domingo, abril 03, 2022

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Já são mais do que evidentes os indícios atuais de golpe e Fachin está preocupado

 

Charge O Tempo 11/11/2019 | O TEMPO

Charge do Duke (O Tempo)

Janio de Freitas
Folha

Passaram por aí o 31 de março e o 1º de abril, com seu jeito ressabiado de quem sabe, e tenta uma cara limpa, ter praticado indignidade inapagável. Os golpes passeiam assim pelo calendário, 3 de outubro, 9 e 11 de novembro, 24 de agosto, outro agosto no dia 25, 13 de dezembro, 15 de novembro —e muitos dias a mais de traição a juramentos oficiais, de deslealdades pessoais, uso criminoso de armamentos do Estado, destruição de várias constituições e, com cada uma, das instituições menos distantes da democracia.

Deve ser difícil viver com a pecha de golpista. Ainda mais se, por falta de saberes e compreensão, confundem-se a esperável dedicação profissional e “amor” à instituição deformada pela ideia de uma condição suprema.

NEGAÇÕES DO ÓBVIO – É provável que não sejam raros os casos de mal-estar com a defesa do indefensável. Com ou sem ele, as negações do óbvio se repetem, patéticas, nas datas simbólicas do golpismo e das ditaduras.

Possível vice de Bolsonaro, para uma chapa mais coerente que a feita com o vice Mourão, o ministro da Defesa e seus antecessores não saíram da alegação de “anseios da sociedade” como origem do golpe de 1964 e de 21 anos de ditadura.

Braga Netto e os outros não precisariam de mais do que quatro letras para escapar à inverdade: anseios da alta sociedade. Perfeito. A essa sociedade eles serviram sempre, em tudo, excetuado o momento heroico que os derrotou em defesa da Constituição, pela posse do vice em 1961.

ELES SUMIRAM – E nem de letras, uma só que fosse, o ministro e nós outros precisamos para comprovar a falácia do anseio geral: desde 31 de março de 1964, há 58 anos, mais de meio século, ninguém viu um militar fardado nas calçadas, nos transportes, no mundo da sociedade verdadeira, esta multidão que vive em comum, com costumes conviventes, em um mesmo território.

O capitão e o major com quem dividíamos o banco do ônibus e do bonde, incompreensivo da nossa leitura de um livro e espichando um olhar ao nosso jornal, esses sumiram com seu verde mortiço. Longo companheiro nessas viagens, reconheço um traço de nostalgia daquela convivência, gélida sim, mas ainda humana.

Os que brigam com a história e com a própria imagem, formados, ou nem tanto, depois de 1964, não experimentaram o prazer orgulhoso de mostrar-se em seus símbolos e cores na intimidade da vida urbana, da sociedade.

HAJA RESSENTIMENTO -É claro que, aos seus simbolismo contrapõe-se também um sentido simbólico, e negativo: a invocada anuência, na realidade, pode ser o seu inverso inapagável, e motivo de temor, em mais de meio século. Haja ressentimento, para fingir ignorância da história e, de outra parte, para lembrar e falar de justiça.

O calendário tem dias limpos. Sem os citar, é a eles que o ministro Edson Fachin se refere, na condição dupla de presidente do Tribunal Superior Eleitoral e integrante legítimo do Supremo Tribunal Federal: “A democracia está ameaçada” / “A Justiça está sob ataque”.

Não precisou mencionar Bolsonaro, nem demais facinorosos da antidemocracia, das máfias e milícias da corrupção, e da desumanidade. Os golpistas aqui são identificados. E confessos, pela preparação ostensiva de outro “anseio da sociedade”.

AÉCIO E CUNHA – Golpe seguindo-se a derrota eleitoral é sempre problemático, mesmo quando se impõe. Os sócios Aécio Neves e Eduardo Cunha se imaginaram a um passo do poder, e o que o primeiro viu foram exposições da sua corrupção descarada, que nenhuma sabujice jurídica apagará; o outro viu vários anos nas trevas da cadeia.

O golpe pós-eleitoral excita reações que, antes de vitórias e derrotas, não costumam expandir-se.

Os indícios atuais, que movem Edson Fachin e outros ministros-magistrados, ameaçam já o episódio eleitoral.


Cabo Daciolo se filia ao PDT e diz apoiar Ciro Gomes por inspiração do “espírito santo”


O ex-ministro Ciro Gomes e o ex-deputado federal Cabo Daciolo - Reprodução/Twitter

Daciolo diz que teve um “encontro sobrenatural” com Ciro

Leonardo Martins
UOL Notícias

Após ter sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro cancelada, o ex-deputado federal Cabo Daciolo confirmou hoje que se filiou ao PDT para tentar uma vaga no Senado pelo Rio. Daciolo contou que sua filiação se deu de forma “sobrenatural” depois de um encontro com Ciro Gomes, pré-candidato a presidente pelo PDT, no Ceará. “O espírito santo começou a me incomodar para ir orar com Ciro”, disse.

O ex-deputado afirmou que o encontrou se deu em dezembro, no dia em que Ciro foi alvo de uma operação da Polícia Federal. Ele desistiu da pré-candidatura à Presidência da República ano passado e declarou apoio a Ciro Gomes.

ESCRITO NO CÉU – “Fui na casa dele. Ele não esperava receber o Cabo Daciolo ali, mas o encontro estava escrito no céu. Preguei para ele, falei do amor de cristo”, contou à reportagem. “No avião do Ceará para o Rio, o espírito santo começou a me incomodar para abandonar a candidatura a presidente e dar meu voto para o Ciro. Cumpri essa ordem”.

Na campanha de 2018, Daciolo e Ciro haviam protagonizado um diálogo que marcou um dos debates da corrida presidencial. Daciolo acusou Ciro de ser um dos idealizadores do plano “Ursal”, que determinaria uma junção socialista na América Latina.

A filiação de Daciolo ao PDT se dá após um imbróglio público com o PROS. O ex-deputado anunciou que era candidato ao governo do Rio pelo partido, mas a sigla negou e disse não ter dado aval para o anúncio.

DISSE O PARTIDO – “A iniciativa foi adotada sem consulta ao PROS Nacional, tendo os supostos membros do PROS/RJ promovido o anúncio sem possuírem qualquer legitimidade”, disse o partido em comunicado.

“A quadrilha que está instaurada no Rio de Janeiro começou a manifestar contra minha candidatura dele ao governo do Rio”, disse Daciolo. O anúncio teria incomodado o governador do estado, Cláudio Castro (PL), que costura alianças com o PROS para reeleição. Antes, houve conversas com PROS para que Daciolo tentasse um cargo no estado de São Paulo para Senado ou governo.

“O PDT tem um projeto nacional de desenvolvimento. Quero poder somar com esse projeto”, concluiu Daciolo.

CARREIRA POLÍTICA – Cabo Daciolo ficou conhecido ao liderar um movimento grevista no Corpo de Bombeiros, em 2011. Na época, chegou a ser preso por nove dias e excluído da corporação. Segundo ele, o período no cárcere fez com que despertasse a vontade de lutar por melhores condições no sistema prisional.

Em 2014, foi eleito deputado federal pelo PSOL. Mas acabou entrando em rota de colisão com as lideranças do partido após defender a inocência dos PMs presos acusados de participar da tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza, que desapareceu em 2013 da favela da Rocinha. Em 2015, foi expulso do PSOL após propor emenda para alterar a Constituição. Ele queria substituir o trecho “todo poder emana do povo” para “todo poder emana de Deus”.

Na última eleição à Presidência da República, em que o ex-deputado obteve 1,3 milhão de votos e ficou em sexto lugar, ficando à frente de antigos quadros políticos como Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (MDB)

Processado pela Petrobras, Landim desiste de presidir conselho administrativo da empresa


Bolsonaro e Rodolfo Landim

Bolsonaro indicou Landim, apesar de estar sendo processado

Lauro Jardim
O Globo

Um mês depois de ter sido indicado pelo governo para presidir o conselho de administração da Petrobras, o operador financeiro Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, desistiu de submeter o seu nome à assembleia de acionistas que elegerá o novo colegiado da empresa no dia 13.

Mesmo tendo negociado por pelo menos três meses sua ida para o conselho da estatal, onde já trabalhou por 26 anos, Landim deu uma justificativa oficial pouco convincente, numa nota oficial que publicou no site do Flamengo nesta madrugada.

DIZ LANDIM – “Como já foi amplamente divulgado pela imprensa, tive a honra de ser convidado para presidir o conselho de administração da Petrobras. Resolvi abrir mão desta indicação, concentrando todo meu tempo e dedicação para o ainda maior fortalecimento do nosso Flamengo. Encaminhei ao exmo. ministro de Minas e Energia, sr. Bento Albuquerque, um documento com esta posição, deixando claro meu agradecimento pelo convite e relatando minha preocupação em não conseguir, dada a dedicação que as duas instituições demandariam nesse momento, exercer ambas as funções com a excelência por mim desejada e à altura que a Petrobras e o Flamengo merecem.”

A nota de Landim foi divulgada horas depois de mais uma derrota do Flamengo numa disputa de título. Desta vez, para o Fluminense, que levou a taça do Cariocão de 2022.

E esse vice-campeonato do Flamengo, contudo, não é de modo algum o real motivo do recuo de Landim, embora o momento de sua divulgação e a sugestão de que ele não conseguiria tocar o Fla e a Petrobras ao mesmo tempo estejam presentes na carta de desistência.

RESISTÊNCIAS INTERNAS – Em conversas com interlocutores, segundo o site “Poder 360”, Landim tem dito que percebeu “que seria muito difícil vencer resistências internas para tornar a companhia mais ágil e preparada para um saneamento visando à uma futura privatização”. Uma justificativa capenga, sem dúvida.

Landim conhece a estatal como poucos (trabalhou nela por 26 anos). Como só agora, depois de ter negociado com o governo desde o fim do ano passado o seu retorno para a estatal ele chegou à essa conclusão?

E como fica Adriano Pires, que ele trabalhou para que fosse indicado presidente da Petrobras? Que faria dupla com ele? Se Landim avalia (avalia agora, ressalte-se) que a Petrobras é uma empresa complicada demais para ser transformada, o que dirá Adriano Pires?

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 Como operador financeiro, o ex-funcionário Landim deu um jeito de gerir a aplicação de recursos do fundo de pensão da Petrobras e investiu o dinheiro em empresas inexistentes, que seriam criadas (ou estavam sendo criadas) para serem fornecedoras da própria estatal, porém jamais começaram a funcionar. Assim, o dinheiro se evaporou rápido, igual ao etanol distribuído pela empresa. E Landim está respondendo a processo. (C.N.)


“Chora, negrada vitimista”, ironiza Sérgio Camargo após sair da Fundação Palmares

Publicado em 3 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Chora, negrada vitimista", diz Sérgio Camargo depois de deixar Palmares

Sérgio Camargo diz que será candidato a deputado federal

Mayara Oliveira
Metrópoles

Sérgio Camargo, ex-presidente da Fundação Palmares, que deixou o cargo para ser candidato, compartilhou, na tarde desse sábado (2/4), uma publicação nas redes sociais sobre a saída do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Na postagem, Camargo escreveu “Chora, negrada vitimista”, ao lado de uma imagem com notícias veiculadas na imprensa sobre sua exoneração do cargo de presidente da Fundação Palmares.

Ele deixou o comando do órgão na última semana para disputar cargo de deputado federal nas eleições de outubro. Camargo se filiou ao PL, mesmo partido de Bolsonaro.

AFROMIMIZENTOS – “Sou o terror dos afromimizentos e libertei e Palmares kkk. A batalha continuará na Câmara Federal”, diz trecho da imagem compartilhada por Sérgio Camargo.

Neste domingo (3/4), Camargo voltou às redes sociais para dizer que vai “detonar” a “militância vitimista”, que chamou de porcaria. “Sou pré-candidato a deputado federal por São Paulo e vou detonar o discurso e as pautas da militância vitimista. Chega dessa porcaria! Negros não precisam ser vítimas. Negros não precisam ser de esquerda. Negros são livres”, disparou.

Durante o comando da Fundação Palmares, que teve início no fim de 2019, Camargo foi criticado por falas contra o movimento negro e se envolveu em várias polêmicas. Em uma das últimas colocações nas redes sociais, manifestou-se sobre a morte do congolês Moïse, assassinado por cobrar diárias de trabalho em quiosque no Rio de Janeiro. Ele definiu Moïse como “vagabundo morto por vagabundos mais fortes”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Neste país literalmente moreno, com miscigenação racial jamais vista em nenhuma parte do mundo, Sérgio Camargo é do tipo “negro da alma branca”. Mas suas palavras emporcalham tanto sua alma, que fica impossível limpá-la. Não tem alvejante que dê jeito. É um racista tipo “capitão do mato”. (C.N.)

Em Jeremoabo falta ônibus Escolar para transportar alunos, sobra para praticar Improbidade Administrativa transportando pasageiros.

 

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Em todas as sessões da Câmara de Vereadorse de Jeremoabo, os vereadores denunciam a falta de ônibus Escolar para transportar os alunos resdentes na Zona Rural.
Por falta de veículos alguns alunos perdem aulas, já outros sujeitam-se a viajar em ônibus superlotados.
Enquanto isso, o prefeito juntamente com   a secretária de educação, para sacanear e desmoralizar os vereadores, permite que em pleno dia de domindo, hoje(03.04), um ônibus Escolar superlotado não sei se com jogadores, saiu do povoado Baixa da Pedra com destino ao Povoado Água Branca. 
Senhores vereadores, principalmente Neguinho de Lié e Bino, que são os que mais reclamam e denunciam a falta de veículos, o que está faltando para vocês enviarem esse vídeo para o Ministério Público Federal.
Estão esperando que a ONG faça sua parte prenchendo essa lacuna?
Diante de tamanha ilegalidade, de tanta Improbidade Admiistrativa, estou tendo quase a certeza que o prefeito adquiriu alguma patologia, cuja consequencia é a tara de colecionar processos.

Invasores preferem ignorar o poder público e a lei acobertado com vista grossa do prefeito e seus secretários.

 




Ontem um companheiro da imprensa escreveu postou no grupo Inteligência Brasil Imptrensa a seguinte frase  "A IMPRENSA É UM GRANDE PODER, MAS NÃO SABEMOS USAR ESSE PODER PARA UMA VIDA MAIS DIGNA."

Dando uma lida na Lei Orgânica do Município de Jeremoabo, encontrei no seu Art.203  Qualquer cidadão será parte legitima para pleitear a declaração de bulidade ou anulação dos atos lesivos ao patrimônio muncipal.

Com isso quero crer qeu não devemos depender dos esperadores, temos que como cidedaõs defender o nosso município já que o mesmo está sendo lesado e malversado.

O prefeito, autoridade máxima na estrutura administrativa do Poder Executivo do município, tem o dever de cumprir atribuições previstas na Constituição Federal de 1988, só que o gestor de Jeremoabo é o primeiro a desrespeitar a Constituição em projuizo do patrimônio público prejudicando toda a comumidade.

"É legitimo o exercício da autotutela administrativa, sem autorização judicial, para a proteção de bens públicos ocupados ilegalmente, desde que respeitados alguns requisitos.

Enunciado 2

O administrador público está autorizado por lei a valer-se do desforço imediato sem necessidade de autorização judicial, solicitando, se necessário, força policial, contanto que o faça preventivamente ou logo após a invasão ou ocupação de imóvel público de uso especial, comum ou dominical, e não vá além do indispensável à manutenção ou restituição da posse (art. 37 da Constituição Federal; art. 1.210, §1º, do Código Civil; art. 79, § 2º, do Decreto-Lei n. 9.760/1946; e art. 11 da Lei n. 9.636/1998) (https://schiefler.adv.br/)

 De fato, "comete esbulho aquele que ocupa irregularmente imóvel público, sendo cabível a reintegração. A ocupação irregular do bem público não configura posse, mas mera detenção, pois a lei impede os efeitos possessórios, em favor do ocupante ilícito" (TRF/2R, AC 178993, DJ 4/11/99, REO 170820, DJ 20/1/00). 5. Ademais, como bem ressaltou a agravante nas razões recursais, o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação está consubstanciado na própria atividade prestada pela recorrente, que utiliza maquinário pesado e diariamente se encontra em trânsito no imóvel esbulhado, o que representa perigo a própria integridade física da parte agravada. 6. Agravo de instrumento provido.

(TRF-5 - AG: 82984820134050000, Relator: Desembargador Federal Francisco Cavalcanti, Data de Julgamento: 19/09/2013, Primeira Turma, Data de Publicação: 26/09/2013)."

Levando-se em conta que o prefeito de Jeremoabo prefere trilhar na contramão da legaldade, cabe a ONG- e a IMPRENSA, bater a porta da justiça.

É o que iremos fazer ja nessa próxima semana.

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