sexta-feira, agosto 06, 2021

Programa Jornal da Tarde na Jeremoabo FM 06/08/2021- Desabafo do vereador Jairo do Sertão...

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 Desse mau que você se queixa  vereador Jairo do Sertão,  muitos já se queixaram e tiveram a hombridade moral de se afastar do prefeito, já que o mesmo adora puxa-saco, não sabendo que quem puxa-saco também puxa o tapete.
O vereador Jairo do Sertão ainda é um dos que desde o tempo das vacas magras vem carregando o atual prefeito nas costas.
Sem querer menosprezar ninguém, mas a verdade deve ser dita, é o único vereador do grupo do prefeito que defende o mesmo com unhas e dentes procurando exercer seu ponto de vista com argumentos, combatendo democraticamente o bom combate, embora saiba que na maioria das vezes defende o indefensável. apenas usando o contraditório.
Por falar em puxa-saco, vamos detalhar o significado do nefasto:

O PUXA-SACO


Não  Existe  figura mais folclórica do  que o puxa -saco. O puxa-saco  é aquele sujeito que  você  encontra sempre ao  lado do chefe, chega  todos os dias  antes do chefe e sempre   vai embora depois dele, antes  do chefe falar alguma coisa   ele   já  está    inclinando  a cabeça  tal qual  uma lagartixa, concorda com tudo  que  o seu superior diz  e pior, está em todo lugar , O bajulador   é uma  figura muito malvista, mas  ainda  muito  presente   em todos os lugares .    No mercado  de  trabalho como um todo   estamos  vendo   que o trabalho em equipe   ganha cada vez mais  relevância , infelizmente  na política  isso ainda está longe de ocorrer,   a tendência  é que  os puxa -sacos  cada vez  menos encontrem   espaço para ascender  mas de uma coisa podemos ter  certeza  "Todo chefe que dá   força  pra  puxa-saco é incompetente".(http://acentelha-morenope.blogspot.com/)

Mesmo após reação de Fux, Bolsonaro volta a atacar Barroso :'Filho da p***'; veja vídeo


por Matheus Caldas

Mesmo após reação de Fux, Bolsonaro volta a atacar Barroso :'Filho da p***'; veja vídeo
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atribuiu a Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um adjetivo nada cortês. Nesta sexta-feira (6), ele chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de “filho da puta”.

 

A afirmação foi flagrada numa transmissão publicada nas redes sociais do próprio Palácio do Planalto. No entanto, segundo o site O Antagonista, a publicação foi deletada minutos depois. O vídeo, contudo, viralizou nas redes sociais.

 

 

“O filho da puta ainda traz gente (inaudível) … aquele filho da puta do Barroso”, disse Bolsonaro, a uma pessoa que o acompanhava numa agenda presidencial. 

 

O novo ataque do chefe de Estado a Barroso vem um dia após o presidente do Supremo, Luiz Fux, condenar o modus operandi de Bolsonaro de atacar o Poder Judiciário. 

 

Por conta disto, Fux cancelou uma reunião que teria com Bolsonaro e os chefes do Legislativo. “Sua excelência mantém a divulgação de fatos fora da realidade e insiste em colocar sobre suspeição a higidez do processo eleitoral. O STF está cancelando a reunião outrora anunciada entre os chefes de Poderes, pois pressupõe um respeito mútuo entre os integrantes”, enfatizou (leia mais aqui)

 

Em resposta, o presidente da República sugeriu eu Fux era “desinformado”. "Fux se você se basear pela imprensa você está desinformado. Eu não entro nessa. Sem falar comigo decidiu. Na minha palavra não tem nada com o STF. Se o senhor não tiver alguém para lhe informar do que digo aqui. Eles me acusam do que eles fazem. O que estou ameaçando agora, é que a população de São Paulo assim desejar, irei participar. Não existe dever maior de lealdade do que estar do lado do povo", disse (leia mais aqui). 

Rodrigo Pacheco diz que nenhum presidente da República pode agredir ministros do STF


 (crédito: AFP / EVARISTO SA)

Pacheco diz que uma coisa é criticar e outra coisa é ofender

Augusto Fernandes
Correio Braziliense

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reprovou o recente comportamento do presidente Jair Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Nas últimas semanas, o mandatário tem feito repetidas ofensas a ministros da Corte por conta do posicionamento contrário de alguns magistrados à implementação do voto impresso no país.

Ele também ameaçou reagir “fora das quatro linhas” da Constituição contra o Supremo após ter virado alvo de investigação por questionar a confiabilidade do sistema eleitoral do país sem ter como provar que o modelo é inseguro.

SEM AGRESSÕES – Em entrevista à GloboNews, Pacheco disse que “nenhum presidente da República nem qualquer cidadão pode agredir a Suprema Corte do país”. “Pode questionar, criticar, apontar equívocos, mas agressões e ironias não calham a uma relação que pretende ser institucional, republicana e respeitosa. Não calha, realmente, ofensas de natureza pessoal ou o apontamento de informações que nunca se confirmaram, atribuídas a título de algum ilícito a ministros do STF”, opinou o senador.

“A autocrítica é recomendada a todos os Poderes, especialmente aos seus presidentes, e, obviamente, ao presidente da República. O comportamento haverá sempre de ser pautado no diálogo, no respeito ao outro. Pode até ter duras críticas, mas sem descambar para um desrespeito que, definitivamente, não interessa a absolutamente ninguém, sobretudo não interessa ao povo brasileiro, que depende de exemplos dos homens públicos para termos um ambiente que seja de prosperidade para o Brasil”, acrescentou.

SEM ATAQUES – Pacheco disse também que não concorda com comportamentos que ataquem qualquer uma das instituições, e destacou que “toda alegação, de quem quer que seja, que pregue ilegalidade, ruptura ou algo fora do comando constitucional deve ser rechaçada de pronto”.

“Evidentemente, qualquer pessoa que a diga deve ser repudiada, não há dúvida em relação a isso. Qualquer ameaça, por mínima que ela seja, ao estado democrático de direito será de pronto rechaçada pelo Senado”, assinalou o parlamentar mineiro.


Bolsonaro quer briga e ameaça descumprir qualquer decisão do Supremo que o atinja

Publicado em 6 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Bolsonaro alega que as decisões do Supremo são ilegais

Valdo Cruz
G1 Política

O presidente Jair Bolsonaro disse a interlocutores que pode descumprir a primeira decisão que o Supremo Tribunal Federal (STF) proferir contra atos de seu governo. Nesta quarta-feira (04), ele já havia dito que iria reagir à decisão do STF de incluí-lo nas investigações do inquérito das fake news fora dos limites da Constituição por considerar ilegal a medida adotada pelo tribunal.

Na segunda-feira (2), o Tribunal Superior Eleitoral aprovou a abertura de um inquérito administrativo para investigar as declarações do presidente e nesta quarta-feira (4) o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou a inclusão de Bolsonaro como investigado no inquérito que apura a divulgação de informações falsas, devido aos ataques às urnas eletrônicas

 

O CASO RAMAGEM – Irritado com a decisão, que considera ilegal, Bolsonaro comentou com interlocutores que vai esperar a primeira liminar do Supremo derrubando algum de seus atos para descumpri-la. Ele chegou a citar que, se fosse hoje, não respeitaria a liminar concedida por Alexandre de Moraes que impediu a posse de Alexandre Ramagem como diretor da Polícia Federal.

Bolsonaro contesta a decisão de Moraes, argumentando que ela só poderia ser tomada pela Procuradoria-Geral da República. Nos dois casos, em última instância, se for incriminado, Bolsonaro pode ficar inelegível ou não ter sua candidatura autorizada.

Em relação a isso, assessores do presidente dizem que ele vai dobrar a aposta e não vai recuar de suas críticas ao sistema de votação atual.  Segundo auxiliares, Bolsonaro vai desafiar o Judiciário a impedi-lo de se candidatar no ano que vem.

DECISÕES ILEGAIS – O presidente já afirmou no ano passado que decisões ilegais do STF não deveriam ser cumpridas, o que levou a uma reação de ministros da Suprema Corte. Celso de Mello, hoje já aposentado, lembrou que descumprir decisão do Judiciário pode ser enquadrado em crime de responsabilidade.

Segundo interlocutores de Bolsonaro, o tom do presidente agora mudou e ele poderia realmente escolher uma decisão do STF para não cumprir. Só que Bolsonaro já fez outras ameaças a outros Poderes no passado e nunca as colocou em prática.

O comentário do presidente, porém, mostra a tensão dentro do Palácio do Planalto em relação às últimas decisões do Judiciário em reação às declarações de Bolsonaro ameaçando a realização das eleições do ano que vem caso o voto impresso na urna eletrônica não seja aprovado.


Alexandre reage a falas de Bolsonaro: ‘Ameaças vazias e agressões covardes’

 



Depois de entrar na mira do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores por autorizar a abertura de uma investigação contra o chefe do Executivo pelos ataques ao sistema eletrônico de votação e ameaças às eleições, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu nesta quinta-feira, 5, pelas redes sociais.

“Ameaças vazias e agressões covardes não afastarão o Supremo Tribunal Federal de exercer, com respeito e serenidade, sua missão constitucional de defesa e manutenção da Democracia e do Estado de Direito”, escreveu em sua conta no Twitter.

Mais cedo, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que também tem sido alvo das redes bolsonaristas, respondeu a acusação do presidente de que teria atuado em favor do PT ao conceder o perdão da pena ao ex-ministro petista José Dirceu.

“Um esclarecimento: quem concede indulto é o presidente da República. O Judiciário apenas aplica o decreto presidencial. Nas execuções penais do mensalão, deferi o benefício a todos que se adequaram aos requisitos”, escreveu Barroso no Twitter, sem citar Bolsonaro.

Nesta quarta-feira, 4, o presidente do TSE disse que o ‘mundo civilizado’ depende de ‘respeito e consideração, mesmo na divergência’ e defendeu a democracia como a ‘causa que nos une a todos’.

O presidente subiu o tom contra os ministros nesta semana. Depois de virar alvo de investigações no TSE pelos ataques ao sistema eleitoral, Bolsonaro disse que não aceitará ‘intimidações’ e que sua ‘luta’ é com Barroso. Na noite de ontem, atacou Moraes e ameaçou atuar fora ‘das quatro linhas da Constituição’.

Estadão / Dinheiro Rural

A marcha inglória

 



Bolsonaro está pedindo para ser impedido de disputar as eleições ou mesmo ser afastado do cargo, por atitudes que atentam contra o Estado de direito democrático

Por Luiz Carlos Azedo (foto)

Talvez o título mais adequado da coluna fosse A marcha da insensatez, inspirado no livro quase homônimo da escritora Barbara W. Tuchman sobre decisões erradas dos governantes, contra seus próprios interesses, pelos mais diversos motivos, como na Guerra de Troia, na reforma protestante, na independência dos Estados Unidos e na Guerra do Vietnã. Sempre houve momentos em que a razão foi impotente diante da ideologia e dos interesses mais mesquinhos. Parece ser o que está acontecendo no país, sob o protagonismo do presidente Jair Bolsonaro, que tenta impor sua vontade ao Congresso e ao Judiciário, ou apenas criar um pretexto para lançar o país num abismo político-institucional.

Em razão de seus sucessivos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), com acusações sem provas contra o sistema de votação em urna eletrônica, o que já havia provocado uma dura reação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes acolheu notícia-crime encaminhada por unanimidade por aquela Corte ao Supremo Tribunal Federal (STF), e decidiu incluir o presidente Jair Bolsonaro no chamado inquérito das fake news. A apuração levará em conta os ataques feitos pelo presidente às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país. O inquérito foi aberto em março de 2019, pelo então presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças aos integrantes da mais alta magistratura do país.

Nas suas lives, entrevistas e postagens nas redes sociais, segundo a decisão de Moraes, Bolsonaro pode ter cometido um rosário de crimes: calúnia (art. 138 do Código Penal); difamação (art. 139); injúria (art. 140); incitação ao crime (art. 286); apologia ao crime ou criminoso (art. 287); associação criminosa (art. 288); denunciação caluniosa (art. 339); tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito (art. 17 da Lei de Segurança Nacional); fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social (art.22,I, da Lei de Segurança Nacional);incitar à subversão da ordem política ou social (art. 23, I, da Lei de Segurança Nacional); dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, de investigação administrativa, de inquérito civil ou ação de improbidade administrativa, atribuindo a alguém a prática de crime ou ato infracional de que o sabe inocente, com finalidade eleitoral (art. 326-A do Código Eleitoral).

O ministro Moraes presidirá o TSE nas eleições. O presidente da República está pedindo para ser impedido de disputar as eleições de 2022 ou mesmo ser afastado do cargo, por atitudes que atentam contra o Estado de direito democrático, ao desafiar à legislação vigente e aos ministros do Supremo. Não se sabe se o presidente da República vive uma crise de ansiedade, por causa do peso das suas responsabilidades, do mau desempenho do governo e da perda de popularidade, o que pode levar a um surto psicótico, ou se faz um audacioso cálculo político, para precipitar uma grave crise institucional antes das eleições, diante da ameaça de derrota eleitoral cada vez mais iminente, isto é, uma virada de mesa.

Conjuntura

Diante de tanta subjetividade envolvida nas atitudes do presidente da República, o melhor a fazer é examinar os cenários e a correlação de forças que podem nos conduzir ao desfecho dessa crise entre Bolsonaro e a maioria dos integrantes do Supremo. Como na Teoria da Relatividade, porém, o tempo da Justiça não é o mesmo da política e da economia. O ambiente internacional não é favorável a um golpe de Estado no Brasil, principalmente durante o governo do presidente Joe Biden, nos Estados Unidos, país com o qual temos relações amplas, históricas e multifacetadas. Há sim, no mundo, uma onda autoritária, mas somos um país do Ocidente. Bolsonaro vive às turras com os chineses; a Rússia não é uma parceira privilegiada do governo brasileiro, embora o presidente da República tenha certa simetria política com o líder russo Vladimir Putin.

No plano interno, Bolsonaro perde o apoio do stablishment econômico e institucional, que também não está interessado no “quanto pior, melhor”. Sua política econômica garroteia as possibilidades de recuperação eleitoral, porque o cobertor está curto: a atividade econômica se recupera, mas a inflação provoca elevação de juros e freia a geração de empregos; o governo tenta implementar uma política de compensação social, mas sacrifica os contratos, pedalando os precatórios, o que cria insegurança jurídica e reduz investimentos privados. No plano político, tornou-se prisioneiro do Centrão, que vai apoiar o governo até as eleições; o projeto de reeleição, não necessariamente, depende da situação eleitoral de cada estado.

Correio Braziliense

Centrão toma de assalto o Planalto

 



Por Merval Pereira (foto)

Com a possibilidade real de se tornar inelegível em consequência do inquérito aberto contra ele no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelos ataques antidemocráticos ao sistema eleitoral e pela ameaça de não realizar as eleições do ano que vem, Bolsonaro precisa reavaliar bem sua estratégia política, que claramente tem o objetivo de causar confusão e enfrentamento de autoridades, para retornar ao Bolsonaro da campanha de 2018 — que na verdade só existiu para reafirmar seu instinto vulgar, mas não corresponde ao inimigo do establishment depois que se entregou de corpo e alma ao Centrão.

Ontem, a posse do senador Ciro Nogueira como ministro da Casa Civil foi uma demonstração de força, submetendo até mesmo o general Augusto Heleno ao beija-mão dos políticos que, na campanha, chamou de ladrões. A foto da imensa fila de deputados à porta do Palácio do Planalto, com os generais Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, e Augusto Heleno, do GSI, olhando de cima aquela multidão de políticos que invadiram o salão nobre para festejar a tomada de assalto do grupo ao centro do poder, é reveladora.

O corregedor do TSE, ministro Luis Felipe Salomão, ao pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) o compartilhamento de provas e investigações em curso por lá para anexá-las ao inquérito que investiga irregularidades na campanha eleitoral que elegeu Bolsonaro e seu vice, Hamilton Mourão, acrescentou mais lenha na fogueira da disputa política entre o presidente e o STF. O ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no Supremo, acolheu ontem a notícia-crime encaminhada pelo presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, e determinou a instauração imediata da investigação das condutas do presidente Bolsonaro.

A estratégia de Bolsonaro parece ser, na impossibilidade de vencer constatada no momento pelos institutos de pesquisa de opinião, tumultuar a campanha eleitoral, buscando motivo para cancelar as eleições presidenciais. Caso ele se torne inelegível, só uma revolução popular poderia efetivar essa pretensão de cancelar as eleições e mantê-lo no poder.

Não acredito que tenha apoio para isso, nem da maioria da população, nem das Forças Armadas. Só arruaceiros como ele estarão nessa aventura. Ele pode até gostar da ideia de ser declarado inelegível, para se fazer de vítima de um complô dos mesmos que tornaram Lula elegível — uma saída boa para o populismo. Os políticos que o apoiam devem estar pensando que uma ditadura não interessa, porque fecharia o Congresso, e é melhor ter eleição com um candidato forte. Se não for Bolsonaro, será Lula a ser apoiado pelo Centrão. Ou até mesmo um candidato da terceira via que porventura se viabilize. Nunca um general.

É inegável que, apesar de decadente na popularidade, o presidente Bolsonaro ainda tem capacidade de mobilizar cidadãos para campanhas tão bizarras quanto o voto impresso, para contestar as urnas eletrônicas. Logo o voto no papel, que foi, durante anos, o responsável por tantos golpes. Mas isso não significa que tenha força para golpear a democracia.

O jurista e ex-deputado federal Marcelo Cerqueira enviou ao presidente do TSE, ministro Barroso, seu testemunho. Diz ele: “Só quem não viu o pandemônio da apuração de papel: compra antecipada de votos com o comprado apresentando cópia para ser confrontada com o resultado, e aí então receber o produto do crime; ou então a Babel de centenas de ‘apuradores’ reunidos em um ‘teatro’ sem a oportunidade de os fiscais do partido verificarem a exatidão da apuração (...) Só quem viu pode testemunhar a pouca relação entre o que você vota e o que é apurado. O ‘roubo’ está na compra antecipada de votos ou na empulhação da contagem manual. O papel tem enorme serventia, mas não serve ao processo eleitoral”.

Golpe numa democracia é inaceitável. Sobretudo por motivo fútil.

O Globo

Bolsonaro chama Barroso de “filha da puta” e diz que ele quer nossas filhas fazendo sexo aos 12 anos

 


Bolsonaro: “Barroso quer que nossas filhas de 12 anos tenham relações sexuais”

Bolsonaro surpreendeu os  empresários com suas afirmações

Deu no Antagonista

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), viajou nesta sexta-feira (6) para Joinville, no Norte de Santa Catarina. Ao chegar a um parque empresarial onde participa de um almoço com autoridades, o presidente, sem usar máscara de proteção contra a Covid, cumprimentou apoiadores. Houve aglomeração.

No Estado, é obrigatório o uso de máscara em qualquer lugar, seja ele público, privado ou ao ar livre, com exceção do interior das residências. Quem estiver sem a proteção em ambiente fechado fora de espaços domiciliares está sujeito a multa de R$ 500, dobrado o valor em caso de reincidência.

ATAQUE A BARROSO –  Em Joinville, Bolsonaro se juntou a cerca de 400 pessoas para um evento restrito. Ele estava acompanhado por uma comitiva com políticos do Estado quando chegou ao local, onde fez novo ataque ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barros, desta vez ofendendo a honra do ministro.

“Não estou atacando o Supremo Tribunal Federal. No dia de ontem, a nota do senhor excelentíssimo ministro presidente do Supremo falou que, de acordo com matérias da mídia, o presidente ataca o Parlamento. Olha, quem busca informação pela mídia já está desinformado.”

O presidente disse que “apenas” fez “comentários sobre o histórico de Barroso”. “Não ofendi nenhum ministro do Supremo, apenas falei da ficha do senhor Barroso. Defensor do terrorista Battisti, favorável ao aborto, à liberação das drogas, à redução da idade para estupro de vulnerável. Ele quer que nossas filhas e netas, com 12 anos, tenham relações sexuais. Por ele, sem problema nenhum.”

“FILHO DA PUTA” – Na agenda do presidente, às 15h ele visitou ao Corpo de Bombeiros Voluntários da cidade. Nesse evento, Bolsonaro recebeu a outorga da Ordem da Machadinha. Será feita, também, a entrega simbólica de dois caminhões do Exército Brasileiro.

Depois, em contato com apoiadores, Bolsonaro voltou a a agredir Barroso, chamando-o de “filha da puta”. O video chegou a ser postado no Facebook de Bolsonaro e retirado do ar alguns minutos depois.

 No sábado (7), ele vai a Florianópolis.


PF desmente Bolsonaro e afirma que não houve fraude nas eleições de 2018


Posted: 05 Aug 2021 05:00 PM PDT

Nesta quinta-feira, 5, investigadores da Polícia Federal desmentiram a tese propagada por Jair Bolsonaro de que as urnas eletrônicas foram hackeadas durante às eleições de 2018. As informações são da CNN Brasil.

A investigação foi feita pela PF a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dias após a eleição daquele ano. A apuração seria para verificar uma suposta invasão aos sistemas internos do TSE.

O inquérito ainda se encontra aberto e está tramitando sob sigilo. Porém, a PF já concluiu que não houve qualquer tipo de violação no sistema responsável por registrar os votos.

O TSE divulgou uma nota onde também desmente Bolsonaro sobre alteração do sistema de votação. “O acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018”, esclarece.

“A investigação corre de forma sigilosa e nunca se comunicou ao TSE qualquer elemento indicativo de fraude”, ressaltou.

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Intenção de votos dos betinenses para presidente

 

Na estimulada, o presidente Lula pontua 36%, quase o dobro de Bolsonaro, que tem 19%.

Os outros candidatos aparecem à uma distância muito grande. A pesquisa usou o nome do governador Zema como um dos candidatos, e ele ficou num longínquo terceiro lugar, com 5%, seguido de Moro e Ciro, ambos com 3%. João Doria pontuou 2%.

A pesquisa sinaliza uma reversão profunda das opiniões do eleitorado, pois no primeiro turno do eleitorado, o resultado em Betim foi assim

E no segundo turno, assim:

A pesquisa fez um cruzamento entre as intenções de voto atuais dos entrevistados, com o voto declarado no segundo turno de 2018. A tabela traz números interessantes.

Em Betim, Bolsonaro manteve apenas  36% dos eleitores que votaram nele no segundo turno de 2018.

Entre os eleitores que votaram em branco ou anularam o voto, apenas 1% agora optariam por Bolsonaro. Entre os que não foram votar, porém, o presidente tem 10%.

Já Lula tem 65% dos que votaram em Haddad, 22% dos que votaram em Bolsonaro, 37% dos que votaram em branco ou anularam, e 39% dos que não foram votar.

Ciro Gomes não conseguiu ainda atrair eleitores de Bolsonaro: apenas 4% daqueles que votaram no atual presidente, no segundo turno de 2018, escolheriam Ciro hoje.  Também não conquistou eleitores de Haddad: apenas 4% dos que votaram no petista no segundo turno de 2018 optariam por Ciro em 2022.  Ciro também não vai bem entre os eleitores que votaram em branco ou nulo em 2018: entre esses, ele ficaria com 0% hoje.

Doria igualmente não conquistou os bolsonaristas. Apenas 2% dos eleitores que escolheram Bolsonaro no segundo turno de 2018 marcaram o tucano como sua opção para 2022.

A pesquisa traz ainda as intenções de voto para o governo de Minas em 2022.

Em primeiro lugar vem o atual prefeito de Betim, Vittorio Medioli, hoje no PSD, com 29%. Em segundo, vem o atual governador do estado, Romeu Zema.

Kalil, prefeito de Belo Horizonte, e o principal pré-candidato do PSD ao cargo, pontuou 16%.

O cenário não é ruim para Kalil porque Medioli hoje está no PSD.

Na reportagem do Tempo sobre a pesquisa, há uns trechos contendo informações interessantes, que reproduzo abaixo:

Dos 1.500 entrevistados pela Quaest em Betim, 300 foram empresários ou comerciantes. Nesse grupo, especificamente, o apoio a Jair Bolsonaro é maior: 33% das intenções de votos contra 25% de Lula. Sergio Moro aparece com 7% entre esse segmento, e Romeu Zema, com 4%. Os demais nomes ficaram entre 1% e 2%.

Em relação aos que responderam que estão otimistas em relação à economia do país (39% do total), Lula e Bolsonaro empatam, com 31% das intenções. Já para os que disseram que têm uma expectativa pessimista (37% dos entrevistados) sobre a economia, Lula tem 47%, e Bolsonaro, 9%. Para quem respondeu que é indiferente sobre a economia (22% das pessoas), o petista aparece com 27%, e o atual presidente, com 13%.

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Cid Gomes (PDT) aparece à frente na disputa pelo Governo do Ceará, mostra pesquisa da Ranking

Posted: 06 Aug 2021 07:58 AM PDT

Pesquisa realizada pelo Instituto Ranking mostra que o ex-governador e atual senador Cid Gomes (PDT) é o favorito para suceder Camilo Santana (PT) no governo do Ceará a partir de 1° de janeiro de 2023.

Se as eleições fossem hoje, o pedetista teria 21% contra 17% do deputado federal Capitão Wagner (PROS). Também foram citados na pesquisa espontânea o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT) com 10,25%, senador Eduardo Girão (Podemos) com 5,15% e a deputada federal Luizianne Lins (PT) com 3,20%.

Fonte: Instituto Ranking

Já na pesquisa estimulada, onde é apresentado ao eleitor a lista com os nomes, há um empate técnico entre Cid e Wagner, 30,1% e 28,2%, respectivamente.

Na terceira colocação vem Roberto Cláudio, com 12,00%, seguido por Girão com 8,30%, Luizianne com 5,00% e Mauro Filho com apenas 1,30%. Os indecisos ou que declararam voto Branco ou Nulo representa uma fatia de 15%.

Fonte: Instituto Ranking

No cenário de 2° turno, Cid tem 41,50% contra 38,15% de Wagner. Cerca de 20,35% do entrevistados estão indecisos, brancos, nulos e que não sabem ou não responderam.

Fonte: Instituto Ranking

A Ranking ouviu 2000 eleitores em todas as regiões do Ceará entre os dias 29 de julho e 02 de agosto de 2021. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,5%, para mais ou para menos.

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