quarta-feira, fevereiro 07, 2024

Toffoli achou (?) que não havia limites e colocou o Supremo em péssima situação

Publicado em 7 de fevereiro de 2024 por Tribuna da Internet

Dias Toffoli | Jornalistas Livres

Charge do Cau Gomez (Arquivo Google)

Carlos Newton

Inebriado pelo abundante poder que os ministros do Supremo acumularam, em meio aos excessos que caracterizam as decisões monocráticas de Suas Excelências, o ministro Dias Toffoli estava tranquilo devido à conivência da Procuradoria-Geral da República, especialmente depois que o novo procurador Paulo Gonet, às vésperas do Natal, engoliu com casca e tudo a suspensão da multa bilionária que a J&F acertara pagar.

Como o procurador permaneceu submerso, Tofolli não teve dúvidas e repetiu a dose 42 dias depois. Ainda em pleno recesso, na véspera do reinício dos trabalhos do Judiciário, o ministro resolveu suspender também a multa bilionária da Novonor, que pode ser chamada de NeoOdebrecht. E o procurador Gonet continuou omisso.

EXISTEM LIMITES – No primarismo da visão egocêntrica de Toffoli, não existiriam limites para o poder dos ministros do Supremo. Mas nem é preciso ser uma inteligência artificial para perceber que padre Óscar Quevedo tinha razão, porque isso “non ecziste” e na vida tudo tem limites.

Infelizmente, o extravagante ministro do Supremo não tem esse alcance intelectual e levou adiante a aventura. Não contava com a reação da opinião pública, representada pelos três maiores jornais do país (Folha, O Globo e Estadão), que protestaram violentamente contra as decisões de Toffoli, fazendo com que o procurador-geral da República enfim despertasse do torpor, antes que sobrasse para ele, e apresentasse recurso contra a suspensão da multa da J&F, que substituiu a Odebrecht como maior corruptora brasileira.

Não foi difícil para Gonet encontrar justificativas contra a decisão de Toffoli, especialmente depois que o repórter Breno Pires, da revista Piauí, provou que os argumentos apresentados a Toffoli pelo advogado Francisco Assis e Silva, defensor da J&F, eram falsos e ardilosos.

ILAÇÕES ABSTRATAS – O procurador Paulo Gonet foi obrigado a reconhecer que Toffoli fez “ilações e conjecturas abstratas” a respeito da suposta coação sofrida pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, e isso não é suficiente para suspender o acordo.

“Não há como, de pronto, deduzir que o acordo entabulado esteja intrinsecamente viciado a partir de ilações e conjecturas abstratas sobre coação e vício da autonomia da vontade negocial”, sustenta o procurador-geral da República.

No Supremo, o clima é de desespero e constrangimento, porque todos os ministros, de uma forma ou outra, estão envolvidos e foram coniventes com a quebra dos limites.

LIBERDADE DE LULA – Lembremos que tudo começou com libertação de Lula, em 2019, em sessão presidida por Toffoli. Depois de aberta essa porteira, os ministros do Supremo foram quebrando limites, um após o outro, a pretexto de estarem redemocratizando o país, sem pedir licença ao cidadão-contribuinte-eleitor, como dizia Helio Fernandes.

Os últimos limites quebrados foram o julgamento direto no Supremo de réus sem foro privilegiado, a condenação mediante provas coletivas, a dispensa da defesa oral e o fim da suspeição de juiz em processo com participação de réu defendido por cônjuge do magistrado, esculhambando cada vez mais o chamado “devido processo legal”.

A Procuradoria ficou omissa diante de todas essas irregularidades jurídicas, muitas delas para acabar com a Lava Jato, como o uso da incompetência territorial absoluta, que “descondenou” Lula da Silva com uma norma que só existe em questões imobiliárias.

Agora, pela primeira vez, a Procuradoria-Geral da República desperta no berço esplêndido e decide lembrar a Toffoli a existências de limites, que ele está atirando na lata de lixo.

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P.S. 1
 – Antes tarde do que nunca, diz o ditado. Mas ficam pendentes algumas dúvidas: 1) Será que a coisa é séria? 2) O procurador-geral promete recorrer também no caso da Odebrecht? 3) Vai fazer pé firme e exigir uma Justiça limpa? 4) Por que a Procuradoria demorou tanto até mostrar que ainda existe? (C.N.)


Lula vacila muito no combate à corrupção, ao invés de amarrar as próprias mãos


Jornalista Polibio Braga: Atigo, Ricardo Noblat, O Globo - Lula, o retrato  de um corrupto

Charge do Miguel (JC?PE)

Carlos Pereira
Estadão

A Transparência Internacional divulgou seu Índice de Percepção de Corrupção (IPC) de 2023, em que avalia 180 países atribuindo notas entre zero (mais corrupto) a 100 (mais íntegro). O Brasil caiu 10 posições passando agora a ocupar a 104ª posição com 36 pontos, dois a menos que no ano anterior. Na América Latina, ficou atras do Uruguai (76), Chile (66), Cuba (42) e Argentina (37).

Treisman, no artigo “What have we learned about the causes of corruption from ten years of cross-national empirical research?”, considera que índices subjetivos de corrupção não são uma medida direta da corrupção.

CONTRADIÇÕES – Tais índices, por medirem a percepção da dinâmica da corrupção entre os cidadãos, não são livres de vieses e de imprecisões.

De tal modo, não se deve esperar uma relação linear entre o nível de corrupção de fato existente em um determinado país com a percepção que seus cidadãos têm do quanto ele é corrupto.

Países podem ser muito corruptos, mas suas instituições serem débeis para detectar e punir comportamentos desviantes. Ou seja, o fato de os cidadãos não perceberem o problema não necessariamente significa que a corrupção seja baixa.

EFEITO LAVA JATO – Existiria um paradoxo, portanto, entre a atuação das organizações de controle coibindo a corrupção e a percepção que as pessoas têm dela.

Quanto mais efetiva for a atuação de tais organizações, maior será a exposição a eventos de corrupção que, muito provavelmente, irão afetar a percepção das pessoas de que aquele país é muito corrupto.

Assim, a percepção de mal-estar gerada por uma suposta maior corrupção pode ser também produto do processo de fortalecimento das organizações de combate ao problema. Esse foi o caso do IPC-Brasil que caiu de 43 para 35 em 2018, após o início da Operação Lava Jato em 2014 que expôs a corrupção bilionária no escândalo do Petrolão.

OMISSÃO E INÉRCIA – Por outro lado, a percepção também pode ser afetada pela ausência de sinais claros e críveis de governos de que estariam de fato comprometidos com o combate à corrupção.

Esse parece ser o caso do atual governo Lula que, ao invés de amarrar suas próprias mãos, especialmente diante de condenações prévias por corrupção e lavagem de dinheiro, tem dado sinais dúbios.

A continuidade do orçamento secreto por meio de emendas Pix, a nomeação de políticos para a diretoria e presidência de estatais, a indicação de Cristiano Zanin (advogado particular) e de Flávio Dino (ex-ministro da justiça) para o STF e de Paulo Gonet (fora da lista tríplice) para a PGR são alguns exemplos desta dubiedade.


A revolta contra a exploração humana, na poesia satírica de Gregório de Mattos

Publicado em 7 de fevereiro de 2024 por Tribuna da Internet

O poeta Gregório de Mattos, o "Boca do Inferno", teve ordem de prisão após dois séculos de sua morte! | Espaço Literário Marcel ProustPaulo Peres
Poemas & Canções

O advogado e poeta baiano Gregório de Mattos Guerra (1636-1695), alcunhado de “Boca do Inferno ou Boca de Brasa”, é considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período colonial. Gregório ousava criticar a Igreja Católica, muitas vezes ofendendo padres e freiras. Criticava também a “cidade da Bahia”, ou seja, Salvador, como neste poema “Triste Bahia”.

TRISTE BAHIA
Gregório de Mattos

Tristes sucessos, casos lastimosos,
Desgraças nunca vistas, nem faladas.
São, ó Bahia, vésperas choradas
De outros que estão por vir estranhos.
Sentimo-nos confusos e teimosos
Pois não damos remédios as já passadas,
Nem prevemos tampouco as esperadas
Como que estamos delas desejosos.
Levou-me o dinheiro, a má fortuna,
Ficamos sem tostão, real nem branca,
macutas, correão, nevelão, molhos:
Ninguém vê, ninguém fala, nem impugna,
E é que quem o dinheiro nos arranca,
Nos arrancam as mãos, a língua, os olhos.

terça-feira, fevereiro 06, 2024

A Impropriedade na Prefeitura de Jeremoabo: Um Caso para a Polícia Federal e os Vereadores

 

Foto Divulgação - ônibus da prefeitura abastecendo hoje à noite (06.02), no Posto recém inaugurado.


A situação na Prefeitura de Jeremoabo, sob a gestão do Prefeito Deri do Paloma, é preocupante e exige atenção imediata. As constantes denúncias de improbidade administrativa, incluindo processos na Justiça Federal e a recente contratação de um posto de combustíveis recém-inaugurado, levantam sérias dúvidas sobre a conduta do gestor e a lisura dos processos licitatórios.

Ações do Prefeito e suas Consequências

  • Processo na Justiça Federal por Improbidade: O Prefeito responde a um processo na Justiça Federal por improbidade administrativa na aquisição de combustíveis, com inclusive o bloqueio de seus bens. Essa ação demonstra a gravidade das irregularidades e a necessidade de uma investigação rigorosa.
  • Contratação de Posto Recém-Inaugurado: A escolha de um posto de combustíveis recém-inaugurado para fornecer combustíveis à Prefeitura, mesmo com a existência de diversos outros postos mais experientes e já fornecedores do município, levanta fortes suspeitas de favorecimento e direcionamento da licitação.

Coincidências Suspeitas e a Necessidade de Fiscalização

  • Recente Inauguração: A recente inauguração do posto agrava a suspeita de direcionamento, pois levanta a questão de como um novo estabelecimento, sem histórico de fornecimento à Prefeitura, conseguiu vencer a licitação.
  • Licitação Questionável: A licitação em questão precisa ser rigorosamente analisada pelos vereadores, com foco em possíveis falhas no processo, direcionamento e favorecimento. A investigação deve ser profunda e transparente, buscando identificar todos os envolvidos e as motivações por trás da escolha do posto recém-inaugurado.

Papel dos Vereadores e da Polícia Federal

  • Ação dos Vereadores: É fundamental que os vereadores assumam seu papel fiscalizador e investiguem as denúncias de improbidade na Prefeitura. A Câmara Municipal precisa convocar o Prefeito e os responsáveis pela licitação para prestar esclarecimentos sobre a escolha do posto de combustíveis e sobre as demais irregularidades.
  • Investigação da Polícia Federal: A gravidade das denúncias e a necessidade de uma investigação imparcial justificam a abertura de um inquérito pela Polícia Federal. A PF possui os recursos e a expertise para apurar os fatos, identificar os responsáveis e responsabilizá-los pelos crimes cometidos.

Conclusão

A situação na Prefeitura de Jeremoabo é um exemplo claro da necessidade de combate à corrupção e à má gestão dos recursos públicos. A ação conjunta dos vereadores, através da fiscalização rigorosa, e da Polícia Federal, através de uma investigação profunda, é essencial para garantir a justiça, a transparência e o bom uso do dinheiro público.

Informações Adicionais:

  • Fontes confiáveis: É importante buscar informações em fontes confiáveis, como veículos de comunicação sérios e documentos oficiais, para evitar a propagação de notícias falsas e boatos.
  • Mobilização da sociedade civil: A participação da sociedade civil é fundamental para pressionar as autoridades e exigir uma investigação justa e transparente. A comunidade pode se mobilizar através de manifestações, abaixo-assinados e cobranças nas redes sociais.
  • Combate à impunidade: O combate à impunidade é essencial para fortalecer a democracia e garantir que os crimes sejam punidos de acordo com a lei. A punição dos responsáveis por atos de improbidade administrativa serve como exemplo para outros gestores e inibe a prática de futuros crimes.

Este caso demonstra a importância da participação da sociedade civil na fiscalização dos atos do governo e na luta contra a corrupção. A mobilização da comunidade é fundamental para garantir a transparência, a justiça e o bom uso dos recursos públicos.

Em Jeremoabo Matheus cresce e consolida sua pré-candidatura

 

Em Jeremoabo Matheus cresce e consolida sua pré-candidatura

Bob Charles
Foto: Divulgação

Em Jeremoabo o nome de Matheus ganha força e a maioria dos membros do grupo já perdeu o receio que tinham e passaram a falar que  Deri tem razão o melhor nome é Matheus, um Jovem empresário  carismático e que não mede esforços para ajudar as pessoas que o procuram  com demandas diversas além de ser da total confiança de Deri que sabe que o grupo continuará em suas mãos.

 Matheus tem surpreendido os aliados e também a oposição que já começa a se preocupar com a desenvoltura do jovem ; Nos bastidores Matheus tem feito muitas articulações inclusive conversando com alguns membros da oposição que em breve poderão ser anunciados.

Uma chapa com Matheus e Jairo seria uma ótima opção  pois  se trata de dois Jovens  trabalhadores e carismáticos. Deri é muito forte e tem a máquina nas mãos .


Nota da redação deste Blog - Traição em Jeremoabo: Deri do Paloma repete história e exclue seu apoio para o "original"candidatar-se a prefeito de Jeremoavbo nas próximas eleições.

Introdução:

Lendo o artigo de Bob Charles, fica evidente a situação deselegante, beirando a traição, contra o vice-prefeito "o original" em Jeremoabo.

A história se repete: na eleição passada, Deri do Paloma se juntou a Fábio da Farmácia e descartou Lucas Dantas. Agora, com a lei do retorno, a dose foi ainda maior, tirando o "original" da disputa.

Desenvolvimento:

  • Traição e Repetição: O texto destaca a traição de Deri do Paloma contra o vice-prefeito "o original", repetindo o mesmo comportamento da eleição passada, quando abandonou Lucas Dantas para se aliar a Fábio da Farmácia, colocando como seu vice.
  • Consequências para Fábio da Farmácia: Se Fábio da Farmácia quiser disputar a eleição para prefeito, como indica a matéria, não terá o apoio de Deri e seu grupo.
  • Opções para Fábio da Farmácia: Diante da traição, Fábio da Farmácia tem duas opções: lançar candidatura própria fora de Deri ou buscar apoio de Tista de Deda para ser vice.
  • Crítica à gestão de Deri: O comentário critica duramente a gestão de Deri do Paloma, classificando-a como a mais corrupta da região e sem compromisso com Jeremoabo.
  • Falta de compromisso com Jeremoabo: É de conhecimento geral a falta de compromisso de Deri com Jeremoabo, evidenciando a "bagaceira" da gestão e a cegueira de quem não a reconhece.
  • Única façanha: A única façanha do "desgoverno", segundo comentário generalizado, foi levar Jeremoabo à categoria de município mais corrupto da região.

Conclusão:

Sugerimos ao eleitor de Jeremoabo a não ser "burro nem cego" e reconhecer a falta de compromisso de Deri do Paloma com o município. A única "façanha" do atual governo foi a de tornar Jeremoabo o mais corrupto da região, segundo denúncias dos vereadores da oposição.

Sugestões:

  • Os dados e fatos concretos para fortalecer as críticas à gestão de Deri juntamente com seu coonluio estão nos videos das sessões da Câmara de Vereadores de Jeremoabo.
  • Repetindo para ficar gravado  na memória do eleitor:

 única coisa mais vultosa praticada pelo atual (des)governo, foi elevar Jeremoabo a categoria do Municipio mais corrupto da região, e o pior aplaudido pelos vereadores da situação


Canastrão, Milei vai ao Muro das Lamentações e simula choro

Canastrão, Milei vai ao Muro das Lamentações e simula choro: Milei, que está em Israel, é um apoiador da guerra genocida de Israel na Faixa de Gaza

Lira dá recado duro ao governo, cobra os ‘acordos firmados’ e consolida a liderança

Publicado em 6 de fevereiro de 2024 por Tribuna da Internet

Após cobrança dura, encontro entre Lira e Lula deve demorar; conversa com  Pacheco já ocorreu | Blog do Valdo Cruz | G1

Arthur Lira exige que o governo cumpra os acordos

Gabriel Hirabahasi, Giordanna Neves e Matheus de Souza
Estadão

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), usou o discurso de abertura do ano Legislativo para mandar recado direto ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio ao descontentamento de parlamentares com cortes no pagamento de emendas do Orçamento, Lira avisou que o Congresso respeita os acordos políticos e cobrou do governo compromisso com “a palavra dada”.

Lira foi enfático ao dizer que os trabalhos da Casa não serão paralisados por causa das eleições municipais ou por conta da sua sucessão, a partir do ano que vem. Além disso, afirmou que nenhuma disputa política entre a Câmara e o Executivo atrapalhará os trabalhos.

RESPEITO A ACORDOS – Ele cobrou respeito ao que chamou de “acordos firmados” e ainda disse que o Orçamento da União “pertence a todos, não apenas ao Executivo”. Criticou o que chamou de “burocracia técnica” e disse que deputados e senadores têm mais conhecimento das necessidades de cada município para definir a distribuição de recursos.

“(A autoria do Orçamento) não é e nem pode ser de autoria exclusiva do Executivo e muito menos de uma burocracia técnica, que, apesar do seu preparo, não foi eleita para escolher as prioridades da nação e não gasta a sola do sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós senadores e deputados”, disse.

Lira cobrou o governo pela manutenção de acordos firmados em 2023 e que estariam sendo descumpridos neste ano. “Não faltamos ao governo e esperamos respeito e compromisso com palavra dada”, afirmou.

SEM INÉRCIA – “Errará grosseiramente qualquer um que aposte numa suposta inércia desta Câmara neste ano de 2024 em razão sejam das eleições municipais, seja ainda em razão de especulações de eleições da Mesa Diretora no próximo ano. Errará ainda mais quem apostar na omissão desta Casa em razão de uma suposta disputa política entre a Câmara e o Poder Executivo”, disse Lira.

Segundo o presidente da Câmara, as aprovações de propostas do Executivo em 2023 “será a tônica de 2024″, desde que prevaleça o que ele chamou de “exemplo de boa política e honradez com os compromissos assumidos”.

“A boa política, como sabemos, apoia-se num pilar essencial: o respeito aos acordos firmados e o compromisso à palavra empenhada. E esse exemplo de boa política e honradez com os compromissos assumidos dados por esta Casa que marcou o ano de 2023 e permitiu que tantos avanços também será a tônica de 2024”, disse.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Lira fez esse discurso duro para não se desmerecer perante os deputados e perder apoio. Sabe que no final sairá vencedor, porque a ministra do Planejamento, Simone Tebet, já anunciou que as emendas que faltam no Orçamento serão compensadas pelo governo. E o resto é folclore, como diz Sebastião Nery. (C.N.)


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