segunda-feira, novembro 19, 2018

Bolsonaro acumulará aposentadorias e terá mais de R$ 60 mil de salário em 2019

Bolsonaro acumulará aposentadorias e terá mais de R$ 60 mil de salário em 2019
Foto: Divulgação / Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro (PSL) terá um dos contracheques mais gordos da Esplanada a partir do próximo ano. De acordo com o jornal O Globo, o presidente eleito, que chegou a ensaiar o discurso de Fernando Collor contra os marajás, receberá mais de R$ 60 mil, mensalmente, em 2019. 

A cifra chega a tanto porque Bolsonaro estará apto a se aposentar pelo antigo Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) e poderá receber da Câmara R$ 29.301,45 mensais. Somado com o salário de presidente, que bate os R$ 30.934,70, Bolsonaro receberá, a partir de janeiro, a quantia. 

O mecanismo que corta o salário quando se ultrapassa o teto constitucional de R$ 33,7 mil não atinge aposentados pelo IPC.  O capitão reformado ainda conta com o salário de militar reformado. Questionado sobre o valor, Bolsonaro não o informou.
Bahia Notícias

Emílio Odebrecht acredita que Mourão se tornará presidente em menos de 2 anos


Emílio Odebrecht acredita que Mourão se tornará presidente em menos de 2 anos
Foto: Sérgio Lima / Poder360
Acostumado a transitar entre políticos no Brasil, o presidente do Conselho de Administração da Organização Odebrecht, Emílio Odebrecht, não enxerga futuro em Jair Bolsonaro (PSL) como presidente. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o empresário que auxiliou o Ministério Público Federal (MPF) na delação da construtora baiana tem dito que o general Hamilton Mourão (PRTB) se tornará o presidente da República em menos de dois anos. 

Para isso, o então presidente eleito precisa ser deposto ou renunciar o cargo. Em entrevista a Globo News durante as eleições, Mourão declarou que existe possibilidade dos militares arquitetarem o que ele chamou de “autogolpe” no Brasil (lembre aqui), caso o lugar de Bolsonaro fosse ameaçado. 

Bahia Notícias

Entre direita e esquerda, parece recomendável trafegar pelo “caminho do meio”


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Imagem relacionadaCarlos Newton                    ####  Charge do Laerte (www.laerte.com)
Na “Tribuna da Internet”, não se discutem frivolidades nem são divulgados modismos ou notícias de interesse popular, digamos assim. Por isso, o Blog é frequentado basicamente por pessoas intelectualizadas, que se interessam pela abordagem de assuntos políticos e econômicos do Brasil e do mundo. É natural que se discutam aqui temas de natureza ideológica, embora as ideologias já estejam totalmente ultrapassadas, tese que defendo desde a década de 70, no século passado, conforme já expus aqui na TI.  É claro que as ideologias morreram e não sabem, o debate é apenas bizantino, mas está destinado a resistir in saecula saeculorum, como se dizia no Latim arcaico, e o dia a dia da “Tribuna da Internet” demonstra esta realidade à exaustão.
Como admirador do marxismo ou socialismo democrático (as teses evoluem), acompanho com especial interesse essas discussões e posso garantir que neste Blog há muito mais comentaristas de direita do que de esquerda.
NEOMARXISMO – O editor da TI é marxista, porém jamais se filiou ao Partidão e não tem admiração pelos países que desvirtuaram os ensinamentos de Karl Marx e Friedrich Engels, ao instaurarem ditaduras implacáveis, na qual a democracia ficou sufocada e a imprensa jamais teve a mínima liberdade.
Nos artigos que escrevi em 1978 na “Revista Nacional”, em plena Guerra Fria, sob o título “A morte das ideologias”, que foram discutidos na Escola Superior de Guerra, assinalei que, se Marx e Engels estivessem vivos e morassem na URSS, teriam sido exilados nos Gulaps da vida. Eles jamais concordariam com os rumos da Revolução russa, seriam dissidentes. Se eu morasse lá, também estaria na Sibéria, chupando picolé de gelo…
Chamar de marxistas os regimes da URSS, da China, da Albânia, de Cuba, de Angola, do Camboja e da Venezuela, entre outros, é demais para a minha ironia, que a contragosto só aceita o comunismo dos vietnamitas, que recuperaram o país do imperialismo da França, da China e dos Estados Unidos, e que agora parece que estão dando um salto rumo a um marxismo mais moderno, que Deus os proteja.
FAZER O QUE É CERTO – A cegueira ideológica que conduz ao radicalismo entre direita e esquerda (ou vice-versa) chega a ser ridícula e patética. A meu ver, as pessoas precisam se despir desses preconceitos e raciocinar com liberdade, para identificar o que é certo ou errado. Nos últimos anos, tenho estudado um pouco os chamados avatares – aqueles líderes que na História da Humanidade têm ensinado os caminhos de uma vida melhor, entre os quais Jesus Cristo desponta como uma síntese de seus antecessores. Aliás, acredito que todos eles sejam precursores do marxismo.
Um deles, o nobre hindu Sidartha Gautama, conhecido como Buda, nasceu 560 anos antes de Cristo, na região que hoje chamamos Nepal. Foi ele quem criou o “caminho do meio”, baseado na moderação e na harmonia, sem cair em extremos. E ensinou as oito práticas para que nos libertemos do sofrimento:
1) Entendimento correto; 2) Pensamento correto; 3) Linguagem correta; 4)Ação correta; 5) Modo de vida correto; 6) Esforço correto; 7) Atenção plena correta; 8) Concentração correta”– eis a síntese dos ensinamentos de Buda. No dia em que estas lições forem enfim assimiladas, a Humanidade será infinitamente melhor, sem necessidade de nenhuma ideologia.
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P.S.1 – Os ensinamentos de Buda confirmam minha opção por um marxismo moderno, que aproveite o que há de melhor nas ideias de Marx e Engels e as misture ao capitalismo de nossos dias, fazendo um chiclete com banana, nem que seja para lembrar o genial cantor Jackson do Pandeiro. Se o presidente americano Donald Trump conhecesse o que dizia Buda, não faria tanta coisa errada nem ameaçaria o futuro da Humanidade. Quase sempre, fico assustado com as barbaridades de Trump, que age como se fosse o AntiCristo previsto nas escrituras.
P.S.2 – Bolsonaro e sua troupe, ao invés de seguirem o sábio e seguro “caminho do meio, estão indo com muita sede da pote, ao idolatrar um falso líder como Trump, que se comporta como uma ameaça à paz mundial. Mas ainda há tempo de Bolsonaro acordar do pesadelo. (C.N.)

Bancadas ruralista, evangélica e da segurança ameaçam eleição de Maia na Câmara


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“Há outros candidatos muito bons”, disse Bolsonaro 
Catarina Alencastro 
Eduardo Bresciani
O Globo
O peso do DEM na montagem do governo Jair Bolsonaro e a distância regulamentar que o presidente eleito vem mantendo de Rodrigo Maia (DEM-RJ) tem estimulado aliados do PSL a desafiar o favoritismo do atual presidente da Câmara. A lista de rivais cresce a cada semana. Já são sete os nomes atuando nas articulações de bastidores: João Campos (PRB-GO), Alceu Moreira (MDB-RS), Capitão Augusto (PR-SP), Giacobo (PR-PR), Fábio Ramalho (MDB-MG), JHC (PSL-AL) e Delegado Waldir (PSL-GO).
Bolsonaro disse que não quer interferir nas eleições na Mesa, mas na última semana deu a Maia o recado de que há “outros candidatos muito bons”. O presidente eleito é simpático a Alceu Moreira, João Campos e Capitão Augusto, lideranças das bancadas ruralista, evangélica e da segurança, respectivamente. Aliados do atual presidente da Câmara dizem que os oponentes, por ora, não ameaçam sua vantagem e apostam que não conseguirão aglutinar apoio fora de seus próprios nichos.
REFORMA – No entanto, Maia está em alerta e vai oferecer um jantar para cerca de 40 deputados novatos na próxima terça-feira, pontapé oficial da sua campanha. O atual presidente da Câmara está fora da lista de preferidos, mas tampouco é hostil a Bolsonaro. O presidente da Câmara apoia a agenda econômica de Paulo Guedes e promete suporte à votação da reforma da Previdência.
O bom trânsito de Maia com setores da esquerda, como PT e PC do B, porém, gera desconfianças entre os bolsonaristas. Filho do presidente eleito, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) já deixou claro que, na sua visão, o próximo presidente da Casa tem que “tratorar” a oposição. “O Rodrigo não é o preferido pelo PSL nem pela oposição, mas é o único que é aceito por ambos. Essa capacidade de diálogo faz diferença no parlamento. Para o governo interessa ter uma pessoa que conversa com todos”, diz o ex-líder do DEM na Câmara deputado Efraim Filho (PB).
Para João Campos, a principal fraqueza de Maia é que o DEM tem dois ministros confirmados no futuro governo, Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Tereza Cristina (Agricultura). Pode ainda emplacar Luiz Henrique Mandetta na Saúde. Para Campos, pesará o receio dos outros partidos de fortalecer o DEM. ‘Não sei se atrapalha, mas ajudar não ajuda”, diz o potencial adversário.
ARTICULAÇÕES – Campos é quem tem uma articulação cada vez mais visível nos corredores da Câmara. Na última terça-feira, dia 13, reuniu um grupo de 15 aliados e engatou uma oração em pleno Salão Verde. Além da bancada da bíblia, Campos, que é delegado, é vice-presidente da Frente Parlamentar da Segurança Pública, a chamada bancada da bala, e tem uma relação próxima com Bolsonaro. No último mês, esteve com o presidente eleito três vezes.
Na bancada da bala há outro amigo do presidente que está na disputa: Capitão Augusto (PR-SP). Ele aposta que o fato de ser de São Paulo e representar os militares pode ajudá-lo. Moreira, próximo presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), um dos polos de apoio de Bolsonaro, avalia que a proximidade com o futuro presidente não irá ajudar nenhum concorrente. “Isso não é assunto para o presidente da República. Os que interferiram, se deram mal”, resume.
Há divisão no próprio campo de Bolsonaro. O presidente eleito declarou que seu partido não deveria ter um representante na disputa, mas o deputado Delegado Waldir diz que manterá seu nome. Cita como exemplo o próprio Bolsonaro, que foi candidato em 2017 e teve a quatro votos. “Quero ter aqueles 10 minutos que o Bolsonaro teve em 2017”, diz Waldir.

domingo, novembro 18, 2018

Bahia Othon Palace encerra atividades neste domingo

Em funcionamento desde 1975, tradicional hotel da capital baiana fez no início da tarde o check-out dos seus últimos hóspedes antes de fechar as portas

Redação

Foto: Booking.com
Foto: Booking.com
O Bahia Othon Palace Hotel fez na tarde deste domingo (18) o check-out dos seus últimos hóspedes antes de fechar as portas.
A Rede Othon mantinha a unidade em Salvador desde 1975. O tradicional hotel dispõe de 280 leitos em 12 andares de um imóvel com vista privilegiada da orla de Ondina, área muito procurada no período de carnaval. O Othon também abriga um centro de convenções.
O grupo não informou quantos funcionários serão desligados com o fim das atividades, de acordo com o G1. A empresa já havia feito o anúncio de fechamento em outubro último.
À época do anúncio de fechamento, a nota enviada pela assessoria do hotel disse que a rede passou por uma reestruturação, e que a unidade de Belo Horizonte também vai fechar.
Com 75 anos de existência, a Rede Othon manterá em operação as unidades Rio de Janeiro, Macaé, São Paulo, Fortaleza, Natal, Recife, São Carlos, Araraquara e Matão.

Brandão Santana está se sentindo agradecido em Muralha da China.


Depois de muitas horas de vôo, finalmente, chegamos à China. Hoje, preparamos documentos da Huacheng, empresa que conta com a nossa assessoria jurídica. Aproveitamos o tempinho livre para conhecer o Largo do Senado e as Ruínas de São Paulo, em Macau.

Estamos nos despedindo da China. Por aqui, trabalho finalizado e dever cumprido. Agradecemos aos nossos queridos clientes pela excepcional acolhida!



Assessor de Bolsonaro sugeriu auxílio a idosos e pessoas com deficiência só a partir de 85 anos | Revista Fórum

Conhecido como BPC (Benefício de Prestação Continuada) e igual a um salário mínimo, o auxílio é garantido a partir dos 65 anos a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.

Votei em Jair Bolsonaro e acho péssimas as suas escolhas (com raras exceções)


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É certo que Bolsonaro vem escolhendo as pessoas erradas
Armando Temperani Pereira
Sempre me vi na esquerda! Nasci em berço getulista e de pai professor de economia e um dos maiores conhecedores da obra de Marx. Nunca esposou paixão política em aula, fato de que se orgulhava. Como dizia ele, sua obrigação era ensinar e traduzir as versões dos clássicos seja de que tendência fossem. O conhecimento não pode sofrer preconceitos e tabus. Para ter raízes, o conhecimento precisa ter profundidade e universalidade. Assim, sempre convivi bem com aqueles que pensam de forma adversa.
O idealismo é sempre bom, seja de que lado for, forma o pensamento dinâmico. Já as doutrinas criam paixões e formam dogmas estáticos e cruéis.
ATRASO MACARTHISTA – Digo isto porque mesmo de esquerda e tendo sofrido no golpe militar de 1964 com prisão, com cassação e tortura na família e nos amigos, vi a estupidez da pretensão militar no atraso da doutrina macartista do pós guerra e xenófobos degenerados e antissociais.
Negar a ditadura militar e seus atropelos e roubalheiras é desconhecimento histórico. E apoiar suas torturas é ignorância humana e desequilíbrio mental.
Votei em Bolsonaro. Mas por uma causa melhor. Acabar com a esquerda de merda que se apresentou após a abertura. Lula surgiu como um meteoro nos espaços sindicais consentido e apoiado por inteligência militar. Não tenho dúvidas!
APARELHAMENTO – Como continuar com um Estado que não instrui doutrina e está aparelhando um partido que quer se perpetuar no poder às custas de um povo cada dia mais ignorante e pedinte Os programas do PT, não tem um que não seja para cargos, distribuir dinheiro aos seus sectos e a escravizar seus militantes a troco de pouco troco como esmola.
Um partido de trabalhadores que desprezava e despreza Getúlio Vargas. Um partido de gente sem qualificação e degenerados sociais, formado por grupos de complexados e despeitados.
Acredite, o racismo negro é oficializado com as cotas raciais. Os sem terra ganharam diploma de vandalismo, mas não a reforma agrária. Os Índios conseguiram enormes reservas para permitir o extrativismo das riquezas nacionais em roubalheiras ainda não apuradas.
LULOPETISMO – Nunca fui e nunca serei petista. Tenho muitos amigos nesta “agremiação”, mas sempre soube de seu pecado original ou pecado mortal de ser filho biológico do SNI e filho do engano paterno de um povo engando e amargurado. Que não quer acreditar na verdade!
Não sou contra Bolsonaro, ele faz o que prometeu. Sou oposição às idéias dele. Sou inimigo dos traidores da esquerda, do petismo e da prepotência medíocre.
Bolsonaro acredita que governará com homens que têm a mesma ideia retrógrada de Estado e que governam acreditando em milagres. Mas suas escolhas tem sido péssimas, com raras exceções.

Bolsonaro errou, ao não apoiar a tese desenvolvimentista do general Ferreira


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Resultado de imagem para general oswaldo ferreira
Ferreira bateu de frente com Paulo Guedes e pediu o boné
Flávio José Bortolotto
No caso do general engenheiro Oswaldo Ferreira, que desistiu de participar do governo, deve ter havido foi uma disputa acerca da forma de financiar as obras importantíssimas do Ministério da Infraestrutura, especialmente muitas já iniciadas e paralisadas. O general Ferreira seria o futuro ministro. Tocador de obras, queria um financiamento como faz a China, via Letras de Crédito do Tesouro, mas o economista e banqueiro Paulo Guedes, futuro ministro da Fazenda, vetou, propondo financiamento que é mínimo, conforme o ortodoxo Orçamento Federal, que é a mixaria de cerca de 0,25% do PIB.
Nessa disputa ganhou a ortodoxia do futuro Ministério da Fazenda. O sistema de financiamento de sua infraestrutura e rearmamento nacional que a China usa, com Letras de Crédito do Tesouro Chinês, é uma forma heterodoxa geradora de uma dívida em moeda nacional, na qual o devedor é o Tesouro chinês, e o credor é o mesmo Tesouro chinês.
DÍVIDA NULA – Ora, uma dívida na qual o governo deve para ele mesmo, só existe na contabilidade porque na prática é nula. Desde que essa emissão de Letras de Crédito do Tesouro seja toda usada em obras que não exijam importações (nas quais seriam necessários US$ Dollares), que também é o caso Brasileiro, e desde que a quantidade de Letras de Crédito do Tesouro não desequilibrem demais a balança da oferta e demanda de bens em geral, o que geraria inflação quando não existisse mais capacidade ociosa na economia, o que não é o caso da China e muito menos do Brasil onde temos 30% a 40% de capacidade ociosa e desemprego/subemprego.
A nosso ver, o presidente Bolsonaro escolheu o caminho pior, especialmente nesta época de alto desemprego, ao seguir a ortodoxia financeira do Ministério da Fazenda, ao invés de optar pela boa ideia do general Oswaldo Ferreira, que seria muito mais produtiva para a economia nacional.
NOVO CHANCELER – Completamente exagerado o artigo da jornalista Eliane Oliveira em O Globo, dizendo que é “estarrecedora” a escolha do novo Chanceler, diplomata Ernesto Araûjo.
Ora, o novo Chanceler, em seus escritos, defende a tese de que a globalização reduz em muito a autonomia das nações, desindustrializa nivelando os salários para baixo, e só beneficia as gigantescas corporações, especialmente as financeiras, que são as maiores de todas, prejudicando o povo das nações industrializadas que se transformam em rust belts (cinturões de ferrugem), e principalmente países como o Brasil que necessitam progredir , amarrados que são por ONGs xiitas ecológicas que impedem o desenvolvimento socioeconômicos.
Isso não tem nada que ver com utilizar inteligentemente os recursos finitos da espaçonave Terra, evitar poluição, etc. Se cortarmos uma árvore e plantarmos dez, o meio ambiente ganha, mas os ecólogos xiitas das ONGs não entendem assim.

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