sexta-feira, julho 31, 2026

EUA DESCOBRE OS LIMITES DO SEU PRÓPRIO PODER - A ARMADILHA DE ORMUZ - O objetivo é uma guerra sem fim e muito mais...

 

O IRÃ NÃO É O IRAQUE: QUANDO WASHINGTON DESCOBRE OS LIMITES DO SEU PRÓPRIO PODER

30/07/2026 Por

“Durante décadas, Washington habituou-se a vender cada guerra como um passeio militar: alguns ataques “cirúrgicos”, uma chuva de mísseis de cruzeiro, uma conferência de imprensa triunfante… e fim. Só que desta vez, o argumento de Hollywood está a chocar com uma realidade bem menos fotogénica.O Irã não é o Iraque de 2003 nem a Líbia … Ler mais

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Lula: entre a soberania e a submissão

30/07/2026 Por

Uma reconstrução da arquitetura política, institucional e geopolítica que permite compreender não apenas o que está acontecendo hoje, mas para onde o Brasil pode estar sendo conduzido. Enquanto o debate público permanece concentrado na superfície da polarização, uma transformação silenciosa avança nas estruturas do Estado. Este artigo reconstrói essa arquitetura para compreender os cenários que … Ler mais

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Governo Lula promoverá queda de mais de 50% no preço do gás natural à industria

30/07/2026 Por

Projeção do ministro Alexandre Silveira é de uma redução a US$ 5 no preço do gás natural à indústria nacional. 247 – O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou nesta quinta-feira (30), em evento sobre a “Reestruturação da Política de Comercialização de Gás Natural da União”, que o preço do gás natural para a indústria … Ler mais

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Desemprego volta a cair e o mercado de trabalho brasileiro vive seu melhor momento em décadas

30/07/2026 Por

Indicadores da PNAD Contínua mostram queda na desocupação e recorde na população ocupada, reforçando a resiliência da economia nacional. O mercado de trabalho brasileiro segue surpreendendo. A PNAD Contínua divulgada pelo IBGE mostrou a taxa de desocupação recuando novamente, para 5,4% no trimestre encerrado em junho — uma queda de 0,7 ponto percentual em relação … Ler mais

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Javier Milei é denunciado na Justiça argentina por usar dinheiro público para apoiar Flávio Bolsonaro

30/07/2026 Por

Javier Milei virou réu de uma denúncia formal por má gestão de recursos estatais. O motivo: usar o avião presidencial e toda a estrutura oficial da Argentina para ir a São Paulo participar do ato que lançou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência do Brasil.A denúncia foi protocolada pelos advogados José Magioncalda … Ler mais

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A ARMADILHA DE ORMUZ: QUANDO WASHINGTON PONDERA ENVIAR TROPAS PARA UM LOCAL DE ONDE PODEM NUNCA MAIS VOLTAR…

30/07/2026 Por

“Em Washington, alguns parecem ainda acreditar que um mapa do Estado-Maior é suficiente para vencer uma guerra. Basta desenhar uma seta em direção ao Estreito de Ormuz, escrever “assegurar a costa” e concluir que o problema está resolvido. No papel, é elegante. No terreno, a história é bem diferente. (Por BPartisans) Há vários dias que … Ler mais

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“O objetivo é usar Israel, Venezuela e Ucrânia para desviar dinheiro dos contribuintes dos EUA e da Europa e canalizá-lo de volta para as mãos de uma elite transnacional. O objetivo é uma guerra sem fim, não uma guerra bem-sucedida.”

30/07/2026 Por

Quando Julian Assange afirmou que o objetivo não era vencer guerras, mas prolongá-las, ele tocou em uma das questões mais inquietantes do nosso tempo.E se os conflitos modernos não fossem meras disputas por território, ideologia ou segurança?E se fossem, acima de tudo, mecanismos de transferência de riqueza?Bilhões saem dos bolsos dos contribuintes. Trilhões circulam entre … Ler mais

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“Janela de Trump para fechar um acordo com o Irã é cada vez mais estreita”, diz Pepe Escobar

30/07/2026 Por

Pressionado pelo esgotamento das reservas estratégicas de petróleo, o governo dos Estados Unidos corre contra o tempo. 247 – A retórica bélica e as sucessivas ameaças formuladas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, têm efeito “menor que zero” sobre a liderança política e militar do Irã. Em análise precisa para o canal Judging Freedom, apresentada pelo … Ler mais

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Quem será o último a segurar a alça do caixão da candidatura natimorta de Flávio Corruptus?

30/07/2026 Por

“Isolado e sem alianças, Flávio Bolsonaro vê articulação com o centrão ruir, e PL admite ‘tragédia’”. Na política, há um momento em que a principal notícia deixa de ser quem chega para apoiar uma candidatura e passa a ser quem decide deixá-la. Quando os anúncios de adesão dão lugar às sucessivas deserções, quando antigos aliados … Ler mais

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Chico Rubens Paiva : “A democracia precisa ser defendida todos os dias”

30/07/2026 Por

Pré-candidato do PSB-RJ, Chico Rubens Paiva diz que o avanço da extrema direita exige renovação política para proteger as instituições democráticas. 247 – O pré-candidato a deputado federal pelo PSB do Rio de Janeiro, Chico Rubens Paiva, afirmou que a defesa da democracia precisa voltar ao centro da vida política brasileira e defendeu a renovação … Ler mais

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Trump e o plano B de Flávio Bolsonaro para incendiar o país

 

História de Antonio Mello
22 h

Trump e o plano B de Flávio Bolsonaro para incendiar o país

Trump e o plano B de Flávio Bolsonaro para incendiar o país

Depois do fiasco da convenção do PL que lançou seu nome como candidato a presidente da República, ainda sem nem conseguir um nome de vice para compor a chapa presidencial, Flávio Bolsonaro amanheceu o dia seguinte co dois problemas:

  • o noticiário só tratava do bizarro presidente da Argentina Javier Milei e não dele, que de personagem principal passou a coadjuvante do presepeiro argentino;
  • o vídeo de seu pai feito por IA provocou polêmica negativa, não a que esperava, e muitos apontaram a possibilidade de cassação de sua candidatura, morta no nascedouro, por infringir resolução do TSE, contrário ao uso de IA da forma que foi feita.

Não passou despercebido a ninguém também a ausência de nomes de peso na convenção e o vídeo de “apoio” do deputado Nikolas Ferreira, que parecia mais uma pauta acusatória ao 01, com citações inclusive de “rachadinhas”…

A esperança de Flávio agora é o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que quer porque quer impedir a reeleição do presidente Lula para colocar no comando do país os capachos da famiglia Bolsonaro com Flávio presidente.

Para isso, Trump prorrogou o tarifaço imposto ao Brasil por mais um ano e, pior, o fez num manifesto com ataques ao governo Lula, ao nosso Judiciário e pondo em dúvida inclusive a existência de uma real democracia no país.

Eis o panfleto de Trump traduzido.

 

AVISO

PRORROGAÇÃO DA EMERGÊNCIA NACIONAL EM RELAÇÃO AO BRASIL

Em 30 de julho de 2025, por meio do Decreto Presidencial nº 14323, declarei uma emergência nacional em relação ao Brasil, nos termos da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (50 U.S.C. 1701 e seguintes), para lidar com a ameaça incomum e extraordinária — cuja origem se situa, no todo ou em parte substancial, fora dos Estados Unidos — à segurança nacional, política externa e economia dos Estados Unidos, constituída pelas políticas, práticas e ações do Governo do Brasil que interferem na economia dos Estados Unidos, infringem os direitos de livre expressão de cidadãos norte-americanos, violam os direitos humanos e prejudicam o interesse dos Estados Unidos em proteger seus cidadãos e empresas. Membros do Governo do Brasil também estão perseguindo politicamente um ex-presidente do Brasil, sua família e seus seguidores, o que está contribuindo para o colapso deliberado do Estado de Direito no Brasil, para a intimidação por motivos políticos naquele país e para violações dos direitos humanos.

Certas atividades, como a censura e a prisão, por parte do Supremo Tribunal Federal do Brasil, de pessoas que exercem a liberdade de expressão, bem como a censura de conteúdo online, continuam a representar uma ameaça incomum e extraordinária — cuja origem se situa, no todo ou em parte substancial, fora dos Estados Unidos — à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos. Por esse motivo, a emergência nacional declarada no Decreto Presidencial nº 14.323, de 30 de julho de 2025, deve permanecer em vigor além de 30 de julho de 2026. Portanto, de acordo com a seção 202(d) da Lei de Emergências Nacionais (50 U.S.C. 1622(d)), estou prorrogando por 1 ano a emergência nacional relativa ao Brasil declarada no Decreto Presidencial nº 14323.

Este aviso será publicado no Diário Oficial Federal e transmitido ao Congresso.

A CASA BRANCA, 28 de julho de 2026.

[FR Doc. 2026-15389 Arquivado em: 28/07/2026 às 11h15; Data de publicação: 29/07/2026]

As agruras da campanha de Flávio Bolsonaro, o empenho de Donald Trump em interferir diretamente nas eleições deste ano e o plano B de Flávio Bolsonaro que pode incendiar o país foram o comentário de Antonio Mello no Fórum Mídias de hoje.

O Fórum Mídias vai ao ar de segunda a sexta, às 8h30, dentro do Fórum Café, na TV Fórum, e depois como um corte na playlist do Fórum Mídias.

Governo Lula prepara um novo teste para ganhar credibilidade fiscal

Publicado em 31 de julho de 2026 por Tribuna da Internet

Fazenda sinaliza aperto no arcabouço fiscal após as eleições

Pedro do Coutto

A sinalização feita pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, ao mercado financeiro de que um eventual novo governo pretende promover um aperto nas regras do arcabouço fiscal após as eleições é, antes de tudo, um reconhecimento de uma realidade que já não pode ser ignorada.

Durante meses, o debate econômico esteve concentrado na capacidade do governo de manter investimentos, ampliar programas sociais e estimular o crescimento. Agora, o próprio Ministério da Fazenda admite, ainda que de forma cautelosa, que será necessário discutir mecanismos capazes de conter o avanço das despesas e reforçar a sustentabilidade das contas públicas. As medidas ainda estão sendo desenhadas, mas a simples mudança de discurso já representa um fato político relevante.

PRESSÃO SOBRE O ORÇAMENTO – O movimento revela uma percepção compartilhada por economistas de diferentes correntes: o atual desenho do arcabouço fiscal enfrenta dificuldades para estabilizar a trajetória da dívida pública no médio prazo. Embora a regra tenha substituído o antigo teto de gastos com maior flexibilidade, o crescimento contínuo das despesas obrigatórias reduziu o espaço para investimentos e aumentou a pressão sobre o orçamento. Entre as hipóteses discutidas nos bastidores está a redução do limite máximo de crescimento real das despesas — atualmente de até 2,5% acima da inflação — para uma faixa entre 1,5% e 2%, tornando a regra mais rígida.

Politicamente, entretanto, o momento escolhido para esse debate não é casual. Em ano eleitoral, qualquer proposta de contenção de gastos tende a enfrentar forte resistência, tanto dentro da base governista quanto no Congresso. Programas sociais, reajustes salariais, investimentos públicos e benefícios previdenciários possuem elevado peso político, especialmente durante uma campanha. Por isso, a estratégia de adiar a discussão para depois das urnas busca preservar o capital eleitoral do governo, ainda que alimente críticas de quem vê na postergação uma forma de transferir decisões impopulares para um segundo momento.

Há, contudo, uma diferença importante entre adiar um ajuste e negar sua necessidade. O mercado financeiro costuma reagir mais à credibilidade das intenções do que ao anúncio de medidas isoladas. Quando integrantes da equipe econômica sinalizam disposição para rever regras fiscais, procuram transmitir a mensagem de que existe consciência sobre os desafios estruturais da dívida pública. O problema é que credibilidade depende menos do discurso e mais da capacidade política de transformar promessas em legislação efetiva. É justamente nesse ponto que permanecem as maiores dúvidas entre investidores e analistas.

CAPACIDADE DE INVESTIMENTO – O desafio também expõe uma tensão permanente dentro do próprio governo. De um lado, há a visão de que o Estado deve continuar exercendo papel ativo na indução do crescimento econômico, financiando infraestrutura, crédito e políticas sociais. De outro, cresce a percepção de que, sem uma trajetória fiscal considerada sustentável, juros elevados, câmbio pressionado e aumento do custo da dívida acabam reduzindo justamente a capacidade de investimento que o governo pretende preservar. Conciliar essas duas agendas tornou-se uma das tarefas mais complexas da política econômica brasileira.

Esse dilema não é exclusivo do Brasil. Diversos países convivem com pressões semelhantes decorrentes do envelhecimento da população, do aumento dos gastos obrigatórios e da necessidade de financiar investimentos estratégicos. A diferença está na velocidade com que conseguem construir consensos políticos para enfrentar essas questões. No caso brasileiro, reformas fiscais frequentemente esbarram na fragmentação partidária e na dificuldade de distribuir os custos do ajuste entre diferentes grupos de interesse, fazendo com que decisões estruturais sejam continuamente adiadas.

GANHOS TEMPORÁRIOS – Também é preciso reconhecer que um arcabouço fiscal mais rígido, por si só, não resolverá o problema das contas públicas. O crescimento das despesas obrigatórias continuará pressionando o orçamento enquanto não forem discutidas reformas capazes de melhorar a qualidade do gasto público, aumentar a eficiência administrativa e ampliar a arrecadação por meio do crescimento econômico e de um sistema tributário mais eficiente. Sem essas medidas complementares, qualquer endurecimento da regra corre o risco de produzir apenas ganhos temporários de confiança.

Ao admitir que prepara um ajuste para o próximo ciclo de governo, a equipe econômica envia um recado importante: a política fiscal voltou ao centro da agenda nacional. Resta saber se, passada a eleição, haverá disposição política para enfrentar um debate inevitavelmente impopular. Afinal, regras fiscais podem ser alteradas por lei. O verdadeiro desafio continua sendo construir maioria suficiente para aprová-las e, sobretudo, mantê-las quando os custos políticos começarem a aparecer.


STF monitora atuação de André Mendonça em nova investigação contra Lulinha

 

STF monitora atuação de André Mendonça em nova investigação contra Lulinha

Por Redação

31/07/2026 às 09:02

Foto: Gustavo Moreno/Arquivo/STF

Imagem de STF monitora atuação de André Mendonça em nova investigação contra Lulinha

André Mendonça

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) acompanham de perto a atuação do ministro André Mendonça na nova investigação da Polícia Federal sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O caso apura suspeitas de tráfico de influência, corrupção e possíveis acessos indevidos ao gabinete presidencial. A reportagem é do jornal O Globo.

A PF pediu a abertura de uma nova apuração após identificar movimentações relacionadas a Lulinha e possíveis indícios de influência irregular em decisões do governo federal. A investigação, que inicialmente estava sob relatoria de Mendonça, foi redistribuída a pedido da PF, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas acabou novamente sorteada para o mesmo ministro.

Segundo a coluna, integrantes do STF avaliam que Mendonça tem adotado uma postura prudente ao tomar decisões baseadas em solicitações da PF e da PGR. A estratégia é vista como uma forma de evitar questionamentos sobre eventual uso político da investigação em meio à proximidade das eleições de 2026. O caso é acompanhado com atenção pelo impacto que seus desdobramentos podem ter sobre o cenário político e a campanha de reeleição do presidente Lula.

Politica Livre

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