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Instituto recebeu R$ 273 mil do governo Denarium
Eduardo Militão
Folha
O ministro André Mendonça pediu vista e suspendeu, em agosto, o julgamento no TSE que pode cassar o governador de Roraima. Em março, o instituto fundado pelo ministro recebeu R$ 273 mil do governo do estado, em um contrato sem licitação. O caso foi revelado pelo jornal O Globo e confirmado pelo Uol.
O governador Antônio Denarium (PP) teve o mandato cassado e recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O motivo da cassação foi abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022, quando Denarium foi reeleito. Foram quatro cassações em nível estadual, as duas últimas em janeiro e novembro de 2024.
CASSAÇÃO – Em agosto, a ministra Isabel Gallotti, relatora do caso no TSE, votou pela cassação imediata; no mesmo dia, Mendonça pediu vista e suspendeu o julgamento. O pedido de vista, feito em 26 de agosto, era válido por 30 dias. No final de setembro, Mendonça renovou o pedido de vista por mais 30 dias. O TSE não informou ao Uol quando o julgamento será retomado.
Mendonça é fundador do Iter, que foi contratado pelo governo de Denarium, em fevereiro, para dar dois cursos para funcionários estaduais. Naquele mês, Denarium já tinha apresentado recursos ao TSE contra sua cassação. Mendonça já era ministro do TSE — está na corte desde junho de 2024.
Em março, o governo de Roraima pagou R$ 273 mil pelos dois cursos, que tiveram duração total de seis dias — de 19 a 26 de fevereiro. Isso dá R$ 45,5 mil por dia de curso. Foram ofertadas 40 vagas para cada um dos treinamentos.
SEM LICITAÇÃO – A contratação ocorreu sem licitação; um dos cursos era justamente sobre como fazer licitações; o contrato foi celebrado pela Secretaria de Licitação e Contratação. O governo de Roraima dispensou a licitação sob a alegação de “inexigibilidade”.
Em dezembro, a Secretaria de Licitação mandou um email para o Iter solicitando proposta de preços; orçamento de 21 páginas foi enviado quatro horas depois. Além do orçamento detalhado, Iter enviou dois atestados de capacidade técnica e quatro notas fiscais de cursos ofertados por outras instituições públicas e privadas.
Proposta do Iter traz a foto e a biografia de Mendonça, apresentado como “founder” (fundador). Já o presidente do Iter é Victor Godoy, ex-ministro da Educação de Jair Bolsonaro. Mendonça foi ministro da Justiça de Bolsonaro antes de ser indicado ao STF.
DIPLOMAS – Mendonça também assinou os diplomas dos alunos dos cursos. “Prof. Dr. André Mendonça, Founder”. A segunda assinatura no diploma é de “Victor Godoy, CEO”. “Completou o curso sobre Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos — turma in company Roraima com carga horária de 24 horas, no período de 24 a 26 de fevereiro de 2025”.
O Iter se tornou uma sociedade anônima fechada em outubro, não permitindo saber quem são seus sócios atuais; até então, uma empresa de Mendonça era sócia do instituto. Os demais sócios eram Victor Godoy; Rodrigo Sorrenti, chefe de gabinete de Mendonça no STF; Tercio Tokano, advogado da União e professor do Mackenzie; e o economista Danilo Dupas, que foi presidente do Inep na gestão de Bolsonaro.
SEM MANIFESTAÇÃO – Procurado, Mendonça não se manifestou. O Uol entrou em contato com o gabinete do ministro e com as assessorias do TSE do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto será atualizado se houver resposta. O governador de Roraima também não respondeu à reportagem. Foi eleito governador pela primeira vez em 2018, como representante da onda bolsonarista. Apesar da cassação no tribunal eleitoral regional, está no penúltimo ano do segundo mandato.
O Tribunal de Contas de Roraima também contratou o Iter para dar cursos de oratória a três conselheiros, ao preço de R$ 54 mil. As notas de empenho foram emitidas de março a julho deste ano. O UOL questionou o tribunal a respeito. O texto será atualizado se houver resposta.
GASTOS ELEITORAIS – No TSE, a ministra Isabel Gallotti destacou os gastos eleitorais de Denarium em ano eleitoral com os programas “Cesta da Família” e “Morar Melhor”. Para ela, o “Morar Melhor” deu um drible na proibição de iniciar projetos sociais em anos eleitorais. “Um engenhoso expediente, que culminou na criação de novos programas em ano eleitoral com dividendos eleitorais em favor do candidato reeleito ao governo do estado”, disse Gallotti.
Despesas do governo de Roraima subiram mais de 42 vezes entre 2021 e 2022, segundo dados avaliados pelo TSE. O cálculo já desconta os valores recebidos do governo federal. Uma falsa calamidade pública teria sido usada como “subterfúgio”. “A suposta situação de calamidade pública foi utilizada como subterfúgio para a massiva transferência irregular de recursos com finalidade de benefício eleitoral”, afirmou a ministra.
Os gastos de campanha de Denarium ainda estouraram em 25 vezes o limite legal. O processo foi aberto por uma oponente de Denarium nas eleições de 2022. No processo, a defesa de Denarium negou irregularidades nos programas sociais e disse que eles não tinham caráter eleitoreiro. A transferência de dinheiro do governo estadual para as prefeituras estaria dentro da legalidade também.

Ampliação coloca a pasta em uma posição privilegiada
Mateus Vargas
Folha
O governo Lula (PT) ampliou a verba de comunicação da Presidência em mais de R$ 116 milhões durante o ano, levando esse orçamento para cerca de R$ 876 milhões em 2025. O valor destinado à comunicação do governo, às vésperas do ano eleitoral, supera os cerca de R$ 600 milhões reservados em 2024 —cifra que era a maior aplicada nos contratos da Secom (Secretaria de Comunicação) desde 2017.
A ampliação coloca a pasta em uma posição privilegiada dentro do governo. Houve cortes de verba, e diversos órgãos precisam de recursos até para operações de rotina. A Polícia Federal, por exemplo, busca R$ 97,5 milhões para emitir passaportes, enquanto o Ministério da Educação ainda não tem dinheiro para a compra completa de materiais didáticos.
CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS – A rubrica do Orçamento reservada para a ação de “comunicação institucional” banca principalmente as campanhas publicitárias do governo federal, além de contratos menores, como de assessoria de imprensa e pesquisa de opinião.
Só a conta de publicidade da Secom é de R$ 562 milhões anuais, executada por quatro agências. Algumas das principais destinações dessa verba foram R$ 85 milhões para a campanha com o mote “Brasil soberano”, além de R$ 30 milhões para promover o programa Gás do Povo.
O governo Lula mudou sua estratégia de comunicação desde que Sidônio Palmeira assumiu a Secom, em janeiro. A pasta ampliou a verba para anúncios na internet e passou a apostar na contratação de influenciadores, além da produção de modelos de vídeos virais.
CANDIDATURA – A movimentação se encaixa na busca do petista pela reeleição. O presidente afirmou de forma categórica na última quarta-feira (22) que disputará as eleições de 2026 para buscar um quarto mandato.
Uma publicação feita no fim de setembro nas redes “gov.br” ilustra o novo formato adotado pelo governo. No vídeo, o apresentador João Kléber transporta o seu “teste de fidelidade” —quadro que visava provocar e “flagrar” eventuais adúlteros— para a disputa entre os governos Lula e Donald Trump.
Em nota, a Secom afirmou que a legislação prevê ações de comunicação para promover políticas públicas e direitos. Disse ainda que parte do seu orçamento foi bloqueada e que, por isso, não houve alteração substancial na verba total com os aportes.
NOVO CONTRATO – O governo deve destinar mais R$ 100 milhões por ano para um novo contrato de comunicação digital —a licitação para escolha das agências que vão executar a verba está em fase final. O serviço envolve produção de vídeos, textos, podcasts e outros conteúdos voltados às redes sociais.
Os documentos da licitação mostram que o governo deseja produzir cerca de 3.000 vídeos por ano, em diversos formatos. Apenas os 576 vídeos “com apresentador” devem custar R$ 21,4 mil cada, ou R$ 12,3 milhões no ano. O novo contrato ainda deve incluir a criação de podcasts e videocasts, entre outros produtos.
Na disputa, as agências tiveram de apresentar uma proposta de “estratégia criativa e eficaz de comunicação” para aumentar o engajamento e alcance das mensagens do governo nas redes sociais com a produção de posts em temas como Pé-de-Meia, Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida.
APORTE – O mais recente aporte de verba para a comunicação da Presidência, de R$ 90 milhões, foi definido no último dia 17. A decisão foi tomada após discussões entre o Planalto e a equipe econômica, que incluíram a ideia de turbinar a comunicação digital.
O governo citou a necessidade de realizar campanhas “com maior cobertura temática, ampliação do alcance populacional, adoção de novos formatos digitais e reforço das ações de comunicação regionalizadas”.
Na portaria em que ampliou a verba para propaganda, o governo fez movimentações de cerca de R$ 2,4 bilhões em diversos ministérios. Esse valor foi cancelado de algumas ações orçamentárias e acrescentado a outras, medida que é exigida para cumprir as regras fiscais. Alguns órgãos saíram perdendo nessa mexida do Orçamento, como o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que teve corte de R$ 190 milhões. O órgão já afirmou ao governo que a tesourada pode impactar serviços essenciais, como o processamento da folha de pagamento de benefícios previdenciários.
ACESSO DA POPULAÇÃO – Em nota, a Secom disse que tem ampliado ações de comunicação institucional no ano em que lançou novos programas e políticas públicas, como o Gás do Povo, o Agora Tem Especialistas e a proposta de ampliação da isenção do Imposto de Renda, “para garantir o acesso da população beneficiada a esses serviços”.
A Secom ainda disse que pediu o crédito de R$ 90 milhões para garantir a realização de ações prioritárias, depois de ter R$ 91 milhões bloqueados. A pasta afirmou que a única suplementação que recebeu foi um crédito de R$ 27 milhões do Itamaraty, para a realização da Cúpula dos Brics.
“Portanto, não houve alteração substancial no orçamento da secretaria, com relação à dotação prevista na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2025.” A secretaria ainda disse que a legislação determina a ela “dar amplo conhecimento à sociedade das políticas e programas do Poder Executivo federal”, além de divulgar direitos dos cidadãos, entre outros serviços.

Xi Jinping deu um show de diplomacia em Donald Trump
William Waack
CNN
Donald Trump adotou uma postura dura em relação à China, impondo tarifas tão elevadas que praticamente equivaleram a um embargo comercial. Além disso, restringiu o acesso do país asiático a tecnologias ocidentais, partindo para uma verdadeira guerra econômica com o conhecido ar de autoconfiança que o caracteriza.
No entanto, a China reagiu. Retaliou os Estados Unidos ao suspender a venda de terras raras e interromper a compra de soja de produtores americanos — justamente parte do eleitorado de Trump.
TUDO COMO ANTES – Após meses de hostilidades mútuas, Donald Trump e Xi Jinping anunciaram uma trégua de um ano, pela qual tudo voltaria ao que estava antes.
À primeira vista, poderia parecer que toda essa disputa resultou apenas em um retorno ao ponto de partida. Contudo, na realidade, a situação ficou um pouco pior: os Estados Unidos saíram mais enfraquecidos e a China, mais fortalecida, pois demonstrou na prática que Trump foi o primeiro a recuar.
Atualmente, Estados Unidos e China continuam dialogando, mas cada um mantém uma “pistola de grosso calibre” sobre a mesa, prometendo apenas não apontá-la para o outro nos próximos 12 meses.
SEM DEPENDÊNCIA – O que ambos deixaram claro é o desejo de reduzir gradualmente a dependência mútua. Esse processo de desacoplamento econômico, porém, é considerado arriscado, complexo e potencialmente disruptivo para a economia mundial.
Os pontos centrais que alimentam o confronto entre as duas potências — por ora restrito ao campo comercial e econômico — permanecem inalterados.
Para o Brasil, o cenário também se mantém delicado e perigoso, já que, nessa guerra entre gigantes, nossas principais exportações têm como destino a China, enquanto grande parte dos insumos que sustentam o agronegócio brasileiro vem dos Estados Unidos. Assim, o país tenta, com dificuldade, evitar ter de escolher um lado.
Por Marcela Canavarro, Bruna Fantti e Paula Soprana/Folhapress
04/11/2025 às 06:35
Foto: Eusébio Gomes/Arquivo/TV Brasil
Mortos no Rio de Janeiro durane operação
Todos os civis mortos durante o confronto com a polícia nos complexos da Penha e do Alemão e já identificados são homens e 44 deles (38%) nascidos no estado do Rio de Janeiro. A média e mediana de idade é de 28 anos e 1/3 deles não tem registro do nome do pai. A metade possuía ao menos um mandado de prisão ou, no caso de um menor de idade, de busca e apreensão.
Quase uma semana após a megaoperação que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, a Polícia Civil do Rio divulgou uma lista com 115 perfis —que não inclui os quatro agentes de segurança que perderam a vida na ação. Em outros dois casos, as perícias foram inconclusivas.
O documento traz registros oficiais como RG e CPF, fotos, perfis de redes sociais, histórico criminal e informações sobre mandados de prisão.
Da lista, 36 homens só tinham a mãe na filiação. Não é possível aferir a raça dos homens porque, no Brasil, ela se dá por autodeclaração.
A idade média dos mortos é de 28 anos. O mais novo tinha 14 anos e, segundo a polícia, era investigado por "fato análogo ao crime de estupro de vulnerável". O mais velho, de 55, Jorge Benedito Barbosa, que seroa conhecido como Pará, já foi condenado por roubo. Ele faria aniversário nesta quarta-feira (4).
Três dos mortos chegaram à maioridade neste ano, dois eram menores de idade (14 e 17 anos), dois não tinham data de nascimento registrada e três fizeram aniversário na véspera da morte.
Um deles, Francisco Myller Moreira da Cunha, também chamado de Gringo e Suíça, nasceu em Manaus e completou 32 anos no dia 27 de outubro. Era a liderança do CV (Comando Vermelho) no Amazonas e tinha mandado de prisão ativo, segundo o documento. Constam na ficha homicídio, tráfico e porte de arma em seu estado.
Yuri dos Santos Barreto, sem registro de pai e de naturalidade, completou 22 anos no mesmo dia. Figura como autor em três registros de ocorrência policial —em uma delas possuía granadas de fabricação caseira, de acordo com as informações da polícia.
Já Ronaldo Julião da Silva, de Campina Grande (PB), completou 46 anos. Segundo o documento, "não possui anotações criminais e não figura como autor ou envolvido em registros de ocorrência", o que sugere que não tenha cometido crime.
Metade dos mortos (49,5%) listados tinha ao menos um mandado de prisão ou de busca e apreensão, caso de um adolescente. Em 54 deles, ou não havia mandado ou não havia informação suficiente.
Rafael Correa da Costa, conhecido como Rafinha ou Irmãos Sorriso, tinha cinco mandatos de prisão ativos. Natural do Pará, era considerado pela polícia a liderança do Comando Vermelho na cidade de Abaetuba, no estado.
Já Victor Hugo Rangel de Oliveira, 25, natural de São Pedro da Aldeia (RJ), respondia por quatro mandados de prisão. Segundo a polícia, estava envolvido em três registros de ocorrência e em um como adolescente infrator. Também foi o autor de 16 ocorrências. Em suas redes, segurava um fuzil em cada mão em uma das fotos.
Assim como ele, Vanderley Silva Borges, chamado de Cabeção e Deley, natural da cidade de Goiás no estado de mesmo nome, tinha quatro mandados de prisão ativos por tráfico de drogas.
Os crimes mencionados pela polícia no documento são tráfico de drogas, envolvimento com facção, homicídio (incluindo de policiais), organização criminosa, furto, roubo, associação para o tráfico, porte ilegal de armas (inclusive de uso restrito ou granada de produção caseira), receptação, ameaça, lesão corporal, corrupção ativa, uso de documento falso, corrupção de menores, porte de drogas para consumo próprio, furto de energia elétrica, estupro (inclusive coletivo, inclusive de vulnerável), extorsão e lesão corporal.
Doze homens foram apontados como líderes de facção em outros estados, em cidades como Abaetuba (PA), Feira de Santana (BA), Goiânia e Manaus.
A maior parte dos mortos é do estado do Rio de Janeiro. Não é possível saber a cidade de todos pois em vários casos há apenas o preenchimento do estado. A capital fluminense é citada ao menos 26 vezes, a mais frequente.
Mas há grande diversidade geográfica na origem desses 115 mortos. Atrás do Rio, o Pará é o estado com mais representantes (19), sendo a maior parte da capital Belém. Há ao menos cinco pessoas de Manaus e quatro da baiana Feira de Santana.
Há um morto de São Paulo e um de Vitória. Não consta ninguém de Minas Gerais ou da região Sul. Há dez casos sem registro de naturalidade.
Redes sociais foram usadas para encontrar elo com CV
A análise da inteligência da Polícia Civil relacionou dados de redes sociais para apontar o suposto elo entre 12 suspeitos mortos e o CV (Comando Vermelho), uma vez que dez desses citados não tinham antecedentes criminais.
Entre os perfis dos suspeitos analisados, os investigadores relacionaram o de Tiago Neves Reis, 26, à facção por exibir uma bandeira vermelha triangular em forma de emoji, o que faria alusão ao CV. Reis não tinha mandado de prisão, não era investigado e não possuía antecedentes.
Já Kauã de Souza Rodrigues da Silva, 18, tampouco tinha anotações criminais. A polícia destaca que suas redes sociais não exibiam postagens desde 2022, o que, para os agentes, indicaria "apagamento de perfil" para eliminar possíveis provas.
Outro nome identificado foi o de Alessandro Alves Silva, 19, cujo envolvimento com o tráfico teria sido sugerido por postagens em que aparece usando uma roupa ghillie, vestimenta usada para camuflagem na mata.
Também foi analisado o perfil de Yure Carlos Mothé Sobral Palomo, 23, que tinha uma anotação criminal e aparece em uma foto segurando uma arma.
As redes sociais também serviram para monitorar a movimentação dos suspeitos na mata. Um dos casos citados é o de um homem conhecido como Castanhal, do Pará, que fugiu da prisão. Uma mulher, supostamente casada com ele, publicou uma foto logo após a operação na região da Vacaria, no Complexo da Penha, onde a maioria dos mortos foi encontrada.
Na imagem, ela segura mão de um homem que vestia roupa de camuflagem, explicando na legenda que foi até a mata para buscar o corpo dele.
Segundo a polícia, entre os 115 perfis analisados, mais de 95% apresentavam ligação comprovada com o Comando Vermelho.
Politica Livre
Publicado em 19 de janeiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Haddad afirmou que quer tempo para discutir o p...