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Sergipe inicia vacinação contra a Influenza nesta segunda-feira, 4

  em 4 abr, 2022 7:55

Nesta primeira fase, recebem a vacina trabalhadores da Saúde e idosos com faixa etária de 60 anos e mais (Foto ilustrativa: Ascom/SMS)

Sergipe inicia nesta segunda-feira, 04, a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe Influenza. O calendário de aplicação dos imunizantes foi definido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) em duas etapas que foram delimitadas pelo Ministério da Saúde e contemplam diversos grupos prioritários. A vacina que será aplicada é trivalente, ou seja, protege contra os vírus H1N1, H3N2 e a influenza A.

Em Aracaju, a vacina será ofertada nas salas de vacina das 45 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), três shoppings da capital e no drive-thru montado no Parque da Sementeira. Entre 4 e 8 de abril também haverá vacinação com o ‘Carro da Vacina’, ofertando a vacina contra a influenza e contra covid-19, na praça Zilda Arns, no Jardins, exclusivamente para idosos.

Nesta primeira fase, recebem a vacina trabalhadores da Saúde, que também terão a vacina do sarampo atualizada e idosos com faixa etária de 60 anos ou mais. Além disso, a SES vai promover em 30 de abril, o dia ‘D’ de imunização para reforçar a vacinação desses dois grupos prioritários.

A SES reforça que, mesmo quem já se vacinou na última campanha, precisará tomar a vacina novamente, pois há uma atualização anual do imunizante.

Segunda fase

A segunda etapa acontecerá entre 03 de maio e 03 de junho com os demais grupos prioritários: crianças de 06 meses a menor de 5 anos de idade, gestantes, puérperas, população indígena, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo rodoviários, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade. As crianças nesta etapa receberão ainda a vacina contra o sarampo.

por Aisla Vasconcelos
com informações da SES e SMS

Constituição está ao lado da Amazônia, não de Bolsonaro - Editorial




O Supremo Tribunal Federal (STF) tem sido um dos alvos prediletos do bolsonarismo, que o acusa de abrir inquéritos arbitrários e de ingerência indevida nos demais Poderes. Há certa dose de razão nessas críticas, mas a claque de Bolsonaro precisa se conformar quando a Corte apenas exerce seu papel de guardiã da Constituição. É esse o caso do julgamento em curso sobre a política ambientalista do governo, iniciado na última quarta-feira, cujo desfecho deveria ser a confirmação de que o presidente agride a Constituição ao permitir a degradação da Floresta Amazônica, citada no parágrafo 4º do Artigo 225 como bioma a preservar, assim como a Serra do Mar, a Mata Atlântica e a Zona Costeira.

Chamado de “Pauta Verde”, o conjunto de sete ações impetradas por partidos políticos (Rede, PDT, PV, PT PSOL e PSB) cobra, entre outras medidas, a retomada dos programas que já reduziram a devastação na Amazônia no passado, pede que o Ibama volte a ser o protagonista da repressão aos transgressores ambientais no lugar das forças militares e que sejam reintegrados ao Fundo Nacional do Meio Ambiente representantes da sociedade civil. Quer, também, que o Fundo Amazônia, bancado por Noruega e Alemanha para financiar projetos autossustentáveis, seja reativado. Experiência bem-sucedida, o fundo foi paralisado por intervenção do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Na quinta-feira, depois de o procurador-geral da República, Augusto Aras, ter feito uma defesa oblíqua do governo, a ministra Cármen Lúcia, relatora de seis dos processos (o sétimo está a cargo da ministra Rosa Weber) começou a ler seu longo voto sobre duas das ações. Já deixou claro que sua tendência é aceitar a cobrança feita para a retomada dos planos de contenção da devastação da Amazônia, além de determinar que o governo volte a cumprir o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), vinculado às metas estipuladas pelas Nações Unidas. Em outras palavras, ela defende o combate para valer ao desflorestamento na Amazônia, venha dos madeireiros predadores, dos pecuaristas do atraso ou dos garimpeiros ilegais.

Enquanto citava as estatísticas estarrecedoras que demonstram o recrudescimento da devastação na Amazônia desde a posse de Bolsonaro, Cármen Lúcia chamou a atenção para o dever constitucional do governo de proteger o meio ambiente. Alcunhou de “teatro ambiental” as ações da gestão bolsonarista, que não mobiliza organismos de Estado como deveria para enfrentar a destruição, nem sequer cumpre os orçamentos aprovados para preservação ambiental. Ocorre, na metáfora feliz da ministra, a “cupinização institucional”. Os agentes da destruição operam como térmites silenciosas não só ao devastar a floresta, mas sobretudo ao corroer as instituições.

É relevante no mundo todo que a Corte máxima do país onde ficam 60% da Amazônia, e sobre o qual pesam inúmeras denúncias de devastação do patrimônio natural, julgue o governo responsável pelos danos que causou. O julgamento do STF é acompanhado com atenção pelas redes globais que atuam no setor e pelas áreas diplomáticas. Espera-se um resultado incisivo condenando a cumplicidade de Bolsonaro com a destruição e recolocando a pauta ambiental brasileira no trilho. Novas manobras jurídicas do bolsonarismo para adiar a conclusão do julgamento seriam inaceitáveis.

O Globo

Salvos pelo bolsonarismo




Governo e aliados dizem que salvaram país do caos, mas instabilidade é uma rotina na atual gestão

Por Alexa Salomão 

Em clima eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro e representantes de seu governo passaram os últimos dias reforçando o discurso de que o Brasil foi salvo do caos quando a atual gestão assumiu.

Se a proposta bolsonarista é garantir estabilidade ao país, algo na estratégia está dando muito errado. A última semana é ilustrativa.

Caiu o terceiro ministro da Educação. Milton Ribeiro foi acusado de dar guarida a pastores que pediam a prefeitos pixulecos, até em ouro e bíblias, para liberar dinheiro público da educação. Gravação conseguida pela Folha mostrou o ministro falando com clareza que o privilégio concedido aos emissários de Deus em sua pasta atendia a pedido do próprio Bolsonaro.

Caiu o segundo presidente da Petrobras. Para o seu lugar foi indicado um consultor que ficou conhecido por defender o indefensável, o compromisso de o governo (leia-se todos os consumidores de luz do país) pagar pelo uso de térmicas a gás onde não há gás ou linha de transmissão para tirar a energia. A criação da infraestrutura vai custar bilhões à população para favorecer grupos da iniciativa privada.

Tivemos, não um, mas dois cala boca.

No sábado, o PL pediu, e um juiz Tribunal Superior Eleitoral aceitou, impedir manifestações contra Bolsonaro e pró-Lula na versão brasileira do Lollapalooza, um festival conhecido por receber as bandas mais pops do planeta.

No ato de censura explícita, tentaram encaixar a mega produção na categoria de showmício, como se Pabllo Vittar, os roqueiros do Fresno, o rapper Emicida, a britânica Marina e americana Miley Cyrus, só para citar alguns que protestaram, estivessem no palco a serviço de partidos políticos.

Na quinta, 31 de março, foi a vez de Bolsonaro. Defendeu a ditadura, que completava 58 anos, e mandou uma nova indireta aos ministros do Supremo Tribunal Federal. "Que alguns poucos não nos atrapalhem. Se não tem ideias, cala a boca. Bota a tua toga e fica aí. Não vem encher o saco dos outros."

Quanto tempo o Brasil suportará ser salvo pelo bolsonarismo?

Folha de São Paulo

Alain Delon e o desejo de morrer em paz




Políticas públicas baseadas na ciência podem amenizar a dor do fim da vida. 

Por Lygia Maria 

Alain Delon (foto) anunciou que realizará suicídio assistido e, assim, reacendeu o debate sobre um tema polêmico, quase tabu. Apenas nove países legalizaram o suicídio assistido e, desses, só cinco permitem a eutanásia. Humanos não gostam de falar sobre a morte (menos ainda sobre a vontade de morrer). Como crianças, temos medo do escuro. Assim, tendemos a colocar políticas públicas sobre esse tema para baixo do tapete, mas o fato é que muitos de nós, um dia, estaremos na situação em que a morte seja desejável.

Quero tratar, aqui, de outra possibilidade: a de que a morte seja manejável. Para aliviar a dor física de pacientes terminais, as drogas "depressoras do sistema nervoso central (SNV)", como a morfina, são as mais usadas. Porém a dor fundamental é existencial: o vislumbre do fim da vida. Nesse caso, pesquisas com drogas "modificadoras do SNV", conhecidas como "alucinógenas" (psilocibina, LSD, DMT etc.), mostram resultados promissores.

O problema é que vários alucinógenos estão na lista de substâncias proibidas pela Convenção sobre Drogas da ONU que é seguida pela maioria dos países. Resultado: entraves nas pesquisas, que estariam mais adiantadas, devido a mais um tabu. Em uma delas, realizada pelo psiquiatra Stephen Ross (Universidade de Nova York), 29 pacientes com câncer que tomaram apenas uma dose de psilocibina (substância presente em alguns cogumelos) atestaram declínio significante da depressão e da angústia. Após seis meses, sem outras doses, 70% ainda mantinham essa melhora. Os pacientes relataram que tiveram experiências sensoriais de paz, amor, e, principalmente, de perda do medo da morte.

Alguns alucinógenos são chamados de enteógenos. Vemos, aqui, a beleza da etimologia, que encapsula complexidade em uma palavra: "enteógeno" tem raiz no grego (similar a de "entusiasmo") e significa "gerador do divino interior". Termo apropriado para representar uma relação mais serena com o fim da vida e, quiçá, com o que virá depois

Folha de São Paulo

Seria palhaçada, não fosse tragédia




Demanda há, mas as lideranças políticas são incapazes de oferecer o produto terceira via

Por Eliane Cantanhêde (foto)

As pesquisas que aproximam Jair Bolsonaro de Lula dispararam um senso de urgência na esburacada terceira via e a pressa é inimiga da perfeição. Os caras amanhecem candidatos, deixam de ser com o sol quente e voltam a ser ao entardecer; estão num partido num dia, em outro no dia seguinte e sabe-se lá onde no terceiro dia. Fazem que vão, mas não vão a lugar nenhum.

Na estratégia da terceira via, a vaga de Lula no segundo turno era líquida e certa e a saída era desbancar Bolsonaro, que perdia fôlego entre empresários, militares e multidões que votaram nele contra o PT e deram com os burros n’água. A coisa não evoluiu bem assim.

Lula tem base sólida, mas bateu no teto e daí é mais fácil descer do que subir. Já Bolsonaro saiu do fundo do poço e recuperou condições de competitividade. O resultado é quase psicológico: quem está por cima e perde dois pontinhos passa a sensação de “fraqueza”, quem está por baixo e sobe dois pontinhos passa a de “força”. Eleição não é razão, é emoção.

O principal movimento de Lula foi usar o ex-tucano Geraldo Alckmin para abrir espaço e pretexto para partidos, líderes e eleitores do centro e da centro-direita, mas Bolsonaro foi além: desmanchou a percepção de que o Centrão pularia do seu barco na primeira gota d’água. O Centrão está mais firme com Bolsonaro do que o centro com Lula.

Começou com o grito de guerra de Ciro Nogueira (do PP e da Casa Civil) a favor do chefe e se consolidou na janela partidária: PL, PP e Republicanos fizeram a festa, acabaram com a alegria do União Brasil (DEM-PSL) e, assim, Bolsonaro tem a maior força política no Congresso.

Essa base reflete o enraizamento dele nos Estados, projeta boas condições de governabilidade em caso de reeleição e tem um efeito psicológico sobre políticos e eleitores. Ex-bolsonaristas e os que estão em cima do muro balançam a favor dele, os milhões que o rejeitam mergulham no desânimo e no pânico.

O PSDB desmorona como castelo de cartas, com João Doria e Eduardo Leite inviabilizando um ao outro; a onda Sérgio Moro morreu na praia; o Podemos já não pode nada; o União Brasil às turras já na lua de mel de DEM e PSL; o MDB apoia Simone Tebet em “on”, mas em “off”... O Cidadania? Tenta colar os cacos. Seria uma palhaçada, não fosse uma tragédia.

Os adversários deveriam ser Bolsonaro e Lula, nessa ordem, mas o centro gasta tempo, dinheiro e saliva falando uma coisa, fazendo outra: da boca para fora, união; na realidade, a mais patética desunião. Há uma desesperada demanda pela terceira via no eleitorado, mas as lideranças políticas são incapazes de oferecer o produto.

O Estado de São Paulo

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