sexta-feira, setembro 08, 2023

Desfile do 7 de Setembro reúne 50 mil pessoas em Brasília, com Zé Gotinha e show da Esquadrilha da Fumaça

Quinta-Feira, 07/09/2023 - 13h15

Por Edu Mota, de Brasília

Lula no desfile do 7 de Setembro
Foto: Secom/PR

O desfile cívico-militar do 7 de Setembro em Brasília foi encerrado por volta das 11 horas, com uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Logo após o encerramento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou o palanque que recebeu cerca de 200 autoridades. 

 

Inicialmente eram esperadas cerca de 30 mil pessoas nas celebrações do dia da Independência do Brasil. Entretanto, segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cerca de 50 mil pessoas compareceram ao evento na Esplanada dos Ministérios nesta quinta-feira (7).

 

O evento contou com a participação de tropas militares, escolas, desfile de blindados e aeronaves. No total, mais de 100 veículos e aeronaves foram exibidos, tanto por terra quanto pelo ar, representando a Marinha, o Exército e a Força Aérea. 

 

Em um dos momentos mais aplaudidos pelas pessoas que assistiam ao desfile nas arquibancadas, o personagem Zé Gotinha, mascote da campanha de vacinação no país, desfilou em cima de um carro do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. 

 

Na tribuna de honra, além do presidente Lula e da primeira-dama Janja, estavam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber, e o vice-presidente da República Geraldo Alckmin. 

 

Também estiveram presentes no desfile ministros como Márcio França (Micro e Pequena Empresa); Margareth Menezes (Cultura); Cida Gonçalves (Mulheres); Nísia Trindade (Saúde); Marina Silva (Meio Ambiente); José Múcio (Defesa); Camilo Santana (Educação); Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome); Rui Costa (Casa Civil); Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social); Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais); Sonia Guajajara (Povos Indígenas); e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), além do governador do DF, Ibaneis Rocha, e o advogado-geral da União, Jorge Messias.

 

Em aceno às Forças Armadas, Lula posou de mãos dadas com o ministro José Múcio e com os chefes das Forças Armadas: o comandante do Exército, Tomás Ribeiro Paiva; o comandante da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno; e o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen.

 

Lula optou por não discursar durante as festividades do 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios. O desfile cívico-militar foi curto, com duração de 2h, e não foi palco de manifestações contrárias ou violentas.
 


Provas da Odebrecht invalidadas por Toffoli incluem planilhas de pagamentos; entenda


Por Folhapress

Odebrecht
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli decidiu na última quarta-feira (6) que as as provas oriundas dos acordos de leniência da Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato, são imprestáveis em qualquer âmbito ou grau de jurisdição.
 

Toffoli também decidiu que a 13ª Vara Federal de Curitiba apresente em até dez dias o conteúdo integral de todos os documentos e anexos relacionados ao acordo de leniência da Odebrecht, inclusive os recebidos no exterior, sob pena de incidência no crime de desobediência.
 

A medida de Toffoli deve afetar dezenas de ações ainda pendentes em desdobramentos da Lava Jato pelo país.
 

O magistrado estabeleceu que o exame a respeito do contágio de provas e a necessidade de se arquivar inquéritos ou ações judiciais "deverá ser realizado pelo juízo natural do feito, consideradas as balizas fixadas e as peculiaridades do caso concreto".
 

A decisão determinou ainda a concessão de acesso integral ao material apreendido na Operação Spoofing, que investigou e prendeu os responsáveis pela invasão hacker a aparelhos de agentes públicos, a todos os investigados e réus processados com base em elementos da Lava Jato.
 

Colaboração
 

Após a prisão de Marcelo Odebrecht, em 2015, e de ser alvo de uma sequência de fases da Lava Jato, a cúpula da Odebrecht decidiu colaborar com as autoridades da operação.
 

No fim de 2016, o conglomerado empresarial fechou um compromisso no qual reconheceu o pagamento de US$ 788 milhões em propina em 12 países da América Latina e da África, incluindo o Brasil. Participaram da negociação autoridades brasileiras, suíças e americanas.
 

No ano seguinte, o teor dos depoimentos veio a público, com relatos que implicavam mais de uma centena de políticos das mais variadas correntes.
 

Acordo de leniência
 

A leniência é uma espécie de delação premiada de pessoa jurídica. Ela permite que a empresa possa manter contratos com o poder público.
 

No caso da Odebrecht, rebatizada de Novonor, o acordo foi assinado em 2016 em paralelo aos de delação de 77 executivos da construtora, em uma iniciativa que repercutiu internacionalmente. A colaboração foi negociada conjuntamente com autoridades da Suíça e dos Estados Unidos.
 

Entre os participantes do acordo, estavam o ex-presidente da companhia Marcelo Odebrecht e seu pai, Emílio Odebrecht --ambos condenados na operação.
 

Valores do acordo
 

No acordo homologado em 2017 pelo então juiz da Lava Jato Sergio Moro, o grupo empresarial concordou em pagar um multa indenizatória de R$ 3,8 bilhões, em 23 parcelas anuais, com correção pela taxa Selic. À época, foi estimado um total de cerca de R$ 8,5 bilhões ao final do pagamento.
 

Dos valores pactuados, R$ 900 milhões se referem a propinas pagas a cerca de 150 agentes públicos, R$ 1,3 bilhão a lucros indevidos, obtidos em 49 contratos, e R$ 442 milhões a multas.
 

A Odebrecht já havia reconhecido em um acordo de leniência de 2016 o pagamento de propinas a autoridades no Brasil e em outros países para obter grandes contratos de obras públicas.
 

Em 31 de dezembro de 2018, a empresa assinou novo termo de adesão a um acordo de leniência firmado com o Ministério da Transparência e a CGU (Controladoria-Geral da União), relacionado a Eletrobras. Nesse caso, a empreiteira foi determinada a pagar R$ 162 milhões à empresa de energia para ressarci-la por irregularidades na construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Belo Monte, na região Norte.
 

Repasses em outros países
 

Nos dois sistemas eletrônicos usados pela Odebrecht para operar propina, o Drousys e o MyWebDay, foram identificados pagamentos relativos a mais de cem obras públicas em mais de dez países, além do Brasil. Esses repasses estão registrados em 1,9 milhão de arquivos com um total de 54 terabytes.
 

Setor de propinas
 

As provas usadas nas ações penais são derivadas dos sistemas eletrônicos Drousys e MyWebDay, de comunicação interna e de contabilidade que eram usados para o controle do pagamento de propina a pessoas públicas dentro e fora do Brasil. Eles ficavam secretamente armazenados na Europa.
 

Além dos sistemas de controle financeiro e de comunicação, quatro níveis de contas e até uma estratégia para evitar bebedeiras de carregadores de dinheiro fizeram parte dos nove anos de funcionamento do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht.
 

Segundo os depoimentos e as investigações, essa divisão da empresa era especializada no pagamento de propinas, repasses de caixa dois e remuneração camuflada de seus executivos. Ela foi criada em 2006 para organizar o crescente fluxo de dinheiro sujo na companhia. Codinomes ocultavam os beneficiários e os intermediários.
 

Como o STF anulou as provas dos sistemas eletrônicos, praticamente todas as ações em tramitação relativas a pagamentos da Odebrecht ficam afetadas.
 

Contabilidade paralela
 

Em planilhas apreendidas, havia menções de pagamentos a apelidos como Nariz, Melão e Foguete. Alguns políticos apareciam identificados, mas não há como precisar se em doações eleitorais legais à época ou caixa dois ou propina.
 

As planilhas com a "contabilidade paralela" serviram de provas para os relatos feitos por 78 executivos da empreiteira, no bojo do acordo de leniência de 2016, à época apelidado de "delação do fim do mundo".
 

O delator Vinicius Borin disse que comprou com executivos da Odebrecht participação em uma filial de um banco em Antígua, no Caribe, que tinha como função pagamentos ilícitos.
 

Nos inquéritos que se seguiram a partir do acordo, investigadores também obtiveram dados, como trocas de mensagens, que indicam entregas de dinheiro vivo da maneira como eram registradas no sistema de contabilidade da construtora.
 

Em uma ação eleitoral em São Paulo contra o ex-candidato ao governo Paulo Skaf (MDB), por exemplo, foi apontado que as pessoas indicadas nas entregas de fato se hospedaram nos hotéis mencionados pelos entregadores.
 

Na contabilidade paralela da empresa, havia informações, segundo a investigação, a respeito de gastos da empreiteira com reformas no sítio frequentado por Lula em Atibaia, no interior de São Paulo. Esse caso, que chegou a ser sentenciado e julgado em segunda instância, acabou sendo anulado em 2021, após o STF determinar o envio para a Justiça Federal do DF.
 

Lula foi alvo de outros processos relacionados à Odebrecht, que também foram anulados, como um referente a doações da empresa ao instituto fundado pelo atual presidente da República.
 

Implosão do acordo
 

O Supremo já vinha declarando as provas dos sistemas da Odebrecht como imprestáveis em pedidos individuais feitos pelas defesas. Inicialmente pelo ministro Ricardo Lewandowski, que se aposentou em abril, em procedimentos que foram herdados por Dias Toffoli.
 

A pedido da defesa de Lula, à época comandada por Cristiano Zanin, Lewandowski interrompeu em 2021 processos contra o petista sob o argumento de que a higidez das provas oriundas desses sistemas estava corrompida, sobretudo porque os arquivos foram transportados de forma inadequada.
 

Em mensagens trocadas sobre o tema, que foram acessadas por hackers e mais tarde obtidas na Operação Spoofing, procuradores disseram que os arquivos foram manuseados em sacolas de supermercado, sem cuidados com a sua preservação.
 

Depois de Lula, réus de diversas correntes políticas em casos ligados à Odebrecht foram beneficiados no STF por esse entendimento.
 

Entre eles, estiveram o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), o engenheiro Paulo Vieira de Souza, apontado como operador financeiro do PSDB, e o ex-deputado pelo MDB-BA Lúcio Vieira Lima.
 

Dias Toffoli, agora, estendeu esse entendimento para as demais provas oriundas do acordo.

 

Janja revela insatisfação com a saída de Ana Moser do governo

Janja revela insatisfação com a saída de Ana Moser do governo

Por Redação

Janja e Lula
Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

A primeira-dama Janja Lula da Silva expressou sua insatisfação com a saída de Ana Moser do Ministério do Esporte nesta quinta-feira (7). A ex-jogadora de vôlei foi destituída de seu cargo para dar lugar ao deputado André Fufuca (PP-MA). Nas redes sociais, Janja compartilhou seu descontentamento. 

 

"Eu também não estou contente". Ela fez esse comentário em resposta a um tweet do empresário Omar Monteiro, que afirmou que "ninguém" estava satisfeito com essa substituição.

 

Esta mudança ministerial ocorre em um contexto político em que o governo de Lula busca conquistar o apoio de partidos como o PP e o PL, atual partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, seu principal adversário. Estas três legendas haviam dado suporte ao governo anterior no Congresso, mas desde o início de seu terceiro mandato, Lula vem tentando atraí-las para sua base de apoio.

 

Conforme esperado, André Fufuca assumirá o Ministério do Esporte, enquanto o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) ficará responsável pelo Ministério de Portos e Aeroportos. 

 

STF se livraria de muitos problemas se os ministros tivessem notório saber e reputação ilibada


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Charge do Laerte (Folha)

José Carlos Werneck

A Constituição Federal prevê em seu artigo 101 que “o Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada”.

Assim, ao ler a espantosa decisão de Dias Toffoli, imediatamente constata-se que não se está exigindo notável saber jurídico para os integrantes do Supremo Tribunal Federal.

VÃ EXIGÊNCIA – Notável é aquilo que está acima da média do conhecimento de todos, algo que é admirável, extraordinário,  que inclui saber acadêmico, livros publicados, reconhecimento nacional e até internacional como jurista. Na prática, este requisito nem sempre tem sido seguido pelos presidentes nas indicações.

O eminente jurista Ives Gandra Martins em um artigo lembrou que “a reputação ilibada e notório conhecimento, que a Constituição impunha e impõe para a indicação de ministro do colendo excelso, são critérios de tal forma subjetivos e de difícil avaliação que ao Senado Federal tem restado, apenas, papel homologatório da indicação”.

Na época, o artigo foi comentado pelo notável jurista e ministro aposentado do STF José Carlos Moreira Alves, que defendeu a nomeação nos moldes em que era e é feita, lembrando fato não despiciendo de que, na história do STF, tal tipo de nomeação não reduziu jamais a independência da Corte, nem a qualidade de suas decisões.

OUTRA POSTURA – Ives Gandra diz que hoje sua postura seria diversa daquela mencionada. “Em minha pessoal visão do Poder Judiciário, entendo que a função dos tribunais superiores é menos fazer justiça e mais preservar as instituições. Em outras palavras, justiça se faz nas duas instâncias inferiores, perante o juízo monocrático e perante o órgão de segundo grau, colegiado encarregado da revisão da decisão, mediante o oferecimento do recurso cabível”.

Para ele, a função dos tribunais superiores é preservar as instituições jurídicas e o Estado democrático de Direito, motivo por que, nesta pessoal concepção, apenas as causas que transcendam o interesse das partes ou que impliquem manifesta violação da lei, da Constituição ou da jurisprudência consolidada é que deveriam subir para essas cortes.

“Fosse sua função a de administrar justiça, como ocorre com as instâncias inferiores, em que o duplo grau de jurisdição é garantia constitucional, e teríamos uma multiplicação infinita de instâncias – quatro no mínimo, visto que há ainda outros tipos de recursos regimentais no âmbito dos próprios tribunais – para as seções ou para o plenário”.

E COMPLETA – “Dir-se-á que é o que ocorre hoje, mas tal ocorre por excesso de competências, algumas superpostas, o que transforma, em realidade, os tribunais superiores em terceira e quarta instâncias de administração da Justiça, e não apenas naquelas voltadas à preservação do direito e das instituições”.

Gandra ressalta que desde 1987 propugna por duas instâncias de administração da Justiça: “uma instância de uniformização (STJ), cabendo à Suprema Corte função de autêntica corte constitucional, acrescida de algumas competências de natureza jurídico-política para estabilização do direito”.

Evitar-se-ia, assim, que dez ministros do STF (o presidente só decide em plenário) recebessem mais de 100 mil processos, por ano, o STJ mais de 130 mil e o TST outros 130 mil.

TRIBUNAL DE CONTAS – “Na minha proposta, as cortes de contas seriam transformadas em órgãos do Poder Judiciário, com a função de controlar os gastos das entidades e órgãos públicos”, diz ele.

Gandra conclui o artigo afirmando não ver por que mudar sua atual posição, a não ser que se encontre um sistema que não prejudique essa concepção jurídico-política que deve conformar uma corte constitucional e suprema.

Mas é claro que está se referindo a nomeação de juristas realmente de notável saber e reputação ilibada, e não de amigos do presidente ou advogados de seu partido político, como ocorre hoje no Brasil.

Festival de sandices só aconteceu porque a decisão foi redigida pelo próprio Toffoli


Para Dias Toffoli, direito de resposta é liberdade de expressão plena

Tofolli fez questão de redigir o texto e causou essa confusão

Carlos Newton

Os ministros do Supremo Tribunal Federal reclamam que trabalham muito, mas é tudo conversa fiada. Com exceção da presidência da Corte, que trabalha menos ainda, cada assessoria dos ministros é composta de um chefe de gabinete, oito operadores de Direito (juízes auxiliares, advogados, procuradores ou defensores) e dois assistentes judiciários (também com formação superior). Assim, raramente os ministros redigem as decisões e despachos.

Esse tipo de assessoria é desempenhado por operadores de alto nível, são eles que cuidam os processos. O próprio Sérgio Moro, como juiz auxiliar, chegou a trabalhar no Supremo, como assessor da ministra Rosa Weber durante o escândalo do mensalão. Se Toffoli tivesse pedido a algum assessor para redigir a decisão, ele se recusaria, explicaria que não poderia, por isso e por aquilo. Mas Toffoli quis redigir e o resultado é desastroso.

DE PRÓPRIO PUNHO – Desta vez, porém, no afã de bajular pessoalmente o presidente Lula da Silva e se reaproximar dele, o ministro Dias Toffoli esqueceu que foi reprovado duas vezes em concurso para juiz e resolveu ele próprio redigir a decisão que supostamente sepultaria a Lava Jato.

Embriagado pelo poder, Toffolli decidiu aproveitar uma brecha  aberta ilegalmente por Ricardo Lewandowski para levar o Supremo a reconhecer a validade de provas da Operação Spoofing, cujo alvo foi a quadrilha que gravara mensagens entre a força-tarefa da Lava Jato, algumas incluindo o então juiz Moro. Por serem grampos ilegais, as provas não poderiam ser aceitas judicialmente, porém Lewandowski operou esse milagre.

SEM BASE LEGAL – Voltando a Toffoli, seu desarticulado texto foi uma vergonheira fétida. Sem a menor base legal, ele sentenciou que a prisão de Lula da Silva foi um dos maiores erros judiciários do país, e assim difamou não só os dois juízes da 13ª Vara de Curitiba, mas também os três desembargadores do TRF- 4 e os cinco ministros do STJ, que foram unânimes nas condenações de Lula.

Além disso, o ministro viajou na overdose jurídica e determinou que sejam investigados os agentes públicos envolvidos na condenação de Lula, o que significa incluir no inquérito todos os magistrados e membros da força-tarefa (leia-se: procuradores, auditores da Receita e delegados federais.

E fez uma denúncia gravíssima contra todos eles, ao acusar: “Sob objetivos aparentemente corretos e necessários, mas sem respeito à verdade factual, esses agentes desrespeitaram o devido processo legal, descumpriram decisões judiciais superiores, subverteram provas”.

CHAMEM A AMBULÂNCIA – Meus amigos e amigas, é caso médico-psiquiátrico. O pedido de investigação foi redigido como se fosse uma sentença condenatória e encaminhado à Procuradoria-Geral da República, Advocacia-Geral da União, Ministérios das Relações Exteriores e da Justiça, Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União, Receita Federal, Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público. Mas Toffoli não tem esses poderes. É tudo um jogo de faz de conta.

O pior é que o ministro Flávio Dino demonstrou ser tão irresponsável quanto Toffoli. Ao invés de chamar a ambulância psiquiátrica para recolher o “Napoleão de hospício”, como são chamados os loucos que gostam de dar ordens, o titular da justiça imediatamente acatou as determinações de Toffoli.

Colaboração premiada não é capítulo de novela', adverte delegado da Lava Jato - Estadão

Delegado Márcio Ancelmo criou a Lava Jato

Dino deveria ter dito que ia verificar o assunto, mas foi logo anunciando que, assim receber a decisão de Toffoli, vai mandar a Polícia Federal investigar todos os envolvidos, o que significa devassar ela própria, pois foi o delegado federal Marcio Ancelmo quem descobriu o esquema de corrupção na Petrobras e formou a força-tarefa.

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P.S. 1 –
 Caramba, amigos! O PT e o Planalto se tornaram dois asilos tipo Casa Verde machadiana. O personagem principal, o alienista/psiquiatra Simão Bacamarte, é interpretado por Lula da Silva, que atribui a própria loucura às dores diabólicas que sente no ventre, embora nem esteja grávido…

P.S. 2 – Os malucos assumiram o controle da Casa Verde, o personagem Dias Toffoli já está usando o jaleco do psiquiatra-chefe e seu comparsa Flávio Dino preferiu assumir a cozinha do estabelecimento, onde se sente mais à vontade. Bem, depois a gente volta, para contar o que Lula na verdade está achando disso tudo. (C.N.)


Lagarto: Prefeitura retira símbolo da cidade e revolta população

 em 8 set, 2023 4:00

     Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
                “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 

Deu no site “O Bolo é Grande”:

“O sentimento de revolta é evidente no município de Lagarto após a decisão do agrupamento liderado pelo deputado Gustinho Ribeiro – cuja esposa Hilda Ribeiro é prefeita da cidade – em remover o emblemático símbolo de um lagarto, que marca a entrada da cidade, no trevo que liga ao município de Itabaiana. Além disso, a intenção de substituir o símbolo por uma frase que afirma “Capital do Interior” tem gerado grande controvérsia.

Segundo dados do IBGE, Lagarto perdeu o posto de maior cidade do interior sergipano para Itabaiana. Portanto, a mudança para essa frase não reflete mais a realidade, o que tem causado a percepção de mensagem enganosa.

Nos bastidores argumentam que, em vez de gastar recursos públicos em uma mudança de identidade visual , a administração municipal deveria focar seus esforços em iniciativas que ajudem Lagarto a recuperar sua posição como a maior cidade do interior de Sergipe. Isso poderia incluir investimentos em infraestrutura, educação, saúde e oportunidades econômicas que realmente beneficiem a comunidade local.

 No entanto, o grupo liderado por Gustinho não aceita a perda do título, expondo essa fragilidade política em diversos atos, a exemplo da remoção de um símbolo tão significativo para os lagartenses, a fim de ocultar o óbvio: Lagarto perdeu o título de ‘Capital do Interior’ por INCOMPETÊNCIA!”

Solidariedade – O blog presta solidariedade aos lagartenses, um povo ordeiro e trabalhador que é referência em Sergipe, lamentavelmente a atual gestão da Prefeitura perdeu a noção do bom senso e o sentimento de valorização aos monumentos, símbolos e a cultura local.

 

Ministro tem extensa agenda hoje em Aracaju E o Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, anunciou pelas redes sociais uma extensa agenda hoje, 08, em Aracaju. Pela manhã, às 8h30, participará da do novo superintendente do Hospital Universitário de Aracaju, professor doutor Kleyton de Andrade Bastos. Logo depois, às 10h30, participará do lançamento do Plano Safra da agricultura familiar em Sergipe e lançamento do programa Rural Conectado.

Encontro com prefeitos Depois o ministro Márcio Macedo almoça com os prefeitos da Federação dos Munícipios do Estado de Sergipe – Fames. Às 15h, participa da posse de Thiane Araújo na representação do Ministério da Cultura em Sergipe e finaliza a agenda com a Caravana do Plano Juventude Negra Viva.

 Sepultada ontem, 7, a mãe do senador Laércio Oliveira Dona Inês, 86 anos, como era conhecida a Severina dos Santos Oliveira, foi sepultada na tarde de ontem, 7, em Aracaju no cemitério Colina da Saudade. Laércio Oliveira retornou de uma viagem que fazia a Singapura, onde participava da Gastech 2023, a maior conferência sobre gás e matriz energética.

Manifestações O senador, no dia anterior, agradeceu as manifestações que recebeu, inclusive do governador do Estado, Fábio Mitidieri e diversas autoridades e políticos. :“É com muita tristeza que informo o falecimento da minha mãe, a minha Santa Inês. Gostaria de agradecer pelas diversas mensagens e manifestações de carinho a mim e à toda a minha família nesse momento de tanta dor. Estou retornando da minha viagem à Singapura para juntar-me ao meu pai, meus irmãos, e minha família. Que Deus nos dê força”, frisou.

Almoço com debate A Reforma Tributária é um assunto que tem levantado inúmeros debates, nas áreas política e econômica. Por isso, no próximo dia 11/09, Sergipe recebe o diretor Legislativo da FENACON, Diogo Chamun. O encontro, promovido pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e SESCAP/SE (Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de Sergipe), será realizado no Real Classic Hotel, na Orla da Atalaia, a partir das 12h.

 Almoço com debate II Aracaju será a primeira de cinco capitais no Nordeste a receber sua visita. “Será uma oportunidade de discutir esse tema com a classe contábil e empresários. Queremos entender os impactos da Reforma e também deixar nossas impressões para os senadores, fundamentais nessa votação”, destacou o presidente do SESCAP/SE, Francinaldo Rodrigues.

 Ricardo Marques denuncia falta de planejamento e atraso em obra do Loteamento Copacabana, na Zona de Aracaju O vereador Ricardo Marques (Cidadania) durante a sessão na Câmara Municipal de Aracaju, denunciou mais uma vez a paralisação da obra do Loteamento Copacabana, entre os bairros Japaozinho e Porto Dantas, na zona norte de Aracaju. A obra de pavimentação em asfalto e execução de drenagem e esgotamento sanitário, teve inicio em agosto de 2022 e segundo a placa colocada pela prefeitura tinha prazo de 6 meses. O valor inicial estimado foi de mais de R$ 3.6 milhões de reais. “Os moradores do Loteamento, que inicialmente comemoram o início da obra, agora estão preocupados com a paralisação. A empresa terceirizada apenas disse que estava saindo do local sem muita explicação”, disse o vereador.

Falta de estudo mais detalhado e planejamento Ricardo Marques entrou em contato com a prefeitura que através de ofício confirmou a paralisação da obra. “A prefeitura disse que a drenagem projetada estava lançando águas pluviais em um canal que passava abaixo da av. Euclides Figueiredo, e que essa travessa não estava contida no contrato. Só depois da conclusão da travessa, que será feita pela Emurb, é que a obra terá retorno. Também será mudada a forma de pavimentação que antes era previsto asfalto e agora será colocado paralelepípedo. Ou seja, na minha ótica faltou um estudo mais detalhado e um planejamento adequado para execução da obra. É mais gasto com o dinheiro público e transtornos para o povo” lamenta Ricardo Marques.

 

 

Passeio Ciclístico reunirá centenas de comerciários no domingo, 10 O Sesc realiza nesse domingo, 10/09, Passeio Ciclístico com a participação de 200 ciclistas. O evento faz parte das comemorações do aniversário da instituição. A inscrição solidária são cinco quilos de alimentos, que serão destinados ao Programa Mesa Brasil Sesc. A atividade é aberta ao público em geral.

Inscrições Os participantes ganharão uma camisa dry fit exclusiva do evento, que será entregue na concentração do passeio. As inscrições já estão abertas nas centrais de atendimento do Sesc. O encerramento do passeio será no Hotel Sesc Atalaia onde haverá atividades de relaxamento, apresentação musical e sorteios de hospedagem (casal) e passeio turístico.

Concentração e percurso A concentração será às 05h30 e a saída às 06h, do Sesc Comércio, localizado na avenida Otoniel Dórea, 464 (Rua da Frente). O percurso, animado pelo mini trio Ospal, seguirá a avenida Ivo do Prado com destino a avenida Beira Mar, passando pela Orla até o Hotel Sesc Atalaia. A participação é livre para todas as faixas etárias. Mais informações consulte 3216-2727 l 2707. Faça sua parte! Doe, comemore e pedale.

PELO E-MAIL nunesclaudio@infonet.com.br  E FACEBOOK

 PELO TWITTER

www.twitter.com/asergioreiss

 Sou contra! Discordo totalmente da retirada de um monumento simbólico e histórico que tanto representa LAGARTO para trocar por um slogan político. Errado.

Lagarto sempre foi uma cidade progressista, de artistas, intelectuais, agentes culturais que valorizam nossos monumentos, esculturas e nosso patrimônio. Destruir o lagarto é simbólico. É destruir nossa representatividade.

 www.twitter.com/ISMARVIANA

 A independência do Brasil depende da implementação de mecanismos que possam inibir o uso desvirtuado de instituições republicanas, tornando-as verdadeiramente independentes dos interesses daqueles que as integram com o único fim de explorar benefícios de interesses pessoais.

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