quinta-feira, setembro 05, 2019

Bolsonaro quer “amaciar” a PF para evitar que Flávio e Queiroz sejam investigados


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O clima entre Bolsonaro e Moro não é dos melhores
Tânia MonteiroEstadão
Momentos antes de descer a rampa que dá acesso à sala de eventos do Palácio do Planalto ao lado do ministro da Justiça, Sérgio Moro, na quinta-feira passada, dia 29, num gesto simbólico da reaproximação, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro tiveram uma dura conversa. Segundo interlocutores dos dois lados, o encontro quase resultou na saída de Moro do governo.
A situação foi contornada, no entanto, a tempo de evitar esse desfecho, após o presidente ser convencido de que teria muito a perder com uma eventual demissão do ex-juiz da Lava Jato, idolatrado por grande parte dos eleitores.
“ELOGIOS” – Durante o evento, que marcava o lançamento de um programa da pasta de Moro, o presidente elogiou o ministro – que chegara a ter o status de “superministro” –, a quem se referiu como “patrimônio nacional”.
Um dos ingredientes que azedou a conversa de horas mais cedo foi justamente a insistência do presidente em fazer alterações no comando da Polícia Federal. Bolsonaro repete que foi eleito para alterar a forma como o País vinha sendo conduzido e que, se não for para fazer isso, não valeria a pena ocupar o cargo máximo do País.
Essa posição de Bolsonaro foi explicitada em entrevista ao jornal ‘Folha de S. Paulo’, publicada nesta quarta-feira, em que o presidente disse ser necessário dar uma “arejada” na PF e que já conversou com Moro sobre a troca do diretor-geral da instituição, Maurício Valeixo.
MESMO GRUPO – O atual diretor-geral é ligado ao grupo de Leandro Daiello, mais longevo a ocupar o cargo máximo da PF. Ele ficou no posto por sete anos, de 2011 até 2017. Apesar de ter chefiado a corporação durante os dois mandatos da ex-presidente Dilma Rousseff, foi em sua gestão que a PF deflagrou operações que atingiram a alta cúpula do PT, como a Operação Lava Jato.
Valeixo comandou a Diretoria de Combate do Crime Organizado (Dicor) na gestão Daiello e foi Superintendente da PF no Paraná, responsável pela Lava Jato, até ser convidado por Moro para assumir a diretoria-geral.
Embora a indicação para o comando da PF seja uma atribuição do presidente, tradicionalmente é o ministro da Justiça quem escolhe.
CHEFE DE GABINETE – O nome que tem sido ventilado para o cargo, de Anderson Gustavo Torres, atual secretário de Segurança do Distrito Federal, é próximo do deputado estadual Fernando Francischini (PSL-PR), de quem foi chefe de gabinete na Câmara dos Deputados. Embora aliado, Francischini se afastou de Bolsonaro na campanha eleitoral e abriu mão de tentar se reeleger deputado federal para dar espaço ao filho, deputado Felipe Francischini (PSL-PR).
A intenção de Bolsonaro não é só mexer na PF. Ele já sinalizou que vai fazer mudanças também na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e na Receita Federal.
Militares com cargos no governo concordam com a atitude de Bolsonaro de fazer trocas na PF, mas discordam da forma como o presidente age, com declarações públicas para demonstrar força, repetindo que quem manda é ele.
TENTOU TRÉGUA – Antes da conversa ríspida da última quinta-feira, Moro já havia se encontrado a sós com Bolsonaro na mesma semana para tentar aparar as arestas. O desgaste entre os dois começou após o presidente anunciar, no mês passado, a troca do superintendente da Polícia Federal no Rio por “questão de produtividade”.
A declaração surpreendeu a cúpula da PF que, horas depois, em nota, contradisse o presidente ao afirmar que a substituição já estava planejada e não tinha “qualquer relação com desempenho”.
SUBIU O TOM – Nos dias seguintes, Bolsonaro subiu o tom. Declarou que “quem manda é ele” e que, se quisesse, poderia trocar o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, nome de confiança de Moro. Internamente, as “ameaças” do presidente foram vistas como uma tentativa de interferência política no órgão responsável por investigações.
Moro tem negado que tenha pedido demissão e fez demonstração de apoio a Valeixo recentemente, ao elogiar publicamente o seu trabalho. Agora, a expectativa na PF é saber se ele vai acatar o pedido de demissão feito por Bolsonaro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– O objetivo de Bolsonaro é claro. Quer “amaciar” os chefes da Polícia Federal, para evitar problemas para o filho Flávio Bolsonaro e o ex-assessor Fabricio Queiroz. Antes de ter o nome aventado para comandar a PF, o delegado Anderson Gustavo Torres, que deixou de perseguir bandido para ser serviçal de político e acumular salários, já tinha ido se acertar com Flávio Bolsonaro, um fato abjeto que O Globo registrou em sua matéria a respeito do assunto. Quer dizer, é um tipo de policial que visita investigado. Não se precisa dizer mais nada.(C.N.)

Se o Supremo não tiver juízo, vai mergulhar este país na pior crise da História


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Charge do Bier (Arquivo Google)
Carlos Newton
Fala-se muito que a política brasileira, ao seguir o que seria uma tendência internacional, teria mergulhado no perigoso caminho da polarização e da radicalização entre direita e esquerda, deixando em segundo plano as lideranças de centro. Diz-se também que isso seria um fenômeno normal e facilmente justificável, porque, quando os políticos de centro fracassam no poder, é óbvio que imediatamente se abra a porteira para os extremos, não há a menor dúvida a respeito. Mas o quadro da política brasileira não é tão simples assim.
Muito pelo contrário, é complicadíssimo, um verdadeiro desafio aos analistas, já que ninguém consegue explicar o que realmente está acontecendo. Por isso, a primeira providência para entender a política brasileira é  alinhar o que são fatos concretos, para evitar raciocínios sobre suposições.
FASE DELICADÍSSIMA – A primeira constatação inquestionável é que a política brasileira vive uma fase delicadíssima, que precisa ser superada com maturidade e profissionalismo, para evitar novo risco de retrocesso institucional, pois a crise econômica não vai ceder, a dívida pública é uma bomba-relógio e o país não tem um líder capaz de dizer que só pode nos oferecer “sangue, suor e lágrimas”, para nos levar à vitória.
PARTIDOS INEXISTENTES – Outra constatação é que no Brasil não há grandes partidos ideológicos, o que existe são apenas ajuntamentos fisiológicos e nepotistas, que passam mandatos de pai para filhos e não se encaixam em padrões normais. Ou será que ainda existe alguém que considere o PT como um partido de esquerda? Ou o PSDB como uma legenda social-democrata?
O QUE ESTÁ EM DISPUTA? – Dizer que está havendo uma disputa no Brasil entre direita e esquerda é outra suposição que chega a ser ridícula. O que há é um enfrentamento entre as forças institucionais que tentam enfrentar a corrupção generalizada e as facções que buscam a impunidade das elites, a pretexto de evitar a “criminalização” da política, expressão criada pelo ministro Gilmar Mendes (ele, sempre ele).
O CONFRONTO É NO STF – Sabe-se que a luta se trava nos três Poderes, mas quem decide é o Supremo, que terá de julgar a constitucionalidade de vários temas: 1) O inquérito aberto para imobilizar os órgãos fiscalizatórios Coaf, Banco Central e Receita; 2) A blindagem de ministros, suas mulheres e tutti quanti; 3) A anulação dos julgamentos de Moro, incluindo a condenação de Lula; 4) A Lei do Abuso de Autoridade etc.
FATOS CONCRETOS – Conforme destacamos, é preciso raciocinar sobre os fatos concretos, porque a política está obscurecida por um manto de cinismo. Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que lideram o combate à Lava Jato, alegam que sua intenção é garantir a Justiça e a ampla defesa. Pode haver cinismo maior?
O presidente Jair Bolsonaro claramente se aliou a Toffoli nessa guerra, sob o tosco argumento de que é preciso evitar excessos e perseguições políticas, mas seu real objetivo é proteger o filho Flávio, o ex-assessor Queiroz e a própria família, todos sabem disso, não engana ninguém.
E o Congresso embarca na mesma onda, empenhado em embarreirar a Lava Jato e evitar a tal “criminalização” da política inventada por  Gilmar Mendes, que é uma versão jurídica do satânico Doutor No.
Bem, esse é o quadro sinistro da política brasileira, sob a ótica exclusiva de fatos concretos, que são escondidos por cinismos e manipulações.
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P.S. 1 –
 Por tudo isso, pode-se dizer que o futuro do país depende hoje do Supremo, que vive o pior momento desde sua criação, em 1891, sob a batuta de Ruy Barbosa.
P.S. 2 – A propósito: você conhece alguém que realmente confie no Supremo? Antes não era assim… (C.N.)

Queda de consumo faz TV paga perder 1 milhão e 300 mil assinantes em julho

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Charge de Guto Cassiano (Arquivo Google)
Pedro do Coutto
A queda do poder de compra que está atingindo fortemente a população brasileira chegou agora a atingir os contratos de TV por assinatura. No mês de julho, 1 milhão e 300 mil contratos foram rescindidos. A informação é do presidente da ANATEL, Leonardo de Morais, e a reportagem é de Ivone Santana, edição de quarta-feira do Valor. Com isso caiu a audiência em 16,5% do total de assinantes. As principais operadoras são a NET e Sky. Os contratos da Vivo e da Oi, as duas juntas têm um pouco mais de 3 milhões de assonantes. O total de assinantes no país passou a ser de 16,5 milhões de domicílios. As perdas de julho atingiram 7,4% dos contratos.
Na minha opinião trata-se de um problema que está atingindo de fora intensa os assalariados brasileiros. Os cortes, assim, começaram a ser escalonados pelo grau de importância, dos quais se excetuam os produtos alimentícios e os remédios.
EFEITO NEGATIVO – É um assunto que deve chamar atenção do presidente Jair Bolsonaro porque está comprovado que o efeito negativo na economia da perda gradual do poder de compra. Pode-se acrescentar que 64% da população encontram-se com dívidas contraídas nos últimos 20 meses. Quadro difícil de reverter, eis aqui uma informação ao ministro Paulo Guedes.
A queda não ficou restrita aos contratos de TV a cabo. A repórter Daniela Amorim, O Estado de São Paulo, revela que a produção industrial do país caiu no mês de julho e retornou ao nível de 2009. É um péssimo indicador, sobretudo porque de 2009 até hoje lá se vai uma década e nessa década nasceram 20 milhões de pessoas.
A retração da indústria é uma consequência clara de uma outra retração: a do comércio. Pois ninguém vai querer produzir para estocar. Seria uma atitude antieconômica. Como se constata a compressão sobre os salários não está causando um movimento positivo. Pelo contrário, eis outra informação a Paulo Guedes.
CONTROVÉRSIAS – Enquanto isso as repórteres Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli e Tânia Monteiro, em O Estado de São Paulo, destacam a existência de um choque entre a equipe de Onyx Lorenzoni e a de Paulo Guedes. Revela a reportagem que o ponto central da questão encontra-se na flexibilização do teto salarial, posição de Onix e a resistência contra a ideia, posição de Paulo Guedes. O presidente Jair Bolsonaro terá que decidir qual rumo a ser adotado. A questão é bastante sensível porque ao lado de Onyx encontram-se lideranças militares.
O argumento de Lorenzoni baseia-se, como ele próprio diz, no risco de um apagão político e econômico. Ministérios estão sem dinheiro e daí surge a ameaça de paralisação de serviços públicos essenciais. Como se constata mais uma vez, a população perde poder de compra e esse processo atinge diretamente a indústria, o comércio e a arrecadação de impostos. E Guedes não sabe o que fazer.

Grupo da Lava-Jato pede demissão, porque Raquel Dodge blindou Maia e irmão de Toffoli


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No fim do mandato, Raquel entregou o ouro….
Aguirre TalentoO Globo
O grupo de trabalho da Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR) formalizou um pedido de demissão coletiva em protesto contra a procuradora-geral Raquel Dodge na noite desta quarta-feira.
Os seis procuradores que compõem o grupo de trabalho da Lava-Jato na PGR, Raquel Branquinho,Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Hebert Mesquita, Victor Riccely e Alessandro Oliveira avisaram sobre a demissão por meio de mensagem enviada nesta noite a grupos coletivos de trabalho das forças-tarefas da Lava-Jato em Curitiba e no Rio, assinada por seis procuradores do grupo.
INCOMPATIBILIDADE – Na manifestação, eles citam “grave incompatibilidade” com uma manifestação enviada por Dodge ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite da última terça-feira.
Os procuradores não citam detalhes do motivo. De acordo com fontes que acompanham o assunto, a insatisfação se deve a uma manifestação de Dodge sobre a delação premiada do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro.
Dodge enviou a delação de Léo Pinheiro na terça-feira pedindo para homologar o acordo. A insatisfação, porém, se deveu ao fato de que a procuradora-geral pediu para arquivar preliminarmente trechos da delação que envolviam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ex-prefeito de Marília (SP) José Ticiano Dias Toffoli, irmão do presidente do Supremo Tribunal Federal.
DOAÇÕES E CAIXA 2 – Na proposta de delação, Léo Pinheiro diz ter feito doações oficiais e repasses via caixa dois a Maia em troca da defesa de interesses da OAS no Congresso. Já no anexo em que cita o ex-prefeito de Marília, Pinheiro o acusa de ter recebido caixa dois e propina.
Como mostrou O GLOBO em junho, Maia e Toffoli vinham defendendo nos bastidores a recondução de Dodge para mais um mandato à frente da Procuradoria-Geral da República.
O presidente Jair Bolsonaro prometeu anunciar até amanhã o nome do novo procurador-geral da República. Dodge, no entanto, não figura mais na lista dos cotados para a indicação.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O presidente Bolsonaro tem um lado ingênuo que chega a ser patético. Ele acredita que, ao trocar os dirigentes da Polícia Federal, da Receita, da Procuradoria etc., poderá conseguir evitar que o senador Flávio Bolsonaro e o ex-assessor Fabricio Queiroz não voltem a ser investigados. Vai demorar a entender que ninguém manda em delegados, auditores e procuradores. São servidores de elite, concursados, e sabem que o interesse público precisa sempre falar mais alto. (C.N.)  

Políticos brasileiros e lideranças internacionais repudiam ataque de Bolsonaro contra Bachelet


Nota classifica Bolsonaro como “solitário e desprezível pária político”
Bruno B. Soraggi
Folha
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o ex-ministro Aloizio Mercadante, o candidato à Presidência da Argentina Alberto Fernández e os ex-presidentes Rafael Correa, do Equador, e José Luiz Zapatero, da Espanha, assinam uma nota de repúdio às falas do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, contra a ex-presidente do Chile Michel Bachelet e ao seu pai, general Alberto Bachelet. A nota de repúdio é assinada por 29 autoridades que se denominam o “Grupo de Puebla”. Entre os nomes que a subscrevem estão também os presidenciáveis Alberto Fernández, da Argentina, e Daniel Martínez Villamil, do Uruguai.
`DEFENSOR DAS DITADURAS´ – O documento afirma que “essas agressões demonstram, mais uma vez, que Bolsonaro é incapaz de conviver, de forma civilizada e democrática, com a comunidade internacional”. “Bolsonaro, um notório defensor das ditaduras, da tortura e do extermínio de opositores democráticos, equiparados por ele a bandidos, tem absoluto desprezo pelos direitos humanos, pela democracia, pelo meio ambiente e por toda a agenda de desenvolvimento sustentável defendida pela ONU e pela comunidade internacional”, segue o texto. “Sua inacreditável defesa da brutal ditadura de Pinochet, repudiada de forma unânime pelo mundo civilizado, o torna um solitário e desprezível pária político.”
Na manhã desta quarta-feira, Bolsonaro escreveu em uma rede social que “Michelle Bachelet, seguindo a linha do [presidente francês Emmanuel] Macron em se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira, investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos [de bandidos], atacando nossos valorosos policiais civis e militares”. “Diz ainda que o Brasil perde espaço democrático, mas se esquece de que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai brigadeiro à época”, prosseguiu Bolsonaro, que publicou também uma foto de Bachelet, quando presidente, ao lado das ex-mandatárias Dilma Rousseff (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina).
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ÍNTEGRA DA NOTA:
“Nós, “Grupo de Puebla”, repudiamos veementemente as vergonhosas agressões do presidente Bolsonaro à Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Senhora Michelle Bachelet, e ao seu pai, o General Alberto Bachelet, torturado e assassinado pela ditadura de Pinochet. Essas agressões demonstram, mais uma vez, que Bolsonaro é incapaz de conviver, de forma civilizada e democrática, com a comunidade internacional.
Bolsonaro, um notório defensor das ditaduras, da tortura e do extermínio de opositores democráticos, equiparados por ele a bandidos, tem absoluto desprezo pelos direitos humanos, pela democracia, pelo meio ambiente e por toda a agenda de desenvolvimento sustentável defendida pela ONU e pela comunidade internacional. Sua inacreditável defesa da brutal ditadura de Pinochet, repudiada de forma unânime pelo mundo civilizado, o torna um solitário e desprezível pária político. Sua noção estreita de soberania inclui o suposto direito de assassinar impunemente que for considerado indesejável, de negar os direitos dos povos originários e de devastar a floresta amazônica, mas exclui a defesa altaneira do patrimônio nacional e uma política externa independente.
Fruto dessa mentalidade arcaica, seu governo devasta florestas, direitos e vidas. Bolsonaro, homem pequeno, não representa o Brasil, país magnânimo e solidário, que deseja contribuir positivamente para solucionar os problemas que afetam o planeta e a humanidade. Por último, enviamos toda a nossa solidariedade à senhora Michelle Bachelet, que desempenha com muita competência suas elevadas funções na ONU, e manifestamos nossa firme convicção de que o General Alberto Bachelet, seu pai, foi um militar honrado e democrático, ao contrário daqueles que defendem ditaduras e torturadores.
Fernando Haddad, ex Ministro de Educación y ex Candidato Presidencial, Brasil.
Alberto Fernández, actual Candidato Presidencial, Argentina
Daniel Martínez Villamil, ex Ministro y Senador, actual Candidato Presidencial, Uruguay.
José Luis Rodríguez Zapatero, ex Presidente, España.
Rafael Correa, ex Presidente, Ecuador.
Cuauhtémoc Cárdenas, ex Candidato Presidencial y Fundador del PRD, México.
Karol Cariola, Diputada, Chile.
Leonel Fernández, ex Presidente, República Dominicana.
Julián Andrés Domínguez, ex Diputado y ex Ministro, Argentina.
Miguel Barbosa Huerta, Gobernador de Puebla, México.
José Miguel Insulza, ex Secretario General OEA, actual Senador, Chile.
Camilo Lagos, Presidente Partido Progresista de Chile.
Guillaume Long, ex Canciller, Ecuador.
Clara López Obregón, ex Ministra del Trabajo y ex Candidata Presidencial, Colombia.
Esperanza Martinez, ex Ministra de Salud, actual Senadora, Paraguay.
Aloizio Mercadante Oliva, ex ministro de Educación y ex Jefe Gabinete Presidencial, Brasil.
Alejandro Navarro, Senador, Chile.
Carlos Ominami, ex Ministro de Economía y ex Senador, Chile.
Yeidckol Polevnsky, Presidenta de Morena, México.
Gabriela Rivadeneira, Asambleísta Nacional, Ecuador.
Ernesto Samper, ex Presidente, Colombia.
Felipe Carlos Solá, Diputado Nacional, Argentina.
Carlos Sotelo García, ex Senador, México.
Jorge Enrique Taiana, ex Canciller, Argentina.
Carlos Alfonso Tomada, ex Ministro del Trabajo, actual Legislador Federal, Argentina.
Beatriz Paredes, Senadora, México.
Celso Amorim, ex Canciller, Brasil.
Carol Proner, jurista, Brasil.
Marco Enríquez-Ominami, ex Candidato Presidencial, Chile.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Conforme dito anteriormente, a conduta de Bolsonaro de falar “na lata” e revidar a qualquer crítica, mesmo que verdadeira, mas em oposição ao seu governo, tem custos. Os argumentos do presidente agravam e atingem de forma irreparável a memória de muitos, a exemplo de famílias de torturados e desaparecidos pela ditadura no Brasil em episódio anterior. Para entornar o caldo, mais ainda se é que possível, ele atravessa fronteiras com o seu discurso de ódio. Os adjetivos da nota de repúdio não o pouparam. O presidente do Senado chileno, Jaime Quintana, afirmou que o Bolsonaro “está se colocando “fora das relações multilaterias e não está à altura de um chefe de Estado em nenhum país do mundo”. É essa a imagem que está sendo construída. Sem conversa, sem meias palavras, sem diplomacia (M.C.)

Uma sugestão para Jeremoabo

A longa lista das muriçocas de Juazeiro


É longa a lista com nomes de pessoas que fizeram doações para que a escultura da muriçoca fosse novamente construída. Provavelmente, uma grande manifestação aconteça depois do desfile cívico de 7 de setembro.
A bicha desta vez vem azeda em forma de jumento, dando coice pra tudo que é lado!!!

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