segunda-feira, março 22, 2010

Cliente pode refinanciar dívidas

Folha de S.Paulo

Os clientes têm encontrado mais opções para refinanciar dívidas de empréstimos em bancos concorrentes. O modelo já funciona bem no segmento de veículos.

As financeiras emprestam dinheiro ao cliente para quitar a dívida no concorrente. Depois, transferem a alienação do carro de uma instituição para outra. Há essa opção também para os imóveis, mas ainda com carteiras menores.

Nem sempre a mudança é sinônimo de ganhos significativos para o consumidor. As instituições aceitam o cliente descontente com seu banco original ou aquele que tem dificuldades financeiras e precisa de grana mesmo com a casa ou veículo alienado.

O pioneiro é o Banco PanAmericano, com a linha AutoPan de refinanciamento de veículos ainda alienados.

Com a opção, o cliente consegue a grana, dando o carro como garantia, mas estende o prazo de financiamento. Como o risco da operação é maior, as taxas podem ser mais altas que as originais.

No crédito imobiliário, a financeira BM Sua Casa, do grupo Brazilian Mortgages, foi a primeira no país a oferecer, em maio de 2007, o refinanciamento, inclusive para imóveis alienados em outra instituição. As taxas são de cerca de 1% ao mês, e os prazos chegam a 30 anos.

O Santander também atua no refinanciamento, mas só com o produto de hipoteca, em que o cliente entrega o imóvel como garantia de um empréstimo de uso livre. O banco não aceita imóveis que não tenham sido quitados.

O Citibank também entrou no segmento, mas como parceiro do BM Sua Casa na rede de agências e nas lojas Credicard.

Fonte: Agora

Fotos do dia

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Servidores podem antecipar aposentadoria

Ana Magalhães
do Agora

O servidor que quer se aposentar e já trabalhou na iniciativa privada pode aproveitar o tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para o regime próprio de previdência. Com isso, é possível antecipar a aposentadoria.

Os funcionários públicos têm regras próprias para a aposentadoria, que calculam o tempo de contribuição, a idade do trabalhador, o tempo de serviço e os anos dedicados à sua última função.

O aproveitamento das contribuições nos dois sistemas de aposentadoria está previsto na lei 6.226/75. É chamada de contagem recíproca do tempo de contribuição a possibilidade de usar o período trabalhado em um regime de previdência no outro. No entanto, não é permitido usar o mesmo tempo de contribuição para se aposentar duas vezes.

Fonte: Agora

Segunda etapa da vacinação contra gripe A começa nesta segunda-feira

Gestantes, crianças com idade entre 6 meses e 2 anos e doentes crônicos poderão ser imunizados gratuitamente contra a doença

A partir da segunda-feira (22), começa mais uma etapa de vacinação contra a influenza A (H1N1) - gripe suína. Até o próximo dia 2, gestantes, crianças com idade entre 6 meses e 2 anos e doentes crônicos poderão ser imunizados gratuitamente contra a doença. Os cidadãos devem estar munidos de documento de identificação com foto e o cartão de vacinação. Os pais devem levar o cartão de vacinação dos bebês. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% do grupo da segunda etapa.

O Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde informa que as pessoas com a doença devem ser vacinadas independentemente da contagem de linfócitos T CD4+ (células atingidas pelo vírus HIV).

Confira o calendário de vacinação divulgado pelo Ministério da Saúde:

Profissionais de saúde e indígenas - 8 de março a 19 de março

Gestantes, doentes crônicos e crianças de 6 meses a dois anos - 22 de março a 2 de abril

Jovens de 20 a 29 anos - 5 de abril a 23 de abril Idosos (mais de 60 anos) com doenças crônicas - 24 de abril a 7 de maio

Pessoas de 30 a 39 anos - 10 de maio a 21 de maio

Segundo informações da Agência Brasil, órgão oficial do governo federal, nos postos de saúde, os portadores do vírus não precisam revelar sua condição, por terem direito a sigilo. É recomendado aos vacinados não realizarem exames de carga viral ou contagem de linfócitos nas quatro semanas posteriores à imunização por haver chances de alteração dos resultados.

Entre os doentes crônicos a serem vacinados nessa etapa estão também pessoas com menos de 60 anos com problemas de coração, pulmão, rins, fígado, câncer, diabéticos e obesos. As grávidas podem receber vacina em qualquer mês de gestação. As crianças de 6 meses a 2 anos vão receber uma dose dividida em duas vezes, sendo que a segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira.

A lista de doenças crônicas inclui:

- obesidade grau 3 ou antiga obesidade mórbida (crianças, adolescentes e adultos);
- doenças respiratórias crônicas desde a infância (como fibrose cística, displasia broncopulmonar);
- asmáticos (formas graves);
- doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
- doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (como distrofia neuromuscular);
- imunodeprimidos (como pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
- diabetes mellitus;
- doença hepática (como atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
- doença renal (como insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
- doença hematológica (hemoglobinopatias);
- pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (como doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
- portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
- portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (como hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

A primeira etapa da vacinação contemplou profissionais de saúde e indígenas, e foi finalizada na sexta-feira (19). No Paraná, 99.689 pessoas foram imunizadas. Do total, 90.755 profissionais de saúde paranaenses que atuam no enfrentamento da doença receberam a dose (75% do total) e 8.934 índios (70%) também foram vacinados.

Em Curitiba, a campanha está sendo amplamente divulgada e os ônibus do transporte coletivo estão sendo usados pela Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba para alertar a população sobre os cuidados com a gripe A H1N1. Cartazes foram colocados nos ônibus com informações sobre os cuidados básicos de higiene que a população deve ter para evitar a doença.
Fonte: Gazeta do Povo

País tem 16 milhões de eleitores "duas caras"

A mais recente pesquisa do Ibope sobre a sucessão presidencial revela que cerca de 12,5% dos eleitores se apresentam com “duas caras” ao manifestar a intenção de voto. Eles são os que querem eleger a pessoa apoiada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas citam José Serra como seu candidato favorito. Ou os que preferem alguém da oposição, mas se dizem inclinados a votar na petista Dilma Rousseff. Essas declarações de voto paradoxais e incoerentes, de quase 16 milhões de eleitores, revelam um alto nível de desinformação e de desinteresse na eleição, segundo a diretora executiva do Ibope, Márcia Cavallari.

No momento em que as pesquisas mostram pela primeira vez uma mulher com chances de chegar à Presidência da República, o eleitorado feminino ainda pende majoritariamente para o adversário do sexo oposto. Segundo o Ibope, a petista Dilma Rousseff tem 36% das preferências entre os homens e apenas 25% entre as mulheres. O tucano José Serra tem, respectivamente, 34% e 37%.

A diretora do Ibope destaca o fato de que, nessa etapa da pré-campanha, a sete meses das eleições, há mais mulheres indecisas que homens. “Normalmente as mulheres demoram mais a se interessar pelos candidatos”, observou.

O levantamento do instituto, divulgado na última quarta-feira, mostra que a maioria absoluta dos eleitores (53%) quer votar no candidato apoiado por Lula. Mas apenas metade desse contingente aponta Dilma como sua candidata preferida, e um quarto - ou 12% do eleitorado total - cita Serra, ignorando o fato de que ele será o principal nome da oposição na disputa. No outro extremo, os eleitores que querem um candidato de oposição abrangem 10% do total. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Gazeta do Povo

O tempo passa e Lula continua sem compor um conjunto de candidatos capazes de vencer as eleições de governador

Carlos Chagas

O presidente Lula concentra seus maiores esforços na eleição de Dilma Rousseff para presidente, mas sabe que até para o sucesso da candidata, o PT precisará armar quadros sucessórios eficazes nos estados.

Até agora, as dificuldades são muitas. Tome-se São Paulo, por exemplo. Depois da aventura que seria a candidatura de Ciro Gomes, que é do partido socialista, o escolhido foi Aloísio Mercadante, que pelo jeito vai para o sacrifício. Ao menos conforme as pesquisas, Geraldo Alckmin é o franco favorito.

Em Minas, Lula atropela seus próprios companheiros, insistindo que devem apoiar Helio Costa, do PMDB, deixando Patrus Ananias e Fernando Pimentel no vinagre.

No Rio, não há candidato do PT, o presidente precisou afastar Lindberg Farias para apoiar a reeleição de Sérgio Cabral, do PMDB, que agora anda de cara feia para o Planalto.

No Rio Grande do Sul, José Fogaça é o favorito, mas integra a facção do PMDB que apóia José Serra e não Dilma Rousseff. Tarso Genro disputará pelo PT, mas por enquanto com chances reduzidas.

Faltam petistas para o Paraná, Amazonas, Goiás, Pará, Pernambuco, Ceará e outros estados. No mínimo, faltará para Dilma, se for eleita, uma base de apoio estadual de seu próprio partido.

Lula fora do palco, depois de 31 de dezembro?

Não é fácil ser ex-presidente da República, tendo ou não conseguido fazer o sucessor. Fernando Henrique que o diga, porque depois de deixar o Palácio do Planalto vive até hoje tentando ocupar espaços na beiradinha das atenções, geralmente sem conseguir.

Itamar Franco, que elegeu o sociólogo, soube desencarnar porque candidatou-se ao governo de Minas e venceu, mas Fernando Collor ralou anos a fio, escanteado, até que conseguiu eleger-se senador.

José Sarney ficou pendurado no pincel, sem escada, quando teve negada sua candidatura a senador pelo seu próprio estado, o Maranhão, precisando mudar-se para o Amapá.

Quanto ao presidente Lula, há dúvidas: não parece inclinado a se tornar condômino do poder, se Dilma Rousseff for eleita, mas será um espinho na garganta dela, se ficar por aqui sem ter o que fazer. Concorrer a secretário geral das Nações Unidas é ilusão. Ironicamente, a posição mais cômoda para Lula estará na vitória de José Serra, porque aí se tornaria o chefe da oposição.

Fonte: Tribuna da Imprensa

Carta aos brasileiros - o retorno

Carlos Chagas

Em pleno Oriente Médio, pouco antes de embarcar de volta, o presidente Lula concedeu entrevista coletiva. O ponto era vago e, estimulados por empresários que integravam a comitiva, jornalistas brasileiros indagaram se caso eleita, Dilma Rousseff mudaria a política econômica. Se desenvolveria um programa estatizante.

O presidente deu duas no cravo e uma na ferradura. Declarou textualmente existirem três coisas “de que não abriremos mão”, uma espécie de confissão de que o governo Dilma irá desenvolver-se em condomínio no qual ele será o síndico: 1. Manutenção da estabilidade econômica; 2. Controle da inflação; 3. Investimentos públicos.

Os empresários sentiram-se no paraíso, aliás, no passado bíblico, localizado por ali. Ouviram a garantia de que nada vai mudar, reforçada pela afirmação de que “Dilma não será estatizante nem vai estatizar nada”.

O próximo passo parece à vista de todos: a ministra, antes ou depois de deixar o governo, divulgará sua versão pessoal da Carta aos Brasileiros assinada pelo Lula em 2002, tranqüilizando as elites. Fica a política econômica como está, ou seja, o país deve estar preparado para esquecer tudo o que for dito na campanha, se é que vão dizer alguma novidade.

E agira, Cabral?

Semanas atrás o governador Sérgio Cabral declarou que se Dilma Rousseff contrariasse os interesses do Rio, nem sua mulher votaria nela. A candidata não se pronunciou a respeito do projeto que muda o regime de royalties do petróleo, apesar de o senador Heráclito Fortes haver denunciado que o texto foi preparado na Casa Civil. Mas precisará posicionar-se, agora estimulada pela presença do presidente Lula em Brasília. A omissão não cabe, numa situação dessas.

O diabo é que se Dilma defender o projeto já aprovado na Câmara, nem poderá desembarcar no Rio e no Espírito Santo. Caso contrário, colherá a má-vontade dos estados esperançosos de receber recursos do petróleo que não produzem.

Por outro lado, fará o quê, o governador fluminense, caso se caracterize a garfada que o Congresso e o governo parecem estar em vias de aplicar no Rio e no Espírito Santo? Reforçará a proposta da candidatura própria no PMDB? Apoiará José Serra? Ou cruzará os braços, desinteressando-se da sucessão presidencial, iniciativa capaz de prejudicar-lhe a reeleição?

Não aguentou

Não se passaram duas semanas de silêncio do ex-presidente Fernando Henrique, depois de haver recebido recado de José Serra para não atrapalhar a estratégia sucessória dos tucanos. Em palestra na Academia Brasileira de Letras, convidado para homenagear a memória de Joaquim Nabuco, o sociólogo não aguentou. Disse que uma coisa é o candidato, outra a campanha. O PSDB deveria estar inundando o país com suas propostas de governo, mesmo permanecendo o governador paulista em cone de sombra. Como se fosse possível a existência de uma peça teatral sem autor.

Outra polêmica afirmação de Fernando Henrique disse respeito à política externa. Defendeu a volta ao alinhamento automático do Brasil com os Estados Unidos…

A dissolução da ordem pública

A Constituição admite a intervenção federal nos estados quando a ordem pública estiver em perigo. O Procurador Geral da República formalizou o pedido de intervenção federal em Brasília. O Supremo Tribunal Federal não tem prazo para decidir, mas já se debruça na questão.

Enquanto isso, o Distrito Federal vai se dissolvendo, com um governador-tampão posto em sossego e inação. Os apagões sucedem-se todas as semanas, não mais restritos a pequenas regiões, mas atingindo metade da cidade, ora num lado, ora em outro, por horas seguidas. Até a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios ficaram sem energia.

Ao mesmo tempo, o trânsito virou um caos. Filas duplas no centro de Brasília são coisa do passado. Agora elas são triplas e até quádruplas. Os transportes coletivos nem transportam nem servem à coletividade, ficando os passageiros à mercê dos interesses dos concessionários de empresas de ônibus. Nas cidades satélites, virou aventura estar na rua depois do sol. Multiplicam-se os assaltos e as invasões de residências.

Com as instituições políticas locais sob suspeição, o ex-governador preso, os partidos em frangalhos e a possibilidade de as eleições de outubro reconduzirem ao poder o patrono de toda a lambança aqui verificada, não seria o caso da intervenção federal imediata?

Fonte: Tribuna da Imprensa

ACM Neto prefere Antonio Imbassahy

A marcação cerrada do DEM sobre ACM Jr. e o filho não cresce à toa. Pesquisas que os democratas fizeram para avaliar seu poder de fogo nos Estados colocariam o senador com uma média de 30% das intenções de voto para o Senado, um número historicamente atribuído ao carlismo e muito próximo do que embala hoje a candidatura do senador César Borges, do PR. “Não podemos perder ACM Jr. no Senado”, disse um cacique do DEM. Na cabeça de ACM Neto, uma outra alternativa é pensada para a legenda na Bahia para a hipótese de o republicano Borges realmente pular para a canoa de Jaques Wagner (PT).

Ela se constituiria numa chapa formada por Souto ao governo, o ex-governador Nilo Coelho a vice, e dois ex-prefeitos ao Senado. Um deles seria o democrata José Ronaldo, considerado uma celebridade na região de Feira de Santana, cidade que dirigiu por oito anos.

O outro, o ex-prefeito de Salvador Antonio Imbassahy, presidente regional do PSDB, que, entretanto, está refratário à ideia de concorrer mais uma vez a uma eleição majoritária, depois de ter perdido o Senado para João Durval (PDT), em 2006 e a Prefeitura para João Henrique em 2008.

Fonte: Tribuna da Bahia

Adolescente morre espancado após assaltar casa em João Pessoa

Redação CORREIO

Um rapaz menor de idade foi espancado e morreu após assaltar uma casa em João Pessoa, na Paraíba, na madrugada deste domingo (22), de acordo com a polícia. Ele e outros dois homens invadiram uma casa onde estava sendo realizada uma festa.

Segundo a polícia, eles renderam os convidados, cerca de 15 pessoas, e recolheram objetos pessoais, como carteiras e celulares.

Ainda conforme o relato da polícia, quando o bando se preparava para deixar a casa, as vítimas reagiram. Um dos assaltantes, que estava armado, conseguiu fugir. Os outros dois foram espancados. O adolescente morreu. O outro assaltante, um rapaz de 19 anos, foi levado para um hospital, teve alta e está preso.

Fonte: Correio da Bahia

Policial feminina reage a assalto e é baleada

Agência Estado

Uma policial feminina foi baleada na noite de domingo, 21, após reagir a uma tentativa de assalto a uma pizzaria na Rua Artur de Azevedo, 740, Pinheiros, zona oeste da capital. Rosineide Alves, 40 anos, estava desarmada e à paisana, comprando uma pizza, quando o assaltante entrou no estabelecimento e anunciou o roubo. Segundo a Polícia Militar, a policial reagiu e iniciou uma luta corporal com o criminoso, que atirou cinco vezes. Três balas a atingiram, duas na região do pulmão e uma na virilha.

O assaltante fugiu a pé até a Rua Lisboa, onde outro homem o esperava em um veículo Celta. Uma testemunha os seguiu até a Avenida Rebouças e comunicou o crime a uma viatura, que iniciou a perseguição. O Celta foi interceptado na Marginal Pinheiros, sob a ponte Engenheiro Ari Torres, no Morumbi.

Segundo a PM, a arma do crime foi atirada pela janela do carro na Avenida Rebouças e localizada após a captura dos assaltantes. Rafael Santana Gurgel, de 20 anos, que dirigia o veículo, e um adolescente de 17 anos, que seria autor dos disparos, teriam confessado o crime, segundo a Polícia. Eles foram presos em flagrante e encaminhados ao 14º DP, na Rua Lacerda Franco. Rosineide foi levada para o Hospital das Clínicas e, até às 2 horas desta segunda-feira, 22, apresentava estado de saúde estável.
Fonte: A Tarde

Projeto contra candidato ficha suja avança no Congresso

Agência Estado

Alvo de mobilizações realizadas em todo o País, o projeto de lei contra os candidatos com ficha suja começa a abrir caminho para sua aprovação. Na reunião de líderes marcada para terça-feira, às 15 horas, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), disse que pedirá o empenho de cada um deles junto às bancadas para apoiar a proposta. Com "um certo consenso", como frisou, o deputado acredita que a matéria estará pronta para ser examinada no plenário na semana depois da Páscoa.

"Com o apoio dos líderes, o projeto pode ser aprovado, o texto melhorou bastante", afirmou, referindo-se às mudanças feitas pela comissão de deputado, como a de especificar que a inelegibilidade decorrerá da condenação firmada por um colegiado, e não por um único juiz. Temer negou ter dificultado a tramitação do projeto. "Pelo contrário, eu sempre disse que queria sua aprovação, mas achava difícil avançar na tramitação, com a condenação em primeira instância", explicou.

Fora do Congresso, intensificou-se o trabalho do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) para impedir ou tirar da vida pública os candidatos ficha suja. Além da entrega de mais 77 mil assinaturas para se juntar ao 1,5 milhão que embasam o projeto de iniciativa popular, uma série de eventos tem sido desenvolvida em todo o País.

A posição dos 513 deputados está sendo mapeada por meio do questionário encaminhados pela internet aos gabinetes, na última sexta-feira. Daí sairá - de acordo com a diretora do movimento, Jovita José Rosa - a planilha sobre os que querem ou não acabar com a corrupção na vida pública do País. Uma espécie de auge dessa mobilização está sendo preparada para o aniversário de 50 anos de Brasília. De acordo com Jovita, será a ocasião de comprovar até que ponto a impunidade com os políticos ficha sujo dilapida as administrações públicas.
Fonte: A Tarde

DEM quer sugerir vice na chapa de Serra à presidência

Agência Estado

O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), confirmou ontem que o partido apontará um candidato a vice-presidente para a chapa encabeçada pelo governador de São Paulo, José Serra, caso o governador mineiro, Aécio Neves, não aceite a tarefa.

Setores do PSDB, no entanto, resistem a essa indicação, avaliando que o escândalo político envolvendo a queda do governador cassado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, causou grande desgaste à imagem do DEM e poderia prejudicar a candidatura de Serra, caso o partido ocupe uma vaga tão importante como a de vice-presidente.

Maia confirmou que uma das possibilidades de indicação para a vaga de vice é o da senadora Katia Abreu (TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), como revelou a coluna de João Bosco Rabello, na edição de domingo do jornal O Estado de São Paulo.

"Se Aécio Neves for o candidato a vice, não haverá qualquer discussão da parte do DEM. Mas acho pouco provável que isso vá acontecer porque o próprio governador tem dito que não será o vice. Nesse caso, não tenham dúvidas que o DEM aprovará um nome para vice na sua convenção, em junho", avisa.

Para o presidente do partido, o problema envolvendo Arruda, que se desfiliou do DEM para não ser expulso, não serve como desculpa para impedir a presença do partido na chapa. E cita o tempo de propaganda eleitoral que o DEM poderá oferecer como principal motivo para que a aliança se concretize com a divisão da chapa.

"O PSDB tem 66 deputados. O DEM tem 65. Ou seja, os tempos de propaganda eleitoral dos dois partidos são praticamente idênticos. Sem o tempo do DEM, a campanha não se viabiliza. Não vejo como essa parceria não seja feita sem que o posto de vice seja discutido diretamente com o DEM", diz.

Apesar desse movimento, é improvável que as relações entre DEM e PSDB azedem a ponto de os dois partidos caminharem separadamente na sucessão presidencial. Desde a primeira vitória de Fernando Henrique Cardoso, na eleição nacional de 1994, os dois partidos têm sido parceiros eleitorais constantes e atuam juntos dentro do Congresso na oposição ao governo federal. O comando nacional do PSDB e o próprio Serra também já deixaram claro que desejam a manutenção da parceria com o DEM.

Para fortalecer a campanha presidencial, os tucanos contam com a coligação do PSDB não apenas com DEM, mas também com PPS e PTB. Sonham ainda em avançar na negociação com o PP, presidido pelo senador Francisco Dornelles (RJ). Mas essa aliança se tornou cada vez mais improvável dada à participação intensa do ministro das Cidades, Márcio Fortes (PP), nas inauguração de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ao lado da pré-candidata do PT, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Maia acha, entretanto, que agora não é o tempo adequado para discutir a questão da formação da chapa. "Não podemos falar de vice antes de o candidato a presidente se lançar, o que só deverá o ocorrer dia 10 de abril", afirma. E avisa que o partido não quer criar dificuldades para a candidatura Serra. "Nosso interesse é colaborar ao máximo. Tanto que aceitamos até a opção de chapa puro-sangue, com Serra e Aécio. Mas não dá para aceitar se o PSDB apresentar dez opções para vice, excluindo o DEM", garante.
Fonte: A Tarde

domingo, março 21, 2010

Lula está de olho no cargo de secretário-geral da ONU, diz "The Times"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria considerando a possibilidade de suceder Ban Ki-moon no cargo de secretário-geral da ONU, segundo afirma reportagem publicada no sábado pelo diário britânico "The Times". Segundo o diário, "diplomatas dizem que Lula, que deixa o cargo em janeiro, pode buscar o posto mais alto da diplomacia mundial quando o primeiro mandato de Ban Ki-moon expirar, no fim de 2011". "A ideia teria sido aventada pela primeira vez pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, durante a reunião de cúpula do G20, em Pittsburgh, em setembro", comenta o diário. A reportagem observa que a possibilidade já vem sendo discutido pela imprensa brasileira, com sugestões de que Lula teria sido consultado por mais de uma pessoa sobre a questão.
"Paixão pela África"

Em entrevista ao diário, o assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, não negou a possibilidade. "Ele (Lula) tem um grande interesse em questões internacionais, no processo de integração da América do Sul", disse Garcia ao jornal. "Ele tem uma grande paixão pela África. Ele realmente quer fazer algo para ajudar a África."

Para o diário, o estilo pessoal do presidente brasileiro e sua capacidade para manter relações amigáveis com todos os lados --com a China e com os Estados Unidos, com o Irã e com Israel-- elevou seu reconhecimento internacional. O jornal comenta as ofertas feitas na última semana por Lula, durante sua viagem ao Oriente Médio, de servir de mediador para o conflito na região como um exemplo dessa proeminência cada vez maior do presidente no cenário internacional.

Veto

O "Times" observa, porém, que Lula tomou recentemente posições que desagradaram os Estados Unidos e o Reino Unido, ambos países que teriam o poder de veto sobre sua indicação ao cargo de secretário-geral da ONU. O jornal cita a recepção dada em Brasília ao presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e as críticas às sanções ao Irã, e também o apoio à Argentina em sua disputa com os britânicos pelas ilhas Malvinas. Segundo a reportagem, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, teria considerado as iniciativas de Lula pela paz no Oriente Médio como "risivelmente ingênuas".
Fonte: Política Hoje

Apenas três governadores não serão candidatos

Roger Pereira

Agência Brasil
Hartung: líder resolveu desistir.

Vinte e quatro dos 27 governadores brasileiros serão candidatos na próxima eleição. Onze deles terão de renunciar aos mandatos na próxima semana para se desincompatibilizar para a disputa.

Os outros 13 são candidatos à reeleição e, por isso, poderão seguir no cargo até o final do mandato. Dos 16 governadores que estão concluindo seu primeiro mandato, apenas três não disputarão a reeleição.

Um deles, José Serra (PSDB), de São Paulo, porque disputará a presidência da República. Outro, José Roberto Arruda (sem partido), do Distrito Federal, porque está preso e teve o mandato cassado por conta dos escândalo de corrupção em seu governo.

Já o governador do Acre, Binho Marques (PT), optou por não disputar um segundo mandato e nenhum outro cargo eletivo no pleito de outubro, administrando o Estado até 31 de dezembro.

Ex-vice-governador do também petista Jorge Viana, Binho Marques abrirá espaço para que o irmão de Jorge Viana, o senador Tião Viana, dispute o governo pelo PT, tentando levar o partido ao quarto mandato consecutivo no estado do Norte do país.

O Senado parece ser o destino provável de quase todos os governadores que concluiriam, neste ano, seu segundo mandato. Dez dos 11 governadores em segundo mandato devem disputar uma cadeira no Congresso Nacional nas eleições de outubro.

Quatro deles, entre eles o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), já até marcaram a data da renúncia. Os outros têm nesta semana os últimos dias de composição com partido e aliados para decidir pela desincompatibilização. Já que têm até o dia 2 de abril para deixar o cargo se realmente pretendem disputar outro cargo.

O único governador em segundo mandato que vai permanecer no cargo até 31 de dezembro e, consequentemente, não disputará nenhum cargo nas eleições de outubro é Paulo Hartung (PMDB), do Espírito Santo. Líder nas pesquisas de intenção de votos para o Senado, Hartung surpreendeu a todos e embaralhou o cenário eleitoral no Estado ao anunciar, na última sexta-feira, que desistiu da disputa pela cadeira no Congresso para levar seu mandato até o final.

“Renuncio a um projeto pessoal de disputar um novo mandato. A permanência no governo significa não disputar nenhum cargo nas próximas eleições, mas faço esse gesto com serenidade e consciência e responsabilidade republicana”, declarou o governador na sexta-feira.

“Meu compromisso é com o povo capixaba, que se encerra no dia 31 de dezembro. Essa é uma decisão madura, até porque eu tinha plenas condições de seguir no caminho contrário. Trabalho iniciado é trabalho concluído”, concluiu, após dizer que a decisão não significa que está deixando a vida pública e que poderá voltar a se candidatar em eleições futuras.

Fonte: parana-online

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