob ataque de um sistema judiciário “instrumentalizado”.

Para esse auxiliar do republicano, as decisões de Moraes atingem a liberdade de expressão e, mais do que isso, subvertem a democracia para sustentar um governo que julga impopular, o do presidente Lula (PT).

LIBERDADE DE EXPRESSÃO – Steve Bannon, líder do movimento Maga, acrônimo para Make America Great Again (Faça a América Grande Novamente), slogan de Trump, e ex-estrategista do republicano, é ainda mais enfático e chama Moraes de “um dos maiores criminosos do mundo”.

“Envergonhou o Brasil no cenário mundial ao perseguir um dos grandes líderes do mundo, o ex-presidente Bolsonaro, em um tribunal claramente forjado. É ridículo”, afirmou Bannon à reportagem. Para ele e outras pessoas que acompanham a situação, punições a Moraes são uma questão de pouco tempo se o STF não recuar, o que não deve ocorrer.

POSTAGEM DE TRUMP – A leitura do expoente da direita e de integrantes do governo Trump foram sintetizadas na postagem feita pelo presidente na segunda-feira (7) na sua rede social Truth Social na qual defendeu Bolsonaro. Trump fez nova postagem em defesa de Bolsonaro na noite desta terça-feira (8).

As falas indicam que a narrativa difundida por bolsonaristas nos EUA tem surtido efeito junto ao governo americano. Bannon, mesmo sem provas, ecoa o discurso bolsonarista de que a eleição em 2022 foi manipulada e vê um paralelo com a trajetória de Trump.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É claro que Moraes não é um dos maiores criminosos do mundo. Ele é apenas vaidoso e metido, tenta ser sempre a cereja do bolo. Mais um pouco e saberemos se valeu a pena tanta intransigência de Moraes, que age como um adolescente sem responsabilidade. (C.N.)

Ameaças de Trump podem prejudicar a direita e favorecer Lula em 2026


Crise diplomática? Lula responde Trump

Tratamento que Trump dá a Lula é simplesmente burrice

William Waack

O ataque do presidente americano ao Brasil não tem paralelos históricos. Trata-se sobretudo de uma agressão política, cujos termos são por definição inegociáveis. Trump age com a prepotência de quem, de fato, escolheu dividir o mundo em esferas onde os fortões fazem o que querem, e os fracos — como o Brasil — que se virem.

A última vez em que um presidente americano agiu contra o Brasil por questões políticas ocorreu sob Jimmy Carter a meados da década de setenta. As semelhanças são remotas dada a brutalidade — e a irracionalidade ideológica — exibida por Trump neste momento.

DOIS MOTIVOS – Naquela época dois fatores haviam se combinado: a pressão contra a ditadura militar brasileira por conta de violações de direitos humanos e o acordo nuclear que o Brasil assinara com a Alemanha, que incluía a transferência de tecnologia sensitiva.

O presidente era o general Ernesto Geisel, que reagiu cancelando um acordo de cooperação militar com os EUA. O Brasil acabou fazendo um programa nuclear paralelo e a democratização liquidou a questão dos direitos humanos.

Do ponto de vista exclusivamente comercial e geopolítico o tratamento que Trump dá ao Brasil é simplesmente burrice. Mas é um extraordinário nível de mediocridade estratégica, ignorância histórica e posturas prejudiciais aos próprios interesses da superpotência que Trump vem exibindo desde que assumiu. Em nome de um eleitorado que aplaude o populista que está diminuindo em vez de aumentar a liderança e capacidade de ação americana.

ALGO A NEGOCIAR – Os danos comerciais ao Brasil são consideráveis, mas em situações semelhantes de imposição de tarifas Trump demonstrou a falta de consistência habitual — é algo que pode ser eventualmente “negociado”. O problema muito mais grave é político e terá impacto também no contexto eleitoral doméstico brasileiro.

Como aconteceu em países como Canadá, Austrália, México e, até certo ponto Alemanha, a interferência política de Trump nos assuntos de cada um produziu os resultados contrários.

Ou seja, Trump desmoralizou, enfraqueceu e tirou potencial eleitoral das forças políticas que quis “proteger”. No caso brasileiro, o clã Bolsonaro e todo agente político que aderiu ao fã clube de Trump.

ILUSÃO INFANTILÓIDE – É claro que esse é um problema do capitão e sua ilusão infantilóide de que um prepotente como Trump possa livrá-lo da cadeia — onde provavelmente mais e não menos gente vai querer vê-lo agora. Bem mais complicada é a situação do governo brasileiro que, ao contrário do exemplo da esquerdista que preside o México, não soube criar qualquer canal direto com a Casa Branca.

O Brasil é uma potência menor, com escassa capacidade de retaliação que não nos torne ainda mais vulneráveis, sobretudo em relação a insumos. É grande a tentação de pular para um lado no confronto geopolítico, mas um pouco de inteligência estratégica indica que os Trumps acabam indo embora, e a profundidade dos laços entre Brasil e Estados Unidos permanecem. Mas o mais provável é que ninguém vai enxergar esse horizonte nos próximos dias.

Lula manda “devolver” carta de Trump, após Itamaraty confirmar a veracidade

Publicado em 10 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Continuamos acreditando no diálogo', afirma diplomata brasileira sobre  situação na Venezuela

Embaixadora Escorel confirmou que a carta é verdadeira

Deu no UOL

O governo Luiz Inácio Lula da Silva avisou na noite desta quarta-feira, dia 9, que devolverá a carta por meio da qual o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou a imposição unilateral de tarifas de 50% sobre produtos importados do Brasil.

Nesta noite, o encarregado de negócios Gabriel Escobar, chefe da embaixada dos Estados Unidos em Brasília, foi convocado pela segunda vez no dia a comparecer ao Itamaraty. Ele é a principal autoridade do governo americano no País desde janeiro, quando a ex-embaixadora Elisabeth Bagley voltou aos EUA. Trump nunca indicou seu novo representante.

COMUNICAÇÃO – A embaixadora Maria Luisa Escorel, secretária de Europa e América do Norte, comunicou a Escobar que o presidente não receberia a carta, divulgada informalmente por Trump na rede Truth Social.

A diplomata quis saber do encarregado se a carta era autêntica, e o encarregado confirmou que sim, relatam fontes familiarizadas com a conversa. Isso ocorreu pelo método considerado “pouco ortodoxo” na diplomacia de publicar o documento antes que chegasse ao destinatário

A embaixadora Escorel afirmou que a carta era “ofensiva” e apontou que havia “afirmações inverídicas” sobre o País e “erros factuais” a respeito da relação comercial bilateral. Trump citou um déficit na balança, quando na verdade os EUA têm superávit com o Brasil.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Mais Piadas do Ano! Entre as “afirmações inverídicas” e os “erros factuais de Trump, o Itamaraty só conseguiu encontrar um, quando ele menciona o “déficit” que na verdade é “superávit” americano. De qualquer maneira, o governo brasileiro devolver a carta que o mundo inteiro já leu é como a piada do matuto que se aborreceu com o motorista do ônibus e, para sacaneá-lo, comprou passagem de ida e volta, foi e não voltou, para que a poltrona ficasse vazia, dando prejuízo ao ônibus… (C.N.)

Não se engane, os políticos são farinha do mesmo saco

Adiberto de Souza 

em 10 jul, 2025 8:12

Engana-se quem pensa que os políticos, em sua grande maioria, estão interessados em resolver os problemas vividos no dia a dia pelos sergipanos. Para os que têm mandatos vale mais garantir a reeleição, independente de qual partido estejam. Já quem está na planície, dorme e acorda pensando nas eleições de 2026. Antes de defenderem bandeiras ideológicas, como prometem fazer nos inflamados discursos, os políticos preferem se juntar com quem lhe garante a manutenção no poder. Portanto, é bom o eleitor acompanhar com lupa a trajetória dessa turma, principalmente aqueles que já ensaiam participar das eleições do próximo ano. Do contrário, comprará gato por lebre. Nunca esqueça que a maioria dos políticos é adepta do velho ditado popular: “farinha pouca, meu pirão primeiro”. E o povo que se exploda. Marminino!

Cadê o dinheiro?

A deputada estadual Linda Brasil (Psol) quer saber do governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), “aonde está o dinheiro da Deso”. A pergunta da parlamentar se refere aos R$ 4,5 bilhões apurados com a concessão à empresa Iguá dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário que eram prestados pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). Linda estranha que, com tanto dinheiro em caixa, o Executivo tenha enviado para a Assembleia três projetos pedindo autorização para fazer um empréstimo de quase R$ 1,5 bilhão. A deputada defende que o Legislativo não concede “esse cheque em branco” ao governador Mitidieri. Deus é mais!

Escolha estratégica

Após o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), ter dito que não aceita o senador Rogério Carvalho (PT) na chapa governista, o petista revelou que “a definição do nome para o governo de Sergipe será feita em diálogo com o presidente nacional do PT e com a coordenação da campanha do presidente Lula”. Sem citar nomes, Carvalho afirmou que “será uma escolha estratégica, construída coletivamente, pensando no futuro do nosso estado”. Rogério também revelou que o “nosso palanque [para 2026] está pronto, com os nossos candidatos e candidatas tanto para estadual quanto federal”. Ah, bom!

Reajuste de 10%

Após a pressão dos sindicados que representam o funcionalismo estadual, o governo de Sergipe enviou Projetos de Lei à Assembleia Legislativa propondo um reajuste salarial de 10% para servidores que integram os Planos de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCVs). A proposta contempla mais de 18 mil funcionários públicos, entre ativos e inativos. O impacto financeiro mensal do aumento na folha de pessoal será de R$ 6,2 milhões. A expectativa do governo é que, com a aprovação dos Projetos de Lei pelos deputados, o reajuste passe a vigorar a partir de agosto próximo. Então, tá!

Atitude de vira-lata

O deputado federal João Daniel (PT) não escondeu a indignação com a bancada do PL na Câmara que aprovou uma moção de regozijo em apoio à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de taxar em 50% as exportações brasileiras: “Foi um gesto vergonhoso de traição aos interesses nacionais”, fuzila o petista. De acordo com Daniel, a tentativa dos EUA de interferir no Brasil é uma jogada política para alimentar a extrema-direita. Por fim, o deputado afirmou que, “querendo ou não, Bolsonaro vai responder pelos seus crimes, junto a todos os golpistas que atacaram a democracia”. Danôsse!

Coisa antiga

Espalhar notícias falsas nas campanhas eleitorais é coisa muito antiga. Novo mesmo só o nome dado à mentira política: fake news. Na campanha eleitoral de 2003, a assessoria do saudoso João Alves Filho, então candidato a governador de Sergipe anunciou que se ele fosse eleito iria construir uma mega refinaria de petróleo na Barra dos Coqueiros. O empreendimento prometido tinha até nome: Atlântico Sul. Era tudo conversa mole para engabelar os tolos. Misericórdia!Só em novembro

A hipocrisia de Trump contra Alexandre de Moraes

    em 10 jul, 2025 3:25

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A ameaça de Donald Trump de impor sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, beira o grotesco e escancara não apenas a sua ignorância sobre os fundamentos mais elementares do Direito Internacional, como também sua hipocrisia política crônica. Em qualquer Estado soberano minimamente civilizado, atos praticados por servidores públicos no exercício de suas funções, se eventualmente causarem algum tipo de dano a terceiros, são de responsabilidade do ente estatal a que pertencem — no caso, a República Federativa do Brasil. A investida pessoal contra Moraes, portanto, não é apenas juridicamente inepta, mas revela a tentativa desesperada de transformar uma figura institucional num bode expiatório conveniente para alimentar a retórica populista que Trump cultiva com esmero.

É de um cinismo escancarado que o mesmo homem que tenta silenciar jornalistas, perseguir opositores, coagir juízes e difamar instituições venha posar de defensor da liberdade de expressão e da democracia. Trump, que considera liberdade apenas a sua liberdade — e apenas quando a usa para humilhar, mentir e manipular —, vê no ministro Moraes um símbolo de resistência ao delírio autoritário que ele gostaria de universalizar. A lógica é simples (e doentia): toda crítica a ele é censura; toda resposta institucional, perseguição. Sua cruzada contra Moraes, portanto, é menos sobre o Brasil e mais sobre sua obsessão em calar vozes que não se curvam ao seu projeto de poder — sejam elas de ministros da Suprema Corte brasileira, jornalistas independentes, estudantes, professores ou o cidadão comum.

O que se vê é o velho truque da vitimização autoritária: atacar as instituições enquanto se diz atacado por elas. Trump faz isso desde sempre. A diferença agora é que tenta arrastar o Brasil e suas instituições democráticas para dentro do seu circo de insanidades. Resta saber se encontrará plateia. Porque mesmo para os padrões do trumpismo, mirar sanções num ministro de outro país por exercer suas funções constitucionais ultrapassa o limite do ridículo e entra no campo da farsa diplomática. A única sanção cabível aqui é a da razão contra a estupidez. E essa, infelizmente, não depende do Congresso americano. Depende de nós.

Trump resolveu taxar os produtos brasileiros em 50% — e, claro, os patriotas de verde e amarelo, de prontidão, devem aplaudir de pé, com direito a continência e dancinha de TikTok. Afinal, para essa ala do bolsonarismo, patriotismo mesmo é com P maiúsculo, de Patriot Act, não de pátria amada. No fundo, sonham com Trump no Planalto, de farda e faixa presidencial, nomeando Eduardo Bolsonaro embaixador vitalício em Mar-a-Lago e rebatizando Brasília de “Trumpistão do Sul”. O Brasil? Só serve como colônia obediente, exportadora de minérios, bois e, sobretudo, vassalagem ideológica. Se Trump invadir, não estranhe ver patriotas abrindo os portões com bolo, faixa de “Welcome” e uma jura de amor eterno.

https://infonet.com.br/blogs/claudio-nunes/a-hipocrisia-de-trump-contra-alexandre-de-moraes/

NOTA À IMPRENSA

 




NOTA À IMPRENSA
 

Nota à Imprensa

 

Tendo em vista a manifestação pública do presidente norte-americano Donald Trump apresentada em uma rede social, na tarde desta quarta-feira (9), é importante ressaltar:
 

O Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém.
 

O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais.
 

No contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade democrática.

No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas. Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira.
 

É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano. As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos.

Neste sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica.
 

A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro são os valores que orientam a nossa relação com o mundo.
 

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Presidente da República
 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
 

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Polícias Civil e Militar erradicam duas roças de maconha na zona rural de Jeremoabo

 

Por

Redação



a operação conjunta entre a Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial (DT) de Jeremoabo, vinculada à 18ª COORPIN de Paulo Afonso, e a Polícia Militar da Bahia resultou na erradicação de duas roças de maconha, nesta quarta-feira (9), na zona rural de Jeremoabo.

A ação foi fruto de levantamentos investigativos com apoio de drones para reconhecimento aéreo, que identificaram uma propriedade onde estavam as plantações em plena fase de cultivo.

Segundo a polícia, a estrutura contava com sistema de irrigação avançado, com tubulações por toda a área e abastecimento por dois poços artesianos. Durante a chegada das equipes, um indivíduo que estava no local fugiu pela vegetação e não foi localizado.

Toda a plantação foi erradicada e incinerada no local, conforme previsto no artigo 50-A da Lei 11.343/2006. Uma amostra foi recolhida e encaminhada para perícia técnica.

A Polícia informou ainda que foram adotadas todas as providências legais, como lavratura do boletim de ocorrência e abertura de inquérito policial. As investigações seguem para identificar o responsável pelo cultivo da droga.

Vídeo aqui

https://www.pa4.com.br/noticias/policias-civil-e-militar-erradicam-duas-rocas-de-maconha-na-zona-rural-de-jeremoabo/

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