segunda-feira, julho 07, 2025

Um comovente texto de Sarney lembra a presença eterna de d. Kiola


O nascer da memória – A Página do Sarney

Dona Kiola ia ao palácio abençoar seu filho

Vicente Limongi Netto

Belo e carinhoso artigo do ex-presidente e acadêmico José Sarney, homenageando a mãe dele, dona Kiola, que dia 4 de julho completaria 114 anos de idade. O texto saiu no Correio Brasiliense. Sarney recorda os traços marcantes da mãe. Para ele, “santa de altar”, que representava “devoção e segurança”.

Mãe é a semente divina germinando vidas. Minha mãe, Alcy, estaria completando 109 anos. Como dona Kiola, a professora Alcy, nascida em Coari, interior do Amazonas, tinha o dom de cativar todos em sua volta. Kiola e Alcy alimentavam esperanças e otimismo. Eram mulheres simples, lúcidas, respeitadas, dignas, amadas e fortes.

Sarney conclui o fervoroso artigo, emocionado, enfatizando sua devoção eterna a dona Kiola: “Esta é a história de amor de um menino de 95 anos que não tem mais seu tesouro, e uma saudade que não passa permanece em seu coração, em sua alma, em sua vida”.

Quando ninguém esperava mais, Trump sai em defesa de Bolsonaro, e Lula reage

Publicado em 7 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Vaquinha para pagar passeio de submarino para Bolsonaro supera arrecadação da vaquinha oficial

Bolsonaro vibra com o apoio e a disposição de Trump

Carlos Newton

Nas redes sociais, o presidente americano Donald Trump afirmou nesta segunda-feira estar acompanhando o que classificou como uma “caça às bruxas” contra Jair Bolsonaro no Brasil e defendeu que “o julgamento dele deve ser nas urnas”.

Trump referia-se ao fato de o ex-presidente brasileiro já ter sido declarado inelegível em duas decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e atualmente responder a processos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado.

GRANDE SURPRESA – Ninguém acreditava mais que Eduardo Bolsonaro conseguisse uma declaração de Trump sobre a política brasileira. Assim, a iniciativa de Trump foi uma grande surpresa na rede Truth Social.

Para Trump, o Brasil está fazendo uma “coisa terrível” no tratamento dado a Bolsonaro e afirmou que ele, “assim como o mundo”, está acompanhando “como eles (o STF) não fizeram nada além de ir atrás dele (Bolsonaro), dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano!”.

Em resposta, o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que recebeu “com muita alegria” a manifestação de apoio do político americano, que disse estar acompanhando a “caça às bruxas” contra Bolsonaro e declarou que o julgamento do ex-presidente brasileiro “deve ser nas urnas”.

COMPARAÇÃO – Exultante, Bolsonaro comparou sua situação jurídica à enfrentada por Trump nas eleições americanas de 2020, quando o republicano perdeu para Joe Biden e, posteriormente, alegou fraude na votação — exatamente igual a Bolsonaro, que contestou o resultado das eleições presidenciais de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva.

Agora, o ex-presidente chega a chamar o processo sobre a tentativa de golpe, no qual é réu no STF, de “aberração jurídica”.

“Este processo ao qual respondo é uma aberração jurídica (lawfare), clara perseguição política, já percebida por todos de bom senso”, disse Bolsonaro. “Agradeço ao ilustre presidente e amigo. Vossa excelência passou por algo semelhante. Foi implacavelmente perseguido, mas venceu, para o bem dos Estados Unidos e de dezenas de outros países verdadeiramente democráticos”, destacou.

LULA PROTESTA – Conforme divulgado pelo Correio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu à manifestação de Trump.

Por meio de nota oficial, distribuída à imprensa, o o presidente afirmou que “a defesa da democracia no Brasil é um tema que compete aos brasileiros”.

“Somos um país soberano. Não aceitamos interferência ou tutela de quem quer que seja. Possuímos instituições sólidas e independentes. Ninguém está acima da lei. Sobretudo os que atentam contra a liberdade e o Estado de Direito”, completou.

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P.S. – Agora ficou mais provável que o governo e o Congresso dos Estados Unidos determinem sanções contra o ministro Alexandre de Moraes e outros membros do Supremo. Vamos aguardar. (C.N.)

Lula rebate presidente americano e afirma não aceitar interferência de quem quer que seja

 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

O presidente Lula (PT)07 de julho de 2025 | 14:45

Lula rebate presidente americano e afirma não aceitar interferência de quem quer que seja

brasil

O presidente Lula (PT) afirmou, nesta segunda-feira (7), que a defesa do Brasil compete aos brasileiros e que o país não aceita interferência de quem quer que seja. A declaração foi uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que fez uma publicação em apoio a Jair Bolsonaro (PL).

“A defesa da democracia no Brasil é um tema que compete aos brasileiros. Somos um país soberano. Não aceitamos interferência ou tutela de quem quer que seja. Possuímos instituições sólidas e independentes. Ninguém está acima da lei. Sobretudo, os que atentam contra a liberdade e o estado de direito”, afirmou Lula em nota.

Pouco depois, durante uma coletiva de imprensa após a cúpula do Brics, Lula foi perguntado sobre a publicação de Trump, mas disse que tinha “coisa mais importante para comentar”.

“Eu não vou comentar essa coisa do Trump e do Bolsonaro. Eu tenho coisa mais importante para comentar do que isso. Este [Brasil] país tem lei, tem regra. Este país tem um dono, chamado povo brasileiro. Portanto, [Trump]: ‘dê palpite na sua vida e não na nossa'”.

Em publicação nas redes, Trump afirmou que o Brasil está perseguindo o ex-presidente, e criticou o tratamento dado ao brasileiro que é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento envolvendo uma trama golpista após as eleições de 2022.

Bolsonaro, por sua vez, afirmou ter recebido com “muita alegria” a nota de Trump. O ex-presidente citou a convivência com o republicano nos anos em que esteve no poder e disse sofrer uma perseguição que classificou como uma “aberração jurídica”.

“Agradeço ao ilustre presidente e amigo. [Vossa Excelência] passou por algo semelhante. Foi implacavelmente perseguido, mas venceu para o bem dos Estados Unidos e dezenas de outros países verdadeiramente democráticos”, escreveu Bolsonaro. “Obrigado por existir e nos dar exemplo de fé e resiliência”, concluiu.

Bolsonaro, por sua vez, afirmou ter recebido com “muita alegria” a nota de Trump. O ex-presidente citou a convivência com o republicano nos anos em que esteve no poder e disse sofrer uma perseguição que classificou como uma “aberração jurídica”.

“Agradeço ao ilustre presidente e amigo. [Vossa Excelência] passou por algo semelhante. Foi implacavelmente perseguido, mas venceu para o bem dos Estados Unidos e dezenas de outros países verdadeiramente democráticos”, escreveu Bolsonaro. “Obrigado por existir e nos dar exemplo de fé e resiliência”, concluiu.

Na sequência, o advogado-geral da União, Jorge Messias, escreveu em sua conta que a soberania não se negocia e que o governo brasileiro não aceita tutela ou pressões externas.

“Qualquer tentativa de interferência em nossos assuntos internos —venha de onde vier— será firmemente rechaçada. Essa diretriz é ainda mais relevante quando se trata de preservar a independência do Poder Judiciário contra qualquer forma de pressão externa voltada a interferir em suas decisões”, disse.

Na publicação feita na rede social Truth Social, Trump também se comparou a Bolsonaro e apontou perseguição pelo fato do brasileiro ser um oponente político do governo brasileiro.

“Eu tenho assistido, assim como o mundo, enquanto eles não fazem nada além de persegui-lo, dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano. Ele não é culpado de nada, exceto por ter lutado pelo povo”, afirmou Trump.

Ainda na publicação, o americano afirmara que pôde conhecer Bolsonaro e o classificou como um líder forte que “realmente amava seu país”.

A mensagem de Trump ocorre em meio à pressão e expectativa de bolsonaristas para que os Estados Unidos apliquem uma sanção ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

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Mariana Brasil/Folhapress

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 Foto: Alan Santos/Arquivo/PR

O ex-presidente Jair Bolsonaro07 de julho de 2025 | 12:42

Trump afirma que Brasil persegue Jair Bolsonaro e chama julgamento no STF de uma ‘caça às bruxas’

mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (7) que o Brasil está fazendo uma “coisa horrível” no tratamento ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), alvo do STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento da trama golpista.

“Eu tenho assistido, assim como o mundo, enquanto eles não fazem nada além de persegui-lo, dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano. Ele não é culpado de nada, exceto por ter lutado pelo povo”, afirmou Trump em um post na Truth Social.

Segundo uma pessoa com acesso às tratativas, a mensagem vem como um desdobramento de uma reunião que o presidente americano teve com assessores semana passada cujo tema foi exclusivamente o cenário político e judiciário no Brasil.

“Eu passei a conhecer Jair Bolsonaro, e ele foi um líder forte, que realmente amava seu país. Além disso, um negociador muito duro em questões de comércio. Sua eleição foi muito apertada e, agora, ele está liderando nas pesquisas”.

“Isso não é nada mais nada menos do que um ataque a um oponente político —algo que eu conheço muito bem! Aconteceu comigo, dez vezes pior, e agora o nosso país é o mais ‘quente’ do mundo!”, prosseguiu o presidente dos EUA, sem indicar quem seria essa “oponente político”.

A mensagem de Trump ocorre em meio à pressão e expectativa de bolsonaristas para que os Estados Unidos apliquem uma sanção ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. A articulação conta com pessoas próximas ao presidente dos EUA, como o ex-assessor de Trump Jason Miller.

“O Grande Povo do Brasil não vai tolerar o que estão fazendo com seu ex-presidente. Estarei acompanhando muito de perto a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar acontecendo é o julgamento pelo voto do povo brasileiro. Isso se chama eleição. Deixem Bolsonaro em paz”, finalizou Trump na mensagem.

Um aliado de Trump afirma que esse é sinal de que o presidente americano está diretamente envolvido nas discussões sobre sanções a Moraes. Haveria ainda espaço para não haver as punições, mas que passaria por um recuo do Supremo em ações ou um gesto do governo brasileiro de que não respalda as investigações tocadas por Moraes, o que não deve ocorrer.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reagiu à declaração de Trump, afirmando que o americano não pode interferir no processo judicial brasileiro.

“O tempo em que o Brasil foi subserviente aos EUA foi o tempo de Bolsonaro, que batia continência para sua bandeira e não defendia os interesses nacionais. Hoje ele responde pelos crimes que cometeu contra a democracia e o processo eleitoral no Brasil. Não se pode falar em perseguição quando um país soberano cumpre o devido processo legal no estado democrático de direito, que Bolsonaro e seus golpistas tentaram destruir”, escreveu ela no X (antigo Twitter).

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Bolsonaro, licenciou-se do mandato em março e mora nos EUA desde então alegando ser perseguido pelo magistrado do Supremo e desde então reforçou a articulação junto a integrantes do governo Trump para que haja uma punição ao ministro.

Há duas semanas, o deputado republicano Chris Smith enviou carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, e à Casa Branca pedindo que o governo aja rapidamente para aplicar sanções a Moraes. Smith é copresidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Estados Unidos e já era um defensor da aplicação de punições ao magistrado.

O envio da carta pressionando o Governo dos EUA, ocorreu duas depois de o ex-comentarista da Jovem Pan Paulo Figueiredo prestar depoimento na comissão como testemunha. A narrativa de aliados de Bolsonaro é que ele é perseguido politicamente, num movimento para anular a oposição ao presidente Lula (PT) no Brasil.

Na Presidência, Bolsonaro acumulou uma série de declarações golpistas às claras, provocou crises entre os Poderes, colocou em xeque a realização das eleições de 2022, ameaçou não cumprir decisões do STF e estimulou com mentiras e ilações uma campanha para desacreditar o sistema eleitoral do país.

Após a derrota para Lula, incentivou a criação e a manutenção dos acampamentos golpistas que se alastraram pelo país e deram origem aos ataques do 8 de Janeiro.

Nesse mesmo período, adotou conduta que contribuiu para manter seus apoiadores esperançosos de que permaneceria no poder e, como ele mesmo admitiu publicamente, reuniu-se com militares e assessores próximos para discutir formas de intervir no TSE e anular as eleições.

Saudosista da ditadura militar (1964-1985) e de seus métodos antidemocráticos e de tortura, o ex-presidente já foi condenado pelo TSE por ataques e mentiras sobre o sistema eleitoral e é réu no STF sob a acusação de ter liderado a trama golpista de 2022. Hoje está inelegível ao menos até 2030.

Caso seja condenado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado, a pena pode passar de 40 anos de prisão.

Julia Chaib/Folhapress

Motta destrava emendas de comissão e distribui R$ 11 milhões extras por deputado

 Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados/Arquivo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)07 de julho de 2025 | 13:16

Motta destrava emendas de comissão e distribui R$ 11 milhões extras por deputado

brasil

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definiu que cada deputado poderá direcionar o pagamento de R$ 11 milhões em emendas de comissão, verba distribuída pelos colegiados do Congresso.

Com esse movimento, ele usa os recursos para tentar reforçar o apoio que tem no plenário da Casa, assim como fez seu antecessor, o ex-presidente Arthur Lira (PP-AL).

Com a determinação de Motta, cada parlamentar poderá apadrinhar o valor adicional, além dos R$ 37 milhões a que tem direito na forma de emendas individuais. A cifra de R$ 11 milhões foi confirmada por seis parlamentares ouvidos pela reportgem.

Na prática, os deputados irão enviar às comissões uma indicação de como os R$ 11 milhões deverão ser gastos. Cada colegiado, então, terá que votar e registrar em ata essas escolhas. As comissões de Saúde, Esporte e Turismo da Câmara já informaram aos parlamentares a abertura do cadastro para as indicações, mas o prazo ainda não foi informado.

Além disso, os líderes de cada partido e o próprio Motta terão direito de distribuir valores ainda maiores em emendas de comissão. Esse número é mantido em sigilo pela cúpula da Câmara. O montante apadrinhado por cada líder depende do tamanho de sua bancada e, em anos anteriores, superou R$ 100 milhões.

As emendas parlamentares são uma forma de deputados e senadores direcionarem recursos para suas bases eleitorais, o que costuma render dividendos políticos e votos.

As emendas individuais (total de R$ 19 bilhões para a Câmara em 2025) e as emendas de bancada estadual (R$ 14 bilhões) são de execução obrigatória pelo governo. As emendas de comissão não são impositivas, o que significa que a liberação dos recursos depende do governo.

Essa discricionariedade de pagamento é tradicionalmente usada como moeda de troca para obter apoio dos congressistas. Aqueles que são fiéis nas votações são contemplados com a liberação das verbas, enquanto os que fazem oposição ou divergem da cúpula podem ter o dinheiro represado. Em 2025, essas emendas de comissão representarão R$ 10,5 bilhões.

Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), e em parte do governo Lula, os autores dessas emendas de comissão ficavam sob sigilo e apenas a cúpula do próprio Congresso tinha conhecimento sobre o valor que cada parlamentar recebia e como seria gasto. Esse formato era usado anteriormente com as emendas de relator ao Orçamento, declaradas inconstitucionais em 2022.

As emendas de comissão substituíram as emendas de relator em 2024, mas foram bloqueadas por ordem do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), até que fossem adotadas regras de transparência e rastreabilidade para os recursos, diante de seguidas operações policiais para investigar desvios de dinheiro e irregularidades.

Agora, com o fim do sigilo, Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), dependerão de um alinhamento com o governo para coordenarem a liberação dos recursos de acordo com suas indicações.

Até o ano passado, essa negociação fez com que Lira entrasse em conflito com o então responsável pelas verbas no governo, o ex-ministro da SRI (Secretaria de Relações Institucionais) Alexandre Padilha.

Dois interlocutores do presidente Lula dizem que, por enquanto, não há acordo sobre o pagamento dessas verbas. Eles ressaltam também que, em meio ao conflito com o Congresso em torno das medidas de aumento de impostos, será preciso avaliar como fica esse cenário e se o ambiente com a Câmara e o Senado estará positivo para isso.

O aviso sobre os R$ 11 milhões por deputado começou a circular nesta semana entre os partidos. Ainda não há informação a abrangência da distribuição do dinheiro nem se todos serão contemplados com esses valores, incluindo partidos que costumam criticar as emendas, como PSOL e Novo.

A partilha da verba para os deputados vai na contramão de sinais, enviados por Motta nos últimos dias, de que a Câmara está disposta a restringir esse tipo de pagamento para contribuir com o ajuste das contas públicas.

Na sexta-feira (4), o presidente da Câmara disse que é preciso discutir cortes no valor das emendas parlamentares como parte da “colaboração” do Legislativo.

“Da mesma forma que nós estamos aqui defendendo corte de benefícios tributários, nós temos que discutir corte de emendas, corte em desperdícios, gastos de dinheiro público por parte do Executivo. Todos têm que dar sua contribuição. Não defendo um Congresso intocável, não defendo emendas parlamentares intocáveis”, afirmou à CNN.

Raphael Di Cunto/Folhapress

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