segunda-feira, agosto 10, 2020

Já em campanha para 2022, Bolsonaro procura outro vice para substituir Mourão

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Iotti: o vice | GaúchaZH
Charge do Iotti (Zero Hora)
Pedro do Coutto
Já em plena campanha para as eleições de 2022, Jair Bolsonaro traçou com o ministro das Comunicações Fábio Faria, roteiro de viagens a vários estados até o final do ano e também um reforço às ações do governo no campo social, abrangendo o auxílio emergencial, o bolsa família e o programa Renda Brasil, que unificará as investidas junto à população carente, classes D e E, amplamente majoritárias na composição do eleitorado.
Vai também buscar novo nome para companheiro ou companheira de chapa. Nesse caso, terá de ser alguém que lhe acrescente votos nas urnas de outubro de 2022.
SERÁ UM ERRO – Penso que será um erro grave substituir Hamilton Mourão. Ele já foi alvo de críticas dos três filhos de Bolsonaro e do guru Olavo de Carvalho, porém seu afastamento do palco político poderá acarretar uma perda de apoio bastante expressivo da área militar.
É preciso não esquecer também que Mourão assumiu com intensidade o combate ao desmatamento da Amazônia, o que o coloca no plano oposto ao do ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, mas que na realidade desempenha o papel de adversário da ecologia e das preocupações legítimas com o aquecimento global. Ricardo Salles também é alvo de críticas de especialistas na conservação das florestas verdes, entre eles o jornalista André Trigueiro.
ALA MILITAR – Relativamente a uma eventual substituição do vice presidente, tem de se levar em conta também que acarretaria o afastamento de grande parte dos militares lotados no Palácio do Planalto além daqueles que por indicação de Hamilton Mourão encontram-se atuando em outros órgãos governamentais na cidade de Brasília, próximos portanto a central do poder.
Fábio Faria está articulando também com Tarcísio de Freitas e Rogério Marinho, ministros da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional, que destinariam recursos aos programas socioeconômicos, focos da luta pela conquista dos votos.
E PAULO GUEDES – O Ministro Guedes não aparece nas preocupações do processo eleitoral do presidente Bolsonaro. Uma das metas do presidente da República é a distribuição de 5 milhões de cestas básicas as populações em situação de vulnerabilidade.
Pelo que percebi, e também pelos fatos que se configuram, Jair Bolsonaro não deverá repetir a campanha de 2018 que lhe assegurou a vitória atacando Lula, Dilma Rousseff e o PT, acusando-os de corrupção e também por terem no governo concedido isenções fiscais a empresas num montante de 320 bilhões de reais.
O ex-presidente Lula sonha com uma aproximação junto a Jair Bolsonaro, mas essa aproximação é impossível. Nada acrescenta a nenhum dos dois.

Querem comparar Jesus com Genésio

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Ao iniciar essa matéria quero informar que esse Blog é mantido as minhas custas, só publico matéria  de minha inteira e exclusiva escolha, quem não estiver gostando simplesmente não entre nele, nem tão poulo leiam as matérias nele contidas.
Recebi várias fotos da pre candidata Anabel, onde dentre elas um cidadão perguntou:
" Isso aqui foi hoje Dedé. E agora vai publicar matéria contra eles?
Ou só ta errado Deri e seus  acompanhantes? (sic)

Esse cidadão deveria ter dignidade e hombridade moral para denunciar esse ato na sua rede social, nos seus grupos e no Instagram, não é obrigação do BLOG denunciar algo supostamente errado mas de todo cidadão, já que a luta é de tosos. .
Só estou publicando esse fato porque lutar contra o COVID-19, é obrigação de todo cidadão normal, estou defendendo também minha vida, da minha família e de todos.
Quero dizer que qualquer individuo que desrespeita as normas da OMS no combate ao COVID-19. está atentando contra a saúde, portanto não queiram comparar a gravidade de um cidadão comum, de um pre candidato, com  o de uma autoridade responsável maior que edita normas.
Respondendo a pergunta desse cidadão, o Prefeito Deri é o culpado, por todas as aglomerações que acontecem dentro do município de Jeremoabo, todos os demais simplesmente seguem o seu mal exemplo.
O Prefeito rasgou e desobedeceu a Lei, noutras palavras, é UM FORA DA LEI, patrocinando e incentivando a prática da aglomeração; o prefeito foi quem desativou as barreiras, é que nos finais de semana desrespeita a Lei participando de carreata e comícios.
Concluindo: enquanto Anabel e Tista cometem PECADO CAPITAL,  o Prefeito Deri do Paloma comete PECADO MORTAL.
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Essa foto é Fake News, a hoje vereadora Diana, produziu nna eleição passada, ninguém sabia nem o que era COVID-19, portanto não estava proibido aglomeração.

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Na contramão de seu próprio Decreto, prefeito de Jeremoabo provoca e patrocina aglomeração.

A imagem pode conter: texto que diz "1/3 RECUPERADOS BOLETIM INFORMATIVO 57 09.08.2020 17h NEGATIVOS TR LACEN/ RT-PCR 99 1722 NEGATIVOS (SWAB) 14 POSITIVOS ACUMULADOS 175 74 SOB INVESTIGAÇAO(SWAB) 01 TESTE RÁPIDO CASOS ATIVOS VIEP OUTRO MUN. 09 118 01 LAB. PARTICULAR 47 02 ÓBITOS (COVID-19) MONITORAMENTO 388 DOMICILIAR CONFIRMADOS SOB INVESTIGAÇÃO Pos. Acumulados Recuperados Ativos Óbitos ALTA DO TESTES RÁPIDOS REALIZADOS MONITORAMENTO 1546 VIEP-1368 HGJ-271 AB- 201 TOTAL- 1840 DOMICILIAR Leia nota na integra em nosso site oficial ou nas redes sociais SEMUS SecretariaMunicipal /govjeremoabo JEREMOABO"

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O isolamento e a não aglomeração social é a principal recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para impedir a proliferação do novo Coronavírus, no entanto em Jeremoabo na contramão do seu próprio Decreto o gestor é o primeiro a incentivar e provocar aglomeração, para ser mais hilário montado num jumento chegando até a galopar.
Na mesma hora um cidadão de Jeremoabo que estava no Povoado Viração. enviou uma mensagem com os seguintes dizeres: Alguma vez em sua vida você já viu um cavalo montado num jumento?
Enquanto em Jeremoabo o prefeito é o primeiro a desrespeitar a lei provocando aglomeração, em Camaçari a Polícia e a Guarda Municipal dispersa aglomerações:

Camaçari: Polícia e prefeitura apreendem aparelhos de som e dispersam aglomerados 

Os eventos irregulares foram identificados após visita das forças estadual e municipal nos bairros de 2 de Julho, Centro, Nova Vitória, Cascalheira, Ponto Certo, Parque Real e Novo Horizonte. A medida adotada pela PM e pela prefeitura de Camaçari é mais uma ação de combate a disseminação do novo coronavírus na região.  (Bahia Notícias)

O Brasil se consolidou como um dos epicentros da transmissão do vírus no mundo. O país beira os 3 milhões de casos registrados, segundo dados coletados com as secretarias estaduais da saúde pelo consórcio formado por Folha, Uol, O Estado de S. Paulo, Extra, o Globo e G1."

A  previsão é que até o final deste ano, mais de 100 mil brasileiros devem morrer, completando 200 mil, enquanto isso o prefeito de Jeremoabo está dendo a sua colaboração e todo apoio para que esse número seja atingido.


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Camaçari: Polícia e prefeitura apreendem aparelhos de som e dispersam aglomerados

Camaçari: Polícia e prefeitura apreendem aparelhos de som e dispersam aglomerados
Foto: Divulgação SSP
Policiais militares do 12º batalhão, em ação conjunta com agentes da prefeitura de Camaçari, realizaram na madrugada deste domingo (9) uma fiscalização conjunta para identificar desrespeitos ao toque de recolher implementado no município. 

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), durante os trabalhos da ronda foram flagradas aglomerações próximas a sete estabelecimentos comerciais, uma casa e quatro veículos. Na ação, além da aplicação de advertências, equipamentos de som foram apreendidos e 52 pessoas aglomeradas e alcoolizadas foram dispersadas. 

Os eventos irregulares foram identificados após visita das forças estadual e municipal nos bairros de 2 de Julho, Centro, Nova Vitória, Cascalheira, Ponto Certo, Parque Real e Novo Horizonte. A medida adotada pela PM e pela prefeitura de Camaçari é mais uma ação de combate a disseminação do novo coronavírus na região. 
Bahia Notícias

Aplicação em massa de vacina contra Covid-19 pode ser dificultada por falta de agulha


Aplicação em massa de vacina contra Covid-19 pode ser dificultada por falta de agulha
Foto: Freepik
Ainda não há uma vacina contra a Covid-19, mas, quando houver, o Brasil pode enfrentar mais uma dificuldade: a falta de agulhas para a aplicação. Fabricantes já levantam essa possibilidade.

"A demanda pelo insumo vai crescer exponencialmente no mundo todo", ressaltou o superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo), Paulo Henrique Fraccaro. "E o governo vai ter que continuar com as campanhas normais contra o sarampo, a dengue etc", acrescentou.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o superintendente disse que a capacidade anual máxima de produção de seringas pela indústria brasileira é de 1,5 bilhão por ano. Em cinco meses, o país produz cerca de 50 milhões, de acordo com ele.

"Mas só para vacinar contra a Covid-19, o Brasil vai precisar no mínimo de 300 milhões de seringas num prazo de três ou quatro meses", explica Fraccaro, esclarecendo que se baseou no tamanho da população brasileira, de 210 milhões de habitantes, para fazer a estimativa. Ele conta que já levou essa preocupação ao Governo de São Paulo e ao Ministério da Saúde.

Na Europa, o alerta foi de grandes proporções. Na semana passada, a Uñião Europeia alertou seus países-membros para o risco de falta de seringas.

Já no Brasil, a pasta interinamente comandada pelo general Eduardo Pazzuelo foi procurada pela coluna e disse que o Sistema Único de Saúde (SUS) "possui um dos maiores programas de vacinação do mundo", que "o Brasil já prepara a rede de logística para o desafio de vacinar a população contra a Covid-19" e que "as aquisições de seringas e agulhas serão compatíveis com a necessidade de cobertura populacional".
Bahia Notícias

Liberdade de expressão precisa ter limites, inclusive de caráter ético

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Charge – Angelo Rigon
Charge do Cazo (Arquivo Google)
Fábio Medina OsórioCorreio da Manhã
Instaurou-se um debate sobre liberdade de expressão, quando o jornalista Hélio Schwartsman publicou artigo desejando a morte do presidente da República, com base na filosofia consequencialista.
Mesmo com fundamento nessa ética consequencialista, seria terrível a liberdade de pensamento em tais termos, ou seja, para manifestar morbidez e desejar a morte dos outros, seja daqueles acometidos por doenças transmissíveis ou de pessoas consideradas indesejáveis.
DISCURSO DO ÓDIO – A liberdade de expressão não pode ser absoluta. Seria possível ao mesmo articulista promover desejo pela morte de ministros do Supremo, para renovar o tribunal? Poderia também sustentar a necessidade da morte de deputados ou senadores?
A consequência seria a disseminação do discurso do ódio nas mídias sociais e na imprensa em geral, uns desejando a morte dos outros, abertamente, se tal consequência tiver fins socialmente úteis para a maioria da coletividade, como sustentou o articulista.
A essência do discurso do ódio é o ataque ao Outro, sob a ideia de superioridade do emissor sobre o destinatário. Ao desejar a morte de alguém, não importa se essa pessoa não se encaixa numa categoria de minoria radical, o emissor incita o ódio sobre seu alvo, imputando-lhe fatos ou características que lhe concedem o status indesejável, o que, no limite, justificaria sua eliminação física ou moral.
DIGNIDADE HUMANA – Imagine-se nas redes sociais uma campanha pela morte de ministros do STF, de senadores ou mesmo do presidente da República. Essa apologia seria um discurso de ódio. Alguém poderia invocar alguma ética consequencialista, como a melhoria da qualidade do Congresso Nacional, para justificar a morte dos parlamentares?
O discurso do ódio produz maiores danos ao conjunto da coletividade do que qualquer possível benefício cogitado por seus cultores. Mas é certo que, nesse contexto, o princípio da dignidade humana haverá de falar mais alto.
Fábio Medina Osório é advogado e ex-ministro da Advocacia-Geral da União

Eduardo Bolsonaro quer punição de deputado petista que deu entrevista sobre audiência com ministro da Justiça


Reunião virtual discutiu a questão do dossiê contra antifascistas
Mateus Vargas
Estadão
O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou neste sábado, dia 8, nas redes sociais, que pedirá punição ao deputado José Guimarães (PT-CE) por uma entrevista dada sobre a audiência do ministro da Justiça e da Segurança Pública, André Mendonça, à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional.
No encontro virtual fechado com parlamentares, Mendonça admitiu a existência de relatório de inteligência da pasta sobre 579 servidores públicos que integram grupos antifascistas. No Twitter, o filho “03” do presidente Jair Bolsonaro disse que as reuniões da CCAI são sigilosas e que, por isso, pedirá pelo menos a expulsão de Guimarães do colegiado.
MEDIDAS PUNITIVAS – “É inacreditável que o deputado José Guimarães (PT-CE) dê entrevistas sobre a sessão. Essa conduta é ilegal e estou estudando medidas punitivas para ao menos retirar o deputado da comissão”, escreveu Eduardo. O monitoramento do governo sobre opositores do presidente Jair Bolsonaro foi revelado pelo portal Uol.
A entrevista de Guimarães apontada por Eduardo foi concedida ao Jornal Nacional na sexta-feira, 7. Procurado, o deputado do PT disse ao Estadão/Broadcast que diversos parlamentares comentaram sobre a reunião. “Não vou perder tempo com isso, não”, afirmou ele sobre a ameaça de Eduardo. “O meu direito de opinião é inviolável”, completou. Guimarães reforçou ainda que o Congresso cobrará que o ministro Mendonça entregue o dossiê na próxima semana.
ALVOS – Na reunião com parlamentares, o ministro foi pressionado para dizer claramente qual relatório o órgão do ministério elaborou e quem foram os alvos, mas ele se recusou a entrar em detalhes. No entanto, segundo três pessoas presentes ao encontro afirmaram ao Estadão/Broadcast, em caráter reservado, Mendonça admitiu a existência de um relatório sobre antifascistas.
O ministro, porém, recusou o termo “dossiê”, afirmando que essa expressão remete a algo ilegal. Ele disse que não há espionagem e não há investigação alguma conduzida pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), órgão vinculado à pasta apontado como responsável por monitorar opositores.
O ministro da Justiça apresentou relatórios de gestões passadas na intenção de convencer os parlamentares de que a pesquisa sobre opositores do governo é procedimento comum, feito dentro de critérios de legalidade. O ministro também queria mostrar que a busca de informações não é uma exclusividade do governo Bolsonaro, mas seria uma prática legal que ocorre em todas as gestões.
SUSTENTAÇÃO – Para sustentar a afirmação, ele expôs trechos de relatórios de inteligência relacionados a eventos como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Um dos nomes citados em relatório no governo da petista foi o do atual deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), líder do Movimento Brasil Livre (MBL), um dos principais opositores ao governo na época.
Da reunião, realizada remotamente, participaram dez parlamentares: os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Eduardo Braga (MDB-AM) e Marcos do Val (Pode-ES) e os deputados Claudio Cajado (PP-BA), Carlos Zarattini (PT-SP), José Guimarães (PT-CE), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A audiência durou três horas e meia.
AÇÃO – A existência do relatório está na mira do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma ação da Rede Sustentabilidade, a relatora Cármen Lúcia apontou gravidade nas informações descritas. Em resposta, o ministério disse  que não poderia fornecer os dados de inteligência solicitados pelo partido. Afirmou também que não persegue adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro e não investiga ninguém.
“Estamos peticionando no âmbito da ADPF 722, relatada pela ministra Carmen Lúcia, para que ela instaure inquérito investigativo sobre a conduta do senhor Ministro da Justiça e do tal departamento”, disse Randolfe, após a sessão desta sexta-feira.
A oposição também pressiona a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência para formalizar um pedido ao Ministério da Justiça e ter acesso ao relatório citado por André Mendonça. Caberá ao presidente do colegiado, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), encaminhar o requerimento.
ATUAÇÃO TÉCNICA – Em nota à imprensa após reunião, o ministro disse que atua de maneira “técnica e republicana” e não admite “qualquer tipo de perseguição a quem quer que seja”. “Os esclarecimentos prestados não deixam dúvidas de que meu trabalho à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública tem se pautado pelos princípios do Estado Democrático de Direito, não admitindo qualquer tipo de perseguição a quem quer que seja”, disse André Mendonça.
O ministro acrescentou que sua orientação à Secretaria de Operações Integradas sempre foi para o “esforço máximo em auxílio aos Estados e Distrito Federal em ações integradas para o combate irrestrito ao crime organizado, à corrupção, ao tráfico de pessoas e, principalmente, aos crimes cometidos contra mulheres, crianças e adolescentes”.

Bolsonaro perde causa na Justiça para Jean Wyllys e tem de pagar R$ 2,6 mil

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Senador pede que Jean Wyllys esclareça relação com facada | Brasil ...
JeanWyllys chamou Bolsonaro de “boquirroto” e “nepotista”
Maíra AlvesCorreio Braziliense
O juiz da 47ª Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Leonardo de Castro Gomes, determinou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pague R$ 2,6 mil ao ex-deputado Jean Wyllys. O valor é correspondente às multas pelos embargos apresentados e 10% dos honorários do advogado do Wyllys, Lucas Mourão.
A determinação envolve um processo de 2017. À época, Bolsonaro, até então deputado, processou Jean Wyllys e pediu uma indenização de R$ 22 mil por danos morais, alegando que o colega o teria chamado de “boquirroto”, “fascista” e “nepotista”.
De acordo com a decisão, o dirigente terá um prazo de 15 dias para fazer o pagamento assim que for notificado. A determinação para o pagamento dos valores foi revelada pela coluna do jornalista Ancelmo Góis, do O Globo, neste domingo (9/8).
A Justiça, que não considerou procedente a reclamação do Bolsonaro, acabou negando o pedido. O presidente não pode mais recorrer da ação.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A matéria está equivocada. Quem vai receber 2,6 mil reais não é o ex-deputado Jean Wyllys, mas seu advogado, por conta dos chamados ônus de sucumbência, estimados em 10% do valor da causa, acrescidos de correção monetária(C.N.)  

Até o final do ano, mais 100 mil brasileiros devem morrer, completando 200 mi

Até o final do ano, mais 100 mil brasileiros devem morrer, completando 200 mil

Brasil ultrapassa marca de 95 mil mortes por Covid-19 – Money Times
Brasil caminha para ser o recordista em mortos da covid
Pedro do Coutto
A inação do governo Bolsonaro permanece, sem o devido combate à covid-19, que vem registrando a média de mil mortes por dia, o que vão se somar aos 100 mil que morreram no desenrolar dos meses deste ano. Se considerarmos setembro, outubro, novembro e dezembro, chegaremos à triste escala de falecimentos, que se somam às consequências da inação do Ministério da Saúde, portanto do próprio governo.
Reportagem de Natália Canzian, Folha de São Paulo de hoje, analisa objetivamente a série sinistra que atinge a vida dos que não puderam receber assistência adequada.  O ministro da Saúde, Eduardo Pazuelo, encontra-se interinamente à frente do MS completando 86 dias nessa situação. É general especializado em logística, mas como é natural há de ser reduzido seu conhecimento no campo da medicina.
CONTRADIÇÕES – Pazuelo, agora, depois de ter aceito a cloroquina destacada por Bolsonaro, recomenda que a pessoa tão logo sinta os sintomas procure assistência médica. Isso de um lado. De outro ele no momento recomenda o isolam
ento, o que é o oposto do que prega o presidente da República. Uma tragédia brasileira encontra-se em pleno curso e ameaça se eternizar no espaço e no tempo. Num país em que apenas metade das 5.600 cidades possui tratamento de esgoto, é difícil recomendar normas básicas de higiene.
Lavar as mãos várias vezes ao dia esbarra com a falta de dinheiro para adquirir o sabonete e o sabão. Há comunidades inclusive que não contam sequer com água. É impressionante como tal ausência prolongou-se nas últimas décadas. Nenhum governo, na verdade, tocou no assunto. Talvez ele seja muito complicado ou então acrescente muito trabalho às classes dirigentes.
LONGE DO PROBLEMA – O ministro Paulo Guedes, por exemplo, que acumula na sua Pasta os ministérios da Fazenda, Previdência, Trabalho e Planejamento, demonstrou já com clareza sua distância ao problema de um velho conhecido nosso: o ser humano.
De outro lado o índice percentual de mortes sobre o total de contaminados mantêm-se oscilante entre 3 e 4%. Na mesma escala registra-se a realidade dos novos contaminados sobre os contaminados que se encontram sob tratamento médico. Dou os números da letalidade. No momento temos 3 milhões de contaminados para 100 mil mortes e caminhamos para o primeiro lugar, em relação ao número de habitantes.
Nessa tragédia, inclui-se também a morte de seres humanos pela inação do governo.

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