Hoje em dia, o que se vê é uma guerra de narrativas, que fala mais ao fígado do que ao cérebro das pessoas. E a IA está apenas começando
Por LUIS NASSIF
Do Jornal GGN
Publicado em 11/08/2026 às 08:39
A crise do jornalismo vai além do modelo de negócio das empresas, arruinado pelo avanço das redes sociais. A própria missão do jornalismo está ameaçada, em parte pela Inteligência Artificial, destruidora de empregos, em parte pela concorrência dos influenciadores e dos caça-likes.
Historicamente, o jornalismo sempre foi mais um vendedor de ideias e conceitos do que um desbravador de fatos. O modelo de negócios, desde o aparecimento da imprensa corporativa, era criar uma imagem forte, que pudesse conferir credibilidade ao veículo, para fazer valer seu maior ativo: a construção ou destruição de reputações.
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