domingo, dezembro 09, 2018

Jamais pensei que Jair Bolsonaro fosse a alma mais honesta, mas votei nele


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Charge do Pelicano (Arquivo Google)
Pedro Meira
Nunca me passou pela cabeça que Jair Bolsonaro fosse a alma mais honesta do Congresso. Já durante a campanha faziam insinuações sobre seu patrimônio imobiliário, sobre seus funcionários, e por aí vai. Votei nele mesmo assim, porque o mais importante era derrotar o PT e sua nêmeses e alma gêmea, o PSDB, que não só praticaram a corrupção em muito maior grau, como corromperam a alma nacional.
Tucanos e petistas são corruptos, mas agem como se tivessem algum mandato divino para governar o país pra sempre, e além disso investir na eterna quimera de toda esquerda, a de fabricar um “homem novo”.
LULA E FHC – O “homem novo” petista-tucano idolatrará Lula e FHC, votará em seus candidatos, aceitará os abusos de seus governos, e se preocupará apenas com demandas politicamente corretas, enquanto o país vai pro brejo, se orgulhará dos gastos bilionários para enriquecer empreiteiros e pseudo-empreendedores do glorioso novo Maracanã, “modernizado” para ficar mais caro e com menos assentos.
Ao mesmo tempo, aceitará a criminalidade crescente e a deterioração dos serviços públicos básicos como fardos da “modernidade”, e acreditará que os problemas do país se resolverão espalhando por aí clínicas de aborto para que os pobres não tenham taxas de natalidade ‘subsaarianas’, como pretendia aquele ícone “progressista”, o Sérgio Cabral, um dos nossos futuros presidentes.
QUALQUER OUTRO – Eu preferia que o Brasil tivesse tido qualquer outro governo que não dos tucanos ou dos petistas, mesmo que fosse tão corrupto quanto. Um Maluf ou ACM na presidência não teriam feito tanto mal ao Brasil quanto FHC e Lula, eram menos pretensiosos.
Teria votado em qualquer um contra PT e PSDB, até em alguém tão corrupto quanto o Maluf. Pelo menos para que alguma coisa na aparência. Basta da sinalização de virtude petista-tucana. Também teria votado num Olavo de Carvalho, a quem acho um maluco completo.
Um governo um pouco menos corrupto já seria um progresso. Mas a desintoxicação da propaganda conjunta tucano-petista já seria uma vantagem. Mesmo que todos sejam corruptos, pra que manter o PT pra sempre no poder? Por um assistencialismo que o país nem vai conseguir sustentar por muito tempo, do jeito que as coisas vão?

sábado, dezembro 08, 2018

Jornal chinês diz que problema do Brasil é que brasileiro não gosta de trabalhar


Editorial do 'Global Times' compara o desenvolvimento industrial chinês com o brasileiro. — Foto: Reprodução/Global Times
“Global Times” diz que a China não se compara ao Brasil
Duarte Bertolini
O jornalista Fernando Albrecht, que tem blog e coluna no Jornal do Comércio, reproduz parcialmente um artigo do “The New York Times” sobre Brasil e China. Não tive tempo de procurar o original, mas o resumo achei no mínimo desafiador para um artigo ou debate aqui na “Tribuna da Internet”. A princípio, pensei em simplesmente incluir nos comentários, mas depois cheguei à conclusão de que seria melhor repassar ao Editor da TI, para analisar e verificar se não merece uma discussão maior, porque provavelmente o texto ficaria esquecido em meio ao grande número de comentários.
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PARA CHINÊS VER
Fernando Albrecht 
   (Jornal do Comércio)

Resumo da ópera. O New York Times publicou uma matéria comparando o Brasil com os Estados Unidos, mas não no bom sentido. Os chineses, segundo o NYT, têm os mesmos problemas que nós e ambos correm o risco de “não chegar lá”, no popular. No texto do NYT, o artigo diz que os deuses, antes de destruir um país, o qualificam como “país do futuro”.
Com os brios feridos, o editorialista Ding Gang, no Global Times, um dos produtos internacionais do People’s Daily, o jornal oficial do Partido Comunista Chinês, publicou um arrazoado negando o mérito da comparação. E na briga entre mar e rochedo, sobrou para o Brasil. Leia abaixo trechos do editorial do jornal do PCC. Dang morou três anos no Brasil.
“A cultura brasileira faz o País ser inapto para a manufatura, e a população brasileira não está disposta a ser trabalhadora como a chinesa”, escreveu Dang, que diz ter “entendido bem” os motivos da perda de força da economia nacional.
“De fato, o Brasil nunca teve uma indústria manufatureira forte e sofisticada. Mas a questão básica é por qual motivo a China atingiu sua industrialização, enquanto o Brasil a abandonou e foi para a direção oposta? Isso não é apenas uma questão de economia ou instituição, mas de cultura”, argumenta o chinês.
“A cultura é o fator mais importante para atingir a industrialização. Isso inclui como as pessoas encaram seu trabalho, família, educação das crianças e acúmulo de riqueza”, disse. “Pode soar racista diferenciar o desenvolvimento baseado em cultura”, escreveu. “Mas, depois de ter morado no Brasil, você descobre a resposta. Os brasileiros não estão dispostos a ser tão diligentes e trabalhadores como os chineses. Nem valorizam a poupança para as próximas gerações, como fazem os chineses”, indicou. “Ainda assim, eles exigem os mesmos benefícios e bem-estar dos países desenvolvidos”, disse.
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P.S.
 – Alguém aí na TI, que conheça a nossa realidade e esteja vacinado contra o nacionalismo mórbido, discordaria do editorialista chinês? (D.B.)

Fala de Bolsonaro não exime motorista de explicar o R$ 1,2 milhão, diz Mourão


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Mourão diz que as explicações têm de ser convincentes
Deu na Rádio GaúchaZH
O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou neste sábado (dia 8) que precisa ser explicado imediatamente o caso do ex-motorista do senador eleito e deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Fabrício Queiroz, que foi citado em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Ele teria movimentado cerca de R$ 1,2 milhão no período de um ano para contas da família Bolsonaro.
“O ex-motorista, que conheço como Queiroz, precisa dizer de onde saiu esse dinheiro. O Coaf rastreia tudo. Algo tem, aí precisa explicar a transação, tem que dizer” – afirmou Mourão, em entrevista à colunista Andréia Sadi, publicada em seu blog no portal G1.
EXCELENTE SOLDADO – Queiroz foi soldado do general Mourão em 1987, ano em que deixou as Forças Armadas. Quando perguntado sobre o desempenho dele no Exército, o general o definiu como um “excelente soldado”.
Mourão também se manifestou sobre a explicação de Jair Bolsonaro, que afirmou que as transações foram parte de um empréstimo. Segundo o general, a justificativa do presidente eleito não exime Queiroz de prestar esclarecimento “agora”. Ele também defendeu que o governo dê explicações sempre à sociedade, “senão fica parecendo que está escondendo algo”.
A afirmação foi feita após ser questionado sobre a postura do futuro ministro Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se irritou com jornalistas na última sexta-feira (7) ao ser perguntado sobre o assunto.
ONYX ESTRESSADO – “Ele está estressado. Quando responde daquele jeito, parece que tem culpa no cartório. Quando me perguntam, eu respondo claramente, com tranquilidade. Temos que falar”- disse.
Sobre a diferença do desgaste e da necessidade de explicações por parte do governo em relação aos casos de Onyx Lorezoni – que já admitiu ter recebido caixa 2 – e o caso envolvendo o ex-motorista, que depositou R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, Mourão respondeu que são casos diferentes:
“No caso do Onyx, o dinheiro foi na conta dele. Bolsonaro já explicou o motivo pelo qual foi para a conta de Michelle” — afirmou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Este é o Mourão que o Bolsonaro proibiu de dar entrevistas, segundo O Globo, que ainda não se retratou da “fake news”(C.N.)

Atuação de Lewandowski no avião certamente envergonhou muitos brasileiros


O ministro Ricardo Lewandowski ao ser filmado e interpelado em voo pelo advogado Cristiano Caiado de Acioli
Ricardo Bolsonaro, na primeira fila do voo da discórdia
Hélio SchwartsmanFolha
É perfeitamente razoável sentir vergonha de ser brasileiro. Motivos para isso não faltam, e eles são inteiramente subjetivos. Pode ser o 7 a 1 para a Alemanha em 2014, a eleição de Lula em 2002 ou a de Bolsonaro em 2018. Pode ser a performance da cantora Anitta ou a atuação do STF. Comunicar o sentimento de embaraço a quem quer que seja não é nem pode ser um crime.
Não há muita dúvida de que o advogado Cristiano Caiado de Acioli foi grosseiro e inoportuno ao abordar o ministro Ricardo Lewandowski dizendo sentir vergonha de ser brasileiro por causa do STF. Pode-se vislumbrar na atitude do causídico até um animus provocandi, já que ele cuidou de registrar imagens e áudio de sua discussão com o ministro. Ainda assim, se o vídeo do incidente não contém omissões nem edições, tudo o que houve foi apenas falta de educação.
Afirmar sentir vergonha de alguém ou de alguma coisa não constitui ofensa à honra objetiva, excluindo desde logo a ocorrência dos crimes de calúnia e difamação. Poderia ser um caso de injúria, que lida com a honra subjetiva. Mas, como o objeto da crítica foi a corte, que por não ser pessoa natural não tem honra subjetiva a ser preservada, fica difícil classificar a conduta do advogado como delituosa.
QUESTIÚNCULA – Se alguém extrapolou nesse episódio, parece-me ter sido Lewandowski, ao mobilizar a Polícia Federal para tratar de uma questiúncula que dizia respeito mais a seu ego ferido do que ao interesse público.
Eu preferiria viver num mundo onde todos se comportassem como lordes ingleses, deixando fleugmaticamente os outros em paz. Mas vivemos num planeta em que as pessoas são inurbanas, inconvenientes e se provocam por razões ideológicas. Tudo isso precisa ser tolerado num regime que valoriza as liberdades, como é o nosso.
Não dá para o STF pontificar sobre a liberdade de expressão, se seus ministros não aguentam uma crítica mais veemente ou ardilosa.

Sob influência de Bolsonaro, o Brasil apoiou Israel na ONU, mas foi derrotado


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A votação destinava-se a condenar o Hamas palestino
Jamil ChadeEstadão
Abandonando a tradicional posição do Brasil em votações sobre o conflito israelo-palestino, o Itamaraty votou ao lado de Israel e dos Estados Unidos em uma resolução na ONU.  O voto ocorreu na noite de quinta-feira e era uma iniciativa americana para condenar o Hamas por disparar mísseis contra Israel. A resolução não passou na Assembleia Geral das Nações Unidas.
Para que fosse aprovada, ela precisaria de dois terços dos votos. Mas conseguiu 87 apoios, contra 57 países que rejeitaram a resolução, além de 33 abstenções. Nikki Haley, a embaixadora americana, era a principal promotora do texto que seria o primeiro a condenar o Hamas, se fosse aprovado.
TRUMP DERROTADO – Sua derrota, porém, foi considerada pelo Hamas como um “golpe” contra o governo de Donald Trump. Nas redes sociais, seu porta-voz, Sami Zahri, indicou que o resultado “confirma a legitimidade nossa resistência”. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, ainda assim comemorou, indicando que essa havia sido a primeira vez que tantos países saíram ao apoio de seus interesses.
O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, disse que a resolução apenas foi derrotada por conta de uma mudança no processo de votação. Momentos antes do voto, foi estabelecido que seriam necessários dois terços de apoio para que o texto fosse aprovado.
Haley não poupou críticas à manobra, acusou governos de estarem apoiando o terrorismo e alertou que a mudança no voto tinha “como única finalidade impedir a aprovação da resolução”.
EDUARDO BOLSONARO – Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro insinuou que a mudança no voto brasileiro já era o resultado da visão do novo governo e do chanceler Ernesto Araújo. “Foi a primeira vez que o Brasil votou a favor de Israel contra grupos terroristas”, escreveu o filho do presidente eleito. Na mensagem, ele manda seus “parabéns” para Haley, ao Itamaraty e a Araujo. “O Brasil vai deixar de ser um anão diplomático”, escreveu, numa referência a uma crítica que o governo israelense havia lançado contra o Brasil há poucos anos. Argentina, Uruguai e Chile também votaram a favor do texto.
Tradicionalmente, o Brasil optava por um apoio aos palestinos ou, em alguns casos, pela abstenção. O argumento era de que o governo agia conforme o “direito internacional”. A postura prevaleceu nos governos de José Sarney, Fernando Collor de Melo, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e, até ontem, na gestão de Michel Temer.
JERUSÁLEM – Mesmo em dezembro de 2017, o governo Temer foi um dos 128 países que apoiou uma resolução na ONU condenando a decisão de Donald Trump de transladar sua capital em Israel para Jerusalém. Segundo o texto aprovado, uma decisão de qualquer governo questionando o status da cidade deve ser considera como “nula e inválida”.
Já em outras resoluções apresentadas por Israel sobre outros assuntos como tecnologia e desenvolvimento, porém, o Brasil já havia apoiado o governo de Tel Aviv na ONU. Considerado como uma entidade terrorista por europeus e americanos, o Hamas emitiu um alerta ao governo brasileiro quando foi anunciado que o Bolsonaro pretende mudar a embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.
PASSO HOSTIL – Nas redes sociais, o grupo Hamas, que está no poder em Gaza e é acusado de radicalismo, deixou claro que não vê com bons olhos a decisão do Brasil. “Rejeitamos a decisão do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, de mover a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém e pedimos que ele abandone sua decisão”, declarou o porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri.
Para ele, a iniciativa é um “passo hostil ao povo palestino”.

Ex-motorista de Flávio Bolsonaro chegou a fazer cinco saques num só dia


O ex-assessor parlamentar e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz em foto ao lado de Jair Bolsonaro. A imagem foi publicada no Instagram do ex-auxiliar em 21 de janeiro de 2013
Ex-motorista era amigo intimo de toda a família Bolsonaro
Italo NogueiraFolha
O ex-motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) fez 176 saques de dinheiro em espécie de sua conta em 2016. A movimentação dá uma média de uma retirada a cada dois dias. No dia 10 de agosto de 2016, por exemplo, Queiroz fez cinco retiradas que, somadas, dão R$ 18.450. Todos os saques foram em valores abaixo de R$ 10 mil, a partir do qual o Coaf alerta automaticamente as autoridades fiscais.
O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontou uma movimentação financeira atípica de R$ 1,2 milhão do ex-assessor parlamentar e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz naquele ano. Esse valor inclui tanto saques como transferências, créditos em suas contas, entre outras operações.
RETIRADAS – Cerca de um quarto do valor suspeito (R$ 324,8 mil) foi movimentado por meio de saques. Foram retiradas que variavam de R$ 100 a R$ 14.000.
Houve ainda 59 depósitos em dinheiro vivo na conta do policial militar. As entradas variam de R$ 400 a R$ 12.700.
Procuradores afirmam que o uso de dinheiro vivo em transações bancárias costuma ter como objetivo ocultar o destinatário ou remetente dos recursos. A prática dificulta a identificação dos responsáveis pelas transações.
RELATÓRIO – As informações fazem parte do relatório do Coaf da Operação Furna da Onça, que prendeu dez deputados estaduais do Rio de Janeiro. O Ministério Público Federal solicitou ao órgão de controle financeiro os casos de movimentação atípica envolvendo funcionários da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
Os dados sobre o policial militar chamaram a atenção por, entre outros motivos, registrar “movimentações em espécie realizadas por clientes cujas atividades possuam como característica a utilização de outros instrumentos de transferência de recursos”.
Queiroz também apresentou, para o Coaf, “movimentação de recursos incompatível com o patrimônio, a atividade econômica ou a ocupação profissional e a capacidade financeira”. De acordo com o órgão financeiro, ele tinha uma renda de R$ 23 mil mensais e um patrimônio de cerca de R$ 700 mil.
POR ENQUANTO – Nem Flávio Bolsonaro, deputado estadual, nem Queiroz são alvo de investigações. A Procuradoria ressaltou que a identificação de movimentação atípica não configura um ilícito por si só.
Boa parte das movimentações financeiras em que a outra parte é identificada se refere a transações com membros do próprio gabinete de Flávio Bolsonaro. Sete nomes que constam do relatório fizeram parte da equipe do deputado estadual.
Três são parentes de Queiroz. Estão na lista Marcia Oliveira de Aguiar (mulher), Nathalia Melo de Queiroz e Evelyn Melo de Queiroz (filhas). Todas também integraram em algum momento o gabinete de Flávio Bolsonaro.
PERSONAL TRAINER – A partir de dezembro de 2016, Nathalia saiu da Alerj para integrar a equipe do hoje presidente eleito, Jair Bolsonaro, na Câmara dos Deputados. Ela se desligou do cargo em outubro deste ano, na mesma data em que o pai deixou o gabinete do senador eleito.
Conhecida como personal trainer de famosos como os atores Bruno Gagliasso e Bruna Marquezine, Nathalia repassou quase todo o salário que recebeu naquele ano para o pai. Foram R$ 84,1 mil repassados para o policial militar.
Uma das movimentações registradas também se refere à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ela foi a favorecida de um cheque de R$ 24 mil do ex-assessor parlamentar.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
Cada vez a coisa fica mais enrolada. Esse motorista e assessor oriundo da PM está se revelando um tremendo 171, que desfrutava da confiança total do clã Bolsonaro, inclusive da primeira-dama Michelle. As explicações são infantis. É tudo muito desagradável e decepcionante, quando se descobre que na política brasileira praticamente não há exceções, até o “mito” está sendo desmitificado. É muito triste chegar a essa conclusão óbvia.(C.N.)

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