Quem é rei nunca perde a majestade." Esta expressão sugere que as qualidades de um líder, como o pré-candidato Tista de Deda, que já foram evidentes no passado, permanecerão com ele ao longo do tempo.
Para aqueles que estiveram presentes, assim como para quem está acompanhando a festa cívica do lançamento da pré-candidatura a prefeito de Tista de Deda, fica evidente um evento repleto de civilidade, ética e respeito tanto ao povo quanto às leis. Através da plataforma da Jeremoabo-FM, foram destacados os principais pontos do seu compromisso de curto e longo prazo, caso seja eleito. Notavelmente, em nenhum momento houve ataques aos opositores, mas sim uma abertura para colaboração mútua em prol do progresso de Jeremoabo.
Este tipo de abordagem é um exemplo de política democrática conduzida com civilidade, onde se valoriza o diálogo e a cooperação em benefício da comunidade.
Parece que o prefeito Deri do Paloma está focado em festas juninas enquanto o pré-candidato a prefeito, Tista de Deda, está na Comunidade do Distrito Canché, em Jeremoabo, Bahia, onde as inundações estão causando sofrimento para os moradores, especialmente devido ao sangramento do Açude de Cocorobé em Canudos, Bahia.
É importante que os líderes políticos estejam cientes dos desafios enfrentados pelas comunidades locais e ajam em prol do bem-estar dos cidadãos. O pré-candidato está tomando medidas para documentar a situação e levar o assunto aos deputados, senadores e ao presidente da República, buscando providências urgentes para lidar com essa crise.
A situação calamitosa precisa de atenção imediata e ação coordenada para ajudar os residentes afetados e mitigar os impactos das inundações na região.
Nota da redação deste Blog - Aproveito do espaço paar transcrever uma mensagem recebida hoje 06,04 através WatsApp.
"Ao termos consciência de que a soberba precede a ruína, enquanto o orgulho precede a queda, o que leva o ser humano a se achar superior ao outro, em razão daquilo que ele tem posse transitória/temporária, mas não tem o poder permanente da propriedade, entretanto, o meio político inverte os papéis e leva a entender que o transitório é eterno, passando a ver o permanente como sendo algo incorporado ao que já é seu, fazendo valer a sua vontade por atos e ações, e não raro, por omissões a fatos ocorridos sob sua responsabilidade, mas que não tem a humildade necessária para dizer erramos e vamos modificar, não, isso é impossível, recuar para essas cabeças preenchidas com 2 (dois) neurônios, sendo que um está em curto circuito e outro ocupado em segurar as orelhas, admitir que errou se torna mais grave do que o erro em si, este é o reflexo visto no espelho do nosso hoje, tendenciado ao amanhã e cultivado em tempos futuros, já que a cultura da mesmice é incapaz de produzir fatos inovadores, enquanto isso, vejo se apagarem as últimas luzes que ainda existiam no horizonte distante, fato que nós faz refletir sobre a soberania da democracia e sua pouca capacidade de entender e enxergar o melhor..."
Prefeito dançarino de Jeremoabo ignora sofrimento do povo ribeirinho: "Festa junina enquanto a fome impera!"
Enquanto o Rio Vaza Barris transborda e devasta a agricultura familiar, o prefeito de Jeremoabo insiste em gastar dinheiro público com propaganda de festas juninas.
Comunidades ribeirinhas estão isoladas e sem acesso a alimentos: Famílias agricultoras perderam suas plantações e vivem em meio à lama e ao desespero.
Prefeito precisa agir agora:É urgente buscar recursos estaduais e federais para amenizar o sofrimento da população.
Falta de estrada vicinal agrava a situação: Comunidades ribeirinhas estão presas, sem acesso a serviços básicos e em risco de doenças.
Abandono e descaso: O povo de Jeremoabo precisa de um líder que priorize suas necessidades básicas, não de um "prefeito dançarino" que ignora a miséria.
Chega de festas! É hora de trabalhar pelo povo de Jeremoabo!
Nota da redação deste Blog - Qualquer prefeito que entrar Jeremoabo está precisando com urgência de uma estrada vicinal no lado oposto a BR-235, saindo de Jeremoabo até o Distrito do Canché, tanto para escoar a safra quanto para não ficar isolado, sem direito a procurar socorro num caso de doença com urgência.
Desvio de Função e Uso Indevido de Recursos Públicos: O Caso do Programa de Rádio AvançaJere em Jeremoabo
Em Jeremoabo, durante o período eleitoral, uma cena lamentável se desenrola: os presidentes de partido, candidatos e vereadores assistem passivamente enquanto os fora da lei cometem ilicitudes. Em vez de denunciarem, optam pela omissão, e ao perderem as eleições, culpam a justiça pelos resultados.
Recentemente, no programa de rádio intitulado AvançaJere, financiado com dinheiro público, ocorreu um ato grave de improbidade administrativa. No dia 05/04, o âncora do programa, também radialista e locutor, fez uma comparação entre as obras do atual prefeito e os gestores anteriores, promovendo assim a imagem do prefeito em exercício e, indiretamente, fazendo campanha antecipada para o sobrinho do prefeito, que é pré-candidato.
Entretanto, a irregularidade não para por aí. O locutor responsável pelo programa é Marcio Lima Alves, um servidor municipal sem concurso público, ocupando cargo comissionado. Sua função, como ASSISTENTE DE COMUNICAÇÃO, exige dedicação integral de 40 horas semanais, mas seu papel está sendo desviado.
Para agravar a situação, é importante ressaltar que a formação necessária para ocupar o cargo de assessor de comunicação requer um diploma de nível superior em áreas como jornalismo, relações públicas, marketing ou publicidade e propaganda. Geralmente, esses cursos têm duração média de 4 anos e são oferecidos por instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação.
Algumas empresas até mesmo exigem pós-graduação para esse cargo, o que pode variar de acordo com a política interna de cada organização.
Diante disso, surge a questão: será que Marcio Lima Alves preenche os requisitos necessários para ser considerado um assessor de comunicação e liderar um programa de rádio?
Além disso, é crucial questionar se esse servidor está cumprindo as obrigações de horário na prefeitura, visto que sua função demanda tempo integral.
Núcleo de Justiça 4.0 foi implantado no âmbito do Judiciário baiano no ano de 202205 de abril de 2024 | 08:55
Núcleo de Justiça 4.0 do TJ-BA passar a julgar ações de Direito Ambiental, Improbidade Administrativa, Violência Doméstica e Acidente de Trabalho
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), presidido pela desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, ampliou o Núcleo de Justiça 4.0. Realizado por meio do Decreto nº 274, de 21 de março de 2024, o ato acrescentou à competência do Núcleo a atribuição de julgar ações que envolvam Direito Ambiental, Improbidade Administrativa, Violência Doméstica e Acidente de Trabalho.
O Núcleo de Justiça 4.0, implantado no âmbito do Judiciário baiano no ano de 2022 com a publicação do Decreto Judiciário nº 444/2022, está, atualmente, sob a coordenação da Desembargadora Maria de Lourdes Pinho Medauar, que responde pela Coordenadoria de Apoio ao Primeiro Grau de Jurisdição.
Desde a sua criação, foram proferidos 1.588 sentenças, 97 decisões e 154 despachos, auxiliando, assim, as Unidades do 1º Grau a incrementarem o percentual de cumprimento das metas nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Instituídos pelo Ato Normativo Conjunto nº 10/2022, os Núcleos de Justiça 4.0 atuam em apoio às Unidades Judiciais, com competência sobre toda a área territorial situada dentro dos limites da jurisdição do Tribunal, em conformidade com as diretrizes fixadas pela Resolução nº 398/2021 do CNJ.
Ex-prefeito do município de Catu, Geranilson Dantas Requião (PSD)05 de abril de 2024 | 09:38
MPF pede condenação de ex-prefeito de Catu e cooperativa dos Motoristas Autônomo do Passé por inúmeras irregularidades
Desvio de recurso público, prejuízo ao erário, contratos fraudulentos, pagamentos sem base em contrato. Essas foram algumas das causas que levaram o Ministério Público Federal (MPF) a pedir a condenação do ex-prefeito do município de Catu, Geranilson Dantas Requião (PSD), e do presidente da Cooperativa dos Motoristas Autônomos de Passé (COOMAP), Jair Romualdo de Oliveira. Esta ação foi feita por meio do procurador da República Eduardo da Silva Vilas Boas.
Narra o processo do MPF, que o município de Catu, no período de 2013 a 2018, durante a execução do contrato 247/2013 (derivado do Pregão 011/2013) e de suas prorrogações, os réus desviaram recursos públicos e causaram lesão ao erário. Os réus efetuaram um aumento de R$ 1.240.320,00 no valor anual contratado, sem o correspondente aumento no objeto da avença, o que implicou um prejuízo total de R$ 6.511.680,00 ao longo dos 5 anos e 3 meses de vigência contratual.
Além disso, mesmo que se considerasse válido esse aditivo de valor, os réus pagaram, ao longo da vigência contratual, um montante de R$ 3.777.104,19 a mais do que o previsto no contrato já aditivado. Ou seja, sem nenhuma base nem no contrato e nem mesmo no aditivo fraudulento. Com isso, a lesão ao erário total foi de R$ 10.288.784,19 (ou seja: R$ 6.511.680,00 do aditivo fraudulento, mais R$ 3.777.104,19 dos pagamentos sem base nem no contrato e nem mesmo no referido aditivo).
Na ação, o MPF pede o recebimento da inicial e a citação dos réus para apresentarem contestação. Pede a condenação dos réus ao ressarcimento integral da lesão ao erário demonstrada na presente ação, no montante histórico de R$ 10.288.784,19, a ser acrescido dos juros e correção monetária desde a data dos fatos. Também pede a condenação dos réus em todas as demais sanções do art. 12, II, da Lei n° 8.429/92 (multa, perda de bens e valores, perda do cargo, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios), nos patamares máximos ali previstos. A condenação dos réus nas despesas processuais e a produção de todos os meios de prova admitidos.
Ronald Araújo Jr., parceiro de Mauro Cid, não consegue depor
João Pedroso de Campos Metrópoles
O ministro Alexandre de Moraes negou nesta quinta-feira (4/4) o pedido do tenente-coronel do Exército Ronald Ferreira de Araújo Júnior, que ficou em silêncio em depoimento à Polícia Federal no âmbito da Operação Tempus Veritatis, em fevereiro, para que fosse ordenada à PF uma nova audiência com ele. Desta vez, o militar estaria disposto a falar aos investigadores.
Como mostrou a coluna nessa quarta-feira (3/4), depois de ficar em silêncio na primeira oitiva, a defesa do tenente-coronel mudou de estratégia e passou a pedir uma nova oportunidade para falar.
PF NEM RESPONDE – A primeira solicitação foi enviada à PF em 13 de março. A polícia respondeu que não havia “previsão para realização de audiência” do militar. Na última quinta-feira (28/3), os defensores insistiram à PF pelo agendamento e propuseram a data de 24 de maio, mas, segundo afirmaram a Moraes, não tiveram resposta.
Na petição encaminhada ao ministro do Supremo, os advogados do tenente-coronel, afastado da função pública por Alexandre de Moraes, solicitaram a ele que ordenasse à PF uma nova oitiva, em que Ronald Araújo Júnior responderia às perguntas.
A defesa afirmou que ele pretendia esclarecer à PF “suas conversas e seu relacionamento com o tenente-coronel Mauro Cid e os demais investigados, de forma clara e objetiva”.
MORAES RECUSA – O ministro-relator, no entanto, rejeitou o pedido. “A condução das investigações está sendo realizada pela digna autoridade policial e nada impede que, entendendo necessário, agende novo depoimento no curso das investigações. A análise da necessidade desse depoimento, portanto, deve ser definida pela Polícia Federal e não pelo investigado. Desse modo, indefiro o pedido”, decidiu o ministro.
As investigações da PF sobre o golpismo no governo Bolsonaro apontaram que o militar e Mauro Cid trocaram “documentos eventualmente relacionados com medidas mais drásticas”, como o “Anexo B – Levantamento de Ações do TSE em Desfavor do Candidato Jair Bolsonaro” e o “Anexo A – Levantamento de Ações do STF em Desfavor do Governo Federal”, este apontado na apuração como “possível complemento da minuta de decretação do estado de exceção, para reverter a ordem jurídica do país”.
### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Estranha, muito estranha, mesmo, essa decisão de Moraes. Tudo indica que o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior tem informações se cocheira sobre Mauro Cid, como se diz no turfe. No entanto, a Polícia Federal e o ministro Moraes não demonstram interesse em ouvir o oficial. É estranho, muito estranho mesmo. Vamos voltar ao assunto.(C.N.)