sexta-feira, janeiro 30, 2026

TCM aponta má gestão em Jeremoabo



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Nota da Redação Deste Blog - Jeremoabo não pode esquecer o passado: quem ignora os erros está condenado a repeti-los


Por José Montalvão

Há uma frase clássica que atravessa gerações e permanece atual: “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo.” Não se trata de retórica vazia. Trata-se de um princípio básico de responsabilidade histórica, administrativa e moral. Em Jeremoabo, porém, parte da oposição tenta impor a ideia de que “não devemos olhar pelo retrovisor”. A pergunta que se impõe é: a quem interessa o esquecimento?

Não olhar para trás pode até ser confortável para quem deseja apagar rastros. Mas para um município que herdou dívidas, desequilíbrio fiscal e problemas estruturais na educação e na saúde, ignorar o passado é fechar os olhos para a origem das dificuldades atuais.

Os fatos são públicos e documentados. O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), ao julgar o exercício financeiro de 2020 (Processo nº 09869e21), reconheceu irregularidades graves na gestão anterior. Entre elas, o descumprimento do artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, com um saldo a descoberto de R$ 1.777.757,83 — ou seja, despesas assumidas sem cobertura financeira. Isso não é detalhe técnico: é a receita para o colapso de serviços essenciais.

Além disso, o município aplicou apenas 92,85% dos recursos do FUNDEB, quando o mínimo legal exigido era 95%. Também houve ausência de devolução de recursos glosados em exercícios anteriores. Em termos práticos, significa que verbas vinculadas à educação foram mal geridas, comprometendo diretamente a qualidade do ensino. A consequência? Reflexos que ainda hoje impactam transporte escolar, estrutura das escolas e equilíbrio orçamentário.

E aqui está o ponto central: a decisão definitiva só foi proferida quase cinco anos depois. A demora nos julgamentos enfraquece o caráter pedagógico das sanções e alimenta a sensação de impunidade. Um sistema que pune tarde e pune pouco estimula a reincidência.

Diante desse cenário, não é difícil compreender por que o prefeito Tista de Deda, acompanhado da chefe de gabinete Anabel de Sá Lima Carvalho, precisa se deslocar a Brasília para buscar recursos junto ao FNDE, à Federação Nacional de Municípios e a gabinetes de ministros, senadores e deputados. Não se trata de turismo administrativo, como insinuam adversários políticos. Trata-se de reconstrução institucional e financeira.

É evidente que há problemas. Ônibus escolares que precisam de manutenção, atrasos pontuais a fornecedores, limitações orçamentárias. Mas é intelectualmente desonesto apontar o efeito e esconder a causa. Quem governou criando desequilíbrios fiscais e falhando na aplicação correta de recursos vinculados não pode agora posar de fiscal imaculado.

A oposição tem todo o direito — e até o dever — de fiscalizar. O que não pode é praticar amnésia seletiva. Criticar sem contextualizar é manipular. Denunciar sem reconhecer a própria responsabilidade histórica é agir com oportunismo.

Jeremoabo precisa de memória institucional. Precisa compreender que os problemas atuais não nasceram ontem. São frutos de decisões administrativas equivocadas, de ausência de planejamento e de descumprimento de normas básicas de responsabilidade fiscal.

Olhar pelo retrovisor não é viver do passado. É entender o caminho percorrido para não cair no mesmo abismo. Quem insiste em apagar a história talvez tema que ela seja lembrada. Mas a população não é ingênua. Pode até silenciar em alguns momentos, mas observa, compara e aprende.

A reconstrução de um município exige coragem para reconhecer erros — inclusive os herdados — e firmeza para corrigi-los. O que Jeremoabo não pode aceitar é a narrativa conveniente de que tudo começou agora. Porque, definitivamente, não começou.

 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

quinta-feira, janeiro 29, 2026

TJ-BA institui Sistema de Integridade para reforçar ética, transparência e controle interno

 

TJ-BA institui Sistema de Integridade para reforçar ética, transparência e controle interno

Por Política Livre

29/01/2026 às 10:18

Foto: Divulgação

Imagem de TJ-BA institui Sistema de Integridade para reforçar ética, transparência e controle interno

O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) instituiu oficialmente o Sistema de Integridade do Poder Judiciário baiano por meio do Decreto Judiciário nº 76, publicado nesta terça-feira (28). A medida estabelece um conjunto amplo de normas, princípios e mecanismos voltados à prevenção, detecção e responsabilização de irregularidades, além do fortalecimento da ética, da transparência e da governança institucional.

Assinado pela presidente do TJ-BA, desembargadora Cynthia Resende, o decreto alinha o Judiciário baiano às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à legislação federal e estadual sobre integridade, combate à corrupção, proteção de dados e gestão de riscos. O Sistema passa a ser de observância obrigatória para magistrados, servidores, estagiários e também para terceiros que mantenham relação institucional ou contratual com o Tribunal.

De acordo com o texto, o novo modelo tem como objetivo consolidar uma cultura permanente de integridade, tanto nas relações internas quanto externas do Judiciário, buscando prevenir falhas sistêmicas, fortalecer os controles internos e garantir a responsabilização em casos de desvios de conduta, fraudes ou atos ilícitos.

O Sistema de Integridade do TJ-BA é estruturado sobre princípios como conformidade legal, ética, moralidade administrativa, transparência, prestação de contas, imparcialidade, equidade, sustentabilidade, responsabilidade social e inovação. Esses valores devem orientar todas as ações administrativas e estratégicas do Tribunal.

Entre os pilares definidos estão o compromisso da Alta Administração, o mapeamento e a gestão contínua de riscos de integridade, a definição clara de condutas esperadas e vedadas, a realização de treinamentos periódicos, a existência de canais de comunicação e denúncia, além da adoção de medidas corretivas e preventivas sempre que forem identificadas irregularidades.

A Controladoria do Judiciário (CTJUD) foi designada como órgão gestor do Sistema de Integridade, atuando como instância central de controle interno e responsável pelo monitoramento, avaliação e aprimoramento contínuo das políticas de integridade, conformidade e gestão de riscos. A CTJUD terá autonomia técnica e acesso direto à Alta Administração para relatar resultados, vulnerabilidades e propor melhorias.

O decreto também estabelece que o controle interno deverá respeitar a independência funcional da magistratura, as atribuições das Corregedorias e da Ouvidoria, além das normas de sigilo e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Outro ponto de destaque é a criação de uma Matriz de Riscos de Integridade, que permitirá o mapeamento, avaliação e tratamento dos riscos aos quais o Judiciário baiano está exposto. O monitoramento será contínuo, com planos de ação e revisão periódica.

Nas contratações de grande vulto, o decreto torna obrigatória a implantação de Programas de Integridade pelas empresas vencedoras, no prazo máximo de seis meses após a assinatura do contrato. Esses programas deverão incluir código de ética, controles internos, canal de denúncias independente, procedimentos de diligência prévia, treinamentos, auditoria e relatórios anuais de efetividade, que serão avaliados pela Controladoria do Judiciário.

Agentes públicos que ocupam cargos estratégicos, como secretários e diretores, deverão firmar Contratos de Gestão e Compromisso ao Sistema de Integridade. Os demais servidores e colaboradores assinarão termos de adesão, formalizando o compromisso institucional com as normas e diretrizes do sistema.

O decreto também prevê a criação de um Comitê de Integridade, instância permanente de governança que substituirá o atual Grupo de Trabalho de Integridade, extinto pela nova norma. O comitê terá a função de apoiar, acompanhar e aprimorar continuamente o Sistema no âmbito do TJ-BA.

Com a medida, o Tribunal de Justiça da Bahia busca consolidar práticas modernas de governança pública, reforçando a confiança da sociedade na atuação do Judiciário e garantindo maior eficiência, legalidade e transparência na gestão administrativa.

Politica Lvre

TCU vai investigar R$ 22 bilhões em emendas Pix; especialista alerta para riscos e obrigações legais

 

TCU vai investigar R$ 22 bilhões em emendas Pix; especialista alerta para riscos e obrigações legais

 

Tribunal aprova plano especial de auditoria sobre transferências diretas feitas entre 2020 e 2024; recursos seguem regras da Lei de Licitações

 

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou um Plano Especial de Auditoria para apurar a aplicação das chamadas transferências especiais, conhecidas como emendas Pix, realizadas entre 2020 e 2024. A iniciativa cumpre determinação do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), no âmbito da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 854, que trata da necessidade de ampliar a transparência e o controle sobre esses repasses.

 

Criadas em 2019, as emendas Pix permitem a transferência direta de recursos federais para Estados e municípios, sem a celebração de convênios, o que acelera o repasse financeiro, mas desloca para os entes beneficiados a responsabilidade integral pela correta aplicação dos valores, explica Ricardo Dias, advogado especialista em Licitações e sócio do Comparato, Nunes, Federici & Pimentel Advogados (CNFLaw).

 

“O apelido surgiu da comparação com o sistema de pagamentos do Pix, pela agilidade do dinheiro na conta do ente federativo. Ela tem gerado debates devido à falta de transparência e de controle sobre a aplicação dos recursos, o que levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a impor novas regras e até mesmo suspender repasses”.

 

Dados consolidados pelo TCU indicam que mais de R$ 22 bilhões foram transferidos por meio dessa modalidade no período analisado, alcançando milhares de municípios, além de Estados e do Distrito Federal. O plano prevê a realização de 85 auditorias de conformidade, concentradas em áreas como compras públicas, contratações, eventos e obras, com o objetivo de verificar a aderência dos gastos aos planos de ação apresentados.

 

“O recurso advindo das emendas Pix devem seguir as regras de licitação, pois, apesar de serem repassadas diretamente aos entes federativos sem convênios, a aplicação dos recursos e a contratação de obras e serviços exigem processos licitatórios, especialmente com a Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações)”, avisa Ricardo Dias.

 

Segundo o especialista, a simplificação do repasse não afasta as exigências legais na execução. “Elas não dispensam a Licitação. As emendas Pix facilitam o repasse da verba, mas a execução dos serviços e obras deve ser realizada por meio de processos licitatórios”, frisa.

 

Ele acrescenta que a legislação vigente impõe a formalização dos procedimentos mesmo nos casos de contratação direta. “A Lei nº 14.133/2021 estabelece que a formalização de processos licitatórios é obrigatória, mesmo para contratações diretas que envolvam recursos de emendas Pix”.

 

Apesar da redução de etapas administrativas na transferência, a prestação de contas permanece obrigatória. “Embora as emendas Pix tenham menos etapas de formalização, o sistema de controle e a obrigação de prestar contas por meio da plataforma Transferegov.br garantem que os recursos sejam rastreáveis”.

 

Ricardo Dias alerta que irregularidades podem resultar em sanções aos gestores. “O uso indevido ou a falta de licitação pode gerar multas e responsabilização dos gestores, como visto em decisões de Tribunais de Contas, que fiscalizam a aplicação desses fundos”. Ele acrescenta que “o não cumprimento dessas regras pode levar à aplicação de multas e outras penalidades aos gestores, além da reprovação do plano de trabalho e devolução dos recursos, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM)”.

 

O cronograma do TCU prevê a conclusão e apreciação das auditorias até junho de 2026. O relatório final consolidado deverá ser encaminhado ao STF até 30 de junho de 2026, conforme compromisso firmado entre o Tribunal, a CGU (Controladoria-Geral da União), a AGU (Advocacia-Geral da União) e o Ministério da Gestão e da Inovação.

 

Ricardo Dias

 

Fonte: Ricardo Dias, advogado especialista em Licitações e sócio do Comparato, Nunes, Federici & Pimentel Advogados (CNFLaw)

 

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Cemitério Jardim da Saudade inaugura Espaço de Reflexão com celebração ecumênica em Salvador

 

                                        Foto Divulgação


Cemitério Jardim da Saudade inaugura Espaço de Reflexão com celebração ecumênica em Salvador


O Cemitério Parque Jardim da Saudade inaugura no dia 06 de fevereiro de 2026, às 8h30, um novo Espaço de Reflexão, em Salvador. Desenvolvido para acolher diferentes expressões de fé e espiritualidade, o ambiente foi concebido para oferecer conforto, serenidade e acolhimento em momentos de despedida e oração. Para marcar esse momento especial, uma celebração ecumênica ocorrerá com bençãos conduzidas por representantes das religiões espírita, evangélica, umbanda e católica, reforçando assim, o caráter plural e inclusivo do projeto.

O novo Espaço de Reflexão possui aproximadamente 66 m² de salão principal e uma sala privativa de 9,5 m² com banheiro, com capacidade para acomodar até 50 pessoas sentadas confortavelmente, podendo ser utilizado tanto para velórios de maior porte, quanto para celebrações religiosas ou como um local de paz e recolhimento.

Participam do momento o palestrante, médium e coordenador do Núcleo Espírita Irmão Mustafá, Ivan Cézar Pimentel do Nascimento, conhecido como Ivan Cézar no movimento espírita; o pastor Joel Zeferino, representando a religião evangélica; Pai Raimundo de Xangô, sacerdote do Centro Umbandista Paz e Justiça; Babalorixa Iyá Marcia d’Ogun do Terreiro Ilê Axé Ewá Olodumare; além dos padres católicos Edson Menezes e Mossi Kuami Anoumou.

Com uma proposta arquitetônica diferenciada, o espaço é totalmente climatizado, conta com mobiliário confortável e entrada de luz natural de forma acolhedora. Outro grande diferencial está na amplitude e na capacidade de acomodação, proporcionando mais conforto aos familiares e visitantes. Para Andrea Guedes, vice-presidente do Abrigo do Salvador, instituição que administra o Jardim da Saudade, o espaço reforça a importância de ambientes mais humanizados. “Será um espaço acolhedor, com uma proposta diferenciada dos ambientes existentes nos cemitérios da capital”, afirma.

Sobre o Cemitério Jardim da Saudade - Inaugurado em 1987, o Cemitério Parque Jardim da Saudade é referência nacional por sua estrutura moderna e ambiente de acolhimento. O espaço conta com jazigos, crematório próprio, 10 capelas para velórios, salão de cerimônia de cremação e amplo estacionamento.

Compromisso Social - Desde sua fundação, há quase 40 anos, o Cemitério Jardim da Saudade mantém um compromisso permanente com a solidariedade. Toda a renda arrecadada é revertida integralmente para o Abrigo do Salvador, uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) que acolhe 120 residentes. Essa parceria garante a manutenção das atividades e a melhoria constante da qualidade de vida dos idosos atendidos. Com 91 anos de história, o Abrigo do Salvador é reconhecido pela dedicação à causa do envelhecimento digno, atuando com amor, cuidado e responsabilidade social.

Pauta enviada pela jornalista Nátali Reis


Viajar para governar: quando a presença fora do município é trabalho, não ausência

 

Viajar para governar: quando a presença fora do município é trabalho, não ausência


Por José Montalvão

Diante da ausência de fatos concretos capazes de macular a atual administração municipal, setores da oposição em Jeremoabo passaram a recorrer a um discurso raso e descolado da realidade: a tentativa de desqualificar o prefeito Tista de Deda sob a alegação de que “vive viajando” e passa mais tempo fora da cidade do que no gabinete da Prefeitura.

O argumento, além de frágil, revela desconhecimento — ou má-fé — sobre como funciona a gestão pública em municípios que herdaram inadimplência, dívidas estruturais e cofres vazios. Jeremoabo não foi entregue à atual gestão com obras em andamento, recursos em caixa ou credibilidade institucional. Ao contrário: a maior “benfeitoria” herdada da administração anterior foi um cenário de desorganização financeira, compromissos não honrados e um rombo previdenciário que ainda hoje sufoca o orçamento municipal.

E é justamente por isso que o prefeito viaja.

Tista de Deda tem ido com frequência a Salvador, onde mantém agendas constantes com órgãos do Governo do Estado, secretarias estratégicas e autarquias responsáveis pela liberação de convênios e investimentos. Também tem estado em Brasília, onde se concentram os ministérios, os fundos federais, as emendas parlamentares e as decisões que definem o destino de recursos públicos. Governar, em tempos de escassez, exige presença onde o dinheiro está.

Sem recursos, nada se faz.
Sem articulação política, nada se destrava.
Sem diálogo institucional, o município estagna.

Nesta mesma data, o prefeito encontra-se em Brasília, acompanhado da chefe de gabinete Anabel, em mais uma rodada de reuniões com parlamentares, ministros e equipes técnicas, buscando recursos para obras estruturantes e serviços essenciais no município. Não se trata de turismo administrativo, mas de agenda de trabalho, voltada à reconstrução de uma cidade que foi deixada à deriva.

O maior inimigo da gestão Tista de Deda não é a crítica vazia, mas o tempo. O tempo perdido por anos de incompetência administrativa cobra seu preço. Por isso, a atual gestão corre contra o relógio para devolver a Jeremoabo o que lhe foi negado: saúde digna, educação de qualidade, segurança pública, acesso à água e boas estradas vicinais para o homem e a mulher do campo.

Nesta semana, inclusive, o prefeito soube unir o útil ao necessário. Em Brasília, participou de uma reunião com prefeitos baianos, trocando experiências administrativas e discutindo soluções conjuntas para problemas comuns aos municípios. A agenda foi promovida pelo ministro Rui Costa e teve como pauta temas sensíveis e fundamentais, como a desoneração do INSS, medida essencial para aliviar as finanças municipais e ampliar a capacidade de investimento.

Para Jeremoabo, essa discussão é vital. O município herdou um passivo previdenciário impagável, que compromete receitas e limita ações. Enfrentar esse problema exige articulação política, capacidade técnica e presença nos espaços onde as decisões são tomadas. Isso não se resolve trancado em um gabinete.

A história já mostrou que gestor que se mantém enclausurado, distante das articulações e do diálogo federativo, acaba governando apenas a rotina burocrática — e quem paga o preço da inoperância é o povo.

Viajar, nesse contexto, não é ausência.
É responsabilidade.
É estratégia.
É compromisso com o futuro.

Jeremoabo precisa menos de discursos fáceis e mais de resultados concretos. E resultados, em um município destruído pela má gestão do passado, começam justamente onde muitos fingem não entender: na busca incansável por recursos e soluções fora dos limites geográficos da cidade.


 José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025




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