O lixo urbano é uma das questões mais sérias a ser enfrentada atualmente, pois os excedentes vão se acumulando cada vez em maior escala, e em Ribeira do Pombal não é diferente.
A tendência deste problema é agravar-se com a elevação da população, e principalmente, com o estímulo dado ao consumo. Além de gerar uma imagem ruim, um cheiro desagradável, trazer inúmeras doenças, será um passivo ambiental para as futuras gerações. Essa afirmação, à primeira vista, parece se referir a um grande centro brasileiro. Desses casos que assistimos na TV. Mas na realidade estamos falando de nossa Cidade. É um problema que já atinge Ribeira do Pombal. E o grande responsável por esse desastre é exclusivamente esse pessoal que atualmente administra a Prefeitura, pois demonstram que não são capazes de ter um mínimo de planejamento que leve em conta as questões do município e se adiantar aos problemas pra não termos que sofrer as conseqüências.
Os resíduos produzidos pela população pombalense estão sendo dispostos de forma inadequada e irresponsável, a céu aberto sobre o solo. Os habitantes da comunidade do Saco do Juazeiro, onde residem e trabalham no campo, dezenas de famílias, têm vivido um grande sofrimento, dizem os moradores da região, pois o vento sopra na direção das residências, levando resíduos para as estradas e propriedades rurais, os animais estão morrendo por ingerir plástico e há a proliferação de moscas e todos os tipos de insetos no entorno do local além dos urubus que estão poluindo as aguadas utilizadas como bebedouro pelos animais. Esse é um problema do qual poderíamos evitar, pois existem diversas experiências e estudos sobre maneiras de se lidar com o lixo, como por exemplo, a CONDER que disponibiliza aos municípios, projetos de Aterro Sanitário simplificado com valas, portaria, cercamento do local, paisagismo e até com processo de reciclagem do material proveniente do lixo. Está claro que, infelizmente, na Prefeitura, o que prevalece é a falta de vontade política para solucionar o problema do lixo. Então a população local pergunta "até quando teremos que conviver com o lixo e as moscas?"
Fonte: www.joilsoncosta.com.brComentário:
A matéria acima publicada no site do companheiro Joilson Costa é a fotografia em preto e branco do que acontece em Jeremoabo, que diga Valdete do Ouro ao sofrer as conseqüências na pele quando residia na sua Fazenda.
Quem freqüentava o nosso gabinete quando fomos Secretario do Meio Ambiente, teve a oportunidade de tomar conhecimento da importância de um aterro sanitário, inclusive imprimir várias matérias colhidas em diversos sites da Internet, Inclusive em certa ocasião sugeri ao prefeito a possibilidade da instalação de um aterro sanitária em Jeremoabo, no entanto, o mesmo me informou que através estudos já realizados os custos eram altos e o Município não possuía condições de arcar com a manutenção.