sábado, abril 06, 2024

Bolsonaro aproveita feriadão para fazer nova megamanifestação em Copacabana

Publicado em 6 de abril de 2024 por Tribuna da Internet

Bolsonaro convoca nova manifestação no Rio e diz que minuta golpista é  “fake news”

Bolsonaro acertou a data com seu parceiro Silas Malafaia

Tácio Lorran
Estadão

Investigado por uma tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou uma nova manifestação, desta vez no Rio de Janeiro, na praia de Copacabana, no próximo dia 21 de abril, feriado nacional de Tiradentes.

“Estou te convidando para uma grande manifestação no Rio de Janeiro, na Praia de Copacabana. Estaremos dando continuidade ao que aconteceu em São Paulo, no dia 25 de fevereiro. Estamos discutindo, levando informações para vocês, juntamente com autoridades e o pastor Silas Malafaia”, disse, acrescentando:

ESTADO DE DIREITO – “Vamos falar sobre o nosso Estado Democrático de Direito e, também, falarmos sobre a maior fake news da história do Brasil, que está resumida hoje na minuta de golpe”, disse o ex-presidente. “Vamos lutar pela nossa democracia e nossa liberdade”, acrescentou.

Desta vez, o ex-presidente não fez nenhum pedido para que seus apoiadores se recusem a levar cartazes com ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como fez quando convocou o ato na Avenida Paulista, em São Paulo, em fevereiro.

Bolsonaro, generais das Forças Armadas e ex-ministros de Estado são investigados pela Polícia Federal por uma tentativa de golpe.

GOLPE DE ESTADO – De acordo com as investigações, o grupo planejou anular o resultado das eleições de 2022, evitar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e prender ministros da Suprema Corte do País. Ao menos três minutas golpistas foram encontradas em posse do ex-presidente e de aliados.

Em 8 de fevereiro, a Polícia Federal cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva na operação que investiga a tentativa de golpe, batizada de Tempus Veriratis. Depois disso, Bolsonaro convocou a manifestação na Paulista.

Em São Paulo, o ex-presidente se disse perseguido e pediu anistia a golpistas que participaram do ataque à Praça dos Três Poderes, no dia 8 de Janeiro. O ex-mandatário também negou liderar uma articulação golpista depois da derrota nas eleições.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Dia 21 cai num domingo, com final de semana prolongado, porque terça-feira, 23, é dia de São Jorge, feriado no Rio de Janeiro. Bolsonaro quer aproveitar o embalo, porque a última pesquisa PoderData mostra que caiu sete pontos o número de eleitores que acham Lula melhor do que Bolsonaro. Pela primeira vez, os dois estão em empate técnico – Lula 44% e Bolsonaro 41%. Como se dizia antigamente, o mundo gira e a Lusitana roda. (C.N.)


Se criminalizar a maconha, Pacheco será aplaudido pelo crime organizado

 


Resultados da Pesquisa de imagens do Google para  http://educacaosobredrogas.com.br/wp-content/uploads/2018/04/char… |  Comerciais de tv, Maconha, Pesquisa de imagens

Charge reproduzida do Arquivo Google

Conrado Hübner Mendes
Folha

Diante de crises de violência, a cartilha da desinteligência penal brasileira prescreve os seguintes mandamentos: criminalizar novas condutas; aumentar penas de condutas já criminalizadas; ampliar o rigor da execução da pena; prender quanto mais, melhor; e “guerra às drogas”. Diante de qualquer problema social, nosso instinto primitivo manda atacar com direito penal. E dispensa qualquer evidência sobre eficácia.

A cartilha também prevê outros entorpecentes para acalmar a sensação de insegurança: permitir ao policial torturar e matar sem consequência; isentar a polícia de qualquer controle real; politizar a polícia. Pede ainda a contribuição de um Judiciário e um Ministério Público lenientes e corresponsáveis. E solicita a governadores uma frase machona: “vai mirar na cabecinha”; “tô nem aí”.

MATAR E MORRER – Essa política estatal dá resultado. Institucionaliza uma das polícias que mais matam e morrem no mundo. Aumenta exponencialmente o encarceramento e a execução de pretos e pobres. E oferece centro de treinamento para o crime organizado nas prisões.

A correlação entre o crescimento da população carcerária, da corrupção policial e do poder de organizações criminosas, que já elegem representantes e ocupam a burocracia, se faz evidente.

Essa desinteligência tem, entre seus principais operadores, políticos cujo principal apelo eleitoral é o fígado. Não resistem em perpetuar esse círculo vicioso. A cidadania perde no seu direito à vida, à liberdade, à segurança (sobretudo pretos e pobres). Enquanto isso, eles se elegem. E cidadãos desatentos ganham um suspiro efêmero de sensação de segurança, que nunca corresponde a indicadores objetivos de segurança.

CLÁUSULA PÉTREA – O senador Rodrigo Pacheco, advogado criminalista mal versado na sociologia do crime, entrou na turma. Num acesso de estupidez orgulhosa, resolveu reagir a iminente decisão do STF de descriminalizar o porte de maconha. E o senador não quer projeto de lei, mas emenda constitucional. E não por uma emenda qualquer, mas uma que muda o artigo 5º da Constituição.

Quer usar nossa declaração de direitos civis para criminalizar de uma vez por todas a “posse e o porte, independentemente da quantidade”.

Pacheco apresenta três argumentos. O primeiro acusa o STF de promover “invasão da competência do Poder Legislativo”. Com esse argumento, Pacheco sugere o fim do controle judicial de constitucionalidade. Simula não saber que, na separação de Poderes, não há monopólio nem exclusividade do Congresso para a proteção de direitos. Não há mais democracia constitucional sem um tribunal para incomodar o legislador.

OUTR FALÁCIA – Em seguida, afirma que “o país não pode permitir descriminalização sem a adoção de políticas públicas”. Não percebe que existe, sim, política pública contra as drogas, sintetizada pela “guerra às drogas”. E é a criminalização que bloqueia e dificulta, justamente, qualquer outra política pública que enfrente o desafio de forma eficaz. Há múltiplas alternativas regulatórias.

Em vez de reconhecer a ineficácia do direito penal como remédio para problema social complexo, o que faz um populista da desinteligência? Em vez de substituir o remédio, apenas aumenta a dose.

Completou: “a própria existência da droga já é um perigo em si, por envolver riscos de saúde e potenciais crimes, que vão da corrupção a homicídios”. Esse argumento já não deu nem para entender. Afinal, a atual política contra drogas apenas multiplica risco à saúde, homicídio e corrupção.

DIZ A ONU – O senador poderia ao menos mostrar algum dado por trás da tese heterodoxa. Por falar em dados, as “Diretrizes Internacionais sobre a Prevenção do uso de Drogas”, um consenso produzido pela ONU, recomenda que políticas sejam baseadas em evidências científicas.

Pacheco substitui evidências pela insapiência. Pratica tolerância zero contra o conhecimento e vai na contramão de países que estão na vanguarda da política de drogas.

Parece só cinismo, mas é cristalina ignorância. Ignorância não como falta de capacidade intelectual, mas como predisposição de ignorar o que importa. A perpetuação dessa política de drogas, que alimenta tanto o crime quanto o vício, sem devido tratamento de saúde, precisa de cabeças ousadas como a de Pacheco.


Morre Ziraldo, criador do ‘Menino Maluquinho’ e mestre da literatura infantil, aos 91

 Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A informação foi confirmada pela família do desenhista na tarde deste sábado (6)06 de abril de 2024 | 16:25

Morre Ziraldo, criador do ‘Menino Maluquinho’ e mestre da literatura infantil, aos 91

BRASIL

O cartunista Ziraldo, criador do célebre personagem “O Menino Maluquinho”, morreu na tarde deste sábado (6), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91, de falência múltipla dos órgãos. A informação foi confirmada por Daniela Thomas, filha do artista.

Ziraldo teve uma carreira profícua e criou charges, cartuns, pinturas, cartazes, murais, histórias em quadrinhos, livros infantis e crônicas. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares e foram publicados em vários idiomas.

Além disso, transbordou o limite de uma folha de papel e virou um intelectual público disposto a distribuir opiniões para salvar o mundo. Sempre se considerou um “aspite”, isto é, um assessor de palpites. Para evitar mal-entendidos, chegou a propor a adoção do ponto de ironia na língua portuguesa.

O humor de Ziraldo se expandiu na revista O Cruzeiro e ganhou expressão política a partir de 1963, no Jornal do Brasil.

No Jornal dos Sports, em 1967, Ziraldo editou o suplemento Cartum JS, revelando os novatos Henfil e Miguel Paiva. Criado em 1969, no vácuo do Ato Institucional nº 5, o AI-5, o semanário humorístico O Pasquim contribuiu para a transformação de Ziraldo em um artista popular.

Com humor, linguagem solta e provocativa nos anos mais repressores da ditadura militar, a publicação, critica ao regime, ditou tendências no jornalismo brasileiro.

Apesar das restrições da censura, o Pasquim descabelou seu estilo e fortaleceu sua oposição à ditadura militar. Ele sofreu três prisões nesse período, mas nem por isso deixou de desenhar. Na cela, ele seguiu no ofício e usava seu conjunto de hidrocor para desenhar, às vezes um simples limoeiro que imaginava no pátio cinza do local.

O salto para a literatura infantil deu um rosto mais terno ao mineiro. Nos anos 1960, o saci-pererê criado por Ziraldo tornou-se o personagem principal daquela que seria a primeira revista em quadrinhos brasileira, A Turma do Pererê. Já na década de 1980, ele criou “O Menino Maluquinho”, personagem que se tornaria um fenômeno editorial.

Em 2014, o cartunista disse à Folha que decidiu criar seu personagem mais conhecido após uma palestra com pais e professores sobre a educação dos filhos. “Disse que devíamos preparar os filhos para o dia de hoje, pois o futuro será feito de muitos hojes”, disse ele. Quando chegou em casa, já tinha a ideia do livro na cabeça. Nasceu Maluquinho, que vive um dia por vez, intensamente.

“Ziraldo é um dos pilares do design brasileiro, praticante dessa forma polivalente de desenhar, que é fazer quadrinhos, cartum e charge, afirmou Laerte, que teve “o primeiro impacto de uma linguagem gráfica” ao ver uma capa da revista Pererê, em 1961. “Nesse sentido, leva o troféu porque vários de nós fizemos as três coisas, mas nenhum fez com a profusão e a competência dele.”

Ziraldo Alves Pinto tinha apenas seis anos quando viu seu primeiro desenho estampar as páginas do jornal. Na época, foi sua mãe quem enviou o trabalho à extinta Folha de Minas.

Em 2018, por ocasião dos 80 anos de sua carreira, cartunista ganhou uma mega exposição em São Paulo, com mais de 500 obras do artista. Desde março, está em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro a mostra “Mundo Zira – Ziraldo Interativo”.

g1

Além da inundação os esgotos da cidade de Canudos como muito antes já foi denunciado, é descarregado no Rio Vaza Barris, sendo Canché o primeiro a receber a água poluida e contaminada.


É inegável que a enchente do Rio Vaza Barris causou estragos imensos e exige uma resposta imediata e abrangente do Poder Público. A prioridade neste momento deve ser o bem-estar das famílias afetadas, e não a proteção de bens patrimoniais.

É fundamental que as autoridades abandonem a politização da situação e unam forças para garantir a segurança e o atendimento das necessidades básicas da população. A falta de tratamento de esgoto em Canudos agrava ainda mais a situação, pois contamina o rio e coloca em risco a saúde das comunidades ribeirinhas.

Jeremoabo precisa de um Plano de Ação urgente que atenda às necessidades imediatas das vítimas da enchente, como:

  • Abastecimento de água potável: A distribuição de água potável é crucial para evitar doenças e garantir a saúde da população.
  • Alimentação: A entrega de cestas básicas e alimentos não perecíveis é essencial para suprir as necessidades básicas das famílias que perderam seus alimentos e meios de subsistência.
  • Saúde: A disponibilização de atendimento médico, psicológico e odontológico é fundamental para prevenir e tratar doenças, especialmente em áreas com risco de proliferação de mosquitos e outras doenças transmissíveis.
  • Abrigo: A criação de abrigos seguros e adequados é necessária para acolher as famílias que perderam suas casas.
  • Limpeza urbana: A coleta de lixo e entulho é crucial para evitar a proliferação de doenças e vetores.
  • Auxílio financeiro: A liberação de recursos para auxiliar na reconstrução de casas e na recuperação de bens perdidos é fundamental para que as famílias possam retomar suas vidas.

Este é um momento de união e solidariedade. É hora de deixar de lado as diferenças políticas e trabalhar juntos para ajudar as famílias que tanto precisam. A Prefeitura de Jeremoabo, em conjunto com o Governo Estadual e Federal, deve agir com rapidez e eficiência para minimizar os impactos da enchente e garantir o bem-estar da população.

A sociedade civil também pode se mobilizar para ajudar as vítimas da enchente. Doações de alimentos, roupas, produtos de higiene pessoal e materiais de construção podem fazer a diferença na vida de muitas famílias.

A enchente do Rio Vaza Barris é um desastre que nos coloca à prova. É hora de mostrarmos que somos capazes de superar desafios e trabalhar juntos para construir um futuro melhor para todos.

Referências:

  • Enchente do Rio Vaza Barris deixa milhares de desabrigados na Bahia: [URL inválido removido]
  • Falta de tratamento de esgoto agrava situação de cidades atingidas por enchentes na Bahia: [URL inválido removido]


Governador visita Canudos, mas providências urgentes são necessárias!

A desgraça em razão da ambição política partidária de alguns, costuma chegar a galope e, servindo de regra, sempre se acomoda ao lado dos menos favorecidos. Acontecimentos climáticos tendem a constituir uma série histórica, isto é, um registro de fatos semelhantes em períodos distintos e podem variar por anos e décadas. Faço aqui esta referência para relembrarmos das cheias do Rio Vasa Barris, o qual corta o nosso município de oeste para leste por mais de 100 km. Cheiras dos anos 60 e 70 do século passado ainda são notórias na memória dos habitantes mais velhos. Tempos passaram, clima mudou, chuva foi ficando mais escassa e os mais novos, passaram a acreditar que eram histórias do passado, que já não ocorreriam mais chuvas como antigamente, com isso, desceram dos altos leitos do rio e foram e aproximando das margens, um privilégio ter um rio passando no quintal da casa. Chegou o desenvolvimento agrícola através da irrigação e até o assoreamento foi promovido, enquanto dezenas de quilômetros das margens eram modificadas, era a natureza apanhando calada, sequer um gemido era ouvido, senão das matas siliares ao tombarem pela força das motoserras; eis que chega 2024 e a natureza reproduz seis feitos históricos: o Rio Vasa Barris volta a mostrar o seu poder de banhar estas terras, e como sofreu calada sem uma voz para defende-la, calada chegou sem a ninguém avisar, embora já houvesse prenúncio daquilo que ora ocorre, a cheia está lavando o seu leito e com ela, levando o que estava sendo a sobrevivência de muitos. Culpar alguém, não, agora é hora de ações mitigadoras dos danos que serão contabilizados, cabendo ao Poder Público a maior parte da responsabilidade.

Diante desta realidade, uma coisa me chamou atenção, debates inflamados sobre perseguição ao grupo dissidente, que tem como candidato ao cargo de vice-prefeito, um filho da região afetada, como já não pode recorrer ao prefeito, hoje seu adversário político, o que irá fazer para ajudar tantas famílias que já foram prejudicadas pela cheia, será que o candidato à chapa majoritária, mesmo sigla do governo do estado, conseguirá recursos para amenizar os danos sofridos por tantas famílias? Tenho cá as minhas dúvidas, considerando que o estado da Bahia está mais quebrado do que arroz de terceira!

Outra coisa a ser considerada é a seguinte: sendo um ano de eleições municipais e tendo rachado o grupo da SITUAÇÃO, será que o prefeito vai bancar os festejos juninos com os mesmos gastos exorbitantes do ano passado (2023), ou vai fazer uso de bandas locais, revertendo a maior parte dos recursos para mitigar os problemas oriundos da cheia que acontece neste momento?

Vou pagar para ver, já que uso do bom senso não é o forte!

(texto enviado pelo watsApp)


Nota da redação deste Blog - 

Açude Cocorobó sangra: Governador visita Canudos, mas providências urgentes são necessárias!

Governador Jerônimo Rodrigues Souza finalmente visita Canudos após sangramento do Açude Cocorobó, mas a população espera ações concretas para amenizar os estragos e a calamidade pública.

Situação precária:

  • As fortes chuvas provocaram o sangramento do Açude Cocorobó, causando inundações e perdas materiais para as famílias que residem abaixo do açude.
  • Os prejuízos são incalculáveis, com casas danificadas, plantações perdidas e a necessidade de ajuda humanitária para as pessoas afetadas.

Falta de ação do governo:

  • A demora do governo em tomar providências após o sangramento do açude gerou grande insatisfação na população.
  • A visita do governador Jeronimo é vista como um passo positivo, mas a comunidade espera ações concretas para resolver a situação.

Calamidade pública:

  • A situação precária das famílias afetadas pela inundação configura-se como calamidade pública, exigindo medidas urgentes por parte do governo.
  • É necessário o fornecimento de cestas básicas, água potável, kits de higiene e abrigo para as pessoas que possam estar com suas casas inundadas ou mesmo perderam 

Prefeito de Jeremoabo:

  • A comunidade espera que o prefeito de Jeremoabo não utilize a situação para fins políticos, mas sim se concentre em ajudar as pessoas necessitadas.
  • A prioridade deve ser o bem-estar da população e a busca por soluções para os problemas causados pela inundação.

Mobilização social:

  • A comunidade se mobiliza para pressionar o governo a tomar providências urgentes.
  • É importante que a população se mantenha unida e cobre ações concretas das autoridades.

O que precisa ser feito:

  • Ações de apoio às famílias afetadas, como fornecimento de cestas básicas, água potável e abrigo.
  • Reparos nas casas danificadas e recuperação das plantações perdidas.
  • Investimento em medidas de prevenção para evitar que situações como essa se repitam no futuro.

O futuro de Canudos:

  • A comunidade espera que o governo se comprometa com a reconstrução dos ribeirinhos após a inundação.
  • É necessário um plano de ação concreto para garantir a segurança e o bem-estar da população.

Ações conjuntas:

  • Governo, prefeitura e comunidade devem trabalhar juntos para encontrar soluções para os problemas causados pelo sangramento do Açude Cocorobó.
  • A união de todos é fundamental para a reconstrução de Canudos e para garantir um futuro melhor para a população.

Mobilização da mídia:

  • A cobertura da imprensa sobre a situação em Canudos é fundamental para sensibilizar a sociedade e pressionar o governo a tomar providências.
  • A mídia tem um papel importante na busca por soluções para os problemas da comunidade.

Esperança:

  • A comunidade de Canudos espera que a visita do governador seja um marco na busca por soluções para os problemas causados pela inundação.
  • A esperança é que o governo se comprometa com a reconstrução dos estragos na cidade e garanta um futuro melhor para a população.

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Açude Cocorobó sangra: Governador visita Canudos, mas providências urgentes são necessárias!

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 A desgraça em razão da ambição política partidária de alguns, costuma chegar a galope e, servindo de regra, sempre se acomoda ao lado dos menos favorecidos. Acontecimentos climáticos tendem a constituir uma série histórica, isto é, um registro de fatos semelhantes em períodos distintos e podem variar por anos e décadas. Faço aqui esta referência para relembrarmos das cheias do Rio Vasa Barris, o qual corta o nosso município de oeste para leste por mais de 100 km. Cheiras dos anos 60 e 70 do século passado ainda são notórias na memória dos habitantes mais velhos. Tempos passaram, clima mudou, chuva foi ficando mais escassa e os mais novos, passaram a acreditar que eram histórias do passado, que já não ocorreriam mais chuvas como antigamente, com isso, desceram dos altos leitos do rio e foram e aproximando das margens, um privilégio ter um rio passando no quintal da casa. Chegou o desenvolvimento agrícola através da irrigação e até o assoreamento foi promovido, enquanto dezenas de quilômetros das margens eram modificadas, era a natureza apanhando calada, sequer um gemido era ouvido, senão das matas siliares ao tombarem pela força das motoserras; eis que chega 2024 e a natureza reproduz seis feitos históricos: o Rio Vasa Barris volta a mostrar o seu poder de banhar estas terras, e como sofreu calada sem uma voz para defende-la, calada chegou sem a ninguém avisar, embora já houvesse prenúncio daquilo que ora ocorre, a cheia está lavando o seu leito e com ela, levando o que estava sendo a sobrevivência de muitos. Culpar alguém, não, agora é hora de ações mitigadoras dos danos que serão contabilizados, cabendo ao Poder Público a maior parte da responsabilidade.

Diante desta realidade, uma coisa me chamou atenção, debates inflamados sobre perseguição ao grupo dissidente, que tem como candidato ao cargo de vice-prefeito, um filho da região afetada, como já não pode recorrer ao prefeito, hoje seu adversário político, o que irá fazer para ajudar tantas famílias que já foram prejudicadas pela cheia, será que o candidato à chapa majoritária, mesmo sigla do governo do estado, conseguirá recursos para amenizar os danos sofridos por tantas famílias? Tenho cá as minhas dúvidas, considerando que o estado da Bahia está mais quebrado do que arroz de terceira!

Outra coisa a ser considerada é a seguinte: sendo um ano de eleições municipais e tendo rachado o grupo da SITUAÇÃO, será que o prefeito vai bancar os festejos juninos com os mesmos gastos exorbitantes do ano passado (2023), ou vai fazer uso de bandas locais, revertendo a maior parte dos recursos para mitigar os problemas oriundos da cheia que acontece neste momento?

Vou pagar para ver, já que uso do bom senso não é o forte!

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Nota da redação deste Blog - 

Açude Cocorobó sangra: Governador visita Canudos, mas providências urgentes são necessárias!

Governador Jerônimo Rodrigues Souza finalmente visita Canudos após sangramento do Açude Cocorobó, mas a população espera ações concretas para amenizar os estragos e a calamidade pública.

Situação precária:

  • As fortes chuvas provocaram o sangramento do Açude Cocorobó, causando inundações e perdas materiais para as famílias que residem abaixo do açude.
  • Os prejuízos são incalculáveis, com casas danificadas, plantações perdidas e a necessidade de ajuda humanitária para as pessoas afetadas.

Falta de ação do governo:

  • A demora do governo em tomar providências após o sangramento do açude gerou grande insatisfação na população.
  • A visita do governador Jeronimo é vista como um passo positivo, mas a comunidade espera ações concretas para resolver a situação.

Calamidade pública:

  • A situação precária das famílias afetadas pela inundação configura-se como calamidade pública, exigindo medidas urgentes por parte do governo.
  • É necessário o fornecimento de cestas básicas, água potável, kits de higiene e abrigo para as pessoas que possam estar com suas casas inundadas ou mesmo perderam 

Prefeito de Jeremoabo:

  • A comunidade espera que o prefeito de Jeremoabo não utilize a situação para fins políticos, mas sim se concentre em ajudar as pessoas necessitadas.
  • A prioridade deve ser o bem-estar da população e a busca por soluções para os problemas causados pela inundação.

Mobilização social:

  • A comunidade se mobiliza para pressionar o governo a tomar providências urgentes.
  • É importante que a população se mantenha unida e cobre ações concretas das autoridades.

O que precisa ser feito:

  • Ações de apoio às famílias afetadas, como fornecimento de cestas básicas, água potável e abrigo.
  • Reparos nas casas danificadas e recuperação das plantações perdidas.
  • Investimento em medidas de prevenção para evitar que situações como essa se repitam no futuro.

O futuro de Canudos:

  • A comunidade espera que o governo se comprometa com a reconstrução dos ribeirinhos após a inundação.
  • É necessário um plano de ação concreto para garantir a segurança e o bem-estar da população.

Ações conjuntas:

  • Governo, prefeitura e comunidade devem trabalhar juntos para encontrar soluções para os problemas causados pelo sangramento do Açude Cocorobó.
  • A união de todos é fundamental para a reconstrução de Canudos e para garantir um futuro melhor para a população.

Mobilização da mídia:

  • A cobertura da imprensa sobre a situação em Canudos é fundamental para sensibilizar a sociedade e pressionar o governo a tomar providências.
  • A mídia tem um papel importante na busca por soluções para os problemas da comunidade.

Esperança:

  • A comunidade de Canudos espera que a visita do governador seja um marco na busca por soluções para os problemas causados pela inundação.
  • A esperança é que o governo se comprometa com a reconstrução dos estragos na cidade e garanta um futuro melhor para a população.

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