domingo, janeiro 05, 2020

Agricultura irrigada gera disputa por água na Bahia


por Nicola Pamplona | Folhapress
Agricultura irrigada gera disputa por água na Bahia
Foto: Globo Rural
"Quando eu cheguei aqui dava para contar os carros nos dedos. Agora, parece que tem mais carro do que gente. É uma dificuldade cruzar a avenida ali", diz o jardineiro Manoel Clóvis, 42, apontando para a rodovia lotada de grandes caminhonetes de luxo e caminhões bi-trem.

Ele vive há cerca de 30 anos em Barreiras, no oeste da Bahia, e acompanhou a explosão do agronegócio que enriqueceu a região nas últimas décadas, trazendo produtores -principalmente da região sul- prestadores de serviço e fornecedores de insumos. Barreiras e a vizinha Luís Eduardo Magalhães são o epicentro da fronteira agrícola do Matopiba -região que engloba Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia- e devem o crescimento à abundância de água do aquífero Urucuia, um dos maiores do país, hoje no foco das atenções de autoridades diante do risco de impactos no rio São Francisco.

O Ministério Público da Bahia tenta impedir novas outorgas para captação de água para irrigação enquanto não houver planejamento sobre o uso e seus impactos nos rios da região. "É uma área estratégica do ponto de vista dos recursos hídricos", diz a procuradora Luciana Khouri. O Urucuia se estende por uma área de 125 mil quilômetros quadrados em cinco estados brasileiros e é fundamental para manter a perenidade do maior rio nordestino.

Estudos apontam que ao menos 80% da água que desce o baixo São Francisco no período seco venha de afluentes alimentados pelo aquífero."Uma coisa é óbvia: as vazões afluentes do São Francisco vêm se reduzindo", diz o presidente do CBHSF (Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco), Anivaldo Miranda. "O que se trata agora é de descobrir quais fatores estão causando isso e qual o peso de cada um."

O Ministério Público recomendou a suspensão das outorgas pela primeira vez em 2015, alegando que não há um plano de gestão da bacia que indique quais os níveis seguros de retirada de água. Desde então, vem tentando barrar todos os processos no Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos). A região já experimenta conflitos pelo uso da água, principalmente na bacia do rio Correntes, onde moradores denunciam a queda de vazão dos rios em períodos de irrigação. Em 2017, manifestantes invadiram uma fazenda na região e queimaram equipamentos em protesto contra a diminuição do nível das águas do rio Arrojado.

Segundo estudo desenvolvido pela UFV (Universidade Federal de Viçosa) e pela Universidade de Nebraska para a Aiba (Associação dos Irrigantes da Bahia), entre 1990 e 2018, a área plantada na região cresceu 440%, para 2,3 milhões de hectares --uma área equivalente ao estado de Sergipe. A área irrigada cresceu 1.016%, de 17,1 mil para 109,9 mil hectares, um pouco menos do que a cidade do Rio de Janeiro. A região tem hoje cerca de 1.800 pivôs centrais de irrigação, estruturas metálicas usadas para irrigar grandes áreas circulares e que podem chegar a 1.500 metros de comprimento. Em 1990, eram 187.

A Aiba calcula que o valor bruto da produção quintuplica em áreas irrigadas (enquanto nas áreas de sequeiro a produção vale R$ 3.129 por hectare por ano, nas irrigadas, vai a R$ 15.600 hectares por ano) e defende que o agronegócio tem impactos positivos na economia da região. Considerada a capital do Matopiba, Luís Eduardo Maga- lhães fechou 2017 com PIB de R$ 4,8 bilhões, 2,5 vezes a mais do que no início da década. Em Barreiras, a soma dos bens produzidos pelo município dobrou no período.

O MP-BA e a CBHSF avaliam que não há estudos conclusivos sobre impactos da captação de água nos afluentes do São Francisco. Eles alegam que a diminuição das vazões pode afetar também outros usos no maior rio nordestino, incluindo a geração de energia. Segundo Khouri, o Inema avalia os pedidos de outorga com base em séries históricas de vazão até 2007, antes da seca que alterou o nível dos rios na região. "Eles estão avaliando rios de antigamente".

Procurado, o órgão ambiental não respondeu ao pedido de entrevista. A expectativa da Procuradoria é que o plano de gestão das bacias ligadas ao Urucuia fique pronto em até 12 meses e permita uma melhor avaliação sobre as outorgas existentes e sobre a viabilidade de novas outorgas. Para tentar controlar o consumo de água, o governo da Bahia determinou a instalação de hidrômetros nos poços. A Aiba diz apoiar a medida, mas há um embate com relação ao prazo estipulado e à tecnologia --se serão hidrômetros analógicos ou digitais.

Além do temor de que, com o início da medição, o governo baiano comece a cobrar pela água captada, o que é previsto na legislação. Este mês, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia enviou ofício à Inema solicitando mudanças nas regras. A entidade pede aumento do limite mínimo para a obrigatoriedade de medição, alega que não há capacidade para atendimento à grande demanda pelos equipamentos e pede extensão do prazo para a implantação.

"A gente entende que o São Francisco é muito importante, assim como [os afluentes da região do Urucuia] Grande, Correntes e Carinhanha, e precisamos usar a água de forma inteligente para gerar riqueza", diz o engenheiro agrícola Everardo Mantovani, um dos responsáveis pelo estudo encomendado pela Aiba. Ele diz que os primeiros resultados do trabalho apontam que 18% da área pesquisada tem algum problema de uso excessivo pela irrigação. Ressaltando que há incertezas nos dados, o trabalho considera, porém, que os volumes explorados atualmente "são uma fração menor com respeito ao potencial do aquífero".

"Ninguém precisa mais de recursos naturais do que os produtores", afirma Luiz Antônio Pradella, membro do conselho consultivo da Aiba. Além da necessidade de conservação, diz, o alto custo da energia ajuda a controlar o uso. "Não existe deixar bomba ligada. Se deixar, o produtor quebra."

A favor dos produtores, diz que em 2016 62% dos pivôs foram desligados porque os rios estavam chegando a um nível crítico. Defende que a entidade tem investido em medidas de mitigação e conservação ambiental e educação, como a recuperação de nascentes e transferência de tecnologia para microprodutores.Para a Aiba, a área plantada na região pode dobrar apenas com o uso de pastagens degradadas no sentido do rio São Francisco, a leste. E sem grande necessidade de irrigação, já que a área tem níveis de chuva mais elevados.

A Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia diz que o estudo contratado à UFV, fruto de acordo de cooperação técnica firmado com os produtores, "vai disponibilizar dados e informações confiáveis para a tomada de decisão na gestão integrada dos recursos hídricos, por parte das organizações públicas e privadas".

Reforma agrária não está incluída entre os programas do governo de Jair Bolsonaro


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Lula e Dilma usaram o MST como massa de manobra
Pedro do Coutto
Apesar de ter sido um dos temas centrais da sucessão presidencial de 1960 a reforma agrária, pelo menos até o momento não integra a lista dos projetos propostos pelo governo Bolsonaro, e assim completará 60 anos de sua não realização. Não estou me referindo ao projeto de João Goulart, mas sim ao Estatuto da Terra, projeto do ministro Roberto Campos, avô do atual presidente do Banco Central.
Era um projeto ajustado ao capitalismo. Portanto nunca foi – tampouco poderia ser – considerado um lance subversivo e antidemocrático.
SÓ NO PAPEL – Mas a questão é que não conseguiu sair do papel e, com isso, nosso país não se mostra sensível ao progresso no campo, tanto sob a ótica social quanto pela lente da economia.
O debate das eleições que terminaram com a vitória de Jânio Quadros foi bastante intenso e incluiu no primeiro plano, ao lado da reforma agrária, a lei de remessa de lucros para o exterior. Como se sabe Jânio Quadros renunciou e Jango assumiu a presidência.
A remessa de lucros entrou em vigor em 1963 e foi revogada pelo governo Castelo Branco. Mas falei em reforma agrária e no projeto do estatuto da terra.
MINIFÚNDIOS – A matéria não saiu do papel, inclusive atravessou os governos Lula e Dilma Rousseff mas não conseguiu ser implantada. Nada adiantaram as simples distribuições de terra para produção agrícola. Tornaram-se minifúndios sem possuir a engrenagem indispensável de implementos agrícolas.
Hoje, olhando-se para trás, verificamos o tempo perdido com o projeto da reforma agrária oscilando sem execução. Principalmente, estranha-se o silêncio sobre a matéria por parte dos governos do PT. O movimento dos sem terra não funcionou, restringindo-se a poucas concessões e muitas apropriações ilegais.
O tema reforma agrária parece ter saído das preocupações dos governos Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e agora está fora do elenco reformista do presidente Bolsonaro.
TODOS PERDEM – O Brasil perde com isso e também a população rural brasileira, que trabalha sem contrato de vínculo trabalhista. Em muitos casos, verifica-se até a manutenção do trabalho mais perto da escravidão do que da libertação social.
Poderíamos ter uma agricultura muito mais desenvolvida do que aquela até hoje existente, apesar de seu grande êxito nas exportações brasileiras. O meio rural conseguiu avançar com as grandes propriedades. Com a reforma agrária, o avanço seria ainda muito maior. Os produtos chegaria à mesa dos brasileiros com preços mais baixos e qualidade mais alta.
Foi uma pena o tempo perdido sem a modernização que a reforma agrária poderia ter oferecido ao país.

Até que ponto a burrice diplomática prejudicou as exportações, que vinham em alta desde 2015?


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Charge do Duke (dukechargista.com.br0
Carlos Newton
O início do ano trouxe uma informação que contrastou com o ambiente festivo do primeiro aniversário do governo de Jair Bolsonaro, cujo ponto alto, mais comemorado, foi o início da recuperação da economia, com alta de 1,1% do Produto Interno Bruto, embora a renda per capita tenha se mantido estagnada. Logo no dia 2 a equipe econômica divulgou novas estatísticas e admitiu que a balança comercial do País fechou 2019 com o menor superávit desde 2015.
Foi um corte na euforia do governo, porque interrompeu um viés de alta mantido nos últimos quatro anos e, que se iniciou quando a fracassada presidente Dilma Rousseff, a falsa gerentona petista, ainda estava no poder
QUEDA DE 7,5% – Movidas pelas vendas de produtos primários, incluindo petróleo, em 2019 as exportações somaram US$ 224 bilhões, com queda de 7,5% em relação à média diária de 2018.
E o resultado só não foi pior porque as importações também diminuíram e ficaram em US$ 177,3 bilhões em 2019, com recuo de 3,3% na média diária.
As causas da redução das exportações brasileiras são variadas, masestão sendo atribuídas principalmente à crise econômica da Argentina e à guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que prejudicou o comércio global, mas é absolutamente possível que o desempenho do Brasil tenha sido afetado pelas maluquices diplomáticas da gestão de Bolsonaro, que causaram estremecimento das relações com alguns importantes parceiros comerciais, como a Argentina, os países árabes e a China.
MERA COINCIDÊNCIA – Os defensores da política externa do presidente Bolsonaro e do chanceler Ernesto Araújo podem argumentar que a redução das exportações, depois de quatro anos sucessivos de crescimento do saldo na balança comercial, não foram prejudicadas pelas mudanças na tradicional política diplomática, que desde a independência do país adota o não-alinhamento.
Realmente, pode ter sido apenas mera coincidência, como diziam antigamente os geniais roteiristas de Hollywood. De toda forma, porém, o resultado negativo deveria pelo menos servir de indicador ao governo para uma mudança de rumos. Mas está acontecendo exatamente o contrário.
Com o surgimento da grave crise entre Estados Unidos e Irã, o governo brasileiro foi um dos primeiros a apoiar o atentado cometido no Iraque pelos Estados Unidos. E tanto o presidente Bolsonaro quanto o chanceler Araújo fizeram questão de apontar o Irã como um dos culpados pelo terrorismo internacional, claramente comprando a briga americana contra o país árabe, que vinha sendo um bom parceiro comercial e era nosso maior comprador de milho.
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P.S. – Não é possível que o Instituto Rio Branco tenha deixado de ensinar ao diplomata Ernesto Araújo a famosa lição do experiente John Foster Dulles, Secretário de Estado no governo Eisenhower durante a Guerra Fria: “Os países não têm aliados, devem ter apenas interesses”.
O que parece é que ensinaram a Araújo apenas a lição absurda do chanceler-general Juracy Magalhães, que no governo Castelo Branco envergonhou a nação ao dizer: “O que é bom para os Estados Unidos também é bom para o Brasil”. (C.N.)

Bolsonaro diz que livros didáticos atuais são ‘lixo’ e propõe “suavizar” linguagem a partir de 2021

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Bolsonaro prometeu livro didático com hino e bandeira
Talita Fernandes
Folha
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou os atuais livros didáticos de lixo e disse que seu governo deve modificar o material distribuído nas escolas a partir de 2021 para “suavizar o conteúdo”.
“A questão de livros, botei uma matéria ontem, já começa a mudar alguma coisa. Mas tem livros que eu vou ser obrigado a distribuir esse ano ainda levando-se em conta sua feitura em anos anteriores. Tem que seguir a lei. A partir de 2021, todos os livros serão nossos, feitos por nós. Os pais vão vibrar. Vai estar lá a bandeira do Brasil na capa. Vai ter lá o hino nacional. Os livros hoje em dia, como regra, são um montão de amontoado de muita coisa escrita. Tem que suavizar aquilo. Falar em suavizar, estudei na cartilha ‘Caminho Suave’, você nunca esquece. Não esse lixo que, como regra, está aí. Essa ideologia de Paulo Freire”, disse Bolsonaro ao sair do Palácio da Alvorada.
EDUCAÇÃO – O presidente falou sobre educação espontaneamente, enquanto jornalistas faziam perguntas sobre outros assuntos. Ele aproveitou a presença de apoiadores na porta da residência oficial da Presidência da República para tratar um tema que lhe é caro.
“Devemos buscar cada vez mais facilitar a vida de quem produz, fazer com que essa garotada aqui tenha um ensino que vá ser útil lá na frente. Não ficar nessa historinha de ideologia. Esse moleque é macho, pô. Estou vendo aqui, o moleque é macho, pô. E os idiotas achando que ele vai definir o sexo quando tiver 12 anos de idade. Sai para lá”, disse, apontando para um garotinho de cerca de 6 anos que estava no colo do pai.
CRÍTICAS – Desde que era deputado federal, Bolsonaro dirige críticas ao sistema educacional brasileiro e culpa a esquerda pelos índices de educação insatisfatórios do país. Sem apresentar provas, o presidente costuma dizer que as escolas formam militantes em vez de apresentar conteúdos para os estudantes.
Bolsonaro é grande crítico do pensador brasileiro Paulo Freire, que tem como sua principal obra a “Pedagogia do Oprimido”, a mais citada no meio acadêmico em ciências sociais. Freire foi secretário municipal de Educação em São Paulo na gestão de Luiza Erundina. Ele chegou ao cargo em 1989, aos 67 anos, já consagrado no exterior.
REALIZAÇÕES – Entre suas realizações como secretário estão melhora no índice de aprovação, implantação de conselhos de escola, ampliação da educação de adultos e desenvolvimento de projetos inovadores de informática e de orientação sexual. Por outro lado, teve dificuldades com burocracia, orçamento e companheiros de seu partido, o PT.

PESSOAS CAPAZES DE ASSUMIREM SUES PRÓPRIOS ERROS É UMA ESPÉCIE DE SER HUMANO EM EXTINÇÃO!!!

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Foto Reprodução do Google



Por Marcelo do Sindicato 
Está aí uma espécie de pessoas em extinção: seres humanos capazes de assumirem seus próprios erros, que sustentam o que disseram e/ou fizeram arcando com as consequências de tudo. Infelizmente prolifera-se, pelos vários ambientes de nossas vidas - trabalho, círculo de amizades, de familiares bem como em especial na política - um comportamento extremamente danoso, por pautasse pela fofoca e na mentira, por atitudes destemperadas e impulsivas e pela omissão quando as bombas explodem.
No ambiente de trabalho que seja público ou privado, muitos acabam fugindo furtivamente, quando de trata de assumir algum erro cometido, até mesmo negando veemente, o que, como e quando fizeram algo que comprometeram sua suposta eficiência. Não raro, chegam a acusar quem se encontra em nível hierárquico mais baixo, ou seja colocam a culpa em alguém que raramente terá voz para se defender perante aos seus superiores.
Da mesma forma existem aqueles que não demoram a acusar quem não esteja presente na roda de conversa, denegrindo a sua imagem, atribuindo-lhe falas e atitudes que nada mais são do que o retrato exato da conduta do próprio acusador.
Com isso tentam se proteger, de antemão, do que eles próprios praticam, mas não assumem, haja vista o medo que esse tipo de pessoa tem de ser desmascarada.
Esteja onde estiver, a questão é que sempre há quem não tenha a coragem de confessar que errou, que se comportou ou mesmo praticou algo de maneira inadequada, que agiu sem pensar, não trazendo para si a responsabilidade sobre os próprios atos. Talvez por se acharem perfeitos, ou por covardia, fato que a estes será quase impossível assumir os erros, mesmo para aqueles com quem tem mais proximidades, aqueles que nunca negam ajuda, que são compreensivos.
Não há que se temer o erro, assim como também não há que se temer retratar-se, pois erra quem faz, quem se move, quem se lança ou ousa sair de um lugar para o outro. Aqueles que erram conscientemente, sabendo da dor que trará ao outro, é antiético, é lastimável; errar tentando acertar, querendo o melhor é cabível de compreensão de qualquer outra parte.
Somente assumindo os próprios erros é que estaremos aptos a aprender a não voltar para eles, bem como nos tornaremos mais confiantes e dignos de confiança das outras pessoas.

sábado, janeiro 04, 2020

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