sexta-feira, março 06, 2020

Weintraub contrata empresa de material escolar acusada de desviar R$ 134 milhões na Paraíba

Ministro publicou uma série de vídeos em suas redes sociais nesta semana divulgando os produtos da empresa.

Bacelar denuncia uso de prefeituras-bairro para campanha eleitoral e quer recorrer ao TRE-BA


por Rodrigo Daniel Silva
Bacelar denuncia uso de prefeituras-bairro para campanha eleitoral e quer recorrer ao TRE-BA
Foto: Reprodução / Agência Câmara
Pré-candidato a prefeito de Salvador, o deputado federal Bacelar (Podemos) disse, nesta quinta-feira (5), que a estrutura das prefeituras-bairro tem sido usada para a campanha eleitoral de Bruno Reis (DEM) e aliados e afirmou que vai denunciar ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).

"Eu sofro uma perseguição implacável da prefeitura. Os subprefeitos transformaram as prefeituras-bairro em comitês eleitorais para derrotar o Podemos. Eles têm dado asfalto, emprego... Eu tenho vários casos e estou reunindo provas para denunciar no Tribunal Regional", acusou Bacelar, em entrevista ao Bahia Notícias.

A reportagem tentou ouvir o secretário municipal de prefeituras-bairro, Luiz Galvão, mas não obteve êxito. 

VICE
Sobre a definição do seu vice, Bacelar afirmou que deve ocorrer em junho. Segundo ele, o nome pode sair do bloco formado com o PP e PSD. Perguntado sobre o que pensa de Eleusa Coronel (PSD), que é esposa do senador Angelo Coronel (PSD), para sua vice, Bacelar disse que seria um "excelente nome".

Alagoinhas: Câmara não autoriza empréstimo de R$ 15 milhões solicitado pela prefeitura

Alagoinhas: Câmara não autoriza empréstimo de R$ 15 milhões solicitado pela prefeitura
Joaquim Neto, prefeito de Alagoinhas (Foto: Reprodução / News em Foco)
A Câmara de Vereadores de Alagoinhas rejeitou, nesta quinta-feira (5), o pedido de autorização, realizado pela prefeitura, de um empréstimo no valor de R$ 15 milhões. 

O prefeito Joaquim Neto (PSD) solicitou esse valor para a realização de obras no município. Entretanto, o empréstimo foi recusado pelos vereadores, em uma votação apertada. Oito legisladores votaram contra, enquanto sete votaram a favor.

Votaram contra o empréstimo os vereadores Luciano Almeida, Luciano Sérgio, Darlan Lucena, Caio Ramos, Anderson Baqueiro, Pastor Lins, Thor de Ninha e João Henrique. Já Gilson Guimarães, José Cleto, Raimunda Florêncio, Edilson Ferreira (Duy do Frango), Juracy Nascimento, Noberto Alves (Bebé) e Ozeas Menezes votaram favoravelmente.
Bahia Notícias
Com nova regra, tempo de TV potencializa disputa por PL e PDT em Salvador
Foto: EBC
Se o tempo de televisão sempre foi preponderante na formação das coligações para a disputa eleitoral, em 2020 a questão deverá ganhar ainda mais atenção. De acordo com a Resolução 23.610/2019, que aplica novas regras às campanhas a partir deste ano, serão considerados apenas os seis maiores tempos dos partidos em coligação. Todo o resto será somado e dividido proporcionalmente, tendo como base do cálculo o número de deputados federais que cada partido possui na Câmara Federal. 

Considerando o tempo disponível para a disputa majoritária, encabeçam a lista o PT e o PSL. Ambos possuem mais de 50 parlamentares na Câmara e terão um tempo de TV superior a 56 segundos cada. Numa faixa intermediária está o PP, com 38 deputados eleitos e 41,80 segundos de televisão. Seguem a lista o PSD, MDB, PL, PSB, Republicanos, PSDB, DEM e PDT, com tempos acima de 30s. O estudo foi feito pelo advogado Ademir Ismerim, do escritório Ismerim & Advogados Associados.

DISPUTA EM SALVADOR
É neste contexto que se potencializa as sucessivas investidas do candidato do prefeito ACM Neto (DEM), Bruno Reis (DEM), em somar aos 12 partidos que já efetivaram apoio à sua pré-candidatura o PL e o PDT, com 36,53s e 31,28s de televisão, respectivamente. 

Presidido na Bahia pelo deputado Federal José Carlos Araújo, o PL, apesar de integrar a base de apoio do governador Rui Costa (PT), tem estado no centro de uma disputa na capital baiana. A sigla é comandada no município pelo deputado federal Abílio Santana, que já declarou “estar fechado com Bruno Reis”. 

Já o PDT, comandado no estado pelo deputado federal Félix Mendonça Jr., e que também integra a base de Rui, oficializou recentemente a filiação de Leo Prates, secretário municipal de Saúde e pré-candidato da legenda. O futuro político de Prates, que tem uma trajetória de apoio ao prefeito ACM Neto, ainda não foi definido pelo partido. Nacionalmente, PDT e DEM têm buscado construir uma aliança com perspectiva inicial de atuarem alinhados nas eleições municipais deste ano.  

Escritório Ismerim e Advogados Associados

No lançamento da pré-candidatura de Bruno Reis, em janeiro, 12 partidos estiveram presentes e reafirmaram apoio ao atual vice-prefeito. Além do DEM, partido de Reis, manifestaram-se positivamente PMN, Republicanos, Cidadania, PSC, MDB, PSL, PSDB, PTB, Patriota, Solidariedade e DC. Desta coligação, ocupam as primeiras seis posições: PSL, MDB, PL, Republicanos, PSDB e o próprio DEM. Sem o PL, a sexta posição é ocupada pelo Solidariedade. O PDT assumiria a última posição considerada num eventual ingresso sem a presença do PL.

Não é possível, por enquanto, definir o tempo reservado aos grupos, pois as coligações ainda não estão fechadas. No entanto, é evidente que, caso queira avançar na disputa em Salvador, o governador Rui Costa precisará articular a manutenção de partidos como PP (41,80s) e PSD (38,64s) numa mesma coligação. Caberá ainda ao chefe do Executivo estadual, apontado como o grande articulador do campo da esquerda e centro-esquerda, concentrar esforços na tentativa de garantir fidelidade, pelo menos, do PDT. Do contrário, a baixa no tempo pode variar em torno de 60s, para mais ou menos. 

Vale ressaltar que tanto o PP quanto o PSD possuem pré-candidatos anunciados. São eles Niltinho e Eleusa Coronel, respectivamente. Outras legendas que integram a base do governo atualmente também apresentaram nomes para a disputa, como o PSB com Lídice da Mata e o PCdoB com Olívia Santana. A expectativa de Rui, contudo, é reunir as siglas em torno do nome da Major Denice Santiago, que não está filiada a nenhum partido até o momento.

PROPAGANDA GRATUITA
A propaganda eleitoral gratuita chegará às TVs em 31 de agosto e segue até o dia 1 de outubro, totalizando 35 dias. Os tempos serão divididos com a equivalência de 10% do total igualitário a todas as coligações e os 90% restantes divididos proporcionalmente com base no número de deputados federais. Vale ressaltar que, no caso de o representante trocar de partido, não é feita a transferência de tempo. 

Os programas dedicados aos blocos contarão com 10 minutos cada e irão ao ar duas vezes ao dia, de segunda a sábado. Já o tempo diário total de inserção da propaganda eleitoral será de 70 min, que equivale a 4.200s. Neste caso, 60% da reserva de tempo – 42min/2.520s – são dedicados aos prefeitos e os demais 40% - 28min/1.680s – aos vereadores. As inserções acontecerão das 5h às 24h, de segunda a domingo. 

Também nestas modalidades serão aplicadas a divisão de 10% igualitários aos candidatos e 90% de forma proporcional, como segue o exemplo: 

DIVISÃO DO TEMPO -  Art. 55 da Resolução 23.610/2019
Os candidatos a prefeito dos partidos terão direito a 42 minutos, equivalente a 2.520 segundos, sendo divididos da seguinte forma:

10% Igualitário (252 segundos) 
90% Proporcional (2.268 segundos)

Situações:

1.    Acaso tenham 06 candidatos a prefeito, cada um terá direito a 42 segundos do tempo igualitário;
2.    Sendo 05 candidatos a prefeito, cada um terá o direito a aproximadamente 50 segundos do tempo igualitário;
3.    Em uma situação que o número de candidatos a prefeito são 04, o tempo igualitário de cada um é 63 segundos;
4.    Se em determinada cidade sair 03 candidatos a prefeito, cada um terá direito a 84 segundos do tempo igualitário;
5.    Por fim, se sair 02 candidatos a prefeito, cada um terá direito a 126 segundos do tempo igualitário. 

•    Retirada a parte igualitária, restará 90% do tempo para ser dividido proporcionalmente, equivalente a 2.268 segundos.
•    Para chegar ao resultado de quanto cada partido teria direito na divisão proporcional, divide-se os 2.268 segundos pelo número de Deputados Federais, quais sejam 513. Feita a divisão, cada deputado corresponde a 4,42 segundos/centésimos.

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Bahia Notícias

Aberta a temporada de troca-troca de partidos para eleições 2020

Sexta, 06 de Março de 2020 - 07:20


por Fernando Duarte


Aberta a temporada de troca-troca de partidos para eleições 2020
Foto: Rico/ Vale Paraibano/ Reprodução
Foi aberta a porteira nesta quinta-feira (4) para o troca-troca partidário, principalmente de vereadores que almejam uma nova casa para chamar de sua. Essa janela partidária foi uma alternativa encontrada pelos congressistas na última minirreforma eleitoral para fazer uma espécie de leilão sobre qual o terreno mais fácil para garantir as reeleições. Os vereadores foram uma consequência dessa "esperteza". E agora, como o direito os compete, farão essas mudanças sem muitos constrangimentos.

O efeito será perceptível principalmente na grandes cidades, onde os diretórios são minimamente estruturados e a infidelidade partidária poderia causar a perda dos mandatos. Ainda assim, essa dança das cadeiras de 2020 será ligeiramente diferente. Sem coligações proporcionais, as filiações vão obedecer ainda mais um pouco a lógica do cada um por si. Em Salvador, isso vai ser explícito e deve atingir, segundo previsões de membros da Câmara, até 13 vereadores. É um número relevante de figuras que estariam na "berlinda" quanto à renovação dos mandatos.

No entanto, não esperemos que tudo aconteça rápido. Como esse prazo se encerra em 4 de abril, algumas mobilizações vão acontecer nos bastidores e só devem vir a público mais próximo da data-limite. Até isso é uma estratégia eleitoral que pode ser decisiva para as urnas. Quanto menor o espaço de tempo para que os adversários se reestruturem, maior o risco dessas novas filiações lograrem êxito. Tanto do ponto de vista dos detentores de mandato quanto da perspectiva dos partidos políticos que tendam a ser inflados. 

O caso das cadeiras trocadas em Camaçari é um bom exemplo de que não apenas o Legislativo pensa as mudanças partidárias como estratégicas. O prefeito Elinaldo "bancou" que os vereadores de sua base que quiserem renovar o mandato devem ficar concentrados em quatro legendas. É a antítese da pulverização outrora típica das eleições proporcionais. O fenômeno, inclusive, tende a se repetir em outras cidades, com a concentração dos postos em um número cada vez menor de partidos. É uma consequência indireta do fim das coligações proporcionais, amparada com a perspectiva de redução paulatina do número de legendas existente no Brasil. Parece que, nesse sentido, os tempos são outros.

Bahia Notícias

Conquista: Chuva arrasta carros para rua, inunda praça e causa alagamentos

Conquista: Chuva arrasta carros para rua, inunda praça e causa alagamentos
Foto: Reprodução / Blog do Anderson
As chuvas que caíram em Vitória da Conquista, no sudoeste, na noite desta quinta-feira (5) e madrugada desta sexta-feira (6) causaram diversos alagamentos. Em um dos locais, como no estacionamento do escritório regional da Embasa, carros foram arrastados para o meio da rua, entre um deles havia uma ambulância.

Foto: Reprodução / Blog do Anderson

Segundo o Blog do Anderson, praças foram inundadas e diversas ruas sofreram com as enxurradas. Conforme o Jornal da Manhã, em torno de 96 milímetros de chuva foram registrados no período. Ainda não há informações sobre prováveis prejuízos. 

Bahia Notícias

Roberto Campos Neto faz o que pode, mas a dívida pública virou uma bomba-relógio

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Ilustração reproduzida do Arquivo Google
Carlos Newton
É preciso reconhecer o esforço do economista Roberto Campos Neto à frente do Banco Central, para tentar manter sob controle a dívida pública. Já baixou os juros para 4,25% ao ano. Como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, está em 4,19%, isso significa que estamos perto dos juros negativos, que levam ao desespero os rentistas, já acostumados ao lucro sem risco, gerado pelo capital imobilizado, que nada produz, não gera empregos e aumenta a desigualdade social.
Os rentistas fugiram para a Bolsa de Valores, mas o sonho acabou, porque no mercado de capitais tudo tem limite e as ações não podem ter valor maior do que o patrimônio da empresa.
INFLANDO O DÓLAR – O fato concreto é que os rentistas, quando descobriram que a Bolsa bateu no teto e agora vai ficar naquele sobe-e-desce normal, começaram a se mudar para o dólar.
Com isso, os exportadores rurais da filial Brazil estão em festa. porque poderão oferecer aos compradores preços mais favoráveis, que vão levar à loucura os concorrentes da nossa matriz USA, obrigando mister Trump  a subsidiar ainda mais a produção agrícola norte-americana neste ano eleitoral.
É possível imaginar o que Trump vai dizer a seu grande amigo Bolsonaro sobre a queda da cotação do real, ms logo isso vai parar, porque o mercado de câmbio também tem limite gravitacional, como se fosse uma Lei de Newton transposta para o mercado financeiro.
A DÍVIDA DISPARA – Enquanto isso, a dívida pública federal fechou o ano passado em R$ 4,24 trilhões, uma alta de 9,5% em relação a 2018, no maior patamar da série histórica, iniciada em 2004. Como se sabe, o governo emite dívida para financiar despesas que não cabem no Orçamento. O sonho de Guedes e de seus antecessores era pagar os juros dessa dívida com o chamado superávit primário. Porém, desde 2014 o governo gasta mais do que arrecada. E a dívida virou uma bomba-relógio.
Em 2019, a dívida interna cresceu R$ 355 bilhões e a externa, resultado da emissão de bônus soberanos no mercado internacional e de contratos firmados no passado, aumentou outros R$ 17,48 bilhões.
NÃO HÁ PLANOS – Esses dados fazem parte do Plano Anual de Financiamento. A previsão da equipe econômica é que a dívida em 2020 fique entre R$ 4,5 trilhões e R$ 4,7 trilhões. A ideia da equipe econômica é aumentar as emissões de títulos corrigidos pela taxa flutuante em relação ao ano anterior. Ou seja, Guedes não tem plano para controlar a dívida. Além disso, o ministro também não apresentou nenhum plano para reduzir os gastos públicos e eliminar os privilégios da nomenclatura estatal.
“O desafio fiscal atual envolve, sobretudo, o controle dos gastos públicos, de forma que as contas públicas voltem a gerar superávits primários e assegurem uma trajetória sustentável para o endividamento”, diz o próprio relatório do Banco Central.
AS OPÇÕES DO BC – No âmbito do Banco Central, o presidente Roberto Campos Neto só tem duas cartas na manga. A primeira é eliminar a estranhíssima remuneração diária da sobra de caixa dos bancos. Essa prática é herança do tempo de descontrole inflacionário, quando havia o chamado “overnight”. Esse benefício aos banqueiros tem de acabar, não há duvida,
A segunda opção de Roberto Campos Neto é cessar os contratos que o BC faz em sigilo com clientes privilegiados (entre os quais os bancos, para variar) com objetivo de segurar a variação do dólar, e essa prática vem causando gigantescos prejuízos ao país, pagos às custas da dívida pública.
Como disse o almirante Francisco Barroso, espera-se que cada um cumpra seu dever. Ou seja, que Guedes reduza a máquina estatal e elimine os privilégios da nomenclatura, e que Campos Neto acabe como esse desperdício de recursos públicos no Banco Central, se for autorizado por Guedes e Bolsonaro, é claro.
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P.S. –
 Entre Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, com toda certeza, prefiro confiar no presidente do Banco Central. Posso estar enganado, mas acho que nada vai mudar. Só acredito em mudanças quando o governo implantar um verdadeiro um plano de carreiras no serviço público, sem penduricalhos nem regalias, e quando os banqueiros forem proibidos de cobrar juros de agiotagem nos cartões de crédito(C.N.)

Governos precisam se unir para evitar essa sucessão de tragédias urbanas no país


Enchentes na região serrana do Rio de Janeiro
Esta imagem tornou-se rotineira na região serrana do Rio de Janeiro
Pedro do Coutto
O governo federal e os governos estaduais e municipais precisam se unir e reunir no sentido de evitar, na medida do possível, a sucessão de tragédias urbanas decorrentes das chuvas que desabam nas áreas de risco e produzem inundações constantes a cada episódio, enchendo de dor e tristeza as populações de modo geral.
Claro que as comunidades de populações de baixa renda são as mais afetadas, sobretudo porque se localizam tradicionais áreas de risco que não vêm resistindo às enchentes e a força das águas.
SEM PLANEJAMENTO – O fato de os planejamentos urbanos não terem se revelado eficazes não deve ser argumento para que os dirigentes atuais não façam nada, não tomando as medidas mais simples possíveis para inverter o calendário das tempestades.
É verdade que os habitantes dessas áreas não possam ser removidos, restringindo-se a remoção a casos evidentes e extremos. Mas a partir desse ponto podem ser traçados planos capazes de fornecer alguma proteção maior do que aquela existente hoje. Na verdade, faltam investimentos em infraestrutura e também vontade de trabalhar dentro do contexto inexorável da realidade. 
Os governos, de modo geral, precisam realizar levantamentos sobre todas as situações urbanas e se entrosar no sentido de identificar quais medidas possam ser tomadas, capazes de promover um socorro imediato exigido pelas situações de carência e de falta de saneamento. O saneamento inclusive é fundamental para reduzir além dos riscos materiais e também contribuir para melhorar, de alguma forma as condições sanitárias com reflexo na saúde. 
RECENSEAMENTO – A responsabilidade para resgatar a inação é de todos os administradores públicos, sejam federais, estaduais e municipais. Sabe-se que faltam verbas. O planejamento para enfrentar esta questão é essencial e nada difícil de se identificar. Basta realizar-se uma espécie de censo das áreas mais arriscadas e de vulnerabilidade maior às forças das águas. Devem sentar-se à mesa  em torno de um projeto geral e voltado para garantir as condições dignas de vida. A partir daí então podem ser iniciadas obras de prevenção, o que não foi feito até hoje.
Assim, com a união dos esforços, muitas vidas poderão ser poupadas. A vida não tem preço e preservá-la é acima de tudo uma obrigação de todo e qualquer governo.

Tereza e Mandetta, dois êxitos num governo que vive em loucas cavalgadas para nada


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Ministra da Agricultura vem fazendo uma excelente gestão
Elio GaspariO Globo/Folha
Tereza Cristina e Luiz Henrique Mandetta são dois ministros de Jair Bolsonaro que abrem a quitanda às seis da manhã com berinjelas para vender e troco para as freguesas. Ela, desde os seus primeiros dias no Ministério da Agricultura. Ele, na Saúde, administrando o problema do coronavírus. Pode-se discordar de algumas de suas ideias, ou mesmo de todas, mas deve-se reconhecer que fazem seus serviços.
Ambos pertencem à escola do centroavante Dario (o preferido do general Emílio Médici para a seleção de 1970). Numa época em que se falava muito em problemática, ele informou: “Eu dou a solucionática”.
AULA DE POLÍTICA – A biografia e o comportamento de Tereza Cristina e Mandetta são uma aula de política e de administração. Começando pela biografia. Ela vem da cepa oligárquica dos Corrêa da Costa. Desde a Regência, eles governaram Mato Grosso 11 vezes. Sabe-se lá quando a primeira Corrêa da Costa conseguiu um diploma universitário, mas Tereza Cristina formou-se em engenharia agronômica e tocou sua empresa.
Mandetta vem de uma cepa neo-oligárquica, primo de senador, de deputado e do prefeito de Campo Grande. Um irmão meteu-se em negócios com o rei do jogo no estado. Ele formou-se em medicina, é ortopedista, trabalhou em hospitais e dirigiu a Unimed de seu estado.
Os dois foram deputados. A atividade parlamentar obriga a ouvir e negociar. Um deputado pode saber que tem razão e que está sendo contraditado por um larápio ignorante, mas aprende a se comportar como se estivesse diante de Rui Barbosa.
ROTAS DIFERENTES – O Congresso educa, mesmo não se podendo dizer que o deputado Bolsonaro tenha aprendido muita coisa. Lá, o vencedor tonitruante é um bobo. (Eduardo Cunha ganhou todas, está preso)
Esses dois ministros bem-sucedidos trabalharam em rotas diferentes. Ela, costurando por dentro, acalmou os ânimos com a China e reabriu o mercado americano para a carne brasileira. Carrega o piano sabendo que tem agrotrogloditas por perto e um ministro do Meio Ambiente que repete coisas que não deveria nem ouvir.
Diante do coronavírus Bolsonaro entrou em campo dizendo que custaria muito caro repatriar os brasileiros que estavam na China. Fez isso depois de se reunir com quatro ministros.
SEM CRIAR ATRITOS – Mandetta (que não estava na reunião) coordenou com clareza as ações do seu ministério e valorizou os profissionais dos estados. Além disso, passou mais tempo diante das câmeras falando do coronavírus do que o general da reserva Augusto Heleno e o doutor Paulo Guedes em todas as suas vidas. Não criou atritos e satisfez quem o ouviu.
Tereza Cristina e Mandetta estão fora da linha de exibicionismo e evangelização que enferruja o governo. Com jeito de quem não queria nada, o ministro da Saúde disse que a construção-relâmpago de um hospital na China foi um exagero e que lavar as mãos é proteção mais eficaz do que o uso de máscaras.
PALHAÇADA TÍPICA -Ao estilo Guedes-Heleno, poderia ter dito o seguinte: “O que os chineses fizeram foi uma palhaçada típica dos regimes comunistas (Heleno) e social-democratas (Guedes). Brasileiro tem que aprender a lavar as mãos (ambos).”

Isso para não falar no que diria Abraham Weintraub: “Petistas estão indo aos hospitais simulando sintomas para provocar pânico na população”. Já o ministro Sergio Moro chegaria para a entrevista coletiva dirigindo uma ambulância.
Pode parecer que Tereza Cristina e Mandetta são excêntricos, mas excêntricos são os tempos em que se vive. Eles são apenas normais. Cuidam do expediente e evitam brigas públicas. Num governo que vive em loucas cavalgadas para nada, isso até espanta.

Gonzalez Calderon menciona que “o objetivo do juízo político não é o castigo da pessoa delinqüente, senão a proteção dos interesses públicos contra o perigo ou ofensa pelo abuso do poder oficial, negligência no cumprimento do dever ou conduta incompatível com a dignidade do cargo.”

Quadro de prestação de contas do município


 Aprovada
 Aprovada com ressalvas
 Rejeitada
 Outra Decisão
 Não Julgada


Hoje estou apresentando esse quadro de prestação de Contas do Município de Jeremoabo, para demonstrar que o prefeito Deri provavelmente será mais um a engrossar a lista das administrações desastrosas.
Do ano de 1993 até a presente data, os prefeitos que não tiveram contas rejeitadas, tiveram aprovadas com ressalvas.
De todos esses prefeitos, ou tiveram contas rejeitadas, ou estão respondendo processos por improbidades e ilicitudes praticadas contra o erário público.
Embora o atual prefeito ainda não tenha contas rejeitas,foi o que bateu record em denúncias, representações ao Ministério Público e Ações na justiça em tão curto espaço de tempo.
No meu entender o Deri é culpado pelo erros do seu governo por ser o prefeito, porém, a maior culpa é de alguns falastrões, incompetentes e  improbos dos seus assessores.
Na Bíblia consta:
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;"

O prefeito Deri do Paloma, talvez por ignorância ou mesmo por desconhecer, colocou em alguns pontos chaves da sua administração, assessores  condenados ou que respondem processos na justiça por praticar contra a administração municipal atos não republicanos, portanto, já era de se esperar  tudo que está acontecendo.
Para encerrar quero dizer que dessa vez o prefeito Deri do Paloma escapou de ser agraciado com mais uma Ação Cível  Pública, pois se não suspende  a Licitação com a Cooperativa, hoje seria ajuizada mais uma ação.

quinta-feira, março 05, 2020

Aleluia até que enfim o prefeito resolveu respeitar a lei

A imagem pode conter: telefone e tela


Aleluia até que enfim o prefeito resolveu respeitar a lei, 
Vamos esperar que não tenha um recaída,e resolva acreditar que não está acima da lei.
Se o prefeito lesse jornal ou se os seus assessores diretos tivessem a dignidade de repassar  as notícias diárias de prefeitos condenados por improbidades cometidas em licitações, talvez em Jeremoabo a coisa fosse diferente.


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