sexta-feira, maio 02, 2025

Jovino Manoel Fernandes Alves: O Valor Ignorado de um Filho de Jeremoabo

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02/05/2025

 Jovino Fernandes é Condecorado Pela 1ª Companhia de Infantaria

Fonte; JV PORTAL / JEREMOABO TV

RP: 9291/BA


Jovino Fernandes, Diretor Presidente da JEREMOABO TV vem expressar publicamente seus mais sinceros agradecimentos e congratulações, pelas homenagens recebidas pela 1ª Companhia de Infantaria em Paulo Afonso, com os títulos: Colaborador Emérito do Exército Brasileiro na pessoa do General do Exército Maurílo Miranda Netto Ribeiro, Comandante Militar do Nordeste  e, ao Coronel Marcelo, Comandante da 1ª Companhia de Infantaria em Paulo Afonso, como Amigo da 1ª Companhia de Infantaria – 2025 na cidade de Paulo Afonso, na comemoração alusiva aos 71 anos de sua existência.

“O que falta em apoio na cidade em que moramos, sobra em reconhecimento longe de casa”.

Nosso respeito e admiração por essa honraria, que honra também a todos que acreditam na força do trabalho conjunto e no papel fundamental das instituições militares em nossa região.

“Às vezes, é preciso sair da própria terra para ser valorizado como merece”.

Que esta conquista seja motivo de orgulho para continuarmos motivando nosso trabalho junto a JEREMOABO TV, sempre com responsabilidade, respeito e dedicação ao bem comum.

“Na própria cidade, silêncio; em outras, aplausos. Assim é o paradoxo de quem sonha”.

Com profunda gratidão e honra, recebo os títulos de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro e Amigo da 1ª Companhia de Infantaria – 2025, outorgados em cerimônia realizada na cidade de Paulo Afonso, nas festividades alusivas aos 71 Anos de sua Fundação.

“Reconhecido fora, ignorado em casa — assim caminha quem brilha onde mora”.

Agradeço ao Exército Brasileiro, especialmente à 1ª Companhia de Infantaria, pelo reconhecimento que muito me emociona e me fortalece no compromisso com a cidadania, o respeito às instituições e o trabalho em prol da coletividade.

 Triste é ser invisível onde moramos e aplaudido onde ninguém te conhece”.

Compartilho esta honraria com minha Diretora e Produtora GSK Vieira e com todos os nossos parceiros que caminham ao nosso lado na construção de uma sociedade mais justa, consciente e unida. Que possamos seguir firmes nos valores que nos aproximam e que fortalecem nossa Pátria.

"É frustrante ser reconhecido em outros lugares, enquanto a cidade que chamamos de casa fecha os olhos para o nosso valor."

Muito obrigado, Cel Marcelo, aos demais comandados da Corporação pela cordialidade da forma como somos tratados, as autoridades militares e civis presentes pelos cumprimentos, a minha grande profissional Diretora e Produtora GSK Vieira, ao meu amigo parceiro Giló Peixinho, grande fotógrafo, a sua mãe D. Francisca (Quinha) e sua esposa D. Ana Dilza que vieram da cidade de Canudos para nos prestigiar e, especialmente aos nossos fieis parceiros e seguidores.

"É surpreendente como, muitas vezes, o reconhecimento vem de fora, quando o apoio que buscamos em casa não chega."

JEREMOABO TV agradece profundamente a todos os parceiros e seguidores que caminham ao nosso lado, valorizando e apoiando as instituições, a cultura, a educação, os costumes e as tradições do nosso povo. 

"É curioso como, muitas vezes, somos valorizados em outros lugares enquanto nossa própria cidade permanece alheia ao nosso potencial."

É com esse apoio que seguimos firmes na missão de preservar nossa identidade, fortalecer nossas raízes e construir, juntos, um futuro com mais respeito à nossa história e às riquezas do nosso sertão. Muito obrigado por acreditarem conosco nesse propósito! Com vocês que seguimos firmes, fazendo a diferença na nossa terra!

 “Que fique a lição: quando o reconhecimento vem de fora, é sinal de que o talento sempre existiu — só falta o apoio em casa”.

DEUS está do nosso lado e, nós com ELE, Que o Nosso Todo Poderoso, Continue Nos Comandando!!!

JEREMOABO TV – JUNTO A VOCÊ !!!

VÍDEOS

GALERIA DE FOTOS










VETERANOS



VETERANOS
Diploma de Colaborador Emérito do Exército Recebido do General do Exército Maurílo Miranda Netto Ribeiro, Comandante Militar do Nordeste 
Diploma de Amigo da 1ª Companhia de Infantaria Recebido do Coronel Marcelo, Comandante da 1ª Companhia de Infantaria em Paulo Afonso
Diploma Recebido do General do Exército João Batista e Cel Dario - 6ª Região Militar Salvador/BA.


Revista Alusiva aos 71 Anos em 29/04/2025


Nota da redação deste Blog - Jovino Manoel Fernandes Alves: O Valor Ignorado de um Filho de Jeremoabo

Em meio à história de Jeremoabo, muitos nomes foram lembrados por serviços nem sempre tão relevantes assim. Outros, que dedicaram sua vida à educação, à política, à comunicação e à cidadania, permanecem injustamente esquecidos. É o caso de Jovino Manoel Fernandes Alves, um nome que deveria ser sinônimo de reconhecimento, mas que, paradoxalmente, ainda aguarda o justo aplauso de sua terra natal.

Vivo, lúcido e ainda residindo em Jeremoabo, Jovino carrega nas costas uma trajetória de dedicação incansável ao município. Foi professor, vereador, diretor de colégio, radialista e atuou em diversas frentes do serviço público, sempre com seriedade, ética e compromisso com o bem comum. Sua atuação foi marcante, formando gerações e contribuindo para o desenvolvimento intelectual e moral de muitos jeremoabenses.

No entanto, o que se vê é um silêncio ensurdecedor. Nenhuma homenagem, nenhum reconhecimento público.  É como se a cidade escolhesse, seletivamente, quem merece ser lembrado – e Jovino, com seu espírito crítico, independente e visionário, não parece se enquadrar no padrão de quem agrada aos donos do poder.

O velho ditado “santo de casa não faz milagres” parece encontrar eco na história de Jovino.  Quem pensa grande demais em Jeremoabo costuma ser mantido à margem.

A ironia maior é que, mesmo ignorado por sua cidade, o nome de Jovino Manoel Fernandes Alves ecoou em Paulo Afonso, onde foi reconhecido como colaborador emérito do Exército Brasileiro — uma distinção rara e honrosa, concedida àqueles que efetivamente prestaram serviços relevantes à nação. Ou seja: enquanto Jeremoabo o esquece, outras cidades o aplaudem.

A história não perdoa o descaso. Um município que não valoriza seus filhos ilustres perde a chance de fortalecer sua identidade e sua memória. Jovino representa exatamente isso: uma figura que ainda está entre nós, lúcida, ativa, e que poderia ser inspiração para as novas gerações — se ao menos fosse lembrado com a dignidade que merece.

"Também em Jeremoabo nada surpreende — é a terra onde até o impossível acontece. Um exemplo claro disso foi a atitude da Câmara Municipal, que retirou, de forma arbitrária e sem qualquer justificativa, o nome da maior autoridade da história de Jeremoabo de uma das escolas mais antigas e importantes do município. Uma decisão tomada de maneira grotesca, à revelia da vontade do povo jeremoabense, desrespeitando nossa memória e nossa história.".

Procurador Gilberto Waller Jr. presidirá o INSS após escândalo de fraudes bilionárias


Ministros do STF sinalizam não resistir a redução de penas do 8/1 e atribuem proposta ao Congresso

 Foto: Antonio Augusto/Arquivo/Ascom/STF

Plenário do STF02 de maio de 2025 | 08:13

Ministros do STF sinalizam não resistir a redução de penas do 8/1 e atribuem proposta ao Congresso

brasil

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) atribuem ao Congresso Nacional a iniciativa de buscar uma alternativa para a redução de penas dos condenados pelos ataques às sedes dos Poderes em 8 de janeiro.

A proposta de alterar o Código Penal para mudar a dosimetria das condenações foi discutida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e ao menos três ministros do Supremo.

Eles negam ter dado aval à proposta em gestação no Congresso. Sinalizam, porém, que não devem resistir ao projeto de lei, segundo três ministros afirmaram à Folha.

Uma ala mais política do Supremo, que tem Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes como expoentes, diz que o tribunal tem aplicado nos casos de 8 de janeiro as penas previstas na Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito, aprovada pelo Congresso em 2021.

De acordo com essa perspectiva, as críticas às penas elevadas para os denunciados por golpe de Estado deveriam ser dirigidas aos congressistas, e não ao Supremo. O ajuste na legislação, como propõe Alcolumbre, seria uma confissão do Legislativo, disse um ministro sob reserva.

Essa ala no Supremo tem defendido que o STF conseguiria conter a crise, com a ofensiva bolsonarista por anistia, analisando individualmente os processos contra os condenados. Essa tática envolve conceder prisões humanitárias, soltar presos provisórios e autorizar a progressão de penas ao longo deste ano.

Relator de mais de 1.500 processos do 8 de janeiro, Moraes chegou a colocar a estratégia em prática. O movimento foi entendido no Supremo como um gesto do ministro pela pacificação.

De 28 de março até 30 de abril, ele determinou a soltura de 28 denunciados pelos ataques aos três Poderes. Os casos envolvem presos provisórios e condenados com problemas de saúde.

Também liberou para julgamento no último mês somente casos de pessoas que estavam acampadas no Quartel-General do Exército, cujas penas de um ano de reclusão são substituídas pela obrigação de fazer um curso sobre democracia e prestar serviços comunitários.

Desde 28 de março, o Supremo julgou 40 casos do 8 de janeiro. Todos foram condenados a somente um ano de reclusão —exceto a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, cujo julgamento foi liberado por Luiz Fux após pedido de vista (mais tempo para análise).

Outros dois ministros ouvidos pela Folha dizem ser favoráveis à proposta de redução de penas como alternativa à anistia irrestrita apoiada pelos bolsonaristas. Eles rejeitam, porém, a tese de que a mudança no Código Penal seja fruto de um acordo institucional entre o Legislativo e o Judiciário.

O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, indicou que não faria oposição à mudança na legislação que alterasse as penas relacionadas aos crimes cometidos em 8 de janeiro de 2023.

“A solução para quem acha que as penas foram excessivas é uma mudança na lei. Não acho que seja o caso de anistia, porque anistia significa perdão. E o que aconteceu é imperdoável. Mas redimensionar a extensão das penas, se o Congresso entender por bem, está dentro da sua competência”, disse Barroso em entrevista ao jornal O Globo publicada no início da semana.

Segundo o ministro, uma mudança na lei poderia beneficiar as pessoas que já foram condenadas pelos ataques às sedes dos Poderes.

Segundo integrantes do STF, o caminho para uma revisão das penas após eventual mudança na legislação seria a análise de um habeas corpus coletivo para os condenados.

Haveria, no entanto, uma divisão entre aqueles que lideraram a tentativa de golpe e aqueles que participaram do ato de 8 de janeiro na multidão que invadiu os prédios. A separação exata depende dos termos da lei a ser aprovada pelo Congresso.

A eventual redução das penas implicaria a soltura de grande parte dos cerca de 120 presos pelos ataques, uma vez que a progressão de regime é permitida a partir do cumprimento de um sexto da pena.

Uma versão inicial da proposta para reduzir as penas das pessoas que participaram dos ataques foi elaborada pela equipe de consultoria legislativa subordinada ao presidente do Senado.

A minuta prevê três mudanças na chamada Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito.

A principal alteração cria um novo tipo penal para punir aqueles que praticam atos considerados contra o Estado democrático de Direito, influenciados por uma multidão. Seria o caso daqueles que estiveram presentes no 8 de janeiro. Eles ainda seriam punidos normalmente, no entanto, por outros crimes como depredação, o que tem aumentado o tempo total de condenação.

A depender das circunstâncias do envolvimento de cada indivíduo, esse novo crime substituiria condenações por tentativa de abolição violenta do Estado democrático e tentativa de golpe de Estado. Combinados, esses dois crimes levam a penas de 8 a 20 anos de prisão.

No estágio atual das discussões, o novo tipo penal teria sua punição numa faixa de dois a seis anos de prisão. Como a alteração da lei seria favorável aos acusados, ela retroagiria para beneficiar quem já praticou os crimes.

Um segundo dispositivo da proposta diz respeito à duplicidade de acusações contra os envolvidos nos atos. Atualmente, o direito penal prevê o concurso material, princípio segundo o qual as penas se acumulam quando uma pessoa comete dois ou mais crimes em diferentes ações.

De acordo com a minuta, a nova lei manteria os dois tipos penais, mas criaria a possibilidade de condenação apenas por abolição do Estado democrático, com um agravante nos casos em que o desfecho desse ato seja uma tentativa de golpe de Estado.

O terceiro ponto da proposta seria a inclusão na legislação de uma causa de aumento de penas para líderes e responsáveis pelo planejamento desses atos. O objetivo, segundo parlamentares, é ampliar o rigor contra esses personagens e desestimular outros episódios semelhantes.

Esse item, porém, não poderia ser aplicado para os denunciados por liderar a tentativa de golpe, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PT), uma vez que mudança na lei penal só retroagem em benefício, não para prejuízo do réu.

Cézar Feitoza/Folhapress

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