sexta-feira, dezembro 07, 2018

Piada do Ano!: Temer diz que não se preocupa com processos e inquéritos


O presidente Michel Temer, no Palácio da Alvorada, durante encontro com jornalistas de veículos estrangeiros — Foto: Marcos Corrêa/PR
Temer ofereceu um belo café da manhã aos correspondentes
João Cláudio Netto e Luiz Felipe BarbiériTV Globo e G1
O presidente Michel Temer disse que “tentaram desgraçar” a vida dele desde que assumiu o Palácio do Planalto e afirmou não se preocupar com os processos que terá de enfrentar na Justiça após o fim do mandato. Temer deu as declarações no Palácio da Alvorada, em Brasília, após participar de um encontro com jornalistas de veículos estrangeiros.
“Quando eu cheguei à Presidência, tentaram desgraçar a minha vida. E foi uma campanha feroz , uma campanha das pessoas se dedicarem, assim, 18 horas por dia. ‘Vamos derrubar esse sujeito aí’. Não conseguiram. Nesse sentido me sinto injustiçado”, afirmou.
AÇÕES E INQUÉRITOS – O mandato de Temer na Presidência acaba em 31 de dezembro. Isso porque em 1º de janeiro começará o mandato do presidente eleito Jair Bolsonaro. Quando deixar o Palácio do Planalto, Temer terá de enfrentar alguns processos na Justiça. No ano passado, ele foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) duas vezes.
Na primeira denúncia, o crime atribuído a ele foi corrupção passiva; na segunda, os crimes foram organização criminosa e obstrução de Justiça.
Nos dois casos, a Câmara dos Deputados rejeitou o prosseguimento dos processos ao STF e, com isso, o os processos ficarão parados até Temer deixar a Presidência. A partir de janeiro, os casos deverão ser remetidos à primeira instância da Justiça porque o presidente perderá o direito ao foro privilegiado.
ESTÁ “TRANQUILO” – “Eles [processos] vão para o primeiro grau. É tranquilo, não tenho a menor preocupação, são coisas tão estapafúrdias que uma mente jurídica mais acurada, menos apaixonada, vai olhar aquilo e vai dizer: ‘Essas tais denúncias aí são pífias, não é’. Portanto, eu não tenho a menor preocupação com isso”, disse.
Temer também é investigado no inquérito que apura supostos repasses ilícitos da Odebrecht a políticos do MDB e no inquérito que apura se empresas pagaram propina na edição de um decreto relacionado ao setor portuário. Temer nega todas as acusações e afirma que não cometeu irregularidades.
QUERIAM ‘DERRUBÁ-LO’ – Ainda na entrevista desta quinta-feira, Temer afirmou que “fizeram e aconteceram” para tentar “derrubá-lo” da Presidência da República. Na opinião dele, a tentativa não foi derrubá-lo politicamente, mas, sim, moralmente.
“Fizeram e aconteceram para tentar me derrubar. E não me derrubar politicamente, porque na política eu tenho muita estrada e não tenho problema. O que mais me chateou foi a história do plano moral”, afirmou.
OUTROS TEMAS – Saiba outros temas abordados por Temer na entrevista:
Governo Bolsonaro: “Eu acho que o governo Bolsonaro vai dar certo. […] Uma coisa era o que se falava na campanha, outra coisa é aquilo que se pratica quando se quase se assume o governo. Volto a dizer, eu tenho a mais absoluta convicção de que ele vai se apoiar nas teses democráticas que regem o nosso país, tenho absoluta convicção”.
‘Fora, Temer’: “Um dia até alguém me perguntava aqui numa reunião de investidores, eu tive um almoço com investidores, eram 26, 27. E um deles me perguntou ‘O que que o senhor vai mais sentir falta quando sair?’ Eu disse: ‘Vou sentir falta do ‘Fora, Temer’ porque significava que eu estava dentro”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É claro que a declaração é tipo Piada do Ano. Temer morre de medo de ser preso. Mas a possibilidade é remota, porque ele já está disposto a imitar Maluf, Padilha  e Picciani, passando a também usar fraldas geriátricas. Como dizia Ibrahim Sued, em sociedade tudo se sabe. (C.N.)

Brasil está sendo desnacionalizado e os militares fingem que não sabem de nada


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Charge do Newton Silva (newtonsilva.com)
Milton Vieira de Souza Lima
Há muitos brasileiros que consideram idiotice defender nacionalismo. Claro que não devemos ser bitolados/xenófobos. Penso que devemos ser nacionalistas, sim, no sentido de defender o que é nosso para o bem de nosso povo em primeiríssimo plano, prestigiar a empresa nacional (que gera dinheiro aqui e que é investido aqui) e não permitir que sejamos explorados. Sou a favor de privatizações de empresas de áreas não estratégicas. Entretanto não vejo com bons olhos a desnacionalização da Economia de forma desmedida. Não quero me estender com meus pontos de vista.
Para reflexão sobre nacionalismo e liberalismo quero colocar aqui parte do pronunciamento do Desembargador Pedro Vals Feu Rosa, feito por ocasião da abertura do XXV Curso de Política e Estratégia da ADESG – ES (01/07/2010). É impressionante.
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A DESNACIONALIZAÇÃO DO BRASIL
Pedro Vals Feu Rosa
Rússia, Índia e China trataram de fortalecer seus respectivos parques industriais e tecnológicos nacionais, enquanto que nós fizemos o oposto, vendendo para estrangeiros algumas de nossas melhores empresas. Nominalmente, não produzimos sequer uma calculadora de bolso, pois falta-nos até mesmo uma fábrica de chips. Somos meros montadores de aparelhos eletrônicos.
E é assim que o documento norte-americano sugere que a participação do Brasil no BRIC será a de sediar conversas e negociações lá no Rio de Janeiro, onde a atmosfera é mais amena e o carnaval está chegando.
Concluiu-se, ainda, que o Brasil, após 2020, deverá ser um dos grandes exportadores de petróleo e de produtos agrícolas do planeta, o que robusteceria profundamente sua economia; também confere: basicamente é a continuação da economia extrativista que há 500 anos retira do Brasil riquezas naturais a preço de banana em troca de bens industrializados importados a peso de ouro.
ABERTURA DOS PORTOS – Sobre este aspecto, as gerações contemporâneas, na ansiedade de agradar o capitalismo estrangeiro, engendraram uma segunda “abertura dos portos” – esta última, entretanto, de resultados calamitosos para um país que pretende se desenvolver.
Em verdade, o processo de desnacionalização da economia que se promoveu no nosso país, até onde pesquisei, não encontra paralelo no planeta! Citarei um pequeno exemplo: há coisa de um ou dois anos planejou-se vender uma das maiores empresas privadas da França a um grupo norte-americano – um negócio absolutamente lícito.
Mas eis que os Poderes constituídos daquele país, de forma aberta e frontal, anunciaram ser aquela empresa uma jóia do país, que não poderia ser vendida, e que tudo fariam para impedir o avanço das negociações. O resultado: a empresa continua francesa, e agora revitalizada. Em nosso país o processo histórico contemporâneo foi diferente: Venda-se! Entregue-se!
COMPRANDO TUDO… – Nos últimos anos, incríveis 60% das empresas brasileiras negociadas foram parar nas mãos de estrangeiros. Foi assim que chegamos no insólito país cujos habitantes compram o leite de suas próprias vacas, a água mineral de suas próprias nascentes e a maioria dos produtos de sua própria terra de empresas estrangeiras aqui instaladas.
Da indústria alimentícia à mineração, da comunicação à siderurgia, dos transportes à energia, o que o Brasil possuía de melhor foi vendido a grupos estrangeiros. Um país não pode se desenvolver verdadeiramente sob tais condições.
Em verdade, vejo sustentando nossa aparente pujança o remeter para fora, a preços aviltantes, riquezas as mais preciosas que temos a maioria delas de natureza não-renovável.
DILAPIDAÇÃO – A conta desta cegueira já começará a ser paga pela próxima geração – no ritmo atual de extrativismo, que a cada dia só aumenta, daqui a 82 anos não teremos mais minério de ferro para exportar.
Nosso níquel só durará mais 116 anos, o chumbo 96, o nióbio apenas mais 35 anos, o estanho 80, os diamantes 123 e o ouro míseros 43. Sim, o Brasil da Serra Pelada será importador de ouro daqui a mínimos 43 anos!
Dizem alguns que o Brasil cresceu nas últimas décadas. Fico a me perguntar, e vai aí uma grande pergunta, quem tem crescido verdadeiramente – se o Brasil, exportador cada vez maior de riquezas em sua maioria não-renováveis, ou se empresas aqui instaladas, com alguns poucos e evidentes reflexos positivos no nosso dia-a-dia e nas contas nacionais. Confesso não ter encontrado, ainda, resposta a esta pergunta.
PARQUE AGRÍCOLA – Permito-me, concluindo este raciocínio, apontar o exemplo do parque agrícola do sul do Brasil. Éramos grandes e poderosos plantadores e exportadores de soja, trigo etc. E eis que, dentro da nossa macro-política histórica de internacionalização da economia, abrimos nossas fronteiras aos concorrentes argentinos.
Ganharam eles, que praticamente levaram à miséria os agricultores dos estados do sul. A quem disser que “em compensação passamos a exportar mais para lá”, e que graças a isto crescemos, responderia que, após consultar a pauta de nossas exportações, constatei que a maior parte dela é de produtos fabricados por empresas estrangeiras aqui instaladas.
Em uma frase: sacrificamos nossa agricultura a troco de enriquecermos empresas estrangeiras. Ouso perguntar: isto é crescimento real, sólido e consistente?
DESINDUSTRIALIZAÇÃO – O fato é que nossa geração abriu mão de desenvolver um parque industrial próprio, desnacionalizou nossas mais importantes empresas, e está a consumir inebriadamente as maiores riquezas não-renováveis que a natureza nos ofereceu.
Temos assistido complacentemente o capital estrangeiro se apropriar de serviços e riquezas do Brasil de forma antes só concebível em alguns indefesos países africanos. Que a história nos seja misericordiosa, pois que nossa responsabilidade é imensa – afinal, somos nós, a elite do país, os detentores de recursos muito poderosos, hábeis a eliminar ou atenuar estas ameaças.
Parece incrível, mas vergonhosamente empresas estrangeiras já são responsáveis por 70% de nossas exportações de soja, 15% das de laranja, 13% de frango, 6,5% de açúcar e álcool e 30% das de café! Isto já sangra o Brasil em mais de US$ 12 bilhões a cada ano só a título de remessa de lucros.
MEDRIOCRIDADE – Diante desta vergonha fico a pensar nos grandes vultos que, com sacrifício, nos entregaram o Brasil grande que recebemos se contorcendo em suas tumbas, rubros de indignação e revolta com nossa fraqueza e mediocridade. E fico a temer pela cobrança das gerações seguintes, que estão por receber de nossas mãos um país loteado, retalhado, quase que vendido.
Não se diga, cinicamente, em nossa defesa, que a culpa foi do povo. Jamais. Este está lá, padecendo nas íngremes encostas dos nossos morros, trabalhando de sol a sol, semeando e colhendo quase sempre sem apoio algum. Este povo humilde, se algo der errado, terá sido vítima, jamais culpado.
NOSSA CULPA – A culpa tem sido, é e será nossa. Nós, autoridades, empresários e formadores de opinião somos os responsáveis. Aliás, não somos. Fomos.
Digo isto porque já não vejo condições de o Brasil sair de uma era que talvez no futuro seja batizada por algum historiador de “Período de Internacionalização”, “Era da Alienação”, ou seja lá o que for, para nosso desdouro.
É fato: sem que tenhamos percebido, acabamos de passar por uma das “encruzilhadas da História”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Grato pelo texto, Milton Souza Lima (um sobrenome que prezo muito).Tudo isso foi dito na Escola Superior de Guerra. Ao que parece, os militares ouviram, mas não escutaram. Os militares hoje não são nacionalistas, apenas tiram uma onda, quando é cantado o Hino Nacional. Na verdade, os militares são tão medíocres quanto os civis. Quando vejo as declarações do futuro chanceler, tenho vontade de vomitar. É mais americanista do que os cadetes de West Point. (C.N.)

Presidente Bolsonaro, não seria melhor se livrar logo do Onyx Lorenzoni?

Presidente Bolsonaro, não seria melhor se livrar logo do Onyx Lorenzoni?

O novo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante evento em Brasília Foto: Jorge William / Agência O Globo
Onyx perdeu a linha na entrevista coletiva e abandonou a sala
Jorge Béja
No artigo aqui publicado na Tribuna da Internet em 28 de outubro de 2018 (“Meu nome é Jair Messias Bolsonaro. Podem me chamar de presidente”), logo após à proclamação do resultado final da eleição presidencial, artigo um tanto longo, dividido com muitos subtítulos que nosso editor Carlos Newton teve o cuidado de elaborar (“Um medicamento”, “Surge Francisco”, “Clair de Lune”, “Francisco de Assis”, “Um Democrata”, “Seja Enérgico”, “Pelo Povo”, “Equipes Médicas”, “Sem Conchavos”, “Adversário”). Neste último subtítulo (“Adversário”), lá no final, após saudar Bolsonaro pela vitória, aconselhei:
“Se puder, traga sempre em seu poder, no corpo ou na roupa, a pedra ônix, mas a verdadeira, a autêntica. É pedra poderosa. Limpa, energiza e seus efeitos são terapêuticos. Não é superstição. Não é “fake”. É verdade da Ciência Esotérica e da Ciência Holística. Mas todo cuidado é pouco. Se a ônix que o senhor venha usar for pedra falsa, imitação da verdadeira, os efeitos são opostos. Derruba e destrói quem a carrega. Saúde, muita saúde e paz, presidente Jair Messias Bolsonaro”.
UMA REFERÊNCIA – A menção à pedra era uma referência ao todo-poderoso Onyx Lorenzoni, que Bolsonaro escolheu como seu homem de confiança e para ministro-chefe da Casa Civil. Ônix, ônyx ou onyx  (com ou sem circunflexo, com ou sem i ou y, é tudo a mesma coisa).
Mas nesta tarde de sexta-feira, 7 de dezembro de 2018, o Onyx Lorenzoni foi muito  mal-educado com um jornalista e, consequentemente, com todos nós brasileiros. Os jornalistas fazem aos políticos e autoridades que entrevistam as perguntas que o povo gostaria de fazer. Pois não é que Onyx perdeu as estribeiras, perdeu a diplomacia (se é que algum dia a teve) e foi extremamente grosseiro e agressivo com um dos muitos jornalistas que o entrevistavam a respeito do relatório do Coaf que aponta movimentação financeira extravagante na conta de um ex-servidor ou ex-assessor de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro!. Isso mesmo, quase quase partiu para a briga.
CUIDADO, JAIR – Não é assim, Onyx. E cuidado, presidente Bolsonaro. Essa pedra pode não ser a verdadeira. E parece ser a falsa, de efeitos maléficos, que derruba e destrói quem a carrega. Não seria melhor, desde logo, se livrar dela? Ou dele? Se esta foi a primeira de outras reações iguais, ainda nem começou o governo e Bolsonaro já começa mal.
E uma das consequências será o auto-afastamento de Sérgio Moro. O ex-juiz é reto, sério, centrado, sereno. E não se sentirá confortável entre pessoas que dele destoam, tal como este Ônyx que hoje se revelou por inteiro, tão grosseiro foi. Ou naturalmente é.

Parabéns por esses 100 anos bem vividos

A imagem pode conter: 5 pessoas, incluindo Tatiana Martins Burgos, pessoas sorrindo, pessoas em pé e texto

Que Deus abençoe seu dia e seu novo ano de vida. Quero aproveitar este momento especial para dizer que você é uma pessoa incrível!

Espero que possa aproveitar seu aniversário com toda alegria e felicidade do mundo. Completar mais um ano de vida é sempre um momento mágico e deve ser vivido com muita intensidade!

Seja feliz e tenha um ótimo aniversário!


Esclarecimentos Sobre os Cargos Comissionados

Por
 Observatório da Gestão Pública

Com a nossa publicação da semana passada sobre “Os cargos de confiança de Vinicius Camarinha” o assunto tomou os noticiários da cidade. Então, devemos esclarecer alguns pontos. Primeiramente, vamos entender o que são os cargos comissionados e funções de confiança. Eles são definidos no inciso V, do art. 37 da carta Constitucional:
V – as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira, nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento;
Como vemos no artigo citado acima, as funções de confiança, só podem ser exercidas por servidores com cargos efetivos, ou seja, que passaram por concursos municipais e já trabalham na prefeitura. Assim quando recebessem um cargo de confiança, teriam outras atribuições e salários diferentes dos estipulados nos seus respectivos contratos. Já os cargos comissionados podem ser ocupados por servidores de carreira, ou seja, são cargos ocupados por pessoas de confiança do gestor, geralmente escolhido por sua qualificação pessoal relacionada com o cargo a ser assumido. A Prefeitura não tem um número específico de quantas funções de confiança e comissionados podem ser dispostos em um mandado, porém há um máximo de quanto podem gastar com a folha de pagamento. Como vemos no art. 20, III, da Lei complementar 101 os gastos podem ser de no máximo:
III – na esfera municipal:
a) 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver;
b) 54% (cinqüenta e quatro por cento) para o Executivo.
Sendo assim a quantidade cabe a organização administrativa de cada poder. E para evitar que mais desonestidade ‘sobrevoe’ a administração pública, foi aprovada a Súmula Vinculante nº 13 pelo Supremo Tribunal Federal, que visa impedir que cônjuges e parentes até 3º grau sejam nomeados para ocupação de cargos em comissão. Ajudando a coibir tal atitude bastante usada em várias administrações.
No entanto, fica a dúvida, é certo existir os cargos comissionados? Qual a vantagem deles e benefícios para a população? Já que muitas vezes os indicados pra tal cargo não possuem a devida preparação e competência profissional exigida para o cargo, sendo nomeado para tal apenas por troca de favores ou porque é parente do atual administrador. Isso quando o funcionário realmente trabalha, porque muitas vezes esses postos são apenas de faixada para o sujeito ganhar dinheiro fácil. O que acaba prejudicando os funcionários concursados, que “ralaram” para conseguir passar nos concursos, para, em sua maioria, receber menos que os comissionados e trabalhar mais e prejudicando a própria população, por serviços mal prestados. Todavia, pior que isso foi a Prefeitura se orgulhando de ter nomeado menos cargos do que a antiga administração, como se o tanto de cargos que tem já não fosse motivos suficientes para desaprovação. Outra coisa que nos questionamos, é se todos os cargos comissionados da Prefeitura são de servidores que passaram por concurso, assim como manda a lei.
Quanto menos a Prefeitura gasta com cargos assim, mais dinheiro poderá ser revertido para obras públicas, que beneficiarão toda a população. Pois, muitas vezes o que falta são os administradores públicos seguirem os princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência na hora de nomear tais cargos, o que deixa toda essa história pior ainda.
De acordo com a Lei de Acesso à Informação, Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, as informações sobre nomeações de cargos comissionados e de confiança devem ser publicadas no site de transparência da Prefeitura para acompanhamento e esclarecimento da população como vemos aqui:
Art. 1ºParágrafo único.  Subordinam-se ao regime desta Lei:
I – os órgãos públicos integrantes da administração direta dos Poderes Executivo, Legislativo, incluindo as Cortes de Contas, e Judiciário e do Ministério Público;
Art. 3o  Os procedimentos previstos nesta Lei destinam-se a assegurar o direito fundamental de acesso à informação e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes:
II – divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações;
III – utilização de meios de comunicação viabilizados pela tecnologia da informação;
IV – fomento ao desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública;
Entretanto, em Marília isso não vem ocorrendo. Foi preciso uma minuciosa investigação para descoberta de tais informações. Não havia, até semana passada, uma lista clara e oficial, somente informações dispersas nos Diários Oficiais sendo assim, como o cidadão mariliense se informaria sobre este assunto?  Qual mariliense teria a “paciência” de analisar 142 Diários Oficiais e reunir estas informações? Parece até que quanto mais difícil for para população saber sobre isso, melhor.
Assim, após divulgarmos a lista elaborada com base nos Diários Oficiais, a Prefeitura “decidiu” atender um pedido antigo da Matra e mostrar a quantidade de comissionados que possui. Todavia, essa lista da administração não aponta os salários destes cargos, nem os cargos das três autarquias municipais (DAEM, EMDURB e CODEMAR). Nossa lista foi acusada de ter incorreções, mas podemos afirmar que o máximo de erro que teve, foi o fato de conter um nome que já foi exonerado do cargo, erro esse justificável, quando tem-se que analisar minuciosamente 142 Diários Oficiais.
Outras cidades também vem passando por investigações e mudanças a respeito desse assunto. Em Araçatuba, foram exonerados 277 cargos comissionados e os servidores que já eram servidores municipais antes retornaram para os cargos a que foram contratados. Mostrando que não só na administração local encontramos irregularidades nesse aspecto.
O Auditor de Contas Públicas do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, Helton Morais de Carvalho, deixa bem claro o problema que a cidade de Marília e outras vem passando:
[…]o problema mais sério quanto aos cargos em comissão está no excesso. Na maioria das vezes, a relação entre servidores públicos efetivos e comissionados demonstra que os administradores públicos encontraram na criação desses cargos, uma forma de burlar a regra do concurso imposta pela Constituição Federal. Não há controle, o que permite que pequenos municípios, possuam uma estrutura administrativa semelhante aos de maior porte, com um número excessivo de secretarias e departamentos, e, consequentemente maior número de cargos em comissão[…].
É direito de todo cidadão obter informações sobre sua cidade e sobre a quanto anda e onde é investido seu dinheiro, o que não está sendo muito fácil de se fazer na cidade de Marília. Cabe a cada cidadão cobrar mais atitudes e esclarecimentos da Prefeitura pra não ser feito de bobo, já que tem muita coisa que não fica clara e que é muito difícil de encontrar – nem quando é solicitado, consegue-se os documentos com facilidade, como foi visto no caso da lista dos cargos comissionados que só foi enviada após nós publicarmos uma lista. Isso é o que a administração quer que aconteça, quanto menos informação, menos o cidadão vai cobrar do seu prefeito. E parece que essa vem sendo a tática usada em Marília.
Laila Monteverde
Marcelo Fernandes


INAUGURAÇÃOCom a presença do Bispo Edir Macedo, Catedral da Universal será inaugurada


JORNALDESERGIPE.COM.BR
Com a presença do Bispo Edir Macedo, a Igreja Universal será inaugura no próximo domingo. Duas reuniões especiais serão conduzidas pelo Bispo Macedo,...

STJ decide que posse do Palácio Guanabara não pertence à Família Real

Quinta, 06 de Dezembro de 2018 - 21:00


STJ decide que posse do Palácio Guanabara não pertence à Família Real
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
A 4ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, nesta quinta-feira (6), que a família imperial não tem direito sobre a posse do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro, no bairro das Laranjeiras. Segundo o site Migalhas, o colegiado entendeu, por unanimidade, nos termos do voto do relator, ministro Antônio Carlos Ferreira, que o patrimônio é próprio nacional, adquirido com recursos do Tesouro Nacional, e, desta forma, não é de propriedade da família Orleans e Bragança. 

Os Recursos Especiais da 4ª turma discutem se o Palácio Guanabara estava incluído, no momento da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, entre os bens privados da família imperial, ou se era bem público destinado apenas à moradia, finalidade que teria perdido com a queda da monarquia.

Este é considerado o caso judicial mais antigo em tramitação no Brasil.  Desde 1895, a Família Real alega na Justiça que o governo não a indenizou pela tomada do Palácio, logo após a proclamação da República. 

A vida dos Aracajuanos que usam o transporte público não está nada fácil.
Além dos perigos diários no tocante a violência na Capital Sergipana, falta de conforto entre outras coisas, o usuário terá que pagar R$ 4,00 no transporte coletivo.
A nota soou com tons de comemoração por parte da prefeitura, pois o aumento é 47% menor do que o solicitado pelas empresas do setor, que pleitearam uma tarifa de R$ 4,44.

Confira a nota:

A Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) informa que, após os estudos realizados pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju e análise minuciosa da planilha de custos do transporte público, ficou estabelecido um reajuste de 14,2% da tarifa, elevando o seu valor para R$ 4,00
O novo valor da tarifa para o sistema de transporte coletivo de Aracaju e Região Metropolitana, que, geralmente, é modificado no início de cada ano, não era reajustado há um ano e três meses, por determinação do prefeito Edvaldo Nogueira.
Diante do aumento com insumos, em especial o combustível diesel, que cresceu 24,2% em relação a agosto de 2017, data do último reajuste da tarifa, não foi possível manter a tarifa nos valores atuais.
Vale destacar também que o valor do aumento é 47% menor do que o solicitado pelas empresas do setor, que pleitearam uma tarifa de R$ 4,44.
Assim, mais uma vez, a atual administração reafirma o seu compromisso com o cidadão, aplicando o menor percentual possível de reajuste, demonstrando equidade com o equilíbrio financeiro do sistema.
Prefeitura de Aracaju
https://jornaldesergipe.com.br

Empresa que subornou o filho de Lula deve ser responsabilizada, diz Anfavea


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Mengale, da Anfavea, aguarda mais detalhes da delação
Deu em O Tempo
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, afirmou nesta quinta-feira, dia 6, que, se as acusações na delação do ex-ministro Antonio Palocci sobre as montadoras forem comprovadas, as empresas envolvidas “naturalmente terão de arcar com as responsabilidades”.
Palocci, que foi ministro da Fazenda no primeiro mandato do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, disse nesta quinta, em depoimento à Justiça Federal do Distrito Federal, que Lula negociou com o lobista Mauro Marcondes Machado, do setor automobilístico, pagamentos a Luís Cláudio Lula da Silva, seu filho caçula, para a aprovação de uma Medida Provisória que tinha como finalidade prorrogar incentivos fiscais de montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
O presidente da Anfavea, após ser questionado por jornalistas sobre o assunto, garantiu que setorialmente não aconteceu nada. “Pode ter ocorrido com uma ou outra empresa, mas eu prefiro ver o depoimento dele, ao qual eu ainda não tive acesso, para tecer maiores comentários”, disse Megale.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Sobre o assunto, a imprensa está esquecendo de lembrar alguns tópicos: 1) Luiz Cláudio Lula da Silva recebeu efetivamente a propina de R$ 2 milhões; 2) O jovem empreendedor foi ajudado empresarialmente por José Carlos Bumlai (ele, sempre ele); para justificar uma das propinas recebidas, copiou da Wikipédia, “ipsis litteris”, informações sobre marketing esportivo; 3) Pensou que ia ser preso, fugiu para o Uruguai, onde iria ser preparador físico de um time das categorias inferiores. 4) A situação acalmou, ele abandonou o clube e voltou ao Brasil. (C.N.)

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