domingo, dezembro 09, 2018

Mulheres acusam médium João de Deus de abuso sexual

Sábado, 08 de Dezembro de 2018 - 15:00


por Folhapress
Mulheres acusam médium João de Deus de abuso sexual
Foto: Cesar Itiberê / Fotos Públicas
Em entrevistas ao jornal O Globo e ao jornalista Pedro Bial -exibidas na madrugada deste sábado (8) na TV Globo- mulheres acusaram o médium João de Deus de abusos sexuais que teriam sido cometidos quando elas procuraram a cura espiritual na Casa de Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO), onde ele atende milhares de brasileiros e estrangeiros todas as semanas.

Segundo O Globo, 12 mulheres denunciaram que foram abusadas pelo médium -seis delas foram ouvidas pelo jornal. Ao todo, Bial e a repórter Camila Appel entrevistaram dez mulheres e ouviram relatos parecidos.

Os depoimentos ao programa "Conversa com Bial" são de três brasileiras que pediram para não serem identificadas e da coreógrafa holandesa Zahira Lieneke Mous, a única que aceitou mostrar o rosto.

Zahira contou que conheceu a casa em Abadiânia em 2014, quando buscava a cura para o trauma de ter sofrido abusos sexuais no passado.

Na segunda visita à casa, foi informada que teria uma consulta particular. "Você se sente especial", relatou.

Chorando, ela contou que ficou sozinha com João de Deus e que ele perguntou porque ela estava ali. Em seguida, ele cheirou Zahira e pediu para que ela ficasse de costas, conduzindo-a para um banheiro.

Depois, o médium teria colocado as mãos dela no pênis dele e fez com que elas se movimentassem. Após o abuso, abriu um armário com pedras preciosas e pediu para Zahira escolher uma. Em seguida, ela foi levada novamente ao banheiro e João de Deus teria a penetrado.

Ela disse que não saiu correndo e gritando porque acreditava que poderia ser treinada para ajudar as pessoas.

Quando deixou a cidade, ela percebeu a gravidade do que havia acontecido, mas desejou que não fosse verdade e negou o fato durante quatro anos.

"Eu tinha muito medo de eles mandarem espíritos ruins, da minha vida se tornar miserável, de não conseguir dormir", afirmou. Após um tempo, ela diz que entendeu que precisava lidar com esse e outros traumas e compartilhou a história no Facebook.

As mulheres que denunciam as agressões sexuais contam que foram escolhidas para consultas particulares, tratadas como se fossem especiais e levadas para um cômodo acessado por uma porta lateral do imóvel onde acontecem os atendimentos. O oferecimento de cristais após os abusos era prática comum, segundo os depoimentos.

Uma das brasileiras disse que procurou o médium após fazer tratamento contra um câncer de mama, em 2017. Frágil, ela passou por uma cirurgia espiritual comunitária e, quando voltou para uma revisão, foi chamada para a sala lateral. No local, foi informada que estava quase curada, mas ainda faltava um pouco.

Ouviu a orientação de não falar nada sobre o caso e passou a sofrer os abusos.

João de Deus, segundo o relato da mulher, pediu para que ela ficasse de costas e passou a mão em seu corpo. Pediu para ela esfregasse a mão no quadril e respirar com intensidade. Dizia que ela tinha excesso de energia e que a curaria. Depois, colocou o pênis nas nádegas dela e ficou ofegante.

A mulher entrou em desespero e teve medo de gritar e ser agredida pelas milhares de pessoas que estavam do lado de fora e que idolatram o médium. Disse para ele que não estava gostando do que acontecia, e ele a mandou embora.

"Ele afirmou que estava indo até o fim do poço por mim e minha família e eu não colaborava. E que a doença voltaria".

Outra brasileira esteve com o médium pela primeira vez em 2009 em busca da cura para um problema de visão do filho. Voltou várias vezes e, em 2013, procurou ajuda após a separação do marido. Segundo o relato, foi chamada para uma limpeza energética na sala de João de Deus, levada para o banheiro, colocada em uma posição em que ele ficou atrás. Depois, teve as mãos levadas ao pênis dele. Em outra ocasião, o médium teria sentado em uma cadeira e pedido sexo oral.

Depois disso, ela voltou à casa com um homem da família e João de Deus ficou bravo. A mulher contou que só percebeu que era vítima de abusos quando ouviu o relato de outra vítima. Disse que é muito difícil contar o que aconteceu, mas não quer que outras pessoas passem por isso.

A terceira brasileira narrou ter procurado o médium por ter depressão. Esteve em Abadiânia em 2014 e em 2015. Segundo ela, ele também colocou as mãos dela no pênis dele e dizia que a mulher era forte e estava fazendo o bem. Ele teria dito que era para limpar os chacras. E que entidades pediam para ela não contar nada a ninguém.

Em nota enviada ao "Conversa com Bial", a assessoria de imprensa do médium afirmou: "Há 44 anos, João de Deus atende milhares de pessoas em Abadiânia, praticando o bem por meio de tratamentos espirituais. Apesar de não ter sido informado dos detalhes da reportagem, ele rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos".

Ao O Globo, a assessoria disse que as acusações são "falsas e fantasiosas" e questiona o motivo pelo qual as vítimas não procuraram as autoridades. Ainda afirmou que a situação é "lamentável, uma vez que o Médium João é uma pessoa de índole ilibada".

A reportagem tentou contato com a assessoria do médium, mas até a conclusão desta edição não recebeu resposta.

Bahia Notícias

“EU NÃO TENHO VERGONHA DO SUPREMO … EU TENHO É NOJO”

"Eu não tenho vergonha do Supremo ... eu tenho é nojo"
Sobre este site
DIARIODOBRASIL.ORG
“Como brasileiro, eu sinto vergonha do Supremo” expressou o advogado José Nêumanne Pinto falou sobre o episódio ocorrido entre o ministro Lewandowski e o advogado...

Um evento patrocinado por uma entidade que é parte em processos que tramitam no Supremo e no Superior Tribunal de Justiça reuniu ministros das duas Cortes e advogados da causa em um hotel de luxo em Búzios

Ministros Luiz Fux, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski (do STF), Paulo Dias de Moura Ribeiro e João Otavio de Noronha (do STJ) em evento bancado pelo setor de praticagem. (Foto: Reprodução/Instagram)
Um evento patrocinado por uma entidade que é parte em processos que tramitam no STF (Supremo Tribunal Federal) e no STJ (Superior Tribunal de Justiça) reuniu ministros das duas Cortes superiores e advogados da causa em um hotel de luxo em Búzios (RJ) no mês passado. O Conapra (Conselho Nacional de Praticagem), que realizou o encontro, tem como advogado Rodrigo Fux, filho do ministro do STF Luiz Fux.
As passagens e a hospedagem dos ministros no Ferradura Resort foram bancadas pela entidade, que não informou o valor gasto. O hotel, que sediou o encontro entre os dias 9 e 11 de novembro, tem diárias entre R$ 501 e R$ 822.
Rodrigo palestrou no evento em defesa da causa de seus clientes. Seu pai, um dos três magistrados do Supremo que compareceram, fez o discurso de abertura. Além dele, falaram Marco Aurélio e Ricardo Lewandowski.
Eles foram convidados para participar do seminário Direito Marítimo na Visão dos Tribunais, promovido pelo Conapra, organização privada que representa o setor dos práticos, os manobristas de navios.
Por lei, embarcações comerciais precisam obrigatoriamente desses profissionais a bordo para orientar a atracação em portos do Brasil.
A categoria é contra a regulação dos preços no setor e enfrenta ações movidas por contratantes dos serviços, que reivindicam o estabelecimento de teto. Alguns práticos ganham até R$ 300 mil por mês.
Rodrigo Fux é advogado do Conapra em processo no STJ contra a União que discute a possibilidade de fixar o teto.
A palestra do filho do ministro na conferência, segundo ele publicou em redes sociais, foi sobre “a ilegalidade e a inconstitucionalidade da tentativa de tabelamento dos serviços de praticagem no Brasil e a posição dos tribunais sobre a matéria”.
Em suas argumentações nos autos para defender o conselho, ele cita decisões do pai.
Além dos integrantes do STF, nove ministros do STJ participaram do seminário no resort — entre eles o presidente da corte, João Otávio de Noronha, e Paulo Dias de Moura Ribeiro, que figurou no material de divulgação como coordenador científico do simpósio.
As mesas versaram sobre temas como segurança jurídica, aspectos tributários e responsabilidades dos práticos nos acidentes de navegação. Não houve palestrantes que representassem partes favoráveis à regulamentação de teto salarial para a categoria.
A lista de convidados tinha ainda dois desembargadores federais e um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio. Wilson Witzel (PSC), governador eleito do Estado, também esteve no local. O anfitrião foi o presidente do Conapra, Gustavo Martins.
“[O prático] é um verdadeiro comandante. Ele assume o navio para a entrada no porto. Ele que conhece os aspectos alusivos ao porto, inclusive os canais existentes”, afirmou Marco Aurélio em reportagem da TV Record que abordou o evento, sem citar Fux.
Diferentemente dos dois colegas de STF, Fux não posou para a foto oficial do encontro. Imagens em redes sociais, no entanto, confirmam que ele esteve no resort.
Nenhum dos ministros da turma julgadora da ação do Conapra no STJ estava no simpósio em Búzios, mas é possível que algum deles tenha que futuramente tomar decisões a respeito do assunto. O Conapra não diz se os palestrantes foram remunerados.
Esse processo está relacionado a uma liminar obtida pela Conapra que suspendeu uma determinação do Rio para impor teto ao pagamento dos manobristas de navios. O caso já foi enviado ao STF, mas os autos ainda não foram distribuídos a um relator.
http://www.osul.com.br

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Darlan Helder

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Na prática, existem diversas formas de dirigir sem a habilitação, ou Carteira Nacional de Habilitação. Desde trafegar pelas vias sem ser aprovado por uma Autoescola e pelo Detran, ou simplesmente por circular com o documento cassado e até por esquecer a CNH em casa.
Para todas essas infrações, existem punições severas. Antes de entrar em detalhes, é importante destacar que o Código de Trânsito Brasileiro, o CTB, reconhece diversas ocasiões que se enquadram na expressão “dirigir sem habilitação”, por isso, realizamos uma divisão para explicar da maneira mais detalhada.

1) Dirigir sem habilitação: pessoas que não possuem a CNH

Este é o primeiro caso e uma das mais graves infrações de trânsito. Como já mencionamos aqui no Notícias Automotivas, para uma pessoa poder dirigir legalmente em território nacional, é necessário passar por um processo de primeira habilitação: permissão para dirigir – regras.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
O cidadão deve, primeiramente, procurar uma autoescola, igualmente conhecido como Centro de Formação de Condutores, do seu interesse e confiança para dar início ao procedimento de habilitação. Em seguida, deverá se dirigir até uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito da sua cidade para fazer o registro da biometria e pagar as taxas do órgão.
O próximo passo será os exames solicitados, são dois, psicológico e o de aptidão física e mental. Eles não devem ser realizados em qualquer clínica e sim nas credenciadas com o Detran.
Se aprovado, o candidato está autorizado para prosseguir com as aulas do CFC (Centro de Formação de Condutores), onde passará pelo curso e terá algumas aulas de Legislação de Trânsito, Primeiros Socorros, Direção Defensiva, Meio Ambiente e Cidadania, e Noções de Mecânica Básica.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Após receber o certificado do CFC, o cidadão fará a prova do Detran, se houver aprovação, o mesmo estará liberado, agora, para iniciar as aulas práticas de volante. Posteriormente, ele passará por outra avaliação de volante com fiscais do Departamento Estadual de Trânsito. Se ocorrer a aprovação, pronto, o aluno receberá a sua primeira habilitação.
Todos os iniciantes, irão obter a famosa Permissão Para Dirigir, também conhecida como PPD, com validade de 12 meses. Futuramente, após um ano, se não sofrer nenhuma infração grave ou gravíssima, ele adquire a Carteira Nacional de Habilitação definitiva, com duração de 5 anos e de 3 para maiores de 65 anos.
Como podemos ver, existe uma grande burocracia e o processo todo é caro e leva alguns meses, se não for cumprido até a última etapa com aprovação, o mesmo estará impedido de dirigir.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Se o desabilitado ainda cometer infrações, sofrerá penalidade de acordo com o inciso I do art. 162 do Código de Trânsito Brasileiro: recebimento de multa triplicada, ou seja, um total de R$ 880,41 mais apreensão do automóvel. A irregularidade é considerada infração gravíssima e há a aplicação de 7 pontos na CNH.
Para que a punição aconteça, é necessidade que haja uma abordagem das autoridades: Polícia Militar, Civil ou Rodoviária. Sem a checagem dos oficiais, não é possível o Detran conhecer os infratores.

2) Dirigir sem habilitação: os habilitados, sem o porte do documento

Esta é outra infração consideravelmente “comum”, isso porque muitos motoristas acabam esquecendo de carregar a CNH consigo. O simples esquecimento do documento também é reconhecido como “dirigir sem habilitação”.
O art. 232 do CTB, menciona que o não porte da Permissão Para Dirigir ou da CNH, acarretará multa no valor de R$ 88,38, considerada leve, com aplicação de 3 pontos. Neste caso, também há a retenção do carro.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Aqui também é preciso ocorrer uma abordagem dos agentes. Contudo, é possível sair com o carro no mesmo dia. Para que isso seja viável, o infrator tem o direito de ligar para algum conhecido que possa levar o documento até o local da autuação, ou o próprio pode fazer isso, sem o carro, obviamente.
A segunda possibilidade será o agente verificar o registro do condutor no sistema onde contém os dados no Departamento Estadual de Trânsito ou no RENACH.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Para facilitar a vida dos esquecidos, hoje em dia é possível utilizar a CNH digital, sem a necessidade de portar a física de papel.

3) Dirigir sem habilitação: CNH irregular

Aqui, falamos também de outra situação considerada muito grave para o Detran. Se enquadram nesta categoria, os condutores que tiveram o seu documento confiscado temporariamente, isto é, aqueles com CNH suspensa ou cassada.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
O CTB organiza por meio do artigo 162 essas ocorrências em cinco incisos: a primeira é a Permissão Para Dirigir ou CNH cassada, ou suspensa; também se inclui aqueles com o documento vencido, categoria desigual ao do automóvel dirigido e sem utilizar o requerimento expresso na carteira de motorista, como, por exemplo, óculos de grau ou lente de contato.
Trafegar pelas ruas e avenidas com a CNH suspensa ou cassada, é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 880,41 e 7 pontos na carteira. Além disso, há o recolhimento do veículo envolvido na autuação.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Como informamos anteriormente, a carteira de motorista possui uma validade e após o vencimento deve ser substituída. Todo cidadão tem trinta dias de tolerância para fazer a renovação, caso esse limite não seja respeitado e se o condutor for parado por um agente, haverá a retenção do carro, multa de 293,47 e 7 pontos na carteira, sendo considerada infração gravíssima.
Existe outra penalidade considerada gravíssima, que é aquela onde o condutor dirige outro automóvel sem possuir a categoria. Todos sabemos que no Brasil, trabalhamos com 5, indo de A até a letra E.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Quando não acontece o cumprimento desta lei, o infrator receberá uma multa de R$ 880,41 e mais 7 pontos na CNH, além, é claro, da apreensão do carro.
Lembra que no início desta matéria informamos que um dos processos para a primeira habilitação depende de exames psicológico e o de aptidão física e mental em clínicas credenciadas ao Detran? Pois, bem, eles devem ser seguidos a sério, inclusive, após a aprovação.
Dirigir sem habilitação: qual é a punição?
Na Carteira Nacional de Habilitação consta se é necessário a utilização de algum item para a segurança do motorista, como um óculos ou mesmo uma lente de contato, situação que foi constatada na hora da realização do exame.

Caso não haja o cumprimento da informação expressa no documento, o indivíduo terá o seu veículo retido até solucionar a irregularidade e multa por estar cometendo infração gravíssima, já que pode afetar a segurança de inocentes, com sete pontos na sua carteira e ainda terá que desembolsar R$ 293,47.
https://www.noticiasautomotivas.com.br

Eu sou mais Brasil


-4:27
109
s
Eu sou mais Brasilr
https://www.youtube.com/watch?v=ECF2eM6eX74
O presidente do STF, Dias Toffoli, perdeu completamente o senso do ridículo ao exigir do ministro Extraordinário da ...
Ver mais

“Correio da Manhã”, a história de um grande jornal, contada pelas fotografias


Resultado de imagem para fotógrafos do correio da manha
Foto de Osmar Gallo, destaque na exposição do “Correio”
Pedro do Coutto
Ontem, com um almoço no tradicional Bar Brasil, na Lapa, realizou-se mais um encontro dos que trabalharam no “Correio da Manhã”, jornal que marcou época no país, por sua independência e qualidade. São dois almoços por ano organizados por Luis Carlos de Souza e Bertoldo Monteiro.
Na sequência desses encontros que se prolongam no tempo, o de ontem incluiu a apresentação de fotografias da equipe liderada por Erno Schneider e integrada por Osmar Gallo, Luiz Pinto, Fernando Pimentel, Milton Santos e muitos outros, que retrataram acontecimentos que tiveram palco na cidade do Rio de janeiro. A edição da memória fotográfica foi dirigida pela pesquisadora Maria do Carmo Rainho.
CENTRO CULTURAL – A exposição encontra-se instalada no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal. Importante o trabalho que percorre episódios que tiveram palco ao longo dos anos.
O Correio da Manhã nasceu em 1901 e morreu em 1974. Ao longo do tempo, documentou acontecimentos especialmente durante a ditadura militar. As imagens, assim, incorporam-se à história daquele que foi, no passado, o jornal de maior peso político no país.
No almoço estiveram presentes, Ruy Castro, Fuad Atala, Bertoldo Monteiro, Luis Carlos Souza, Idalício Oliveira Filho, além de muitos outros jornalistas e fotógrafos que produziram as fotos que se encontram expostas na Caixa, como Erno Schneider e Alcyr Cavalcanti. Participou também um dos editores do jornal, Pery Cotta.  Estiveram presentes também do almoço o editor aqui da TI, Carlos Newton e sua mulher, Jussara Martins, que trabalhou no antigo prédio da rua Gomes Freire.
HERÓI DA RESISTÊNCIA – O Correio da Manhã se foi, o prédio continua testemunhando as épocas que se sucedem e ocupado por setores da Justiça estadual. O Correio da Manhã é o único jornal que reúne em almoços semestrais os que lá trabalharam e testemunharam sua presença marcante na imprensa e sua queda provocada por administrações que não tinham nenhum afeto pelo que ele representou e testemunhou.
Enfrentou duras lutas e seus editoriais escritos por homens como Otto Maria Carpeaux, Franklin de Oliveira e o embaixador Alvaro Lins. Ruy Castro comentou que pelo que produzia no Correio da Manhã, a casa de José Lino Grunewald reuniu importantes personagens da vida cultural. Ruy Castro sugeriu que o apartamento da Avenida Henrique Dodsworth seja objeto de um registro histórico.
EDITORIALISTAS –  Vale a pena percorrer as imagens que, além de otimamente feitas, refletem bem o passado que se torna cada vez mais remoto, sustentado pelo vento que amplia distâncias entre os acontecimentos. Assim, muitos jornalistas que lá trabalharam se foram com o vento e deixaram suas contribuições tanto para a cultura quanto para a política.
Os editorialistas, de todos os jornais, para serem enaltecidos eram personagens de Dumas pai. Espadachins da cultura, prontos sempre para confrontar com o poder e com os poderosos.
Esses espadachins, creio, ficam para sempre na história não só do jornal mas de todo o país.

Em destaque

Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais

  Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais O prefeito de Jeremo...

Mais visitadas