sexta-feira, abril 09, 2021

Supremo acertou em cheio nas duas questões relacionadas à pandemia da covid-19

Publicado em 9 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Supremo proíbe missas e cultos durante a pandemia

Charge do J. Bosco (O Liberal)

José Carlos Werneck

No dia em que o Brasil registrou um novo recorde no número diário de mortos, o Supremo Tribunal Federal tomou, por 9 a 2, a acertadíssima decisão pela qual prefeitos e governadores podem proibir a realização presencial de missas e cultos, enquanto o ministro Luís Roberto Barroso determinava a convocação da CPI da Pandemia no Senado.

A proibição de missas e cultos é mais um esforço para evitar a propagação da covid-19 no País.

DUROS RECADOS – O julgamento, concluído nesta quinta-feira, foi palco de duros recados de ministros ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e por defesas de medidas preconizadas pela ciência e recomendações de medidas de isolamento social no combate à pandemia.

Na sessão da última quarta-feira, o ministro Gilmar Mendes, relator do processo, votou favoravelmente às restrições adotadas pelo governo de São Paulo, ressaltando que o Brasil se tornou um ‘pária internacional’ no enfrentamento da pandemia.

A discussão foi retomada com o voto do ministro Kassio Nunes Marques, que defendeu a abertura de igrejas e templos. Apenas Dias Toffoli acompanhou este entendimento e votou como ele.

VITÓRIA AMPLA – Assim, por 9 votos a 2, o Plenário do STF manteve o entendimento do ministro Gilmar Mendes, de que não há violação à Constituição na proibição de realização de missas e cultos presenciais, já que a medida, tomada por governadores e prefeitos, é fundamental para preservar vidas diante do agravamento da pandemia.

Realmente, Jesus Cristo estava certíssimo, quando afirmou: “Quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.” (Mateus 6.6)

Fachin nega pedido de Geddel, alegando ser ‘arrimo de família’, para parcelar em 20 vezes multa de R$ 1,6 milhão


Fachin disse que defesa não comprovou incapacidade financeira

Paulo Roberto Netto
Estadão

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido do ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) para parcelar em 20 vezes a multa de R$ 1,6 milhão imposta pela Segunda Turma ao condená-lo no caso do bunker dos R$ 51 milhões. A sentença fixou 14 anos e 10 meses de prisão ao emedebista em outubro de 2019.

Geddel recorreu ao ministro alegando ser ‘arrimo de família’ e que seus únicos proventos seriam os proventos de aposentadoria (R$ 13 mil) e rendimentos de aplicação financeira e previdência privada (R$ 6 milhões). O ex-ministro relembrou ainda que teve os bens bloqueados na ação penal que o investigou no caso do bunker.

SEM COMPROVAÇÃO – Fachin não atendeu a defesa, e apontou que não ficou comprovada a incapacidade financeira para justificar o parcelamento da multa. O ministro frisou ainda que não há comprovação de que os bens jurídicos do emedebista foram totalmente congelados.

“Chama atenção que os rendimentos provenientes das aplicações financeira e de plano de previdência privada, no valor de R$ 6 milhões, também concorrem para as despesas familiares, tudo a indicar a disponibilidade para o pagamento da pena de multa, fixada em R$ 1.625.977,52”, afirmou Fachin.

Geddel e seu irmão, Lúcio Vieira Lima, foram condenados em outubro de 2019 pela Segunda Turma do Supremo. Votaram pela prisão dos políticos os ministros Edson Fachin, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

DIVERGÊNCIAS – Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, por outro lado, divergiram parcialmente dos colegas ao entender que as condutas não se enquadrariam como associação criminosa. Geddel teve a pena fixada em 14 anos e dez meses de prisão; Lúcio, em 10 anos e seis meses.

Em fevereiro deste ano a mãe da dupla, Marluce Quadros Vieira Lima, também foi condenada no mesmo caso pelo juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal. O magistrado imputou a pena de dez anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Brumado: Prefeito cancela contrato que gerou polêmica e anuncia nova prestadora


por Francis Juliano

Brumado: Prefeito cancela contrato que gerou polêmica e anuncia nova prestadora
Foto: Divulgação / Sesab

A prefeitura de Brumado, no Sertão Produtivo, Sudoeste do estado, vai anunciar uma nova administradora do Centro de Atendimento Covid-19 do município. O fato ocorre após uma contratação que gerou polémica. Na última segunda-feira (5), o Diário Oficial do Município anunciava que uma microempresa, de capital de R$ 3 mil, iria gerir a unidade de média e alta-complexidade.

 

O contrato com a prestadora de Paramirim, também no Sudoeste, foi feito com dispensa de licitação e ao valor de R$ 4,1 milhões. Procurado pelo Bahia Notícias, o prefeito Eduardo Vasconcelos disse que o distrato foi feito após ser constatado que não havia condição técnica. A empresa que ofereceu o menor preço na concorrência não teria conseguido administrar a unidade de saúde. “Houve uma tomada de preço de três empresas, com preços diferentes. Nós descartamos a de maior preço e ficamos na dúvida quanto às duas menores. No final, tivemos de optar pela de menor preço, mas quando ela começou a funcionar nós detectamos que não tinha condição. Aí, instigamos que o responsável declinasse do compromisso, ele acabou aceitando, e assim foi feito”, relatou ao BN. Vasconcelos informou que a segunda colocada no mesmo certame deve assumir a condução da unidade de saúde. O valor do contrato deve ser um pouco maior do que os R$ 4,1 milhões até então acertados com a empresa de Paramirim. ”Agora ninguém vai querer me incriminar por contratar por um preço mais caro, não é?”, provocou. A unidade de saúde do Hospital Magalhães Neto tem dez leitos de UTI e outros dez leitos clínicos para atender casos de Covid-19.

Bahia Notícias

Campanha de vacinação contra a gripe começa na segunda-feira, 12

em 9 abr, 2021 8:12 

Meta é imunizar 79,7 milhões de pessoas (Foto ilustrativa: Ascom/SMS)

O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde começam na segunda-feira, 12, a campanha de vacinação contra a gripe. Além de evitar complicações decorrentes da gripe causada pelo vírus, a vacinação ganha uma outra importância no momento.

Com diversos estados com leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) lotados e filas de espera em função da pandemia do novo coronavírus, a iniciativa também é importante para evitar uma sobrecarga nos sistemas de saúde.

O público estimado pelo ministério é de 79,7 milhões de pessoas e o objetivo é vacinar pelo menos nove em cada dez pessoas dos grupos prioritários.

Os grupos serão organizados para vacinação em três etapas. Os dias de mobilização, chamados de dias D, serão definidos em cada município pela Secretaria de Saúde local.

Os grupos prioritários são:

– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;

– Gestantes;

– Puérperas;

– Povos indígenas;

– Trabalhadores de saúde;

– Pessoas com 60 anos ou mais;

– Professores;

– Portadores de doenças crônicas não transmissíveis;

– Pessoas com deficiência permanente;

– Forças de segurança, de salvamento e armadas;

– Caminhoneiros;

– Trabalhadores do transporte coletivo de passageiros;

– Funcionários trabalhando em prisões e unidades de internação;

– Adolescentes cumprindo medidas socioeducativas em unidades de internação;

– População privada de liberdade.

Covid-19

O Ministério da Saúde não recomenda que seja feita a aplicação das vacinas contra a covid-19 e contra a influenza conjuntamente. A pasta recomenda que as pessoas que estiverem nos grupos prioritários procurem se vacinar antes contra a covid-19. Especialistas recomendam pelo menos uma diferença de 14 dias entre uma e outra.

Fonte: Agência Brasil 

INFONET

Confira os locais que realizam a declaração do IR gratuitamente

 em 9 abr, 2021 10:17


O prazo para a declaração do Imposto de Renda se encerra no dia 30 de abril. Diante da obrigação de declarar os próprios rendimentos, algumas instituições de ensino de Aracaju estão ofertando o serviço de forma gratuita para os contribuintes, durante esse período.

Segundo o último levantamento divulgado pelo Portal Infonet,  em Sergipe, 61.800 sergipanos já haviam  declarado o IR.

Veja abaixo, onde declarar o IR gratuitamente.

Universidade Tiradentes (Unit)

Pode-se garantir o serviço gratuitamente por meio do Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil (NAF). Para buscar este serviço gratuito, além de três salários mínimos mensais, a pessoa precisa ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 29.559,70.

Para esclarecimento sobre os documentos necessários para a declaração do imposto de renda, e até mesmo para atendimento, basta entrar em contato pelo whatsapp do NAF da Unit Sergipe: (79) 99136-0543.

Quem preferir o atendimento presencial, seguindo com todas as recomendações de biossegurança contra a proliferação da Covid-19, o NAF está presente no CEAC do Aracaju Parque Shopping, bairro Industrial. Neste caso, o interessado deve realizar agendamento no site do CEAC.

Faculdade São Luís de França

Os atendimentos ao público acontecem até 30 de abril e podem ser agendados através do whatsApp (79) 99903.5550 e pelo e-mail: vitor.hugo@sousaoluis.com.br.

Qualquer pessoa física que deseje fazer seu Imposto de Renda é só enviar a documentação para os contatos que serão disponibilizados e, em seguida, é realizada a confecção da declaração.

Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese)

A Fanese iniciará o projeto solidário de declaração do Imposto de Renda a partir do sábado, dia 17, com horário de atendimento das 15 às 18h. Entre os dias 21 a 23/04 e 28 a 30/04 ocorrerão plantões de atendimento nos horários das 16h às 19h.

Os atendimentos ocorrerão por meio da plataforma TEAMS.

Por Milton Filho e Aisla Vasconcelos

INFONET

A vida dá, nega e tira, cita Kakay

 Lição é do poeta Trasíbulo Ferraz

Vale para a força-tarefa de Curitiba

Medo apoderou-se dos procuradores

O impagável HC de Diogo Castor

Ex-integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o procurador Diogo Castor (centro) entrou com um habeas corpus que tem sido muito comentado. À esquerda o advogado Kakay; à direita, o ministro do STF Gilmar MendesSérgio Lima/Poder360 (laterais) e Divulgação/MPF (centro)


09.abr.2021 (sexta-feira) - 5h50


Alguns têm na vida um grande sonho, e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.”
– Fernando Pessoa, Livro do Desassossego

Agrande vantagem de viver em um Estado Democrático de Direito é ter a certeza de que a lei, os tribunais e o sistema de justiça, enfim, valem para todos. Mesmo para aqueles que, em dado momento, tenham se prestado a corromper o sistema. Mas a coerência nos orienta sobre a necessidade de seguir defendendo com vigor o cumprimento das normas constitucionais. Isso vale também para aqueles que as usurparam.

Quando comecei a criticar os abusos e os excessos do ex-juiz Sérgio Moro e seus comandados, os procuradores membros da força-tarefa de Curitiba, eu tinha a firme convicção de que tudo que eles prostituíram burlando o sistema um dia teria que ser resgatado, e eles iriam se apegar às normas que esmeraram em ofender. Hoje, eles se apegam à integridade do sistema de justiça, a qual o Supremo está resgatando e foi usurpada exatamente por esse grupo.

Nada como um dia após o outro. Tem sido muito comentado o habeas corpus que tem como paciente o procurador Diogo Castor, impetrado ante os crescentes rumores de iminente prisão dos procuradores investigados. Anote que esse procurador era um dos mais arrogantes membros da força-tarefa de Curitiba. Agressivo, prepotente, foi a Portugal prender um cliente nosso e cometeu absurdos. Depois que nós ganhamos o caso, perseguiu a filha do nosso cliente para tentar fazê-lo retornar ao Brasil. Perdeu de novo. Algo imoral.

Ele sempre foi um dos mais aguerridos críticos do ministro Gilmar, contra quem proferia impropérios e ridicularizava os fundamentos dos votos garantistas. Em 30 de outubro de 2018, comunicava ao bando: “Prezados, criei um grupo para adotarmos medidas contra o Gilmar Mendes”. E a patuleia aplaudia excitada.

Abusado e sem limites, está sendo investigado, conforme anuncia a imprensa, também por receber aproximadamente R$ 373 mil em diárias de maneira ilegal. Espero, sinceramente, que não seja verdade. Seria ultrajante.

Foi um dos principais garotos-propaganda das tais “10 medidas contra a corrupção”, que derrotamos fragorosamente no Congresso Nacional. O carro-chefe do projeto era a possibilidade do uso da prova ilícita no processo penal, desde que “obtida de boa-fé”. Uma pândega! Era um crítico do “uso abusivo do HC” e ridicularizava a tentativa de impedir investigações por meio do remédio constitucional. Por sinal, uma das tais 10 medidas tinha como objetivo diminuir o escopo do HC.

Foi ele quem pagou aquele outdoor ridículo em que os procuradores da República imitavam a pose de policiais americanos. Um vexame.

Bem, no HC, grosso modo, o que pede o tal Diogo Castor:

  1. Trancamento do inquérito, proibindo a continuidade das investigações;
  2. A proibição do uso das mensagens obtidas pelo hacker, por terem sido obtidas de forma ilícita;
  3. Faz críticas a vazamento ilegal;
  4. Usa como base de sustentação alguns votos do Ministro Gilmar, com grandes elogios a seu posicionamento garantista;
  5. Requer o enquadramento do relator do inquérito na lei de Abuso de Autoridade;
  6. Ressalta a importância de cumprir o preceito constitucional que garante direito individual e que proíbe o uso para investigar- muito menos condenar- de provas obtidas de maneira ilícita, invocando a teoria do fruto da árvore envenenada.

E vejam bem, o “doutor” tem todo o direito de pleitear o que entende ser seu direito. O interessante é constatar que ele só terá chance de êxito se a interpretação do direito for exata e rigorosamente o contrário do ele e seu bando defendiam. Essa é a dimensão do que o Supremo Tribunal fez nos últimos tempos: cumprir a Constituição, simples assim.

Se fôssemos exigir coerência por parte desse grupo que instrumentalizou o Judiciário e o Ministério Público com interesses políticos –não sou eu mais quem diz, é a 2ª Turma do Supremo– ou seja, se o ex-juiz e seus asseclas fossem usar a mesma régua que usavam na famosa 13ª Vara Federal de Curitiba, eles teriam que ter pedido a prisão de todos e o ex-juiz já os teria prendido. Remeto-me a Cecília Meireles:

Não sei que tempo faz, nem se é noite ou se é dia.
Não sinto onde é que estou, nem se estou.
Não sei nada.
Nem ódio, nem amor.
Tédio? Melancolia.
Existência parada. Existência acabada.”

Interessante ressaltar que uma rádio do Sul me perguntou sobre os rumores das prisões dos procuradores pelo STJ nesse inquérito. Eu defendi que não era caso de prisão, até por falta de contemporaneidade, inovação que nós introduzimos na lei quando derrotamos o tal pacote anticrime, e que muito contrariou o ex-juiz e seu bando, diga-se de passagem. Por sinal, o que eles consideravam a maior derrota que impingimos ao bando –a prisão somente após o trânsito em julgado– deve hoje ser a decisão que eles mais cultuam. E devemos defender esse direito também para o grupo.

É impagável ver na peça do HC o procurador fazer justiça ao ministro Gilmar Mendes e ao Supremo, tecendo loas ao “culto ministro”. É o mesmo que acusava o ministro Gilmar de não ter “equilíbrio” para o cargo e de “falta de seriedade” quando queria fazer prevalecer os seus abusos.

De maneira semelhante age o advogado do ex-juiz ao pedir a aplicação do princípio da “paridade de armas”, em maio de 2020, no inquérito em que Sérgio Moro é investigado. E está certo o advogado ao pedir um tratamento constitucional, embora essa nunca tenha sido a postura de seu cliente enquanto juiz.

Na verdade, o que se constata é que o medo se apoderou do grupo de Curitiba. Eles usavam o terror como método, gostavam de posar de heróis e de donos da bola para amedrontar os seus investigados de estimação. Usavam a prisão para conseguir delações, o que é ilegal, inconstitucional e antiético, monstruoso mesmo, e jactavam-se disso. Como lembra o poeta Trasíbulo Ferraz:

A vida dá, nega e tira.

Agora, perderam de vez a compostura e o decoro. Tiveram a desfaçatez, numa das maiores pataqueiras jurídicas da história do Supremo, de apresentar um memorial, em nome dos sete procuradores, no habeas corpus em que o paciente é o perseguido preferencial deles, o ex-presidente Lula, e peticionaram, com advogado contratado para tal, para manter a incompetência do juízo da 13ª Vara, onde eles sempre atuaram. Não tente entender. É realmente incompreensível. Não se sabe sequer a que título eles peticionaram.

Na realidade, é, de certa forma, compreensível o estado de desespero que assola o grupo. Quando se sentiam poderosos, admitiram que tinham contribuído decisivamente para a eleição desse fascista que hoje leva o país para o vale da morte. Ao prenderem o principal opositor do atual presidente, foram o decisivo eleitor desse presidente genocida. Hoje, devem se sentir corresponsáveis pelas 340.776 mortes oficialmente confirmadas. E devem se assustar com as manchetes que informam que o Brasil tem em um dia mais mortes por covid-19 do que 133 países em um ano de pandemia: 4.211 óbitos registrados. O Brasil responde sozinho por mais de 1/3 de todos os mortos do mundo.

O ar que falta às pessoas nos hospitais superlotados, os leitos que não existem para acolher os infectados e o desespero dos doentes à busca de uma UTI podem ser creditados a esse presidente que cultua a morte, que despreza a dor, que ridiculariza o sofrimento. E ele está sentado no colo do grupo que criminalizou a política, instrumentalizou o Judiciário e o Ministério Público e estuprou o sistema de justiça, ávidos pelo poder.

Não é demais lembrar que o chefe do grupo aceitou virar ministro da Justiça do governo genocida que se instalou, em clara divisão de poder e em recompensa aos serviços prestados. Se depois romperam, nada mais foi do que briga de quadrilha.

A discussão nesse momento é sobre a necessidade imperiosa de responsabilizar criminalmente, e também por crime de responsabilidade, o presidente. Não é possível que vamos esperar 600 mil mortos para fazer o enfrentamento.

A praga do vírus subjugou a sociedade, que está acuada, assustada. E a fome se instalou de maneira avassaladora no país. Impossível acompanhar a realidade sem perder o rumo. Mas é necessário romper a densa e impenetrável fumaça que nos sufoca para que façamos o enfrentamento desse responsável direto por tanta dor, tanta tristeza, tanta desolação, tantas mortes. Nenhum de nós sairá impune dessa tragédia. E só teremos de volta nossa dignidade perdida se responsabilizarmos esse assassino que, deliberadamente, apostou na morte como opção. Depois dele, é indispensável que, sem ares de vingança, mas, de justiça, a gente se concentre em desnudar e responsabilizar esses que foram a sustentação do caos. Valendo-nos de Miguel Torga, em Penas do Purgatório:

Não há refúgio, e o terror aumenta.
É tal e qual o drama aqui na sala:
A luz da tarde em agonia lenta,
E a maciça negrura a devorá-la. 

Dor deste tempo atroz, sem refrigério.
Eis os degraus do inferno que nos restam:
Morrer e apodrecer no cemitério
Onde fantasmas, como eu, protestam.”

https://www.poder360.com.br/ 


Associação de advogados públicos repudia falas de André Mendonça

 Em nota pública emitida nesta quinta-feira (8/4), a Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia (APD), entidade civil formada por membros da advocacia pública, repudiou uma sustentação oral do advogado-Geral da União, André Mendonça, que citou a Bíblia para defender a abertura de igrejas.

André Mendonça, advogado-geral da União e ex-ministro da JustiçaFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Na quarta-feira (7/4), durante julgamento do Plenário do Supremo Tribunal Federal sobre a proibição de atividades religiosas presenciais em meio à crise de Covid-19, Mendonça afirmou que "não há cristianismo sem a casa de Deus, sem o dia do Senhor. E por isso que os verdadeiros cristãos não estão dispostos, jamais, a matar pela sua fé, mas estão dispostos a morrer pela liberdade de religião e de culto".

A APD interpretou que o advogado estaria sugerindo uma disposição dos cristãos a morrerem de Covid-19 em nome da liberdade. Ao fazer isso, ele estaria priorizando a liberdade de crença em detrimento do próprio direito à vida.

"André Mendonça não tem o direito de, extrapolando o exercício de sua função pública, pregar crenças religiosas particulares, confundindo os espaços público e privado, subvertendo a defesa do interesse público para a defesa de um fundamentalismo religioso", aponta o documento.

A associação considerou que a atitude de Mendonça seria uma afronta à diversidade religiosa e cultural do país, "que jamais admitiria essa espécie de sermão religioso sectário em um lugar instituído constitucionalmente para a defesa de todos".

Argumentação
Na ocasião, o AGU também citou um suposto estudo que relacionaria a frequência semanal a atividades religiosas com menores índices de suicídio.

Ao criticar a restrição dos cultos, Mendonça disse que seria contraditório manter medidas de distanciamento social em aeroportos mas colocar passageiros "como latas de sardinha" em aviões. Ele ainda questionou a liberação de reuniões de sindicatos, partidos políticos e associações e comparou o toque de recolher a medidas de repressão próprias de Estados autoritários.

Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes criticou a sustentação de Mendonça e ressaltou que cabe à União legislar sobre o transporte nacional. "Quando Vossa Excelência fala dos problemas dos transportes no Brasil, especialmente no transporte coletivo, eu poderia ter entendido que Vossa Excelência teria vindo agora para a tribuna do Supremo de uma viagem a Marte, mas verifiquei que Vossa Excelência era ministro da Justiça e tinha responsabilidades institucionais, inclusive de propor medidas", destacou o magistrado.

Clique aqui para ler a nota da APD

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2021, 17h32

Pacheco diz que cumprirá decisão de Barroso e que CPI da Covid pode ser palanque de 2022

por Renato Machado, Julia Chaib e Danielle Brant | Folhapress

Pacheco diz que cumprirá decisão de Barroso e que CPI da Covid pode ser palanque de 2022
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado | Foto: Marcelo Camargo/ AgBr

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse nesta quinta-feira (8) que vai cumprir a ordem do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), e instalar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) de Covid-19, mas afirmou que o colegiado não pode servir de palanque político e coroamento do insucesso no combate da pandemia.

 

As declarações foram dadas ao fim de uma sessão do Senado, pouco depois de ser divulgada a decisão de Barroso. O ministro do STF considerou que estão presentes os requisitos necessários para abertura da comissão e que o chefe do Senado não pode se omitir em relação a isso.

 

O ministro do STF submeteu a decisão à análise da corte. O caso será julgado na próxima sessão virtual do Supremo, que começa em 16 de abril e vai até o dia 26 do mesmo mês. Nesse período, os magistrados devem incluir seus votos no sistema.

 

Pacheco qualificou a decisão do STF de equivocada e disse que, neste momento, "com a gravidade que a pandemia nos exige união, vai ser um ponto fora da curva."

 

"E para além de um ponto fora da curva, pode ser o coroamento do insucesso nacional do enfrentamento da pandemia", disse.

 

Para o senador, a decisão pode antecipar a disputa eleitoral de 2022 e prejudicar o combate à Covid-19. "A CPI poderá, sim, ter um papel de antecipação de discussão político-eleitoral de 2022, de palanque político, que é absolutamente inapropriado para este momento da nação."

 

A decisão é uma derrota para a base aliada do presidente Jair Bolsonaro no Congresso, que vinha tentando barrar a comissão para investigar a condução da pandemia.

 

Segundo aliados de Pacheco, a decisão pegou o presidente do Senado de surpresa. Uma saída para o senador, contrário à CPI, seria instalar a comissão, mas os partidos podem se recusar a indicar membros.

 

A medida teve recepção mista no Senado. O mal-estar criado fez com que alguns senadores ameaçassem inclusive retirar a assinatura da CPI, como forma de protesto contra o que consideraram interferência em outro poder. Havia dúvida, porém, se seria possível retirar o apoio. Outros expuseram publicamente a crítica contra a decisão de Barroso.

 

"Eu assinei a CPI da Covid. Não acho que uma decisão monocrática do membro de um Poder possa determinar o que um presidente de outro Poder faça", diz o senador Omar Aziz (PSD-AM).

Bahia Notícias

Conquista: Vestido de 'Madame Jamorri', ativista alerta sobre tragédia da Covid-19


Conquista: Vestido de 'Madame Jamorri', ativista alerta sobre tragédia da Covid-19
Foto: Reprodução / Blog do Anderson

Um morador de Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano, resolveu sair às ruas para chamar a atenção sobre os riscos e consequências da Covid-19. Vestido com a personagem intitulada de “Madame Jamorri”, André Paulo Barros Cairo circulou nesta quinta-feira (8) pelas ruas do Centro da cidade e alertou a população para a importância dos cuidados para evitar a doença.

 

Segundo o Blog do Anderson, Cairo é presidente do Movimento Contra a Morte Prematura. Na placa que segurava, uma mensagem traduzia o momento em que o Brasil passa durante a pandemia. “Eu morri, mas continuo viva. Coronavírus se espalha e vossas excelências adiam o inadiável para um fim interminável? Pessoas estão morrendo antes do tempo, entenderam?”.

 

Foto: Reprodução / Blog do Anderson

 

No último boletim divulgado nesta quinta-feira (8), a Bahia registrou mais 125 óbitos causados pelo novo coronavírus (ver aqui) e o país bateu novo recorde, de 4.249 mortes em 24 horas (clique aqui).

Bahia Notícias

Jantar para Bolsonaro causa indignação entre empresários que não foram ao event

 

por Bruna Narcizo | Folhapress

Jantar para Bolsonaro causa indignação entre empresários que não foram ao evento
Foto: Isac Nóbrega/ PR

O jantar para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) organizado pelo ministro Fábio Faria (Comunicações) na casa de Washington Cinel - dono da Gocil, do ramo de segurança-, nesta quarta-feira (7), repercutiu mal entre grandes empresários que não participaram do encontro.

 

Segundo alguns deles, que conversaram com a reportagem com a condição de que seus nomes fossem mantidos em sigilo, o sentimento geral nesta quinta-feira (8) era de indignação e até irritação ao saberem que Bolsonaro havia sido ovacionado com efusivos aplausos após falar que seu governo está fazendo o máximo possível para garantir a imunização da população e destacar que o Brasil é um dos poucos países do mundo que fabricam a vacina contra Covid-19.

 

Em grupos de troca de mensagens mantidos por esses empresários, os comentários eram críticos, sinalizando que a polarização em relação ao governo Bolsonaro está se acentuando no mundo dos negócios. Alguns afirmavam que os participantes do jantar se dividiam em dois grupos distintos: os irrelevantes e os adesistas, aqueles que sempre apoiam o governo da vez, independentemente da ideologia partidária. Um banqueiro que não participou do encontro afirmou que o grupo presente não representa o empresariado nacional.

 

O jantar foi organizado com o objetivo principal de tentar passar a imagem que o presidente tem trânsito no meio empresarial, justamente no momento em que muitas lideranças cobram do governo agilidade na vacinação contra a Covid-19.

 

Porém, destaca esse banqueiro, é claro que os nomes foram escolhidos a dedo -e citou o fato de que nenhum dos convidados havia aderido à carta aberta assinada por economistas, banqueiros e empresários que pediam medidas mais eficazes de combate à pandemia do novo coronavírus, que contou com mais de 1.700 assinaturas. Quem participou do encontro com o presidente afirma que Bolsonaro merece as palmas.

 

"Eu acho que o governo tem muito motivo para ter aplauso. É que, muitas vezes, as pessoas não querem ver. Mas tem muito motivo", disse Cinel ao jornal Folha de S.Paulo.

 

Participaram do jantar nomes como Luiz Carlos Trabuco Cappi, do Bradesco, Rubens Ometto, da Cosan, André Esteves, do BTG Pactual, Alberto Saraiva, do Habib's, João Camargo, do grupo Alpha e Claudio Lottenberg, que também preside a Conib (Confederação Israelita do Brasil). Veja a lista completa abaixo. Nem todos os convidados, porém, chegaram a participar do encontro.

 

Ao menos dois declinaram do convite para jantar com o presidente: Abilio Diniz, da Península Participações, e Frederico Trajano, do Magazine Luiza. Ambos alegaram que estão fazendo isolamento social por conta da pandemia do coronavírus e, por isso, não poderiam comparecer. Segundo uma das pessoas que ajudou na organização do jantar, Diniz chegou a dizer que não tem visitado nem os filhos.

 

Diniz tem adotado uma postura mais pró-governo e chegou a dizer, em março de 2020, que a pandemia não era tão grave assim, e que o Brasil se recuperaria rápido, em setembro do mesmo ano.

 

Já Trajano falou em março do ano passado que o Magazine Luiza havia sido o primeiro a fechar suas lojas por conta da pandemia e que estaria entre os últimos a abri-las. Neste mês, falou que só o que funciona contra a pandemia são isolamento social e vacina.

 

Johnny Saad, do grupo Bandeirantes, havia confirmado presença, mas avisou que não poderia comparecer por ter acordado com tosse no dia do jantar. Alguns empresários foram propositalmente excluídos. Luciano Hang, da Havan, por exemplo, entrou em uma pré-lista, mas acabou preterido para evitar a imagem de que o presidente se cerca de bolsonaristas considerados mais radicais, informou a coluna Mônica Bergamo.

 

A comitiva presidencial reuniu representantes de peso do primeiro escalão da gestão Bolsonaro: os ministros Paulo Guedes (Economia), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcelo Queiroga (Saúde), e Fábio Faria (Comunicações), além do general Augusto Heleno (chefe do Gabinete de Segurança Institucional) e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

 

Outro empresário, que também pediu sigilo, disse que foi uma decepção saber que Campos Neto esteve neste tipo de encontro privado. Esse mesmo empresário disse que o chefe do BC é respeitado, mas que, ao participar deste tipo de reunião, fere a independência da instituição e coloca o Banco Central a serviço de "um faz de conta".

 

O último encontro de Bolsonaro com grandes nomes do empresariado foi em dezembro do ano passado, em um jantar na casa de Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Em 2021, o presidente da Fiesp teve apenas reuniões individuais com o mandatário.

 

Skaf, que estave no encontro de quarta, anunciou para todos os convidados que prepara novo encontro com o presidente, para cerca de duas semanas, na tentativa de atrair empresários fora do núcleo bolsonarista.

 

O diagnóstico de que a imagem de negacionista no enfrentamento da pandemia estava fazendo com que Bolsonaro perdesse apoio do empresariado fez o presidente mudar de discurso e aceitar, ao menos parcialmente, a implementação do "Plano Vacina", uma guinada de 180º em seu posicioinamento sobre a imunização. No jantar, Bolsonaro ainda atacou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), a quem chamou de "vagabundo".

 

Veja a lista de participantes:

Alberto Leite, da FS Holding

Alberto Saraiva, Habib’s

André Esteves, BTG Pactual

Carlos Sanchez, EMS

Candido Pinheiro, Hapvida

Claudio Lottenberg, da Conib

David Safra, banco Safra

Felipe Nascimento, da Mapfre Seguros

Flávio Rocha, da Riachuelo

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José Roberto Maciel, do SBT

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Bahia Notícias

Ao enquadrar Jair Bolsonaro, as Forças Armadas bateram continência à Constituição

Publicado em 8 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Pujol

General Pujol saiu, mas tornou inviável o golpe de Bolsonaro

Demétrio Magnoli
Folha

A história pode ser contada a partir de uma quinta-feira 12, em novembro do ano passado, quando o comandante do Exército, general Edson Pujol, disse em palestra que os militares da ativa devem ficar fora da política. Na sequência, o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, divulgou nota coassinada pelos três comandantes militares reafirmando as palavras de Pujol, mas ressalvando que elas não destoavam “do entendimento do presidente da República”. A demissão coletiva dos comandantes, dias atrás, impugna o intento de uma conciliação impossível.

Os eventos do final de 2020 são marcos secundários numa história mais antiga que deve ser narrada a partir de agosto de 2015, quando uma chusma de apoiadores do então deputado Jair Bolsonaro montou acampamento diante do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, para pedir “intervenção militar constitucional”.

VILLAS BÔAS IRONIZOU – Na época, o general Villas Bôas, então comandante do Exército, que trafegava diante das barracas do autointitulado Posto Revolucionário 1 no trajeto para sua residência, ironizou a demanda: “Quero entender como se faz”. Nos anos seguintes, a ironia secou, dando lugar à aventura da adesão de um grupo de generais à candidatura de Bolsonaro.

A separação entre a política e os quartéis nunca fez sentido para Bolsonaro. O capitão desordeiro, excluído do Exército, fez carreira política baseada no elogio do regime militar e organizou sua candidatura presidencial em torno da ideia do fracasso da democracia.

No Planalto, estimulou a anarquia militar, chegando a patrocinar um ato subversivo diante do Quartel-General do Exército, em Brasília, e alimentando um projeto de intimidação do Congresso e do STF. O Plano A do presidente jamais foi a reeleição.

SINTÉTICO MANIFESTO – Fernando Azevedo produziu, na sua carta de demissão, um sintético manifesto antibolsonarista: “Preservei as Forças Armadas como instituições de Estado”. As coisas, porém, só chegaram ao ponto da ruptura por culpa de três generais que esqueceram as lições aprendidas por duas gerações de altos oficiais militares.

O vírus da anarquia militar, traço estrutural das repúblicas caudilhescas latino-americanas, chegou ao Brasil com atraso, mas deitou fundas raízes, pontilhando nosso século 20 com pronunciamentos, levantes e golpes. A era da anarquia durou até o outono da ditadura, quando as cúpulas das Forças Armadas começaram a erguer uma muralha entre os militares e a política.

A Constituição é a única ordem legítima —o novo lema, repetido à exaustão, restaurou a imagem dos homens em uniforme e estabilizou o sistema democrático.

DECISÕES INSANAS – Contudo, diante do colapso do governo Dilma Rousseff, três icônicos generais lideraram uma volta ao passado. Villas Bôas articulou a célebre nota destinada a intimidar o STF. Hamilton Mourão aceitou a candidatura à Vice-Presidência. Augusto Heleno ingressou no governo Bolsonaro, levando com ele uma coleção de altos oficiais. A crise militar em curso é o fruto inevitável daquelas decisões insanas.

Os três generais não sabiam o que faziam. O projeto deles era dirigir o leme de um governo conservador, ordeiro, eficaz, responsável, livre da corrupção política que envenenou a Nova República.

VALIDAÇÃO DE 1964 – Seria, imaginaram, a validação histórica do golpe de 1964 e, portanto, a remoção definitiva de uma mancha de desonra.

A realidade, porém, dissolveu tais ilusões: os 6.000 militares, da reserva e da ativa, que ocupam cargos no governo oferecem amparo tácito ao presidente-agitador empenhado na quimera da “intervenção militar constitucional”.

Disciplina e obediência são valores supremos no manual de conduta das Forças Armadas. Ironicamente, para fortuna dos militares que aderiram a Bolsonaro, os comandantes da ativa optaram pela disciplina da desobediência. Diante da encruzilhada, disseram “não” ao comandante-em-chefe, batendo continência à Constituição.


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