quarta-feira, abril 07, 2021

Carluxo aciona Ministério Público para tentar impedir restrições de circulação no Rio

 

Carluxo defende que as praias e faixas de areia são terrenos da União

Paulo Roberto Netto
Estadão

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) acionou o Ministério Público do Rio contra determinações do governos municipais e estaduais que restringiram a circulação de pessoas em praias e faixas de areia no momento crítico da pandemia. O parlamentar alega que as medidas não poderiam ser editadas pois os locais se tratam de terrenos da União e, não do Estado ou da Prefeitura.

“Sendo competência da União as praias e faixas de areia, solicita este parlamentar que seja permitido o trânsito de ir e vir por pedestres em qualquer área que seja de poder da União e que não tenha restrições impostas pelo ente Federal haja vista que o Prefeito do Rio de Janeiro editou um decreto com uma série de restrições que recai sobre direito de ir e vir em áreas da União”, anotou Carlos à Promotoria.

PROIBIÇÕES – O filho do presidente também disse não ser ‘plausível’ o bloqueio de áreas abertas utilizadas para atividades físicas e geração de empregos. As restrições às praias e faixas de areia foram determinadas no último dia 24 no pacote de medidas do ‘feriadão’ de dez dias no Rio de Janeiro, encerrado nesta segunda-feira, dia 5. Durante o período, ficou proibida a permanência de pessoas nas praias do Estado, inclusive para banho de mar.

Na capital fluminense, o prefeito Eduardo Paes baixou medidas ainda mais severas de circulação e determinou a abertura somente de atividades essenciais, como farmácias. Bares e restaurantes não poderiam atender clientes, que poderiam apenas comprar os produtos para consumir em casa.

Planalto apaga foto de Valdemar Costa, condenado no mensalão, em cerimônia com Bolsonaro em posse de ministra

Publicado em 7 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

A foto desaparecida mostrava Costa Neto, uma cadeira vazia

Daniel Carvalho
Folha

O Palácio do Planalto removeu a foto do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, da galeria de imagens da posse da nova ministra da Secretaria de Governo, a deputada Flávia Arruda (PL-DF).

De acordo com as informações que estavam disponíveis no histórico da imagem, ela foi feita às 11h16m42s desta terça-feira, dia 6. A foto estava disponível no Flickr do Planalto ao menos até as 16h40m46s, horário em que a Folha fez o download do material. À noite, no endereço que correspondia à foto, aparecia a mensagem “Parece que a foto ou o vídeo que você está procurando não existe mais”.

CONDENADO  – No álbum do governo no site de fotografias, há 81 imagens das transmissões de cargo realizadas pela manhã, nenhuma com Costa Neto, condenado em 2012 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no esquema do mensalão.

Ao contrário do que costuma acontecer em posses e cerimônias do tipo, a desta terça-feira ocorreu a portas fechadas e sem transmissão ao vivo pela TV Brasil. Fotos e vídeos foram disponibilizadas à imprensa apenas no início da tarde.

A foto desaparecida mostrava Costa Neto, uma cadeira vazia, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o general Luiz Eduardo Ramos, que deixou a Secretaria de Governo e assumiu a Casa Civil.Todos estavam sentados e de máscara, enquanto Flávia Arruda discursava, também de máscara, no púlpito.

DE FORA – Arthur Lira compartilhou fotos da cerimônia, mas, assim como aconteceu com as imagens que restaram no Flickr do Planalto, o enquadramento deixou Valdemar Costa Neto de fora. Já o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), publicou duas fotos. Em uma delas, o presidente do PL aparece sentado com a máscara na mão.

A Folha pediu explicações à Secom (Secretaria Especial de Comunicação) da Presidência da República na noite de terça-feira, mas não houve qualquer resposta até a publicação desta reportagem.

ABRAÇADO AO CENTRÃO – Bolsonaro foi eleito em 2018 com discurso contrário ao centrão, grupo de partidos fisiológicos do qual o PL é um dos principais integrantes. Com o passar do tempo, porém, o presidente se viu obrigado a abraçar o bloco, que hoje comanda três ministérios —além do PL na Secretaria de Governo, o PSD está nas Comunicações e o Republicanos, na Cidadania.

Bolsonaro apoiou a eleição para presidência da Câmara do líder do bloco, Arthur Lira, e, nos últimos dias, cedeu à pressão do centrão e demitiu o general Eduardo Pazuello do Ministério da Saúde e Ernesto Araújo do das Relações Exteriores.

 


País bate novo recorde de óbitos pela pandemia e Bolsonaro diz esperar que STF mantenha igrejas abertas

 

Charge do Erasmo (Arquivo do Google)

Lauriberto Pompeu
Estadão

No dia seguinte de o País registrar, pela primeira vez, mais de 4 mil mortes pela covid-19 em 24 horas, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, dia 7, esperar que o Supremo Tribunal Federal libere a realização de cultos e missas durante a pandemia.

A Corte julga na tarde de hoje uma liminar do ministro Kassio Nunes Marque que liberou os templos a realizar cerimônias religiosas presencialmente, o que costuma causar aglomerações. Segundo especialistas, a reunião de pessoas em ambientes fechados é uma das principais formas de proliferação da doença.

LIMINAR MANTIDA – “Espero que ao STF julgar liminar de Kassio Nunes (Marques), que a liminar seja mantida ou que alguém peça vista para discutir mais”, disse Bolsonaro. “Qual é o último local que uma pessoa procura antes de cometer um suicídio? A igreja. Quem não é cristão, que não vá”, completou, ao discursar em Chapecó (SC).    

A cidade catarinense visitada por Bolsonaro é apontada por ele como exemplo no combate à covid-19. A viagem foi marcada de última hora, após o prefeito da cidade, João Rodrigues (PSD), celebrar, em um vídeo nas redes sociais, a queda de internações e a desativação de uma unidade de terapia semi-intensiva. Mesmo assim, a ocupação de leitos ainda é alta. De acordo com dados da própria prefeitura, atingiu 93% na rede pública e 100% na privada nesta terça-feira, dia 6.

O município acumula ainda mais mortes por 100 mil habitantes do que o País e Santa Catarina. A cidade enfrentou colapso de saúde em fevereiro, precisou transferir pacientes, adotar restrições de circulação e ampliar o número de leitos. Chapecó tem 541 mortos pela pandemia, sendo que mais de 410 foram registrados neste ano.

TRATAMENTO PRECOCE – Bolsonaro disse na segunda-feira, dia 5, que Chapecó faz um “trabalho excepcional” contra a pandemia e deu “liberdade” a médicos para prescreverem o “tratamento precoce”, ou seja, medicamentos sem eficácia para a covid-19, como a hidroxicloroquina. “Não sei como salvar vidas, não sou médico, mas não posso tolher liberdade do médico”, afirmou o presidente no discurso desta quarta.

Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem defendido a prescrição de medicamentos como hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina contra a doença. Centenas de estudos científicos realizados até agora nunca comprovaram a eficácia das drogas para combater a covid-19 e, em alguns casos, como da ivermectina, mostraram que não há qualquer efeito positivo. O aumento no consumo desses remédios também tem causado reações em pacientes e, como revelou o Estadão, alguns morreram em decorrência de complicações.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 –  Ao mentir reiteradamente, Bolsonaro não apenas desrespeita toda a sociedade brasileira, mas transmite em suas declarações que não se importa nem um pouco que mais mortes ocorram em virtude do seu descaso e de sua imperativa necessidade de ter razão. Algo que jamais ocorrerá. Conforme já dito nesta Tribuna, o impedimento do ainda presidente não é oposição ao regime democrático, mas uma questão de saúde pública e preservação da segurança nacional. É, sem dúvida, um dos piores mandatários da atualidade. Assim ficará por décadas registrado nos livros da História do Brasil. (Marcelo Copelli)

Disfuncional e ingovernável, Supremo abre suas portas ao chicaneiro e ao autocrata

Publicado em 7 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Humor Político в Twitter: "A gente já desconfia, mas dá o nome deles,  Ministro! por Roque Sponholz #açãoentreamigos #barroso #charge #corruptos  #ministrosdostf #STF #Supremo #SupremoTribunalFederal…  https://t.co/0vSwI6yB0i"

Charge do Sponholz (sponholz.com.br)

Conrado Hübner Mendes
Folha

O diabo não tem nada a ver com isso. Apenas agradeceu ao STF e comemorou os templos cheios de gente nos cultos virulentos do domingo de Páscoa. O desprezo aos protocolos sanitários foi a requintada homenagem anticristã ao tribunal.

A decisão do ministro Kassio Nunes, tomada na noite de sábado (3), não foi improviso. O episódio não se resume a juiz mal-intencionado e chicaneiro que, num gesto calculado para consumar efeitos irreversíveis, driblou o plenário e encomendou milhares de mortes.

URGÊNCIA ADORMECIDA – Optou por resolver, sozinho, na véspera da missa, com base na cínica alegação de “urgência” e “perigo da demora”, caso dormente em sua mesa havia cinco meses. Logo ele, como lembrou Felipe Recondo, que no Senado assegurou: “Sempre prestigio o colegiado.”

Essa arquitetura de baixa institucionalidade e alta libertinagem é produto de desconstrução meticulosa ao longo dos anos. Num tribunal ingovernável, a instituição desaparece, e chicaneiros se lambuzam. Prevalecem o arbítrio e o interesse. O argumento jurídico vira verniz grotesco que nada disfarça.

O STF segue sequestrado por poderes de obstrução distribuídos a ministros. A chicana pode ser ativa, quando ministro toma decisão monocrática, evita plenário e produz efeitos concretos quase sempre irreversíveis; ou passiva, quando deixa na gaveta (como relator, presidente, ou por pedido de vista) e joga o caso para um futuro de sua escolha. Ambas forças centrífugas boicotam o colegiado.

TRIBUNAIS SERVIS – Autocratas precisam de tribunais servis. Há técnica para isso: aposentar juízes, aumentar número de cadeiras e ocupá-las com apologistas ou comprá-los. O STF oferece ao autocrata a alternativa peculiar do “basta um”: basta um Kassio Nunes para paralisar o tribunal. Se completar com um André Mendonça ou Augusto Aras, melhor ainda. O “soldado e o cabo” não vestem farda.

O texto da decisão de Kassio Nunes é pura confusão gramatical de alguém não familiarizado com interpretação constitucional. Ou pura desfaçatez. Nem os precedentes citados se aplicam. Os múltiplos erros já foram listados por analistas.

Mas, no fundo, esgotar nossa energia discutindo se a decisão foi equivocada é a isca diversionista que mordemos por conta própria. Levamos a sério argumentos do STF quando nem ministros os levam.

ABERRAÇÃO CONSENTIDA – Mais urgente perguntar o que permite essa aberração institucional. Não há conversa honesta sobre segurança jurídica sem tocar na arbitrariedade procedimental. Não surpreende que ministros ignorem o assunto quando palestram em bancos e empresas. Palestra judicial para atores privados desse tipo, a propósito, é outra aberração ética e jurídica.

Criticar decisão disparatada e apelar por outra decisão que a corrija é o luxo intelectual dos juristas. Mas ofusca falhas das engrenagens. O tribunal não padece só da indigência do ministro A ou B nem da infeliz decisão C ou D. O edifício está corrompido. Tudo depende do acaso, da pressão externa e do capricho individual.

Kassio sujou as mãos do STF na cadeia causal do morticínio. Mas as mãos do STF não estavam limpas. A chicana é hábito compartilhado.

CASOS ELEMENTARES – Barroso continua a não decidir sobre o dever de Rodrigo Pacheco abrir a CPI da pandemia; Rosa continua em silêncio sobre decreto de armas, enquanto o país compra fuzis e munições; Gilmar acha que política de intimidação por meio da Lei de Segurança Nacional merece exame “nem tão devagar, nem tão depressa”.

São casos juridicamente elementares. Até a acusação vulgar de “ativismo” seria forçada. Mas são casos politicamente incômodos. Não é para isso que deve servir tribunal constitucional?

Na segunda-feira (5), Gilmar soltou liminar na direção oposta e entrou na pauta de plenário desta quarta-feira (7). Gilmar, curiosamente, tinha em mãos outro caso sobre o tema dos cultos. Devia estar com Kassio, pelo mecanismo da prevenção. O serviço do tribunal errou, e Gilmar fez que não viu. A Páscoa passou, o vírus já circulou, e Kassio deve “perder” (apesar de já ter ganho).

ESTANCAR A CRISE – Mas podemos respirar aliviados. Segundo notícia, Bolsonaro mandou Braga Netto procurar o STF para “estancar a crise militar” e formar uma “coalizão anti-impeachment”.

Fux e Toffoli o receberão com chá de ervas e bolinho de laranja. Toffoli chama isso de “diálogo institucional”. Fux amou o eufemismo.

Se tudo sair como planejado, poderemos em breve ver Bolsonaro pacificar o “meu tribunal” e juntá-lo ao “meu Exército”, “minha polícia”, “minha PGR” e “minha AGU”.

MPF no Paraná denuncia Duque e mais oito por propinas de R$ 152 milhões em contratos de refinarias da Petrobras

Publicado em 7 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

MPE é uma das empresas que participavam do ‘clube de empreiteiras’

Deu no Estadão

O Ministério Público Federal no Paraná denunciou o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, o sócio e ex-diretores do Grupo MPE Montagens e Projetos Especiais S/A por supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro cometidos no âmbito de contratos firmados para o desenvolvimento de obras e serviços nas refinarias Henrique Lage – Revap II (São José dos Campos/SP), de Paulínia – Replan (São Paulo/SP) e Presidente Getúlio Vargas – Repar (Araucária/PR). Trata-se da segunda denúncia oferecida pela Lava Jato do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.

A Procuradoria quer que R$ 152.857.440,57 sejam revertidos à Petrobras. O valor é correspondente às propinas que teriam sido prometidas por três consórcios integrados pelo Grupo MPE. Além disso, o MPF pede a devolução de R$ 67.943.082,91 relacionados ao supostos crimes de lavagem de dinheiro denunciados. As informações foram divulgadas pela Procuradoria da República no Paraná.

“CLUBE DE EMPREITEIRAS” –  Lava Jato aponta que MPE é uma das empresas que participavam do ‘clube de empreiteiras’, que mantinham com Renato Duque, Pedro Barusco e Paulo Roberto Costa e outros executivos da Petrobrás, compromissos de pagamentos de propinas que variavam entre 1% e 3% do valor dos contratos celebrados com a estatal.

“Durante o período de seu funcionamento, o cartel apresentava um modus operandi bem definido. Nas reuniões entre os empreiteiros, considerando os planos de investimento divulgados pela Petrobras, as sociedades integrantes do “Clube” indicavam as obras de sua preferência, loteando entre os cartelizados, individualmente ou em consórcio, as obras da estatal”, frisou a Procuradoria.

Os supostos atos de lavagem de dinheiro denunciados foram praticados, segundo a Procuradoria, mediante a celebração, pelos consórcios de empreiteiras integrados pela MPE, de contratos ideologicamente falsos com seis empresas controladas por operadores financeiros: Treviso Empreendimentos Ltda; Pieruccini & Martins Advogados; Riomarine Oil & Gás Engenharia e Empreendimentos; GFD Investimentos Ltda; Credencial Construtora Empreendimentos e Representações Ltda.; e CIB Consultoria e Serviços Ambientais Ltda.

PROPINAS – “A celebração de tais contratos, cujos objetos não foram prestados, ensejaram transferências de mais de R$ 67 milhões e permitiram o pagamento sistemático de propinas para os funcionários da Petrobras corrompidos. Muitos desses contratos foram firmados pessoalmente pelos então executivos da empresa MPE, ora denunciados”, explicou a Procuradoria em nota.

Parte dos crimes objeto da denúncia, especificamente relacionados aos contratos das refinarias Replan e Repar, já foram objeto da ação penal em relação as demais empresas que estavam consorciadas com a MPE, indicou o MPF.

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LISTA DE DENUNCIADOS E SEUS CRIMES
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Carlos Maurício Lima de Paula Barros – corrupção ativa (2 vezes) e lavagem de dinheiro (13 vezes)

Eduardo Aparecido de Meira – lavagem de dinheiro (4 vezes)
Flavio Henrique de Oliveira Macedo – lavagem de dinheiro (4 vezes)

Igor Belan – lavagem de dinheiro (2 vezes)

Jésus de Oliveira Ferreira Filho – corrupção ativa (duas vezes) e lavagem de dinheiro (50 vezes)

Moacir Figueiredo Gitirana – lavagem de dinheiro (1 vez)

Renato Duque – corrupção passiva (1 vez)

Renato Ribeiro Abreu – corrupção ativa (1 vez) e lavagem de dinheiro (4 vezes)

Ricardo Teixeira Fontes – corrupção ativa (1 vez) e lavagem de dinheiro (18 vezes)

Bolsonaro conversa com Putin e diz que vacina russa Sputnik V poderá ser fabricada no Brasil

Publicado em 7 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Bolsonaro conversou com o líder russo sobre a importação do imunizante

Deu no O Tempo

O presidente Jair Bolsonaro conversou nesta terça-feira (6), por telefone, com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Entre os assuntos tratados, está a aquisição de doses da vacina russa Sputnik V, produzida pelo Instituto Gamaleya. Presenciaram a conversa os ministros Carlos Alberto França (Relações Exteriores), Marcelo Queiroga (Saúde), Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral) e o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres.  

“Acabei de receber um telefonema do presidente Putin. Um dos assuntos mais importantes que nós tratamos aqui é a possibilidade de nós virmos a receber a vacina Sputnik, daquele país. Logicamente dependemos ainda de resolver alguns entraves aqui no Brasil, e estamos ultimando contatos com as demais autoridades, entre eles a Anvisa, [sobre] como nós podemos efetivamente importar essa vacina”, disse o presidente em vídeo publicado nas suas redes sociais.

FABRICAÇÃO – O presidente também destacou que, caso tenha aprovação para uso no Brasil, a vacina russa pode vir a ser fabricada no país, sob responsabilidade da farmacêutica União Química. Em fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou a dispensa de licitação para aquisição de 10 milhões de doses do imunizante russo, ao custo de R$ 639,6 milhões.

Na conversa, os dois presidentes também acertaram o envio de uma equipe da Anvisa à Rússia, para inspecionar as instalações de produção da Sputnik V e de seus insumos. Ainda esta semana, diretores da Anvisa também devem receber o embaixador da Rússia no Brasil, Alexey Labetskiy, para discutir formas de acelerar a importação do imunizante.


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