quarta-feira, abril 20, 2011

Graco anuncia recall de carrinhos de bebê no Brasil

Ação envolve dois modelos produzidos entre 2003 e 2005. Consumidor deve solicitar por telefone kit de reparos

19/04/2011 | 16:14 | G1/Globo.com

A Graco Children's Products, Inc., fabricante de carrinhos de bebê, anunciou nesta terça-feira que estendeu ao Brasil o recall anunciado nos Estados Unidos em outubro de 2010. A empresa convoca os consumidores que adquiriram os modelos Quattro Tour TM e Metrolite TM, produzidos entre 2003 e 2005, a entrarem em contato para receber o kit de reparos.

Segundo o comunicado da Graco, o recall foi motivado “devido a incidentes acontecidos nos Estados Unidos e Canadá, onde bebês deixados sem supervisão por longos períodos e que não estavam usando o cinto de segurança escorregaram no carrinho e se asfixiaram entre o assento e a bandeja”.

A empresa afirma que decidiu estender o recall ao país “por saber que algumas unidades destes modelos foram importadas pelo Brasil”, mas destaca que “não houve registro de nenhum incidente fora dos Estados Unidos e Canadá”.

A empresa não informou a estimativa de unidades de carrinhos envolvidos no recall no Brasil.

A Graco solicita que os consumidores entrem em contato com a empresa pelos telefones 9090 (ligação a cobrar) 3017-5300 (ramais 281 e 282). Para quem estiver ligando fora de São Paulo, o prefixo para chamadas a cobrar é 90xx11. Segundo a empresa, o atendimento será feito de segunda a sexta, das 9h às 18h. Os kits serão enviados gratuitamente, mediante pedido.

Na nota, a Graco afirma ainda que os carrinhos são “seguros quando utilizados de acordo com as instruções do fabricante” e recomenda o uso do cinto de segurança em todo o tempo em que a criança estiver no carrinho.

O Procon-SP orienta os consumidores que eventualmente encontrarem dificuldade em efetuar os devidos reparos a procurarem auxilio junto a fundação nos postos do Poupatempo (Sé, Santo Amaro ou Itaquera). A comunicação por cartas deve ser encaminhada à Caixa Postal 3050, CEP 01031-970 e por fax ao telefone (11) 3824-0717. O consumidor também pode procurar o órgão de defesa do consumidor de seu município. O telefone para informações é 151.

Confira o comunicado da Graco:
"Em outubro de 2010, a Graco anunciou um recall voluntário nos Estados Unidos dos modelos antigos de carrinhos de bebê Graco QuattroTourTM e MetroliteTM, devido a incidentes acontecidos nos Estados Unidos e Canadá, onde bebês deixados sem supervisão por longos períodos e que não estavam usando o cinto de segurança escorregaram no carrinho e se asfixiaram entre o assento e a bandeja. Por saber que algumas unidades destes modelos foram importadas pelo Brasil, a Graco tomou a iniciativa de estender o recall para o país.

No Brasil, já foram distribuídos kits de reparos para os todos os consumidores que o solicitaram. Caso algum consumidor que possua um produto dos modelos acima mencionados, produzidos e comercializados entre 2003 e 2005, e queira ainda receber o kit de reparos, pode entrar em contato com a Graco pelos telefones: 9090 3017-5300 R. 281 e 9090 3017-5300 R. 282. Caso esteja ligando de fora de São Paulo: 90 xx 11 3017-5300 R. 281 e 90 xx 11 3017-5300 R. 282. O atendimento será feito de segunda a sexta, das 9h às 18h. Os kits serão enviados gratuitamente para os consumidores, mediante seu pedido.

É importante ressaltar que estes produtos são seguros quando utilizados de acordo com as instruções do fabricante. Não houve registro de nenhum incidente fora dos Estados Unidos e Canadá.

Além das instruções de uso dos produtos, as seguintes recomendações são primordiais para prevenir eventuais incidentes:
- Use o cinto de segurança todo o tempo em que a criança estiver no carrinho;
- Nunca deixe a criança no carrinho sem supervisão, especialmente quando ela estiver dormindo;
- Sempre siga as orientações do fabricante de como e quando utilizar os equipamentos de segurança adicionais que vêm com o carrinho."

Fonte: Gazeta do Povo

Temor com anonimato na Internet supera preocupação com a censura

Pedro do Coutto

Ao longo de toda a história universal não se registra um só caso, através dos milênios, em que uma obra de arte, um tratado científico ou documento político que numa época tenha sofrido censura ou interdição, e que, depois não tenha sido veiculado livremente sem censura de espécie alguma. A censura, portanto, está sempre na contramão da existência, freiando a evolução da cultura e assim a da própria espécie humana. Ela, no fundo, apenas retarda o processo de percepção e se transforma sempre num obstáculo ultrapassado degrau por degrau.

No Brasil, a ditadura militar que se instalou em 64 e acabou, parcialmente em 79, e depois totalmente em 85 com a eleição de Tancredo Neves e a posse de José Sarney, fornece uma série interminável de exemplos ridículos. “O Último Tango Em Paris”, um deles, hoje exibido nas sessões da tarde das tevês. Outro, o livro “O Casamento”, de Nelson Rodrigues. Mais um, a novela “Roque Santeiro”. Mas há centenas de outros, a exibição do Ballet Bolshoi, pela Rede Globo, composições de Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Tom Jobim.

Assistindo a palestra dos jornalistas e escritores Carlos Heitor Cony, meu velho amigo do Correio da Manhã, e de Artur Xexéo, sábado passado, no espaço cultural de Furnas, aberto ao tema da arte, eu pretendia colocar esta questão-símbolo, incluindo os episódios judiciais que envolveram os escritores Émile Zola (caso Dreyfuss), Gustave Flaubert (‘Madame Bovary”) e D. H. Lawrence, “O Amante de Lady Chatterley”, mas perdi a oportunidade de ouvi-los sobre a censura que, no passado, desabou sobre tais obras altamente importantes.

Perdi a oportunidade de focalizar o assunto, que daria margem às colocações e palavras inteligentes de Cony e Xexéo, porque o espaço terminou sendo absorvido pelo temor ao anonimato que está transbordando na Internet, nos sites, nos blogs, twitters, enfim nas telas mágicas dos computadores.

A platéia que ocupava o auditório de Furnas, aberta a participação, revelou-se intensamente preocupada com o fenômeno para o qual, na verdade, não há nem censura, tampouco limites. Porém tal temor não era manifestado somente pelo público, mas igualmente pelos dois artistas. Referiram-se ao que classificaram como lixo cibernético, perigoso e contaminador. Não são manifestações de arte, ou opiniões independentes sobre as questões de hoje.

Em número acentuadamente alto representam absurdos, agressões seguidas, sintomas de desequilíbrio emocional, além de aberrações, ofensas e até perversões. São comuns no espaço livre porque seus autores usam facilmente o anonimato e, sentindo-se isolados como se viajassem além da realidade numa espécie de nave espacial fora de lei da gravidade responsável, consideram-se imunes à lógica.

Combater qualquer tipo de censura à arte, à ciência, à política, é simples. Basta citar os artigos 5, 220 e 222 da Constituição Federal. Impedem taxativamente qualquer tipo de censura ou restrição à livre manifestação do pensamento. É o que afirma, por exemplo, item 4 do artigo 5º. Mas o mesmo dispositivo veda o anonimato e assegura o direito de resposta. O parágrafo 3º do artigo 222 estende exatamente o mesmo princípio à comunicação eletrônica. Mas como exercer concretamente tal direito? Como fixar a responsabilidade se as sombras protegem os autores das agressões à inteligência, à moral e à ética?

O terrível episódio dos assassinatos múltiplos e covardes da escola de Realengo serve de emblema. Basta conferir o que está nos sites e blogs. Preocupou intensamente Cony e Xexéo. Expressaram isso em Furnas. Preocupa a todos nós. Não se trata de censurar. Mas o de colocar pelo menos o fim ao anonimato, aliás como a própria Constituição determina. Cada um diz o que quer. Mas fica responsável pelo que afirmar. Estritamente dentro da lei e da liberdade. E também da responsabilidade.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Um grito contra a especulação

Carlos Chagas

Segunda-feira, na primeira sessão desta semana, que por ser santa também é morta, três senadores ocupavam o plenário. Um presidia, outro discursava e o terceiro ouvia. Foi pena para os 78 ausentes, porque o pronunciamento do senador Roberto Requião insere-se como um dos mais importantes do corrente ano. Sem fazer questão da presença dos gazeteiros, o ex-governador do Paraná começou analisando a crise econômica mundial para depois chegar ao Brasil e aos perigos que nos cercam.

Lembrou ser a especulação financeira a essência do mal que de novo assola a Europa e os Estados Unidos, lançando olhares para a América do Sul. Em suas palavras, há uma impiedosa transferência de trilhões de dólares pelo mundo, sem compromisso com a vida do ser humano e atrás apenas do lucro fácil, favorecido e estimulando a inflação. A quebra das indústrias, o desemprego, a compressão dos salários, o aumento de impostos e o atraso tecnológico são consequências inevitáveis da especulação hoje acentuada em Portugal, Grécia, Irlanda, Espanha e outras nações. Trata-se da receita obrigatória imposta pelos governos e entidades internacionais, os mesmos responsáveis pela crise e agora empenhados em resolvê-la através de métodos que só fazem piorar as agruras de suas populações.

Requião referiu-se aos privilégios exorbitantes concedidos aos Estados Unidos, centro do mercado financeiro de curto prazo, que elimina as economias nacionais e nem por isso poupa a própria sociedade americana. Em nome do lucro, cortam direitos sociais e empregos, ao mesmo tempo gerando crises de representação e inflando o populismo de direita.

Para o senador, Brasil, China, Índia e Rússia devem levantar-se em contraposição ao domínio do dólar, levando a Europa a adotar políticas de proteção ao trabalho e de prevalência da produção sobre a especulação. Investimentos precisam ser feitos em habitação, alimentação e educação. Cabe aos países em desenvolvimento pressionar os Estados Unidos e sacudir o jugo do capitalismo financeiro, sob pena de mergulharmos no abismo que já domina boa parte do mundo.

Lamentável foi o palco onde transcorreu a denúncia de Roberto Requião, carente de atores e de platéia, mas não se dirá que ele deixou de cumprir seu dever, também ignorado pela mídia. Sequer um registro de suas palavras mereceu espaço nos jornais de ontem. Fica o protesto.

PARAR ENQUANTO É TEMPO

Dispõe o artigo 220 da Constituição, no capítulo da Comunicação Social, que a lei estabelecerá mecanismos capazes de defender a pessoa e a família dos excessos da programação de rádio e televisão. Passados quase 23 anos da promulgação de nossa lei maior, nem Congresso nem governo tiveram coragem para dar início ao debate dessa óbvia necessidade, que nada tem a ver com censura. Trata-se de punir baixarias a posteriori para evitar que se repitam. Multas, advertências, suspensões e até cassação de concessões bastariam para restabelecer um mínimo de dignidade a nossas telinhas e microfones, hoje invadidos pelo que há de pior em termos de comunicação de massa.

O pavor de deputados e senadores, bem como de integrantes do governo, é de desagradar os barões televisivos e, assim, perderem espaço promocional e até ganharem perseguições.

Não dá, no entanto, para continuar assistindo programas que denigrem o cidadão, humilham a sociedade e induzem à quebra de valores inerentes à pessoa humana.

Dirão os responsáveis por esse lixo crescente estarem dando ao telespectador aquilo que ele deseja, daí o crescimento dos índices de audiência e a multiplicação da publicidade. Essa prática não caracteriza liberdade, senão licenciosidade. Caberia ao poder público agir, porque tudo tem limite, menos a desfaçatez de uns e a covardia de outros. Não será por falta de opção que o público aplaude as baixarias?

A CASA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Brasília não é apenas a capital da República, sede dos três poderes da União. Na prática, constitui-se também na casa do presidente, dos parlamentares e dos grandes juízes. À exceção do fundador, porém, nenhum outro chefe do governo parece haver-se interessado pela sorte de seus vizinhos. Vivendo em palácios ou em guetos superprotegidos, Suas Excelências e os Meretíssimos pouca importância dão ao que acontece à sua volta. Trafegam em comboios especiais que fecham o trânsito, no caso mais gritante do (da) presidente da República. Isso quando não utilizam helicópteros ligando residências a locais de trabalho e ao aeroporto. Por conta de uma pretensa segurança, omitem-se e se isolam da comunidade, com suas necessidades e despesas realizadas num território inexpugnável.

O resultado aí está: a casa do presidente da República e dos integrantes dos demais poderes virou a “Casa da Mãe Joana”, sem que eles se dêem conta nem se preocupem como que acontece no mundo à sua volta. No passado, ainda indicavam os governantes locais, sentindo-se meio responsáveis pelo que acontecia. Ganhando autonomia política, Brasília ganhou também o desprezo das autoridades maiores. Seria bom que se integrassem, senão na vida comunitária, ao menos na recuperação de sua própria casa.

DESAFIO INCONSEQUENTE

Irrompeu o sociólogo com mais uma de suas inconsequentes intervenções no reino ao qual não pertence mais, da política. Depois da indagação do ex-presidente Lula sobre porque teria estudado tanto para dizer bobagens, o ex-presidente Fernando Henrique ultrapassou o limite das próprias, quer dizer, das bobagens.

Com base em resultados eleitorais do passado, quando venceu por duas vezes o adversário, acaba de desafiá-lo para mais uma disputa. Claro que sabendo ser impossível, inviável e fantasioso esse novo embate. Jamais conseguiria sair candidato, nem pelo PSDB nem por qualquer outro partido. Mas se saísse, imagine-se o resultado…

Fonte: Tribuna da Imprensa

O Supremo Tribunal Federal, nos últimos tempos, não sai das manchetes. O presidente Peluso, quer que as decisões do Congresso, passem “preventivamente” pelo APROVO do Supremo. E cita o “efeito vinculante”.

Helio Fernandes

O grande constitucionalista de Portugal, Gomes Canotilho, professor de Coimbra, disse numa entrevista publicada aqui mesmo no Brasil: “O Supremo no Brasil , se mete em tudo, até em questões sobre as quais não tem nenhuma ingerência”. Perfeito, pelo personagem e pela observação a respeito do tribunal.

O ministro Marco Aurélio Mello, teve a coragem de ler no plenário a entrevista do famoso professor português, que sempre que pode está no Brasil. E não fez a menor restrição às considerações dele. Pelo tom da leitura, pode até ser dito que o ministro concordava mais do que divergia.

Agora, o mesmo Ministro Marco Aurelio, critica o CNJ, (Conselho Nacional de Justiça) dizendo que ele está atuando em áreas indevidas. Pode ser que Marco Aurélio tenha tido o professor de Portugal como “alavanca e ponto de apoio”. Mas quem sabe a motivação seja diferente?

O presidente desse CNJ é o presidente do próprio Supremo, no caso Cezar Peluso. Talvez seja o alvo e o objetivo de Marco Aurélio e de muita gente. Na verdade é difícil concordar com Peluso e esperar que esteja respeitando o bom senso, o discernimento e o conhecimento.

Toda a confusão da votação do ficha-limpa que ficou de forma INEDITA e ESCANDALOSA, 6 meses empatada de 5 a 5, tem nele sua causa única de indecisão (ou não decisão), de inconsciência, de descrédito para o Supremo.

O Regimento interno do Supremo tem duas exigências, logo no inicio, exigências que Peluso, disparatadamente não cumpriu. 1 – “Com 8 Ministros o Supremo pode decidir, com menos não”. 2 – “Se houver empate, o presidente decide pelo voto preferencial”.

Portanto, não é facultativo para o presidente e sim obrigatório. E o que está escrito, tem toda razão de ser. Determinando que com 8 ministros presentes, o Supremo pode decidir, reconhece que na decisão com numero par, pode haver o presumível empate. E decide o que fazer nessa circunstancia.

Não falo por falar, em 1963 fui julgado pelo Supremo. Presentes 8 ministros, o julgamento ficou (sem terminar) em 4 a 4. Quiseram levantar a questão, impedir que o presidente desempatasse. Acontece que o presidente se chamava Ribeiro da Costa, mostrou o Regimento e votou.

E não se diga que o bravo Ribeiro da Costa estava obrigado a me absolver. Votara a meu favor, mas podia votar contra. A Constituição de 1946 criara o voto-de-desempate, o presidente não estava obrigado a coisa alguma. Obrigado estava, apenas a votar.

Cezar Peluso, que agora fala no “caráter vinculante”, também não estava obrigado a nada, como Ribeiro da Costa. Só não podia dizer, como disse: “Não vou DESEMPATAR, FICO CONSTRANGIDO”. Agora o mesmo Cezar Peluso, sem CONSTRANGIMENTO, quer submeter o Congresso (Legislativo) ao jugo e ditadura de outro Poder (o Judiciário).

Completamente absurdo, e violentando o artigo 2º da Constituição: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, Executivo e Judiciário”. Visivelmente inconstitucional e sem aplicação mesmo remotamente. Mas não é só isso.

Só que há mais e muito mais conflitante. Antes do Ministro Peluso querer controlar, antecipadamente o Legislativo, examinando os projetos que serão discutidos, debatidos e votados, a Camara teve ideia igual, para atingir o Supremo.

Foi apresentado Projeto de Emenda Constitucional (PEC) com o seguinte objetivo ou determinação: “Os julgamentos ou decisões do Supremo Tribunal Federal, só passarão a valer depois de RATIFICAÇÃO do Congresso”.

O deputado que apresentou essa PEC (que está na Comissão de Constituição) fez discurso violentíssimo contra o Supremo. Muita gente não percebeu nem deu importância, mas a partir do discurso de Peluso, a PEC sobre o Supremo tem sido muito consultada. Deputados e senadores acreditam e divulgam: “A fala do presidente do Supremo, é represália, ele não percebeu o que está provocando”. Ou então, não havendo nenhuma decisão, de lado a lado.

O fato do Supremo não ter a ultima palavra, nem é inédito. Nos EUA, em caso de pena de morte, são admitidos muitos recursos, centenas deles. Às vezes, presos ficam no “corredor da morte” até mais de 10 anos.

***

PS – Foi o caso de Caryl Chessmann, que decorridos 10 anos, tendo se formado em muita coisa, escrito livros, era visivelmente um outro homem. Mas foi morto, quer dizer assassinado.

PS2 – Na questão da pena de morte, o governador do estado está acima da Corte Suprema. Pode transformar a pena de morte em prisão perpetua, com ou sem condicional. Como disputa eleição, só intervém mesmo, depois de muitas e muitas pesquisas mandando favorecer o preso.

PS3 – De qualquer maneira, a restrição posterior ao Supremo, ou o referendo antecipado ao Congresso, tem vetos e votos, ódios e admirações. Acho que ficará tudo como está.

Helio Fernandes/Tribuna da Imprensa

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Depois do álcool, preço da gasolina explode no Estado

Tatiana Cavalcanti, Folha de S.Paulo e Folha.com
do Agora

Depois do álcool, agora é o preço da gasolina que sobe e se torna um problema no controle da inflação. Na região central da capital já é possível encontrar o litro do combustível por R$ 2,99.

Nas últimas quatro semanas, de acordo com um levantamento feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), a gasolina ficou, em média, 4,66% mais cara nas bombas do país. No Estado de São Paulo, a alta foi de 4,71% --o preço médio passou de R$ 2,570 para R$ 2,691.

Embora o governo --por meio da Petrobras-- mantenha sob controle o preço do combustível, um quarto do litro da gasolina vendida nas bombas é composto por álcool do tipo anidro. Desde o início do ano, esse etanol --que é diferente do vendido diretamente na bomba-- dobrou de preço, o que pressiona o valor da gasolina.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quarta

Justiça dá revisão para aposentado de 91 a 93

Ana Magalhães
do Agora

Os segurados que se aposentaram entre 5 de abril de 1991 e 31 de dezembro de 1993 --período conhecido como buraco verde-- podem ter direito a uma revisão no valor do seu benefício previdenciário. Uma decisão do TRF 1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), de março deste ano, concedeu um aumento a um aposentado de Minas Gerais.

Os aposentados desse período tiveram o benefício calculado de maneira errada, o que acabou reduzindo o valor do pagamento. Entretanto, uma lei em 1994 determinou que o INSS deveria corrigir o problema.

"A questão é que muitos benefícios não foram corrigidos pelo INSS e outros foram corrigidos pela metade", afirma o advogado previdenciário Júlio César de Oliveira, do escritório Fernandes Vieira Advogados Associados.

Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta quarta,

Liderado por Lula, PT inclui Dirceu em articulação sobre 2012

Também réu do mensalão, João Paulo Cunha ganhou assento na mesa de encontro com o ex-presidente para falar sobre corrida municipal

Nara Alves, iG São Paulo | 19/04/2011 10:14 - Atualizada às 17:26


Sob comando do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT decidiu incluir o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu na montagem da estratégia que vai definir a ação do partido nas eleições de 2012. Lula chegou por volta das 9h40 desta terça-feira em Osasco, na Grande São Paulo, para uma reunião com líderes petistas para tratar da corrida municipal. Dirceu, que é réu no processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o escândalo do mensalão, também participou do evento. Lula e o ex-ministro chegaram em carros separados.

Foto: Futura Press Ampliar

João Paulo Cunha (PT-SP) em encontro com prefeitos, vice-prefeitos e parlamentares do PT

Outro envolvido na crise de 2005 foi incluído na reunião - o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, que ganhou um assento na mesa do encontro, junto com Lula, o presidente interino do PT, Rui Falcão, o presidente do PT paulista, Edinho Silva, o prefeito de Osasco, Emidio de Sousa, o senador Eduardo Suplicy e o líder do PT na Assembleia, Enio Tatto.

Foram reunidos, ao todo, 32 prefeitos, 21 vice-prefeitos, 21 deputados estaduais, 3 deputados federais e dois ex-ministros (Dirceu e Luiz Dulci, que comandava a Secretaria-Geral da Presidência).

Lula discursou na abertura do encontro, que ocorreu a portas fechadas no Solarium Parque Hotel & Spa, em Osasco. Segundo relato de participantes, o ex-presidente deixou claro que estará presente nas negociações sobre a corrida municipal. “Eu quero participar das eleições de 2012”, disse.

De acordo com Edinho Silva, foram discutidos temas como o surgimento de setores emergentes na periferia da capital paulista e a necessidade de uma estratégia para abordar este eleitorado. Ainda segundo o dirigente, Lula enfatizou a importância da política de alianças e citou como exemplo sua parceria nas urnas com o ex-vice-presidente José Alencar.

No encontro, também ganhou destaque a maneira como o PT deve agir diante uma eventual candidatura do ex-governador José Serra, cotado para disputar a eleição em São Paulo pelo PSDB. "Vamos mostrar o que Serra fez quando prefeito e ministro de Fernando Henrique", disse Edinho.

Embora prefeitos e outros participantes do encontro tenham feito intervenções ao microfone, Dirceu foi o principal destaque do encontro além além de Lula. O ex-ministro falou durante 40 minutos, com direito a aplausos no final. No discurso, segundo relatos de petistas que assistiram à fala, mencionou temas como a marcha nacional dos prefeitos, na qual os chefes de Executivos municipais costumam apresentar reivindicações ao governo federal.

Cronograma

O presidente interino do PT nacional, deputado estadual Rui Falcão, reiterou que o plano do partido e decidir quem será seu candidato à prefeitura paulistana até o fim do ano. Atualmente, a legenda trabalha com nomes como os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Fernando Haddad (Educação), além da senadora Marta Suplicy.

Segundo Falcão, a decisão anunciada ontem por um grupo de vereadores de deixar o PSDB é sinal do enfraquecimento do tucananto na cidade, o que pode empurrar a sigla para uma aliança com o recém-criado PSD, do prefeito Gilberto Kassab. "Se quiserem juntar o PSDB ao Kassab, Serra vai ter que ser candidato. Se ele for, será no último minuto”, disse o deputado.

O encontro de hoje ocorreu após uma frustrada tentativa de reunir as lideranças, no mês passado. Antes, um evento com os mesmos objetivos, organizado pelo presidente do PT paulista, Edinho Silva, estava marcado para ocorrer, em São Bernardo do Campo (SP). O encontro, no entanto, acabou sendo adiado.

http://ultimosegundo.ig.com.br/

Miro Teixeira e o projeto das LAN Houses -- a favor e contra.wmv



Câmara aprova financiamento público para lan houses, mas exige cadastro de usuários

A Câmara acaba de aprovar o projeto de lei que prevê parceria entre o governo e as lan houses de todo país.

O texto ainda vai a votação no Senado. Caso aprovado, esses estabelecimentos poderão adquirir equipamentos em linhas de financiamento de órgãos da administração pública ou de instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Mas tem um probleminha: foi aprovada uma emenda que exige o cadastro dos usuários de LAN houses. Quem explica é o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que já foi ministro das Comunicações no governo Lula:

http://colunistas.ig.com.br

Justiça do Rio manda soltar 40 presos da Operação Guilhotina

Entre os beneficiados, está o delegado Carlos Antônio Oliveira, ex-subchefe da Polícia Civil

iG

Foto: Agência O Globo Ampliar

Preso durante a operação, o delegado Carlos Oliveira deverá ser solto

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu pedido de liberdade (habeas-corpus) aos 40 presos da Operação Guilhotina da PF (Polícia Federal), desencadeada em fevereiro.

Entre os beneficiados, está o delegado Carlos Antônio de Oliveira, ex-subchefe da Polícia Civil, que foi acusado na época de apropriação de bens de traficantes apreendidos durante a ocupação no Complexo do Alemão, na zona norte da capital, em novembro.

Na ação proposta pelo Ministério Público, foram denunciados 47 réus, sendo que nem todos estavam presos. Eles responderão, agora, em liberdade às acusações de formação de quadrilha armada, peculato, corrupção passiva, comércio ilegal de arma de fogo, extorsão qualificada, entre outros delitos.

Na denúncia, a Promotoria revelou a existência de quatro grupos criminosos formados por policiais. Dois deles voltados à prática conhecida como ‘espólio de guerra’, consistente na subtração de bens apreendidos em incursões policiais e posterior fornecimento de armas e munições a traficantes de drogas.

Uma terceira quadrilha era composta por integrantes de uma milícia, que controlava uma comunidade na zona norte da capital. O quarto grupo realizava segurança privada de bingos e casas de prostituição.

Prisões feitas de maneira genérica

Os pedidos de habeas corpus foram impetrados em favor do delegado Oliveira e dos policiais Leonardo da Silva Torres e Ricardo Afonso Fernandes. Depois de conceder a liberdade para os três, os desembargadores que integram a 7ª Câmara Criminal do TJ decidiram estender o benefício aos demais acusados.

Segundo um dos impetrantes do pedido de liberdade, a prisão preventiva foi decretada de maneira genérica, não havendo especificação quanto à situação de cada acusado.

Na decisão, o relator, desembargador Sidney Rosa da Silva, afirmou que, para que haja o decreto de prisão preventiva, é necessária uma rigorosa definição de fatos concretos, não sendo possível mera reprodução dos requisitos constantes da lei processual.

“A decisão da prisão dos denunciados se pautou privativamente na prevenção da ordem pública e na preservação do quadro de provas, julgando ser essa circunstância pertinente e necessária à efetiva investigação pelos órgãos competentes com apoio da Polícia Federal”, afirmou. E ainda: “Não bastando apenas elencar os motivos determinantes da prisão, sendo indispensável observância quanto à prova da existência dos fatos concretos que conduziram a sua convicção”.

Crise na Polícia Civil

A Operação Guilhotina causou uma crise na cúpula da Polícia Civil. Na época, o então chefe da corporação, delegado Allan Turnowski, foi convocado para prestar depoimento na PF suspeito de ter repassado informações sobre a investigação para um inspetor, que acabou preso.

Desgastado, Turnowski acabou sendo substituído no cargo pela delegada Martha Rocha.

terça-feira, abril 19, 2011

Filha de Ulysses pede a Simon resposta a Sarney

Fábio Góis

A filha do ex-deputado Ulysses Guimarães (1916-1992), Celina Campello, recorreu ao senador Pedro Simon (PMDB-RS) para contestar as declarações do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), registradas contra o “senhor Constituinte” no livro Sarney – A biografia, da jornalista Regina Echeverria, lançado em março. No início da tarde desta segunda-feira (18), Simon subiu à tribuna do plenário com a cópia impressa de um e-mail em que Celina lembra a “admiração e amizade” que ele nutria por Ulysses. Filha de Dona Mora, ela pede que o peemedebista, “com sua inteligência e capacidade de comunicação”, lembre “mais uma vez o legado político” de Ulysses, por meio de artigo ao jornal O Estado de S. Paulo, que publicou na última semana de março as declarações de Sarney.

“Ulysses não tem grandeza de espírito público. É um político menor, que tem o gosto da arte política. Puro gosto do jogo, sem nada mais”, declarou Sarney, em espécie de diário da época em que governou o Brasil, entre 1985 e 1990. Nos escritos, o senador peemedebista reclama de Ulysses ao listá-lo como um dos políticos que prejudicaram sua gestão, a primeira de um civil após o período da ditadura militar. A assessoria de imprensa de Sarney, que está fora do país, disse que os registros refletiam as ideias do senador à época, e não seu pensamento atual.

“Olha, quando li essa frase [registrada acima], pedi a um jornalista, meu colega do gabinete, que me emprestasse o livro e fui conferir, porque achei que era um exagero do jornal. Nunca me passou pela cabeça que era isso”, declarou Simon, para quem “o biografado é uma pessoa de pensamento muito duro, muito rígido”.

Com a mensagem eletrônica em mãos, Simon parecia fazer auto-referência no pronunciamento, bem como a Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) – dois dos fundadores da legenda, ambos têm postura legislativa independente do partido, principal aliado do governo federal. “É verdade que estamos vivendo uma época de esquecimento, inclusive dentro do PMDB. (...) Por isso, faço questão de vir aqui, minha querida Celina, para dizer que, perante a história do Brasil, a figura do Doutor Ulysses continua notavelmente respeitada”, acrescentou o senador peemedebista.

“Ele [Sarney] não pode usar uma frase como essa e atingir uma pessoa que morta está, que não pode se defender. Se, durante os tantos anos em que vivos estavam os dois, eles poderiam ter debatido um com o outro. A saída é essa, e não é humilhante. O doutor Sarney voltará a ter o respeito de todos nós se disser: ‘Houve um equívoco, houve um erro, houve um vazio, e eu peço desculpas’”, acrescentou Simon.

O lançamento do livro em Brasília, em 22 de março, reuniu figuras conhecidas da política nacional – em evento que, provocando esvaziamento no Congresso, interrompeu a pauta de votações em plena terça-feira, dia tradicionalmente reservado às deliberações em plenário. Por lá passaram nomes como Agaciel Maia (agora deputado distrital pelo PTC), ex-diretor-geral do Senado e pivô da mais grave crise da história do Senado, com o caso dos atos secretos; e Renan Calheiros (AL), líder do PMDB.

Leia também: Biografia sobre Sarney impede votação no Senado

Fonte: Congressoemfoco

Nos jornais: Lula vai comandar bloco aliado na reforma política

O Globo

Lula vai comandar bloco aliado na reforma política

Quatro meses depois de deixar o governo e se dedicar a viagens internacionais e palestras remuneradas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa hoje a colocar a "mão na massa" da política nacional. Ele se reúne à tarde em São Paulo com parlamentares e dirigentes do PT para definir sua participação na reforma política. O papel do ex-presidente seria articular partidos aliados em torno das propostas petistas e costurar a mobilização das centrais sindicais.

Como Lula é respeitado não só na Central Única dos Trabalhadores como na Força Sindical, uma campanha pela reforma política poderia unir as centrais, hoje em rota de colisão. Lula deverá participar ativamente das articulações políticas para as disputas pelas prefeituras em 2014. Em reunião neste fim de semana, o diretório municipal do PT de São Paulo reafirmou a posição de lançar candidato próprio nas eleições de 2012, mantendo a oposição ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Dividida, oposição busca rumo para reagir ao governo

Desnorteada com a terceira derrota consecutiva para o PT na disputa presidencial, a oposição vive um de seus momentos mais críticos. Divididos e sem estratégia para se contrapor à presidente Dilma Rousseff, PSDB, DEM e PPS lutam pela sobrevivência, já que a criação do PSD abriu a janela para oposicionistas que andavam loucos para aderir ao governo.

O DEM perdeu para a nova legenda 11 deputados federais, a senadora Kátia Abreu (TO), o vice-governador de São Paulo, Afif Domingos, e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab. O novo presidente do partido, senador José Agripino (RN), diz que as perdas não o assustam:

Para o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) David Fleisher, a oposição está sem rumo e perdendo densidade. Na sua opinião, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso "tentou botar ordem no galinheiro" ao convocar a oposição a uma reflexão sobre seu papel e destacar a necessidade da busca de bandeiras que atendem demandas da nova classe média.

Blitz apreende carteira vencida de Aécio Neves

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve a carteira de habilitação apreendida, por estar com a validade vencida, numa blitz da Lei Seca, ontem de madrugada, no Leblon. Segundo fiscais, o ex-governador de Minas se recusou a soprar o bafômetro, mas a informação foi negada pela assessoria de Aécio.

Governo não segura dólar e inflação, mas reforça caixa

O governo vai contar com um reforço extra de caixa de pelo menos R$ 16,3 bilhões com os aumentos de tributos para conter a queda do dólar e diminuir a inflação. Este valor representa quase 14% dos R$ 117,9 bilhões que a equipe econômica se comprometeu a cortar para pagar os juros da dívida pública, o chamado superávit primário. Só a medida mais recente, que elevou o imposto para operações de crédito de pessoas físicas, deve render R$ 10 bilhões em 2011 aos cofres públicos, segundo cálculos de uma consultoria. Até agora, as medidas não tiveram o efeito esperado: o dólar continua em queda, e a inflação ainda não deu trégua.

Bullying já afeta 84,5% dos estudantes no Rio

Uma pesquisa com estudantes de 10 a 16 anos revela que a grande maioria dos alunos – 84,5% dos entrevistados – já foi vítima ou convive com alguém que tenha sofrido de bullying no Rio. Desse total, 40,4% foram os alvos. As aulas recomeçam hoje na escola onde 12 alunos foram mortos.

Crianças também são vítimas de oxi e crack

Drogas que se espalha pelo país e tem efeito mais letal do que o crack, o oxi já tem entre suas vítimas crianças que nem chegaram aos 10 anos. No Acre, por onde a droga entrou no Brasil, menores fumam a pedra de oxi nas ruas sem ser importunados. O crack também ameaça crianças no Nordeste, no Sudeste e no Sul.


Folha de S. Paulo

Corte de verba prejudica vigilância das fronteiras

O corte no orçamento da Polícia Federal para este ano afetou a fiscalização em regiões de fronteiras e as ações de combate ao narcotráfico e contrabando de armas. O dia a dia das operações foi prejudicado devido à suspensão dos gastos com diárias para delegados e agentes, segundo os policiais. Há relatos de problemas estruturais, como o fechamento de um posto na fronteira com o Peru, e da falta recursos para manutenção de carros, compra de combustíveis e coletes à prova de bala.

A redução vem na esteira do contigenciamento no Orçamento da União, determinado por decreto assinado em fevereiro pela presidente Dilma Rousseff. No Ministério da Justiça, com orçamento previsto de R$ 4,2 bilhões para 2011, o corte foi de R$ 1,5 bilhão. Agentes relataram à Folha que os cortes comprometeram a Operação Sentinela, feita com a Força Nacional de Segurança e a Polícia Militar nos Estados. A ação combate crimes como tráfico internacional de drogas, entrada de armas, contrabando e imigração ilegal. Houve redução do efetivo desde a Amazônia até o Rio Grande do Sul.

Aécio se recusa a passar por bafômetro e carteira é retida

Por se recusar a fazer o teste do bafômetro e dirigir com a carteira de habilitação vencida, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve o documento apreendido em blitz da Operação Lei Seca, na madrugada de ontem, no Rio. O tucano levou, ainda, 14 pontos na carteira, terá de pagar R$ 1.149,23 em multas e de responder a dois processos no Detran fluminense.

O senador dirigia um Land Rover e foi parado por volta das 3h no cruzamento da avenida Bartolomeu Mitre com a rua San Martin, no Leblon, na zona sul carioca. Ele tinha saído de um restaurante com a namorada e voltava para seu apartamento.

Abordado por policiais, recusou-se a fazer o teste do bafômetro -infração gravíssima (sete pontos na carteira e multa de R$ 957,69). Os policiais também constataram que o documento estava vencido -infração de mesmo peso e multa de R$ 191,54. Impossibilitado de dirigir, Aécio pediu então que um taxista conduzisse o carro até seu apartamento.

STJ abre investigação sobre conselheiro de Tribunal de Contas

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, deve ser investigado sob suspeita de ter recebido propina da Alstom, de acordo com documentos obtidos pela Folha. Ele só pode ser investigado em processos criminais pelo STJ por ser conselheiro do Tribunal de Contas e gozar de foro privilegiado. O pedido de investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República. O subprocurador Francisco Dias confirmou à Folha a existência da investigação, mas disse que não pode fazer comentários sobre o caso porque a investigação corre sob segredo de Justiça.

Outro conselheiro do Tribunal de Contas, Eduardo Bittencourt Carvalho, também é investigado pelo STJ por suspeita de enriquecimento ilícito, remessas ilegais e lavagem de dinheiro. O procurador Rodrigo de Grandis, que cuida da investigação federal em São Paulo, havia solicitado a apuração sobre Marinho por considerar que há indícios de que ele integrou uma suposta rede de recebimento de propinas, que incluía funcionários da Eletropaulo e do Metrô, segundo promotores suíços.

Investigação do mensalão precisa ser mais célere

Responsável pela denúncia do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza critica a demora da Polícia Federal em investigar os desdobramentos do caso. Em fevereiro, cinco anos após o início das investigações, a PF concluiu relatório sobre a origem do dinheiro do esquema. O documento faz parte de um inquérito aberto em 2007 e está em análise pelo Ministério Público Federal, que pode pedir novas investigações. "O tempo [cinco anos] foi muito longo. A investigação deve ser mais célere."

Advogando desde que se aposentou do Ministério Público, em 2009, ele afirma que há elementos suficientes para condenar os 38 réus que ainda permanecem na denúncia. O motivo: "parte relevante dos valores teve origem em recursos públicos". Em entrevista à Folha, ele rechaça a ideia de que o mensalão possa ser esvaziado com a volta de personagens ao cenário político. O ex-presidente Lula chegou a prometer que iria desmontar a "farsa do mensalão". "Esta reabilitação política não pode sugerir que tudo passou de uma invencionice", disse o ex-procurador.

Crise japonesa durará mais nove meses

Mais de um mês depois do início da crise na usina nuclear de Fukushima, no litoral nordeste do Japão, a empresa responsável por administrá-la, a Tepco, elaborou um cronograma de nove meses para solucioná-la. Também neste domingo, o governo japonês disse que os milhares de pessoas forçadas a deixarem suas casas no entorno da usina só poderão retornar quando o solo for descontaminado, o que pode levar de seis a nove meses. O anúncio sugere que nenhum terreno será inutilizado, como em Tchernobil depois do desastre nuclear de 1986. Sugere também que o governo continuará tendo de sustentar essas pessoas, instaladas em abrigos.


O Estado de S. Paulo

Japão prevê crise nuclear até janeiro

A Tokyo Eletric Power (Tepco), empresa que administra a usina de Fukushima, prevê até nove meses para controlar a crise nuclear provocada pelo acidente no complexo. A companhia pretende reduzir o vazamento de radiação e estabilizar os seis reatores afetados pelo terremoto seguido de tsunami de 11 de março, que deixou 28 mil mortos e desaparecidos. A notícia frustrou as mais de 80 mil pessoas que moram em um raio de 20 km e tiveram de deixar suas casas. Os reparos serão feitos em duas fases. A primeira, de três meses consiste no resfriamento dos reatores e das piscinas onde é armazenado o combustível. Na segunda etapa de até seis meses, técnicos controlarão a liberação de material radioativo e desligarão os reatores.

PT quer definir candidato em SP já em 2011

Uma resolução aprovada ontem por cerca de 430 delegados de 36 diretórios zonais do PT paulistano definiu a posição da legenda quanto à corrida pela Prefeitura de São Paulo de 2012: eles querem "um candidato já", como resumiu o presidente do diretório municipal, vereador Antonio Donato.

Não é ansiedade, é estratégia. Ao propor, no item 46 do documento, "entrar em 2012 com uma candidatura definida", os petistas da capital querem evitar o que consideram um grave erro da campanha para governador em 2010: o de esperar demais - no caso, pela candidatura de Ciro Gomes (PSB) - e definir muito tarde o nome de Aloizio Mercadante. "Precisamos ocupar espaços, ganhar os setores médios", resume Donato.

Aécio é flagrado com CNH vencida e recusa bafômetro

O senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) se recusou a fazer o teste do bafômetro e apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida em uma blitz da Operação Lei Seca, na madrugada de ontem, no Leblon, zona sul do Rio.

Segundo o governo do Rio, o político mineiro, que dirigia uma Land Rover, se recusou soprar no aparelho que determina a concentração de bebida alcoólica no organismo, por meio da análise do ar exalado dos pulmões da pessoa. Em seguida, o senador apresentou a CNH vencida e o documento foi apreendido. Ele foi multado em R$ 957,70 por recusar o bafômetro e em R$ 191, 54 pela habilitação vencida.

DEM não sobrevive sem governo de SC, avaliam líderes

A cúpula do DEM está promovendo a ofensiva final para tentar salvar a legenda do que ela chama de "ação predatória" do novo PSD do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, com o apoio do Palácio do Planalto. Como a avaliação é de que a sobrevivência passa por Santa Catarina, o partido está fazendo uma operação de emergência para evitar que uma debandada de catarinenses tire do DEM o governador do Estado, Raimundo Colombo.

A cúpula do partido avalia que o DEM não resistirá se ficar só com o governo do Rio Grande do Norte. O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), pediu socorro ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), na quinta-feira, ao mesmo tempo em que o presidente nacional do partido, senador José Agripino (RN), embarcava para Florianópolis para "segurar" Colombo. A despeito do esforço, a fusão com o PSDB voltou à pauta das conversas de dirigentes do DEM com governadores e líderes tucanos.

"Pobres não são petistas, são governistas"

O Bolsa Família tem efeito eleitoral "muito grande", mas favoreceu mais Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 que Dilma Rousseff em 2010. O programa é bem avaliado por todas as classes sociais, e essa imagem positiva tem pouco a ver com a exigência de contrapartidas dos beneficiários.

As afirmações, feitas em artigos publicados recentemente ou ainda inéditos, são do cientista político Cesar Zucco, brasileiro que leciona na Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Não são meras opiniões ou palpites, mas constatações embasadas em pesquisas de opinião ou estudos estatísticos sobre a correlação entre programas sociais e tendência de voto.

Região Norte lidera número de ‘apagões’ no Brasil

A Região Norte tem os piores índices de qualidade no fornecimento de energia do País. Em 2010, o brasileiro enfrentou pouco mais de 11 cortes de eletricidade no ano, enquanto os moradores do Norte ficaram quase 50 vezes no escuro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reconhece que a situação é preocupante e cobrou das distribuidoras um aumento nos investimentos para tentar estancar o problema.

Vulcabrás leva para Índia parte de sua produção

Maior fabricante de calçados do País, a Vulcabrás comprou uma fábrica de tênis na Índia, onde vai investir US$ 50 milhões.


Correio Braziliense

Por que o serviço de táxi no DF é caro e ruim

A principal razão é que desde 1974 não são emitidas permissões, e os 3.400 carros autorizados já não dão conta de atender a metrópole de 2,6 milhões de habitantes. Tentativas de melhorar o sistema sempre esbarram no forte lobby da categoria na Câmara Legislativa e no GDF.

Omissão manchada de sangue

Nem a Lei Maria da Penha nem as medidas de proteção do Estado têm sido capazes de garantir a segurança de mulheres ameaçadas de morte. Que o digam Onofra e Benedito Cardoso, casal que já perdeu duas filhas assassinadas pelos maridos. Em 2007, Luciana foi morta na frente das filhas, Gleice, Giovana e Francielle, depois que ela ter procurado a 32ª DP, em Samambaia, para denunciar o marido. Cinco anos antes, Fernanda foi morta com uma facada no banheiro de casa. Os acusados estão presos, mas a família teme que eles em liberdade, voltem a atacá-los.

Líderes fazem pressão por CPI do DFtrans

Chefes dos blocos partidários na Câmara Legislativa reúnem-se amanhã para defender a investigação das suspeitas de irregularidades no sistema de transporte urbano no DF.

Casa Própria: comprador antigo paga seguro maior

Quem comprou, até julho de 2009, imóvel financiado em bancos públicos e privados está pagando seguro até duas vezes mais caro do que os mutuários mais recentes. Só a Caixa Seguros, que detém 70% das apólices habitacionais no país, reduziu o seguro de 40% para 50%, mas avisou que a medida só valia para os novos contratantes. A cobrança de preços diferentes é ilegal, avaliam especialistas.

Fonte: Congressoemfoco

Conheça os crimes cometidos no Congresso

  • Grampos ilegais, estelionatos, fraudes, pedofilia, roubos e furtos. Levantamento das ocorrências policiais registradas no Congresso demonstra que a criminalidade diminuiu, mas casos complexos continuam sem solução

    Wilson Dias/ABr
    Levantamento do Congresso em Foco mostra quais são e quantos são os crimes registrados pelas polícias da Câmara e do Senado

    Eduardo Militão

    A criminalidade dentro das cercanias do Senado anda estável, enquanto na Câmara está em queda. Se a estatística mostra redução no número de ilícitos, os casos mais complexos ocorridos na última legislatura, porém, continuam sem solução, ainda sendo analisados pela Justiça, Ministério Público e pela Polícia Federal.

    É o que aponta levantamento do Congresso em Foco com base nas estatísticas de inquéritos, termos circunstanciados e ocorrências policiais registradas pelas duas Casas legislativas. Houve um leve aumento de 15 para 16 inquéritos e termos circunstanciados no Senado no período de 2005 a 2010. Na Câmara, as ocorrências caíram de 603, em 2006, para 430 no ano passado, uma redução de 29%.

    Os fatos e ilícitos relatados não incluem nenhum senador ou deputado na condição de investigado. Com foro privilegiado, eles só poderiam responder a inquéritos na Polícia Federal, tudo com a supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O Congresso em Foco separou, sem pretensões científicas, os casos mais graves num primeiro grupo, o que inclui grampos ilegais, estelionatos, fraudes, casos de pedofilia, roubos e furtos. Olhando apenas esses ilícitos, os inquéritos no Senado subiram de três para oito entre 2005 e o ano passado, um incremento de 167%. Na Câmara, as ocorrências baixaram de 224 para 166, uma queda de 26% entre 2006 e 2010.



    Veja o quadro dos crimes registrados com mais detalhes
    Funcionários fantasmas

    Apesar da prerrogativa de foro, os principais casos da última legislatura envolveram, de alguma forma, senadores e deputados. Na Câmara, uma fraude desviou R$ 2 milhões dos cofres públicos: um dos métodos era colocar pessoas na folha de pagamento, que pensavam estar recebendo benefícios sociais. Na verdade, viravam servidores fantasmas da Câmara, enquanto terceiros ficavam com salários de até R$ 7 mil por mês. Revelado pelo Congresso em Foco em 2009, o caso aguarda até hoje a conclusão de um exame grafotécnico nas assinaturas dos deputados Sandro Mabel (PR-GO) e Raymundo Veloso (PMDB-BA) para saber se são deles as autorizações para a nomeação dos fantasmas oficialmente lotados em seus gabinetes. Os parlamentares não foram indiciados.

    No Senado, aconteceu a mesma coisa: as estudantes Kelly Janaína e Kelriany Nascimento da Silva assinaram papéis para receberem uma bolsa de estudos. Mas viraram funcionárias fantasmas ganhando R$ 3.800 do então senador Efraim Morais (DEM-PB). Das contas correntes delas, foram desviados R$ 88 mil. Em depoimento à Polícia do Senado, a chefe de gabinete do senador, Mariângela Cascão, afirmou que a nomeação das duas fantasmas foi determinada por Efraim. Por causa do foro privilegiado, o caso foi parar no Supremo.

    NA CÂMARA
    Família carente atrás de benefício social vira fantasma de deputado...



    NO SENADO
    ....
    estudantes que queriam bolsa de estudos viram fantasmas de senador


    O procurador geral da República pediu a oitiva de Efraim e o exame grafotécnico de suas assinaturas. Antes de o ministro Celso de Mello decidir, o senador não conseguiu se reeleger e o caso foi parar no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Depois que saiu do STF, há quase dois meses, só na última sexta-feira (15) o inquérito chegou ao gabinete do desembargador Carlos Olavo. Ele é quem decidirá se haverá depoimento e exame das assinaturas, segundo informou o advogado das duas estudantes, Geraldo Faustino Júnior. Efraim atualmente é secretário de Infraestrutura do governo da Paraíba.

    Grampo no ministro

    Outro caso apurado no Senado fez parte da chamada “crise dos grampos” de 2008. A revista Veja publicou um diálogo, supostamente gravado ilegalmente, entre o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o presidente do Supremo à época, Gilmar Mendes. Foram feitas varreduras nos telefones do Senado, já que um relatório de segurança do STF já havia indicado a possibilidade de uma escuta ilegal feita fora das dependências do tribunal. A crise, que derrubou o diretor da Abin na época, Paulo Lacerda, está longe de ser esclarecida. Até hoje, não foram divulgados os áudios do suposto grampo.

    O inquérito está na Procuradoria da República do Distrito Federal. A procuradora Luciana Marcelino o retirou da 10ª Vara Federal em setembro de 2010. Segundo a assessoria do Ministério Público, ela está em férias e não poderá falar sobre o andamento da apuração, que já acumula 13 volumes de papel e 15 apensos.

    Pedágio

    No ano passado, uma investigação da Polícia da Câmara mostrou que garçons acusavam a chefe dos funcionários terceirizados de cobrar um pedágio para contratar os trabalhadores que iam cuidar da limpeza e do serviço aos deputados. Depois de o caso ser noticiado por este site, a encarregada acabou afastada das funções. Como o Congresso em Foco mostrou, até com reformas e materiais de construção os garçons tentavam “comprar” a contratação de seus filhos para o quadro de terceirizados da Câmara.

  • Fonte: Congressoemfoco

Faz sucesso na internet a lista dos gastos mensais com cada deputado federal. Chegam a R$ 250 mil por mês. Você sabia?

Carlos Newton

Em São Paulo, mais de um milhão de eleitores votaram no Tiririca apenas por gozação, o que nada tem a ver com a política, e fizeram-no apenas para ironizar a realidade brasileira e demonstrar seu desprezo pelas autoridades. No Rio, mais de 200 mil eleitores votaram em Romário, em homenagem a seu passado de futebolista, o que também nada tem a ver com a política. Idem, idem, no que diz respeito a Popó, pelo seu empenho nos ringues.

Esse fenômeno se espalha pelo país inteiro, no Ceará já elegeram uma prostituta como deputada estadual, e por aí vamos. Antigamente, quando não havia a urna eletrônica, votamos no rinoceronte “Cacareco”, no bode “Cheiroso” e no macacão “Tião”. Mesmo assim, os políticos profissionais não se emendam. Custam cada vez caro à nação. E o que dão em troca? Confira os custos diretos (não estão computados os custos indiretos) e veja se isso tem justificativa. É desalentador:

Salário: R$ 26.700,00

Ajuda de Custo: R$ 35.053,00

Auxilio Moradia: R$ 3.000,00

Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00

Despesa médica pessoal e familiar: ilimitada e internacional

Assistência: livre escolha de médicos, dentistas e clínicas

Telefone Celular: gatos ilimitados

Bônus anual: dois salários adicionais = R$ 53.400,00

Passagens e estadia: uma por semana, de ida e volta

Reuniões no exterior: dois congressos ou o equivalente todo ano

Custo médio mensal: R$ 250.000,00

Aposentadoria: depois de oito anos

Fonte de custeio: NOSSO BOLSO!!!!!!

Os senadores gastam ainda mais, porque cada um dele tem um carro oficial de luxo à disposição. E é melhor nem tocar no assunto, porque os deputados podem se revoltar e exigir auxílio-condução. Além dos congressistas, nossos impostos sustentam também os deputados estaduais. vereadores, prefeitos, governadores, a presidente, seus vices, e por aí em diante.

Por isso, Ao final da mensagem sobre os custos dos deputados, os autores desse e-mail perguntam: “Dá para chamar o Tiririca de palhaço? Pense bem: quem é o palhaço?”

Fonte: Tribuna da Imprensa

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