segunda-feira, março 15, 2010

LIXÃO POMBALENSE

por: Jeandro Partido dos Trabalhadores no ptpombal.spaceblog.com.br

O lixo urbano é uma das questões mais sérias a ser enfrentada atualmente, pois os excedentes vão se acumulando cada vez em maior escala, e em Ribeira do Pombal não é diferente.


A tendência deste problema é agravar-se com a elevação da população, e principalmente, com o estímulo dado ao consumo. Além de gerar uma imagem ruim, um cheiro desagradável, trazer inúmeras doenças, será um passivo ambiental para as futuras gerações. Essa afirmação, à primeira vista, parece se referir a um grande centro brasileiro. Desses casos que assistimos na TV. Mas na realidade estamos falando de nossa Cidade. É um problema que já atinge Ribeira do Pombal. E o grande responsável por esse desastre é exclusivamente esse pessoal que atualmente administra a Prefeitura, pois demonstram que não são capazes de ter um mínimo de planejamento que leve em conta as questões do município e se adiantar aos problemas pra não termos que sofrer as conseqüências.


lixo


Os resíduos produzidos pela população pombalense estão sendo dispostos de forma inadequada e irresponsável, a céu aberto sobre o solo. Os habitantes da comunidade do Saco do Juazeiro, onde residem e trabalham no campo, dezenas de famílias, têm vivido um grande sofrimento, dizem os moradores da região, pois o vento sopra na direção das residências, levando resíduos para as estradas e propriedades rurais, os animais estão morrendo por ingerir plástico e há a proliferação de moscas e todos os tipos de insetos no entorno do local além dos urubus que estão poluindo as aguadas utilizadas como bebedouro pelos animais. Esse é um problema do qual poderíamos evitar, pois existem diversas experiências e estudos sobre maneiras de se lidar com o lixo, como por exemplo, a CONDER que disponibiliza aos municípios, projetos de Aterro Sanitário simplificado com valas, portaria, cercamento do local, paisagismo e até com processo de reciclagem do material proveniente do lixo. Está claro que, infelizmente, na Prefeitura, o que prevalece é a falta de vontade política para solucionar o problema do lixo. Então a população local pergunta "até quando teremos que conviver com o lixo e as moscas?"

Fonte: www.joilsoncosta.com.br

Comentário:


A matéria acima publicada no site do companheiro Joilson Costa é a fotografia em preto e branco do que acontece em Jeremoabo, que diga Valdete do Ouro ao sofrer as conseqüências na pele quando residia na sua Fazenda.

Quem freqüentava o nosso gabinete quando fomos Secretario do Meio Ambiente, teve a oportunidade de tomar conhecimento da importância de um aterro sanitário, inclusive imprimir várias matérias colhidas em diversos sites da Internet, Inclusive em certa ocasião sugeri ao prefeito a possibilidade da instalação de um aterro sanitária em Jeremoabo, no entanto, o mesmo me informou que através estudos já realizados os custos eram altos e o Município não possuía condições de arcar com a manutenção.



Cartão de crédito vai indenizar casal por erro


O juiz Wanderley Salgado de Paiva, da 30ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou uma administradora de cartões de crédito a indenizar um casal em R$ 16 mil por danos morais, por falha na prestação do serviço.

A mulher é titular de um cartão de crédito e tem como dependente o seu marido. Ao receber a fatura do cartão, ela verificou a cobrança de uma estadia em motel, despesa oriunda do cartão adicional. Ao questionar junto à administradora do cartão, a mesma estornou o valor cobrado, “demonstrando” o equívoco cometido. O casal alega que a cobrança gerou um abalo na relação conjugal e requereu a indenização.

A administradora argumentou que não seria ela o alvo da cobrança, visto que apenas reproduz nas faturas mensais as informações delimitadas pelo comando de compra do lojista. Quando foi procurada, efetuou o estorno por “mera liberalidade, devido à primazia de seu relacionamento para com o cliente”.

O magistrado observou que o lançamento de valores na fatura do consumidor, relativos a compras por ele não identificadas, pode constituir falha na prestação do serviço pela administradora, “atraindo” a aplicação do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor: o fornecedor de serviços responde independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação do serviço, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.

O juiz ainda considerou que se a administradora realizou o estorno, ela reconheceu o equívoco realizado na cobrança. “Se fosse legítima a cobrança, a administradora não teria motivos para estornar”.

Essa decisão está sujeita a recurso.

Processo nº: 0024.08.248604-4

Fonte: TJMG

Ex-secretário Edésio Lima, o “Monstro de Euclides da Cunha”, terá dez dias para apresentar defesa

O juiz de Porto Seguro, Roberto Costa de Freitas, responsável pelo julgamento do ex-secretário e seus supostos comparsas, estabeleceu o prazo de dez dias para a defesa se manifestar
Ex-secretário Edésio Lima, o “Monstro de Euclides da Cunha”, terá dez dias para apresentar defesa

PORTO SEGURO - O juiz titular da Vara Crime de Porto Seguro, Roberto Costa de Freitas, responsável pelo julgamento do ex-secretário de Comunicação e Governo de Porto Seguro, Edésio Lima, o “Monstro de Euclides da Cunha”, acusado de mandar matar dois professores, seu motorista e um traficante da cidade, determinou o prazo de 10 dias para a defesa se manifestar.

Segundo o Correio da Bahia, a informação é do advogado Maurício Vasconcelos, que já solicitou o habeas-corpus para o ex-secretário, negado pelo Tribunal de Justiça da Bahia.

Edésio está preso na carceragem da Polinter, em Salvador, e os r so na carceragem da Politner, em Salvador, três policiais militares apontados como co-autores dos crimes estão presos no Batalhão da Polícia Militar em Lauro Freitas, município da região metropolitana.

Fonte: Bahia Dia Dia

Aposentada cai em buraco na BR – 101 e passa quatro dias bebendo água da chuva

A mulher foi encontrada por um rapaz que trabalhava numa obra no local e, após o almoço, saiu procurando um lugar discreto para “se aliviar”
Aposentada cai em buraco na BR – 101 e passa quatro dias bebendo água da chuva

EUNÁPOLIS- Durante quatro dias, a aposentada Maria Pereira Bastos, 56 anos, ficou presa dentro de um buraco nas margens da rodovia BR 101, entre os municípios de Itabela e Eunapólis, bebendo apenas água da chuva.

A aposentada foi encontrada, na última sexta, por um trabalhador que prestava serviços no local ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) e, após o almoço, saiu procurando um local discreto para fazer necessidades fisiológicas, quando ouviu os gemidos da mulher.

A vítima, que fraturou o fêmur e está internada no hospital regional de Eunápolis, contou que estava indo a pé para o distrito de Monte Alegre, quando caiu no buraco na beira da pista.

Fonte: Bahia Dia Dia

Extremo sul sofre com quedas de energia e apagões

Pelo visto o desrespeito por parte da COELBA para com o consumidor não acontece somente em Jeremoabo, mas em todo Estado.


Constantes interrupções no fornecimento de energia estão deixando comerciantes e moradores de Eunápolis, Itabela, Guaratinga e Belmonte à beira de um ataque de nervos


Extremo sul sofre com quedas de energia e apagões

EUNÁPOLIS/BELMONTE - Desde o início do mês, diversos municípios do extremo sul estão sendo castigados pelas chuvas, mas não são somente os estragos causados pelos temporais que estão tirando o sossego da população. Neste período, uma onda de quedas de energia e apagões também está deixando moradores e comerciantes de Eunápolis, Guaratinga, Itabela e Belmonte à beira de um ataque de nervos.

Na cidade do “Mar Moreno”, por exemplo, empresários prejudicados com as constantes interrupções do fornecimento de energia estão pedindo ao Ministério Público e a Agência Nacional de Energia de Elétrica (ANEEL) providências legais contra a Coelba, empresa concessionária do serviço de energia elétrica no estado.

Em Eunápolis, a situação também é crítica. Áreas inteiras da cidade ficaram às escuras na semana passada. Na última sexta, ruas e avenidas do centro ficaram sem energia durante mais de duas horas. No sábado, outro apagão deixou bairros e parte do comércio em completa escuridão.

Não é à toa que a Coelba é vice-campeã de reclamações dos usuários no estado, só perde para a Embasa.

Fonte: Bahia Dia Dia

GEDDEL COMPARA WAGNER A ACM

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato ao Governo do Estado, enviou nota ao Bahia Notícias para criticar a declaração do governador Jaques Wagner (PT) de que montará uma chapa para "destruir os adversários". Se dizendo “perplexo”, o peemedebista rebateu: “Entrarei na disputa eleitoral com disposição construtiva, de discutir a Bahia, de mostrar o quanto nosso estado merece muito mais. Esta postura de Wagner se assemelha a de antigos adversários que ele ajudou a derrotar na Bahia. O governador tem mais em comum com o passado do que a cor dos cabelos”, disse, sem citar nomes, mas obviamente se referindo ao ex-senador Antônio Carlos Magalhães, que era chamado carinhosamente pelos seus pares de “cabeça branca”.
Fonte: Bahia Notícias

Fotos do dia

Francys Slaviero está assim no site Bella da Semana Ela tem 23 anos e adora curtir uma praia Francys não sei de casa sem protetor solar "Considero-me uma pessoa chique", disse
A palmeirense Débora Bica é a carocinho da semana Ela é promotora de eventos e estuda administração Jogadores do Verdão comemoram gol de Diego Souza que virou a partida na Vila Belmiro Ryan Hunter-Reay, Will Power e Vitor Meira formam o pódio da 1ª prova da Indy em São Paulo

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Veja como provar atividade especial até 1995

Ana Magalhães
do Agora

O trabalhador que exerceu atividade nociva à saúde antes de 1995, mas não estava na lista das profissões consideradas de risco pelo INSS na época, pode conseguir na Justiça o direito à aposentadoria especial. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) entende que atividades de risco que não estavam na lista também dão direito a esse benefício.

Para isso, o segurado precisa comprovar que exercia uma atividade onde estava exposto a agentes nocivos à saúde. A melhor maneira de fazê-lo é conseguir na empresa onde o segurado trabalhou um laudo técnico da época que comprove essa exposição. As empresas são obrigadas a fornecer o documento ao trabalhador.

Caso o segurado não consiga o laudo, há formas alternativas de comprovar a exposição ao risco. Se a empresa onde o segurado trabalhou não existe mais, pode-se conseguir um documento de uma empresa que tenha condições semelhantes de trabalho. Esse laudo também pode ser usado nos casos em que a empresa não fechou, mas alterou o local de trabalho.

Revisão de 90 a 94 dá atrasados de até R$ 57 mil

Ana Magalhães
do Agora

Os segurados que se aposentaram com valores próximos ao teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) entre abril de 1990 e fevereiro de 1994 podem tentar na Justiça uma revisão que garante atrasados de até R$ 57 mil e aumento de 57% no valor do benefício.

A vantagem pode ser conquistada para o segurado que se aposentou depois de 1989, mas que poderia ter pedido o benefício até 1988.

A revisão deve-se ao fato de terem ocorrido mudanças no teto do INSS em 1989, quando o limite máximo de pagamentos previdenciários caiu de 20 para dez salários mínimos. Devido a essa mudança, quem poderia ter se aposentado até 1988, mas deixou para pedir o benefício depois disso, teve sua aposentadoria calculada pelas novas regras e acabou sendo prejudicado.

Por que Wagner prefere César Borges a Geddel

Raul Monteiro

Para bons entendedores que compareceram ao evento de posse da nova direção do PT, no último sábado, num hotel na Barra, o governador Jaques Wagner (PT) deixou claro, ao discursar, que não vai se submeter a qualquer capricho de seu partido com relação à montagem da chapa com que pretende disputar a reeleição, em outubro. Por capricho, pode se entender, neste momento, a candidatura de Waldir Pires ao Senado, que cresce entre os petistas, conforme mostrou o mesmo evento de sábado, onde o ex-governador teve seu nome praticamente aclamado e recebera aplausos em maior número do que o próprio governador, segundo relatos diversos, entre os quais não se incluem os da imprensa.

Apesar de não lhe terem dado o direito de falar, numa estratégia que tem tudo para ter sido combinada de forma a não levantar ainda mais a bola já cheia de Waldir na militância petista, o ex-governador foi ovacionado, efusivamente, pelos petistas em dois momentos da festa de posse do novo presidente da legenda, Jonas Paulo. Na primeira ocasião, definida por um presente como quase constrangedora, quando foi chamado para sentar-se à mesa em que foi mantido calado. Na segunda, igualmente intensa, no momento em que Wagner citou-lhe o nome de público em meio a uma fala na qual deixou cristalina sua visão da chapa que pretende liderar.

“Temos que escolher se vamos decidir pela chapa dos nossos sonhos ou por uma chapa que reúna os sonhos e o compromisso de dar continuidade ao nosso projeto político, vencendo as eleições”, afirmou o governador, dando volume às especulações de que, apesar do respeito que devota a Waldir, não vê nele o apoio de que precisa para vencer a reeleição. Posição inversa ocuparia César Borges, do PR, partido a que Wagner se referiu no encontro. Borges é considerado um ícone do carlismo que o governador declara extinto, mas que, na visão dos petistas, representaria a antítese do sonho do partido, personificado pela figura lutadora e até injustiçada de Waldir pelo próprio grupo a que o senador pertenceu.

O problema é que, na calculadora de Wagner, a aposta num companheiro como Waldir, neste momento, não soma e, sem adição, também segundo imagina, pode acabar sendo imensamente prejudicado, ainda que o governador não acredite em sua própria derrota sob hipótese nenhuma. Wagner considera que a percepção de seu governo pela população é agora muito melhor que a de antes e ainda vai melhorar mais, levando-o à reeleição. Mas prefere que o resultado seja proclamado logo no primeiro turno, de forma a resolver de uma vez a disputa, sem precisar, principalmente, fazer novas alianças e concessões. Trata-se de uma preocupação não confessa com o ex-aliado Geddel Vieira Lima, candidato do PMDB ao governo, a quem não gostaria de enfrentar na hipótese de um segundo turno, muito menos de chamá-lo para discutir eventual apoio numa segunda etapa eleitoral, se Paulo Souto se tornar o principal adversário do governador.

Neste caso, Wagner tem certeza de que, para ganhar a eleição, ainda que conte com todo o apoio do Palácio do Planalto (se Dilma tiver vencido ou for ao segundo turno, situações que lhe favorecem), teria que negociar com o peemedebista participação em seu governo e na esfera federal, repetindo assim uma história que já viu acontecer no passado recente e cujo desfecho não lhe pareceu agradável. A avaliação está na raiz do comentário, levemente distorcido, de que, em conversas, o governador tem dito preferir em sua chapa Borges a Geddel.

A questão agora é saber se Wagner terá logo condição de convencer o PT de que a melhor estratégia eleitoral é aliar-se a um ex-inimigo do petismo, excluindo de sua chapa uma lenda viva das esquerdas baianas, ou se será obrigado a enfrentar ainda o desgaste adicional de impor ao partido a escolha que considera mais apropriada.

Fonte: Tribuna da Bahia

Sombra de ACM

Tasso Franco

Por mais que se queira dizer que o “carlismo” acabou (grupo político baiano organizado por Antonio Carlos Magalhães), sua estrutura partidária sedimentada ao longo de muitos anos, sobretudo depois que foi governador da Bahia (1971/1974) paira no cenário da sucessão estadual, em 2010, tanto que dois dos seus “puros-sangues” Otto Alencar e senador César Borges são citados com frequência na composição de chapas. E são exatamente esses dois políticos gerados no “carlismo” que causam polêmicas nessa fase da pré-campanha.

Lembrava-me um político experiente do PMDB uma vez que havia comentado sobre “Waldir, o PT e a sucessão”, com reminiscências históricas de 1986, que, existe uma diferença fundamental entre as alianças que foram formatadas por Waldir à frente do PMDB, naquela época, agregando forças à direita, tal como Tancredo Neves o fez em 1984 com Sarney e outros; e as atuais pretendidas pelo governador Wagner, com PP e PR, porque a luta central de Waldir era derrotar ACM e desestruturar o “carlismo”, sobretudo no interior.

Esse mesmo interlocutor acrescentou, ainda, que assim aconteceu, também, em 2006, quando o PMDB agregou-se a Wagner para, mais uma vez, derrotar ACM e fraturar sua base política no Estado, uma vez que, em 1986, embora Waldir tivesse chegado ao governo e conseguido o mais relevante, porém, falhou no projeto completar de fazer um bom governo e destruir a base de ACM.

A argumentação peemedebista se sustenta no fato de que ACM faleceu, o PT chegou ao poder para criar um novo modelo de fazer política na Bahia, mas, em sua ótica, além de não ter cumprido os acordos programáticos com o PMDB; nem implantado esse novo “modus vivendi” político/administrativo, o que não acontece no plano nacional com Lula, não tem justificativa para aliar-se a César Borges e Otto Alencar, salvo no plano eleitoreiro: a vitória pela vitória.
Tem sentido. Assim como, voltando a ACM, quer queira; quer não, pois, associam-se episódios do grampo e a invasão da Ufba pela PM como fatos relevantes da memória política do “carlismo” relacionados a Otto e César. É no mínimo esdrúxula essa fórmula pra se contrapor à “chapa dos sonhos” puro-sangue petista e sustentar o projeto político do PT. É claro que as pessoas mudam com o tempo, mas, a história, a raiz, é inalterada.

É nessa cunha, nesse vácuo, caso se concretiza essa engenharia política para dar sustentação eleitoral à chapa Wagner que o PMDB pretende ideologizar a campanha mostrando que Geddel seria o novo, precisa uma oportunidade que os outros já tiveram de governar o estado (Wagner e Souto) e retomar o velho slogan de 1986, “Mudar a Bahia”, com outra roupagem, adversário ao “continuar”.

Aqui do meu modesto palanque, sem votos, faço essas observações para reflexões dos protagonistas do processo.

Fonte: Tribuna da Bahia

Homem mais rico do Brasil, Eike Batista vendeu seguros de porta em porta

Redação CORREIO

Eike Batista, de 52 anos, é o brasileiro que se tornou o oitavo homem mais rico do mundo. Ninguém no planeta ganhou tanto quanto ele no ano passado. O homem mais rico do Brasil tem uma fortuna de US$ 27 bilhões, o que equivale a R$ 48,6 bilhões.

O dono desse dinheiro toda tem à sua disposição R$ 3.375.000,00 para gastar por dia, todos os dias, nos próximos 40 anos. São R$ 140.600,00 por hora. Essa fortuna significa ter R$ 2.343 para serem gastos a cada minuto da vida. E o dinheiro só acabaria daqui a quatro décadas.

Para ganhar muito dinheiro, certas coisas ajudam: “minha fortuna vem da minha educação. Fui muito bem educado”, disse o empresário, em entrevista à jornalista Marília Gabriela.

Eike é filho de Eliezer Batista, um ex-ministro de Minas e Energia. Apesar dessa herança, ele diz que, em termos de dinheiro, começou do zero. Esse mineiro radicado no Rio já rodou o mundo, mas no começou no mato. Foi lá que ele descobriu o mapa da mina.

“Eu pedi dinheiro emprestado a dois joalheiros cariocas, que me emprestaram US$ 500 mil para comprar ouro na Amazônia. Eu comprava ouro de garimpos. Então, com 22 anos, estava eu lá, tinha ganhado US$ 6 milhões”, lembrou.

Os negócios de Eike foram crescendo e se diversificando. Tem estaleiro, hotel, restaurante, minas de ferro e muito mais. O dinheiro atraiu a companhia de políticos e de artistas famosos, como Tom Cruise. Eike bancou grande parte da vitoriosa candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas de 2016. Ganhar dinheiro pode ser uma ambição individual, mas há muito tempo ele já dizia: fica mais fácil em conjunto.

“Sozinho, você não faz nada. Sobre escolher pessoas, esse dom de criar equipe é uma coisa que eu sempre fiz muito bem. É uma equipe que ganha. Sozinho, eu não chegaria lá”, diz.

Quando era garoto, Eike vendeu seguros de porta em porta. Aprendeu ali que de uma boa conversa ninguém escapa. E essa é a origem da maior parte dos bilhões que ele tem. Quando o Brasil descobriu o petróleo do pré-sal, Eike apostou – e se deu bem.

“A grande sacada dele foi ter vendido uma ideia. Ele decidiu fazer uma empresa de petróleo. Existe risco de fazer uma empresa de petróleo? Existe, porque você pode não descobrir o petróleo. Mas com a equipe que contratou e com a capacidade de trabalho pessoal, ela tinha certeza de que quem comprasse ação e o capitalizasse para tocar essa empresa ficaria milionário junto com ele. E o mercado acreditou”, avalia o especialista Adriano Pires.

“No caso do petróleo, eu arrisquei US$ 1 bilhão. Nenhum outro brasileiro arriscou isso para criar uma nova companhia que iria empregar muita gente e pagar muito imposto. Então, se eu sou rico, sou rico para investir mais dinheiro no Brasil”, disse Batista.

Até agora, não há nada de concreto. Nenhuma gota de petróleo foi retirada. Mas os planos parecem sólidos, a confiança depositada no nome de Eike Batista é quase um cheque em branco por parte de tantos investidores.

Divórcio

Claro que na carreira de Eike Batista nem tudo deu certo. O maior prejuízo dele talvez tenha sido a perda de um patrimônio nacional: o casamento com Luma de Oliveira durou 13 anos, gerou dois filhos, mas acabou. Mas ela o defende.

“Eu fico muito ferida quando falam que ele fez fortuna da noite para o dia, porque não foi. Ou quando acham que ele só está engordando a conta dele e não é. Ele realmente pensa grande. Ele arrisca sério, mas também sonha grande”, diz Luma. “Não adianta ele querer ficar bem e nossos filhos ficarem bem. Todo mundo tem que ficar bem. É isso que ele pensa”.

Luma, tão ligada ao povão do mundo do samba, talvez tenha ajudado a manter Eike com o coração muito ligado ao Brasil. “É um orgulho para o Brasil ter o melhor jogador do mundo e a melhor top model do mundo. Então, por que não ter o maior empresário do mundo aqui?”, defende Luma. As informações são do G1./Correio da Bahia

Suspeito de matar cartunista Glauco e o filho é preso no Paraná

Redação CORREIO

O suspeito de matar o cartunista Glauco Vilas Boas, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, 24 anos, foi preso na madrugada desta segunda-feira (15) quando tentava atravessar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Segundo a Polícia Federal, ele tentava deixar sozinho o país em um carro roubado em São Paulo. Ao receber ordem para parar, ele teria reagido e atirado nos policiais. Um deles foi atingido no braço, mas não corre risco de morrer. O suspeito foi levado para a delegacia da PF em Foz do Iguaçu onde prestará depoimento. Ainda não há previsão de quando ele será levado para São Paulo.

O crime
Glauco e seu filho Raoni foram mortos a tiros durante a madrugada de sexta, na residência do cartunista, em Osasco, na Grande São Paulo. No local, também funciona a Igreja Céu de Maria, seguidora do Santo Daime, da qual as vítimas eram adeptas. O suspeito chegou a frequentar os cultos e era conhecido da família do cartunista.

Após o crime, ele teria fugido em um carro Gol cinza, guiado por Felipe Iasi, 23 anos, que segundo seu advogado foi rendido e obrigado por Nunes a levá-lo até a casa das vítimas em Osasco. O advogado disse ainda que o jovem tinha sido convidado por Nunes para sair para conversar e beber, na noite de sexta-feira. Felipe teria ido buscar Nunes na casa dele e ele teria entrado no veículo apontando uma arma e o obrigado a levá-lo até o local do crime.

De acordo com Felipe, o suspeito teria discutido asperamente com Glauco, afirmando que o cartunista sabia o que ele queria. Glauco respondeu que sim, sabia, que Nunes gostaria que ele ele fosse até sua casa para confirmar à mãe que ele era Jesus Cristo na Terra.

Fonte: Correio da Bahia

Pré-candidatos visitam municípios do interior baiano

Aguirre Peixoto, do A TARDE

Faltam ainda quatro meses para o início oficial da campanha eleitoral, mas os pré-candidatos ao governo do Estado já iniciaram um movimento de visitas aos municípios do interior, estabelecendo um contato antecipado com os futuros eleitores. Neste ponto, aqueles que estão à frente de algum cargo público levam vantagem, já que podem inaugurar obras, mas correm o risco de infrações à lei eleitoral.

Longe da máquina administrativa, o DEM corre para compensar inaugurações de obras feitas pelos adversários. No final de semana, o ex-governador Paulo Souto (DEM) esteve em Itabuna, Itapitanga, Ubaitaba, Jitaúna, Apuarema e Aiquara, na região cacaueira do Estado, conversando com lideranças políticas. O governador Jaques Wagner (PT) viajava para o Oriente Médio com o presidente Lula, mas o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), foi a Campo Formoso assinar ordem de serviço para dar início à construção de sistema de esgotamento sanitário no município, financiado com recursos da sua pasta.

“Eles já começam a construir uma imagem favorável. Do ponto de vista eleitoral, essas ações são vantajosas”, avalia o cientista político Jorge Almeida, também estudioso do marketing político. Ele considera esse movimento já parte da campanha eleitoral, mas ressalta: “Não significa que sejam ações ilegais”.

O advogado Ademir Ismerim, especialista em direito eleitoral, explica que a inauguração de obras públicas pode ser feita até 3 de julho. Por enquanto, está permitido, mas não é possível pedir votos ou fazer qualquer alusão ao processo eleitoral. “Não está vedado participar desses eventos ainda”, diz. Além disso, “o pré-candidato pode se reunir, em ambientes fechados, mesmo que seja para articular a candidatura dele. Ele chega à cidade, faz um encontro que tenha como tema a candidatura, não há problema, caso seja em um ambiente fechado”, diz Ismerim.

Atrativo - Paulo Souto acredita que ter a máquina administrativa nas mãos também pode atrapalhar. “É claro que utilizar a prerrogativa de lançar obras é sempre um atrativo, mas não creio que seja uma desvantagem para nós. Quem está à frente do governo tem que responder pelos problemas enfrentados em algumas áreas” avalia.

A assessoria de comunicação do governador Jaques Wagner ressalta que o início da gestão ocupa-se mais com a preparação do funcionamento do governo. As obras ficam prontas em maior número a partir do terceiro ano de governo, daí a ocorrência das inaugurações.

Geddel afirma que sempre visitou muito as bases políticas. “Evidentemente, estou aproveitando os últimos dias à frente do ministério (antes do prazo para se desincompatibilizar) para lançar as obras”, explica.

Fonte: A Tarde

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Adiberto de Souza   em  30 jan, 2026 8:50 Muita gente acha que se conseguir derrubar a inelegibilidade que pesa contra ele o prefeito de Ita...

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