domingo, março 07, 2021

Vexame internacional! Em Israel, o chanceler brasileiro é repreendido por não usar máscara


Ernesto Araujo sorri, sem graça, antes de colocar a máscara

Deu no G1 — Brasília

Em visita oficial a Israel para conhecer testes preliminares de uma droga contra a Covid-19, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, foi repreendido por não usar máscara durante uma cerimônia oficial com o chanceler israelense Gabi Ashkenazi.

Ao fim da entrevista, o mestre de cerimônias chama as duas autoridades para bater a foto oficial. Ernesto vai ao encontro do ministro israelense, este já de máscara, momento em que é repreendido pelo apresentador: “Nós precisamos que coloque a máscara”.

MÁSCARA, SÓ NO EXTERIOR – As imagens já divulgadas da missão oficial a Israel também mostram posturas diferentes do restante da delegação brasileira quanto ao uso de máscaras.

Na manhã de sábado, Ernesto Araújo compartilhou uma foto do embarque do grupo na Base Aérea de Brasília. Nenhum dos representantes usava máscara, embora o item de segurança seja obrigatório em áreas públicas e de aglomeração no Distrito Federal.

O presidente Jair Bolsonaro não viajou para Israel, mas também esteve – sem máscara – no local do embarque. Horas depois, o perfil oficial do Ministério das Relações Exteriores publicou foto do desembarque da delegação em solo israelense, onde o uso de máscaras também é obrigatório.

Comitiva oficial do governo Jair Bolsonaro, sem máscara, em embarque para Israel — Foto: Twitter/Reprodução

No aeroporto, na foto com Bolsonaro, ninguém usava máscara

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – No exterior, a delegação brasileira optou por respeitar a regra. Todos os integrantes que aparecem na foto, feita após o desembarque, usavam máscaras de proteção. Mas o chanceler Ernesto Araújo pensou que estava no Brasil e deu o vexame de tirar a máscara em plena cerimônia oficial. Por isso foi repreendido pelo locutor e deu mais um passo para se tornar um pária diplomático(C.N.)

A mesma atmosfera sinistra de 1964 desce em forma de nuvem sobre o Planalto em 2021


TRIBUNA DA INTERNET | Decisão histórica do STF permite prisão de Lula e  afasta risco de golpe militar

Charge di Duke (O Tempo)

Pedro do Coutto

Há exatos 57 anos, uma atmosfera tão densa quanto extremamente perigosa para as instituições democráticas tomou conta do país e teve seu desfecho dramático a 31 de março. O Correio da Manhã publicou seguidos editoriais na primeira página desestabilizando ainda mais o governo João Goulart. O presidente foi deposto e uma ditadura militar instalou-se no país para prolongar-se por 21 anos.

O governo atual demonstra que não consegue sequer apresentar um projeto de desenvolvimento para a Nação. Sem projeto. a constelação dos interesses de sempre predomina e a esperança para a população se evapora.

ERROS EM SÉRIE – Agora, em 2021, surge uma nuvem e o clima se repete, marcado pela incerteza, os erros em série do presidente Bolsonaro acumulam-se e comprimem a realidade brasileira.

São fatos em todos os sentidos culminando com sua fala de quinta-feira, quando absurdamente chamou de frescura os prantos dos brasileiros em consequência das centenas de milhares de mortes pelo coronavirus.

Penso que o chefe do executivo atingiu o ponto máximo, inconcebível para um presidente da República assumir tal posição e dirigir-se à nação da forma como se expressou.

NAU SEM RUMO – O governo transformou-se em uma autêntica nau sem rumo, deslocando-se para o redemoinho que coloca em risco a Democracia brasileira.

No meio da tormenta e do desatino, alguém aproveitou-se da crise na Petrobrás para em meia hora adquirir 4 milhões de certificados de ações preferenciais, numa jogada de alguém especializado a lucrar 18 milhões de reais. Mas esta é outra questão.

Reportagem de Mariana Durão, no O Estado de S. Paulo de sábado, revela detalhes da operação escandalosa. A CVM abriu investigação para descobrir o autor ou autores da informação privilegiada. Não será difícil. Todas as ações atualmente são nominativas sejam elas preferenciais ou ordinárias.

Atestados rubricados pelo negacionismo governamental

Publicado em 7 de março de 2021 por Tribuna da Internet

Bolsonaro nunca assumiu, na prática, o seu papel de governante

Marcelo Copelli
Estadão

Em meio à pandemia de Covid-19, após quase um ano, o Brasil ainda se assemelha a um barco à deriva, sem a menor perspectiva de seu tão esperado resgate. Autoridades discutem até que ponto medidas restritivas podem ou devem ser tomadas, trazendo no bojo dos debates a prioridade entre a sobrevivência do indivíduo ou da economia, sem obrigatoriamente apresentarem alternativas minimamente conciliatórias.

Ao longo dos últimos meses, nos quais inúmeras fragilidades foram expostas, norteadas pela agonia e pelo desespero, o País sofreu com o desgoverno federal e ainda testemunha o exercício diário de uma necropolítica efetivada a cada declaração presidencial, que em momentos de inúmeras demandas, envereda pela desconstrução de valores, pela contramão fatal rumo ao caos e pela perseverante ideologia calcada em suposições que ameaçam o futuro.

CONFRONTO – Enquanto verdadeiros líderes buscam promover a coesão entre os seus, buscando respostas e lutando pela manutenção da vida, estarrecida, a sociedade brasileira curvada ainda assiste atônita os clamores já quase roucos da Ciência diante das indispostas recomendações e dos maus exemplos do presidente da República, incitando aglomerações sob a mira perversa e debochada de sua roleta russa e da rasa justificativa de que as máquinas não podem parar.

No leme da nação, o comandante eleito ratifica que nunca assumiu, de fato, o seu papel, conduzindo e buscando unir diferenças rumo à instauração de um horizonte seguro. Pelo contrário, demonstra que é capaz de rir diante do possível naufrágio da embarcação.

NEGACIONISMO – O mandatário apostou no negacionismo, na falida e gasta receita sem eficácia e na agenda da desinformação para ludibriar os que ainda sobrevivem. E suas moedas de jogo foram vidas. De forma insensível, permanece ignorando o sofrimento de famílias e minimiza milhares de óbitos, cujos atestados certamente estampam a sua rubrica, o seu sarcasmo e as lágrimas das vítimas.

“Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo”. Mas, contrariando o governador da província romana da Judeia, no Brasil nem lavar as mãos o atual e ainda gestor assim faria, pois isso seria corroborar com as medidas de proteção recomendadas em tempos de pandemia. Perde-se a vida, mas não a razão, segundo a sua torta concepção.

Resta saber como chegou-se à beira deste precipício e quantos ainda terão que pular. Triste a constatação de que, para muitos, nem mesmo a pandemia foi capaz de ressignificar valores.

Ministério Público e Congresso precisam cumprir o dever de afastar Bolsonaro e salvar o País


Para 35% dos brasileiros, Bolsonaro é responsável pelas mortes do  coronavírus | O Cafezinho

Charge do Pelicano (Arquivo Google)

Miguel Reale Júnior
Estadão

Em que momento a considerável parcela da população que ainda acorre às aglomerações ilícitas provocadas pelo presidente vai se dar conta de estar, em crença fanática, a louvar um perverso para quem o medo da morte por asfixia é “mimimi”? Até quando o Brasil será conduzido pelo quarto cavaleiro do apocalipse?

Bolsonaro não é presidente para administrar o País, mas tão só para se reeleger em 2022, seu único interesse, mesmo que venha a ser apenas presidente do cemitério. Jamais assumiu a liderança do enfrentamento da covid-19, preocupado só em atribuir a crise econômica e a perda de empregos a governadores e prefeitos, para se livrar dessa responsabilidade e angariar votos.

INDIFERENÇA SINISTRA – Bolsonaro, absolutamente indiferente ao crescente número de mortos, muitos sem oxigênio ou nos corredores por falta de leitos em UTIs, passeia pelo País sem máscara, promovendo aglomerações, nunca se compungindo diante da dor ou visitando algum hospital. Somente mandou sequazes invadir hospitais para flagrar ser mentira sua superlotação!

Continuamente conspirou contra a importância da vacina, cuja pressa em obtê-la ridicularizou, proclamando mentirosamente haver efeitos colaterais nocivos, desorientando a população.

Os obstáculos ao combate ao vírus não se limitaram aos maus exemplos. Deixou de adquirir, em julho, vacinas Coronavac e da Pfizer, impôs vetos de verbas e ignorou a cooperação com Estados e municípios na precaução e reação contra a doença, como ressalta estudo realizado pela Universidade de São Paulo, por meio do Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (Cepedisa) da Faculdade de Saúde Pública, em conjunto com a Conectas Direitos Humanos (Direitos na Pandemia – Mapeamento e Análise das Normas Jurídicas de Resposta à Covid-19 no Brasil). https://www.conectas.org/publicacoes/download/boletim-direitos-na-pandemia-no-3).

IMUNIDADE DO REBANHO – Esse estudo revelou a existência de uma “estratégia institucional de propagação do vírus”, entendendo ser “razoável afirmar que muitas pessoas teriam hoje” a mãe, o pai, irmãos e filhos vivos “caso não houvesse esse projeto institucional”.

Conclui-se, então, não haver tão só incompetência e negligência, mas “empenho em prol da ampla disseminação do vírus no território nacional, declaradamente com o objetivo de retomar a atividade econômica o mais rápido possível e a qualquer custo”.

A comprovar tal conclusão, verifica-se que, de R$ 24 bilhões disponíveis no Orçamento para compra de vacinas, apenas R$ 2 bilhões foram gastos em 2020 (Folha de S.Paulo, 1.º/3, pág. A13). Tão grave quanto isso foi o corte de financiamento de leitos de UTI nos Estados para atendimento a pacientes com covid-19, que o STF acaba de mandar seja realizado (Estado, 1.º/3, A12).

TRAGÉDIA IMPLANTADA – Ao pôr a ambição política acima da proteção da saúde de seu povo, Bolsonaro revela egocentrismo incompatível com a permanência como primeiro mandatário, pois brasileiros foram lançados, por sua insensibilidade, na tragédia que a OMS reconhece estar instalada entre nós.

Quatro ex-ministros da Saúde clamam por um governo de salvação nacional ou pela criação de um gabinete de crise que dirija e coordene o enfrentamento da pandemia, sob o risco de afundarmos definitivamente na desgraça. Como fazer?

Há meio breve, justo e correto, já aventado antes por vários juristas. Ao Ministério Público, que tem por missão a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos sociais, entre eles o da saúde, cumpre promover, em face desses fatos, ação penal por crimes contra a saúde pública e contra a paz pública, o primeiro previsto no artigo 268 do Código Penal: “Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”.

INCITAR AO CRIME – Ademais, ao estimular a população a se aglomerar, não usar máscara e não se vacinar, o presidente incita-a a praticar o crime acima mencionado, configurando-se, então, o delito do artigo 286 do Código Penal: “Incitar, publicamente, a prática de crime”. Ou seja, compele a se infringir determinação do poder público destinada a impedir a propagação de doença contagiosa.

Há, evidentemente, dois desafios: 1) fazer o procurador Aras sair de seu imobilismo, sendo essencial a pressão da sociedade e de colegas procuradores; e 2) a Câmara dos Deputados, ciente da gravidade do momento, aceitar a denúncia, afastando o presidente, para o vice, em governo de união nacional, atuar em prol da salvação de nossa gente.

IMPEACHMENT DO MINISTRO  – Outra forma seria a assunção da condução da área da Saúde pelo Congresso Nacional, via CPI ou promovendo o impeachment do ministro (artigo 14 da Lei n.º 1.079/50), cabendo ao novo titular da pasta atuar em conjugação com secretários de Saúde dos Estados.

A sociedade civil organizada, hoje silente, deve se manifestar por via de suas inúmeras entidades, exigindo que Ministério Público (competente, sim, para processar o presidente, como o fez contra Temer), Câmara dos Deputados e Senado cumpram o dever de salvar o País. Mexa-se, Brasil!


Nova pesquisa de preços dos combustíveis é disponibilizada em Aracaju

 05/03/2021 as 13:42

ECONOMIA

Para a gasolina aditivada o maior valor registrado foi de R$5,99, enquanto o menor preço foi de R$5,36.

O Procon Aracaju divulgou, nesta sexta-feira, 5, mais uma pesquisa comparativa dos preços dos combustíveis, na capital. A coleta dos dados foi realizada na quinta-feira, 4, em 43 estabelecimentos, em variadas regiões. Na tabela disponibilizada, estão especificados os valores aplicados para o diesel S-10, etanol, gasolina aditivada, gasolina comum e pelo gás natural veicular - o GNV, com destaque para os maiores e menores valores constatados, na ocasião, considerando o pagamento à vista e no crédito.

Esse é o segundo levantamento realizada pelo Procon, neste ano, para a verificação dos preços dos produtos desse segmento. É possível observar, com os dados atualizados, que para a gasolina aditivada o maior valor registrado foi de R$5,99, enquanto o menor preço foi de R$5,36.

Os valores se repetem para a gasolina comum, que apresentou a mesma variação de preço. Na pesquisa desenvolvida em janeiro, a aditivada estava com maior preço de R$4,99 e a comum por R$4,89.

O coordenador do órgão municipal de proteção ao consumidor, Igor Lopes, destaca que esse trabalho visa auxiliar a população e monitorar o mercado. "É preciso destacar que o Procon não pode fixar preço mínimo ou máximo para nenhum tipo de produto. A atuação ocorre com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC), com o objetivo de coibir as abusividades", informou.

As variações e os preços constatados referem-se ao dia em que foi realizado o levantamento. Portanto, os dados coletados estão sujeitos à alteração, conforme a data da compra, inclusive, por ocasião de descontos especiais, ofertas e promoções. É preciso considerar, inclusive, que os postos de uma mesma rede podem praticar preços diferenciados.

Para esclarecer dúvidas ou realizar denúncias, o consumidor pode entrar em contato com o órgão por meio do SAC 151 ou do telefone 3179-6040, que funcionam em dias úteis, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Também é possível encaminhar a demanda através do e-mail procon@aracaju.se.gov.br.

Fonte: Procon Aracaju
Foto: Ascom/Semtec

https://www.jornaldacidade.net/


Em visita oficial a Israel, Ernesto Araújo é repreendido por não usar máscara

 








Por G1 — Brasília

 

Em visita oficial a Israel para conhecer testes preliminares de uma droga contra a Covid, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, foi repreendido por não usar máscara durante uma cerimônia oficial com o chanceler israelense Gabi Ashkenazi..

Ao fim da entrevista, o mestre de cerimônias chama as duas autoridades para bater a foto oficial. Ernesto vai ao encontro do ministro israelense, este já de máscara, momento em que é repreendido pelo apresentador: "Nós precisamos que coloque a máscara".

Máscara, só no exterior

As imagens já divulgadas da missão oficial a Israel também mostram posturas diferentes do restante da delegação brasileira quanto ao uso de máscaras.

Na manhã de sábado, Ernesto Araújo compartilhou uma foto do embarque do grupo na Base Aérea de Brasília. Nenhum dos representantes usava máscara, embora o item de segurança seja obrigatório em áreas públicas e de aglomeração no Distrito Federal.

O presidente Jair Bolsonaro não viajou para Israel, mas também esteve – sem máscara – no local do embarque. Veja a foto:

Comitiva oficial do governo Jair Bolsonaro, sem máscara, em embarque para Israel — Foto: Twitter/Reprodução

Comitiva oficial do governo Jair Bolsonaro, sem máscara, em embarque para Israel — Foto: Twitter/Reprodução


Horas depois, o perfil oficial do Ministério das Relações Exteriores publicou foto do desembarque da delegação em solo israelense, onde o uso de máscaras também é obrigatório.

No exterior, o grupo optou por respeitar a regra. Todos os integrantes que aparecem na foto usam máscaras de proteção.

Comitiva brasileira desembarca em Israel durante viagem oficial — Foto: Ministério das Relações Exteriores/Reprodução

Comitiva brasileira desembarca em Israel durante viagem oficial — Foto: Ministério das Relações Exteriores/Reprodução.

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