Redação CORREIO
O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou nesta segunda-feira (20), por meio de nota oficial, a condenação do ex-prefeito de Ubaíra (BA), João Américo Oliveira Neto, ao pagamento de R$ 123.412,30 por não comprovar a aplicação de recursos no Programa Dinheiro na Escola (PDDE).
O ex-prefeito também foi multado em R$ 10 mil. O Tribunal autorizou a cobrança judicial das dívidas. Uma cópia da decisão também foi enviada à Procuradoria da República na Bahia.
Fonte: Correio da Bahia
terça-feira, abril 21, 2009
Campanha de Vacinação contra a gripe para os idosos começa sábado (25)
Redação CORREIO
Do próximo sábado (25) até o dia 8 de maio a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) e em conjunto com os municípios, promoverá a Campanha de Vacinação contra a Gripe para os Idosos.
A expectativa da Sesab é vacinar 1,3 milhão de pessoas a partir dos 60 anos. A população idosa terá à sua disposição 7.500 postos fixos e volantes, funcionando das 8 às 17hs, em todo o estado. No sábado, será o “Dia Nacional de Vacinação do Idoso”.
De acordo com a coordenadora do Programa de Imunização da Sesab, Fátima Guirra, durante a campanha será aplicada a vacina contra a influenza (gripe), de forma indiscriminada, com o propósito de controlar a transmissão do vírus da infleunza na população igual ou maior de 60 anos.
Também serão disponibilizadas as vacinas do calendário básico de vacinação do idoso, como por exemplo, a vacina dupla adulto, que protege contra o tétano e a difteria. Além disso, será oferecida, de forma seletiva, a vacina contra o penumococo para pacientes acima de 60 anos, que estejam em abrigos, internadas em hospitais ou em casas geriátricas.
A distribuição e a aplicação das doses de vacina envolverão cerca de 27.400 profissionais e 2.800 veículos. Em 2008, a Sesab vacinou, em todo o estado, 1.009.959 pessoas dentro da faixa etária preconizada.
Fonte: Correio da Bahia
Do próximo sábado (25) até o dia 8 de maio a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) e em conjunto com os municípios, promoverá a Campanha de Vacinação contra a Gripe para os Idosos.
A expectativa da Sesab é vacinar 1,3 milhão de pessoas a partir dos 60 anos. A população idosa terá à sua disposição 7.500 postos fixos e volantes, funcionando das 8 às 17hs, em todo o estado. No sábado, será o “Dia Nacional de Vacinação do Idoso”.
De acordo com a coordenadora do Programa de Imunização da Sesab, Fátima Guirra, durante a campanha será aplicada a vacina contra a influenza (gripe), de forma indiscriminada, com o propósito de controlar a transmissão do vírus da infleunza na população igual ou maior de 60 anos.
Também serão disponibilizadas as vacinas do calendário básico de vacinação do idoso, como por exemplo, a vacina dupla adulto, que protege contra o tétano e a difteria. Além disso, será oferecida, de forma seletiva, a vacina contra o penumococo para pacientes acima de 60 anos, que estejam em abrigos, internadas em hospitais ou em casas geriátricas.
A distribuição e a aplicação das doses de vacina envolverão cerca de 27.400 profissionais e 2.800 veículos. Em 2008, a Sesab vacinou, em todo o estado, 1.009.959 pessoas dentro da faixa etária preconizada.
Fonte: Correio da Bahia
Deputados baianos estão entre os que mais usam cota de passagens
Cíntia Kelly Redação CORREIO
O líder do PP na Câmara Federal, Mário Negromonte, é o deputado baiano que mais utiliza a cota de passagens para viagens internacionais. Foram 23 voos para fora do Brasil entre maio de 2007 e agosto de 2008. Do total, o parlamentar viajou seis vezes. O restante coube à mulher e às filhas. O gasto da Câmara foi de R$72.225 (entre passagens e tarifas). As informações são do site Congresso em Foco, que listou os 18 deputados que mais utilizam a cota.
Além dele, outros dois baianos aparecem no ranking: João Carlos Bacelar e Maurício Trindade, ambos do PR. Ao todo, a Bahia tem 41 deputados federais.
No quarto mandato, Mário Negromonte argumentou que não há ilegalidade no uso das passagens. “São viagens que servem para ampliar o conhecimento. Cada vez que o parlamentar viaja para fora, ele cresce”, afirmou.
O problema é que o crescimento, neste caso, não ficou restrito ao deputado, já que mulher e filhas foram quem mais viajaram para o exterior, tendo Nova York (EUA) como o destino preferido.
Enquanto Negromonte admite o uso das passagens, o deputado de primeiro mandato Maurício Trindade nega ter se excedido nas viagens. “Fiz apenas uma viagem para a Argentina”, diz.
Segundo informações das empresas aéreas pesquisadas, foram 20 viagens na cota do deputado. Entre dezembro de 2007 e abril de 2008, parentes e amigos dele viajaram a Paris e Nova York.
Já João Carlos Bacelar disse que não vai se pronunciar. Das 22 passagens, cinco estão no nome do deputado. O restante está em nome de Alfredo Tura, Emanuele Barros, Maria Eduarda Souza, Maria Olívia Oliveira e Ricardo Oliveira - os quais o deputado não informou se são parentes, funcionários ou amigos.
Fonte: Correio da Bahia
O líder do PP na Câmara Federal, Mário Negromonte, é o deputado baiano que mais utiliza a cota de passagens para viagens internacionais. Foram 23 voos para fora do Brasil entre maio de 2007 e agosto de 2008. Do total, o parlamentar viajou seis vezes. O restante coube à mulher e às filhas. O gasto da Câmara foi de R$72.225 (entre passagens e tarifas). As informações são do site Congresso em Foco, que listou os 18 deputados que mais utilizam a cota.
Além dele, outros dois baianos aparecem no ranking: João Carlos Bacelar e Maurício Trindade, ambos do PR. Ao todo, a Bahia tem 41 deputados federais.
No quarto mandato, Mário Negromonte argumentou que não há ilegalidade no uso das passagens. “São viagens que servem para ampliar o conhecimento. Cada vez que o parlamentar viaja para fora, ele cresce”, afirmou.
O problema é que o crescimento, neste caso, não ficou restrito ao deputado, já que mulher e filhas foram quem mais viajaram para o exterior, tendo Nova York (EUA) como o destino preferido.
Enquanto Negromonte admite o uso das passagens, o deputado de primeiro mandato Maurício Trindade nega ter se excedido nas viagens. “Fiz apenas uma viagem para a Argentina”, diz.
Segundo informações das empresas aéreas pesquisadas, foram 20 viagens na cota do deputado. Entre dezembro de 2007 e abril de 2008, parentes e amigos dele viajaram a Paris e Nova York.
Já João Carlos Bacelar disse que não vai se pronunciar. Das 22 passagens, cinco estão no nome do deputado. O restante está em nome de Alfredo Tura, Emanuele Barros, Maria Eduarda Souza, Maria Olívia Oliveira e Ricardo Oliveira - os quais o deputado não informou se são parentes, funcionários ou amigos.
Fonte: Correio da Bahia
Protógenes deve ser aposta eleitoral do PSOL em 2010
Agencia Estado
Para muitos, o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, ex-comandante da Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, está usando o PSOL para se salvar das acusações de ter bisbilhotado ilegalmente jornalistas, ministros e autoridades dos três Poderes. Mas o partido, que ganhou fôlego com o ingresso de dissidentes do PT após o escândalo do mensalão, enxerga no delegado a sua tábua de salvação. Em conversas com amigos, o próprio delegado tem superestimado seu potencial eleitoral.Protógenes diz que foi convencido pelos líderes do PSOL de que, embalado na bandeira do combate à corrupção, alcançará a marca de 1,5 milhão de votos em uma eventual disputa por uma vaga deputado federal por São Paulo no ano que vem. O PSOL, por sua vez, aposta que o ex-chefe da Satiagraha, com a sua fama de "justiceiro", alcance um desempenho duas vezes superior ao conquistado pelo ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) na urnas em 2006. Na época, o ex-prefeito paulistano foi o deputado mais votado, em números absolutos, atingindo a marca de 739 mil votos.Os problemas crescem em torno de Protógenes - ontem o jornal O Estado de S. Paulo revelou que ele viajou com passagens aéreas do gabinete da deputada Luciana Genro (PSOL-RS), pagas pela Câmara. Outros parlamentares da legenda podem ter feito o mesmo, mas só Luciana admitiu, ressaltando não ver nenhuma irregularidade. Protógenes não atendeu à reportagem para explicar por que usou os bilhetes da parlamentar, justamente em meio ao escândalo da "farra das passagens" no Congresso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde
Para muitos, o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, ex-comandante da Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, está usando o PSOL para se salvar das acusações de ter bisbilhotado ilegalmente jornalistas, ministros e autoridades dos três Poderes. Mas o partido, que ganhou fôlego com o ingresso de dissidentes do PT após o escândalo do mensalão, enxerga no delegado a sua tábua de salvação. Em conversas com amigos, o próprio delegado tem superestimado seu potencial eleitoral.Protógenes diz que foi convencido pelos líderes do PSOL de que, embalado na bandeira do combate à corrupção, alcançará a marca de 1,5 milhão de votos em uma eventual disputa por uma vaga deputado federal por São Paulo no ano que vem. O PSOL, por sua vez, aposta que o ex-chefe da Satiagraha, com a sua fama de "justiceiro", alcance um desempenho duas vezes superior ao conquistado pelo ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) na urnas em 2006. Na época, o ex-prefeito paulistano foi o deputado mais votado, em números absolutos, atingindo a marca de 739 mil votos.Os problemas crescem em torno de Protógenes - ontem o jornal O Estado de S. Paulo revelou que ele viajou com passagens aéreas do gabinete da deputada Luciana Genro (PSOL-RS), pagas pela Câmara. Outros parlamentares da legenda podem ter feito o mesmo, mas só Luciana admitiu, ressaltando não ver nenhuma irregularidade. Protógenes não atendeu à reportagem para explicar por que usou os bilhetes da parlamentar, justamente em meio ao escândalo da "farra das passagens" no Congresso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde
Temer admite uso indevido de passagens e pede reunião
Agencia Estado
O presidente da Câmara, Michel Temer (SP), reunirá a Mesa Diretora na quarta-feira para tentar disciplinar, "de forma mais clara e transparente", a utilização de passagens aéreas e das cotas de postagem e impressos, além do auxílio-moradia e das verbas indenizatórias, sobre as quais, segundo ele, ainda restam dúvidas. Em nota oficial divulgada hoje por sua assessoria, Temer admitiu que ele próprio destinou "parte da cota de passagens aéreas a familiares e terceiros não envolvidos diretamente com a atividade do parlamento".Na nota, o uso desregrado das passagens e os "equívocos" cometidos nos gastos da verba indenizatória e das cotas de postagem e outros benefícios são atribuídos ao fato de que "o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização". Foi diante desta avaliação que o presidente encomendou à assessoria administrativa e jurídica da Câmara um estudo que sirva de base à "readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa".Na reunião os membros da Mesa deverão estabelecer um cronograma para a implantação do novo sistema de controle. A ideia é verificar que mudanças podem ser adotadas de imediato, dentro da "diretriz da transparência absoluta, já definida nas verbas indenizatórias, da redução dos gastos e da sua publicidade para que todos a elas tenham acesso". "Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", encerra a nota.
fonte: A Tarde
O presidente da Câmara, Michel Temer (SP), reunirá a Mesa Diretora na quarta-feira para tentar disciplinar, "de forma mais clara e transparente", a utilização de passagens aéreas e das cotas de postagem e impressos, além do auxílio-moradia e das verbas indenizatórias, sobre as quais, segundo ele, ainda restam dúvidas. Em nota oficial divulgada hoje por sua assessoria, Temer admitiu que ele próprio destinou "parte da cota de passagens aéreas a familiares e terceiros não envolvidos diretamente com a atividade do parlamento".Na nota, o uso desregrado das passagens e os "equívocos" cometidos nos gastos da verba indenizatória e das cotas de postagem e outros benefícios são atribuídos ao fato de que "o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização". Foi diante desta avaliação que o presidente encomendou à assessoria administrativa e jurídica da Câmara um estudo que sirva de base à "readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa".Na reunião os membros da Mesa deverão estabelecer um cronograma para a implantação do novo sistema de controle. A ideia é verificar que mudanças podem ser adotadas de imediato, dentro da "diretriz da transparência absoluta, já definida nas verbas indenizatórias, da redução dos gastos e da sua publicidade para que todos a elas tenham acesso". "Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", encerra a nota.
fonte: A Tarde
Superfaturamento no Senado
Paixão Barbosa
A análise de apenas 3 dos 34 contratos com empresas que fornecem mão de obra terceirizada ao Senado Federal revelou um superfaturamento médio de 30%. Dá para imaginar que a probabilidade maior é que o mesmo ocorra nos outros 31 contratos, que estão sendo examinados por uma comissão técnica designada pelo 1º secretário Heráclito Fortes (DEM-PI), depois dos escândalos mais recentes naquela Casa.
De acordo com reportagem publicada na edição desta segunda-feira, de O Globo (www.globonline.com.br) o Senado tem 3.516 servidores terceirizados, mais que o dobro de funcionários de carreira na ativa. E, segundo a autora da reportagem, a jornalista Adriana Vasconcelos, alguns desses funcionários trabalham para mais de uma empresa contratada pela Casa, o que é irregular, mas ajuda a aumentar os salários.
A comissão técnica está auditando todos os contratos de empresas com o Senado, que custam à instituição nada menos que R$ 129 milhões anualmente. Para mostrar como o Senado virou mesmo uma “casa da mãe joana”, somente a substituição de três empresas prestadoras de serviço, que tiveram seus contratos suspensos por suspeita de superfaturamento, garantirá uma economia anual de R$ 10 milhões para a Casa.
Como já disse anteriormente, para mim o Senado é um caso perdido, tantas são as irregularidades que pululam a cada mexida que se dá num dos seus “cantos”. Somente uma faxina geral - que não creio que vá acontecer - poderia resolver.
Fonte: A Tarde
A análise de apenas 3 dos 34 contratos com empresas que fornecem mão de obra terceirizada ao Senado Federal revelou um superfaturamento médio de 30%. Dá para imaginar que a probabilidade maior é que o mesmo ocorra nos outros 31 contratos, que estão sendo examinados por uma comissão técnica designada pelo 1º secretário Heráclito Fortes (DEM-PI), depois dos escândalos mais recentes naquela Casa.
De acordo com reportagem publicada na edição desta segunda-feira, de O Globo (www.globonline.com.br) o Senado tem 3.516 servidores terceirizados, mais que o dobro de funcionários de carreira na ativa. E, segundo a autora da reportagem, a jornalista Adriana Vasconcelos, alguns desses funcionários trabalham para mais de uma empresa contratada pela Casa, o que é irregular, mas ajuda a aumentar os salários.
A comissão técnica está auditando todos os contratos de empresas com o Senado, que custam à instituição nada menos que R$ 129 milhões anualmente. Para mostrar como o Senado virou mesmo uma “casa da mãe joana”, somente a substituição de três empresas prestadoras de serviço, que tiveram seus contratos suspensos por suspeita de superfaturamento, garantirá uma economia anual de R$ 10 milhões para a Casa.
Como já disse anteriormente, para mim o Senado é um caso perdido, tantas são as irregularidades que pululam a cada mexida que se dá num dos seus “cantos”. Somente uma faxina geral - que não creio que vá acontecer - poderia resolver.
Fonte: A Tarde
Vereador é assassinado com uma facada na cidade de Itabela
Mário Bittencourt sucursal Eunápolis
Foi assassinado com uma facada no peito, por volta das 19h desta segunda-feira, 20, em Itabela (a 715 km de Salvador), no extremo sul do Estado, o vereador Clébio Gonçalves Vieira (PP), 28, que estava em seu primeiro mandato. O parlamentar foi morto dentro de casa, onde morava sozinho, no bairro Bandeirantes. Segundo a polícia, vizinhos disseram ter ouvido uma discussão entre ele e uma mulher horas antes de o corpo ser encontrado.
Vieira deu entrada no hospital da cidade já sem vida. Pelas informações passadas pelos vizinhos, a polícia suspeita de que o autor do homicídio tenha sido a sua ex-esposa, de nome não revelado. Ela está sendo procurada. O corpo do parlamentar foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Eunápolis. Antes de ser vereador, ele era funcionário público municipal e ligado à área do esporte.
fonte: A Tarde
Foi assassinado com uma facada no peito, por volta das 19h desta segunda-feira, 20, em Itabela (a 715 km de Salvador), no extremo sul do Estado, o vereador Clébio Gonçalves Vieira (PP), 28, que estava em seu primeiro mandato. O parlamentar foi morto dentro de casa, onde morava sozinho, no bairro Bandeirantes. Segundo a polícia, vizinhos disseram ter ouvido uma discussão entre ele e uma mulher horas antes de o corpo ser encontrado.
Vieira deu entrada no hospital da cidade já sem vida. Pelas informações passadas pelos vizinhos, a polícia suspeita de que o autor do homicídio tenha sido a sua ex-esposa, de nome não revelado. Ela está sendo procurada. O corpo do parlamentar foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Eunápolis. Antes de ser vereador, ele era funcionário público municipal e ligado à área do esporte.
fonte: A Tarde
Dengue ameaça o São João de Jequié
Juscelino Souza sucursal Vitória da Conquista
Uma reunião entre representantes do Ministério Público Estadual (MPE), prefeitura municipal, comerciantes e comunidade vai decidir nesta quarta-feira, 22, a manutenção ou cancelamento dos festejos juninos em Jequié (a 359 km de Salvador). O encontro será na sede da Associação Comercial, às 20 h. O assunto ganhou corpo há uma semana, quando o promotor de Justiça, Maurício Pessoa, recomendou ao prefeito Luiz Amaral (PMDB) suspensão dos festejos, alegando que os recursos, na ordem de R$ 1 milhão, devem ser usados no combate à dengue, doença que responde por 15 mortes suspeitas, oito confirmadas e mais de 10 mil notificações, de janeiro até o momento.
O pedido do MPE, que faz referências a gastos públicos considerados desnecessários pelo promotor, como contratações de bandas, infraestrutura e publicidade, encontra resistência da prefeitura e de empresários, que calculam prejuízos com a eventual suspensão da festa. O promotor ainda sustenta que as verbas também devem ser aplicadas na melhoria do atendimento médico e hospitalar dos pacientes com dengue.
Em 2008, o São João de Jequié recebeu recursos na ordem de R$ 130 mil, somente de fontes externas. Esse montante foi rateado entre Bahiatursa e Petrobras (R$ 50 mil cada), BNB (R$ 10 mil) e Caixa Econômica Federal (R$ 20 mil). Por causa da dengue, antes mesmo dos preparativos para a tradicional festa, a queda na receita é evidente no comércio regional, que abrange uma população estimada em 500 mil pessoas. Lojas, restaurantes, pousadas e hotéis vazios são os sinais clássicos dos reflexos que o temor da doença causa.
Em alguns setores do comércio e prestação de serviços, o movimento caiu cerca de 30%. “O combate à dengue pode, inclusive, ser reforçado durante os festejos juninos pelos artistas”, disse o empresário Dickson Magno. O promotor discorda e argumenta que os casos continuam a crescer em Jequié, recorrendo a um ato municipal para dar sustentação ao seu pedido: em março o prefeito declarou situação de emergência por conta da epidemia de dengue.
Inquérito – Ainda em relação à dengue, o MPE instaurou um inquérito civil para investigar irregularidades supostamente cometidas pela Secretaria Municipal de Saúde e de alguns agentes de combate a endemias no trabalho de prevenção e combate à dengue “A organização e realização dos festejos de São João, com gastos públicos, constitui claro desrespeito ao interesse da saúde da população jequieense e para com as centenas de vítimas da dengue”, argumentou o representante do MPE.
“Diante de uma situação tão delicada como a saúde pública, na qual todos os esforços têm que ser empregados no controle da epidemia e na reestruturação de postos e hospitais, o município desperdiça recursos humanos e materiais com a organização da festa”, concluiu.
Na quinta-feira passada, 16, mesmo dia em que foi notificado pelo MPE, o prefeito convocou secretários municipais e reuniu-se com representantes de vários segmentos da sociedade civil organizada, como CDL, Associação Comercial e Industrial, Ordem dos Advogados, Lojas Maçônicas e Conselho Comunitário. Na primeira reunião, o prefeito Luiz Amaral destacou que os preparativos para o evento estão adiantados.
Segundo os empresários, o período de festas juninas é um dos mais importantes para a economia local. “O cancelamento da festa representaria um grande prejuízo para todos, já que muitos comerciantes investiram em seus negócios, visando à realização dos festejos juninos”, acrescentou o empresário Manoel David.
Fonte: A Tarde
Uma reunião entre representantes do Ministério Público Estadual (MPE), prefeitura municipal, comerciantes e comunidade vai decidir nesta quarta-feira, 22, a manutenção ou cancelamento dos festejos juninos em Jequié (a 359 km de Salvador). O encontro será na sede da Associação Comercial, às 20 h. O assunto ganhou corpo há uma semana, quando o promotor de Justiça, Maurício Pessoa, recomendou ao prefeito Luiz Amaral (PMDB) suspensão dos festejos, alegando que os recursos, na ordem de R$ 1 milhão, devem ser usados no combate à dengue, doença que responde por 15 mortes suspeitas, oito confirmadas e mais de 10 mil notificações, de janeiro até o momento.
O pedido do MPE, que faz referências a gastos públicos considerados desnecessários pelo promotor, como contratações de bandas, infraestrutura e publicidade, encontra resistência da prefeitura e de empresários, que calculam prejuízos com a eventual suspensão da festa. O promotor ainda sustenta que as verbas também devem ser aplicadas na melhoria do atendimento médico e hospitalar dos pacientes com dengue.
Em 2008, o São João de Jequié recebeu recursos na ordem de R$ 130 mil, somente de fontes externas. Esse montante foi rateado entre Bahiatursa e Petrobras (R$ 50 mil cada), BNB (R$ 10 mil) e Caixa Econômica Federal (R$ 20 mil). Por causa da dengue, antes mesmo dos preparativos para a tradicional festa, a queda na receita é evidente no comércio regional, que abrange uma população estimada em 500 mil pessoas. Lojas, restaurantes, pousadas e hotéis vazios são os sinais clássicos dos reflexos que o temor da doença causa.
Em alguns setores do comércio e prestação de serviços, o movimento caiu cerca de 30%. “O combate à dengue pode, inclusive, ser reforçado durante os festejos juninos pelos artistas”, disse o empresário Dickson Magno. O promotor discorda e argumenta que os casos continuam a crescer em Jequié, recorrendo a um ato municipal para dar sustentação ao seu pedido: em março o prefeito declarou situação de emergência por conta da epidemia de dengue.
Inquérito – Ainda em relação à dengue, o MPE instaurou um inquérito civil para investigar irregularidades supostamente cometidas pela Secretaria Municipal de Saúde e de alguns agentes de combate a endemias no trabalho de prevenção e combate à dengue “A organização e realização dos festejos de São João, com gastos públicos, constitui claro desrespeito ao interesse da saúde da população jequieense e para com as centenas de vítimas da dengue”, argumentou o representante do MPE.
“Diante de uma situação tão delicada como a saúde pública, na qual todos os esforços têm que ser empregados no controle da epidemia e na reestruturação de postos e hospitais, o município desperdiça recursos humanos e materiais com a organização da festa”, concluiu.
Na quinta-feira passada, 16, mesmo dia em que foi notificado pelo MPE, o prefeito convocou secretários municipais e reuniu-se com representantes de vários segmentos da sociedade civil organizada, como CDL, Associação Comercial e Industrial, Ordem dos Advogados, Lojas Maçônicas e Conselho Comunitário. Na primeira reunião, o prefeito Luiz Amaral destacou que os preparativos para o evento estão adiantados.
Segundo os empresários, o período de festas juninas é um dos mais importantes para a economia local. “O cancelamento da festa representaria um grande prejuízo para todos, já que muitos comerciantes investiram em seus negócios, visando à realização dos festejos juninos”, acrescentou o empresário Manoel David.
Fonte: A Tarde
Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."
Advogados e psicólogos
A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.
Fonte: BBC Brasil
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."
Advogados e psicólogos
A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.
Fonte: BBC Brasil
De Sanctis se recusa a receber presidente da CPI
Por Lilian Matsuura
O juiz Fausto Martin De Sanctis, responsável pelo andamento do processo da Operação Satiagraha na Justiça Federal de São Paulo, se negou a receber o presidente da CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), nesta segunda-feira (20/4). Segundo a versão do juiz, os integrantes da CPI praticamente fizeram uma armadilha para tentar colher novamente o seu depoimento.
De acordo com De Sanctis, houve um pedido informal de visita de Itabiga e ele aceitou. No final da quinta-feira (16/4) recebeu um ofício da Câmara informando que neste encontro o seu depoimento seria tomado. No dia seguinte, o juiz enviou ofício ao presidente da CPI desmarcando o encontro e para que dizer que em momento algum recebeu comunicado oficial requerendo a sua participação na comissão.
No ofício, o juiz da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo defendeu que os depoimentos devem ter hora, data e local agendados com antecedência, conforme prevê o artigo 221 do Código de Processo Penal. E que também dependem da sua concordância, o que não aconteceu no caso. Com isso, o encontro não aconteceu.
A intenção da CPI era questioná-lo sobre a participação de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) nas investigações da Polícia Federal contra Daniel Dantas e o compartilhamento de dados do inquérito da operação.
Audiência no MPF
A viagem do deputado Marcelo Itagiba para São Paulo, no entanto, não foi perdida. Ele esteve na sede do Ministério Público Federal para uma audiência pública com os procuradores da República Fábio Elizeu Gaspar, Lisiane Cristina Braecher e Roberto Antonio Dassié Diana.
No dia 6 de fevereiro de 2009, a Consultor Jurídico publicou reportagem sobre a parceria entre o Ministério Público Federal, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e o comando do Tribunal Regional Federal da 3ª Região para tentar abortar as investigações sobre os desvios na Satiagraha, conduzida pelo delegado Protógenes Queiroz.
A investigação contra o delegado está sob condução do juiz titular da 7ª Vara Criminal Federal, Ali Mazloum, e é presidida pelo delegado Amaro Vieira Ferreira. Clique aqui para ler a notícia completa.
Agenda em Brasília
Na quarta-feira (22), a CPI ouvirá, na condição de testemunhas, o inspetor Luís Antônio Pinto Duarte e o delegado Ricardo Dominguez Pereira, ambos da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Os depoimentos foram solicitados pelo presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ). A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 7 da Câmara.
O relator da CPI, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), poderá apresentar o relatório final da comissão ainda nesta semana. Pellegrino disse que já possui dados suficientes para concluir seu trabalho. O prazo da CPI se encerra em 15 de maio. Com informações da Agência Câmara
Fonte: CONJUR
O juiz Fausto Martin De Sanctis, responsável pelo andamento do processo da Operação Satiagraha na Justiça Federal de São Paulo, se negou a receber o presidente da CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), nesta segunda-feira (20/4). Segundo a versão do juiz, os integrantes da CPI praticamente fizeram uma armadilha para tentar colher novamente o seu depoimento.
De acordo com De Sanctis, houve um pedido informal de visita de Itabiga e ele aceitou. No final da quinta-feira (16/4) recebeu um ofício da Câmara informando que neste encontro o seu depoimento seria tomado. No dia seguinte, o juiz enviou ofício ao presidente da CPI desmarcando o encontro e para que dizer que em momento algum recebeu comunicado oficial requerendo a sua participação na comissão.
No ofício, o juiz da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo defendeu que os depoimentos devem ter hora, data e local agendados com antecedência, conforme prevê o artigo 221 do Código de Processo Penal. E que também dependem da sua concordância, o que não aconteceu no caso. Com isso, o encontro não aconteceu.
A intenção da CPI era questioná-lo sobre a participação de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) nas investigações da Polícia Federal contra Daniel Dantas e o compartilhamento de dados do inquérito da operação.
Audiência no MPF
A viagem do deputado Marcelo Itagiba para São Paulo, no entanto, não foi perdida. Ele esteve na sede do Ministério Público Federal para uma audiência pública com os procuradores da República Fábio Elizeu Gaspar, Lisiane Cristina Braecher e Roberto Antonio Dassié Diana.
No dia 6 de fevereiro de 2009, a Consultor Jurídico publicou reportagem sobre a parceria entre o Ministério Público Federal, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e o comando do Tribunal Regional Federal da 3ª Região para tentar abortar as investigações sobre os desvios na Satiagraha, conduzida pelo delegado Protógenes Queiroz.
A investigação contra o delegado está sob condução do juiz titular da 7ª Vara Criminal Federal, Ali Mazloum, e é presidida pelo delegado Amaro Vieira Ferreira. Clique aqui para ler a notícia completa.
Agenda em Brasília
Na quarta-feira (22), a CPI ouvirá, na condição de testemunhas, o inspetor Luís Antônio Pinto Duarte e o delegado Ricardo Dominguez Pereira, ambos da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Os depoimentos foram solicitados pelo presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ). A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 7 da Câmara.
O relator da CPI, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), poderá apresentar o relatório final da comissão ainda nesta semana. Pellegrino disse que já possui dados suficientes para concluir seu trabalho. O prazo da CPI se encerra em 15 de maio. Com informações da Agência Câmara
Fonte: CONJUR
segunda-feira, abril 20, 2009
No rastro de um rombo milionário
Vasconcelo Quadros
Corre em segredo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um dos mais rumorosos casos de corrupção envolvendo autoridades estaduais em processos sobre desvio de dinheiro público. Os indiciados são o conselheiro do Tribunal de Contas do Mato Grosso, Humberto Melo Bosaipo, e o deputado José Geraldo Riva (PP), presidente da Assembléia Legislativa do Estado, alvos de 19 ações penais - todas elas transformadas em processos e distribuídas aos 15 ministros do STJ. Os dois respondem ainda a outras 80 ações por improbidade administrativa em tramite na Justiça cível matogrossense e ainda 20 inquéritos abertos pelo Ministério Público estadual, que busca o ressarcimento dos valores supostamente desviados. No total, Riva e Bosaipo respondem, por enquanto, a 119 procedimentos judiciais.
As ações penais foram transferidas para o STJ porque Bosaipo, ex-deputado estadual, ganhou foro privilegiado ao virar, em 2007, conselheiro do TCE, arrastando Riva junto. A última delas chegou a Brasília na semana passada. Os promotores que investigam a dupla têm dificuldades para contabilizar os recursos que sumiram dos cofres da Assembléia Legislativa. As estimativas mais realistas apontam, no entanto, para algo em torno de R$ 120 milhões desde que Riva e Bosaipo passaram a se revezar no comando da Casa nos últimos 13 anos - um como presidente e o outro como primeiro secretário, funções que permitem o controle total de um orçamento que gira atualmente em torno de R$ 18 milhões por mês ou R$ 216 milhões/ano.
Milionário
Presidente da Casa pela quarta vez, eleito este ano por todos os 24 deputados, Riva é o mais articulado dos dois. Ex-contador e ex-corretor de imóveis que chegou pobre a Juara - município ao Norte do estado, já na Amazônia matogrossense - no início da década de 80, hoje é um homem realizado. Milionário e carismático, é dono de um verdadeiro império financeiro e - segundo concordam amigos e adversários - principal liderança política regional, controlando entre 70% a 80% da força eleitoral representada pelos 141 municípios e entre os cerca de 1.400 vereadores. Riva é um midas da política e das finanças, uma espécie de Maluf do Mato Grosso: embora responda a 119 procedimentos judiciais - todos referentes a denúncias de corrupção, um a menos que seu correligionário paulista, nada pega contra ele. É como se fosse protegido pelo chamado efeito teflon.
As coincidências entre os dois pepistas passam também pelo domínio de um considerado feudo eleitoral, aptidão para administrar e, segundo o Ministério Público, desviar recursos públicos. O esquema supostamente criminoso operado por Riva é provinciano, mas mais pesado quando se observa a parceria nos negócios. O promotor Célio Fúrio diz que, do montante desviado, pelo menos R$ 63 milhões foram branqueados pela dupla Riva-Bosaipo na Confiança Factoring, uma lavanderia de dinheiro sujo que pertence a ninguém menos que João Arcanjo Ribeiro, um ex-policial civil conhecido por comendador (ele ganhou a honraria da Câmara Municipal de Cuiabá) que durante duas décadas comandou o crime organizado com mãos de ferro e semeou terror no Mato Grosso.
Segundo o MP, o dinheiro foi desviado numa lenta e contínua sangria em que a dupla, ordenadora das despesas, emitia cheques da Assembléia, mandava funcionários trocar por dinheiro com o comendador e, assim que a Assembléia recebia seu quinhão do governo mensalmente, honrava a dívida. Conforme a investigação, os R$ 53 milhões foram usados basicamente para pagar despesas pessoais e compromissos da dupla nas sucessivas campanhas eleitorais que participaram.
Fonte: Jornal do Brasil (RJ)
Corre em segredo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um dos mais rumorosos casos de corrupção envolvendo autoridades estaduais em processos sobre desvio de dinheiro público. Os indiciados são o conselheiro do Tribunal de Contas do Mato Grosso, Humberto Melo Bosaipo, e o deputado José Geraldo Riva (PP), presidente da Assembléia Legislativa do Estado, alvos de 19 ações penais - todas elas transformadas em processos e distribuídas aos 15 ministros do STJ. Os dois respondem ainda a outras 80 ações por improbidade administrativa em tramite na Justiça cível matogrossense e ainda 20 inquéritos abertos pelo Ministério Público estadual, que busca o ressarcimento dos valores supostamente desviados. No total, Riva e Bosaipo respondem, por enquanto, a 119 procedimentos judiciais.
As ações penais foram transferidas para o STJ porque Bosaipo, ex-deputado estadual, ganhou foro privilegiado ao virar, em 2007, conselheiro do TCE, arrastando Riva junto. A última delas chegou a Brasília na semana passada. Os promotores que investigam a dupla têm dificuldades para contabilizar os recursos que sumiram dos cofres da Assembléia Legislativa. As estimativas mais realistas apontam, no entanto, para algo em torno de R$ 120 milhões desde que Riva e Bosaipo passaram a se revezar no comando da Casa nos últimos 13 anos - um como presidente e o outro como primeiro secretário, funções que permitem o controle total de um orçamento que gira atualmente em torno de R$ 18 milhões por mês ou R$ 216 milhões/ano.
Milionário
Presidente da Casa pela quarta vez, eleito este ano por todos os 24 deputados, Riva é o mais articulado dos dois. Ex-contador e ex-corretor de imóveis que chegou pobre a Juara - município ao Norte do estado, já na Amazônia matogrossense - no início da década de 80, hoje é um homem realizado. Milionário e carismático, é dono de um verdadeiro império financeiro e - segundo concordam amigos e adversários - principal liderança política regional, controlando entre 70% a 80% da força eleitoral representada pelos 141 municípios e entre os cerca de 1.400 vereadores. Riva é um midas da política e das finanças, uma espécie de Maluf do Mato Grosso: embora responda a 119 procedimentos judiciais - todos referentes a denúncias de corrupção, um a menos que seu correligionário paulista, nada pega contra ele. É como se fosse protegido pelo chamado efeito teflon.
As coincidências entre os dois pepistas passam também pelo domínio de um considerado feudo eleitoral, aptidão para administrar e, segundo o Ministério Público, desviar recursos públicos. O esquema supostamente criminoso operado por Riva é provinciano, mas mais pesado quando se observa a parceria nos negócios. O promotor Célio Fúrio diz que, do montante desviado, pelo menos R$ 63 milhões foram branqueados pela dupla Riva-Bosaipo na Confiança Factoring, uma lavanderia de dinheiro sujo que pertence a ninguém menos que João Arcanjo Ribeiro, um ex-policial civil conhecido por comendador (ele ganhou a honraria da Câmara Municipal de Cuiabá) que durante duas décadas comandou o crime organizado com mãos de ferro e semeou terror no Mato Grosso.
Segundo o MP, o dinheiro foi desviado numa lenta e contínua sangria em que a dupla, ordenadora das despesas, emitia cheques da Assembléia, mandava funcionários trocar por dinheiro com o comendador e, assim que a Assembléia recebia seu quinhão do governo mensalmente, honrava a dívida. Conforme a investigação, os R$ 53 milhões foram usados basicamente para pagar despesas pessoais e compromissos da dupla nas sucessivas campanhas eleitorais que participaram.
Fonte: Jornal do Brasil (RJ)
Nova York é bom, Paris é demais
Klécio Santos
Não é surpresa a inutilidade das viagens de parlamentares para congressos inócuos mundo afora. Desconhecida era a dimensão dessa disneylândia que financia a viagem de parentes de políticos ao Exterior. É uma nova modalidade de turismo familiar, financiada com dinheiro do contribuinte. Até líderes e presidentes de partido, que deveriam dar exemplo de retidão, aparecem entre os grandes beneficiados pelo uso indiscriminado de emissão de bilhetes aéreos. Na maioria dos casos, o destino das viagens é Nova York, Paris e Miami.
A farra transcende bandeiras partidárias e ideológicas, atingindo tanto o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), quanto o do DEM, Rodrigo Maia (RJ). Na falta de argumentos plausíveis, o vice-líder do DEM, José Carlos Aleluia (BA), que foi a Londres via Paris, teve o desplante de pregar igualdade com o Executivo, dizendo que a primeira-dama Marisa Letícia sempre viaja com o presidente Lula. Pela distorcida visão ética de Aleluia, a sociedade tem de financiar as viagens de suas excelentíssimas. E, se ninguém chiar, entra também na fatura filhos, genros, sogras e namoradas dos parlamentares.
Não é preciso manter parentesco com políticos para se aproveitar da gandaia. Até mesmo o paladino da luta contra a corrupção, delegado Protógenes Queiroz, se valeu de passagens do gabinete de Luciana Genro (PSOL) para pregar seu discurso em Porto Alegre. Todos têm na ponta da língua a explicação: o regimento da Casa não proíbe a prática. Ou seja, a badalação turística com a família está liberada. Desde que a conta seja enviada para o eleitor.
Fonte: Zero Hora (RS)
Não é surpresa a inutilidade das viagens de parlamentares para congressos inócuos mundo afora. Desconhecida era a dimensão dessa disneylândia que financia a viagem de parentes de políticos ao Exterior. É uma nova modalidade de turismo familiar, financiada com dinheiro do contribuinte. Até líderes e presidentes de partido, que deveriam dar exemplo de retidão, aparecem entre os grandes beneficiados pelo uso indiscriminado de emissão de bilhetes aéreos. Na maioria dos casos, o destino das viagens é Nova York, Paris e Miami.
A farra transcende bandeiras partidárias e ideológicas, atingindo tanto o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), quanto o do DEM, Rodrigo Maia (RJ). Na falta de argumentos plausíveis, o vice-líder do DEM, José Carlos Aleluia (BA), que foi a Londres via Paris, teve o desplante de pregar igualdade com o Executivo, dizendo que a primeira-dama Marisa Letícia sempre viaja com o presidente Lula. Pela distorcida visão ética de Aleluia, a sociedade tem de financiar as viagens de suas excelentíssimas. E, se ninguém chiar, entra também na fatura filhos, genros, sogras e namoradas dos parlamentares.
Não é preciso manter parentesco com políticos para se aproveitar da gandaia. Até mesmo o paladino da luta contra a corrupção, delegado Protógenes Queiroz, se valeu de passagens do gabinete de Luciana Genro (PSOL) para pregar seu discurso em Porto Alegre. Todos têm na ponta da língua a explicação: o regimento da Casa não proíbe a prática. Ou seja, a badalação turística com a família está liberada. Desde que a conta seja enviada para o eleitor.
Fonte: Zero Hora (RS)
Carta ao Governador Sergio Cabral
Dra. Maria Isabel Lepsch
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Saúde
Dra. Maria Isabel Lepsch
Sáb, 18 de abril de 2009 21:39
Quem é o vagabundo, Governador?Sabe governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes.Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo.Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também.Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual.Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue.Parece-me que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul...Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado.Ao final do curso nova seleção, agora para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo. Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo.Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor.No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi abandonar este cargo.Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói como mãe de quatro filhos, ver outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho.Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar cara-a-cara com o paciente como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração.Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de lenga-lenga para salvar vidas. Que vidas, senhor governador? Nas UPAS? tudo de fachada para engabelar o povão!!!!Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico?Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos.A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências.Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico.E aí vem o senhor com a história do lenga-lenga.Acorde governador! Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão. Faça a mudança. Execute."Lenga-lenga" é não mudar os hospitais e os salários.Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico.Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo.A responsabilidade é sua, governador.Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador?Dra. Maria Isabel Lepsch
Fonte: Socialismo.org
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Saúde
Dra. Maria Isabel Lepsch
Sáb, 18 de abril de 2009 21:39
Quem é o vagabundo, Governador?Sabe governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes.Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo.Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também.Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual.Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue.Parece-me que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul...Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado.Ao final do curso nova seleção, agora para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo. Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo.Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor.No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi abandonar este cargo.Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói como mãe de quatro filhos, ver outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho.Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar cara-a-cara com o paciente como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração.Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de lenga-lenga para salvar vidas. Que vidas, senhor governador? Nas UPAS? tudo de fachada para engabelar o povão!!!!Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico?Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos.A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências.Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico.E aí vem o senhor com a história do lenga-lenga.Acorde governador! Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão. Faça a mudança. Execute."Lenga-lenga" é não mudar os hospitais e os salários.Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico.Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo.A responsabilidade é sua, governador.Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador?Dra. Maria Isabel Lepsch
Fonte: Socialismo.org
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