Esse é um lembrete importante! Quem compra votos demonstra, desde já, uma postura antiética e de desonestidade. Se alguém começa sua campanha de maneira corrupta, é provável que continue agindo da mesma forma no futuro, priorizando interesses próprios em vez de trabalhar pelo bem comum. O eleitor precisa estar consciente de que o voto é uma ferramenta poderosa para exigir mudança e transparência na gestão pública.
sábado, outubro 05, 2024
Matéria: Denúncias de Compra de Votos em Jeremoabo: A Luta pela Integridade Eleitoral
Matéria: Denúncias de Compra de Votos em Jeremoabo: A Luta pela Integridade Eleitoral
Nos últimos dias, surgiram comentários preocupantes em Jeremoabo sobre uma prática antiga, mas ainda presente em várias partes do Brasil: a compra de votos em troca de cestas básicas. Essas alegações, embora ainda sem provas concretas, levantam um alerta sobre a importância da integridade nas eleições e do papel ativo que cada cidadão pode e deve desempenhar para proteger o processo democrático.
Compra de Votos: Um Crime Contra a Democracia
A compra de votos é uma das práticas mais desonestas e corruptas que podem ocorrer em uma eleição. Quando um candidato ou seus aliados oferecem benefícios materiais, como cestas básicas, em troca de votos, estão não só cometendo um crime eleitoral, mas também violando o princípio da soberania popular, que garante que cada voto seja dado de forma livre e consciente.
Esse tipo de ação corrompe o processo eleitoral, comprometendo a escolha legítima dos cidadãos. Quem compra votos não está apenas tentando garantir uma vitória, mas também demonstra desonestidade antes mesmo de assumir qualquer cargo público. Se uma pessoa ou grupo está disposto a trair a confiança do eleitor desde o início, o que se pode esperar de seu mandato? O dinheiro da prefeitura, que deveria ser investido em saúde, educação e infraestrutura, pode acabar sendo usado para outros fins escusos.
Denúncia: Como Atuar de Forma Segura e Eficaz
É importante lembrar que, sem provas concretas, comentários e boatos não têm valor legal. Por isso, quem tiver conhecimento de práticas como a compra de votos precisa agir com responsabilidade. Se você presenciou ou tem acesso a evidências dessa prática, como áudios ou vídeos que comprovem o crime eleitoral, saiba que você pode — e deve — fazer sua parte denunciando.
Há duas formas principais de encaminhar uma denúncia de compra de votos:
Ministério Público Eleitoral (MPE): O MPE é o órgão responsável por fiscalizar o cumprimento das leis eleitorais. Caso você tenha provas documentais, como vídeos ou áudios, pode encaminhá-los diretamente ao MPE em Jeremoabo. Eles têm o dever de investigar a denúncia e tomar as medidas legais necessárias.
Denúncia Anônima no TSE: Se preferir, você pode registrar sua denúncia de forma anônima através do Sistema Pardal, uma ferramenta oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Pardal permite que qualquer cidadão envie informações sobre irregularidades eleitorais, de maneira rápida e segura.
Caso não saiba como proceder, este blog se dispõe a orientar e ajudar no processo de denúncia, garantindo que as informações cheguem ao TSE.
O Impacto da Compra de Votos
Quem aceita vender seu voto, em troca de qualquer benefício, abre mão de seu direito de escolha e coloca em risco o futuro de sua comunidade. Aceitar cestas básicas, dinheiro, ou qualquer outro tipo de vantagem em troca de um voto é, de certa forma, permitir que a corrupção continue a prosperar.
É importante refletir: quem compra votos está declarando abertamente que é desonesto. Se está disposto a cometer um crime para se eleger, a tendência é que, no exercício do cargo, não tenha qualquer compromisso com o bem público. Seu mandato será marcado pelo desvio de recursos, pela falta de transparência e pela incompetência administrativa. O dinheiro que deveria ser utilizado para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, na verdade, pode ser desviado para interesses privados.
A Luta por Eleições Limpas
As eleições são um momento crucial para a democracia. É através do voto que os cidadãos têm o poder de escolher seus representantes, aqueles que irão governar a cidade, o estado ou o país. A luta por eleições limpas é uma responsabilidade de todos, e começa com a conscientização de que o voto não tem preço.
Ganhar uma eleição de maneira honesta é essencial para garantir que o mandato seja pautado pela ética, pela transparência e pelo compromisso com o povo. Não permita que a compra de votos comprometa o futuro de Jeremoabo. Denuncie. Defenda o seu direito e o direito de sua comunidade de viver em uma cidade onde os governantes são eleitos por sua competência e compromisso, e não pelo poder de compra.
Conclusão
Quem compra votos demonstra falta de caráter e de respeito pela população. Ao vender seu voto, o cidadão está contribuindo para que o futuro da cidade seja colocado nas mãos de quem, desde o início, já mostrou ser desonesto. A eleição não deve ser decidida com base em cestas básicas ou qualquer outro tipo de benefício, mas sim pela vontade soberana do povo.
Por isso, se você presenciar qualquer tipo de irregularidade, não tenha medo de denunciar. Documente os fatos e leve a informação ao Ministério Público Eleitoral ou utilize as ferramentas online como o Sistema Pardal do TSE. Somente com a participação ativa de todos podemos garantir que as eleições sejam justas e que os representantes eleitos sejam aqueles realmente comprometidos com o bem público.
Lembre-se: quem compra votos, rouba o futuro da cidade.
sexta-feira, outubro 04, 2024
Falta de Respeito com o Eleitor
Matheus de Deri Evita Debates e Enfrenta Reprovação Popular

Que Matheus de Deri evitou os debates de
candidatos a prefeito de Jeremoabo, isso
é fato! Que ele demonstrou insegurança e
despreparo, isso também ficou evidente.
Porém, a atitude antidemocrática e a falta
de respeito com o eleitor, cidadão de
Jeremoabo, podem lhe custar caro, pois
o eleitor não tolera mais candidatos
que acham que podem vencer somente
porque estão no poder ou têm poder
econômico. Ledo engano, a surpresa
negativa é certa.
A Incoerência do PT
Apoio do Governador a Matheus de
Deri Gera Polêmica
Há cinquenta anos, o ex-governador
Octavio Mangabeira já dizia: “pense
num absurdo, na Bahia tem precedente”
. Não é novidade para ninguém que o
Partido dos Trabalhadores (PT) perdeu
sua essência e já não tem candidatos
com chapas puro-sangue (PT) e em
coligações com ideias alinhadas com
o pensamento social democrata. Em
Jeremoabo, vemos um verdadeiro absurdo.
Fábio da Farmácia, candidato legítimo do
PT, que apoiou Lula (PT) e Jerônimo (PT),
está obrigado a ver o governador declarar
apoio a Matheus de Deri e trair sua própria
ideologia política.
Eleitor Olha Atravessado
Apoio a Candidato Envolvido em
Escândalos de Corrupção
Os eleitores não veem com bons olhos esse
aceno de Jerônimo ao candidato a prefeito de
Deri, pois enquanto Fábio da Farmácia é Ficha
Limpa, é do mesmo partido de Jerônimo e está
7 na frente nas pesquisas internas, Matheus de
Deri está envolvido em esquemas de fraudes a
licitações da Prefeitura de Jeremoabo, investigado
pela Polícia Federal na “Operação Jerimum” e
teve contra ele medidas judiciais e policiais de busca
e apreensão e quebra de sigilo bancário. O governador
deixa de apoiar o homem de bem de seu partido, uma
exceção, para apoiar o adversário envolvido em corrupção.
Reação do Eleitor
Carreata de Jerônimo Recebe Chuva de Ovos
Hoje (04/10/2024), Jerônimo fez uma carreata pela
cidade de Jeremoabo em cima de uma camionete,
ladeado por Mário Júnior (PP), Matheus de Deri e
Célio Fontes, para demonstrar seu apoio. Todavia, o
tiro saiu pela culatra. Enquanto o governador
acenava para transeuntes, recebeu uma chuva
de ovos de eleitores revoltados com essa atitude
lamentável. Enquanto isso, Fábio da Farmácia
comemora o sucesso de seu último comício
realizado ontem e conta com o apoio da Diretoria
municipal e estadual do PT, além de deputados
estaduais e federais do PT.
Dinheiro Pelo Ralo
Movimentações Políticas e Esquemas de Corrupção
O Deputado Mário Júnior sempre visita a região
para fazer movimentações políticas. O interesse
do deputado é ter prefeituras como base política
para 2026, as quais rendem destinação de
emendas parlamentares, inclusive as do relator,
destinadas aos municípios sem qualquer
transparência. O tesoureiro estadual do PP, de
Mário Júnior, Diego Odicéia, está presente nas
administrações de Pedro Alexandre, Paulo Afonso
e Jeremoabo. Ele já é conhecido nas licitações,
que lhe renderam mandados de busca e apreensão
(na mesma operação que investiga Matheus de Deri)
e uma prisão em maio deste ano.
https://www.portaldafeira.com.br/noticia/112612/falta-de-respeito-com-o-eleitor
Artigo: O Uso de Funcionários Públicos em Campanhas Eleitorais: Análise Jurídica e Ética
Artigo: O Uso de Funcionários Públicos em Campanhas Eleitorais: Análise Jurídica e Ética
A proximidade das eleições traz à tona uma série de questões sobre o comportamento de servidores públicos, especialmente aqueles que trabalham diretamente em cargos de confiança ou proximidade com autoridades. Um dos temas mais polêmicos e recorrentes é o uso de funcionários públicos em atividades relacionadas à campanha eleitoral, o que pode levantar sérias dúvidas jurídicas e éticas. Neste artigo, abordaremos a seguinte questão: um empregado da prefeitura, pago com dinheiro público, pode trabalhar em um programa de rádio de um candidato a prefeito, que por acaso é sobrinho do atual prefeito, durante o período eleitoral?
1. O Princípio da Impessoalidade e a Neutralidade da Administração Pública
A Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 37, estabelece os princípios que regem a Administração Pública. Entre eles, destacam-se os princípios da impessoalidade e da moralidade, que têm como objetivo garantir que o Estado não favoreça ou discrimine nenhum cidadão em função de suas relações pessoais ou políticas.
O princípio da impessoalidade proíbe que servidores públicos utilizem sua posição ou os recursos públicos para beneficiar uma pessoa ou um grupo específico. Isso é especialmente relevante durante o período eleitoral, quando os governantes e seus subordinados devem agir de maneira neutra, evitando o uso da máquina pública para favorecer candidaturas.
2. A Legislação Eleitoral e a Proibição de Abuso de Poder
A Lei Eleitoral (Lei n. 9.504/1997) e a Lei de Improbidade Administrativa (Lei n. 8.429/1992) são claros em relação ao uso indevido da estrutura pública para fins eleitorais. Segundo a legislação, o uso de bens e servidores públicos em campanhas eleitorais é vedado, configurando abuso de poder político ou de autoridade. Esse tipo de prática é considerado grave, podendo resultar na impugnação da candidatura e até na cassação do mandato, se comprovada a influência indevida.
No caso descrito, o servidor da prefeitura está sendo pago com recursos públicos, ou seja, com dinheiro dos contribuintes, para realizar atividades em favor de uma candidatura. Essa prática viola diretamente a lei eleitoral, pois o servidor, ao atuar em um programa de rádio do candidato, estaria contribuindo para sua campanha com recursos financiados pela administração pública. Isso caracteriza o chamado "uso da máquina pública", que é proibido.
3. Horário de Trabalho e Distinção entre Atividade Pública e Privada
Outra questão relevante é o uso do tempo de serviço do funcionário público. Mesmo que o servidor público participe de campanhas eleitorais fora de seu expediente de trabalho, isso pode ser considerado irregular se houver qualquer interferência no desempenho de suas funções.
A Lei Complementar nº 64/1990, que trata das condições de inelegibilidade, estabelece que servidores públicos devem manter a separação clara entre suas funções institucionais e atividades de campanha. Qualquer participação fora do horário de expediente pode levantar dúvidas sobre o uso de recursos públicos, como equipamentos, veículos, ou até mesmo a simples influência do cargo.
No caso proposto, mesmo que o servidor alegue que está trabalhando no programa de rádio fora do expediente, há um conflito de interesses evidente, dado o vínculo direto com a prefeitura e o parentesco entre o candidato e o prefeito em exercício.
4. O Parentesco e o Conflito de Interesses
O parentesco entre o candidato a prefeito e o atual prefeito adiciona uma camada de complexidade à questão. O nepotismo, apesar de não ser o foco específico desta análise, pode influenciar a percepção pública e a credibilidade da campanha eleitoral. Além disso, o uso de funcionários da prefeitura para promover uma candidatura de um parente direto do chefe do Executivo pode ser visto como um abuso de poder político, o que é claramente vetado pela legislação eleitoral.
5. Consequências Legais e Possíveis Sanções
Se comprovado que o servidor público está utilizando seu cargo ou tempo de serviço para promover a candidatura de um parente do prefeito, ele pode estar sujeito a sanções tanto no âmbito eleitoral quanto no administrativo. Essas sanções podem incluir:
- A impugnação da candidatura do sobrinho do prefeito;
- A demissão por justa causa do servidor público envolvido;
- A aplicação de multas e outras penalidades previstas pela legislação eleitoral.
Além disso, o prefeito pode ser responsabilizado se houver indícios de que ele autorizou ou consentiu com o uso de recursos da prefeitura para favorecer a campanha de seu parente.
6. Aspectos Éticos
Por fim, além das questões legais, há o aspecto ético. O servidor público deve agir em prol do interesse coletivo e não se beneficiar de seu cargo ou de recursos públicos para fins privados ou eleitorais. A confiança pública nas instituições pode ser gravemente abalada quando há indícios de uso da máquina pública para influenciar eleições. Assim, é dever de todo servidor e governante manter uma postura ética e transparente, especialmente em períodos eleitorais.
Conclusão
A resposta à questão inicial é clara: não, um empregado da prefeitura, pago com dinheiro público, não pode trabalhar em um programa de rádio de um candidato a prefeito, especialmente durante o período eleitoral. Essa prática viola tanto a legislação eleitoral quanto os princípios que regem a Administração Pública no Brasil. Além disso, a proximidade familiar entre o prefeito e o candidato torna a situação ainda mais delicada, exigindo uma análise rigorosa para evitar abuso de poder e garantir a lisura do processo eleitoral.
As implicações legais e éticas de tal comportamento são severas, podendo resultar em sanções tanto para o servidor quanto para os envolvidos na candidatura. Por isso, é fundamental que todos os atores envolvidos em eleições, especialmente aqueles que ocupam cargos públicos, mantenham uma conduta imparcial e respeitem os princípios democráticos.
Procuradoria pede que Daniel Silveira passe ao semiaberto, mas Moraes reluta
Publicado em 4 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet
Agora, Moraes só falta pedir um laudo do Vaticano…
Deu no UOL
A Procuradoria-Geral da República (PGR) argumentou a favor da progressão de pena do ex-deputado federal Daniel Silveira para o regime semiaberto nesta quarta-feira, 2. A decisão final sobre a recomendação está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Silveira está preso desde fevereiro de 2023, um dia após o término de seu mandato. Ele foi condenado, em abril de 2022, a oito anos e nove meses de prisão por ameaça e incitação à violência contra ministros do STF.
O agora ex-parlamentar chegou a receber o indulto presidencial de Jair Bolsonaro (PL) um dia após ser condenado, mas a Suprema Corte anulou a medida no ano passado.
LAUDOS FAVORÁVEIS – A posição da Procuradoria foi manifestada após a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Rio de Janeiro, onde Silveira está preso, apresentar laudos que autorizam a progressão de regime.
“Cumpridas as diligências e confirmado o atendimento aos requisitos de caráter subjetivo, impõe-se a concessão do benefício”, avaliou o vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand Filho.
Uma comissão instituída pela secretaria se posicionou favoravelmente ao pedido da defesa do ex-deputado após analisar laudos de profissionais de psicologia, psiquiatria e serviço social.
RECONHECIMENTO – Respondendo a questionamentos apresentados por Moraes, o laudo psicológico afirma que Silveira “reconhece que tenha adotado uma postura ofensiva e que não deveria insuflar terceiros através do próprio discurso sendo uma figura pública”.
O documento também afirma que o ex-parlamentar não teve “manifestações de agressividade” e que “parece não haver relatos desse tipo de comportamento no ambiente do cárcere”. Na mesma avaliação, Silveira informou que já tem uma proposta para trabalhar em uma academia e para estagiar em um escritório de advocacia.
Em abril, o STF negou dois pedidos de progressão de pena feitos pela defesa do do ex-deputado bolsonarista. Em um deles, Silveira foi multado por litigância de má-fé em razão de repetidos pedidos de habeas corpus.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É bom repetir: “Impõe-se a concessão do benefício”, avaliou o vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand Filho. Em tradução simultânea, Silveira está preso ilegalmente há vários meses. No entanto, o ministro Moraes insiste em mantê-lo na prisão e fica tentando inventar uma falsa justificativa. Moraes não serve para ser juiz, porque tem alma de verdugo. É lamentável. (C.N.)
Troca de hostilidades e bombas entre Israel e o Irã impactam milhares de civis
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Confrontos ignoram qualquer tipo de regra ou respeito à vida
Pedro do Coutto
Agrava-se a crise no Oriente Médio com a troca de hostilidades e bombas entre Israel e o Irã. A população civil sofre o impacto de uma situação verdadeiramente catastrófica no Líbano, com cerca de um milhão de pessoas impactadas. O ritmo de deslocamento da população excedeu os piores cenários desde 23 de setembro. Israel aumentou drasticamente os bombardeios, matando mais de 500 pessoas em um único dia, segundo o governo libanês. O nível de trauma e de medo na população é extremo.
Israel defende que sua ofensiva contra o Hezbollah — grupo fortemente armado e apoiado pelo Irã — tem como objetivo garantir o retorno para casa de israelenses retirados de regiões próximas à fronteira libanesa, em consequência de praticamente um ano de ataques do Hezbollah contra o norte de Israel. O governo libanês diz que cerca de 1,2 milhão de pessoas tiveram de deixar suas casas por causa dos ataques israelenses. Algumas morreram em ataques israelenses após deixarem seus lares.
ULTIMATO – Famílias de cerca de 20 cidades receberam um ultimato dias atrás do exército israelense para que abandonassem suas casas no sul do país, onde os confrontos com o Hezbollah têm se intensificado. Entre os deslocados, há também brasileiros, como uma família que vivia na região de Marjaayoun, no sul do Líbano, e deixou sua casa para trás e está agora na cidade de Aley, a cerca de 15 km de Beirute, mais no centro do país.
Parte da população que não saiu a tempo acreditando que a guerra não chegaria ali agora está presa no meio do fogo cruzado sem ter como fugir. Na capital, com os bombardeios, muitas pessoas também tiveram de deixar suas casas de uma hora para a outra e estão morando nas calçadas. Os aluguéis subiram muito e elas não conseguem alugar apartamento.
SEM REGRAS – Além disso, dezenas de profissionais da Saúde foram mortos, a maioria nos últimos dez dias. O direito humanitário internacional exige que equipes de ajuda possam acessar pessoas necessitadas, e que a infraestrutura civil e os sistemas de água devem ser protegidos. Mas no cenário de guerra ignora qualquer tipo de regra. A situação complica-se, acarretando ainda mais mortos e feridos nos confrontos.
O mundo está novamente vivendo um momento crítico que precisa ser desarmado pelas grandes potências. Mas estas ainda não chegaram a uma conclusão. É fundamental, até porque o Irã possui instalações nucleares que podem ser atingidas pelos foguetes de Israel, além de poder causar reflexos catastróficos no Oriente Médio.
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