terça-feira, abril 05, 2022

Diante de uma terceira via tonta e combalida, Lula e Bolsonaro estão dando boas risadas


Fotocharge reproduzida do Arquivo Google

Vicente Limongi Netto

As mexidas dos jogadores na combalida e tonta terceira via, deixam Lula e Bolsonaro cada vez mais rindo com as paredes. O pleito está longe. Mas os búzios indicam que aqueles que se atreverem a disputar a presidência com eles vão sair chamuscados da peleja. 

Sérgio Moro nunca foi do ramo. Entrou de gaiato na disputa presidencial, incentivado por correligionários aprendizes de paladinos da moral e da ética, como ele. Moro e políticos nunca se entenderam.  Moro é, para políticos, uma nota de três reais.  Moro adora elogios, mas fica deprimido com críticas.

Desfecho feio para o casal Moro. O ex-juiz e a mulher deixaram o Podemos pela porta dos fundos.

DORIA E LEITE – O ex-governador paulista João Dória, por sua vez, vai surfando. Quer passar a impressão que pode virar o jogo. Não perde a pose própria dos guerreiros paulistanos. Com mania de grandeza, nunca admite erros e está seguro que vai salvar o Brasil do atoleiro.

Outro jovem, igualmente aspirante a salvador da Pátria, o ex-governador gaúcho Eduardo Leite, caiu na onda do insistente Gilberto Kassab. O presidente do PSD queria porque queria ter um candidato à Presidência da República que finalmente pudesse bater no peito e chamar de seu, mas deu tudo errado.

Como o importante é manter-se no jogo. Dória e Leite vão segurar a brocha de pré-candidatos, com sorrisos largos e otimistas por mais um tempo. Como político sem mandato perde o respeito dos correligionários, seguirão, adiante, o caminho de Moro, que deve acabar disputando vaga para a Câmara Federal.

AS DIVAS DA POLÍTICA – Ana Maria Campos e Denise Rothenburg, antes de serem esmeradas colunistas, já foram repórteres, como relata o artigo “As divas da política”, de Ana Dubeux (dia 3). Sabem, de cor e salteado, o trabalho de garimpar a boa informação. Fechar a coluna atenta ao que pode ser especulado, checado e publicado, livre da má fé e da ressentida, chula e encomendada intriga.

Tornaram-se respeitadas e lidas profissionais cultivando e correndo atrás do ouro do jornalismo, a boa e isenta notícia. Ana e Denise escrevem colunas qualificadas preservando boas fontes. A editora Ana Dubeux salienta com razão que as duas colunistas do Correio Braziliense são exemplos marcantes de como a jornalista pode e deve se impor diante do machismo torpe e covarde que insiste em proliferar em todos os setores de atividades da sociedade.

VOLÚVEL – Demitido por Lula, do Ministério da Educação, pelo telefone, o enfadonho Cristovam Buarque agora é tiete do pré-candidato petista à Presidência da República. Deu show de puxa-saquismo explícito. 

Em melancólica entrevista ao Correio Braziliense (dia 4) Buarque derrete-se em elogios a Lula. Para o autor de livros encalhados, Lula é a salvação do Brasil. Cristovam é patético. Não perde a pose de sábio de proveta da política.

Foi péssimo governador e senador pior ainda. Diz que não é candidato. Foi a única coisa boa e sensata revelada na cansativa entrevista.

 

Bolsonaro vence o troca-troca dos partidos e mostra que sua candidatura ganha força

Publicado em 5 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Charge do Caio Gomez (Correio Braziliense)

Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense

O jurista Norberto Bobbio dizia que os governos, mesmo os “maus governos”, são a forma mais concentrada de poder, porque arrecadam, normatizam e coagem. Por isso, não se deve subestimar sua capacidade de agregação de forças políticas e sociais, atender interesses e cooptar apoios.

Nas democracias, o “autogoverno do povo” é um mito, mesmo nas revoluções clássicas (inglesa, francesa, americana e russa). No Brasil, todas as “revoluções” vitoriosas foram golpes de Estado bem-sucedidos — incluindo a Revolução de 1930, que inaugurou a nossa “modernização conservadora”.

VOTO POPULAR – Entretanto, com a urna eletrônica e as eleições diretas para os cargos do Executivo — presidente da República, governadores e prefeitos —, o protagonismo popular é absoluto no momento do voto. Mesmo durante o regime militar, sem eleições diretas para presidente, governadores e prefeitos das capitais, o voto popular foi decisivo para a derrota daquela ditadura.

Vem daí o imponderável nas eleições brasileiras, que alterna o imprevisível (vitórias de Collor, em 1992; FHC, em 1994; Lula, em 2002; e Bolsonaro, em 2018) e o previsível (a reeleição de FHC, em 1998, e de Lula, em 2006). A eleição de Dilma Rousseff, em 2010, e sua reeleição, em 2014, também estavam no terreno da previsibilidade.

Voltando à teoria dos governos de Bobbio, quem governa é sempre uma minoria ou alguns grupos minoritários em concorrência entre si, que tomam decisões que atingem a todos. As classes políticas “se impõem” ou “se propõem”. Minorias organizadas e resolutas acabam controlando o poder e suas decisões.

CONTRADIÇÃO – Hoje, vivemos uma contradição entre o chamado “espírito das leis” — ou seja, a ideia de que somos uma democracia ampliada e regulada pela Constituição de 1988 — e a forma como Bolsonaro governa.

De viés bonapartista, o atual presidente nunca fez a menor questão de governar para a toda a sociedade. Governa para os seus, como a bíblica recomendação a Matheus. Os exemplos estão em toda parte, com destaque à educação, à cultura, ao meio ambiente e à segurança pública.

Quando desmobilizou sua tropa de assalto (a extrema-direita que embalou sua campanha eleitoral), ancorou sua capacidade de governança na forte presença de militares na administração e, para garantir a governabilidade, entregou o Orçamento da União e uma parte do governo aos políticos do Centrão. Aos trancos e barrancos, até agora isso deu certo. O único momento em que fracassou foi durante a pandemia de covid-19.

OBRIGADO A RECUAR – Entretanto, Bolsonaro foi obrigado a recuar de seus propósitos autoritários toda vez em que ameaçou atravessar a Praça dos Três Poderes, principalmente em direção ao Supremo Tribunal Federal. Esbarrou na resistência dos ministros da Corte, que sempre se uniram nesses casos, e na ampla mobilização da sociedade civil, que vai além dos partidos de oposição.

Existe uma distância entre as ideias autoritárias do atual presidente, reiteradas no último dia 31, ao defender o regime militar, e sua capacidade efetiva de pô-las em prática, imposta pela atuação das forças democráticas.

Mas isso não significa que tenha desistido. Seu projeto político é uma “democracia iliberal”, sem programa de governo, a não ser a supremacia do Executivo e um mal desenhado “Brasil grande”, pois ignora os problemas reais e as verdadeiras prioridades da população. Entretanto, esse projeto não será derrotado por antecipação.

PL FORTALECIDO – O troca-troca de partidos durante a janela partidária mostra que Bolsonaro recuperou expectativa de poder e plena viabilidade eleitoral. Com sua filiação ao PL, a legenda saltou de 43 para 75 deputados; o PP, do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PI), de 42 para 59; o Republicanos, do deputado Marcos Pereira (SP), ligado ao bispo Edir Macedo, saltou de 31 para 46 deputados. Os partidos do Centrão podem até abandoná-lo, se perder a eleição e, por ora, não é o caso.

Lula continua sendo o favorito nas pesquisas de opinião, mas a distância para Bolsonaro encurtou. Na federação que o apoia, a bancada do PT na Câmara passou de 53 a 55 deputados e a do PV, de quatro para três. A do PCdoB foi outra que caiu — de oito para sete. O PSB, mesmo filiando Geraldo Alckmin, que será seu vice, passou de 30 para 21 deputados.

Os partidos da chamada “terceira via” também sofreram baixas e essa situação reflete as dificuldades para romper a polarização Lula x Bolsonaro.


Enquanto o prefeito de Formosa de Rio Preto, o de Ribeira de Pombal está construindo o nosso prefeito está destruindo

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Um parque de exposições é um local com múltiplos usos e atividades específicas para realizações de feiras e eventos nos mais diferentes setores. O foco de um parque é a venda e exposição de produtos, com objetivo de proporcionar visibilidade aos participantes, atrações para os visitantes, e incremento econômico para a cidade e região. Os eventos são uma das formas de maior e melhor meio de desenvolvimento nacional, do fomento da economia e da geração de empregos (BRITO; FONTES, 2002, apud OLIVEIRA; JANUÁRIO, 2007), o qual é facilmente comprovado, levando em consideração que autoridades governamentais, empresas privadas e diversos profissionais já estão cientes dos benefícios causados por tal atividade, desta forma há inúmeros investidores neste setor, que está em constante crescimento no país. Segundo Melo Neto (2000) apud Oliveira e Januário (2007), um evento serve para a promoção de entretenimento e lazer, informação, educação, conscientização do público, mobilização, desenvolvimento do exercício da cidadania, serve para relembrar fatos, comemorar feitos históricos, fixar datas cívicas, festas religiosas, tradições, também para divulgar trabalhos e promover o desenvolvimento da ciência e tecnologia, cultura e artes.(https://home.unicruz.edu.br/)

Nota da Redação desse Blog - Infelizmente  Jeremoabo elegeu um prefeito nulo, sem noção cercado de cupins que só sabe destruir tudo de bom que  encontrou no município, a começar pelo Parque de Exposição.
A Única coisa que ainda faz são quadras "SONRIZAL", sem nenhuma estrutura, sem planejamento, com material de péssima qualidade, praças essa com prazo curto de validade.
Jeremoabo elegeu o " DESTRUIDOR DO PRESENTE E DO FUTURO".

segunda-feira, abril 04, 2022

Mais um escândalo no MEC, na licitação superfaturada de 3.850 ônibus escolares


corrupcao.jpg

Charge reproduzida do Arquivo Google

Breno Pires e André Shalders
Estadão

O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, pediu à corte de contas que suspenda o pregão eletrônico do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que prevê a compra de 3.850 ônibus rurais escolares com preços inflados. Como mostrou reportagem do Estadão, a licitação tem indicação de sobrepreço de até R$ 732 milhões. O pregão eletrônico está marcado para esta terça-feira, 5.

“O fato descrito é grave e envolve a possibilidade do desvio de assombrosa importância em dinheiro. Mais de R$ 730 milhões em prejuízo ao erário, que podem se converter além disso em prejuízo à democracia, a depender da destinação que, às vésperas do período eleitoral para o pleito nacional, esses recursos venham a ter, como, por exemplo, a composição do chamado ‘caixa 2 de campanha’”, escreveu Lucas Rocha Furtado na representação que protocolou no TCU nesta segunda-feira, 4.

CINCO PEDIDOS – O relator do caso será o ministro Walton Rodrigues. Foram apresentados outros quatro pedidos de suspensão do pregão formulados por parlamentares.

“Estão agora me acusando de ter armado a corrupção com compra superfaturada de ônibus, mas nem a licitação foi feita ainda. E quem descobriu fomos nós. Temos gente trabalhando em cada ministério com lupa no contrato. Por isso, não tem corrupção”, afirmou o presidente Bolsonaro em discurso a empresários no Rio.

Segundo Furtado, as “circunstâncias já bastariam, por si, para demonstrar que a pronta intervenção do TCU se situaria entre as atuações mais importantes às quais essa Corte de Contas já se dedicou”. Ele ressaltou que é preciso considerar também que “se trata de possível desvio de recursos da educação, cujo mal funcionamento por carência de recursos causa prejuízos prolongados à sociedade e de difícil reparação”.

PASTORES LOBISTAS – No documento, o subprocurador-geral lembra o recente escândalo de corrupção envolvendo pastores lobistas no Ministério da Educação, que, segundo prefeitos, teriam pedido propina para liberar recursos no ministério, conforme revelou o Estadão.

“Se já não bastasse o escândalo do favorecimento, por afinidades políticas e pessoais, de lideranças religiosas que levou à demissão do ex-ministro Milton Ribeiro, o setor de educação do governo federal é agora novamente atingido por suspeitas de descalabros administrativos, se não também morais”, comentou o procurador Lucas Furtado.

O pedido na representação do MP junto ao TCU é para a Corte determinar “que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) suspenda quaisquer tratativas e tomadas de decisões com relação ao supracitado pregão visando a aquisição de ônibus escolares destinados a atender crianças da área rural, até que o Tribunal decida sobre o mérito da questão”.

SOBREPREÇO DE 732 MILHÕES – Ele solicitou também ao tribunal a abertura de procedimento para apuração sobre a possível  “existência de sobrepreço da ordem de R$ 732 milhões no pregão eletrônico elaborado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a aquisição de ônibus escolares destinados a atender crianças da área rural”.

O alerta para o risco de sobrepreço partiu de instâncias de controle e da própria área técnica do fundo, vinculado ao Ministério da Educação. Documentos do FNDE indicam que o governo aceitou pagar até R$ 567,6 mil por um ônibus de 59 lugares que, segundo a área técnica do fundo, deveria custar, no máximo, R$ 361,8 mil.

Na avaliação da Diretoria de Administração da FNDE, o valor global do pregão deveria ficar em R$ 1,3 bilhão. Mas, por decisão da Diretoria de Ações Educacionais, chefiada por Gharigam Amarante – nome ligado ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto – o preço total foi estimado em R$ 2 bilhões. O presidente do fundo é Marcelo Ponte, que foi chefe de gabinete do atual do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, no Senado.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Bolsonaro pensou (?) que poderia se proteger com o Centrão sem que os parlamentares avançassem nos cofres públicos. Ou seja, Bolsonaro passou quase 30 anos na Câmara filiado a partidos do Centrão, convivendo com esse tipo de político e não entendeu nada, não percebeu nada? Francamente… (C.N.)

Adriano Pires cai na real e diz ao Planalto que desistiu da presidência da Petrobras

Publicado em 4 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Adriano Pires, indicado por Jair Bolsonaro para a presidência da Petrobras

Conflitos de interesses fizeram Adriano Pires jogar a toalha

Malu Gaspar
O Globo

O economista e consultor Adriano Pires comunicou nesta manhã ao Palácio do Planalto que desistiu de ocupar a presidência da Petrobras. Adriano havia sido indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo na semana passada, para substituir o general Joaquim da Silva e Luna.

Os motivos que fizeram Pires renunciar ao posto são os mesmos que levaram Rodolfo Landim a comunicar, no domingo (4), que renunciava à indicação para a presidência do conselho da companhia: os conflitos de interesse que ele enfrentaria na Petrobras.

AMIGO COMUM – Entre os clientes de Pires está o empresário e sócio de distribuidoras de gás Carlos Suarez, que é também amigo de décadas de Landim. Outros clientes do consultor são a associação do setor (Abegás), a Compass, concessionária de gás do empresário Rubens Ometto, e diversas outras empresas do setor.

No ano passado, ele trabalhou no Congresso pela aprovação da lei do gás, com artigos que eram do interesse das distribuidoras. Nos últimos dias, o economista vem sendo pressionado a revelar quem são seus clientes, mas não o fez. Embora argumente que não pode dar declarações à imprensa por estar em período de silêncio, todo o mercado sabe (e ele mesmo não esconde) para quem ele trabalhou nos últimos anos.

Na quarta-feira passada, os relatórios da Diretoria de Governança e Conformidade da Petrobras sobre o histórico de Pires e de Landim foram apresentados ao ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, e a técnicos da Corregedoria-Geral da União. Eles ficaram assustados com o que leram.

NÃO TEM CONDIÇÕES – Segundo apontaram os documentos, os dois teriam dificuldades em passar pelos critérios do comitê interno que vai avaliar se eles têm ou não condições de ocupar os postos para os quais foram indicados.

O comitê se reúne nesta terça-feira para analisar o relatório e preparar um parecer a ser enviado aos acionistas que vão deliberar no dia 13 sobre as indicações. Nesse parecer, o comitê precisa resumir as conclusões das investigações, conhecidas internamente como  “Background Check de Integridade”, ou BCI.

Segundo pessoas que tomaram conhecimento do relatório de integridade sobre Pires, a conclusão principal é que, no comando da empresa, ele enfrentaria “conflitos demais”.

MUITOS INTERESSES – Como cliente, Suarez tem uma série de interesses na Petrobras. O mais imediato tem a ver com a negociação de um acordo bilionário entre a distribuidora no Amazonas de que ele é sócio, a Cigas, e a petroleira.

Os setores jurídicos das duas companhias estão negociando há meses um acordo para encerrar todos os litígios entre as duas empresas.

Não há estimativa formal dos valores envolvidos, mas fontes familiarizadas com as questões em discussão estimam que não serão menores do que R$ 1 bilhão e podem chegar a até R$ 8 bilhões.

REAÇÃO IMEDIATA – Depois que Pires foi indicado, acionistas minoritários passaram a se articular para indicar mais conselheiros e o Ministério Público no  Tribunal de Contas da União entrou com uma representação propondo que Pires não assumisse o comando da companhia antes de uma investigação sobre os conflitos de interesses. 

Desde domingo, Pires vinha dizendo a pessoas próximas que cogitava desistir do cargo.  Ele diz que só descobriu depois de aceitar a indicação que a política de integridade da Petrobras não permite que seus executivos tenham parentes comercialmente ligados a concorrentes e parceiros comerciais. E para assumir a presidência da petroleira, Pires estava passando as ações da consultoria para o filho, Pedro.

Com a pressão se intensificando, Landim e Pires certamente consideraram que tem mais a perder do que a ganhar insistindo em ocupar postos na Petrobras.

Toma lá, dá cá' no governo Bolsonaro | Reta final do BBB 22

 

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