MACEIÓ - O procurador-geral de Justiça de Alagoas, Coaracy Fonseca, o procurador-geral de Justiça substituto, Dilmar Camerino, e promotores de Justiça do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) e da Fazenda Pública protocolaram ontem pela manhã, no Tribunal de Justiça do estado, um agravo de instrumento solicitando que os dez deputados estaduais indiciados pela Polícia Federal (PF) na Operação Taturana tenham os seus mandatos suspensos.
Como já havia solicitado numa ação cautelar, os procuradores alagoanos renovaram pedido para que o TJ decrete o bloqueio de bens dos deputados e a proibição de pagamento de vencimentos a servidores fantasmas e laranjas da "folha 108". E também requisitou as folhas de pagamento da Assembléia nos últimos cinco anos, fichas funcionais e financeiras de ex-deputados, servidores na ativa e aposentados.
Na primeira instância, o juiz Gustavo de Sousa indeferiu o pedido de suspensão dos mandatos dos deputados, concedendo apenas o afastamento dos seis integrantes da Mesa da Assembléia já indiciados. As medidas adotadas pelo MP são preparatórias para uma ação civil de responsabilidade contra os deputados estaduais acusados - Antônio Albuquerque (DEM), Cícero Amélio, Manoel Gomes de Barros Filho, Arthur Lira, Cícero Ferro e Isnaldo Bulhões Júnior (todos do PMN), Edval Gaia Filho (PSDB), Maurício Tavares (PTB), Dudu Albuquerque (PSB) e Antônio Hollanda Júnior (PTdoB).
Albuquerque está afastado da presidência da Assembléia e é apontado pela PF como chefe da quadrilha. Ele e os demais indiciados negam ter participado do golpe. No entanto, o superintendente da PF em Alagoas, delegado José Pinto de Luna, garante que há provas robustas contra todos, num golpe que desviou mais de R$ 280 milhões da Assembléia.
Outros dois deputados
Marcos Ferreira e João Beltrão (ambos do PMN) também foram indiciados. Com isso, dos 27 deputados estaduais de Alagoas, 12 já foram indiciados e outros estão sendo investigados. Ao todo, mais de 80 pessoas já foram indiciadas, acusadas do desvio dos recursos do duodécimo da Assembléia. A investigação é presidida pelo delegado Janderlyer Gomes. Segundo ele, o inquérito estará concluído até o final de março.
Fonte: Tribuna da Imprensa
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