sexta-feira, setembro 17, 2010

E o Datafolha heim? Dilma 51% contra Serra 27%

A “crise” fabricada da Receita Federal não abalou a campanha de Dilma (PT).

A pesquisa deu 51% para Dilma e 27% para Serra. Mas, quando se consideram os votos válidos ela sobe para 57% contra 30% de Serra. Dilma venceria no 1º turno.

Você viram os índices de rejeição? Serra tem 31% de rejeição, Dilma tem 22% e Marina 18%.

O povo não é bobo. Não há escândalo político na Receita Federal. Há anos funcionários corruptos violam os dados de contribuintes. É caso de polícia, crime comum. Mas a mente doentia de Serra e tucanato achou que daria para explorar eleitoralmente.

Deu no que deu.
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Certa imprensa está fazendo de Zé Dirceu bucha de canhão

Na conferência que José Dirceu fez outro dia no Comitê das Estatais, em Salvador, um rapaz perguntou lá atrás, sem se identificar: “o Sr acha que há excesso de liberdade de imprensa?”. José Dirceu respondeu: “Não, não acho que há excesso de liberdade de imprensa, até porque nós sofremos na pele a falta de liberdade de imprensa na ditadura”. No dia seguinte estava no jornal A Tarde uma versão segundo a qual ele teria dito: “sim, acho que há excesso de liberdade de imprensa”. Exatamente o contrário. O texto do jornalista foi reproduzido no próprio site do PT da Bahia. A mentira repetida mil vezes se torna verdade? Zé Dirceu está é virando bucha de canhão da má informação...
# posted by Oldack Miranda/Bahia de Fato

Finanças pessoais: Crescem as dívidas da classe média


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Ricos com a corda no pescoço

Pesquisa aponta que problemas com dívidas crescem mais entre famílias com renda acima de dez salários mínimos

Publicado em 17/09/2010 | Ismael de Freitas, especial para a Gazeta do Povo

A confiança do brasileiro em relação à economia do país aumentou e setembro foi o quinto mês consecutivo de alta do índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No entanto, em alguns casos o otimismo aparece junto com a falta de controle das finanças, o que causou o aumento de outro índice – o de famílias que contraíram dívidas e que não têm como pagar, especialmente na faixa de maior poder aquisitivo.

Lares com renda maior que dez salários mínimos apresentam a maior oscilação de inadimplência. Em julho, 2,3% das famílias nessa faixa de rendimento declararam não ter condições de saldar suas dívidas; em setembro, esse índice quase dobrou, alcançando 4,2% dos entrevistados. O problema ainda atinge mais famílias com ganhos abaixo de dez salários, mas a inadimplência vem se mantendo estável desde o início do ano nesses casos, partindo de 10,7% em janeiro, registrando o menor patamar em junho (8,6%) e voltando a se elevar em setembro, para 9,9%.

Consumo

Mais segurança para comprar

Depois de um período de baixa, o Índice de Endividamento e Inadimplência do Consumidor voltou aos mesmos patamares do início do ano. Junho foi o mês em que o porcentual se mostrou mais baixo nas duas faixas de renda pesquisadas (acima e abaixo de dez salários mínimos), atingindo 45,7% e 55,3% respectivamente. Em setembro, 49,3% das famílias com maior rendimento estavam endividadas, índice que sobe para 60,8% entre as menos abastadas. Em janeiro, esses índices estavam em 51,8% e 62,6%.

Na avaliação do economista Fábio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o maior endividamento é consequência do momento favorável da economia. “Estamos com a segunda menor taxa de juros desde que o índice começou a ser medido, no ano 2000. A oferta de crédito é a segunda mais alta nesse mesmo período, a inadimplência é a mais baixa em cinco anos, o brasileiro está ganhando mais e o índice de emprego cresce. Todos esses fatores geram mais otimismo e as pessoas se sentem mais seguras para comprar no longo prazo”, diz. (IF)

Cheque especial

O maior vilão das finanças familiares tem sido o cartão de crédito. Esse tipo de dívida é o mais citado na pesquisa (71%), seguido dos carnês (21%), do crédito pessoal (10,7%), financiamento de carros (10,4%) e do cheque especial, com 8,4%. Foi justamente no cheque especial que a família da empresária Sheila Ferreira, casada e mãe de dois filhos, viu crescer uma dívida que se mostra impagável, pelo menos no curto prazo.

Com renda superior a dez salários mínimos, Sheila e a família planejavam a compra da casa própria através de um consórcio imobiliário, mas o sonho acabou se tornando um pesadelo. “O vendedor do consórcio disse que poderíamos dar lances embutidos, recebendo assim apenas parte do valor total do imóvel. Fechamos contrato esperando que seríamos contemplados rapidamente dessa forma, mas não foi o que aconteceu. Na sexta parcela tivemos de recorrer ao cheque especial, até que a coisa ficou insustentável”, relata. Assim, enquanto o consórcio não devolver o investimento, ela não vê outra alternativa para cobrir a dívida que contraiu. “A dívida inicial era de mais de R$ 15 mil. Vamos negociar com o banco quando liberarem os créditos do consórcio, mas isso pode acontecer até 2020”, diz a empresária.

Educação financeira

Segundo o economista da CNC Fábio Bentes, a inadimplência é o item que mais incomoda na conjuntura econômica e que mais problemas traz para as famílias endividadas. “O crescimento do nível de endividamento é um processo natural dentro do quadro atual, com grande oferta de crédito, parcelamento cada vez mais longo e juros em baixa. O problema são as contas que se mostram insolúveis. O ideal é não dar o primeiro passo na direção do abismo”, aconselha.

No entanto, para o economista, o processo de educação financeira não acontece de forma rápida. “O brasileiro está aprendendo a lidar com seu dinheiro, mas pode levar décadas até que uma cultura financeira mais estável se perpetue na sociedade. Com a estabilidade da moeda, nós aprendemos que era possível fazer dívidas de longo prazo dentro do orçamento, agora estamos aprendendo a olhar não somente para o valor da parcela, mas para as taxas de juro, que ainda são das mais altas do mundo”, explica Bentes.

Fonte: Gazeta do Povo

Denúncia derruba Erenice e respinga na campanha de Dilma

Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil

Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil / Erenice e Lula: ministra e presidente avaliaram que denúncia teria potencial para afetar Dilma Erenice e Lula: ministra e presidente avaliaram que denúncia teria potencial para afetar Dilma

Ministra se demitiu depois de o filho dela ser acusado de pedir propina de R$ 450 milhões em lobby na Casa Civil, quando a candidata do PT à Presidência ainda comandava a pasta

17/09/2010 | 00:17 | Das agências

Brasília - Depois de uma nova denúncia de tráfico de influência na Casa Civil, a ministra Erenice Guerra não teve outra opção: pediu ontem demissão para não contaminar a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República e, assim, não ameaçar o projeto petista de ficar mais quatro anos à frente do governo federal. Apesar disso, as acusações contra os filhos de Ere­­nice, publicadas na edição desta quinta-feira do jornal Folha de S.Paulo, pela primeira vez atingiram diretamente Dilma. Empre­­­sários afirmaram ao jornal que o esquema na Casa Civil envolvia o pagamento de propina para financiar a campanha eleitoral da petista.

Segundo a reportagem da Fo­­­lha, Israel Guerra, um dos filhos de Erenice, cobrou dinheiro da em­­­presa de energia EDBR do Brasil Ltda. para obter a liberação de um empréstimo de R$ 9 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvi­­­men­­­to Econômico e Social (BNDES), administrado pelo governo federal.

Em entrevista ao jornal, o empresário Rubnei Quícoli, consultor da EDBR, disse que o filho da ministra cobrou R$ 240 mil mais R$ 450 milhões (5% sobre o valor do empréstimo) para que o dinheiro fosse liberado rapidamente. O pedido de propina, segundo ele, foi recusado. Um dos sócios da EDBR, Aldo Wagner, confirmou que a empresa recebeu a proposta de propina.

Ainda segundo a reportagem, foi pedido à EDBR que a empresa repassasse R$ 5 milhões para a cam­­­panha de Dilma. O caso todo ocorreu, de acordo com a Folha, entre o ano passado e março deste ano, quando Dilma ainda era ministra da Casa Civil e Erenice, secretária-executiva da pasta.

Ontem, Quícoli reafirmou a denúncia e disse que tem como provar as denúncias da negociação para liberar o empréstimo do BNDES, mas não a acusação da cobrança de contribuição para a campanha de Dilma.

Ele também acusou Erenice de participar de reuniões em que o “negócio” do BNDES estava sendo discutido. De acordo com ele, a ex-ministra participou de uma reunião na Casa Civil com os representantes da EDBR em novembro do ano passado. A reunião, segundo ele, foi agendada por Vinícius Castro, ex-assessor da Casa Civil e cuja mãe é sócia da Capital As­­­­sessoria – a empresa de consultoria usada por Israel Guerra para fa­­­zer lobby no governo federal. Castro pediu demissão no início da semana.

Quícoli ainda contou que o pedido de dinheiro para a campanha de Dilma foi feito por Marco Antonio de Oliveira, ex-diretor de Operações dos Correios – estatal que também está envolvida nas denúncias de tráfico de influência feita pelo filho de Erenice (veja quadro). A proposta, de acordo com ele, ocorreu em março deste ano, pouco antes de Dilma deixar o governo e quando, pela legislação eleitoral, não poderia começar a arrecadar recursos para tentar se eleger.

“O Marco Antônio falou [que o dinheiro] era para tampar um buraco da campanha da Dilma, da Erenice e também que uma parte era para ajudar o Hélio Costa [PMDB], candidato a governador de Minas Gerais”, disse Quícoli. “Ele falou isso logo depois que [o empréstimo] foi bloqueado no BNDES. Ele me comentou que o Israel, que eu fiquei sabendo que era o filho da Erenice, disse o seguinte: ‘Se eu não pagasse, eles iriam bloquear’, como o que houve. Aí, eu recebi a notificação do BNDES , dizendo que o projeto não foi aprovado.”

Vítima eleitoral

A força das novas denúncias tornou inviável a permanência de Erenice no governo. Em entrevista ao portal IG, pouco antes da conversa definitiva com Erenice, Lula foi taxativo: “Quando a gente está na máquina pública, não tem o direito de errar. E, se errar, a gente tem de pagar”.

Ao presidente, a agora ex-ministra da Casa Civil afirmou que não suportava mais a pressão. “Minha vida virou um inferno”, teria desabafado. “Vou me defender fora do governo.” Erenice acertou sua exoneração do governo em uma reunião de apenas dez minutos com o presidente Lula.

Ela, então, redigiu uma carta de demissão – devidamente revisada pelo ministro da Comu­­­nicação Social, Franklin Martins – e a divulgou à tarde. Na carta, se diz vítima de “sórdida campanha de desconstituição” da sua imagem e da sua família, e de “pai­­­xões eleitorais” que levaram a “um vale-tudo”.

O presidente Lula decidiu pela saída de Erenice ao avaliar que ela perdeu o “controle” da situação e devido a pesquisas internas do PT apontando que o caso envolvendo seus familiares tinha um alto potencial de dano para a campanha de Dilma – muito maior do que o vazamento de dados fiscais na Receita Federal. Erenice era muito ligada a Dilma e a substituiu quando a petista deixou o governo para se candidatar à Presidência.

Apesar de ter se dobrado à ne­­­­cessidade de demitir Erenice, Lula, à noite, em discurso em Belém (PA), reclamou do “jogo rasteiro da oposição”, sem se referir diretamente às denúncias que envolvem sua ex-ministra. “Pre­­­cisamos dizer para essa elite política rabugenta, que não aceita a gente governando o país, que nós não vamos fazer o jogo baixo que eles fazem”, disse.

Gazeta do Povo

Adeus comidas típicas: Barracas só vão comercializar industrializados

Thiago Pereira

As manhãs de domingo à beira mar, com caranguejos, cerveja gelada e uma boa mariscada, ficarão apenas na memória da população soteropolitana. A proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) confeccionada pela prefeitura de Salvador, com o objetivo de solucionar provisoriamente a situação dos barraqueiros, prevê apenas a comercialização de alimentos industrializados nas praias de Salvador. Pratos tradicionais, que eram preferência dos frequentadores das barracas, como moqueca de peixe, caldos e tira-gostos, estão vetados.

As baianas de acarajé continuarão a ocupar a faixa de areia. Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador, as quituteiras continuarão com seus tabuleiros nas praias da capital baiana, assim como antes das barracas serem demolidas. O número de baianas, bem como o de barracas provisórias que ocuparão a orla, só será definido após a homologação do TAC.

As discussões sobre a proposta que engloba as barracas provisórias foram concluídas na última quarta-feira (15), após uma reunião de mais de cinco horas, na sede da Advocacia Geral da União, na Avenida Luis Viana Filho (Paralela). De acordo com o secretário de Serviços Públicos e Prevenção à Violência, Fabio Mota, caso homologada, a proposta é convertida em TAC. Após isso, serão realizados ajustes técnicos que garantirão sua aplicabilidade.

O termo também deverá definir as atribuições dos poderes municipais, estaduais e federais bem como as responsabilidades dos comerciantes. O seu prazo máximo de vigência é de um ano, período em que a Prefeitura Municipal reestrutura o projeto definitivo para a requalificação da orla, seguindo as atribuições do projeto Orla Brasil do Governo Federal.

A proposta de TAC foi acordada entre Prefeitura, Ibama, Iphan, governos estadual e federal, além da Advocacia Geral da União, Ministério Público e Superintendência do Patrimônio da União.

Fonte: Tribuna da Bahia

Bahia será um dos primeiros estados a substituir RG por cartão

16/09/2010 18:39

Divulgação
Bahia será um dos estados pioneiros a adotar o novo RG.

A Bahia será um dos primeiros estados a substituir a Carteira de Identidade por um cartão que integrará diversos documentos, como o título de eleitor, CPF e PIS-Pasep. O Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil, coordenado pelo Ministério da Justiça, aprovou nesta quinta-feira (16) a utilização do novo documento e divulgou os nomes dos cinco estados, além do Distrito Federal, que participarão do projeto-piloto do sistema.

Além da Bahia, Alagoas, Maranhão, Rio de Janeiro e Santa Catarina terão acesso à nova identidade de forma pioneira. O cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, terá um número único de registro de identidade civil.

No documento, constarão nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, o órgão emissor, local e data de expedição e de validade. Constará também um código conhecido como MRZ (sigla em inglês para zona de leitura mecânica), uma sequência de caracteres de três linhas que agiliza o processo de identificação da pessoa e das informações contidas no cartão.

Em reunião anterior, o comitê já havia definido o modelo do cartão que substituirá as cédulas a partir de dezembro deste ano. A previsão é emitir dois milhões de cartões no lançamento do sistema. A substituição da carteira de identidade será feita ao longo de nove anos.

Fonte: Tribuna da Imprensa

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Pelo Orkut, vítima acha sequestrador e avisa a polícia

Vinícius Dominichelli
do Agora

Pelo site de relacionamentos Orkut, uma mulher de 25 anos ajudou a polícia a encontrar um dos homens que comandaram seu sequestro de 16 dias, em março deste ano, em Vargem Grande Paulista (Grande SP).

Ela encontrou o suspeito, Eduardo Trigo Marques dos Santos, 34 anos, depois de a polícia identificar o nome dele. Ao notar que um usuário do site tinha o mesmo nome, ela criou um perfil falso e manteve contato com ele. Depois de alguns dias, ela o convenceu a passar uma foto e o reconheceu.

"Nós tínhamos algumas informações e ela encontrou o suspeito na comunidade 'rua 5º Quarentenário' [rua de São Vicente], do Orkut", diz o delegado Idinelson Martins, da Delegacia Seccional de Carapicuíba (Grande SP). O segundo cativeiro usado para esconder a vítima ficava nessa rua.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta sexta

Benefício por invalidez e pensão têm revisão

Carolina Rangel
do Agora

BRASÍLIA - Aposentados por invalidez e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que começaram a receber o benefício após 2003 também poderão ser beneficiados pela revisão do teto, concedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) na semana passada, segundo o procurador federal Marcelo Siqueira.

A pensionista que começou a receber o benefício depois de 2003 pode ter direito se o seu pagamento foi originado de uma aposentadoria de 1988 a 2003, com valor limitado ao teto na concessão.

O aposentado por invalidez poderá receber a grana se o benefício veio de um auxílio-doença cujo valor foi limitado ao teto entre 1988 e 2003. A vantagem também será concedida para quem começou a receber um benefício limitado ao teto entre essas datas.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta sexta,

O povo brasileiro gosta de votar e sabe votar. O problema é que os candidatos, escolhidos ditatorialmente pelas “cúpulas”, são péssimos e não merecem

O povo brasileiro gosta de votar e sabe votar. O problema é que os candidatos, escolhidos ditatorialmente pelas “cúpulas”, são péssimos e não merecem o voto

João da Bahia:
“Helio, poderia responder a este meu questionamento? Dizem que o povo brasileiro não se interessa por política e não sabe votar. O senhor concorda?”

Comentário de Helio Fernandes:
Nenhuma possibilidade, por menor que seja, de ser verdade. Platão e outros filósofos, ensinavam: “a política é a arte de governar os povos”. Através da política, interferem na vida de todos os cidadãos, geralmente para prejudicá-los.

O que acontece é que a legislação partidária (e logicamente política) no Brasil é tão ultrapassada, que só chamam o cidadão para participar, OBRIGATORIAMENTE, do ato de votar. Mas ninguém escolhe em quem votar, procura o melhor, aquele com quem mais se identifica.

Veja com simplicidade, mas com toda clareza, Jõao da Bahia. Somos praticamente 200 milhões, mais de 130 milhões em condições de votar, mas para presidente a escolha se restringe a dois CANDIDATOS. E CANDIDATOS de quem?

Ultraje, desprezo, desinteresse, ausência total, é o que os políticos deixam para o povão. Então, nas vésperas de toda eleição, o pais inteiro é mobilizado, se não votar, não pode exercer alguns dos atos fundamentais de sua vida pessoal.

Já tenho protestado há anos, escrito e repetido, que a mais importante de todas as reformas a serem feitas no Brasil, é a PARTIDÁRIA. (Existem outras, mas não tão importantes quanto essa, pois do exercício do voto, surge a AUTENTICIDADE DA REPRESENTATIVIDADE).

***

PS – Mas quem determina que mais de 130 milhões de eleitores têm que escolher entre Dilma ou Serra e estamos conversados? Revoltados com essa restrição, ainda são caluniados, dizem; “o brasileiro não sabe votar”.

PS2 – O povo gosta, sabe e quer votar, por que não deixam que escolha o que mais lhe agrada? O Brasil tem 27 partidos, que recebem mais de 2 milhões por ano do Fundo Partidário, usam o chamado horário eleitoral, quando chega a eleição.

PS3 – Pois durante a longa e cansativa campanha, nenhum candidato fala na existência da REFORMA PARTIDÁRIA. Você, João da Bahia, que levantou o importante problema, responda afirmativamente.

PS4 – Diga aos seus amigos que o povão sabe votar e gosta de eleição. E pergunte a eles: ALGUM DE VOCÊS JÁ OUVIU UM CANDIDATO EXIGIR REFORMA PARTIDÁRIA.

Helio Fernandes/Tribuna da Imprensa

Erenice Guerra foi derrubada pelo fogo amigo, mais do que pelas acusações da oposição ou da imprensa.

Carlos Chagas

Confirmaram-se as previsões: Erenice Guerra foi obrigada a pedir demissão da Chefia da Casa Civil, hoje pela manhã, depois de curta conversa com o presidente lula, no Palácio do Planalto.

As sucessivas denúncias divulgadas na imprensa contra ela, seus filhos e demais membros da família evidenciaram tráfico de influência. Quer dizer, extorsão de empresas privadas para pagarem propinas para a celebração de contratos com empresas públicas, dos Correios ao BNDES.

O presidente Lula, outros ministros e até Dilma Rousseff tentaram blindar Erenice, temendo que sua demissão prejudicasse a campanha eleitoral e a liderança de Dilma, mas chegou um momento em que não dava mais.

Assim, os conselheiros do presidente Lula convenceram-no de que melhor seria precipitar a demissão do que levar Erenice a ser fritada em fogo lento, tantas eram as acusações da participação dela e de sua família em trapalhadas que terminavam em propinas e tráfico de influência.

A pergunta que se faz é se a esperada e anunciada demissão de Erenice irá refletir-se na campanha de Dilma Rousseff. À primeira vista parece que não, mas é bom aguardar as próximas pesquisas.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Cinco Estados vão testar nova carteira de identidade

Agência Estado

Os Estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina e o Distrito Federal serão os primeiros a participarem do projeto-piloto da nova carteira de identidade, chamada de Registro de Identidade Civil (RIC). A escolha foi feita durante uma reunião realizada ontem, em Brasília, pelo Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil, coordenado pelo Ministério da Justiça. A previsão é que sejam emitidos 2 milhões de cartões.

O cartão substituirá gradualmente as cédulas de Registro Geral (RG) a partir de dezembro deste ano com um número único de registro de identidade civil - disponível por meio de um cartão magnético com impressão digital e chip eletrônico. Posteriormente, o RIC poderá agregar a função de outros documentos, como, por exemplo, o título de eleitor, CPF e PIS-Pasep.

O novo cartão incluirá nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, o órgão emissor, local e data de expedição e de validade. A substituição do RG pelo RIC será feita ao longo de nove anos.
Fonte: A Tarde

quinta-feira, setembro 16, 2010

Ibope indica empate triplo de candidatos em Alagoas

Agência Estado


Levantamento feito pelo Ibope e divulgado ontem pelo jornal Gazeta de Alagoas mostra equilíbrio na disputa pelo governo alagoano. Os três principais candidatos estão tecnicamente empatados na primeira colocação, tornando indefinida a reta final da campanha local.

Segundo a pesquisa do Ibope, o senador Fernando Collor (PTB) aparece com 29% das intenções de voto. Apenas um ponto atrás está o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT), com 28% da preferência dos eleitores, enquanto o atual governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) soma 27% das intenções de voto. Como a margem de erro é de três pontos porcentuais, esses candidatos estão tecnicamente empatados.

Veja mapa da sucessão ao senado e governos dos estados:

Essa tendência de equilíbrio vem sendo mantida nas últimas pesquisas, com pequenas oscilações entre os três candidatos. Dentro dessa variação, o governador tucano pode comemorar um ligeiro crescimento de três pontos porcentuais em relação ao último levantamento, embora essa melhora também esteja dentro da margem de erro.

Os outros três candidatos - Mário Agra (PSOL), Jefferson Piones (PRTB) e Tony Clóvis - continuam cada um com 1%. O número de indecisos caiu de 11% para 8%. Votos em branco e nulos passaram de 5% para 6%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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