sábado, junho 08, 2019

Procuradoria levanta propina da Hypermarcas para Paulo Bauer, assessor da Casa Civil

Posted on 

Resultado de imagem para
Defesa de Bauer alega que não há indícios de autoria dos crimes 
Aguirre Talento e André de SouzaO Globo
Em investigação aberta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e remetida este ano para a Justiça Federal de São Paulo, novas evidências foram encontradas sobre pagamentos de propina do grupo Hypermarcas (atual Hypera Pharma) ao ex-senador tucano Paulo Bauer , atual secretário especial da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro .
Após quebrar os sigilos telefônicos dos personagens envolvidos no caso, a PGR teve acesso a trocas de mensagens entre um então assessor de Paulo Bauer, Marcos Moser, e o ex-diretor da Hypermarcas Nelson Mello. Nessas conversas, Moser indica a Mello nomes de empresas para celebrar contratos fictícios que, segundo os investigadores, serviriam para repassar recursos ilegais para o tucano.
MENSAGENS – Em uma das conversas acessadas, Moser pede um aumento no valor do contrato fictício com um escritório de advocacia, de R$ 300 mil para R$ 1,5 milhão. “Nesse mesmo dia, em 01/10/2014, Marcos Moser questionou a Nelson Mello se pode alterar o contrato para 1,5 mi, no que é dado o ‘Ok’ pelo colaborador”, relata a PGR. Nelson Mello também conversou com o assessor parlamentar sobre medidas legislativas de interesse do grupo empresarial.
“As mensagens eletrônicas demonstram que, quando celebrados para favorecer Paulo Bauer, os contratos fictícios firmados para ocultar transferência de vantagens indevidas ao parlamentar investigado tiveram por supostas contratantes a Ycatu Engenharia e Saneamento Ltda., o Instituto Paraná de Pesquisas e Análise de Consumidor Ltda e a Prade & Prade – Advogados Associados”, afirma a PGR.
PRIMEIRA INSTÂNCIA – A investigação contra Bauer começou em junho do ano passado perante o Supremo Tribunal Federal (STF), mas foi remetida neste ano para a primeira instância porque ele perdeu o cargo de senador e, consequentemente, o foro privilegiado.
Mesmo estando sob investigação, em 18 de fevereiro Bauer foi nomeado por Bolsonaro para exercer o cargo de secretário especial para o Senado da Casa Civil, cuja função é realizar a interlocução política com senadores. Pela função, recebe o salário de R$ 17,3 mil.
Além das mensagens eletrônicas, os depoimentos de funcionários dessas empresas também complicaram a situação de Bauer na investigação.
CONTRATO FALSO – No caso da Ycatu, por exemplo, a gestora de contratos Talita Xavier afirmou à Polícia Federal que a empresa não prestou efetivamente serviços ao grupo Hypermarcas, confirmando que o contrato era fictício. O antigo dono da empresa, Nereu Martinelli, ainda confirmou que o contrato com a Hypermarcas surgiu de uma indicação do assessor de Paulo Bauer.
A investigação começou a partir da delação premiada de Nelson Mello, ex-diretor da Hypermarcas. A PGR, porém, entendeu que Mello omitiu fatos criminosos envolvendo Paulo Bauer e só apresentou as informações posteriormente, o que embasou um pedido de cancelamento do seu acordo de delação. Caberá ao ministro do STF Edson Fachin decidir sobre a questão.
Em depoimento à PF em outubro de 2018, Mello relatou pedidos de Bauer para fazer doações eleitorais em 2014. Ele afirmou ter levado as solicitações a João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, dono da Hypermarcas, que teria concordado. Segundo Mello, foram repassados R$ 11,5 milhões ao tucano.
BAUER NEGA – Ouvido pela PF em janeiro, Bauer afirmou já ter conversado com Mello várias vezes, inclusive indicando a ele as empresas que foram contratadas pela Hypermarcas. Mas também disse que, ao contrário das suspeitas levantadas, elas não foram usadas para lhe repassar dinheiro. Também negou ter pedido contribuições à Hypermarcas para sua campanha ao governo de Santa Catarina em 2014, quando ficou em segundo lugar. Ele também disse não ter ajudado a empresa no Congresso em troca de dinheiro.
Procurada, a defesa de Bauer afirmou que os fatos investigados “não são verídicos” e que o delator fez as acusações para obter benefícios legais. Frisa ainda que solicitaram o envio do caso para a Justiça Eleitoral, sob o argumento de que se trata de doações eleitorais. A defesa de Moser afirmou ao STF que “inexiste suspeita contundente” e que não há indícios de autoria dos crimes investigados.

Juíza federal da Bahia determina suspensão de cortes nas universidades


Juíza federal da Bahia determina suspensão de cortes nas universidades
Foto: Reprodução/G1
A juíza Renata Almeida, da 7ª Vara Federal, de Salvador, acatou o pedido, e ordenou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a suspender os cortes em universidades federais em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 100 mil, nesta última sexta-feira (7).

A decisão foi publicada no fim do expediente, e a ação de é de autoria do deputado Jorge Solla (PT-BA).Essa é uma das várias provocações ao judiciário feitas com o mesmo tema espalhadas pelo país. Devido ao princípio da primazia, todas as demais migraram para a Justiça Federal na Bahia.

"Não se está aqui a defender a irresponsabilidade da gestão orçamentaria, uma vez que é dever do administrador público dar cumprimento às metas fiscais estabelecidas em lei, mas apenas assegurando que os limites de empenho, especialmente em áreas sensíveis e fundamentais segundo a própria Constituição Federal, tenham por base critérios amparados em estudos que garantam a efetividade das normas constitucionais", destacou a juíza, na decisão.

A magistrada também criticou os ataques do ministro Weintraub, às universidades federais, acusando-as de promover balbúrdia.
Bahia Notícias

Justiça nega liminar de Neymar para interromper investigação por vazamento


por Danilo Lavieri, Marcel Rizzo e Pedro Lopes | Folhapress
Justiça nega liminar de Neymar para interromper investigação por vazamento
Foto: Lucas Figueiredo / CBF
A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta sexta-feira (7) o pedido feito pela defesa de Neymar para interromper a investigação que é conduzida contra o jogador por publicar imagens íntimas de Najila Trindade, modelo que o acusa de estupro após encontro em Paris.

Os advogados do atleta alegaram "presença de excludente de ilicitude em fato praticado pelo paciente" na solicitação por um habeas corpus que travasse o inquérito.

O juiz, no entanto, disse que "não se vislumbra qualquer ilegalidade na noticiada apuração criminal".

"Na realidade, trata-se de crime de mera conduta, bastando que o agente pratique os núcleos do referido crime (art. 218, C do CP) para que, em tese, seja configurado o delito. Tal configuração depende da regular tramitação do Inquérito Policial. Por outro lado, ainda não é possível fazer qualquer discernimento em torno de eventual inexistência de conduta dolosa. Acrescente-se que não se percebe qualquer das hipóteses elencadas no §2º do art. 218 C do C, que poderiam acarretar a exclusão da ilicitude. Assim, por não enxergar a presença de ilegalidade ou ilicitude na noticiada apuração policial, indefiro a liminar", disse o despacho de Paulo Roberto Sampaio Jangutta, da 41ª Vara Criminal, do Tribunal de Justiça do RJ.
Bahia Notícias

Agnaldo Timóteo é transferido para UTI no Hospital das Clinicas em São Paulo

Agnaldo Timóteo é transferido para UTI no Hospital das Clinicas em São Paulo
Foto: Divulgação
Após semanas internado no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador, Agnaldo Timóteo está sendo transferido para São Paulo, neste sábado (8). 

De acordo o boletim médico emitido nesta manhã, os familiares do artista conseguiram reservar um leito na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas e o avião para o transporte de Agnaldo tinha previsão de decolagem para as 6h30 deste sábado (8).

Ainda segundo a equipe médica do hospital baiano, “devido aos riscos do transporte, ele foi intubado e colocado em respiração por aparelhos”. O cantor, que não tem plano de saúde, foi transferido para um hospital público de São Paulo por conta da menor distância da família, que vive no Rio de Janeiro.

Na sexta-feira (7), Agnaldo Timóteo teve uma piora e os médicos chegaram a classificar como “quadro é crítico” (clique aqui e saiba mais).

Bahia Notícias

Reforma da Previdência pode repetir Dilma e subir imposto de banco

Sábado, 08 de Junho de 2019 - 09:00


por Folhapress
Reforma da Previdência pode repetir Dilma e subir imposto de banco
Foto: Reprodução/G1
 A equipe que trabalha na elaboração do relatório da reforma da Previdência estuda aumentar a tributação sobre bancos como forma de arrecadar mais para os cofres públicos.A ideia em análise prevê a retomada de uma medida econômica adotada pela ex-presidente Dilma Rousseff, em 2015, quando ela tentou fazer um ajuste nas contas públicas.

Dilma subiu a alíquota da CSLL (contribuição social sobre o lucro líquido) de bancos de 15% para 20%. Mas essa taxação extra perdeu a validade em 31 de dezembro do ano passado.

Ao prever novamente uma taxa de 20%, a expectativa é que o governo possa arrecadar por volta de R$ 5 bilhões por ano.

No começo de maio, o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), declarou que, além de estudar as medidas previstas na proposta de endurecimento das regras de aposentadorias, também poderia propor maneiras de obter mais recursos que reduziriam o rombo previdenciário.

Uma dessas sugestões em estudo é o aumento da tributação sobre o lucro de bancos, que, na avaliação de pessoas envolvidas na elaboração do relatório, não deveria ter expirado.

Dilma elevou a taxação por medida provisória. Mas o plano em discussão é incluir a nova alíquota na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma da Previdência.

Nesta semana, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, e Moreira se reuniram com líderes de partidos na Câmara em busca de mapear o apoio à reforma e ouvir sugestões.

Em encontro com a oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro, Moreira foi questionado por parlamentares do PT sobre a falta de medidas na proposta que atingiriam o “andar de cima”, ou seja, grandes empresas.

Segundo deputados que presenciaram a conversa, o relator insinuou que as mudanças em estudo poderiam surpreender os oposicionistas.

Há, no Senado, um projeto de seis petistas para que a alíquota de 20% seja restabelecida. O argumento é que o lucro dos bancos é muito elevado e essa arrecadação pode ajudar a reduzir as desigualdades sociais.

Retomar a medida de Dilma também tem o aval de técnicos do Ministério da Economia.

A Febraban (Federação dos Bancos) é crítica à diferença de tributação. Em livro em que apresenta suas razões para justificar os altos juros do país, a entidade afirma que a diferença de tributação das instituições financeiras estimula a concentração. Empresas não financeiras pagam 9% de CSLL.

No livro, bancos afirmam ainda que outros setores da economia lucram tanto quanto bancos, mas não sofrem tributação maior.

Alguns técnicos da Câmara, contudo, defendem que a ideia de elevar as receitas do governo por meio de aumento de tributos pode não ser uma boa estratégia. Eles entendem que o assunto pode acabar atrasando a votação da reforma.

Moreira quer apresentar um relatório com mudanças na versão enviada por Bolsonaro, mas ele pretende manter ao menos R$ 1 trilhão de expectativa de economia com uma reforma em dez anos.

A equipe econômica e legislativa continuará trabalhando neste fim de semana para fechar detalhes de uma nova regra de transição para a idade mínima que está sendo estudada.

Uma ala da Câmara avalia que as regras de transição previstas na PEC são muito complexas. Por isso, está em análise uma fórmula que possa valer para os trabalhadores da iniciativa privada e para servidores públicos.

A equipe econômica deve aceitar ainda uma ideia de Moreira para que a pensão por morte não seja inferior a um salário mínimo (R$ 998) quando este benefício for a única fonte de renda da pessoa.

Na versão apresentada por Bolsonaro, há uma nova fórmula de cálculo da pensão que possibilitaria valores abaixo do salário mínimo.
Bahia Notícias

Procedimento do Juizado Especial Cível


Nenhuma descrição de foto disponível.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Mesmo com todo bom relacionamento que sempre mantive e continuo mantendo com o advogado Jadson do Nascimento, recebi de um Leitor essa notícia e, por uma questão de coerência, acho-me na obrigação de publicar.
São notícias iguais a essa que a depender de mim nunca publicaria, porém, a imparcialidade e a credibilidade obrigam-me.


Ontem atiravam pedras, hoje não aceitam ser vidro

                                                            ontem 



Alunos da Zona Rural em Jeremoabo correm risco de vida devido a falta de conservação das estradas.


Que vergonha hein prefeita "anafel", a que ponto chegou a estrada do Hospital?







                                                                  Hoje










Nota da redação deste Blog - Ontem as vidraças de hoje atiravam pedras nas vidraças anteriores(ex-governos Tista de Deda, Pedrinho. Anabel e o Interino), nenhum deles nunca perguntaram se as fotos publicadas o responsável por esse Blog tinha ido ao local apurar, "pois o bom cabrito não berra".

Todos esses que hoje indevidamente reclamam da verdade, eram os primeiros a enviar fotos de todo tipo contra os governos anteriores e ficar pedindo para que fosse publicado.

A mim pouco importa que achem bom ou ruim, o bloco tem conteúdo e credibilidade, tenho que dá satisfação ao LEITORES que são muitos, publicando a verdade, pois não critico empregado, porque empregado não manda em nada, apenas executa o que o prefeito ou o secretário determina.
As fotos não mentem, e serviço mal feito tem que ser realizado novamente, é o meu dinheiro, o seu, do contribuinte jogado fora, temos é que cobrar e reclamar mesmo, prefeito é empregado do povo.
Aos leitores colaboradores e parceiros podem continuar enviando suas fotos, seus áudios e suas reivindicações que publicarei com todo prazer, esse Blog é independente, não depende de politiqueiro.

Para os puxa sacos e oportunistas que hoje com a maior cara de pau pongam com toda falsidade no governo atual, quero dizer que isso chama-se a LEI DO RETORNO, ONTEM VOCÊS ERAM PEDRAS, HOJE QUEIRAM OU NÃO, ESTÃO SENDO VIDROS.
O governo é passageiro, o Blog continua servindo aos sem voz até o tempo determinado por Deus.

Procuradoria levanta propina da Hypermarcas para Paulo Bauer, assessor da Casa Civil


Resultado de imagem para
Defesa de Bauer alega que não há indícios de autoria dos crimes 
Aguirre Talento e André de SouzaO Globo
Em investigação aberta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e remetida este ano para a Justiça Federal de São Paulo, novas evidências foram encontradas sobre pagamentos de propina do grupo Hypermarcas (atual Hypera Pharma) ao ex-senador tucano Paulo Bauer , atual secretário especial da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro .
Após quebrar os sigilos telefônicos dos personagens envolvidos no caso, a PGR teve acesso a trocas de mensagens entre um então assessor de Paulo Bauer, Marcos Moser, e o ex-diretor da Hypermarcas Nelson Mello. Nessas conversas, Moser indica a Mello nomes de empresas para celebrar contratos fictícios que, segundo os investigadores, serviriam para repassar recursos ilegais para o tucano.
MENSAGENS – Em uma das conversas acessadas, Moser pede um aumento no valor do contrato fictício com um escritório de advocacia, de R$ 300 mil para R$ 1,5 milhão. “Nesse mesmo dia, em 01/10/2014, Marcos Moser questionou a Nelson Mello se pode alterar o contrato para 1,5 mi, no que é dado o ‘Ok’ pelo colaborador”, relata a PGR. Nelson Mello também conversou com o assessor parlamentar sobre medidas legislativas de interesse do grupo empresarial.
“As mensagens eletrônicas demonstram que, quando celebrados para favorecer Paulo Bauer, os contratos fictícios firmados para ocultar transferência de vantagens indevidas ao parlamentar investigado tiveram por supostas contratantes a Ycatu Engenharia e Saneamento Ltda., o Instituto Paraná de Pesquisas e Análise de Consumidor Ltda e a Prade & Prade – Advogados Associados”, afirma a PGR.
PRIMEIRA INSTÂNCIA – A investigação contra Bauer começou em junho do ano passado perante o Supremo Tribunal Federal (STF), mas foi remetida neste ano para a primeira instância porque ele perdeu o cargo de senador e, consequentemente, o foro privilegiado.
Mesmo estando sob investigação, em 18 de fevereiro Bauer foi nomeado por Bolsonaro para exercer o cargo de secretário especial para o Senado da Casa Civil, cuja função é realizar a interlocução política com senadores. Pela função, recebe o salário de R$ 17,3 mil.
Além das mensagens eletrônicas, os depoimentos de funcionários dessas empresas também complicaram a situação de Bauer na investigação.
CONTRATO FALSO – No caso da Ycatu, por exemplo, a gestora de contratos Talita Xavier afirmou à Polícia Federal que a empresa não prestou efetivamente serviços ao grupo Hypermarcas, confirmando que o contrato era fictício. O antigo dono da empresa, Nereu Martinelli, ainda confirmou que o contrato com a Hypermarcas surgiu de uma indicação do assessor de Paulo Bauer.
A investigação começou a partir da delação premiada de Nelson Mello, ex-diretor da Hypermarcas. A PGR, porém, entendeu que Mello omitiu fatos criminosos envolvendo Paulo Bauer e só apresentou as informações posteriormente, o que embasou um pedido de cancelamento do seu acordo de delação. Caberá ao ministro do STF Edson Fachin decidir sobre a questão.
Em depoimento à PF em outubro de 2018, Mello relatou pedidos de Bauer para fazer doações eleitorais em 2014. Ele afirmou ter levado as solicitações a João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, dono da Hypermarcas, que teria concordado. Segundo Mello, foram repassados R$ 11,5 milhões ao tucano.
BAUER NEGA – Ouvido pela PF em janeiro, Bauer afirmou já ter conversado com Mello várias vezes, inclusive indicando a ele as empresas que foram contratadas pela Hypermarcas. Mas também disse que, ao contrário das suspeitas levantadas, elas não foram usadas para lhe repassar dinheiro. Também negou ter pedido contribuições à Hypermarcas para sua campanha ao governo de Santa Catarina em 2014, quando ficou em segundo lugar. Ele também disse não ter ajudado a empresa no Congresso em troca de dinheiro.
Procurada, a defesa de Bauer afirmou que os fatos investigados “não são verídicos” e que o delator fez as acusações para obter benefícios legais. Frisa ainda que solicitaram o envio do caso para a Justiça Eleitoral, sob o argumento de que se trata de doações eleitorais. A defesa de Moser afirmou ao STF que “inexiste suspeita contundente” e que não há indícios de autoria dos crimes investigados.

Na política de privatização, uma diferença essencial separa a Petrobras e a Eletrobrás


Imagem relacionada
Eletrobras é uma holding, formada por diversas concessionárias
Pedro do Coutto
Os quatro maiores jornais do país – O Globo, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e Valor – publicaram nas edições de ontem a decisão do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a venda de subsidiárias, tanto da Petrobras quanto da Eletrobras, sem necessidade de lei específica aprovada pelo Congresso Nacional ou mesmo licitação. Na mesma decisão, a Corte sustentou que as empresas-mãe não podem ser negociadas sem lei aprovada pela Câmara e Senado Federal.
Na minha opinião as duas situações jurídicas são bastante diferentes. Como bastante diferentes a negociação de outras subsidiárias existentes no país.
HOLDING – A Petrobrás atua sozinha em vários campos através de subsidiárias. Com a Eletrobrás não é assim. É completamente diferente. Trata-se de um holding. Uma holding formada por Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul. A Eletrobrás tem seu campo de atuação dependente dessas empresas. Além disso, tem presença em sociedades de propósitos específicos. Estas, sim, podem ser vendidas. A Eletrobrás não existe sem Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul. A reportagem de O Globo está assinada por Manuel Ventura, Ramona Ordonez e Bruno Rosa.
A binacional Itaipu situa-se fora de qualquer plano de privatização. Formam também a holding as nucleares Angra 1 e Angra 2. Quanto à Angra 3, motivo de investigação, ainda está em fase de construção. A binacional de Itaipu produz 20% da energia consumida pelo Brasil. A transmissão é através da rede de Furnas, que faz com que Furnas participe com 40% de toda a energia consumida no país.
EMPRESAS-MÃE – Dentro deste panorama, vemos que, curiosamente, Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul podem ser consideradas também empresas mãe. Não se igualam absolutamente com a posição da Petrobras.
A Petrobrás depende de si mesma a Eletrobras depende da performance das quatro outras empresas. O fato de não haver necessidade de licitação para a venda de subsidiárias não elimina a disputa pelo menor preço. Vamos jogar luz para iluminar possíveis sombras.
Furnas, maior unidade do sistema Eletrobrás, não possui ações em bolsa. É uma estatal de capital fechado. O STF – creio eu – talvez tenha de realizar uma sessão específica para dirimir dúvidas que surgem sobre a diferença entre subsidiárias e unidades produtivas. Não devemos navegar no espaço sideral da ilusão financeira. Uma ilusão que seja ótima para as aquisições de subsidiárias.
TURFE ESQUECIDO – Afonso Castilho, que integra a diretoria do Jóquei Clube Brasileiro, informa que há uma semana o jóquei brasileiro Jorge Ricardo sofreu um acidente em corrida na Argentina. Fraturou duas vértebras e quatro costelas. Campeão nos últimos 20 anos, encontra-se perto de treze mil vitórias, recorde mundial.
O turfe está sem cobertura no jornalismo brasileiro.

Em destaque

Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais

  Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais O prefeito de Jeremo...

Mais visitadas