quinta-feira, novembro 12, 2020

Em meio a apagão, Barroso atende pedido de TRE e adia eleição municipal em Macapá


TRE-AP alegou risco à segurança dos eleitores por conta de protestos

Leandro Prazeres
O Globo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, determinou o adiamento eleições municipais em Macapá, capital do Amapá. A decisão foi comunicada na madrugada desta quinta-feira, dia 12. As eleições em todo o Brasil estão programadas para o domingo. O adiamento atendeu a um pedido feito nesta quarta-feira pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) que alegou risco à segurança dos eleitores da capital por conta de protestos previstos para domingo. Desde a semana passada, o Estado sofre com um apagão. A nova data para as eleições em Macapá ainda não foi definida.

Em sua decisão, Barroso diz que além das informações repassadas pelo TRE-AP, o TSE entrou em contato com a direção-geral da Polícia Federal, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e com o Exército em Macapá. Segundo Barroso, houve consenso sobre os riscos de realizar as eleições neste domingo.

CONSENSO – “Os contatos realizados permitiram verificar a existência de consenso acerca dos riscos da realização das eleições neste domingo, em razão da instabilidade do fornecimento da energia, do aumento expressivo da criminalidade e de sinais de convulsão social”, diz um trecho da decisão do ministro. Barroso descreveu o apagão como “um infortúnio de dimensões catastróficas”.

Barroso citou também que o efeitivo da Polícia Militar local não seria suficiente para garantir a segurança das eleições em meio às instabilidades no abastecimento de energia elétrica na capital.

“Se a perspectiva da realização das eleições no próximo domingo tem agravado a inquietação social, melhor estancar desde logo o foco do problema”, diz outro trecho da decisão do ministro.

MANIFESTAÇÕES – De acordo com ofício encaminhado pelo TRE-AP ao TSE, o adiamento das eleições duraria até o reestabelecimento regular de energia elétrica na capital. O documento menciona que várias manifestações estariam programadas para o dia das eleições o que, segundo o TRE-AP, colocaria os eleitores em risco.

“Convém destacar que no próximo domingo, dia 15.11.2020, várias manifestações estão sendo convocadas para demonstração de desagrado em frente aos locais de votação, o que colocaria em risco os eleitores da Capital”, diz um trecho do ofício enviado ao TSE.

O documento menciona ainda que, desde o início do apagão, ações de vandalismo supostamente organizadas por membros de facções criminosas vêm sendo realizadas em Macapá e Santana, segunda maior cidade do Estado.

GARANTIA – Mesmo mencionando atos de vandalismo em Macapá e Santana, o TRE-AP pediu o adiamento das eleições apenas na capital do Estado alegando que nas outras cidades o aparato disponível seria suficiente para garantir a segurança do pleito.

O apagão no Amapá começou na terça-feira da semana passada depois que um incêndio atingiu transformadores do sistema que abastece o Estado. No início do apagão, aproximadamente 90% da população do Amapá ficou sem energia. O governo federal disse nos últimos dias que 80% do abastecimento de energia elétrica no Estado Já foi reestabelecido.

ALCOLUMBRE – Nesta quarta-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o presidente do TSE conversaram sobre o adiamento das eleições na capital do Amapá. O senador é irmão do empresário Josiel Alcolumbre (DEM), que lidera as pesquisas de intenção de voto para a disputa à Prefeitura de Macapá. Pesquisa do Ibope divulgada nesta quarta-feira, no entanto, mostra que os índices de Josiel caíram após o apagão.

Em meio ao adiamento das eleições, a disputa à Prefeitura de Macapá segue indefinida. Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope nesta quarta-feira, Josiel Alcolumbre caiu nove pontos percentuais em relação à pesquisa anterior divulgada antes do apagão. Ele tem 26% das intenções de voto. Atrás dele estão Patrícia Ferraz (18%), do Podemos, e o médico Dr. Fulan (17%), do Cidadania. O ex-senador João Capiberibe, do PSB, está com 11%.

No debate de hoje (12.11) de forma grotesca o candidato a reeleição usou o termo mentira não apresentou seu plano de governo nem deixou a candidata apresentar.


O que era para apresentar propostas e tirar algumas dúvidas dos eleitores de Jeremoabo aconteceu o contrário, deixou o eleitor mais confuso principalmente o menos esclarecido.

O atual prefeito e candidato a reeleição partiu para o ataque de forma desrespeitosa contra a candidata Anabel; de inicio chamou a mesma de mentirosa, quanto o mesmo foi quem faltou com a verdade, dizendo que a aludida estava sendo processada e teria que devolver mais de três milhões pelo rombo do hospital municipal de Jeremoabo.

Há mais de mês publiquei uma matéria informando ao leitor que o TCU por unanimidade havia isentado a prefeita Anabel a respeito de qualquer responsabilidade por supostas ilicitudes naquele nosocômio, portanto as acusações do candidato Deri do Paloma não procede.

Outra inverdade do prefeito e agressão contra o povo de Jeremoabo; dizer que implantou a "república" de Paulo Afonso em Jeremoabo, porque os habitantes de Jeremoabo eram incompetentes; talvez até sejam incompetentes para praticar improbidades.

Achando pouco as agressões contra a candidata, chamou Jeremoabo de " mangue".

SIGNIFICADO DE MANGUE:

substantivo masculino
  1. 1.
    ANGIOSPERMAS
    design. comum a diversas árvores, esp. da fam. das rizoforáceas, nativas de regiões costeiras tropicais das Américas, da África e Ásia, em áreas alcançadas pelas marés e onde há uma lama negra como substrato em que se apoiam, por meio de raízes-escoras, munidas de excrescências verticais e aéreas que servem à respiração, como, p.ex., o mangue-vermelho, que ocorre no Brasil.
  2. 2.
    FITOGEOGRAFIA
    floresta ou associação vegetal halófila em que predomina esse tipo de árvore e que se pode formar junto a praias, à foz de rios, ou na margem lamacenta de portos, rios, lagoas etc.; mangal, manguezal.

O outro significado de MANGUE é:

Prostíbulo, privê, bordel, casa de prostituição, puteiro etc.

Outra aberração:

O prefeito falou que não sabia da falta de pagamento da energia, que era com os secretários, essa nem comentário farei, porque não existem palavras para tamanha falta de preparo.

Mesmo a candidata Anabel, sendo desrespeitada, agredida, caluniada,  não perdeu a esportiva, demonstrou que é competente, sabe administrar, sabe respeitar o povo, sabe valorizar a educação e o funcionalismo, que prestou serviços para o engrandecimento de Jeremoabo tanto como gestora, quanto quando foi convocado pelo governador, embora os invejosos que não foram capazes de exercer tal cargo, ficam atirando pedras.

Encerro dizendo:

A violência é: A arma dos fracos Dos covardes e ignorantes..

ELEIÇÕES 2020 - Debate entre candidato a Prefeitura de Jeremoabo - 12-11...

É assim que essa administração quer o desenvolvimento de Jeremoabo dando calote no comércio?

PREFEITURA DE JEREMOABO FECHADA PARA OS FUNCIONÁRIOS ASSISTIREM DEBATE, ISSO CHAMA-SE DESONESTIDADE COM O DINHEIRO DO POVO

É buraco lixo e esgoto nas ruas, para todo lado.


 Este buraco já fez aniversário de 18º dias, ainda permite que o pessoal da obra ao lado deposite sobras de concreto. Rua Landulfo Alves; antes do poste a direita é o Sindicato dos Servidores Públicos

Quem está acostumado a cometer fraudes, sempre deseja arrastar os outros para o mesmo caminho

 


                                                Foto Divulgação das redes sociais/zap

Hoje logo cedo quando abro meu celular a primeira coisa que leio é essa aberração, coisa de vencidos, de quem não tem argumento, de ultrapassados.

Porém vamos aos fatos:

Qual a prova concreta que existe comprovando que irá haver fraude na entrevista de hoje?

Encontraram algum script que comprove haver fraude?

Ou será jogada suja de quem não dispõe de argumento nem tem o que apresentar para o povo?

Simplesmente isso não passa de mais uma tentativa de agredir, de calar a imprensa.

Esses aloprados deveriam respeitar os cidadãos que trabalham para deixar o povo informado, e não usar de acusações levianas ,



quarta-feira, novembro 11, 2020

Santos Cruz critica comemoração de Bolsonaro em suspensão de teste de vacina: “Vergonha! Sem classificação!”


General rebateu Bolsonaro por politizar os testes da coronavac

Filipe Vidon
O Globo

O ex-ministro da Secretaria de Governo (Segov) da presidência da República, o general Santos Cruz criticou no Twitter, nesta quarta-feira, o posicionamento em tom de comemoração de Jair Bolsonaro sobre a suspensão  dos testes da vacina CoronaVac ao dizer “mais uma que Jair Bolsonaro ganha”. Na mensagem publicada pelo general na rede social, ele considerou a fala do presidente como “Vergonha! Sem classificação!”.

Nesta quarta-feira a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a retomada dos testes da vacina CoronaVac, produzida pela empresa chinesa SinoVac Biotech, em parceria com o Instituto Butantan, no Brasil. Segundo a Anvisa, a decisão foi tomada “após avaliar os novos dados apresentados”.

DECLARAÇÃO – “Ganhou de quem? Vacina, qualquer que seja, é saúde pública. É para a população. Não é assunto particular. O trato tem ser técnico e dentro da lei. Fora disso é irresponsabilidade, falta de noção mínima das obrigações, desrespeito pela saúde dos cidadãos. Vergonha! Sem classificação!”, declarou Santos Cruz.  

Esta não é a primeira crítica do general ao governo Bolsonaro após a sua saída, em junho de 2019. Ao ser demitido, Santos Cruz, que era alvo de ataques de Olavo de Carvalho e de Carlos, filho do presidente, afirmou que a divulgação de uma suposta conversa em que critica Bolsonaro foi uma ação “medíocre” e decorrente de um “comportamento de gangue”, que serviu como pretexto para demiti-lo.

OFENSIVA – A atitude de Bolsonaro nas redes sociais foi mais uma ofensiva ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que aposta alto na vacina chinesa. A fala do presidente com a suposta “vitória” sobre Doria fez menção à morte do voluntário que motivou a Anvisa a interromper os ensaios clínicos. Horas depois foi confirmado que a causa da morte era suicídio ou overdose, sem nenhuma relação com a CoronaVac.

“Morte, invalidez, anomalia. Esta é a vacina que o Doria queria obrigar a todos os paulistanos tomá-la. O presidente disse que a vacina jamais poderia ser obrigatória. Mais uma que Jair Bolsonaro ganha”, escreveu o presidente em uma rede social.

General Villas Bôas vira ‘muro das lamentações’ de oficiais-generais contra a atuação de Bolsonaro


ForçaComandante | Montedo.com.br

Villas Bôas se comunica através de um computador

Vicente Nunes
Correio Braziliense

Os militares que deram suporte à eleição do presidente Jair Bolsonaro — vários deles já foram expelidos do Palácio do Planalto — elegeram o general Villas Bôas como muro das lamentações contra o chefe do Executivo.

 Referência para a caserna, Villas Bôas é visto como um dos poucos que ainda conseguem colocar um freio em Bolsonaro, que está cada vez mais tresloucado diante da possibilidade real de o Ministério Público pegar o filho 01, o senador Flávio Bolsonaro, por causa das rachadinhas, e de se construírem candidaturas que possam lhe apear do poder.

FIM DA CREDIBILIDADE – Para os queixosos, o presidente da República está metendo os pés pelas mãos ao destruir o pouco da credibilidade que resta ao governo, transformar os militares em motivo de chacota, deixar a economia flertar com uma perigosa volta da inflação e atentar contra a saúde pública ao desqualificar a vacinação contra a covid-19.

Por enquanto, a determinação é de que apenas os militares que deixaram o governo, mas têm trânsito livre com Villas Bôas, critiquem o presidente da República. São os casos dos generais Santos Cruz e Rêgo Barros. Mas o coro vai engrossar caso Bolsonaro mantenha o comportamento descontrolado.

MOURÃO ESCANTEADO – Dentro dessa nova estratégia dos chefes militares, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, foi aconselhado a não partir para o confronto público com Bolsonaro.

Mas quem conhece o vice sabe o quanto isso está custando para ele. O general e o presidente mal se falam há mais de uma semana.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
Vicente Nunes, editor-executivo do Correio Braziliense, é um dos jornalistas mais respeitados de Brasília, tendo trabalhado também no Jornal do Comércio, O Globo, Jornal do Brasil, Estado de S. Paulo e Gazeta Mercantil. Tem três prêmios Esso de Jornalismo. Esse artigo seu, postado hoje às 13h07m, explodiu como um bomba em Brasília, por mostrar que Bolsonaro praticamente já não tem apoio nas Forças Armadas, conforme a Tribuna da Internet tem revelado, com absoluta exclusividade. A confirmação das informações da TI por um jornalista de primeiro time, como Vicente Nunes, mostra que estamos no caminho certo. Detalhe: o general já não consegue falar, mas se comunica com os generais por e-mails, escritos graças a um aplicativo que obedece movimentos dos olhos. (C.N.)

Dizem que o nome dessa minúscula praça é: "parece que é mais não é, já outros dizem que é: " me engane que eu gosto".

 

Se for para crianças a coisa fica difícil, pela manhã estão estudando, à tarde o sol é escaldante, à noite estão dormindo, além do mais tem que disputar a vaga, já que a lotação é limitada.

Só pode ter sido falta de planejamento ou  falta de noção das coisas.

Mas infelizmente obra eleitoreira tem prazo de validade.

Nota da redação deste blog - Soube agora que trata-se de uma base para armar um Presépio  de Natal.

A culpa pelo corte de energia não é do servidor da COELBA mas do prefeito que não cumpre com sua obrigação.

 


Quem leu ontem a matéria intitulada " A COELBA cortou a energia da prefeitura porque está devendo, está inadimplente" deve ter visto que grifei de azul e vermelho explicando que unidades essenciais não poderiam ser atingidas.

"A  Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais os desembargadores consideraram que, diante da essencialidade do serviço público, a suspensão no fornecimento de energia elétrica, por falta de pagamento de tarifa, é ilegal. Para eles, o corte de energia em prédio público pune não somente o Poder Público, mas também o cidadão

O relator do processo, desembargador Abreu Leite, acrescentou que a concessionária possui outros meios legais para assegurar os seus direitos. "O discutível inadimplemento não justifica a drástica medida da suspensão do fornecimento da energia", completou".(Publicado por Expresso da Notícia)

Não adianta os fanáticos aculturados alegar que é perseguição 

dos empregados da COELBA contra o prefeito  porque 

empregado não corta se determinação de ordem superior,

 cortou por irresponsabilidade do prefeito que há nove

 meses não paga energia conforme demonstrativo acima.

Também não adianta culpar gestores anteriores, porque

 o débito é do município, o novo prefeito eleito é quem 

tem obrigação de ressarcir, se for improcedente ou ilegal

 que acione na justiça o responsável.

Com isso não quer dizer que o prefeito está certo no presente

caso; está errado e tem que ser responsabilizado pelas

multas.



Em ritmo de inércia, o ano termina sem orçamento de 2021, reformas e projetos contra a crise


CHARGE-DO-DIA-Cayton-Congresso-Nacional | Pádua Campos

Charge do Clayton (O Povo/CE)

Luiz Calcagno e Jorge Vasconcellos
Correio Braziliense

A falta de entendimento entre o governo e o Congresso está levando o Brasil a terminar 2020 sem a aprovação das reformas e de outros projetos importantes para a recuperação econômica. Em um cenário marcado por crises entre os dois Poderes, obstruções na Câmara e eleições municipais, nem mesmo a votação do orçamento do próximo ano está garantida.

As reformas tributária e administrativa, fundamentais para o país sair da crise, dificilmente serão votadas até o recesso de fim de ano do Legislativo. Uma recente e breve trégua entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a alimentar expectativas em relação ao avanço dessa agenda. Porém, há poucos dias, o parlamentar e o ministro voltaram a trocar farpas publicamente.

BRIGA COM SALLES – Como se não bastasse, o clima também esquentou entre Maia e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, depois que o parlamentar foi chamado de “Nhônho” em uma postagem no Twitter oficial do ministro.

A situação se complica ainda mais com as sucessivas obstruções do Centrão — bloco parlamentar de apoio ao governo — às votações na Câmara. Há um mês que nenhuma matéria é apreciada no plenário da Casa.

O movimento do grupo, cujo líder é o deputado Arthur Lira (PP-AL), é feito em protesto contra o impasse em torno da presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Câmara. Mesmo com prejuízos para a tramitação de projetos importantes para o governo, o Planalto não tem se movido para buscar uma solução.

BLINDAGEM POLÍTICA – Para o cientista político André Pereira César, da Hold Assessoria Legislativa, esse cenário leva a crer que a aproximação do presidente Jair Bolsonaro com o Centrão, através da oferta de cargos ao bloco, visava mais a blindagem política do presidente no Congresso do que a aprovação de uma agenda de recuperação econômica para o país.

Em razão disso, observa o especialista, deixam de ser apreciadas, além das reformas, matérias importantes como a PEC emergencial, a lei do gás, a análise do veto presidencial à desoneração da folha de pagamento, entre outras.

“Se você pensar em retomada do desenvolvimento do Brasil, ela passa por tudo isso. É um cenário muito ruim, é desolador. O Brasil já sofria antes, mas a pandemia piorou tudo, e a classe política não está conseguindo um mínimo entendimento. E isso se mostra nessa dificuldade de se avançar em uma agenda consensual”, afirmou André Pereira César.

MAIS COMPLICAÇÃO – O analista conclui lembrando que a situação se complicará ainda mais em janeiro de 2021, véspera da eleição para a presidência da Câmara. “Será um clima de guerra entre Rodrigo Maia e o Centrão”.

Já o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), considera que as eleições municipais são o principal fator desfavorável ao avanço das pautas legislativas como um todo. Mas ele discorda que projetos importantes não estejam tramitando.

O parlamentar assegurou que os motores voltarão a se aquecer já na próxima semana, quando o Senado se reunirá virtualmente. Acrescentou que, embora ainda não exista acerto sobre a ordem do dia da próxima plenária, antecipou uma lista de pautas importantes que podem entrar no debate.

“A pauta econômica será retomada na próxima semana com Banco Central e lei de falências. Após as eleições, deveremos avançar com pelo menos oito importantes iniciativas no Senado. Entre elas, destaco a lei do gás, a concessão ferroviária, o marco legal do setor elétrico e o relatório do senador Marcio Bittar (sobre o Renda Cidadã)”, garantiu.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É claro que o líder do governo teria de fornecer uma visão amenizada da crise, mas acontece que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está dedicado 24 horas por dia a costurar um acordo inconstitucional que possa permitir sua reeleição ilegal para presidir o Senado por mais dois anos. O resto é folclore, como gosta de dizer nosso amigo Sebastião Nery. (C.N.)

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