quarta-feira, março 04, 2020

Governo não preenche espaços políticos e o Congresso então ganha protagonismo

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Omissão do governo faz Rodrigo Maia conquistar espaços
Pedro do Coutto
Na edição de segunda-feira da Folha de São Paulo, Ranier Bragon sustenta que o avanço político do Congresso Nacional é consequência de espaços vazios que o governo não se interessa e por isso não consegue ocupá-los. Aliás, Bragon baseia seu argumento na fragilidade dos governos Dilma Rousseff e Michel Temer, e desde então o protagonismo do Legislativo avança em importância. O Congresso impediu Dilma Rousseff, beneficiou-se da fragilidade de Michel Temer e agora assume papel relevante no governo Bolsonaro.
Inclusive, aprovou o orçamento impositivo que transformou a chamada Lei de Meios, que antes era autorizativa e passou a ter execução obrigatória em determinadas situações. É o caso das emendas aprovadas por indicação de senadores e deputados federais.
NÃO AFETAM O GOVERNO – Esta face da questão, para mim, é mais aparente do que concreta, porque as emendas parlamentares, no seu total, não afetam a atuação do governo. É preciso não esquecer que o orçamento para 2020 eleva-se a 3,6 trilhões de reais. Corresponde à metade do Produto Interno Bruto. 
Não sei por que o Executivo não coloca o debate econômico dentro do teto orçamentário, preferindo reduzi-lo ao montante da arrecadação tributária. Daí cita sempre o total do orçamento em 1 trilhão e 400 bilhões de reais, quando na realidade o total é muito maior como se constata. Mas esta é outra questão.
ATUAÇÃO DE MAIA – O protagonismo do Parlamento cresceu sobretudo quando da aprovação da reforma da Previdência Social, sustentada mais pelo deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal, do que articulada pelo Palácio do Planalto. Portanto, o Executivo dependeu do Congresso para colocar em prática finalmente a reforma da Previdência que já está valendo a partir de novembro de 2019.
A reforma da Previdência tornou-se, assim, uma vitória mais do Legislativo do que propriamente do Ministério da Economia, que elaborou a matéria mas cujo titular, Paulo Guedes, ao longo dos debates incompatibilizou-se com a própria maioria parlamentar governista. Seus atritos foram constantes. Faltou entendimento político.
FALTA ARTICULAÇÃO – A política é algo presente em tudo, seja qual for o debate principalmente em torno de leis. O governo Jair Bolsonaro, aliás, nunca se preocupou muito com essa articulação, tanto assim que esvaziou o poder do ministro Onyx Lorenzoni, neutralizando-o até sua substituição pelo General Braga Neto.
O espaço aberto na esplanada de Brasília terminou sendo ocupado de forma mais destacada pelo deputado Rodrigo Maia e um pouco pelo senador Davi Alcolumbre. O espaço vazio sempre é preenchido porque não pode haver vazio algum na estrutura político-administrativa do país.
Agora, por exemplo, nos deparamos com a questão extremamente sensível: o que acontecerá a partir do dia 16 de março em matéria de comportamento político.

Piada do Ano! Cartilha do governo condena veementemente agressões contra jornalistas


Em 2019, foram 208 ataques a jornalistas e veículos de comunicação, Bolsonaro foi o autor de 121 ataques em 2019, (58,17% do total de casos registrados no ano).
Só faltou publicar uma foto de Bolsonaro na capa da cartilha
Julia LindnerEstadão
Após o presidente Jair Bolsonaro ser criticado por ataques à imprensa nos últimos dias, o governo federal divulgou nesta terça-feira, dia 3, a reedição de uma cartilha sobre a proteção de jornalistas e comunicadores no Brasil. Elaborado pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, chefiado por Damares Alves, o texto traz uma nova edição do documento, lançado no governo de Michel Temer, e prevê que “as autoridades públicas têm a obrigação de condenar veementemente agressões contra jornalistas”.
O manual do governo recomenda ainda que “os agentes do Estado não devem adotar discursos públicos que exponham jornalistas”.
O QUE BOLSONARO FAZ – Na semana passada, Bolsonaro criticou em ao menos duas ocasiões a editora do BR Político e colunista do Estado, Vera Magalhães. Bolsonaro acusou a jornalista de mentir ao divulgar que ele compartilhou dois vídeos para seus contatos no WhatsApp, convocando para manifestações do dia 15 de março. Os atos têm como foco a defesa do governo e críticas ao Congresso.
Na ocasião, o presidente afirmou que a jornalista fez um “trabalho porco” ao noticiar o envio dos vídeos, que seriam de uma manifestação de 2015. Naquele ano, porém, Bolsonaro era deputado, e não presidente, e a facada sofrida por ele – que aparece na gravação – ocorreu na campanha de 2018. O presidente ainda atacou Vera ao dizer não ser da “laia” dela e fez insinuações ao caráter da colunista.
BRINCADEIRA GROTESCA – Na semana anterior, o presidente já havia feito insinuações de cunho sexual sobre o trabalho da jornalista Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S.Paulo. “Ela queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”, disse Bolsonaro aos risos na ocasião a um grupo de apoiadores.
Na cartilha, consta que é “essencial” que o governo adote uma política pública geral de prevenção da violência e crimes contra jornalistas e outros comunicadores. O objetivo é “sinalizar para a sociedade que essas práticas constituem graves ameaças à democracia”.
“As autoridades públicas têm a obrigação de condenar veementemente agressões contra jornalistas e outros comunicadores e comunicadoras e encorajar as autoridades competentes a agir com a devida diligência e rapidez na investigação dos fatos e na punição dos responsáveis”, diz trecho do documento.
VULNERABILIDADE –  “Os agentes do Estado não devem adotar discursos públicos que exponham jornalistas e outros comunicadores e comunicadoras a maior risco de violência ou aumentem sua vulnerabilidade. É essencial que autoridades estatais reconheçam constante, explícita e publicamente a legitimidade e o valor do jornalismo e da comunicação, mesmo em situações em que a informação divulgada possa ser crítica ou inconveniente aos interesses do governo”, afirma a cartilha.
O texto cita como exemplo que jornalistas mantêm a sociedade informada sobre crimes relacionados à corrupção e à atuação de milícias e, portanto, “a violência contra profissionais do jornalismo objetivando impedir a ampla divulgação de tais crimes impede a sociedade de cobrar das autoridades públicas o enfrentamento da criminalidade organizada, bem como prejudica a transparência no uso de recursos públicos”.
TEM COMPROMISSO? -“Nesse sentido”, prossegue a cartilha, “o Estado brasileiro tem o compromisso de não sancionar qualquer meio de comunicação ou jornalista por difundir a verdade, criticar ou fazer denúncias.”
A cartilha de proteção aos jornalistas reeditada nesta terça-feira  foi publicada pela primeira vez durante o governo do ex-presidente Michel Temer, em 2018. O documento foi elaborado em cumprimento às recomendações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos para o caso do assassinato do jornalista Aristeu Guida da Silva, que dá nome à cartilha, em 1995, na cidade de São Fidélis (RJ).
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A iniciativa da ministra Damares Alves possibilita três interpretações: 1) Ou ela é completamente idiota e não percebe que está expondo ao ridículo o presidente da República, que desde a posse se dedica a agredir jornalistas publicamente; 2) Ou acredita que conseguirá “educar” Bolsonaro; 3) Ou não tem a menor ideia do que acontece em seu Ministério. Pessoalmente, voto na primeira opção(C.N.)   

Governo recuou e Congresso manterá veto a algumas das emendas impositivas

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Charge do Ivan Cabral (ivancabral.com)
Alessandra Azevedo, Rosana Hessel e Augusto FernandesCorreio Braziliense
Horas depois de ter anunciado que o parlamento manteria o veto do presidente Jair Bolsonaro a pontos do Orçamento Impositivo, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), suspendeu, nesta terça-feira (3/3), a sessão conjunta de senadores e deputados que tratava do assunto. Mesmo após um dia inteiro de discussões, os impasses sobre a distribuição de recursos do Orçamento de 2020 continuaram intensos, com o envio, no fim da tarde, de três projetos do governo que buscam regulamentar o assunto.
As lideranças partidárias devem se encontrar novamente hoje para tentar chegar a um consenso sobre as próximas votações. Nesta terça-feira (3/3), embora tenha afirmado que o veto será mantido, Alcolumbre reclamou da demora do governo em enviar os projetos que vão regulamentar a distribuição dos recursos das emendas parlamentares. “Eu estava esperando os PLNs para as 9h, e eles só chegaram às 17h05. Legitimamente, vários senadores se manifestaram para cumprir o regimento para a votação”, afirmou o presidente do Congresso.
CONTRAPARTIDA – As proposições do governo são uma forma de contrapartida pela manutenção do veto ao Orçamento Impositivo. A ideia é garantir que o Congresso tenha, ao menos, direito de indicar a prioridade de execução de R$ 15 bilhões dos R$ 30 bilhões que geraram brigas entre Legislativo e Executivo nas últimas semanas.
Na LDO, antes da sanção presidencial, o valor era destinado a emendas do relator do Orçamento, mas Bolsonaro vetou o trecho. É a manutenção desse veto que tem sido discutida pelo parlamento desde antes do carnaval.
Devido, porém, à demora de Bolsonaro em enviar os projetos, Alcolumbre anunciou, nesta terça-feira (3/3) à noite, que os vetos podem ser votados hoje, mas os projetos só começarão a ser apreciados na semana que vem.
HÁ RESISTÊNCIA – Parte dos deputados, no entanto, defende que os vetos só sejam analisados depois de os PLNs serem aprovados e sancionados por Bolsonaro, para garantir que o governo não vai voltar atrás no acordo. A ideia é defendida por líderes do chamado Centrão — grupo informal que inclui partidos como MDB, PP, PL, DEM, PSD.
Projetos de lei demoram mais para tramitar, enquanto os vetos são votados de imediato na sessão conjunta. Por pressão dos parlamentares, ficou decidido, em reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com os líderes, que os três PLNs do Executivo vão avançar de acordo com o regimento, ou seja, encaminhados primeiro para a Comissão Mista de Orçamento (CMO), em que tramitará com pelo menos cinco sessões para a inclusão de emendas.
A sessão desta terça-feira (3/3) foi suspensa pouco depois de Bolsonaro ter dito, no Twitter, “que não houve qualquer negociação em cima dos R$ 30 bilhões”.
HOUVE NEGOCIAÇÃO – O presidente se referiu a um dos trechos da LDO vetados por ele, que garantia esse valor a emendas sob gestão do relator do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE). “A proposta orçamentária original do governo foi 100% mantida”, ressaltou o chefe do Executivo.
A possibilidade de derrubada dos pontos da LDO que tratam do Orçamento Impositivo, em especial o das emendas do relator, foi o pano de fundo da crise mais recente entre o Executivo e o Legislativo. Nesta terça-feira (3/3), antes da sessão conjunta, Alcolumbre tentou apaziguar os ânimos. O senador explicou que “a independência é fundamental, mas a harmonia também”. Segundo ele, “jamais o Congresso quis fazer, como se diz na rua, o parlamentarismo branco”.
O maior impasse em relação às emendas parlamentares é até que ponto o Congresso deve ter liberdade total de decidir a ordem e o prazo em que os valores serão aplicados. As individuais já são impositivas, o que significa que têm preferência. O problema é que, em 2020, os senadores e deputados inseriram na LDO, pela primeira vez, a impositividade também para as emendas das comissões permanentes e para as do relator do Orçamento.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Bolsonaro tentou sair como “vencedor”, dizendo que não houve negociação. Na verdade, houve negociação e foi novamente aprovado o acordo que já tinha sido fechado três vezes antes. Dos R$ 30 bilhões, o governo indica R$ 15 bilhões e o Congresso, os outros R$ 15 bilhões. Em tradução simultânea, ninguém ganhou nem perdeu. Prevaleceu o bom senso. Talvez um dia o presidente perceba que o Congresso pode ser seu melhor parceiro. Para isso, porém, Bolsonaro terá de tomar altas doses de Simancol, como se dizia antigamente(C.N.)

Não há clima, maiorias nem lideranças para dar golpes nem articular um impeachment

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Charge do Laerte (Arquivo Google)
Eliane CantanhêdeEstadão
Deveria causar escândalo, mas conseguem no máximo gerar preguiça e cansaço a facilidade e a frequência com que as pessoas fazem duas perguntas perigosas, mas tratadas como corriqueiras, parte da paisagem: Vai ter golpe? Ou vai ter impeachment?
A cada ataque do presidente Jair Bolsonaro, do seu entorno e da sua tropa da internet ao Congresso, a governadores, à mídia, a jornalistas (geralmente mulheres…), a presidentes estrangeiros, a ambientalistas, a ONGs, a pesquisadores cresce a percepção de que há uma escalada autoritária, um teste de limites.
A FAMÍLIA ENALTECE – Se fosse apenas questão de estilo, já seria péssimo, mas todos esses ataques vêm num contexto em que Bolsonaro enaltece ditadores sanguinários, seu filho admite a volta do AI-5 (toc toc toc) e já disse, sem a menor cerimônia, que bastaria “um cabo e um soldado” para fechar o Supremo.
Assim, quando Bolsonaro transforma o Planalto num QG, o general Augusto Heleno xinga os parlamentares e fala em “povo na rua” e o governo deixa de condenar com a devida veemência o motim de PMs no Ceará… a lista começa a ficar grande e preocupante.
Só faltava o presidente da República convocar pelo WhatsApp uma manifestação que tem entre os objetivos protestar contra o Congresso e o Supremo.
BOLSONARO MENTIU – Divulgados os vídeos pela colega Vera Magalhães, o que fez o presidente? Mentiu! Mentiu ao dizer que se tratava de peças de 2015. Com imagens da facada? Foi em 2018. Com o brasão da Presidência? A posse foi em 2019.
Esse roteiro sugere um teste, um avança e recua, de olho nas reações das Forças Armadas e das redes sociais. E é aí que surge um fato novo depois que o Planalto aumentou o tom contra o Congresso: a maioria militar silenciosa, particularmente do Exército, começou a demonstrar desconforto e a dizer algo assim: “Aí, não!”
Assim, mesmo que houvesse algum projeto ou sonho golpista, fica-se sabendo que não há, em absoluto, unanimidade na área militar. Se há algo próximo a unanimidade é em sentido contrário: ninguém quer ouvir falar em golpes.
ARROUBOS AUTORITÁRIOS – Marinha e Aeronáutica estavam e continuam mudas e o Exército começa a perceber que tem muito mais a perder do que a ganhar, inclusive historicamente, ao se confundir com arroubos autoritários tão fora de tempo e de propósito.
Mais do que isso, porém, nunca é demais repetir o que está registrado em várias oportunidades aqui neste mesmo espaço: o Brasil não é uma Venezuela. Tem instituições, mídia, opinião pública, enorme capacidade de reação, ou, antes, de dissuasão de projetos tresloucados. Há uma rede de resistência.
Quanto a impeachment, não custa lembrar que isso não é como aspirina, que se usa a qualquer hora, para qualquer eventualidade. O Brasil passou por dois afastamentos de presidentes no curto espaço de tempo desde a redemocratização e não se ouve absolutamente ninguém com um mínimo de liderança e de responsabilidade admitindo e muito menos discutindo essa hipótese.
“NÃO VOU RENUNCIAR” – Aliás, o presidente chamou atenção na live de quinta-feira também ao anunciar, em bom e alto som,: “Não vou renunciar ao meu mandato!”. Quem disse que iria? Ninguém. Trata-se de uma frase que oscila entre o político e o psicológico, expondo uma característica de Bolsonaro: a mania de perseguição. Ao ver inimigos por toda parte, ele se antecipa e parte para o ataque antes de saber se seria atacado.
E fica falando sozinho. Nem o seu maior adversário aventa a hipótese de renúncia, ou de impeachment, assim como boa parte dos seus apoiadores militares não quer nem ouvir falar em golpe. A saída é outra, é o presidente se comportar como… presidente. E focar no essencial, a economia, a estabilidade, o País.

Sem ordem, sem progresso e sem respeito

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A Câmara é o reflexo  de uma sociedade. Em primeiro plano, apresenta-se a função de representar os diversos segmentos e setores da sociedade, pois o vereador é um representante dos eleitores. A câmara municipal, portanto, deve reproduzir a diversidade de interesses, valores e ideologias da população da cidade.

Não existe país com governo corrupto e população honesta', diz historiador

Declaração foi feita pelo historiador da Unicamp (SP) Leandro Karnal.
Para o especialista, a ética deve começar pela família e pela escola.
O parágrafo único do artigo 1º da nossa “Constituição Cidadã” destaca que “todo o poder emana do povo”. Abraham Lincoln (1865) destacou que democracia é o governo do povo (legitimidade à origem do poder político do governo), pelo povo (exercício do poder político) e para o povo (finalidade do poder político). Rousseau (1778) ressaltou que “o Poder Legislativo pertence ao povo, e não pode pertencer senão a ele”.
Cabe-nos refletir até que ponto é procedente a afirmação de Mosquéra ao enfatizar que
[...] não é preciso buscar fórmulas mágicas para aumentar o interesse do cidadão pelo que se passa no Parlamento [...] basta criar canais de inclusão política, pois o cidadão quer falar, reclamar, denunciar, propor e debater as decisões que afetam a vida dele. (2006, p. 185). (grifei).
Quais os instrumentos de participação que temos e que queremos? Como a sociedade deve participar para obter resultados efetivos? A participação da sociedade faz a diferença na qualidade da gestão pública?

POVO: VEZ E VOZ

Cabe à Câmara de Vereadores a visão de aproximar as pessoas do exercício do poder; a missão de desenvolver ações contínuas de aproximação com a população; os valores de respeito às pessoas e ter como objetivo o de proporcionar ações que estimulem a participação da comunidade e de integrar a Câmara de Vereadores com a sociedade através de um plano estratégico de comunicação, de audiências públicas, de sessões itinerantes (nos bairros), de plenárias temáticas, da criação de uma ouvidoria, de enquetes e pesquisas de opinião, do amplo e irrestrito acesso do povo aos gabinetes parlamentares e de uma ampla divulgação e transparência de suas atividades.".(_
O que assistimos ontem na Câmara de Vereadores de Jeremoabo foi um Presidente fraco, permitindo que agitadores usassem a boa fé do povo, para servir de manobra para agitação antidemocratismo e irresponsável.
A Casa é do povo enquanto houver ordem, fora disso o presidente errou quando não solicitou da policia que retirasse esses agitadores do recinto.
Como a Câmara é a casa do povo, o povo está na obrigação de  respeitar a sua casa, e não ficar interferindo no pronunciamento dos vereadores, além de falta de educação, é uma agressão´a democracia..
O Presidente da Câmara tem que manter a ordem é o respeito.




SONOTICIAS.COM.BR
O presidente da Câmara Municipal de Nortelândia, Luiz Garcia Taborda (PPS), solicitou, ontem à noite, força policial para retirar de plenário o vereador Paulo César da Silva (ex-PL), que havia desobedecido a…

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TRE desaprova contas do deputado Sérgio Reis - Política - iG

terça-feira, março 03, 2020

DECISÃO: INSS é condenado ao pagamento de danos morais pela suspensão indevida de benefício previdenciário


03/03/20 14:56
DECISÃO: INSS é condenado ao pagamento de danos morais pela suspensão indevida de benefício previdenciário
 A suspensão indevida de um benefício previdenciário fez com que um aposentado ingressasse na Justiça Federal com pedido de dano moral. A interrupção do benefício partiu da Divisão de Auditoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com a justificativa de que foram encontradas irregularidades na documentação que embasou o requerimento da aposentadoria.
No caso, o homem teve o seu beneficio restabelecido por determinação judicial e alegou que a suspensão da sua única fonte de renda ocasionou na inclusão do seu nome em cadastro de inadimplentes, e, ainda, teve que prestar esclarecimentos junto ao Departamento da Polícia Federal (DPF).
Em primeira instancia, o juiz federal extinguiu o processo, com resolução de mérito, e declarou prescrita a pretensão deduzida conforme previsto art. 1º do Decreto nº 20.910/1932.
A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) com base no art. 1.013, § 3º, inciso I, do Código de Processo Civil (CPC), de 2015, entendeu que o processo encontrava-se suficientemente instruído, o que autoriza a apreciação do mérito.
No mais, o relator, desembargador federal Daniel Paes Ribeiro, ao analisar a hipótese, explicou que nos autos foram anexados documentos que comprovam os fundamentos do autor e os prejuízos sofridos por ele diante da suspensão do beneficio de natureza alimentar, e, desse modo, “devem ser reparados os danos morais pleiteados”.
Em seguida, o Colegiado deu provimento à apelação do autor e afastou a prejudicial da prescrição, e, no exame, julgou procedente o pedido do requerente, condenando o INSS a reparar o dano moral causado em decorrência da indevida suspensão do benefício de aposentadoria por tempo de serviço.
Processo: 1001231-24.2017.4.01.3803
Data do julgamento: 02/12/2019
Data da publicação: 16/12/2019
SR
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

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