domingo, junho 08, 2025

Cai cada vez mais a audiência das TVs e a venda de jornais e revistas

 


Notícia que não sai nos jornais – Brasil de FatoCarlos Newton    (Tirinha do Armandinho/Alexandre Beck)

São impressionantes e até assustadoras as modificações que ocorrem no setor da mídia. O excelente portal Poder360 publicou há alguns dias uma longa matéria sobre a baixa audiência diária dos programas jornalísticos da GloboNews, CNN, Jovem Pan, Record News e BandNews.

Os jornalistas, entrevistados e debatedores parecem estar falando com milhões de telespectadores, quando na verdade estão se comunicando com o além, digamos assim, pois as audiências são baixíssimas.

FALAM OS NÚMEROS – No melhor horário, a líder GloboNews tem uma audiência variando de 60 mil a 90 mil. Já a CNN, Jovem Pan, Record News e BandNews vão de 10 mil a 13 mil. Ora, considerando a população de 212 milhões de brasileiros, temos audiência média de 0,00%… Ou seja, nada mais do que 150 mil telespectadores diários somando todos os noticiosos.

As emissoras abertas também seguem em baixa. Em situação pior ainda estão os maiores jornais, pois Estadão, Globo e Folha rodam diariamente entre 60 mil a 80 mil exemplares.

Aliás, praticamente não existem mais bancas de jornais e revistas. As que sobraram vendem doces, refrigerantes, cervejas, é uma tristeza.

Dose Filosófica - Sobre o passado e das coisas que já não servem mais...  Música: Belchior - Velha roupa colorida #tempo #passado #reflexão  #filosofia #belchior #velharoupacolorida #musicabrasileira #dosefilosofica  | FacebookVOLTA DA CENSURA – Em meio a esse quadro desalentador, o Supremo insiste em impor a volta da censura, como quem discute o sexo dos anjos.

Nenhum país até hoje conseguiu regular a mídia digital e as redes sociais, salvo através da censura, em nações ditatoriais e autoritárias. Mas o decano do Supremo, Gilmar Mendes, tem a ousadia de proclamar que o Brasil vai ensinar ao mundo como se faz essa regulação. Para que tanta empáfia, essa egolatria, a arrogância incontida?

Ninguém vai ensinar nada a ninguém, simplesmente porque ninguém realmente sabe o que vai acontecer.

BALANÇO DE MAIO – Em meio a essas incertezas, vamos publicar o balanço de maio, agradecendo muitíssimo às amigas e amigos que contribuem para manter esse espaço livre na web.


Moraes erra ao cortar logo o salário de Zambelli, e a Câmara esperneia


Quem é quem no gabinete de Alexandre de Moraes, relator do inquérito que  mira Bolsonaro no STF? - Estadão

Moraes cortou salários e pediu prisão antecipadamente

Wálter Maierovitch
do UOL

Um foragido da Justiça, em geral, e temos o caso de Carla Zambelli em especial, precisa de dinheiro e de apoiadores para ficar distante das grades dos presídios. O próprio Eduardo Bolsonaro, que se autoexilou e licenciou-se sem remuneração da Câmara dos Deputados, precisou da ajuda financeira do pai Jair.

Na hipótese, viver fora é uma forma de se livrar da persecução judicial e agitar para desmoralizar o Brasil e as suas autoridades. Em síntese, fujona ou fujão, ambos precisam de recursos financeiros, e o ministro Alexandre de Moraes, como ex-secretário de Segurança Pública, sabe bem disso. Por isso, partiu para esvaziar a bolsa de Zambelli: remuneração, patrimônio, Pix etc.

 NA FORMA DA LEI – A regra usada de se mirar na bolsa de Zambelli, uma foragida confessa da Justiça, é eficaz. Só que existe um momento legal para sua aplicação. A precipitação torna ilegítima a decisão.

Zambelli foi condenada, mas a decisão ainda não transitou em julgado. Portanto, a deputada ainda é, pela Constituição, presumidamente inocente.

Cautelarmente, por decisão judicial, não se pode suspender pagamento de verba alimentar —ou melhor, a remuneração parlamentar. Nas legislações de Estados de Direito democrático, fugir não é crime.

SEM PAGAMENTO – Moraes oficiou o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, para suspender a remuneração da deputada Zambelli.

A remuneração de qualquer trabalhador tem natureza alimentar, de subsistência. Portanto, Hugo Motta não cumpriu de pronto a decisão de Moraes e buscou os consultores. Também chegou a avisar não existir, na história da Câmara dos Deputados, um precedente —ou seja, um caso igual à ordem de Moraes.

Além da precipitação do ministro do STF quanto à remuneração de Zambelli, é muito claro, constitucionalmente, que cabe à Câmara, de acordo com o seu regimento, aplicar ao deputado que abandona as sessões e o próprio mandato as sanções financeiras e administrativas.

SEM FLAGRANTE – Zambelli, no seu desvario habitual, reclamou da prisão sem autorização da Câmara e por não ser caso de prisão em flagrante.

A deputada usar do esperneio para se fingir de vítima não surpreende ninguém. Ela mesma avisou que havia fugido e estava nos EUA.

A prisão preventiva, nos casos de fuga para evitar a aplicação da lei penal e da pena (dez anos, no caso Zambelli), é autorizada pela lei processual. E caberá à Câmara apreciar e ratificar. Zambelli, anteriormente, já havia invocado a imunidade parlamentar, mas Moraes decidiu que o fato criminoso típico não tinha correlação com o mandato popular e nem se consumara no curso dele.

MERO ESPERNEIO – Portanto, trata-se de mero esperneio de Zambelli para as redes sociais. Sua estratégia é fazer-se de vítima para os cidadãos, pois, no âmbito Judiciário, Zambelli não engana ninguém com suas estripulias sem base legal.

Talvez para despistar, Zambelli soltou o balão de ensaio de alcançar a impunidade fixando residência na Itália, com base na dupla cidadania. A doutrina constitucional italiana define a cidadania como sendo o vínculo jurídico que une a pessoa natural ao Estado-nação.

O status de cidadão italiano, como explicam os constitucionalistas peninsulares, impõe direitos e obrigações aos cidadãos. Não existe direito de invocação de cidadania italiana para se livrar de sanção imposta em outro Estado soberano, no devido processo legal.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Não se pode prever o que decidirá o governo italiano. Em caso anterior, do banqueiro Salvatore Cacciola, condenado no Brasil por crimes financeiros com prejuízo de R$ 1,5 bilhão à época (1999). A Itália não quis extraditá-lo. Só foi preso porque resolveu passar uns dias apostando no Cassino de Mônaco e foi preso pela Interpol na Alfândega. Quanto à deputada Carla Zambelli, ao que parece ela não gosta de arriscar a sorte. (C.N.)


Jeremoabo em Encruzilhada: A Semente da Desunião Plantada pela Câmara de Vereadores

                                     Vídeo Divulgação


Conversas com diversos setores da população de Jeremoabo revelam uma preocupante constatação: a Câmara de Vereadores, em vez de atuar em prol da reconstrução do município ao lado do prefeito Tista de Deda, parece estar deliberadamente plantando a semente da divisão. A cidade se vê polarizada por uma disputa artificial, onde a lógica de "nós contra eles" ganha força, com a população sendo instrumentalizada e jogada contra a administração municipal.

O pivô dessa desavença é a controversa proposta de mudança da data da emancipação política de Jeremoabo. De um lado, forma-se uma corrente que defende a lealdade à história e se opõe veementemente à alteração da data. Do outro, um grupo favorável à mudança "a toque de caixa", sem o devido debate e embasamento.

O cerne do problema, e onde a semente da desunião corre o risco de brotar com mais força, reside no fato de que, se essa anomalia for aprovada pela Câmara de Vereadores, ela deverá passar pela mão do prefeito para a sanção ou veto. Uma decisão que, independentemente do resultado, será explorada para aprofundar a polarização e o confronto.

Enquanto não surgir um novo "prato" de repercussão, essa polêmica será a "bola da vez", consumindo energia e tempo que poderiam ser dedicados ao desenvolvimento de Jeremoabo. O município, que tanto necessita de união e trabalho conjunto para superar seus desafios, é arrastado para disputas estéreis que não levam a lugar nenhum.

É como se uma maldição histórica pairasse sobre Jeremoabo: sempre que um prefeito demonstra real disposição para trabalhar e resgatar a dignidade do seu povo, não faltam aqueles que, por interesses diversos, buscam atrapalhar e semear a discórdia. A reconstrução de uma cidade exige um esforço coletivo, e não a perpetuação de embates que apenas servem para frear o progresso.

Jeremoabo clama por líderes que priorizem o bem-estar da comunidade acima das disputas políticas. A história do município merece respeito, e o futuro de sua população demanda um esforço conjunto em prol do desenvolvimento, e não da desunião.

Nota da redação deste Blog -  Jeremoabo: O Grito por União e a Urgência do Progresso

Jeremoabo, como tantas cidades brasileiras, encontra-se em um momento crucial que exige uma verdade inegável: precisa de união e progresso. Essa não é uma retórica vazia, mas um clamor que ecoa nas ruas, nas casas e no coração de seus cidadãos. A fragmentação, as disputas menores e a inércia, muitas vezes impostas por jogos políticos, são barreiras que impedem o avanço e a melhoria da qualidade de vida de sua gente.

O progresso não se materializa em um vácuo. Ele é o resultado direto de um esforço coletivo, de uma visão compartilhada e de ações coordenadas. É a construção de uma saúde pública eficiente, com hospitais equipados e acesso garantido a todos. É uma educação de qualidade, que oferece oportunidades reais para as futuras gerações, desde a base até o ensino superior. É o saneamento básico que dignifica e protege a saúde da população, e a segurança que permite viver e trabalhar sem medo. É, em suma, a geração de empregos e de oportunidades que permitam às famílias de Jeremoabo prosperar.

No entanto, nada disso é plenamente alcançável sem união. As disputas políticas que desviam o foco do essencial, as narrativas que polarizam e os interesses que se sobrepõem ao bem comum são venenos que corroem o tecido social e impedem qualquer avanço significativo. Quando a energia é gasta em embates estéreis sobre o passado, em vez de ser canalizada para a construção do futuro, quem perde é Jeremoabo e seu povo.

É fundamental que líderes, gestores e cidadãos compreendam que o verdadeiro poder reside na capacidade de somar forças, de dialogar e de buscar soluções conjuntas para os desafios que se apresentam. A história de uma cidade se constrói com trabalho, respeito e, acima de tudo, com a vontade uníssona de seus habitantes e representantes em fazer a diferença.

Jeremoabo tem potencial. Tem história, cultura e, mais importante, tem um povo trabalhador. O que falta, por vezes, é a capacidade de transcender as diferenças em prol de um objetivo maior. Que a bandeira da união seja hasteada mais alto que qualquer bandeira partidária e que o grito por progresso se transforme em ações concretas que beneficiem a todos. O tempo das desavenças precisa dar lugar à era da colaboração. Jeremoabo clama por isso.

Jeremoabo se prepara para um São João com dignidade, alegria e respeito sob a liderança do prefeito Tista de Deda

 


Jeremoabo se prepara para um São João com dignidade, alegria e respeito sob a liderança do prefeito Tista de Deda

Já quase na metade do mês de junho, os últimos retoques estão sendo realizados para o grande São João de Jeremoabo, que promete ser um dos mais organizados e acolhedores dos últimos tempos. Sob a gestão comprometida do prefeito Tista de Deda, a cidade se mobiliza para receber com dignidade tanto os filhos da terra quanto os visitantes de toda a região.

A proposta é clara: realizar um São João que atenda a todos os gostos, com uma programação plural, alegre, segura e respeitosa. O governo municipal tem buscado, dentro das possibilidades orçamentárias, oferecer uma festa inclusiva e bem estruturada, sem perder a essência das tradições nordestinas que fazem do São João uma das mais importantes expressões culturais do povo.

Barracas padronizadas, atrações para diferentes públicos, espaço para o forró pé de serra, apresentações culturais e artistas locais e regionais estão entre os destaques desta edição. Além disso, há um esforço conjunto para garantir paz e tranquilidade durante todos os dias de evento, com reforço na segurança, organização do trânsito e cuidados com a limpeza urbana.

O prefeito Tista de Deda reafirma seu compromisso com a cultura popular, valorizando as raízes e promovendo um ambiente onde todos possam se sentir respeitados e representados. Ele destaca que o São João não é apenas uma festa, mas também uma oportunidade de fortalecer a economia local, movimentar o comércio e gerar empregos temporários.

"Queremos fazer um São João bonito, com alegria, respeito e dignidade. Estamos trabalhando para que tudo ocorra da melhor forma possível e que o povo de Jeremoabo, junto com os visitantes, viva momentos inesquecíveis", afirma o prefeito.

Que São João, padroeiro da alegria e da união, olhe com bons olhos para Jeremoabo neste mês de junho. Que traga luz, paz, prosperidade e que esta festa renove os laços entre o povo e sua cultura, reafirmando o orgulho de ser jeremoabense.

Venha para Jeremoabo e sinta o calor humano e o brilho do verdadeiro São João do Sertão!


A Ilegalidade e a Imoralidade na Mudança da Data da Emancipação Política de Jeremoabo



Por: José D.M.Montalvão

Matricula ABI-C-0025


A Ilegalidade e a Imoralidade na Mudança da Data da Emancipação Política de Jeremoabo

Por mais que pesquisas históricas avancem e que o revisionismo seja parte importante do conhecimento, há limites que não podem ser ultrapassados sem ferir os princípios da legalidade, da moralidade administrativa e do respeito à história. Em Jeremoabo, cidade sertaneja da Bahia com raízes profundas no tempo colonial, está em curso uma tentativa de mudança na data de sua emancipação política, o que levanta sérias dúvidas sobre a legalidade e a legitimidade dessa iniciativa.

Quanto mais se aprofunda o estudo sobre o tema, mais clara fica a conclusão de que essa mudança carece de amparo legal. Ainda que se alegue que houve erro histórico ou nova interpretação de fatos antigos, o poder público não pode simplesmente reescrever o passado com base em vontades políticas momentâneas, mesmo com aval da Câmara de Vereadores. Alterar a data oficial da emancipação política de um município é um ato extremamente grave, pois altera a identidade histórica da cidade e fere o princípio da segurança jurídica.

A Confusão Entre Emancipação Administrativa e Emancipação Política

Um dos equívocos mais comuns nesse debate é confundir o surgimento de um povoado ou freguesia com sua emancipação política. A criação de distritos e vilas era prática comum no Brasil colonial e imperial, mas a emancipação política de um município moderno se dá quando ele conquista autonomia administrativa, ou seja, quando deixa de ser subordinado a outro município e passa a ter prefeito, câmara de vereadores e arrecadação própria.

Portanto, o simples fato de uma localidade existir como povoado ou vila não significa que ela era um município autônomo. É perfeitamente possível que um município hoje mais novo tenha originado outro mais antigo, e isso é explicado por processos de reorganização territorial e administrativa ao longo dos séculos. A história não é uma linha reta.

A Importância do Marco Legal

O processo de emancipação política no Brasil moderno envolve requisitos legais específicos. Segundo as regras estabelecidas pela Constituição Federal e por leis estaduais, para que uma localidade se emancipe, são exigidos:

  • Estudos de viabilidade econômica, social e política;

  • Aprovação de um plebiscito junto à população afetada;

  • Aprovação legislativa estadual ou nacional (dependendo da época).

Esses passos garantem que a criação de um município seja legítima, viável e reconhecida oficialmente. Modificar retroativamente esse marco exige, portanto, provas irrefutáveis, amparo legal e amplo debate técnico e popular — não bastando apenas o desejo de grupos políticos ou decisões tomadas a portas fechadas.

Um Caso que Serve de Referência

No excelente estudo disponível no site do IPEA, disponível neste link, observa-se que há casos em que municípios surgiram de territórios de cidades mais novas do que eles próprios. Isso só reforça a ideia de que a data de criação de um município não pode ser confundida com a idade da ocupação humana em seu território.

A história é feita de camadas, e não de datas isoladas. Ela exige método, cuidado e responsabilidade — especialmente quando se trata da memória de um povo.

Conclusão: Imoral e Ilegal

Portanto, mudar a data da emancipação política de Jeremoabo não é apenas uma afronta à legalidade, mas também um atentado contra a moralidade administrativa e o respeito à história. Que alguns tentem se colocar como donos da verdade e tentem manipular os registros oficiais não é novidade. Mas a história resiste. E o povo, quando bem informado, também.

A Câmara de Vereadores pode até votar essa mudança. Mas nem tudo que é aprovado é justo, e nem tudo que é legal é legítimo. Neste caso, não é legal nem legítimo — e muito menos moral

Nota da redação deste Blog - Sugiro que abra o Link abaixo, deixo de reproduzir porque são 40(quarenta paginas).

https://portalantigo.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/Capitulo1_30.pdf

sábado, junho 07, 2025

Moraes determina que Ministério da Justiça faça pedido de extradição de Carla Zambelli

 Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Arquivo

A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP)07 de junho de 2025 | 16:00

Moraes determina que Ministério da Justiça faça pedido de extradição de Carla Zambelli

brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou neste sábado, 7, que a Corte envie para o Ministério da Justiça e Segurança Pública todos os documentos necessários para a formalização do pedido de extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

Ela está foragida na Itália, país para o qual viajou após ser condenada a 10 anos de prisão em regime fechado pela invasão de sistemas e adulteração de documentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Após o recebimento da documentação pelo ministério, cabe ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça e Cidadania realizar a análise de admissibilidade da documentação.

Em caso positivo, o pedido será encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores ou à autoridade central estrangeira, para ser formalizado ao país onde se encontra o foragido da Justiça brasileira.

Moraes também ordenou que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), seja comunicado da perda de mandato de Zambelli. A medida normalmente teria que ser decidida pelos deputados. Porém, a jurisprudência do STF é que se a pena for superior a 120 dias de prisão em regime fechado, o próprio tribunal pode determinar a medida porque a Constituição prevê que o deputado perderá o mandato se faltar a um terço das sessões.

Na sexta-feira, a Primeira Turma do STF rejeitou por unanimidade recursos apresentados por Zambelli e pelo hacker Walter Delgatti, condenado a 8 anos e 3 meses de prisão no mesmo caso.

O entendimento foi de que os embargos de declaração apresentados não trouxeram novos argumentos e tinham caráter protelatório. Ou seja, objetivo era apenas adiar o cumprimento da pena.

Com a rejeição, a Primeira Turma declarou o trânsito em julgado, acabando com a possibilidade de novos recursos. Moraes transformou o pedido de prisão preventiva de Zambelli em prisão definitiva e determinou que a Secretaria Judiciária do STF envie ao Ministério da Justiça os documentos necessários para o pedido de extradição da parlamentar.

O ministro ordenou ainda que a documentação contenha “indicações precisas sobre o local, a data, a natureza e as circunstâncias do fato criminoso, a identidade do extraditando e, ainda, cópia dos textos legais sobre o crime, a competência, a pena e sua prescrição”.

Segundo Moraes, a documentação deve ser encaminhada no original em português, traduzida oficialmente para o italiano e acompanhada do formulário para pedido de extradição disponível no site da pasta.

Além da pena de prisão, Zambelli e Delgatti foram condenados ao pagamento de uma indenização de R$ 2 milhões por danos materiais e morais coletivos. Também foram estabelecidas multas individuais de cerca de R$ 2,1 milhão para a deputada e de aproximadamente R$ 520 mil para o hacker. Os valores exatos ainda serão calculados no processo.

A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que Carla Zambelli “comandou” e ajudou no “planejamento” do ataque cibernético. Walter Delgatti confessou os crimes.

O ataque aos sistemas do CNJ aconteceu em janeiro de 2023. Foi emitido um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. “Expeça-se o mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L”, dizia o documento fake.

Também foi produzido um recibo de bloqueio de R$ 22,9 milhões em bens do ministro. O valor corresponde à multa imposta por Moraes ao PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, por questionar as urnas eletrônicas nas eleições de 2022. Havia ainda uma ordem, também falsa, para quebrar o sigilo bancário do ministro.

Pedro Augusto Figueiredo/Estadão

Mesa redonda debate inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ no mercado de trabalho


Evento será realizado na Escola Superior de Advocacia (ESA) em Salvador e reúne especialistas para discutir letramento, direitos, saúde e diversidade nas relações laborais

No próximo dia 9 de junho, às 13h30, a Escola Superior de Advocacia (ESA), localizada no Campo da Pólvora, em Salvador, sedia a mesa redonda “Diversidade Sexual e de Gênero nas Relações de Trabalho: Letramento, Direitos, Saúde e Inclusão no Mercado de Trabalho”. A iniciativa visa aprofundar discussões sobre os desafios enfrentados por pessoas LGBTQIAPN+ no ambiente profissional, com foco na promoção de uma cultura mais respeitosa, justa e inclusiva nas relações laborais.

Idealizado e mediado pela advogada e professora Isabele Pereira, pós-graduada em Direito do Trabalho, o evento contará com a presença de convidados que se destacam na militância e na atuação técnica voltada à diversidade. Estão confirmados:

Ives Bittencourt – Presidente da Comissão de Diversidade Sexual e Gênero da OAB-BA

Léo Kret do Brasil – Diretora do Departamento Geral de Políticas e Promoção da Cidadania LGBTQIAPN+ da SEMUR

Marcelo Cerqueira – Presidente do Grupo Gay da Bahia

Dennys Gomes – Membro do Grupo Gay da Bahia

Márcia Ramos – Empresária, presidente da Associação Amor Movimento e ativista LGBTQIAPN+

Maurício Bodnachuk – Assistente social e ativista LGBTQIAPN+

Carle Porcino – Psicóloga do Ambulatório de Atendimento à Pessoa Trans da EBMSP

Suzana Lyra – Neuropsicóloga e mestranda da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública com foco no público LGBTQIAPN+

Entre os temas que serão debatidos estão o letramento em diversidade sexual e de gênero dentro do ambiente corporativo, os direitos fundamentais da população LGBTQIAPN+, o enfrentamento à discriminação, os cuidados com a saúde mental e física dos trabalhadores e a criação de estratégias para garantir acesso, permanência e crescimento no mercado de trabalho.

“Este encontro é uma oportunidade crucial para debater um tema necessário e relevante para trabalhadores, empregadores e para a sociedade como um todo. Discutir diversidade no ambiente de trabalho é essencial para promover uma cultura de respeito e inclusão. E não há caminho mais potente para isso do que a educação. Parafraseando Paulo Freire: ‘Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo’”, destaca Isabele Pereira.

A advogada ainda agradece à diretora da Escola Superior de Advocacia, Sarah Barros, e ao presidente da Comissão de Diversidade da OAB-BA, Ives Bittencourt, pelo apoio à realização da atividade, considerada por ela um importante projeto pedagógico voltado à aproximação entre estudantes da rede estadual de ensino e a advocacia baiana.

O público-alvo do evento é formado por alunos dos cursos técnicos de Serviços Jurídicos, Segurança do Trabalho, Administração e Logística do Centro Estadual de Educação Profissional em Gestão Severino Vieira. O encontro também será aberto à comunidade acadêmica, com espaço para interação e perguntas ao final das apresentações.

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Pauta enviada pelo Jornalista Fábio Almeida

DIA NACIONAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

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 Fabio Costa Pinto: "A defesa da liberdade de imprensa está no DNA da ABI, junto com a defesa da própria democracia!", diz o presidente da Associação Brasileira de Imprensa. Neste contexto se dá a luta contra as fake news e a necessidade urgente de regulamentação das grandes plataformas. "A direita é inimiga do bom jornalismo!"
O Dia da Liberdade de Imprensa, marca a data em que jornalistas reunidos em histórica assembleia na sede da ABI, no Rio de Janeiro, lançaram a "Carta pela Liberdade de Imprensa" ou "Manifesto pela Liberdade de Imprensa". Três mil jornalistas de todo o país assinaram o documento que denunciava a opressão e a censura a que estavam sujeitos durante a ditadura militar.
A "Carta pela Liberdade de Imprensa" era uma resposta à crescente censura e controle exercidos pelo regime militar sobre a imprensa. O manifesto, divulgado em 7 de junho de 1977, por meio de um evento na ABI, foi um ato de resistência e protesto contra a falta de liberdade de expressão e o cerceamento do trabalho dos jornalistas.
O documento, que denunciava a situação e exigia a redemocratização do país, foi amplamente divulgado e repercutiu na sociedade brasileira, marcando um momento importante na luta pela liberdade de imprensa e pela retomada da democracia.
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Complemento ao artigo “Brasil Colônia” – Por José Mário Varjão

 

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Complemento ao artigo “Brasil Colônia” – Por José Mário Varjão

Publicado em 07 de junho de 2025

Vamos ser claros, objetivos e, acima de tudo, rigorosos com os fatos.

O objetivo deste complemento é deixar mais cristalino que a data correta da emancipação política de Jeremoabo é 06 de julho, e não 25 de outubro, como equivocadamente querem constar em legislações posteriores e na memória institucional recente. Não é questão de opinião — é questão de documentação histórica e legal.

✅ A Prova Está Nas Leis:

  1. Lei Provincial nº 304, de 06 de julho de 1831
    Essa é a lei que cria oficialmente o município de Jeremoabo, desmembrando-o de Itapicuru. Está publicada nos Anais da Assembleia Legislativa da Província da Bahia e disponível em acervos históricos. Esta lei é a certidão de nascimento política de Jeremoabo.

  2. 25 de outubro de 1925:
    Essa data refere-se, na verdade, à reinstalação do município após um período em que foi rebaixado à condição de distrito, por questões administrativas da época. Não se trata da criação, mas de um retorno ao status anterior. Confundir reinstalação com emancipação é o mesmo que dizer que alguém nasce de novo só porque mudou de endereço.

📚 História Mal Contada:

Por negligência, má fé ou ignorância, o dia 25 de outubro ganhou espaço como “data oficial”. A repetição virou “verdade”, mas não resistiria a uma leitura atenta dos documentos originais da época imperial e republicana.

🔍 Tudo Está Documentado:

Datas, leis, publicações históricas — tudo está disponível e já foi detalhado no artigo principal. Aqui não se trata de suposição ou folclore, mas de pesquisa, estudo e seriedade com os fatos. O problema é que inteligência e sabedoria são virtudes raras, como já dizia o próprio artigo.

📌 Conclusão:

A verdade não precisa gritar — basta ser mostrada. E está aí, nas páginas da história:

Jeremoabo foi emancipado politicamente em 06 de julho de 1831.
Quem quiser continuar acreditando no 25 de outubro, que o faça — mas o fará contra as evidências e contra a história.

Chefe da CGU diz a jornal que Rui Costa ‘sabia do problema’ no INSS

 [15:12, 07/06/2025] Fabio Costa Pinto: 07 DE JUNHO

DIA NACIONAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

[15:12, 07/06/2025] Fabio Costa Pinto: "A defesa da liberdade de imprensa está no DNA da ABI, junto com a defesa da própria democracia!", diz o presidente da Associação Brasileira de Imprensa. Neste contexto se dá a luta contra as fake news e a necessidade urgente de regulamentação das grandes plataformas. "A direita é inimiga do bom jornalismo!"


O Dia da Liberdade de Imprensa, marca a data em que jornalistas reunidos em histórica assembleia na sede da ABI, no Rio de Janeiro, lançaram a "Carta pela Liberdade de Imprensa" ou "Manifesto pela Liberdade de Imprensa". Três mil jornalistas de todo o país assinaram o documento que denunciava a opressão e a censura a que estavam sujeitos durante a ditadura militar.


A "Carta pela Liberdade de Imprensa" era uma resposta à crescente censura e controle exercidos pelo regime militar sobre a imprensa. O manifesto, divulgado em 7 de junho de 1977, por meio de um evento na ABI, foi um ato de resistência e protesto contra a falta de liberdade de expressão e o cerceamento do trabalho dos jornalistas.


O documento, que denunciava a situação e exigia a redemocratização do país, foi amplamente divulgado e repercutiu na sociedade brasileira, marcando um momento importante na luta pela liberdade de imprensa e pela retomada da democracia.


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Escândalo do INSS: autoridade de dados acusa entidade de fraude na Justiça

 Foto: Divulgação

Aplicativo Meu INSS07 de junho de 2025 | 09:00

Escândalo do INSS: autoridade de dados acusa entidade de fraude na Justiça

brasil

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) acusou de “estelionato” e “fraude” o Instituto Sigilo, que processou órgãos federais por supostos vazamentos de dados em casos como o escândalo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No último dia 21, a Justiça Federal deu razão à autarquia ligada ao Ministério da Justiça e arquivou uma ação judicial movida pela empresa contra a ANPD, o INSS e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).

Procurado pela reportagem, o Instituto Sigilo não respondeu.

O Instituto Sem Sigilo diz ser uma associação sem fins lucrativos que visa a proteger dados pessoais de consumidores brasileiros. A página inicial do site da companhia traz QR codes com pedidos de Pix para doações de até R$ 50.

No mês passado, a empresa afirmou à Justiça que o suposto vazamento de dados por parte do governo federal tem ligação direta com a fraude de R$ 6,3 bilhões em aposentadorias e pensões do INSS, apontada pela Polícia Federal em abril.

Associação sem associados

Em resposta, a ANPD apontou que o instituto é de fachada e não tem qualquer associado, tampouco legitimidade para atuar em defesa dos consumidores brasileiros, papel que cabe ao Ministério Público. O objetivo, segundo a ANPD, é obter lucro indevido aos advogados da companhia.

“A verdadeira motivação para o ajuizamento de demandas tais como a presente é subverter o sistema da ação civil pública visando à obtenção de lucro financeiro escuso por pequeno grupo de advogados, os quais se autoproclamam dirigentes de associação inexistente”, escreveu o órgão federal.

Em outro trecho do processo, a agência detalhou como funciona a fraude do instituto: para conferir se teve dados vazados, o usuário preenche um formulário com informações pessoais, o que o torna um associado da entidade. “Mecanismo de engano e fraude”, seguiu a ANPD.

Entidade foi alvo de operação do Ministério Público

Em fevereiro, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios fez uma operação contra o Instituto Sigilo. Os procuradores apontam que a entidade é de fachada e aplica fraudes contra consumidores, por meio de promessas de benefícios financeiros impossíveis.

Eduardo Barretto/Estadão

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