sábado, novembro 09, 2024

Com superpoderes, Trump vive ‘profecia’ e testará a democracia americana

Publicado em 8 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

Donald Trump se convierte por segunda vez en presidente

Trump é um ameaça ou mais um presidente fora da validade?

Jamil Chade
do UOL

Quando Donald Trump assumir o poder em 2025, ele retornará à Casa Branca não apenas com um mandato reforçado por uma ampla vitória do voto popular. Mas também com o controle do Senado americano e, possivelmente, com uma maioria na Câmara de Deputados.

Sua presidência, portanto, testará a própria democracia e a capacidade das instituições de barrar uma concentração de poder que ameace o Estado de direito e a república. Não por acaso, em seu discurso reconhecendo a derrota, Kamala Harris fez um apelo aos americanos a manter a lealdade à constituição americana, e não a um presidente.

INIMIGO DE DENTRO – Acusado de ser um “fascista” por parte dos democratas, Trump alertou que poderia usar as forças armadas contra manifestantes e que lutaria contra o “inimigo de dentro”, num recado a dissidentes americanos.

Trump ainda avisou: colocaria seus inimigos políticos na cadeia e, se necessário, seria um “ditador por um dia”.

Desde a eclosão de seus resultados, na madrugada entre terça-feira e quarta-feira, os analistas políticos dos EUA constatam que, apesar de suas aberrações, Trump mostrou que não foi um ponto fora da curva na eleição de 2016. Alimentado por um sistema de desinformação, ele ganhou agora com um movimento de massa, não com uma campanha de propostas políticas.

DIAS MELHORES – Usou a situação econômica e prometeu dias melhores para milhões de americanos abandonados pelo país. Para a surpresa das alas progressistas, Trump conseguiu atrair uma parcela dos votos de latinos e afro-americanos, tradicionais eleitores dos democratas.

Para o senador Bernie Sanders, não há motivo para que o partido de Harris se surpreenda com o abandono de seu eleitorado da classe trabalhadora. Para ele, foi o partido que se distanciou de sua base. As urnas foram as consequências disso.

Sanders não foi o único a denunciar que o rei estava nu. Sua declaração reabriu o debate nos EUA sobre o papel dos movimentos políticos e sua relação com os trabalhadores. Movimentos sociais e ativistas também trocaram acusações, enquanto a autópsia da derrota era realizada.

UM ALERTA – Nada, porém, é exatamente novo. No final dos anos 90, Richard Rorty constatou que, “os membros de sindicatos e os trabalhadores não qualificados não organizados perceberão, mais cedo ou mais tarde, que o governo não está nem tentando impedir que os salários afundem ou que os empregos sejam exportados”.

“Na mesma época, eles perceberão que os trabalhadores de colarinho branco dos subúrbios – eles próprios desesperadamente temerosos de serem reduzidos – não permitirão que sejam tributados para fornecer benefícios sociais a ninguém mais”, disse, numa referência à obra do escritor Edward Luttwak.

“Nesse momento, algo vai acontecer”, alertou. “

HOMEM FORTE – O eleitorado não suburbano decidirá que o sistema fracassou e começará a procurar um homem forte em quem votar – alguém disposto a garantir que, uma vez eleito, os burocratas presunçosos, os advogados complicados, os vendedores de títulos superpagos e os professores pós-modernistas não estarão mais dando as ordens”, disse.

Ele lembrou como estudos apontavam para o risco de que democracias industrializadas caminhassem para um período semelhante ao de Weimar, no qual os movimentos populistas provavelmente derrubarão governos constitucionais. O fascismo, assim, poderia ser o futuro americano.

As transformações iriam além. Segundo ele, os ganhos obtidos nos últimos quarenta anos pelos americanos negros e pelos homossexuais seriam eliminados. “O desprezo jocoso pelas mulheres voltará à moda. As palavras “nigger” voltarão a ser ouvidas no local de trabalho. Todo o sadismo que a esquerda acadêmica tentou tornar inaceitável para seus alunos voltará com força total”, disse. “Todo o ressentimento que os americanos mal educados sentem por terem suas maneiras ditadas por graduados universitários encontrará uma saída”, sentenciou. Resta saber se a democracia sobreviverá.


Piada do Ano! Lula confirma que aceitará ser candidato em 2026

Publicado em 8 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

Lula diz que “justiça divina“ julgará ministros do STF que atuaram contra ele | CNN Brasil

Lula deu entrevista à CNN e confirmou candidatura em 2026

Caio Spechoto
Broadcast

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista à CNN dos Estados Unidos que poderá disputar a reeleição em 2026 contra um candidato de extrema direita, mas que espera não ser necessário. Ele afirmou que essa deve ser uma decisão dos partidos que o apoiam.

“Se chegar na hora [em 2026] e os partidos entenderem que não tem outro candidato para enfrentar uma pessoa de extrema direita, que seja negacionista, que não acredite na medicina, que não acredite na ciência, obviamente eu estarei pronto para enfrentar. Mas eu espero que não seja necessário. Espero que a gente tenha outros candidatos e que a gente possa fazer uma grande renovação política no País e no mundo”, declarou ele.

COM TRUMP – Lula também afirmou que ele e o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, precisam ter uma convivência “civilizada”. Segundo ele, divergências entre chefes de Estado são superadas pelos interesses de Estado.

Além disso, o petista defendeu a taxação dos super-ricos. Lula afirmou esperar que o bilionário Elon Musk, dono do X (antigo Twitter) trate os países com respeito.

E também criticou Israel por seus ataques ao território palestino depois dos atentados do Hamas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Está fechada a equação para 2026. Se a direita apresentar um candidato forte, e a esquerda não tiver outro nome, Lula e Janja “aceitam” concorrer. Como a direita tem dois fortes candidatos (Bolsonaro e Tarcísio), Lula e Janja “aceitam” duplamente. E a vaga mais disputada será de vice de Lula. Uma brigalhada mais dura do que o Ultimate Fighter, e o neosocialista Geraldo Alckmin, que já esperou tanto, estará proibido de concorrer. (C.N.)

Musk e sobrinho de Kennedy devem assumir cargos no governo Trump

Publicado em 8 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

Who is Susie Wiles, Donald Trump's new White House chief of staff? - 6abc  Philadelphia

Suzie Wiles será a chefe do Gabinete de Donald Trump

Deu no R7

Ao vivo de Washington, o correspondente José Luiz Filho comentou, nesta sexta-feira (8), sobre os primeiros movimentos de Donald Trump após ser eleito presidente dos Estados Unidos. Segundo José Luiz Filho, Trump já começa a pensar em nomes para compor seu governo a partir de janeiro de 2025 e procura aliados de campanha para assumir os cargos.

Apoiadores como o empresário Elon Musk e o candidato independente Robert F. Kennedy Jr., que desistiu de sua campanha para declarar apoio ao republicano, são dois dos nomes cogitados para integrar o gabinete de Trump.

CHEFE DE GABINETE – Até o momento, Trump anunciou Susie Wiles, sua gerente de campanha, como chefe de gabinete — cargo semelhante ao de Ministro da Casa Civil. Susie é a primeira mulher a assumir este cargo nos Estados Unidos.

Paulo Velasco, professor de política internacional da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), disse no programa Conexão Record News desta sexta-feira (8) que a escolha de Wiles já era esperada, e que a tendência é que Trump se cerque de “pessoas confiáveis” nesse novo governo.

“Susie Wiles é um desses nomes. Ela teve um papel crucial na vitória eleitoral dele em 2016 e ajudou a blindá-lo, de certa forma, após o episódio do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021”, explicou Velasco.

ESTRATEGISTA – “Além disso, nesta campanha, ela foi fundamental como uma das principais estrategistas. Podemos atribuir em parte a ela a vitória esmagadora de Trump”, assinalou.

Quanto à possibilidade de o presidente Trump, após tomar posse, decidir perdoar os envolvidos no ataque ao Capitólio, isso significará o fortalecimento da impunidade nos EUA, podendo provocar grave crise político-institucional, diz o especialista.

Por fim, destacou que a vitória ampla de Trump deixa evidente a imprecisão das pesquisas eleitorais nos EUA.

Bolsonaro posa como “amigo do rei” e demonstra estar superconfiante


Eufóricos, aliados de Bolsonaro dizem que STF não resistirá a "vento  contra" de Trump e deixará ex-presidente disputar as eleições de 2026

Bolsonaro sonha em reencontrar Donald Trump na América

Bruno Boghossian
Folha

Depois do tropeço nas urnas há algumas semanas, Jair Bolsonaro tentou tirar uma casquinha da vitória de Donald Trump. O brasileiro fez propaganda da relação com o republicano, disse que a eleição americana é um “passo importantíssimo” para sua volta ao poder e especulou: “Tenho certeza de que ele gostaria que eu viesse candidato”.

Bolsonaro não explicou o que Trump ganharia. Talvez o americano tenha interesse num governante que, no passado, esteve tão enamorado que ofereceu aos EUA mais benefícios do que receberia. Também é possível que o republicano queira apenas mais um bajulador. “Fui o último chefe de Estado a reconhecer a vitória do Biden, ele não esquece isso”, orgulha-se o brasileiro.

AVALIAÇÃO – Em entrevista à Folha, Bolsonaro fez uma avaliação ambiciosa do impacto da eleição americana sobre sua situação particular.

Deu voz à campanha que conecta a vitória do republicano à reversão de sua inelegibilidade e sugeriu que Alexandre de Moraes deveria liberá-lo para ir à posse de Trump: “Ele vai falar ‘não’ para o cara mais poderoso do mundo?”.

A mensagem tem poucas chances de ressoar no STF, mas o ex-presidente também está interessado em deixar um recado dentro da direita. Nas tensões internas desse campo, Bolsonaro recorre à pose de “amigo do rei” para tentar impressionar colegas e exibir prestígio num momento de questionamentos à sua liderança.

SUPERCONFIANTE – Bolsonaro precisa parecer um político influente e competitivo para que a direita (que inclui o centrão no Congresso) não se acostume com sua saída de cena e trabalhe para reabilitá-lo. Ostentar uma relação direta com o presidente americano passa por aí. Além disso, a vitória de um Trump praticamente sem freios abastece a ideia de que é possível eleger um radical novamente, reduzindo a urgência de fabricação de uma versão moderada.

Exagerando na confiança sobre o retorno às urnas, Bolsonaro chegou a citar a possibilidade de formar uma chapa com Michel Temer.

O emedebista negou os rumores (“achei esquisitíssimo”), disse que a eleição de Trump não muda nada e ainda afirmou que Moraes acertou ao condenar os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. 

sexta-feira, novembro 08, 2024

Garantias dos Direitos Fundamentais Previdenciários no Cenário Atual Reflexões Sobre o Processo Administrativo e a Inteligência rtificial

 


A recente participação nos principais congressos nacionais de Previdência Social, realizados pelo Instituto dos Advogados Previdenciários (IAPE) em São Paulo e pelo Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) em Salvador, proporcionou um espaço enriquecedor para discutir temas relevantes ao desenvolvimento e aprimoramento da seguridade social. Tive a honra de palestrar em ambos, representando a Faculdade Anasps e compartilhando com profissionais e acadêmicos do país as abordagens e avanços sobre os direitos previdenciários sob a perspectiva do processo administrativo previdenciário.

Durante o congresso do IAPE, foquei na necessidade de proteção dos direitos fundamentais no âmbito previdenciário, ressaltando a importância de um processo administrativo eficiente, transparente e com foco no reconhecimento de direitos. A estrutura do INSS e as práticas administrativas, quando bem organizadas e transparentes, fortalecem o direito dos segurados e asseguram um atendimento mais acessível e equânime. Foi um momento propício para discutir como um sistema de previdência robusto, respeitando a constituição e as garantias individuais, representa um pilar de apoio social em momentos de vulnerabilidade, como incapacidade permanentes, idade avançada ou morte.

No evento de Salvador, organizado pelo IBDP, ampliei a análise para a inclusão das novas tecnologias, especialmente a inteligência artificial (IA), que surge como uma aliada no processo previdenciário. Ao abordar as inovações proporcionadas pela IA, ressaltei o potencial para tornar as análises e concessões de direitos mais céleres e precisas, facilitando a identificação de perfis de segurados e suas respectivas necessidades. Todavia, pontuei que a evolução precisa respeitar o devido processo legal, direito ao contraditório e ter regras claras na configuração das automações. 

Toda iniciativa de aprimoramento deve fundamentar-se na centralidade do segurado, garantindo que ele seja o foco de qualquer reforma ou inovação, pois, como destinatário final, é ele quem usufrui diretamente dos direitos previdenciários. Em consonância com os direitos fundamentais, especialmente o princípio da dignidade humana, as melhorias devem assegurar que o processo administrativo privilegie a proteção social, promovendo acesso justo e tratamento adequado às necessidades de cada segurado.

Ao mesmo tempo em que a tecnologia oferece grandes oportunidades, é necessário um olhar crítico para as implicações éticas e os desafios na aplicação da IA no contexto previdenciário. Questões de privacidade, segurança de dados e até mesmo o risco de decisões automatizadas precisam ser cuidadosamente regulamentados e supervisionados. Defendi que o uso da IA deve respeitar os direitos fundamentais dos segurados e funcionar como um complemento que fortaleça o papel humano no atendimento social, garantindo que o indivíduo seja sempre o foco principal.

A interação com os diversos profissionais presentes em ambos os congressos reforçou a importância do papel do INSS e das entidades previdenciárias em garantir direitos sociais, mesmo em um contexto de constante modernização. Essa perspectiva nos leva a entender que a integração da IA e outros avanços tecnológicos deve ser cuidadosamente planejada para que as transformações sejam progressivas e inclusivas, sem perder de vista a missão social que norteia o sistema previdenciário.

A Faculdade Anasps, com seu compromisso em promover o estudo e a discussão sobre as inovações e os direitos previdenciários, tem orgulho de contribuir para o fortalecimento do conhecimento acadêmico e profissional no setor. Acredito que as reflexões e experiências compartilhadas nos congressos deste ano serão de grande importância para os estudos futuros e para o aprimoramento contínuo das políticas previdenciárias no Brasil.

Tiago Adami Siqueira

Mestre em Direito. Coordenador e Professor na Faculdade Anasps. Servidor Público Federal.

Ripões e Mourões do Parque de Exposição: Selados na Omissão, Conivência e Impunidade

 

Caro leitor deste blog:

O cenário que você descreve em Jeremoabo revela um problema sério e profundo na relação entre os cidadãos e seus representantes. Quando o eleitor se torna passivo e não exerce plenamente seu direito de cidadania, ele permite que desvios e abusos continuem sem resistência. O caso do senador Cleitinho, que precisou atravessar fronteiras e pular muros para fiscalizar a gestão de uma prefeitura, é um exemplo claro de comprometimento e de fiscalização ativa, algo que deveria ser rotina para qualquer representante público.

Essa comparação com os vereadores de Jeremoabo evidencia uma inversão de valores. Enquanto um senador se desloca para denunciar irregularidades, os vereadores locais, com acesso facilitado, não tomam a iniciativa de cumprir seu papel fundamental de fiscalização. Aparentemente, falta o interesse em averiguar o que acontece na própria cidade, como no caso do desvio de materiais do Parque de Exposições – algo que estaria a poucos quilômetros de distância.

O que está em jogo é a percepção de dever cívico e a responsabilidade do eleitor em cobrar essa postura. Em muitas cidades, como parece ser o caso de Jeremoabo, o comodismo dos eleitores acaba contribuindo para a perpetuação de práticas de descaso. Quando o povo não exige fiscalização e transparência de seus representantes, ele abre espaço para que o descaso e a corrupção prosperem, levando à estagnação e ao atraso.

A chave para transformar essa realidade é uma mudança de postura do cidadão, que deve entender que seu papel não se limita ao voto, mas inclui cobrar, acompanhar e pressionar os representantes. Cidades que exercem essa consciência cívica são aquelas que, de fato, avançam.



Enrolada em Jeremoabo: Projeto Aldir Blanc e o Descaminho dos Recursos Culturais

Enrolada em Jeremoabo: Projeto Aldir Blanc e o Descaminho dos Recursos Culturais

Em Jeremoabo, o cenário cultural passa por uma fase de profunda insatisfação e indignação. Novamente, surgem denúncias sobre a falta de transparência na execução dos recursos do Projeto Aldir Blanc , o que revela uma crise que parece longe de ser resolvida. Recebi relatos que evidenciam um ambiente de insatisfação e desconfiança por parte de artistas locais, que denunciam irregularidades no repasse dos recursos destinados a promover a cultura no município.

Uma das principais queixas aponta para uma distribuição de valores que não segue critérios claros, beneficiando alguns artistas com quantias acima do esperado, enquanto outros, mesmo com comprovada atuação cultural, foram prejudicados. Uma questão central levantada por moradores e artistas anônimos é: onde estão os eventos culturais prometidos e financiados pelo projeto?

O cinema itinerante, por exemplo, deveria estar entre as atividades contempladas. No entanto, não há registros de que tal atividade tenha efetivamente sido realizada ou tenha beneficiado a comunidade. Além disso, nomes fundamentais para a preservação das tradições locais, como Carmelita de Sr. Dudé, recebem um valor que parece desproporcional ao seu trabalho e à sua dedicação. Carmelita é uma referência cultural em Jeremoabo, com apresentações de Pastoril, Bumba Meu Boi e outras expressões artísticas locais. Seus esforços, frequentemente documentados pela Jeremoabo TV, são uma prova do impacto positivo que ela traz para a cultura da cidade.

Outro ponto que gera indignação entre os artistas locais é a suspeita de que aproximadamente R$ 280.000,00 ainda estejam sob o controle da Secretaria de Cultura, sem ter sido repassado aos destinatários legais. Os artistas e artesãos locais cobram transparência, perguntando-se por que esses recursos não foram integralmente entregues a quem de direito. Alguns, insatisfeitos, cogitam levar a questão para a rádio e a Câmara de Vereadores, mas, em um momento de final de mandato, surgem dúvidas sobre a eficácia dessas ações.

Para além dos trâmites locais, muitos acreditam que a única solução efetiva para o problema seria uma denúncia formal ao Ministério Público Federal. Segundo eles, sem essa ação, insistir em pedir transparência à gestão atual seria como “enxugar gelo”.

A situação evidencia o quanto os gestores municipais precisam valorizar a cultura e o quanto falta compromisso com os trabalhadores do setor cultural. A luta por transparência e justiça para os artistas de Jeremoabo continua, e cabe à sociedade e às autoridades responsáveis pressionarem por respostas concretas e uma solução definitiva para o caso.

Artistas da terra na câmara municipal

Essa foto é a piada do ano!!!

Omissão e Descaso: O Preço que Jeremoabo Paga Pela Falta de Fiscalização dos Vereadores


Essa situação revela uma alarmante falta de comprometimento e responsabilidade dos vereadores de Jeremoabo, que deveriam ser os guardiões dos recursos públicos e da integridade da gestão municipal. O desaparecimento dos materiais públicos, como os mourões e ripões retirados do Parque de Exposição, e agora os paralelepípedos que estão sendo transportados de maneira suspeita ao redor do Colégio São João Batista, é um desvio que gera prejuízo direto ao erário. No entanto, o que é ainda mais grave é o descaso dos vereadores em investigar essas irregularidades e cumprir seu papel de fiscalização.

É inadmissível que a população tenha que recorrer a denúncias informais, registrando provas em fotos e vídeos, enquanto os vereadores, eleitos justamente para garantir a transparência e o zelo pelo patrimônio público, ignoram essas ações. Esse silêncio cúmplice coloca em xeque a credibilidade do Legislativo, pois, em vez de proteger os interesses do povo, os representantes parecem fechar os olhos para questões que podem envolver atos de improbidade e malversação de bens públicos.

Essa falta de ação não é apenas uma falha administrativa, mas um desrespeito direto ao cidadão, que paga impostos e confia no sistema democrático para ser representado e protegido. É indignante imaginar que, ao fim do mandato, nenhum boletim de ocorrência tenha sido feito, nenhuma investigação tenha sido aberta, e nenhuma denúncia tenha sido levada a sério.

O cidadão que documentou essa situação, com a prudência de não se identificar, merece ser reconhecido pela coragem e zelo pelo patrimônio público. Enquanto os vereadores fazem promessas de fiscalizar e cuidar da cidade apenas durante o período eleitoral, cabe ao povo de Jeremoabo manter a memória desses episódios. Nas próximas eleições, que as fotos e vídeos de hoje sejam a lembrança de que promessas sem ação são apenas discursos vazios, e que o preço da omissão recai sempre sobre a população.




Nota da redação deste Blog - 
Será que esses paralelepípedos terão o mesmo destino dos ripões e mourões, cobertos pela mesma omissão e impunidade? A cada novo desvio não fiscalizado, fica a sensação de que o patrimônio público de Jeremoabo está entregue à própria sorte, sem a vigilância necessária daqueles que foram eleitos para proteger os interesses do povo

Prefeito eleito de Jeremoabo visita o DNIT visando recursos para o município.

 O prefeito eleito de Jeremoabo, Tista de Deda, demonstra uma visão proativa e determinada para revitalizar o município, já iniciando suas ações antes mesmo de assumir formalmente o cargo. Com a reunião junto ao Dr. Roberto Alcântara, superintendente estadual do DNIT, Tista mostrou seu compromisso em estabelecer parcerias estratégicas para melhorar a infraestrutura local, especialmente a que envolve os acessos e o trevo na BR-110, essenciais para o desenvolvimento da cidade.

Este encontro reflete o desejo do prefeito em transformar Jeremoabo em um polo de progresso e oportunidade, contrastando com as administrações anteriores, que segundo ele, deixaram a cidade em uma condição de estagnação. Ao priorizar o embelezamento e a melhoria dos acessos, ele sinaliza que entende a importância de uma infraestrutura robusta para o desenvolvimento social e econômico. A BR-110, sendo uma via crucial de ligação, desempenha papel vital para atrair investimentos e facilitar o escoamento de produtos locais, além de melhorar a mobilidade da população.

Tista de Deda age com consciência de que, em tempos de crise, a eficiência e a capacidade administrativa são fundamentais. Ele adota uma postura de "quem sabe faz a hora", destacando que a luta para tirar Jeremoabo do atraso é um desafio imenso, mas que ele está preparado para enfrentar, com um planejamento voltado para o longo prazo e o apoio de parceiros técnicos que compartilham sua visão.

Esses primeiros passos indicam que Tista de Deda está empenhado em trabalhar pela infraestrutura, um dos pilares para que Jeremoabo se desenvolva de maneira sustentável e recupere seu potencial econômico, beneficiando toda a população e pavimentando o caminho para o progresso

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