segunda-feira, março 30, 2026

PF é alvo de ataques covardes e 'tentativas de enfraquecimento', diz diretor-geral

 

PF é alvo de ataques covardes e 'tentativas de enfraquecimento', diz diretor-geral

Por José Marques, Folhapress

30/03/2026 às 13:38

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Imagem de PF é alvo de ataques covardes e 'tentativas de enfraquecimento', diz diretor-geral

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse nesta segunda-feira (30) que a instituição é alvo de "ataques de toda sorte, alguns covardes e vis", e que "jamais houve direcionamento de qualquer atuação em investigação".

O discurso foi feito em evento de comemoração de 82 anos da PF, na sede do órgão, em Brasília.

"Somos muitas vezes acusados por fazer o nosso trabalho e outras, também, de ter feito o que não fizemos. Mas, olha, a quem interessa uma Polícia Federal forte? Certamente não a quem compactua com o crime", disse Andrei em seu discurso.

A fala acontece em meio às investigações do Banco Master, nas quais houve atritos da PF com parte do STF (Supremo Tribunal Federal), e do INSS, que pediu a quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).

No discurso, Andrei disse que a corporação trabalha com isenção e responsabilidade.

"É exatamente isso que acaba nos tornando alvos de ataques de toda sorte, alguns covardes e vis, diretamente a valorosos colegas que estão à frente de importantes investigações, além de tentativas de enfraquecimento e perdas de atribuições", afirmou.

"Saibam, aqueles que nos atacam, que este diretor-geral será a primeira voz que defenderá a nossa casa, sem recuar um milímetro do cumprimento de nossas atribuições constitucionais."

Andrei também elogiou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinicius Marques de Carvalho, e também o chefe do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Ricardo Saadi.

Na sexta (27), o ministro do STF Alexandre de Moraes limitou o fornecimento de relatórios de inteligência do Coaf a polícias, ao Ministério Público e a Comissões Parlamentares de Inquérito.

A determinação acontece no auge das investigações, relatadas por Moraes, sobre suspeitas de vazamento ilegal de dados fiscais de ministros do Supremo e de seus familiares.

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