quarta-feira, setembro 10, 2025

Voto discordante de Fux apenas adia a condenação de Bolsonaro


Fux critica intervenção de Dino no voto de Moraes durante julgamento no  STF: 'Não foi o que combinamos'; veja vídeo

Fux discordou de Moraes e quer anular o julgamento

Vicente Limongi Netto

O julgamento de Bolsonaro e mais 7 réus, no STF é um exemplo da altiva democracia brasileira para o mundo. A gritaria dos perdedores, oportunistas e demagogos é oceânica.

Todo cidadão pode discordar de resultados de julgamentos no Supremo Tribunal Federal. O que não se pode é discordar usando a violência, a intolerância e a truculência, destruindo dependências dos prédios dos três Poderes. 

RECURSOS BAIXOS – Bolsonaristas usaram e continuarão usando, de todos os recursos baixos e nada republicanos para atacar, ameaçar e insultar os ministros do Supremo. 

Bolsonaristas estavam cantando de galo. Fogosos diante das absurdas declarações infames e ameaçadoras do presidente Donald Trump.  Chegando ao ponto máximo da ignorância impondo ao Brasil taxação de 50% para os produtos brasileiros. 

Nesta linha canalha do topetudo Trump juntaram-se, como ordinários sabujos, o deputado fujão, Eduardo Bolsonaro e o jornalista, também fujão, Paulo Figueiredo.  Ambos se fartaram de jogar praga, agredir, ameaçar e debochar do judiciário. Esmerados patifes em jogar pedras no ministro relator Alexandre de Moraes.

HISTERISMO – Agora, Inês é morta.  O choro é livre. Aumentou o histerismo dos raivosos. Bolsonaristas começaram a arrancar os cabelos. Estavam certos que Moraes recuaria. Caíram do cavalo.

Nessa linha, em diversos textos, aqui na valorosa Tribuna da Internet,   mostrei, salientei, afirmei, cravei, e antevi que não havia nenhuma chance de absolvição de Bolsonaro e mais 7 réus. Fui xingado pela escória de decaídos. Chamado de exagerado, limão azedo, rancoroso, esquerdista e outras sandices.  Mato a cobra e mostro o pau.

No artigo de 19 de julho escrevi: “Moraes não cederá, porque ministro do supremo não erra. Moraes tem consciência, com base nos autos, contra Bolsonaro e o filho fujão, que antes de tudo é preciso salientar para fariseus, que a soberania brasileira é inatacável e precisa ser respeitada”.

INABALÁVEL – Em outro artigo, de 9 de agosto, sublinhei: “Alexandre de Moraes prossegue inabalável a pressões e ameaças, atuando serenamente dentro dos autos”. Já no dia 14 de agosto, fui taxativo:

“Nada nem ninguém alivia a barra de Bolsonaro no STF. Nem mesmo se um raio dos Deuses vier atingir, em cheio,  o prédio da Suprema Corte, com todos os ministros presentes. Isso só adiaria a decisão”.

STJ mantém prisão de juíza que usava servidores como empregados

 

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Juíza fazia servidores trabalharem como babá do filho, motorista, jardineiro e secretária

 atualizado 

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Reprodução
Imagem colorida, Superior Tribunal de Justiça (STJ) - Metrópoles
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Por unanimidade, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da juíza Sonja Farias Borges de Sá e manteve sua condenação a três anos e três meses de prisão, em regime semiaberto, por crime de peculato-desvio

A magistrada é acusada de usar servidores comissionados do Judiciário para serviços domésticos – incluindo babá do filho, cuidados com o cachorro, segurança, motorista, secretária e jardineiro. Os servidores executavam tarefas como idas ao banco, compras de mercado e pagamento de contas pessoais, entre outros.

Segundo a denúncia do Ministério Público, entre julho de 2005 e dezembro de 2007, Sonja exercia a função de juíza no município de Jaciara (a 144 km de Cuiabá).

Leia a reportagem completa no RD News, parceiro do Metrópoles.

https://www.metropoles.com/brasil/stj-mantem-prisao-de-juiza-que-usava-servidores-como-empregados

Nota da Redação deste Blog -   O Fim da Impunidade: A Justiça na Mira dos Tribunais Superiores

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão de uma juíza que usava servidores públicos como empregados pessoais. A decisão é um sinal de que a banda podre da justiça, que felizmente parece ser minoria, está sendo combatida. O caso demonstra que, quando há provas e vontade política, o Judiciário é capaz de se autocorrigir.

No entanto, a denúncia de um servidor usado como empregado levanta questionamentos ainda mais sérios. Será que esses "artistas", como muitos os chamam, se limitam a usar a máquina pública para fins pessoais? Ou será que também utilizam seu poder e sua influência para arranjar namoradas ou outras regalias? A questão, embora pareça surreal, mostra que o abuso de poder pode ir além do óbvio.

A justiça é o pilar da democracia. Quando ela falha, a população perde a confiança nas instituições. A decisão do STJ é um passo importante para restaurar essa confiança e mostrar que, mesmo em tempos difíceis, a lei deve ser aplicada para todos.


Você acredita que a transparência e a fiscalização nos tribunais são essenciais para garantir que a justiça seja aplicada de forma igualitária para todos?

ota da Redação deste Blog - 


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