quarta-feira, novembro 11, 2020

Rodrigo Maia avisa que obstrução feita pela base do governo “explodirá o Brasil em janeiro”


Maia à CNN: "relação entre o Legislativo e o Executivo federais é prejudicada por apoiadores radicais do presidente Bolsonaro" | O Cafezinho

Rodrigo Maia deu declarações pesadas em entrevista à CNN

Luiz Calcagno
Correio Braziliense

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirma que, se a base do governo não desobstruir a pauta o quanto antes, “o Brasil vai explodir em janeiro”. O parlamentar se referia à disputa pela presidência da Comissão Mista de Orçamento. A falta de quórum é provocada pelos governistas, que querem forçar o DEM, o PSDB e o MDB a desfazer o acordo pela presidência da Comissão. “Quem tem interesse nessa pauta é o governo”, disse.

“O plenário da Câmara está sendo convocado toda semana. Há obstrução da oposição, que quer a votação da Medida Provisória 1000/2020, e da base de governo, por um não cumprimento de acordo. O Brasil vai explodir em janeiro, se as matérias não foram votadas. O dólar vai a R$ 7. A taxa de juros de longo prazo vai subir para um país que vai ter 100% do PIB em dívida. Imagina, em vez de pagar os 4%, 5%, começar a pagar uma dívida de 15%, 20% ao ano?” avisou Maia.

CONTA DO CENTRÃO – Maia destacou que se o governo não se posicionar, os brasileiros vão pagar a conta pela movimentação do Centrão. “Quem precisa que a pauta caminhe, primeiro, é o Brasil. Segundo, o governo. O governo será popular ou populista? Se for uma construção econômica fora de teto de gastos, vai ser populista, como foi o governo anterior, que deu dois anos de recessão. A inflação está fora de controle. Pergunte ao brasileiro como está comprando arroz e feijão no mercado? Quando a gente tenta ser populista, quem paga a conta é o povo”, criticou.

O presidente da Câmara destacou que chamará uma nova sessão plenária para terça-feira da próxima semana. Maia falou à CNN, no início da noite de segunda-feira (9/11) e pediu que o governo organize o orçamento primário, ressaltando que a situação “é grave”.

“Temos orçamento de R$ 1,485 trilhão para o próximo ano. Desses, R$ 1,410 trilhão são despesas correntes que ninguém mexe. E discricionário são R$ 85 bilhões, que é para manutenção da máquina. Isso já passa o teto. Já deveríamos ter sinalizado para a sociedade a verdadeira agenda do governo para enfrentamento da crise que o Brasil terá que enfrentar”, calculou.

SEM CREDIBILIDADE – O presidente da Câmara afirmou que os investimentos só virão se o governo mostrar credibilidade nas contas públicas e cuidado com o meio ambiente. “A pauta não está parada por causa da CMO. Já podíamos ter votado o novo programa do governo, de habitação. A MP de habitação está pronta para votar. Mas, a base está obstruindo”, acusou.

“A Câmara tem pautado. Na próxima semana, vou colocar um tema importante que é uma emenda constitucional, para gente já ir olhando o que representou essa eleição nas câmaras de vereadores, e as anteriores, nas assembleias e câmaras, com representação pequena das mulheres. A PEC garante cota de vagas nas câmaras de vereadores, assembleias, e na Câmara dos Deputados. Temos quase 2 mil municípios sem uma mulher representando a câmara municipal. Agora, se a base do governo obstrui, o Brasil vai pagar a conta”, alertou.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Maia tem razão em fazer essa advertência. É o papel dele como presidente da Câmara advertir que a economia pode explodir. Mas quem se interessa? (C.N.)

Com notícias boas e ruins, a politização da vacina e a certeza de que este país vai mudar


Governo do AM prevê chegada de vacinas contra Covid-19 a partir de janeiro | Amazonas | G1

As vacinas são uma dádiva, não podem ser politizadas

Vicente Limongi Netto

As letrinhas do Correio Braziliense( 10/11) refletem a vida. Fatos indicam esperanças. Nada é escamoteado. Desatinos esmagam o bom senso: Idosos vencem o vírus. Olhos amorosos e sorrisos abertos.  Renasceram para a vida. Maria na frente, sempre. Rouxinóis do cerrado brasiliense  encantando no The Voice. Torcida vibrante para Leyilane Carla e Larissa Vitorino.

O técnico Rogério Ceni troca o Fortaleza pelo Flamengo na hora certa. Plantou e colheu bons resultados no futebol cearense. Bons ventos  rondam os céus da Gávea.

DISSE RÊGO BARROS – Vacina politizada é pantomima dos fracos e decaídos. Nessa linha, vale a oportuna advertência do general Rêgo Barros: “Que os políticos entendam: se você não governa para todos, não governa para ninguém”. E leio palavras firme, emocionadas e verdadeiras do Juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Fábio Esteves, ao CB Poder, repelindo o racismo. Cancro que corrói a humanidade.

Flerte de Luciano Hulk e Sérgio Moro pode dar namoro, noivado e casamento. União saudável para o jogo democrático. Se vai dar certo, são outros quinhentos. A politica não é para amadores.

“Daqui jamais vou me ausentar. Verde e amarelo é meu olhar. De quem não deixa de acreditar. Que esse país vai mudar.” (Versos do livro “Inspirações poéticas”, do poeta, compositor e consagrado advogado, Estenio Campelo).

BOLSONARO E MARADONA – Bolsonaro foi eleito com urnas eletrônicas. Sistema adotado com sucesso no Brasil, em outras eleições e sem comprovação de fraudes. Agora, Bolsonaro resolveu avacalhar as eleições e a democracia, afirmando, em tom ameaçador, que vai propor o retorno do atraso – as urnas impressas. Quer atrasar o Brasil em segmento que deu certo. Francamente. Alguém precisa domar a cabecinha do chefe da nação.

Diego Maradona encantou estádios. Fascinou multidões.  Tornou-se Deus inviolável. Viveu ternuras. Iluminou corações. Dividiu opiniões. Tropeçou em desenganos. Desperdiçou o sublime dom herdado dos deuses. Caiu em ilusões diabólicas. Violentou a alma. Fraquejou nas tentações. Dói dizer que falta pouco para o amado e eterno gênio tombe, finalmente, nos escombros da amargura e da solidão. Sob choros candentes da bola. Que amou como poucos.

Lewandowski dá 48 horas para Anvisa se manifestar sobre suspensão dos testes da Coronavac


Diretor-presidente da Anvisa afirmou que a decisão foi ‘técnica’

Paulo Roberto Netto e Breno Pire
Estadão

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de 48 horas para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentar informações sobre a decisão de suspender os testes da vacina Coronavac, produzida pela chinesa Sinovac com o Instituto Butantã. A determinação da agência foi tomada na noite dessa segunda-feira, dia 9, e provocou mal-estar com o governo de São Paulo.

Nos bastidores do Supremo, o pedido de informações de Lewandowski foi visto como uma demonstração de preocupação com recente suspensão dos testes da Coronavac após uma morte. O ministro havia indicado que não concederá liminar nas ações que tratam de vacinação de covid-19, e sim levaria ao plenário da Corte. No entanto, a leitura entre interlocutores do ministro é que, a depender dos desdobramentos envolvendo o processo de preparação das vacinas, pode vir a ser necessário tomar alguma medida.

DECISÃO “TÉCNICA” – Mais cedo, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, afirmou que a decisão foi ‘técnica’ e tomada após ser informado sobre ‘evento adverso grave’ com um dos pacientes que participa dos testes da vacina. Segundo Torres, que é próximo do presidente, as informações enviadas pelo Butantã eram incompletas e por isso se fez necessário interromper os estudos da Coronavac.

“Quando temos eventos adversos não esperados, a sequência de eventos é uma só: interrupção dos estudos. A responsabilidade é nossa, de atestar a segurança de uma vacina e sua eficácia. Que outra decisão é possível diante de um evento adverso grave não esperado e com informações incompletas?”, questionou.

A versão da Anvisa diverge do Butantã, que informou durante coletiva na manhã desta terça, 10, que enviou informações detalhadas à agência federal. O ‘evento adverso grave’ citado pela Anvisa, segundo fontes ouvidas pelo Estadão, teria sido o suicídio de um dos voluntários da vacina e o caso não teria nenhuma relação com o imunizante.

CRITÉRIOS – Para o ministro Lewandowski, a Anvisa deve apresentar informações sobre os ‘critérios utilizados para proceder nos estudos e experimentos concernentes’ à Coronavac, ‘bem como o estágio de aprovação desta e demais vacinas contra a covid-19’.

O despacho foi proferido em duas ações movidas pela Rede Sustentabilidade, PCdoB, PSOL, PT, PSB e Cidadania que discutem a vacinação contra a covid-19. As legendas pedem ao tribunal que impeça o governo Bolsonaro de praticar atos que prejudiquem o andamento de qualquer pesquisa sobre vacina e também na aquisição dos imunizantes. O caso será discutido no plenário do Supremo.

Chapa Huck-Moro precisa de apoio no Congresso, mas ainda é “muito cedo” para essa discussão, apontam líderes do Centrão


Líderes parlamentares avaliam como ruim o ‘timing’ para encontro 

Danielle Brant e Renato Machado
Folha

A construção de uma chapa à Presidência que reúna o apresentador Luciano Huck e o ex-ministro Sergio Moro é vista como embrionária por líderes de partidos de centro — entre eles siglas que formam o chamado Centrão —, para quem a dupla ainda precisaria de apoio no Congresso para se tornar viável.

Uma aliança entre os dois forjada para se contrapor ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2022 começou a tomar forma após um almoço entre Huck e o ex-juiz da Lava Jato em Curitiba no final de outubro.

BOMBARDEIO – Logo que o encontro se tornou público, no entanto, a articulação foi bombardeada por importantes nomes de partidos do centro e centro-direita, entre eles o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que exerce forte influência na sigla.

À colunista Mônica Bergamo, Maia afirmou na segunda-feira, dia 9, que Moro era de extrema direita e descartou qualquer apoio a uma chapa composta pelo ex-juiz. No mesmo dia, o deputado e o apresentador almoçaram no Rio de Janeiro. Segundo o colunista Lauro Jardim, Huck teria dito que sua “turma” era a do presidente da Câmara e lembrado que já se reuniu com outros nomes além de Moro, como os governadores do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).

Por enquanto, Maia é voz praticamente isolada nas críticas públicas a uma chapa formada por Huck e por Moro.Líderes e presidentes de partidos de centro no Congresso adotam cautela e avaliam que ainda é cedo para fazer qualquer análise sobre uma eventual aliança de ambos para se contrapor à tentativa de reeleição de Bolsonaro.

MUITO CEDO – “Acho muito cedo para dizer se terão ou não nosso apoio”, afirma o líder do Solidariedade na Câmara, deputado Zé Silva (MG). “Prestígio e fama não asseguram competência para fazer gestão pública com eficiência e eficácia.” O Solidariedade é um dos partidos que compõem o Centrão, junto de PP, PL e Republicanos.

O senador Esperidião Amin (PP-SC), líder do bloco formado por senadores de PP, Republicanos e MDB, afirmou que a chapa Moro-Huck ainda se mostra uma “especulação sem qualquer consequência” e não “um projeto”. “Nós estamos em uma pandemia. Temos um período eleitoral que vai até o dia 29. Então eu nem tenho coragem de discutir a sucessão no Senado quando me perguntam, quanto mais 2022”, disse.

“Não estou criticando quem queira discutir. [Mas] O Huck almoçar com o Rodrigo Maia. O Rodrigo Maia deveria estar preocupado em organizar a comissão do Orçamento”, afirmou. Congressistas também afirmaram que o “timing” do encontro entre Huck e Moro demonstra uma falta de conhecimento da política nacional, que avaliam ser um ponto negativo para a aliança.

INGENUIDADE – Um senador, que não quis se identificar, disse que os dois foram ingênuos se consideraram que o encontro não seria descoberto ou então, caso soubessem que seria divulgado pela mídia, escolheram o momento errado para se reunirem, semanas antes do primeiro turno das eleições municipais —com a atenção de políticos e do público voltada para esse tema.

Além disso, nos bastidores, a interpretação é que, se quiserem se tornar uma chapa viável, ambos precisam buscar apoios partidários e evitar incorrer no que é visto como um equívoco de Bolsonaro: vencer a eleição sem uma base consolidada e, agora, depender do apoio de partidos do Centrão para aprovar projetos de interesse do governo no Congresso.

Bolsonaro se elegeu pelo PSL, mas rompeu com o partido em novembro de 2019, em uma decisão que rachou a legenda e diluiu a rede de congressistas que respaldam os textos do Executivo. Diante da ameaça de processos de impeachment, precisou recorrer à política do “toma lá dá cá” e oferecer cargos ao Centrão —formado por partidos como PP, PL e Republicanos— em troca de votos.

BASE PARTIDÁRIA – “Eu sempre acho que, por trás de uma candidatura, tem que ter uma base partidária forte de sustentação, para não acontecer o que aconteceu com o Bolsonaro, que chega ao poder, criticou a vida inteira a política velha, a política do Centrão e hoje é ícone do Centrão”, disse o senador Otto Alencar (PSD-BA), líder da legenda.

Para não correrem risco de ficar sem base no Congresso, uma aliança entre Moro e Huck precisaria do apoio não só do Centrão, mas de partidos com grandes bancadas, como MDB e DEM — que somam 63 deputados. Os congressistas avaliam que alianças apenas eleitorais pouco contribuiriam para criar uma situação de governabilidade.

Por isso consideram que a época de “dois outsiders” na mesma chapa tenha se encerrado com a eleição de Bolsonaro. Acham mais viável uma chapa com uma figura de alta popularidade fora da política compondo com algum político de partido estabelecido. A viabilidade da chapa também esbarra em alguns outros entraves.

REPRESENTATIVIDADE – Um deles é a interpretação de que Huck e Moro não representariam uma candidatura de centro, como argumentou o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), presidenciável que terminou em terceiro lugar na eleição de 2018. “No dia em que [o governador de São Paulo, João] Doria, Huck e Moro forem de centro, eu sou de ultraesquerda, o que eu nunca fui”, disse na segunda-feira.

O senador Otto Alencar também tem posição parecida, afirmando que Moro é uma figura política de direita. “Se o Moro foi ser ministro de Bolsonaro é porque ele concorda com o Bolsonaro. Se a demissão mudou o juízo dele, aí é outra história”, provocou o senador.

“Na minha opinião, ele [Moro] não tem nada que ver com centro. Eu, por exemplo, defendo uma posição de centro-social, centro-esquerda, uma posição bem organizada de finanças e trabalho para conter o déficit fiscal e investir tudo o que puder na educação, na saúde e ação social”, disse Alencar.

DÚVIDAS – Em setores do Congresso, o discurso anticorrupção de Moro abre portas, enquanto há dúvidas sobre quais pautas seriam prioritárias para Huck —para alguns, o apresentador é pouco liberal e inclinado a uma agenda social. Mas o ex-ministro também tem rejeição mais forte, principalmente por deputados que criticam a forma como conduziu a Lava Jato.

A aproximação de Huck e Moro seria, na leitura de congressistas, um balão de ensaio para testar a recepção aos dois nomes. Nesse contexto, alguns interpretam a decisão de Huck de almoçar com Maia logo após as críticas do deputado ao ex-ministro como uma tentativa de reorganizar o apoio.

Assim, em vez de compor chapa com o ex-juiz, Huck poderia se filiar ao DEM. Isso abriria também caminho para uma aliança com Doria, o que eliminaria um dos argumentos que poderiam ser usados contra o discurso de que se trata de alternativa ao governo: o de que Moro, afinal, fez parte do governo Bolsonaro até abril deste ano.

Bolsonaro rebate declarações de Biden sobre a Amazônia: “Depois que acabar a saliva tem que ter pólvora”


Bolsonaro pensa (?) viver em uma ilha e precisa ser interditado

Jussara Soares, Idiana Tomazelli e Emilly Behnke
Estadão

Após meses tentando manter a linha moderada, o presidente Jair Bolsonaro se reencontrou nesta terça-feira, dia 10, com sua versão mais agressiva e aposentou de vez o estilo “paz e amor”. Sob pressão, Bolsonaro partiu para o ataque em várias direções. Diante da ameaça do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, de aplicar sanções econômicas ao Brasil, caso não haja atuação mais firme para combater o desmatamento e as queimadas na Amazônia,

Bolsonaro reagiu e falou até em “pólvora”. Depois, ao se referir à pandemia de covid-19, disse que o Brasil precisa deixar de ser “um país de maricas” e enfrentar a doença. Para completar, chamou a imprensa de “urubuzada”.

CONFRONTO – Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente adotou o confronto como estratégia para responder às críticas que vem sofrendo desde a eleição de Biden. Irritado com a pressão internacional pela preservação da Amazônia, Bolsonaro disse que uma solução apenas diplomática pode não ser possível. “Depois que acabar a saliva tem que ter pólvora. Não precisa nem usar a pólvora, mas tem que saber que tem”, afirmou o presidente.

“Assistimos há pouco um grande candidato a chefia de Estado dizendo que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele vai levantar barreiras comerciais contra o Brasil”, destacou Bolsonaro, sem citar Biden, durante evento para lançar a retomada do turismo no País. “Apenas pela diplomacia não dá”, emendou ele, lançando a “pólvora” na relação entre os dois países.

Biden citou a possibilidade de consequências econômicas ao Brasil por causa da política ambiental na Amazônia ainda durante a campanha, em debate com o presidente Donald Trump. No último sábado, 7, Biden foi declarado vencedor das eleições, derrotando o atual presidente americano, de quem Bolsonaro é aliado. O democrata tem recebido cumprimentos de diversos chefes de Estado, mas ainda não teve a vitória reconhecida pelo brasileiro.

“MARICAS” – Na mesma cerimônia no Planalto, Bolsonaro voltou a falar que a pandemia da covid-19 está “superdimensionada”. Foi nesse momento que disse que o Brasil “tem que deixar de ser um País de maricas” e enfrentar a doença. No Brasil, mais de 5,6 milhões de pessoas foram contaminadas pelo novo coronavírus, e mais de 162 mil pessoas já morreram.

“Tudo agora é pandemia, tem que acabar com esse negócio, pô. Lamento os mortos, lamento. Todos nós vamos morrer um dia, aqui todo mundo vai morrer. Não adianta fugir disso, fugir da realidade. Tem que deixar de ser um País de maricas”, disse Bolsonaro. “Olha que prato cheio para a imprensa. Para a urubuzada que está ali atrás”, emendou, apontando para o local reservado aos jornalistas.

A declaração ocorreu horas após o presidente ter comemorado a suspensão dos testes da vacina chinesa Coronavac depois da morte de um voluntário da pesquisa. “Mais uma que o Jair Bolsonaro ganhou”, disse, atacando o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), seu adversário político. A causa provável da morte do voluntário, porém, foi suicídio.

“BATEU, LEVOU” –  Em um discurso de quase 20 minutos, no qual retomou seu estilo “bateu, levou”, Bolsonaro elevou as críticas à imprensa e disse que sua vida é uma “desgraça”. Afirmou, ainda, que não tem “tesão” pela cadeira de presidente.

“A minha vida aqui é uma desgraça, é problema o tempo todo. Não tenho paz para absolutamente nada. Não posso mais tomar um caldo de cana na rua, comer um pastel, assim quando saio vem essa … essa imprensa perturbar, pegar uma piada que eu faço com o Guaraná Jesus para tentar me esculhambar, tá certo?”, disse.

Ao criticar o movimento político que tenta lançar uma candidatura de centro, nas eleições de 2022, Bolsonaro voltou a citar a palavra “marica.” “Então, pessoal, temos que buscar mudanças, não teremos outra oportunidade. Vem a turminha falar ‘Queremos um centro’, nem ódio pra lá nem ódio pra cá. Ódio é coisa de marica, pô. Meu tempo de bullying na escola era porrada.”

MORO E HUCK – Recentemente, o apresentador de TV Luciano Huck se reuniu com o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro. Ainda nesta segunda-feira, 9, Huck almoçou com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A ideia é construir uma aliança de centro para enfrentar Bolsonaro na disputa de 2022. O projeto, no entanto, ainda esbarra em dificuldades políticas. Maia, por exemplo, já disse que a chance de apoiar uma chapa composta por Moro, ex-juiz da Lava Jato, equivale a “zero”.

O discurso inflamado do presidente ocorre quatro dias depois de o Ministério Público do Rio de Janeiro pedir a cassação do mandato do seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) por envolvimento no caso das rachadinhas. Uma ex-funcionária do gabinete de Flávio quando era deputado estadual admitiu que devolvia parte do salário para Fabrício Queiroz, então assessor de confiança de Flávio. Toda vez que um de seus filhos está envolvido em algum escândalo, Bolsonaro aumenta o tom dos discursos.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
–  Bolsonaro ignora vidas, mandato e joga no lixo o último resquício de bom senso que o cargo que ocupa exige. Fala em pólvora contra os americanos e violenta os interesses econômicos do país. Pensa (?), de fato, viver em uma ilha isolada na qual é o rei idolatrado e que está acima de tudo e de todos. Despeja suas asneiras cotidianamente, mente e acusa, e não faz absolutamente nada pela população. Afinal, quando irão interditá-lo? (Marcelo Copelli)

NÃO PAGAR A CONTA DE ENERGIA DE PREFEITURA É CRIME DE RESPONSABILIDADE

 


MPE pede bloqueio de bens de ex-prefeito que não pagou conta de energia elétrica.

Conforme a ação por improbidade administrada, o ex-gestor não quitou a dívida da prefeitura junto a Energisa durante sua gestão.


Da Redação

image

O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com ação por improbidade administrativa, requerendo a indisponibilidade de bens do ex-prefeito do município de Santa Terezinha, Cristiano Gomes da Cunha, e o ressarcimento aos cofres públicos no valor de R$ 317.218,06 mil, por não ter pago a conta de energia elétrica do município nos anos de 2015 e 2016.

Conforme o órgão ministerial, em razão do acúmulo de dívidas com a Energisa, em junho do ano passado, o prefeito assinou termo de confissão de dívida, que à época correspondia a R$ 64.969,65 mil, se comprometendo em quitar o débito parcelado em seis vezes, com uma entrada.

“O requerido, porém, efetuou o pagamento apenas da entrada, no valor de R$ 6.493,19, deixando

 de cumprir o acordado e, ainda, não pagando as parcelas a vencer, permitindo que a dívida e

 os juros aumentassem. Vislumbra-se claramente que o município, através do requerido, não teve

 compromisso com os pagamentos das dívidas, vindo, com isto, acarretar prejuízos ao empenho das

 funções exercidas pelos servidores das secretarias municipais, a sede da prefeitura, escolas e a

 própria população, que todos os prédios da administração pública, inclusive a sede da prefeitura,

 estão com as faturas de energia em atraso”, destacou na ação o promotor de justiça, Eduardo Antônio Ferreira Zaque. 

Compete ao gestor municipal, na condição de ordenador de despesas, adimplir as dívidas do município que devem ser previstas na lei orçamentária, o que não vem ocorrendo no município

A inadimplência do município vem gerando uma dívida vultuosa em juros e multa, resultando em repercussão patrimonial negativa ao município de Santa Terezinha, além da responsabilidade de ocorrer cortes de fornecimento de energia elétrica em prédios e logradouros públicos.

“Compete ao gestor municipal, na condição de ordenador de despesas, adimplir as dívidas do município que devem ser previstas na lei orçamentária, o que não vem ocorrendo no município. Por conta disso, somente a título de juros, correção monetária e multa, o município de Santa Terezinha está devendo o valor de R$ 30.462,84, acarretando prejuízo ao erário diante da conduta negligente e omissa do demandado em pagar as contas do município”, frisou o promotor.

O promotor ressaltou, ainda, que a ação de improbidade é baseada no fato de a dívida

 junto a Energisa ter gerado valor absurdo de juros, multa e correção monetária, valores

 que não existiriam se a dívida houvesse sido paga desde o início, ou, pelo menos,

 durante sua gestão à frente da prefeitura. (Com informações da Assessoria do MPE)

https://www.blogger.com/

Nota da redação deste Blog - A coisa está feia na administração municipal de Jeremoabo, 

só de MULTA PARA COELBA NESSE COMPROVNTE R$ 3.904,08 (três mil novecentos e

. quatro reais com oito centavos).

Além de pagar essa multa do seu bolso, ainda irá responder por CRIME DE RESPONSABILIDADE.



Pesquisa da DISAN EMPREENDIMENTO mostra Anabel em situação favoravel projetando vitória na reta final

 

A segunda pesquisa de intenção de votos, do Instituto DISAN EMPREENDIMENTOS, para a disputa  pela Prefeitura de Jeremoabo mostra a cinco dias da votação  que a candidata Anabel (PDS)começa a se distanciar do segundo, se consolidando na disputa conta Deri do Paloma.

A candidata Anabel aparece com 15,42 pontos percentuais a mais que o segundo colocado.



Além de errados ainda ameaçam para intimidar, será que o apocalipse já iniciou e Jeremoabo?


A prefeitura e demais órgãos sem energia e sem funcionar está causando prejuízo a todos cidadão de Jeremoabo.
Como fica quem quiser regularizar sua situação com o o setor de TRIBUTOS?
A coisa está tão complicada e sem comando que até multa de veículos estão sem pagar a três meses.


Devido a falência múltipla dos órgãos da prefeitura de Jeremoabo por falta de energia, só resta ao (des)governo decretar ponto facultativo.


Administração municipal de Jeremoabo encontra-se em faze terminal devido a falta de energia por calote, inadimplência?

Com um calor insuportável, e também na escuridão, como os servidores poderão trabalhar?

Mais ua vez é o dinheiro do povo jogado fora, servidores recebendo se trabalhar, não por culpa deles, mas do (des)governo.

                   Comprovante 09 meses de energia sem pagar

Servidores a porta da prefeitura impossibilitados de trabalhar por falta de energia

                Suposta tentativa de efetuar um gato - Isso é crime

Essa é a situação de Jeremoabo faltando 05 dias para as eleições

Para todo esse desmando, para toda essa incompetência só existe uma salvação, mudança já!!!

Em destaque

Tarcísio se curva a Bolsonaro e afirma: “Meu interesse é ficar em São Paulo”

Publicado em 29 de janeiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Tarcísio atende a Jair Bolsonaro e vai disputar s...

Mais visitadas