quinta-feira, dezembro 08, 2022

Notícias de “golpes de estado” na Alemanha e no Peru animam Bolsonaro, mas agora é tarde


General, o senhor não comanda o TSE. Por Fernando Brito - Blog do Guara

Charge do Miguel Paiva (Brasil 247)

Carlos Newton

Enquanto o resto do mundo acompanha a Copa do Mundo, na Alemanha as forças de segurança executam uma megaoperação em 130 locais do país, para prender os principais líderes e desbaratar um golpe de estado engendrado por radicais de direita, e no Peru o próprio presidente Pedro Castillo é preso por tentar um governo de exceção, dissolver o Parlamento, estabelecer toque de recolher e “otras cositas más”,

Caramba, foi uma quarta-feira de cinzas para o regime democrático, embora todos os golpes de estado sempre sejam feitos justamente a pretexto de preservar a própria democracia, dentro da realidade virtual dos dias de hoje, em que predomina o novo normal.

EREÇÃO CÍVICA – Ao tomar conhecimento dessas novidades na Alemanha e no Peru, o imbroxável Jair Bolsonaro imediatamente deve ter experimentado uma ereção cívica e ficou com a mente cheia de ideias impossíveis de se concretizarem.

No entanto, o Brasil está mais para Alemanha do que para Peru. As instituições aqui são altamente imperfeitas, como no Peru, porém se mostram bastante sólidas, como na Alemanha, e a possibilidade de golpe de estado é rarefeita.

Os bloqueios das rodovias estão cada vez mais raros, embora os manifestantes insistam em continuar diante dos quarteis. Sabe-se que a data-limite deles é a próxima segunda-feira, dia 12, quando o Tribunal Superior Eleitoral vai diplomar o presidente eleito Lula da Silva, o que significa declarar causa perdida a alegação de fraude eleitoral.

ADEUS ÀS ILUSÕES – O Alto-Comando do Exército, que funciona no Brasil como uma espécie de Poder Moderador, já desfez as esperanças de Bolsonaro, apesar de uma clara inclinação golpista da Aeronáutica e da Marinha. O comandante do Exército, general Freire Gomes, mostra ser um oficial legalista, na linha do marechal Teixeira Lott. Em resumo, não haverá golpe tipo peruano.

Portanto, é hora de Jair Bolsonaro fazer um retrospecto de sua trajetória, para entender que perdeu as eleições devido a seus próprios erros.

Como presidente da República, jamais poderia ter aceitado o canto de sereia do ministro Dias Toffoli e do senador Davi Alcolumbre, para fechar um acerto entre os três Poderes. Não é assim que a democracia funciona, nos ensinamentos iluministas do barão de Montesquieu.

ERROS DE BOLSONARO – Desde o início do mandato, em 2019,  Dias Toffoli defendia por interesse próprio uma “entente cordiale”, como se dizia antigamente. E Bolsonaro acabou aceitando, também por interesse próprio, para se livrar de impeachment e para evitar processos judiciais em família.

Assim, em novembro de 2019, quando o Supremo proibiu a prisão de condenados após segunda instância, para libertar Lula, Bolsonaro aceitou tornar o Brasil o único país da ONU a adotar essa prática medieval de garantir impunidade aos poderosos.

Com isso, afastava-se por completo o risco de prisão do filho Zero Um, senador Flavio Bolsonaro. Por isso, o presidente não acionou a procuradoria-geral da República, Augusto Aras, para recorrer da equivocadíssima decisão do Supremo. A partir daí, foi um erro atrás do outro.

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P.S. 1
 – Da mesma forma, em abril de 2021, Bolsonaro também não acionou Aras quando o Supremo anulou as condenações de Lula, com base numa alegação fantasiosa e improcedente de competência territorial, que já tinha sido indeferida, de forma unânime, por dez magistrados – dois juízes da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e cinco ministros do Superior Tribunal de Justiça. A decisão do STF era ilegal, mas Bolsonaro gostou, porque entendeu que seria fácil derrotar Lula.

P.S. 2 – Agora é tarde, diria Dom Pedro, diante do corpo de sua Inês de Castro. No Planalto, Bolsonaro misturou governo e família, cometeu erros e tem de pagar por eles. Não adianta sonhar com um golpe peruano. Segunda-feira, dia 12, o inescrupuloso ex-presidiário Lula da Silva vai mesmo ser diplomado presidente da República. E o culpado de tudo isso chama-se Jair Messias Bolsonaro. Fazer um “mea culpa” lhe cairia bem. (C.N.)


Senadores do MDB disputam ministério e não querem dar apoio a Simone Tebet


Simone Tebet é nome considerado certo na equipe de Lula, mas alas do MDB querem ter outros espaços no primeiro escalão.Foto: André Dusek/Estadão

Simone Tebet terá de ser ministra “na cota de Lula”

Lauriberto Pompeu
Estadão

Senadores e deputados do MDB enfrentam a concorrência dos próprios colegas para garantir cargos no futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além da disputa com outros partidos por vagas na Esplanada dos Ministérios. Renan Calheiros (AL) e Eduardo Braga (AM), por exemplo, brigam para ter direito de indicar o ministro que vai representar a bancada do Senado.

Braga deseja controlar novamente Minas e Energia e Renan, garantir o senador eleito Renan Filho (AL) em um ministério, sem indicar preferência por qual.

MAIS UM PROBLEMA – Para aumentar ainda mais o impasse, Lula quer que a cadeira a ser entregue à senadora Simone Tebet (MS), provavelmente a de Desenvolvimento Social, seja incluída na conta do MDB. As bancadas do partido no Congresso, porém, reivindicam um nome indicado pela Câmara e outro, pelo Senado, e insistem em que Simone permaneça na “cota pessoal” do futuro presidente.

Candidata que ficou em terceiro lugar na eleição para o Palácio do Planalto, Simone fez campanha para o petista no segundo turno e sua atuação foi considerada decisiva na conquista de votos mais ao centro.

Os deputados vão definir nesta semana o nome a ser apresentado a Lula. Eles discutirão, ainda, a formação de blocos para negociar a distribuição de comissões na Câmara.

LIRA E PACHECO – A tendência do MDB é apoiar novo mandato para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP), em 1.º de fevereiro. No Senado, a bancada respalda a reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A família Barbalho, por sua vez, também quer influenciar na escolha de nomes para o governo. O governador do Pará, Helder Barbalho, e seu pai, o senador Jader, pretendem indicar um afilhado político para o Ministério do Desenvolvimento Regional. O próprio Helder foi ministro de Integração Nacional no governo de Michel Temer, de 2016 a 2018.

Depois que o Pará conseguiu eleger nove deputados, a maior bancada do partido na Câmara, Helder e Jader se fortaleceram para a escolha do ministro. Um nome de confiança da família, que pode ser apresentado a Lula para compor a equipe, é o do deputado José Priante (PA), que foi  governador do Pará, que esteve junto com Lula na COP-27, quem organizou a reunião dos emedebistas com o presidente eleito, na semana passada, em Brasília.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 O MDB não mudou nada, continua cada vez mais adesista. Não pode ver um governo novo e logo se assanha para fazer parte da base aliada. Desde o regime militar, com Ulysses Guimarães à frente, o MDB não sabe mais o que significa ser oposição. (C.N.)

quarta-feira, dezembro 07, 2022

Quem irá pagar a incompetência e a irresponsabilidade será o povo de Jeremoabo, mesmo sendo um caso de polícia

 









Para essa esculhambação praticada na entrada de Jeremoabo praticando malversação do dinheiro público, sõ existem duas alternatovas:

A primeira efetuaram o pagamento de maneira ilegaal sem efetuar a medição, ou se efetuaram foi uma falsa medição atestando de forma fraudulenta a conclusão di serviço sem estar feito, com isso a firma recebeu o pagamento e caiu fora.

O poo équem irá pagar o pato.

Em segundo lugar, toda área de acostamento (berna) de uma estrada, não possui a mesma compactação da pista de rolagem (tráfego), pois sua função principal, é conter a erosão da pista principal e dissipação das forças vibratórias, ocasionadas pelo atrito dos veículos ao trafegarem. Nesta situação de JEREMOABO, ao construírem um canteiro no centro da pista, parte da área  de tráfego foi transferida para as verbas, com isso, provocando o rebaixamento da área externa, por ser menos compactada. Aí está o reflexo do fazer porque eu quero, mas sem o devido conhecimento sobre o que se faz. Mas considerando que vivemos no país do faz de contas...

'Não vá o sapateiro além do sapato", ou seja quem não estudou, quem não se capacitou não vá assumir cargo que não conhece nem está apto para tal mister; gestão pública não é "casa de mãe joana sem dono", a pessoa não pode nomear um açouguerio para efetuar cirurgia no ser hoanao.

Moraes afasta prefeito de Tapurah (MT) e multa em R$ 100 mil donos de veículos usados em atos antidemocráticos


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou o afastamento de um prefeito de Mato Grosso que incentivou apoio a atos antidemocráticos e a aplicação de multa de R$ 100 mil aos proprietários de veículos usados nas manifestações.

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O afastamento atinge o prefeito de Tapurah Carlos Capeletti (PSD), cidade a 433 quilômetros da capital Cuiabá. Segundo informações enviadas pelo Ministério Público de Mato Grosso, ele teria gravado vídeo convocando empresários para viajar a Brasília para a participação em ato antidemocrático. Para Moraes, o prefeito pode ter cometido crimes contra o estado democrático.

"Determino, ainda, o imediato afastamento do Prefeito do Município de Tapurah/MT, Carlos Alberto Capeletti, pelo prazo inicial de 60 (sessenta) dias, devendo assumir o Vice-Prefeito municipal; bem como determino ao Procurador-geral de Justiça do Mato Grosso a instauração de imediata investigação dos fatos imputados, na medida em que incursos, em tese, no tipos penais previstos nos arts. 286, parágrafo único, e 359-L, ambos do Código Penal", escreveu na decisão.

Em sua decisão, ele determina que a medida de indisponibilidade seja inicialmente aplicada em 177 veículos identificados pelo Ministério Público de Mato Grosso que participaram de manifestações em Cuiabá.

"Determinar a indisponibilidade dos veículos utilizados na prática de atos antidemocráticos, a começar pelos 177 veículos identificados pelo Ministério Público do Estado do Mato Grosso, com o competente registro desse gravame junto ao órgão de trânsito local", escreveu Moraes. 

YAHOO

Megaoperação desfaz o plano de um golpe de estado da extrema direita na Alemanha


Henrich 13

Entre os 25 detidos está este aristocrata, Henrich 13

Paul Kirby
BBC News

Vinte e cinco pessoas foram presas na Alemanha sob suspeita de conspirar para derrubar o governo. Acredita-se que o grupo, formado por apoiadores da extrema direita e ex-militares, se preparava para invadir o prédio do Parlamento do Reichstag e tomar o poder.

Um aristocrata conhecido como príncipe Heinrich 13, de 71 anos, teria sido fundamental para viabilizar os planos. Segundo os promotores federais, ele é um dos dois supostos líderes entre os presos em 11 Estados alemães.

TEORIAS CONSPIRATÓRIAS – Entre os conspiradores, há integrantes do movimento extremista Reichsbürger (Cidadãos do Reich), que há muito está na mira da polícia alemã devido a ataques violentos e teorias de conspiração racistas e antissemitas. Eles também se recusam a reconhecer o Estado alemão moderno.

Outros suspeitos vieram do movimento QAnon que acreditam que seu país está nas mãos de um mítico “Estado oculto”. Na visão deles, poderes secretos controlariam a política.

A ministra do Interior alemã, Nancy Faeser, garantiu aos alemães que as autoridades responderiam com toda a força da lei “contra os inimigos da democracia”. Estima-se que 50 homens e mulheres teriam feito parte do grupo, supostamente conspirando para derrubar a república e substituí-la por um novo Estado modelado na Alemanha de 1871 — um império chamado Segundo Reich.

SEM INFORMAÇÕES  – “Ainda não temos um nome para esse grupo”, disse uma porta-voz do Ministério Público Federal. O ministro do Interior disse que aparentemente era composto por uma organização “conselho” e um braço militar.

A megaoperação, ocorrida na madrugada desta quarta-feira (7/12), está sendo descrita como uma das maiores operações anti-extremismo da história moderna da Alemanha.

Três mil policiais participaram de 150 operações em 11 dos 16 Estados da Alemanha, com duas pessoas presas na Áustria e na Itália. Quase metade das prisões ocorreu nos Estados do sul de Baden-Württemberg e Baviera. Mais de 3 mil policiais participaram das operações em 130 propriedades em toda Alemanha

ATAQUE ARMADO – O ministro da Justiça alemão, Marco Buschmann, tuitou que um suposto “ataque armado contra órgãos constitucionais foi planejado”.

Faeser disse mais tarde que a investigação analisaria a “profundidade de uma ameaça terrorista no Reichsbürger (como são conhecidos os indivíduos de extrema-direita que rejeitam a legitimidade do estado moderno alemão)”.

O Ministério Público Federal disse que o grupo planejava um golpe violento desde novembro de 2021 e membros de seu “Rat” (conselho) central desde então realizavam reuniões regulares. Os membros do grupo pretendiam atingir seus objetivos por “meios militares e violência contra representantes do Estado”, que incluía assassinatos.

PATRIOTAS UNIDOS – Acredita-se que os investigadores tenham ficado sabendo do grupo quando descobriram um plano de sequestro em abril passado envolvendo uma gangue que se autodenominava “Patriotas Unidos”.

Eles também faziam parte dos planos e supostamente planejaram sequestrar o ministro da Saúde, Karl Lauterbach, ao mesmo tempo em que criavam “condições de guerra civil” para acabar com a democracia na Alemanha.

Um ex-membro de extrema-direita da AfD da Câmara Baixa (Câmara dos Deputados) do Parlamento, o Bundestag, é suspeito de fazer parte da conspiração – ele seria indicado como ministro da Justiça do grupo caso os planos fossem bem sucedidos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 Enquanto isso, no Brasil, golpes de estado não são levados a sério. (C.N.)

Manifestações assustam parlamentares do centro e favorecem aprovação da PEC

Publicado em 7 de dezembro de 2022 por Tribuna da Internet

Caminhões queimados em ato golpista bloqueiam rodovia em MT

Parlamentares do centro quer colocar um fim no “golpismo”

Denise Rothenburg
Correio Braziliense

A presença de manifestantes à frente dos quartéis e as dúvidas que alguns setores mais radicais tentam levantar sobre a posse de Lula ajudam na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição da Transição, ou fura-teto. A ideia de muitos congressistas — e que começa a se cristalizar nos partidos de centro — é passar uma mensagem de tranquilidade ao país e de apoio ao presidente eleito, fortalecendo a posição em defesa da democracia.

Assim, dizem alguns, será possível arrefecer movimentos favoráveis à ruptura institucional.

CONTER O GOLPISMO – Os partidos de centro veem essa necessidade de aprovação da PEC para conter o golpismo. Porém, isso não significa aprovar o texto da PEC do jeito que está.

A aposta hoje é de que Lula conseguirá um prazo de dois anos de valores fora do teto, conforme foi aprovado ontem na  Comissão do Senado, com valor de R$ 145 bilhões. Será o tempo para o governo definir uma nova âncora fiscal.

Integrantes da equipe de transição têm dito aos parlamentares que, quanto mais programas sociais fora do teto de gastos, mais sobrarão recursos para as emendas. A ideia é ver se, assim, a turma se convence da necessidade de aprovar o texto tal como foi apresentado, sem redução de valores.

PROBLEMINHA – Só tem um probleminha: o caixa é o mesmo, ou seja, ficar dentro ou fora do teto pode até facilitar a vida do governo, no sentido de evitar “pedaladas” como a da ex-presidente Dilma Rousseff. Mas isso não aumentará o volume de dinheiro no cofre.

Nos próximos dias, além de negociar a PEC, Lula aproveitará para dizer aos petistas que é hora de segurar o apetite. Mais à frente, quem sabe, haja mais espaço

Mas Lula estaria a cada dia mais convencido de que o ex-deputado, ex-senador e ex-ministro Aloizio Mercadante é o nome para a articulação interna do governo. Falta definir se esse trabalho será feito pela Casa Civil. Se essa for a ideia, é lá que Mercadante estará.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A notícia sobre Mercadante é surpreendente. Lula nunca gostou dele, apenas o suporta. Se Mercadante for nomeado para a Casa Civil, é um milagre de Natal.  E podemos até lembrar a famosa indagação de Machado de Assis:” “Mudaria o Natal, mudei eu ou foi Lula quem mudou?” (C.N.)

PF começa a prender os empresários que financiam e lideram atos antidemocráticos


PF prende empresário bolsonarista que convocou atiradores para protesto  contra Lula

Milton Baldin é o primeiro empresário a ser preso

Marcelo Rocha
Folha

A Polícia Federal prendeu em Brasília na noite desta terça-feira (6) Milton Baldin, empresário de Mato Grosso que convocou atiradores e caminhoneiros a participarem de protestos em apoio a Jair Bolsonaro (PL). O empresário foi levado pelos policiais para prestar depoimento na Superintendência da PF em Brasília.

Baldin foi preso por volta das 20h no acampamento bolsonarista montado em frente ao QG do Exército na capital do país. A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), relator de investigações sobre a organização e o financiamento de manifestações antidemocráticas.

VÍDEO DO EMPRESÁRIO – “Gostaria de pedir ao agronegócio, a todos empresários, que deem férias aos caminhoneiros e mandem os caminhoneiros vir para Brasília, que nós estamos precisamos de peso e de força aqui”, disse ele, em vídeo divulgado nas redes sociais no último dia 26 de novembro.

“São só 15 dias, não vai fazer diferença. E também queria pedir aos CACs (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores), que têm armas legais, hoje nós somos, inclusive eu, 900 mil atiradores, venham aqui mostrar presença.”

Usando um microfone e falando para um grupo de manifestantes de cima de um palco improvisado próximo ao quartel, ele questionou o que ocorreria no próximo dia 19 —data limite para a diplomação de Lula, após a vitória na disputa presidencial.

FICAR SEM ARMAS – “Se nós perdermos essa batalha, o que vocês acham que vai acontecer dia 19? Vão entregar as armas. E aí o que vão falar? ‘Perdeu, mané.’ E como nós vamos defender a nossa propriedade e a nossa família?”

O acampamento nas imediações do QG do Exército foi montado após a derrota de Bolsonaro no segundo turno das eleições. As primeiras manifestações ocorreram em rodovias federais. Foram registradas centenas de bloqueios e interdições nas cinco regiões do país.

Por ordem de Moraes, que cogitou mandar prender o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, pela inação do departamento nas primeiras 24 horas de protestos, os agentes rodoviários atuaram para liberar as estradas.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Demorou, mas aconteceu. O destrambelhado Milton Baldin é o primeiro financiador dos protestos que vai em cana. E a fila vai começar a andar. Esse pessoal parece não tem nada na cabeça. Julgam que está defendendo seus direitos, mas na verdade atentam contra o direito dos outros. É lamentável. (C.N.)


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