quarta-feira, julho 29, 2009

Sesab informa que a Bahia tem 54 casos confirmados da nova gripe

Redação CORREIO
O estado da Bahia já tem 54 casos confirmados da nova gripe, sendo que seis pessoas estão internadas em estado grave: dois no Hospital Octávio Mangabeira, em Salvador, e quatro em hospitais particulares da capital baiana. As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (29) durante entrevista coletiva da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
Dos 276 casos notificados no estado, 54 foram descartados e 142 estão em investigação. A Sesab confirmou que existe a suspeita de uma morte pela nova gripe no estado. A vítima foi um homem de 50 anos que morreu nesta terça-feira (28) no Hospital São Rafael, em Salvador.
Segundo o coordenador da Cevesp (Coordenação Estadual de Vigilância às Emergências em Saúde Pública), Juarez Dias, o resultado do exame que vai confirmar se a morte foi causada realmente pela nova gripe deve sair até a próxima sexta-feira (31).
Além de Juarez Dias, participaram da coletiva da Sesab no auditório do Centro de Atenção à Saúde, a coordenadora da Influenza na Bahia, Maria Mazzarello, a superintendente de Vigilância e Proteção à Saúde em exercício, Marlene Tavares e a diretora de Vigilância Epidemiológica, Alcina Andrade.
Fonte: Correio da Bahia

PT dividido quanto a rompimento com PMDB

Fernanda Chagas
Mesmo diante das reiteradas confirmações por parte do PMDB, do ministro Geddel Vieira Lima, de que não há outra possibilidade senão o lançamento de candidatura própria, ainda assim o PT, do governador Jaques Wagner, candidato declarado à reeleição, não se entende quando o assunto é o rompimento com a sigla do ministro que, consequentemente, mais cedo ou mais tarde deve acontecer. Se, por um lado, o líder do governo na Assembleia, deputado Valdenor Pereira (PT), admite que a aliança com o PMDB chegou a ponto crítico e que do jeito que está é melhor separar, o presidente estadual da legenda, Jonas Paulo permanece confiante na manutenção da aliança com o PMDB.
Segundo avalia o líder petista, o “PMDB e o ministro estão extrapolando o limite da tolerância de uma convivência política respeitosa. A manter este comportamento, seria mais ético o afastamento”,disparou, complementando que “o PMDB e o ministro estão extrapolando o limite da tolerância de uma convivência política respeitosa. A manter este comportamento, seria mais ético o afastamento do PMDB”.
Assim como ele, o deputado estadual Zé Neto, afirmou que vai encaminhar esta semana ao presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo, um documento cobrando uma postura mais dura em relação à indefinição do PMDB sobre 2010. “Está na hora do partido tomar uma posição. A indefinição do PMDB já está nos causando problemas administrativos, ultrapassando até a esfera política. O PT, em minha opinião, tem de exigir que o PMDB tome uma decisão antes de setembro”, salientou o petista.
“Todo final de semana, o PMDB, nos seus encontros pelo interior, agride o governo Wagner. Agora, em Porto Seguro, os ataques chegaram a um nível de ofensa mesmo. O ministro Geddel chegou ao seu limite. É melhor ter um inimigo correto e leal do que um aliado desleal”, acrescentou Zé Neto. Para o deputado, o PT precisa dar uma resposta ao ministro, mesmo que isso signifique a perda de aliados importantes como o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, o peemedebista Rafael Amoedo. “Essa indefinição está criando uma insegurança administrativa grande no governo”.
No entanto, apesar da insatisfação dos “companheiros”, Jonas Paulo insiste no discurso que “em sintonia com o comando nacional da legenda, é fundamental a união das forças de centro-esquerda para a vitória do projeto nacional liderado por Lula na Bahia em 2010. “A Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais formam o triângulo fundamental de construção da vitória da nossa candidatura presidencial”, afirmou. Para ele, a tese de um segundo palanque na Bahia significa abrir brecha para a Oposição, o que deixa claro a sua esperança de o PT repactuar com o PMDB. “O governo Wagner tem trajetória, princípios e constrói uma gestão com vínculo direto e programático com o governo Lula. O projeto é único na Bahia e no Brasil; qualquer demarcação ou fustigação a essa experiência significa a construção de uma linha auxiliar às investidas nefastas dos neoliberais e oligarcas que representam a aliança demo-tucana”.
Fonte: Tribuna da Bahia

terça-feira, julho 28, 2009

Escândalo na Prefeitura de Jeremoabo com cheiro de abafado


Por: J. Montalvão

Constantemente transcrevemos neste Blog matérias concernentes a julgados nos tribunais, que de qualquer maneira mesmo sendo leigos, nos orienta em muitos assuntos corriqueiros.

Aqui na Prefeitura de Jeremoabo para não fugir da rotina houve um escândalo, só que dessa vez foram longe demais, pois envolve a Caixa Econômica, pelo que tomamos conhecimento, existia empregado da Prefeitura fabricando ou fraudando contra-cheques com valores elevados para contrair empréstimos perante aquele estabelecimento bancário, pelo menos esse é o comentário generalizado da cidade.

Já existe salvo melhor juízo dois envolvidos detidos, e segundo informações com prisões temporárias decretadas, só esperamos, que os já detidos, não caiam na bobeira de servir de “bode expiatório”, pois já vazou a notícia que existe muita gente boa envolvida nessa malandragem.

Voltando ao início do nosso comentário, e pelo tanto de matérias jurídicas aqui já publicadas, por analogia, entendemos que o assunto em pauta deveria ser apurado pela Polícia ou Justiça federal, pelo menos é o que assistimos constantemente através a TV ou jornais, pois envolve órgãos Federais, e a Caixa Econômica no nosso entender é um órgão Federal, ao não ser o prefeito tenha baixado um decreto ou coisa similar, transformando fatos dessa natureza, ocorrido em Jeremoabo com sendo municipal ou mesmo estadual, já que aqui é a terra do “tudo pode”.
Agora acontece um fato dessa gravidade, os envolvidos colocam um bom advogado e anulam tudo alegando no mínimo de competência da Justiça Federal

A política é mesmo suja e todo mundo é corrupto?

Por Cássio Schubsky
Montanhas de escândalos. Crise política atrás de crise política. Congresso em frangalhos. Afinal, os partidos políticos são fadados aos joguetes inescrupulosos do poder? A política é mesmo suja, todo mundo é corrupto e estamos definitivamente perdidos? Há salvação no reino (podre) da Dinamarca?
Antes que o leitor largue mão da leitura deste texto, esclareço que não defenderei o óbvio: a necessidade de uma reforma política ampla para minimizar os efeitos funestos das nossas seculares práticas políticas. O Brasil tem salvação: depois de muito dilúvio, haverá a bonança — só que, desta feita, para o povo, para a democracia, para os valores autênticos da cidadania ultrajada. E mais não digo, para não transformar este quadrado de papel em palanque.
Gostaria de abordar uma outra faceta do ato de fazer política. Falar dos círculos de debates, dos cenáculos, dos grupos informais de encontros que tanto bem podem fazer às comunidades, às cidades e até ao país, quiçá ao mundo inteiro.
Muito da história brasileira pode ser contado a partir dessas entidades muitas vezes sem estatuto, sem burocracia, que vivem da vontade de mudar o mundo. Exemplos: o grupo dos inconfidentes em Minas, que fez a conjuração e não iria, obviamente, formalizar seus pleitos em documentos oficiais escritos e ao alcance das autoridades.
O movimento abolicionista, que reunia, por exemplo, jovens estudantes como Castro Alves, Rui Barbosa e Joaquim Nabuco em círculos como o Ateneu Paulistano. Ou, então, os inúmeros agrupamentos republicanos, aglutinando de estudantes a fazendeiros, de militares a rebelados de toda ordem.
Às vezes as rodas informais de debate e ação política se escondem nas sombras, menos por ardil e mais por anonimato imposto pela história. Eu mesmo tive o enorme privilégio de participar de um desses centros de convivência com importante atuação política. Trata-se do Círculo das Quartas-Feiras.
Fundado em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, o círculo, como ficou carinhosamente conhecido, reunia, semanalmente, um seleto grupo de estudantes em torno do saudoso professor Goffredo da Silva Telles Júnior (Clique aqui para comprar o livro Estado de Direito Já! Os trinta anos da Carta aos Brasileiros). Na Faculdade de Direito da USP, em cafés da manhã em hotéis ou no escritório do querido mestre, nosso Círculo das Quartas-Feiras reuniu-se por anos a fio, engrandecendo seus membros pela rica convivência.
Além disso, teve destacado papel político na recente história brasileira. Fato pouco sabido. E quase nada divulgado. Foi por iniciativa do círculo que se impetrou, ainda em outubro de 1988, o primeiro Mandado de Segurança Coletivo da história brasileira, em defesa de milhares de servidores estaduais paulistas em greve, que queriam ter garantido o sagrado direito de reunião pacífica em frente ao Palácio dos Bandeirantes, época em que a polícia do governo Quércia reprimia os manifestantes com truculência.
Tudo começou com uma conjectura sobre mudanças havidas na nova Constituição. E terminou em uma ação judicial de grande repercussão no meio jurídico e na opinião pública. Também partiu do Círculo das Quartas-Feiras o primeiro grito pelo impeachment do então presidente Collor, assim que seu governo decretou medidas flagrantemente inconstitucionais, como o confisco da poupança.
O que era só uma revolta de um grupo de estudantes em torno de um professor ilustre transformou-se em ação de esclarecimento de inúmeros círculos políticos e jurídicos. Quando os escândalos de corrupção se avolumaram no noticiário, a cidadania brasileira foi às ruas pelo afastamento constitucional do presidente, e o impeachment se transformou em conversa de todos os grupos de pessoas reunidas informalmente em fábricas, escolas ou botecos.
Nem se imagine que as grandes mudanças começam como movimento de massa. Há sempre grupos que conspiram, positivamente, em busca de mudanças mais ou menos profundas do status quo. Às vezes por ação de indivíduos, as campanhas cívicas vão ganhando adeptos, e suas ideias chegam a tornar-se hegemônicas.
Jesus Cristo, por exemplo, de perseguido por seu ideal de justiça e fraternidade, passou a messias. Tiradentes, esquartejado, sagrou-se herói. Castro Alves e Luiz Gama, entre tantos outros, viraram líderes da abolição. É assim mesmo: o rastilho de pólvora uma hora se acende, aquece os corações e detona as mais inusitadas reações populares.
É sempre hora de arregaçar as mangas, buscar parceiros de convicções, começar uma conversa aqui e outra acolá. E ir à luta!
[Artigo originalmente publicado na edição de segunda-feira (27/7/09) do jornal Folha de S.Paulo]/CONJUR

Uma radiografia do (des)governo de Jeremoabo

ÉTICA E MORAL NA POLÍTICA
por: Ismael Abreu (foto abaixo) do faceuclides.com.br
l
Temos visto em alguns municípios que a administração da prefeitura fica a cargo de membros de uma única família. Marido, esposa e filhos se confundem na gestão das contas públicas, fazendo às vezes de deputado, vereador, prefeito e assessor.

Tudo isso nos leva a refletir sobre quais são os limites da ética e da moral no setor público. Entendo que se esse fato ocorresse na iniciativa privada talvez não houvesse problema algum. Ou seja, se o dono de uma empresa decide ajudar a sua esposa na administração de outra empresa de propriedade dos dois e se eles resolvem também utilizar os serviços de um filho, tudo bem! Eles não têm que dar satisfação a ninguém, pois isso é uma questão privada. Ocorre que no setor público é diferente, pois existem algumas regras constitucionais, tais como os princípios da impessoalidade, moralidade e legalidade que devem ser observados pelo Administrador no trato da coisa pública.
Tem algumas questões que de fato podem parecer legal, porém adentram uma questão que é de foro íntimo relacionado com a ética e a moral. Para ilustrar o que estou querendo dizer, podemos utilizar exemplos relacionados ao Nepotismo. O Nepotismo é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. É utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público.
Portanto, o agente político não pode dar emprego público com cargo de provimento em comissão, dar função gratificada ou contratar temporariamente pessoas ou firmas sem licitação pertencentes a esposo ou esposa, filho, neto, bisneto, pai, mãe, irmão, etc.. O Supremo Tribunal Federal firmou entendimento no sentido de que o nepotismo denota ofensa aos princípios da impessoalidade, moralidade, eficiência e isonomia. Contudo, temos notícias de que várias formas são utilizadas para burlar o disposto na Lei (ex.: nepotismo cruzado). Pode até ser legal, mais não é moral. Ouvimos constantemente diversos casos de corrupção, desvio de verbas públicas e de nepotismo no nosso cenário político. Isso faz com que o cidadão comum se torne cada vez mais desconfiado e sem acreditar nos políticos que ele próprio ajudou a eleger.
Nos casos referidos inicialmente, o fato do marido ou do filho prestar serviços à prefeitura, onde a figura da prefeita se confunde com esposa e mãe, desde que não haja contratação formal comissionada ou gratificada, de fato isso não é Nepotismo. Contudo, fica sempre a dúvida se realmente os serviços prestados pelos familiares são gratuitos e se não existe algum interesse oculto ou algum benefício não declarado em retribuição aos serviços prestados. Volto a afirmar que algumas situações embora pareçam legais, adentram questões exclusivamente de foro íntimo relacionado com a ética e a moral, cada dia mais raro na administração pública.

Fonte: Joilsoncosta

segunda-feira, julho 27, 2009

Jeremoabo-um pedaço de terra isolado do mundo




Por: J.Montalvão

Quando em qualquer outra parte do Brasil acontece qualquer caso anormal, a imprensa bate logo em cima, aqui em jeremoabo nada é publicado, apenas abafam, é a cidade do abafa.

Aqui roubam milhões e fica por isso mesmo, falam-se uns dias, depois abafam, é querendo se espelhar na impunidade que muitos, que os mais fracos pagam pelo que fizeram, e também pelo que não fizera.

Dizem os entendidos “que a voz do povo, é a voz de Deus”, ou então que “onde há fumaça há fogo”.

Hoje logo cedo fui informado através amigos que existia uma bomba grande começando a explodir em Jeremoabo/Bahia, inclusive com prisões já efetuadas, como não sou de ir a delegacia atrás de notícias, procurei me interar na rua a través de boatos, boatos esse com fundamentos, pois realmente existem prisões.

A bronca é com funcionários da prefeitura, que se espelhando no prefeito, quis também dar uma de esperto, pois se a aventura colasse, como eram iniciantes, no mínimo no próximo pleito seriam eleitos vereadores ou mesmo vice-prefeito, pois grande exemplo é o atual prefeito, que após responder por quase uma centena de processos por improbidades, foi eleito e aplaudido.

Só que sorte não é para todo mundo, e segundo o que se comenta em todas as esquinas aqui em Jeremoabo, é que elementos falsificaram contra-cheques para com isso conseguir empréstimos consignados através da Caixa Econômica em Paulo Afonso, então como na Prefeitura há inúmeros processos de notas frias e superfaturadas, tudo indica que tentaram também superfaturar os contra-chegues, e com isso conseguir gordos empréstimos.

Há dias atrás uma pobre coitada furtou um pequeno pote de margarina, a noticia estampou em todos os jornais do pais, em Jeremoabo acontece um fato grave desse de fraude e falsificação, e abafam por aqui mesmo, a tal sabedoria, “em terra de sapo de cócoras com eles”.

Massa não corre risco

Folha de S. Paulo
BUDAPESTE - Após um dia internado no Hospital Militar de Budapeste com uma fratura no crânio e concussão cerebral devido a um acidente na classificação para o GP da Hungria, o estado de saúde de Felipe Massa evoluiu. O médico Dino Altman afirma que não há risco iminente de morte.
Em geral, sequelas vêm imediatamente
Mola estava se soltando, diz Rubinho
"A situação dele é grave e séria, mas as lesões em si não são sérias", afirmou Altman. "Há um edema onde houve o afundamento craniano [na testa], mas não há hematoma nem danos no tecido cerebral. Não houve piora, o que é importante nestes casos."
Massa foi atingido na cabeça por uma mola que se soltou do carro de Barrichello e bateu sua Ferrari na barreira de pneus. Foi levado de helicóptero ao hospital, ligeiramente sedado, mas consciente, para ser submetido a uma cirurgia de emergência para a retirada de fragmentos do osso. Massa passou a noite em coma induzido e respirando com o auxílio de aparelhos.
Na manhã de ontem, depois que seu pai, Luiz Antônio, sua mãe, Ana Elena, e sua mulher, Raffaela, chegaram ao hospital, a medicação foi reduzida para que o piloto retomasse a consciência.
Mesmo sem abrir os olhos, Massa respondeu a algumas perguntas de Altman com a cabeça e sinalizou que não sentia dor. Quando o pai conversou com ele, seus batimentos cardíacos subiram.
"Todos estes resultados me deixam bastante animado", afirmou Altman.
Apesar de adotar um tom menos otimista e chegar a afirmar que o piloto ainda corre risco de morte, o médico-chefe do Hospital Militar, Peter Gazsò, mostrou-se satisfeito com a evolução do quadro. "Fizemos uma tomografia pela manhã para avaliar o ferimento e os resultados foram os esperados."
A partir de agora, o piloto permanecerá sedado e será acordado periodicamente para ser submetido a exames. Os médicos ainda preferem não estimar o tempo de recuperação do piloto. "O tempo de recuperação possivelmente será longo", afirmou Altman.
Responsável pelo primeiro atendimento a Massa, Gary Harstein, médico da FIA, seguiu a mesma linha. "Talvez seja preciso algumas semanas ou até mesmo meses para ver indicações de sua recuperação", disse ao italiano "Gazzetta dello Sport".
Fonte: Agora

Políticos lutam para transformar a Bahia profunda

Eu não sou dos que alimentam preconceitos contra os “políticos”. Há políticos e políticos. Outro dia mesmo tive notícias de vários políticos envolvidos no processo de transformação do semiárido que ocorre na Bahia. Em Valente, o Dia do Agricultor contou com as presenças do deputado federal Emiliano José (PT-BA), do secretário estadual de Relações Institucionais, Rui Costa, e da vereadora Leninha, do PT.Iniciado desde o dia 11 de julho com intensas atividades nas comunidades rurais do município, aconteceu no dia 24 de julho o encerramento das comemorações do Dia do Agricultor, no Clube Social Umburana. O evento foi realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares de Valente (Straf Valente) com o objetivo de mobilizar todas as comunidades para uma grande festa política, contou com as parcerias das Associações Comunitárias, da CUT, da Fundação Apaeb, dos agentes financeiros Sicoob-Coopere, Banco do Brasil e Banco do Nordeste, do Governo Estado (Seagri, Agecom e Setre) e mandatos da vereadora Leninha e deputado federal Emiliano José, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT.MANIFESTAÇÕES CULTURAIS.As manifestações culturais foram comandadas pelos grupos Ladeira (reisado), Capoeira e Santa Rita de Cássia (versos, poesia e teatro) e Grupo Social Melhor Idade em Movimento – GESMIM (cantiga de roda). Entre as oficinas de qualificação profissional que foram realizadas, ganhou destaque a de produção de mais de 40 subprodutos da mandioca, ministrada pelo grupo de mulheres produtoras de Serrinha, numa estratégia de intercâmbio de saberes entre os próprios produtores.“O povo brasileiro está vivenciando o melhor momento de toda a história brasileira. E agricultura familiar, em particular, nunca teve tanto dinheiro apoiando o processo de produção, assistência técnica, qualificação profissional e beneficiamento e comercialização de seus produtos. O governo Lula está efetivamente promovendo uma grande revolução democrática no país”, destacou na abertura o deputado federal (PT) Emiliano José.FEIRA DA AGRICULTURAOutro momento muito importante das comemorações foi o da feira da agricultura familiar com a exposição e comercialização de produtos das comunidades e foi nesse mesmo contexto que houve a assinatura de 32 contratos pelo Pronaf AgroAmigo do BNB. Para Claudionor Aquino, presidente do Straf Valente, “mais uma vez estamos assegurando aos trabalhadores rurais o acesso ao crédito rural para que eles possam melhorar as suas unidades produtivas”.Foram instaladas duas mesas temáticas. Uma tratou das políticas de financiamento da agricultura familiar, tendo como debatedores Ranúsio Cunha, presidente do Siccob-Coopere, Elmo Bastos, gerente de negócios do BNB e Ailton Florêncio, superintendente da Agricultura Familiar (Suaf/Segari). A outra abordou as políticas de apoio ao beneficiamento e à comercialização de produtos da agricultura familiar com a participação de Diego Ferreira, técnico de comercialização do Centro de Economia Solidária (CESOL/SETRE) e Aldo Araújo que é técnico de comercialização da Agência Regional de Comercialização do Sertão da Bahia (Arco Sertão) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).“Pela primeira vez na história do Brasil a agricultura familiar teve o seu reconhecimento e políticas públicas setoriais à altura do seu real papel estratégico no processo de desenvolvimento. Mas pra que isso ocorresse foi preciso muita luta do movimento sindical rural para criação em 1996 do Pronaf e, seis anos depois, o povo eleger o governo Lula que elevou os recursos de pouco mais de 2 bilhões para os atuais 15 bilhões. A Bahia, recentemente, através do governo Wagner, recebeu mais 500 milhões. Vivemos, portanto, outro momento político institucional e a prova disso foi o apoio que tivemos para a realização dessas comemorações”, assinalou a vereadora Leninha que participou com o governador Jaques Wagner da inauguração do Centro Estadual de Educação Profissional do Semiárido, no município de São Domingos a 12 km de Valente.
Fonte: Bahia de Fato

Lula aposta todas as fichas na Dilma

É precipitado afirmar que o presidente Lula errou ao assumir o risco de empurrar de goela abaixo do PT - imprensado no beco sem saída da sua crise desde as maracutaias do mensalão, do caixa dois e da voracidade com que ocupa milhares de sinecuras na obesa máquina administrativa - só na Petrobrás são mais de 10 mil petistas especialistas em pesquisas nas águas profundas do pré-sal – a candidatura da ministra Dilma Rousseff, da sua exclusiva escolha, sem consultar ninguém.Se até aqui as coisas corriam num mar sereno, sem ondas, as primeiras e notórias dificuldades, com a campanha eleitoral à vista para a para presidente e vice-presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, a salada dos interesses azeda com a briga pelo voto que garanta a reeleição para um dos melhores empregos do mundo ou para a ocupação do poder federal e nos estados.A candidata Dilma nadou de braçada em mar sereno enquanto o presidente sustentava a sua candidatura, silenciava o PT e, com a ousadia de dono do país, antecipou a campanha eleitoral com a desculpa indigente das visitas às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que se arrastam como tartarugas em vários estados e comboiando a ministra chefe do Gabinete Civil, travestida de inspetora de obras eleitorais. Para dobrar a parada, Lula lançou o Minha Casa Meu voto com a promessa da construção de um milhão de residências populares.Mas não apenas o bolo sola quando se abre o forno antes dele estar quente. Também as campanhas desandam quando os erros pipocam antes da definida a polarização. O PT não tinha como resistir à ordem do chefe, com a popularidade batendo recordes acima dos 80%, arrastando a candidatura Dilma para modestos índices de duas dezenas. A paralisia da oposição, empanturrada de aspirantes a candidato potenciais que não se definem, deixava livre a pista para a disparada de Lula e a caminhada da candidata.O escândalo do Senado está estragando a festa lulista. Forçado a apoiar os aliados do PMDB, a escora da sua candidata, Lula entrou num desatino oratório, escorregando em contradições, em exageros, em bravatas. E o balcão peemedebista entrega a mercadoria, mas, cobra preços escorchantes. Da vice-presidência ao apoio aos seus candidatos a governador de vários Estados. Além dos seis ministérios e centenas de cargos que movimentam milhões.O martirológio do PT não comove o padrinho da candidata Dilma. Lula não precisa do PT para os seus sonhos para 2014, se a candidata assumir o compromisso de, eleita, não disputar a reeleição ou em 2018, com as barbas brancas e poucos cabelos na progressão da calvície.A especulação deve parar por aqui para não se perder nos simples e suspeitos palpites. Mas, é irresistível para quem gosta, acompanhar os próximos da novela com Lula e a ministra Dilma nos principais papéis.
Fonte: Villas Bôas Corrêa

Seis candidaturas disputam direção nacional do PT em eleições diretas e transparentes

O Partido dos Trabalhadores é o único partido político do Brasil, da América Latina e do mundo a escolher sua direção nacional em eleições diretas, no voto universal. Cada militante, um voto. Não se trata sequer de eleger diretamente o presidente. Trata-se de eleger direções colegiadas em todos os níveis: nacional, estadual e municipal.A grande imprensa não dá muito destaque a esse fato. “O Estadão”, por exemplo, preferiu destacar que o ex-ministro José Dirceu vai compor a chapa do candidato José Eduardo Dutra, atual presidente da BR Distribuidora. Não deixa de ser um fato importante, embora não mais importante que o Processo de Eleições Diretas (PED) em si.O Processo de Eleições Diretas (PED) acontece no próximo dia 22 de novembro de 2009. O processo eleitoral é transparente, com regras claras, tornadas públicas na Internet. Segundo o “Estadão”, o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu vai retornar formalmente à direção nacional do PT. Seu nome compõe a chapa da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), encabeçada por José Eduardo Dutra, de Sergipe.José Dirceu atua nos bastidores políticos desde que foi cassado por envolvimento no suposto esquema do impropriamente chamado “escândalo do mensalão” pela mídia golpista. Definitivamente, esse ataque político ao PT e ao Governo Lula vai ficando para trás.Olhando para a frente, o ex-ministro José Dirceu atua politicamente para fortalecer a pré candidadura de Dilma Roussef à presidência da República em 2010, em construir palanques para ela, em apaziguar as disputas entre o PT e o PMDB nos estados. O veneno político da matéria do “Estadão” está na afirmação de que José Dirceu atua na defesa do senador José Sarney, acusado de favorecer parentes por meio de atos secretos do Senado. A ênfase pode ser outra: José Dirceu pode estar atuando na defesa do senador José Sarney porque sem ele o Senado fica pior, sua queda individual não resolve nada, já que todos (DEM, PSDB, PPS, PR e até PT) estão envolvidos nas irregularidades. Não me canso de lembrar uma frase de Lula dirigida a um senador do PT: “será que você não sabia de nada mesmo?”. Ou seja, Não é a presidência do Senado que precisa mudar, todo o Senado precisa mudar, e como não podemos cassar todos eles, o caminho é mudar nas eleições de 2010. Aqui na Bahia, por exemplo, é uma vergonha que o estado seja representado por figuras menores como César Borges e ACM Filho. Este último sequer foi eleito com o voto direto dos cidadãos, pois herdou o cargo do falecido pai. Torço para que a deputada Lídice da Mata (PSB) seja candidata ao Senado.Seis candidaturas disputampresidência nacional do PT no PED 2009 O Estadão erra na quantidade de candidaturas. Não são cinco, mas seis candidaturas que concorrem à presidência nacional do PT.Confira abaixo que são os candidatos à presidência do partido e as chapas inscritas. Os nomes que compõem as chapas será divulgado após 4 de agosto, prazo final para eventuais alterações. Também nos próximos dias entrará no ar, pelo Portal do PT, uma página eletrônica especial com tudo sobre o PED.Candidatos à presidência nacional do PT Iriny Lopes, do Espírito Santo - Corrente Articulação de Esquerda José Eduardo Cardozo, de São Paulo - Corrente Mensagem ao Partido José Eduardo Dutra, de Sergipe - Corrente Construindo um Novo Brasil Geraldo Magela Pereira, do Distrito Federal - Corrente Movimento PT Markus Sokol, de São Paulo - Corrente O Trabalho Serge Goulart, de Santa Catarina - Corrente O Trabalho Maioria
Fonte: Bahia de Fato

Partido de César acompanha PMDB no interior

A inspeção de obras do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, ao município de Igaporã, Bahia, foi acompanhada pelo presidente estadual do PR, deputado federal José Ramos, que vê no ministro baiano do PMDB “uma alternativa importante” para a eleição de governador em 2010. “O PR tem conversado com o PMDB e vai tomar uma posição até setembro. Estamos entre formar uma chapa com Geddel Vieira Lima ou com Paulo Souto”, afirmou o dirigente do partido do senador César Borges, o ex-governador que é cotado para integrar a chapa como senador. Também do PR, o prefeito de Igaporã, Deusdete Fagundes, elogiou a “competência e o dinamismo” do ministro Geddel, mas disse que a decisão de apoiá-lo em 2010 depende do partido. “Seguirei o que meu partido determinar”. Em Igaporã, o ministro visitou ao lado das lideranças do PR a macrodrenagem de águas pluviais e o início das obras de saneamento, que vai atender 100% do município e tratar os esgotos que poluem o rio Baco-Pari, uma das artérias da Bacia do São Francisco onde o Ministério da Integração realiza o Programa de Revitalização.Geddel chegou em Igaporã vindo de Jacaraci, outro município beneficiado com saneamento dentro do Programa de Revitalização do São Francisco e que também recebe obras de abastecimento de água e construção de ponte, através do Ministério. Nos dois municípios, o ministro foi recebido com festa. Em Jacaraci, depois da vistoria às obras do ministério, Geddel acompanhou o prefeito na inauguração de uma praça e visitou as instalações do centro de inclusão digital e da universidade aberta. Junto com eles estavam lideranças do PMDB de toda a região e os prefeitos do DEM Luciano Ribeiro, de Caculé, do PV Alan Leite, de Licínio de Almeida, entre outros.“As obras que estamos realizando aqui não contam com a ajuda do governo estadual. Mas quando uma porta fechou, a outra abriu em Brasília, através do ministro Geddel que é nosso candidato a governador”, disse o prefeito de Jacaraci, Antônio Carlos Abreu (PMDB), ao inaugurar a praça Prisciliano Ladeia.
Fonte: Tribuna da Bahia

Confira como se aposentar com o tempo mínimo

Carolina Rangeldo Agora
O trabalhador que deseja obter a aposentadoria por idade pode começar a contribuir ao INSS somente com 50 anos (homem) ou 45 anos (mulher). Isso porque o segurado precisará apenas de 15 anos de contribuição para se aposentar por idade e atingir a idade mínima: 60 anos (mulher) e 65 anos (homem).
Aposentadoria pode ter o valor integral
Valor contribuído vai definir a escolha
Quem completar a idade mínima exigida antes de 2011, no entanto, poderá se aposentar com tempo de contribuição menor do que 15 anos. É o caso, por exemplo, de quem atingiu a idade mínima em 1991. Esse trabalhador precisará somente de cinco anos de contribuição, mesmo que ele não seja mais segurado do INSS e faça o pedido de aposentadoria hoje.
Para quem completará a idade mínima neste ano, serão exigidos 14 anos de contribuição, independentemente da data do pedido de benefício ao INSS.
O segurado que completar 14 anos e seis meses de contribuição no ano que vem poderá pedir a aposentadoria por idade se também completar a idade mínima.
Com o menor pagamento possível ao INSS, o trabalhador garante a aposentadoria por idade, mas pode perder direito a alguns benefícios.
Se o trabalhador ficar até três anos sem contribuir (tempo máximo para quem tem carteira assinada com mais de dez anos de contribuições seguidas que está desempregado), não terá direito ao auxílio-doença, ao auxílio-acidente ou à aposentadoria por invalidez se perder a capacidade de trabalho.
Por isso, deve optar pelo menor tempo de contribuição, segundo advogados, quem nunca pagou o INSS, o trabalhador que começou a contribuir tarde, como, por exemplo, após os 40 anos, ou quem teve que parar de pagar o INSS por um longo período e quer voltar a ser segurado para obter a aposentadoria.
Para pedir o benefício, o segurado precisa agendar o atendimento no posto pelo site www.previdencia.gov.br ou pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. A ligação é gratuita de telefone fixo. De celular, é cobrada tarifa de ligação local.
100 Serviços
Informações sobre aposentadoria por idade
Informações sobre aposentadoria especial
Calcule sua aposentadoria
Agende sua consulta pela internet
Veja todos os serviços de Previdência
Fonte: Agora

Saída de Nilo do PSDB deve causar debandada no partido

Janio Lopo - Editor de Política
A transferência do deputado Marcelo Nilo, presidente da Assembleia Legislativa, para o PSB é fato consumado. Ela se dará tão logo seja criada a tal da “janela” pela Justiça Eleitoral que permita a troca de legenda sem correr o risco de ser penalizado por infidelidade partidária. Nilo vai encerrar uma trajetória de mais de 20 anos entre os tucanos baianos. No derradeiro capítulo de sua história no PSDB ele vai deixar escrito na sua lápide política algo como aqui jaz aquele que se negou a fechar alianças com seus tradicionais adversários. O deputado deixa a sigla e um provável barril de pólvora capaz de explodi-la tão logo formalize sua passagem para o campo socialista. Dentro do próprio tucanato há quem preveja uma debandada geral com a atitude de Nilo. São políticos que não admitem a união com o Democratas de Paulo Souto e ACM Neto, embora, como estes, apoiem a candidatura do governador de São Paulo, José Serra, à Presidência da República.
Tucanos de largas e longas asas como Marcelo Duarte, ex-vice-prefeito de Salvador, e o professor Roberto Santos, ex-governador e ex-ministro estariam com os dois pés fora do PSDB. Só em pensar em conviver com fantasmas do passado lhes dá dores de cabeça. Outros quadros de peso podem saltar do barco, a depender do rumo a quem for levada a embarcação. Há de se ressaltar a existência de uma tendência de Nestor e Márcio Duarte, filhos de Marcelo, procurarem também outras alternativas políticas. Sabe-se, a princípio, que o ex-deputado Arnando Lessa continuará rezando pela cartilha dos sociais democratas, mas, neste instante, é impossível dizer até quando. Em comum com seus demais companheiros de partido (ou ex?) é a votação em Serra. O presidente da Assembleia, nesse sentido, está com o PT e não abre. Seu voto é de Dilma Roussef e seu governador Jaques Wagner, a quem já declarou prestar todo o apoio.
Aliás, graças a Wagner, Nilo foi por duas vezes alçado ao comando da AL. Chegou até a pensar em filiar-se ao PT, mas como dizem alguns mais próximos, Nilo tomou juízo e decidiu se escapar de confusão, optando por PSB onde terá menos aporrinhação. Mas tão somente porque os socialistas baianos são deste tamanhozinho assim. Se há barulho no PT, proporcionalmente no PSB a zoadeira é infinitamente maior. Ou era. Afinal, os incomodados com (dês)comandos de Lídice da Mata e Domingos Leonelli optaram por jogar-se ao mar, mesmo correndo o risco de serem “uma farta boia” para os tubarões. Dizem que é preferível uma boa morte a ter que passar pelos que consideram decisões isoladas “dos do PSB no Estado”.
Já no PSDB, apesar da resistência de Nilo e de outros dos seus camaradas, o comando local – Jutahy Magalhães e Antonio Imbassahy – acham que 2010 pode representar o retorno de Paulo Souto ao governo. E já selaram o compromisso de marcharem juntos, inclusive sintonizados com a direção nacional de ambos os partidos que têm levado, antecipadamente, os loros da vitória a Serra ante a derrocada, vista como inexorável da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).
Falar em Imbassahy, corre-se aos quatro cantos do planeta que Nilo não o quer ver nem que a vaca voe. Por mais de uma vez – é o que corre na boca do povo – Nilo tentou tratar com Imbassahy sobre questões partidárias e de sua decisão de tirar o time de campo. Mesmo marcado e sacramento dia e horário, Nilo teria batido com a cara na porta ao chegar à sede do PSDB, no Centro Empresarial Iguatemi. Para quem não sabe, Imbassahy é presidente regional dos tucanos, que tem um general de cinco estrelas a fiscalizá-lo: o nobre deputado Jutahy Jr..
O fracionamento peesedebista pode, de alguma forma, favorecer o PMDB. Quem não vai votar no PT baiano – a maioria – irá para que lado? Ou Souto ou Geddel. Claro. Ambos conhecem as pedras que têm no caminho. São bastante adultos para removê-las e conquistar os preciosos votos da ala antipetista. Ou não?
Fonte: Tribuna da Bahia

Expulsão de servidores federais por corrupção bate recorde

Ao todo, 43 funcionários foram afastados definitivamente da máquina pública, elevando para 2.179 o número de expulsões de servidores feitas pelo governo desde 2003

Agência Estado


O governo bateu, no mês passado, seu recorde de expulsões de servidores públicos por envolvimento em atos de corrupção dentro da administração federal. Ao todo, 43 funcionários foram afastados definitivamente da máquina pública, elevando para 2.179 o número de expulsões de servidores feitas pelo governo desde 2003. O dado corresponde a uma média anual de 311,2 expulsões e mostra a intensidade de atos de corrupção a que o governo federal está exposto, especialmente porque esses números não incluem as ocorrências em estatais.
De 2.179 expulsões, 1.878 representaram demissões sumárias do emprego. Outras 169 foram destituições de cargos ou funções e 132, de cassações de aposentadorias. Boa parte dos casos envolve o uso do cargo em proveito pessoal ou recebimento de suborno. Apesar disso, a expulsão do serviço público raramente significa punição penal para os envolvidos.
Ao mesmo tempo em que celebra o aumento de eficiência dos mecanismos de combate à corrupção do governo, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, lamenta que a Justiça não consiga punir os culpados pelas irregularidades. “Esse número demonstra como estamos mudando a cultura de impunidade que prevaleceu por muito tempo na administração pública brasileira, onde nada acontecia com os corruptos. Agora acontece. Eles perdem o cargo. Se não vão para a cadeia, isso já é com a Justiça”, afirmou.
Fonte: Gazeta do Povo

Rio Grande do Sul anuncia mais cinco mortes por nova gripe

Redação CORREIO
A secretaria de saúde do Rio Grande do Sul confirmou neste domingo (26) mais cinco mortes em razão da nova gripe. Entre os mortos, estão duas mulheres gestantes, segundo a assessoria de impresa.
No estado, o número de mortos passa para 16. As mortes foram registradas entre os dias 16 e 25 de julho nas cidades gaúchas de Caxias do Sul, Passo Fundo, Uruguaiana e Monte Negro. O Ministério da Saúde ainda não confirmou as novas mortes. Oficialmente, até agora são 33 óbitos no país. Se forem confirmados os casos do Rio Grande do Sul, passará para 38 o número de mortos pela nova gripe.
(Com informações do G1)/Correio da Bahia

Em destaque

Tarcísio se curva a Bolsonaro e afirma: “Meu interesse é ficar em São Paulo”

Publicado em 29 de janeiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Tarcísio atende a Jair Bolsonaro e vai disputar s...

Mais visitadas