quinta-feira, junho 05, 2025

Elon Musk diz que o projeto fiscal de Trump é uma ”abominação repugnante”


Um homem está em um ambiente formal, usando um boné preto com a palavra 'RAGE' em destaque. Ele tem uma expressão pensativa, olhando para cima, enquanto toca levemente o boné com a mão. Ao fundo, há cortinas coloridas e uma bandeira dos Estados Unidos.

Musk desistiu de ajudar Trump a reduzir o déficit fiscal

Joe Miller e Lauren Fedor
Financial Times

Elon Musk detonou o principal projeto de lei tributária de Donald Trump, chamando-o de “uma abominação repugnante”, em um ataque que ameaça destruir a relação entre o presidente dos EUA e seu bilionário apoiador.

Em uma série de publicações na sua rede social X nesta terça-feira (3), Musk —que saiu abruptamente do governo na semana passada— criticou o que chamou de “projeto de lei de gastos do Congresso gigantesco, ultrajante e cheio de privilégios”.

VOCÊS SABEM DISSO – “Vergonha para quem votou a favor: vocês sabem que erraram. Vocês sabem disso”, escreveu. A intervenção agressiva do bilionário ocorre em um momento crítico para o “grande e belo projeto de lei” [big, beautiful bill, ou BBB, em inglês] de Trump, que passou por pouca margem na Câmara dos Representantes no mês passado e precisa ser aprovado pelo Senado para se tornar lei.

Trump impôs um prazo de até 4 de julho para aprovar a medida, que poderia definir seu segundo mandato e estabelecer o rumo para a economia dos EUA. Ele tem pressionado senadores republicanos que estão alarmados com o pacote, que reduziria impostos, diminuiria gastos sociais e aumentaria a dívida pública.

As declarações de Musk ocorreram poucas horas depois de Trump ter criticado o senador republicano Rand Paul, um conservador fiscal ferrenho que questionou as disposições do projeto para aumentar o limite de quanto o governo federal pode se endividar em US$ 5 trilhões.

TRUMP REVIDA – “Rand Paul tem muito pouca compreensão do BBB, especialmente o tremendo CRESCIMENTO que está por vir”, disse Trump em sua plataforma de mídia social Truth Social na manhã desta terça-feira. “O BBB é um grande VENCEDOR!!!”.

Outros senadores fiscalmente conservadores —incluindo Ron Johnson, de Wisconsin, Mike Lee, de Utah, e Rick Scott ,da Flórida — pediram cortes mais profundos nos gastos do projeto.

Outro grupo de senadores republicanos —incluindo Susan Collins, do Maine, Lisa Murkowski, do Alasca, e Josh Hawley, do Missouri— criticaram os cortes propostos pelo projeto ao Medicaid, programa de saúde pública para americanos de baixa renda e com deficiência.

MAIORIA MÍNIMA – O partido de Trump controla o Senado por 53 a 47, o que significa que os republicanos só podem perder o apoio de três senadores.

Questionada sobre os comentários de Musk, porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse: “O presidente já sabe qual era a posição de Elon Musk sobre este projeto. Isso não muda a opinião do presidente. Esse é um projeto grande e bonito, e ele está mantendo sua posição.”

Mas a intervenção de Musk provavelmente encorajará os republicanos críticos do presidente. Paul concordou com Musk no X, dizendo: “Podemos e devemos fazer melhor.” Lee respondeu: “O Senado deve melhorar este projeto.”

CINCO DIAS DEPOIS – O ataque frontal de Musk ocorreu cinco dias após sua despedida no Salão Oval e intensifica sua disputa com a Casa Branca, que ele criticou por causa da política de tarifas e culpou por não apoiar totalmente seus esforços para cortar US$ 1 trilhão do orçamento dos EUA.

O governo americano buscou nesta terça apaziguar apoiadores descontentes da força-tarefa de redução de custos de Musk, o chamado Doge (Departamento de Eficiência Governamental), apresentando ao Congresso uma pequena fatia de cortes que a iniciativa identificou —incluindo contratos relacionados a programas de diversidade e mais de US$ 1 bilhão em financiamento para NPR e PBS— para serem consagrados em lei.

Embora o homem mais rico do mundo tenha evitado criticar o presidente, cuja campanha ele apoiou com mais de US$ 250 milhões no ano passado, ele se distanciou de partes da agenda de Trump.

ELEIÇÕES PARLAMENTARES – Elon Musk também indicou que interromperia seus gastos com candidatos alinhados e nesta terça-feira pareceu pedir que os republicanos fossem removidos do cargo nas eleições de meio de mandato do próximo ano.

Musk disse que seu envolvimento com a Casa Branca trouxe “retaliação” contra seus negócios, especialmente a Tesla, cujas vendas caíram na Europa.

Na semana passada, ele disse à CBS News que estava “preso em um dilema” porque não queria criticar Trump, mas também não queria “assumir a responsabilidade por tudo o que esse governo está fazendo”.

Nesta terça-feira, ele escreveu sobre o projeto de Trump: “Sinto muito, mas simplesmente não aguento mais.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Trump está errado e Musk está correto. A sólida amizade entre os dois, que estava balançada há semana, acaba de subir ao telhado e despencou lá de cima, não existe mais. (C.N.)

Interpol já teria incluído Carla Zambelli na lista dos procurados em 196 países

Publicado em 5 de junho de 2025 por Tribuna da Internet

Carla Zambelli tem localização revelada por Youtuber - OFuxico

Ninguém sabe ao certo para onde fugiu Carla Zambelli

Patrik Camporez
O Globo

A Interpol incluiu nesta quinta-feira (5) o nome da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) na lista de difusão vermelha, a pedido da Polícia Federal. A medida foi adotada após a parlamentar descumprir ordens judiciais e ser considerada foragida. Condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão, Zambelli anunciou na terça-feira que deixou o Brasil.

Na quarta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a PF realizasse os “procedimentos necessários” para a inclusão da deputada na lista. O pedido ainda precisou ser aprovado por um conselho sediado em Lyon, na França. De acordo com o artigo 3 da Constituição da Interpol, a inclusão só pode ocorrer se a solicitação não tiver motivação “política, religiosa, racial ou militar”.

FUGIR DA LEI – Ao determinar a prisão, Moraes disse que, no caso de Carla Zambelli, a saída do Brasil “teria claro objetivo de se furtar à aplicação da lei penal, em razão da proximidade do julgamento dos embargos de declaração opostos contra o acórdão condenatório proferido nestes autos e a iminente decretação da perda do mandato parlamentar”.

Moraes atendeu a um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) após o anúncio da parlamentar de que saiu do país. Agora, a Câmara dos Deputados será notificada. Caso ela seja presa, a Constituição prevê que o plenário decida se mantém ou não a medida.

O ministro do STF observou na decisão que, após a sua condenação, Zambelli declarou que “pretende insistir nas condutas criminosas, para tentar descredibilizar as instituições brasileiras e atacar o próprio Estado Democrático de Direito, o que justifica, plenamente, a decretação de sua prisão preventiva”.

INTUITO CRIMINOSO – Na decisão, Moraes afirmou que o “intuito criminoso” da parlamentar “permanece ativo e reiterado” e apontou que Zambelli insiste, “mesmo que de modo atabalhoado e confuso”, em divulgar notícias falsas e atacar o Poder Judiciário.

Em maio, a deputada foi condenada por unanimidade pela Primeira Turma do STF a 10 anos de prisão por seu envolvimento em invasões ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela chegou a ter o seu passaporte retido em 2023, mas o documento já havia sido devolvido a ela — que não tinha restrições para deixar o país.

A condenação diz respeito à acusação de falsidade ideológica e à invasão do sistema eletrônico do CNJ. Por determinação da Corte, ela também foi condenada à perda do mandato na Câmara e deverá se tornar inelegível, como consequência da Lei da Ficha Limpa.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A notícia foi dada pelo O Globo no início da tarde, e logo em seguida a Folha também divulgou a inclusão de Carla Zambelli na lista vermelha da Interpol, mas nenhum dos dois jornais informou a origem da notícia. A Interpol, desde novembro passado vem sendo dirigida pelo delegado brasileiro Valdecy Urquiza, que fica baseado em Lyon, França, onde funciona o Conselho da Interpol, órgão responsável pela inclusão do nome da deputada brasileira.  (C.N.)

Bahia recebe 55 novas ambulâncias do SAMU e inaugura reforma do Hospital Octávio Mangabeira

 Foto: Reinaldo Oliveira/Política Livre

Alexandre Padilha05 de junho de 2025 | 09:37

Bahia recebe 55 novas ambulâncias do SAMU e inaugura reforma do Hospital Octávio Mangabeira

exclusivas

O governador Jerônimo Rodrigues inaugurou, na manhã desta quinta-feira (5), a reforma e ampliação do Hospital Especializado Octávio Mangabeira, em Salvador, e entregou 55 novas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para renovar a frota no estado. A cerimônia contou com a presença dos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Rui Costa (Casa Civil) e marcou mais uma etapa do novo PAC na Bahia.

Além das melhorias na estrutura do hospital, foi entregue uma nova ambulância para a unidade e mais 55 veículos para a renovação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em todo o estado. A iniciativa integra o novo pacote do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, coordenado por Rui Costa.

“O presidente Lula está garantindo mais dignidade e mais saúde para o povo da Bahia. Só agora, somando tudo o que já foi entregue ao governador Jerônimo, são 286 novas ambulâncias do SAMU no estado. Isso permite que o governo da Bahia faça uma grande expansão desse serviço essencial”, destacou o ministro Alexandre Padilha.

Padilha celebrou a chegada do SAMU a regiões antes desassistidas, como a Chapada Diamantina. “Lá está na Chapada, chama o SAMU, que o SAMU agora tem, vai te atender. Está subindo na trilha e sentiu falta de ar? Chama o SAMU, que o SAMU vem”, brincou o ministro, ressaltando a importância da descentralização do atendimento de urgência.

Outro destaque da solenidade foi o anúncio de novas ações para agilizar o acesso a especialistas e exames no estado. Segundo Padilha, por iniciativa do governador Jerônimo e da secretária estadual de Saúde, Roberta Santana, as policlínicas da Bahia poderão funcionar também aos finais de semana e em horários estendidos durante a semana, com apoio financeiro do governo federal.

“Só no programa Agora Tem Especialista, temos recursos garantidos para mais de 53 mil cirurgias eletivas e meio milhão de novos exames como tomografias, ressonâncias e ecocardiogramas. Isso representa dignidade e cuidado com o tempo de quem espera por um atendimento especializado”, afirmou o ministro da Saúde.

Padilha também anunciou que o Hospital Octávio Mangabeira será credenciado para atendimento e cirurgias oncológicas, ampliando o suporte aos pacientes com câncer na Bahia. “A medida provisória assinada pelo presidente Lula permite ainda que hospitais privados e planos de saúde possam ofertar cirurgias e exames para o SUS, aumentando a capacidade de atendimento”, explicou.

Política Livre

Mendonça diz em julgamento do Marco Civil que desconfiar da Justiça Eleitoral é um direito

 Foto: Antonio Augusto/ STF/Arquivo

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal)04 de junho de 2025 | 20:46

Mendonça diz em julgamento do Marco Civil que desconfiar da Justiça Eleitoral é um direito

brasil

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), começou a apresentar seu voto sobre as regras do Marco Civil da Internet nesta quarta-feira (4) e disse que inovações tecnológicas sempre suscitam temores.

Mendonça afirmou que a verdadeira tolerância defende pessoas, ainda que expressem ideias “idiotas ou inaceitáveis”, e que essas ideias devem ser atacadas, não as pessoas.

“A Justiça Eleitoral brasileira é confiável e digna de orgulho. Se, apesar disso, um cidadão vier a desconfiar dela, este é um direito. No Brasil, é lícito duvidar da existência de Deus, que o homem foi à Lua e das instituições”, disse.

O plenário retomou a discussão a respeito do momento em que uma plataforma deve ser responsabilizada por conteúdos de terceiros publicados em redes sociais. Hoje, as empresas apenas devem pagar indenização caso não remova publicações depois de ordem judicial.

Apenas Mendonça se manifestou. No início da tarde, ele avisou que, dada a complexidade do tema, fará a leitura completa do voto e que, para isso, precisará de duas sessões. O ministro deve concluir o voto na sessão de quinta (5).

Ao abordar o tema das fake news, o ministro defendeu uma postura autocontida do Judiciário.

“O que se busca apontar são os efeitos deletérios que decorrem de postura ativista, ao qual, no presente caso, pode culminar em agudizar ainda mais o problema que se pretende combater”, afirmou.

O ministro, que foi indicado para o cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tem adotado posicionamento que contraria a ala majoritária do tribunal em diversos temas. Votou em 2024, por exemplo, para impedir Alexandre de Moraes de julgar o ex-presidente.

O Marco Civil começou a ser julgado em novembro, e houve o pedido de vista —mais tempo para análise— de Mendonça em dezembro passado. Até então, três votos haviam sido dados, dos relatores dos dois recursos, Dias Toffoli e Luiz Fux, e do presidente Luís Roberto Barroso.

A expectativa é que o Supremo promova mudanças no Marco Civil da Internet semelhantes ao que vinha sendo discutido no Congresso Nacional no âmbito de um projeto de lei sobre regulamentação das redes sociais.

Relatado pelo deputado Orlando Silva (PC do B-SP), o chamado PL das Fake News acabou travado na Câmara, em 2023, por oposição das big techs e ameaças a parlamentares.

Ao votar, em dezembro passado, Barroso afirmou entender que o artigo 19 do Marco Civil é insuficiente para o cenário atual, que demandaria regulação, mas não deve ser derrubado por completo. Ele defendeu que, em casos de ofensas e crimes contra a honra, a necessidade de decisão judicial prévia deve continuar valendo.

Nesta tarde, Barroso abriu a sessão fazendo o que chamou de esclarecimento à sociedade diante de desinformações sobre o tema.

“O Judiciário não está legislando e muito menos regulando em caráter geral, abstrato e definitivo as plataformas digitais. Nós estamos julgando pretensões que chegaram ao tribunal por via de recursos”, disse.

Toffoli, relator de um dos processos, também comentou o tema. “Aqui não se trata de nenhum julgamento que diga respeito a censura ou que tolha liberdade de expressão”, disse.

Segundo o ministro, o artigo 19 da lei estabeleceu uma cláusula legal de imunidade de responsabilização pelo período entre a postagem e a deliberação judicial.

“Na forma como está hoje, essa responsabilidade só surge se descumprir decisão. Se cumprir, não tenho que pagar nada”, afirmou o ministro.

Com base no entendimento de que o modelo atual dá imunidade às empresas, Toffoli propôs no ano passado que a responsabilização se baseie em outro dispositivo da lei, o artigo 21, que prevê a retirada do conteúdo mediante simples notificação.

Segundo a votar, também em 2024, Fux propôs que as empresas sejam obrigadas a remover conteúdos ofensivos à honra ou à imagem e à privacidade que caracterizem crimes assim que foram notificadas.

Para ele, as plataformas devem fazer monitoramento ativo e retirem o conteúdo do ar imediatamente, sem necessidade de notificação de discurso de ódio, racismo, pedofilia, incitação à violência e apologia à abolição violenta do Estado democrático de Direito e ao golpe de Estado.

Por sua vez, Barroso aborda o dever geral de cuidado, para evitar que conteúdos como pornografia infantil, automutilação, indução ao suicídio, tráfico de pessoas, terrorismo e abolição violenta do Estado democrático de Direito cheguem ao espaço público.

Ana Pompeu/FolhapressPoliticaLivvre

Moraes determina novo inquérito contra Zambelli para apurar coação e obstrução de investigação

 Foto: Antonio Augusto/ STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)04 de junho de 2025 | 21:32

Moraes determina novo inquérito contra Zambelli para apurar coação e obstrução de investigação

brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quarta-feira (4) a instauração de um novo inquérito contra a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), para apuração de suposta coação no curso do processo no qual ela foi condenada e obstrução de investigação de infração penal sobre organização criminosa.

“As diversas entrevistas da ré, em 3/6/2025, indicam que a sua fuga do território nacional se reveste, além da tentativa de impedir a aplicação da lei penal, também, na reiteração das condutas criminosas de atentar contra as instituições, por meio de desinformação para descredibilizar das instituições democráticas brasileiras e de interferir no andamento de processos judiciais em trâmite nesta corte”, diz o relator.

Na mesma decisão, ele determinou à Polícia Federal que, em dez dias, faça a oitiva da parlamentar, além de monitorar e preservar conteúdo postado nas redes sociais dela ou de pessoas ligadas a ela, que tenha, segundo o ministro, pertinência com a investigação.

Como a parlamentar saiu do Brasil, o ministro autorizou que o depoimento seja feito por escrito.

“Em virtude de encontrar-se fora do território nacional, defiro a possibilidade de que os esclarecimentos sejam dados por escrito e que a mesmo seja notificada, inclusive, por seus endereços eletrônicos”, disse.

Moraes também determinou ao Banco Central para que informe, detalhadamente, os valores e os remetentes de movimentações feitas por Pix para Zambelli nos últimos 30 dias.

Pouco antes da decisão, o ministro também pediu ao presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin, a convocação de sessão virtual extraordinária para julgar na sexta (6) os recursos da deputada.

Ela foi condenada por unanimidade pelo colegiado a dez anos de prisão sob acusação de comandar invasão aos sistemas institucionais do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Também nesta quarta, Moraes determinou a prisão preventiva da parlamentar. O relator ainda incluiu na lista de perfis a serem bloqueados uma conta fake com o sobrenome da parlamentar e duas contas associadas a familiares da parlamentar.

O relator ainda comunicou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sobre a decisão da prisão.

“Encaminho a Vossa Excelência os termos da decisão proferida nos autos em referência, cuja cópia segue anexa, para ciência e adoção das providências cabíveis, especialmente, para fins do cumprimento do item 2.2.”, afirmou Moraes no ofício endereçado a Motta.

O item 2.2 da decisão prevê o bloqueio dos vencimentos da deputada e quaisquer outras verbas, inclusive destinadas ao gabinete da parlamentar.

Ana Pompeu/FolhapressPoliticaLivre


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