segunda-feira, julho 05, 2021

Quem irá bancar a festa, o município ou os recursos federais?

 

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Nota da redação deste Blog - Esse povo deveria ter era vergonha na cara e o mínimo de dignidade. Esse cargo é passageiro, e muitos deles o dinheiro que está ganhando não irá cobrir as despesas com advogados para defender na justiça pelas trambicagens praticadas.
Aproveitam-se do cargo para tentarem pisar em quem de forma honesta lutam para sobreviverem já que são autônomos, o trabalho desapareceu devido a pandemia.
Uma das poucas oportunidades para os artistas da terra seria as festas juninas e agora o aniversário da cidade, porém, nem essa oportunidade tiveram.
Lamento e falo porque não sei ficar calado diante de injustiças, de covardia e perseguição, porém cada povo tem os políticos que merece.



Aracaju passa a vacinar população em geral contra influenza a partir desta sexta-feira

 

Por G1 SE

 


Vacinação contra a influenza — Foto: Asscom/SMS/Arquivo

Vacinação contra a influenza — Foto: Asscom/SMS/Arquivo

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informou que vai vacinar toda a população dos seis meses de idade, a partir da sexta-feira (9). A medida foi orientada pelo Ministério da Saúde..

Segundo a SMS, a campanha contra gripe, em Aracaju, está com 53% dos grupos que eram prioritários já vacinados, enquanto a meta para esse público-alvo inicial, no Brasil, está em torno de 40%, índice abaixo do esperado.

Na capital sergipana, a campanha de vacinação contra influenza teve início em abril, imunizando gestante, puérpera, trabalhador de saúde e crianças de seis meses a menor de seis anos.

“É necessário dar um intervalo mínimo de 15 dias entre a dose da vacina da Covid-19 e a da influenza. Como as duas campanhas estão ocorrendo ao mesmo tempo, a orientação do Ministério da Saúde é que, nos grupos prioritários, a dose contra a Covid-19 seja feita antes. A vacina da influenza não faz parte do calendário vacinal, isso significa que a oferta desse imunizante acontece apenas durante a campanha anual”, explica a coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Ana Paula Vasconcelos.

Documentos

As pessoas devem compareçam aos pontos de vacinação levando um documento de identificação com foto e CPF, comprovante de residência e o cartão de vacina.

Confira os pontos que estão vacinando contra a influenza:

  • Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Grageru)
  • UBS Antonio Alves (Atalaia);
  • UBS João Bezerra (Areia Branca);
  • UBS Niceu Dantas (Mosqueiro);
  • UBS Dona Jovem (Industrial);
  • UBS Augusto Cesar Leite (Conj. Santa Tereza);
  • UBS Elizabeth Pita (Santa Maria); UBS Oswaldo Leite (Santa Maria);
  • UBS Humberto Mourão (São Conrado); UBS Joaldo Barbosa (América);
  • UBS Fernando Sampaio (Ponto Novo); UBS Maria do Céu (Centro);
  • UBS Ávila Nabuco (Médici);
  • UBS Madre Tereza (Jabotiana);
  • UBS Porto Dantas (Porto Dantas);
  • UBS Carlos Fernandes (Lamarão);
  • UBS José Quintiliano (Santo Antônio); UBS Eunice Barbosa (Coqueiral);
  • UBS João Cardoso (José Conrado de Araújo);
  • UBS Renato Mazze Lucas (Santos Dumont);
  • UBS José Calumby (Jardim Centenário); UBS Carlos Hardman (Soledade).

Os locais funcionam das 8h às 16h.

Queiroga admite possibilidade de planos darem cobertura à vacina da Covid

Queiroga admite possibilidade de planos darem cobertura à vacina da Covid
Foto: Anderson Riedel/PR

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta segunda-feira (5), que as vacinas contra a Covid-19 podem ser incluídas no rol de imunizantes cobertos pelos planos de saúde do Brasil. Segundo Queiroga, a possibilidade está condicionada a aprovação da incorporação pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O titular do MS ressaltou que, caso ocorra, a inclusão não será imediata.

 

A declaração foi dada durante a vacinação de autoridades no Distrito Federal. A informação é de reportagem do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

Queiroga aplicou a vacina contra a Covid no ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, em Jorge Oliveira (Tribunal de Contas da União) e no advogado-geral da União, André Mendonça. Depois, o titular da Saúde seguiu para o Palácio do Planalto, onde tem reunião com integrantes do Conselho de Saúde Suplementar (Consu).

 

Queiroga ressaltou que, na última semana, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec) aprovou a entrada das vacinas Pfizer e AstraZeneca no rol de medicamentos do SUS. Na prática, a medida inclui os imunizantes nas políticas públicas de saúde do Brasil, assim como outras vacinas que já fazem parte do sistema, como a da gripe (leia aqui).

Bahia Notícias

Operação Faroeste: MPF apresenta nova denúncia contra 16 pessoas

Operação Faroeste: MPF apresenta nova denúncia contra 16 pessoas
Foto: Divulgação

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou nova denúncia decorrente da Operação Faroeste. Desta vez, foram denunciadas 16 pessoas pelos crimes de corrupção nas modalidades ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. É a sétima denúncia feita e entre os acusados estão os desembargadores Maria do Socorro Barreto, Gesivaldo Nascimento Britto e José Olegário Monção Caldas, os juízes de Direito Sérgio Humberto e Marivalda Moutinho, os advogados Márcio Duarte, João Novais, Geciane Maturino dos Santos e Aristóteles Moreira e a promotora Ediene Santos Lousado, além dos delegados Gabriela Macedo e Maurício Barbosa.

 

De acordo com documento encaminhado ao ministro Og Fernandes, relator do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última sexta-feira (2), a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo também sustenta a necessidade da manutenção de prisões preventivas e de medidas alternativas à prisão de parte dos envolvidos no esquema criminoso.

 

Ao todo as denúncias foram relacionadas a dois processos. No primeiro caso, o valor estimado da propina foi de R$ 252,9 mil, pago após decisão proferida em janeiro de 2016 pelo desembargador José Olegário. A decisão manteve inalterada a Portaria 105/2015, da Corregedoria de Justiça do Interior. No segundo caso, o montante foi de R$ 1,3 milhão e teve a participação dos magistrados Maria do Socorro, Gesivaldo Britto e Sérgio Humberto.

 

De acordo com a investigação, era o casal Maturino que viabilizava o recebimento e pagamento do dinheiro destinado aos envolvidos no esquema. Parte dos pagamentos era fracionada e entregue em espécie, outra parcela era depositada em conta bancária de terceiros. Havia ainda a entrega de joias e parte em operações bancárias estruturadas para fugir dos mecanismos de controle, de modo a impedir qualquer tipo de vinculação criminosa entre todos.

 

Segundo a denúncia, Adaílton Maturino e Geciane Maturino, teriam agido de maneira consciente e deliberada e criaram e operaram mecanismo sistemático de lavagem de dinheiro, para a pulverização de, pelo menos R$ 1,5 milhão, oriundos da propina paga pelas decisões produzidas ao longo do trâmite da fase administrativa e da fase judicial nas quais se buscava legitimar grande porção de terras no oeste baiano a favor do grupo criminoso.

 

No esquema apresentado na denúncia consistia na geração dos valores pelo grupo de Adaílton Maturino, com a consequente entrega, a José Olegário, Maria do Socorro, Gesivaldo Bitto e Sérgio Humberto. Os magistrados foram responsáveis por produzir decisões judiciais que forçavam os integrantes do grupo contrário ao de Adaílton Maturino a realizar acordos que beneficiavam a organização criminosa.

 

Provas colhidas nas diligências autorizadas pelo STJ reforçaram a existência de uma organização criminosa com divisão de tarefas e com núcleos distintos, sendo um deles, o judicial. Mencionada em outras frentes de apuração - caso da Ação Penal 940 em curso do STJ - a denúncia apresentada na última sexta-feira também trata da atuação de agentes públicos integrantes de órgãos estaduais como o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e a Secretaria de Segurança Pública para “blindar a estrutura criminosa da persecução estatal e que permitiu o cometimento de infrações penais”.

 

Entre as provas anexadas na denúncia e que confirmam a existência de um esquema perene, articulado e organizado, estão conversas interceptadas com autorização judicial. Os diálogos mostram a influência da organização criminosa no estado. Há conversas em que a desembargadora Maria do Socorro chega a convidar a primeira-dama e o governador do estado para sua casa de veraneio. O objetivo do relacionamento, segundo o MPF, seria mostrar apoio ao grupo vencedor das eleições, "permitindo a perpetuação da jornada criminosa judicial". As investigações mostraram também investidas de Adaílton Maturino para cooptar autoridades de todos os Poderes a fim de que o esquema jamais fosse alcançado pelos órgãos de controle.

 

Na denúncia, que tem mais de 300 páginas, o MPF também requer a manutenção de prisões preventivas e a imposição de medidas alternativas à prisão contra parte dos denunciados. De forma detalhada, são apontados os fundamentos para as restrições: a garantia de ordem pública, riscos à condução interna dos processos e conveniência da instrução criminal. Também foi apresentado extenso relato, segundo o qual, esses integrantes do esquema mantém as atividades ilícitas, mesmo após a deflagração sucessiva de fases da Operação Faroeste. Na petição, a subprocuradora-geral afirma ser “pacífico o entendimento dessa Corte (STJ) no sentido de que somente a prisão preventiva é capaz de neutralizar lideranças do crime organizado e cessar a mecanização da lavagem de dinheiro”.

 

A subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo pede que os envolvidos sejam condenados conforme os crimes e a participação imputada a cada um. Também foi requerida a perda de função pública dos envolvidos e o perdimento do produto e proveitos dos crimes em valores de, pelo menos, R$ 8,7 milhões, referentes à soma do montante lavado no esquema apurado. Nesse caso, os valores deverão ser acrescidos das correções legais. Além disso, foi pedido que os denunciados sejam obrigados a pagar indenização de R$ 10 milhões, por danos morais coletivos, visto que os prejuízos decorrentes dos crimes de corrupção e de lavagem de capitais causam descrédito do mais elevado órgão do Poder Judiciário local perante a sociedade.

Bahia Notícias

Renan quer ex-cunhada de Bolsonaro, que denunciou 'rachadinha', na CPI da Covid-19


Renan quer ex-cunhada de Bolsonaro, que denunciou 'rachadinha', na CPI da Covid-19
Foto: Agência Senado

Após a divulgação de áudios que associam o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), em um esquema de “rachadinha” na época em que exerceu mandatos de deputado federal (reveja), o relator da CPI da Covid-19 no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), utilizou as redes sociais para defender a convocação de Andrea Valle como depoente no colegiado. Andrea é ex-cunhada de Bolsonaro e autora das revelações. 

 

Para Renan, “ela pode explicar se houve espelhamento do esquema das rachadinhas no governo federal”. O senador cita a existência de um “gabinete paralelo”, o qual seria utilizado como fonte de apoio do presidente na condução da pandemia, e vem sendo investigado pela comissão. 

 

“Como se sabe Carlos Bolsonaro é peça fundamental no ministério paralelo e Flávio Bolsonaro um influente filtro de indicações”, escreveu no Twitter nesta segunda-feira (5). 

 

E acrescenta: “A oitiva dela não é para incriminar, mas para esclarecer fatos relacionados a presença dessas pessoas  no governo. Ela cita um coronel reformado. São muitos os indícios e testemunhos da participação de militares em irregularidades com as vacinas Covaxin e Astrazeneca”.

 

Para os seguidores do senador, convocar Andrea Valle pode “descaracterizar” o foco de investigação da CPI. “Senador não perca o foco. Não deixei que outras investigações entre na pauta. O escândalo da corrupção das vacinas no meio de uma pandemia vai levar toda essa gente nefasta para o Tribunal Internacional. Qualquer outra pauta agora só serve para tumultuar as investigações”, escreve um seguidor. 

Bahia Notícias

Com a CPI, Centrão e militares estão no foco das suspeitas de corrupção no governo Bolsonaro

 


Arquivo para Charges - Página 34 de 132 - Sindicato dos Bancários ...

Charge do Bier (Arquivo Google)

Vinicius Valfré
Estadão

As suspeitas de corrupção na compra de vacinas contra a covid-19 envolveram, até agora, militares do Exército e apadrinhados do Centrão, duas sólidas bases de sustentação do governo de Jair Bolsonaro. O organograma dos fatos sob investigação evidencia uma aliança pragmática entre os dois setores pelo controle das verbas do Ministério da Saúde, o maior orçamento entre as 22 pastas.

De uma ponta a outra, as tratativas para a importação de imunizantes passaram pelas mãos de nomes indicados pelo grupo do Congresso ao qual Bolsonaro se aproximou para barrar ameaças de impeachment.

CENTRÃO E MILITARES – Os indicados políticos foram mantidos ou apoiados por militares que assumiram o ministério no ano passado e, durante a pandemia, controlaram cifras bilionárias. A dobradinha entre Centrão e Exército se concentrou no Departamento de Logística da pasta, onde estão as principais suspeitas de irregularidades e um histórico de loteamento e denúncias de fraudes.

Ao menos desde o governo de Michel Temer, o setor é controlado pelo Progressistas, do senador Ciro Nogueira (PI) e do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PR).

Os três diretores que passaram pelo posto acumulam denúncias de corrupção e mau emprego de dinheiro público. Dois deles foram reabsorvidos pelo governo Bolsonaro. Davidson Tolentino é diretor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a estatal do Centrão, desde julho. Em maio de 2020, Tiago Queiroz virou secretário de Mobilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional, um dos principais cargos da pasta de Rogério Marinho.

ESQUEMA DO PARANÁ – Apesar da narrativa de Jair Bolsonaro de acabar com o loteamento em cargos técnicos, a tradição foi mantida na Saúde. O nome do agora ex-diretor de logística, Roberto Dias, foi indicado pelo Centrão ao ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM). Oficialmente, a sugestão foi do ex-deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), mas Dias saiu diretamente do governo do Paraná, de Cida Borghetti, mulher de Ricardo Barros, para a cadeira de diretor do Ministério da Saúde.

Com o protagonismo de Mandetta como condutor do combate à pandemia e defensor de posições científicas, Bolsonaro tirou o ministro do cargo. Nada disso abalou a permanência de Dias, homem do Centrão, no posto. Os titulares seguintes da pasta – Nelson Teich, Eduardo Pazuello e o atual Marcelo Queiroga – mantiveram o diretor.

De 2019 para cá, Dias autorizou mais de R$ 20 bilhões em pagamentos. Ele só caiu na última terça-feira, após um policial militar de Minas Gerais dizer que ouviu pedido de propina do então diretor. Integrantes da CPI suspeitam que a denúncia pode ter sido “plantada” pelo governo para atrapalhar a linha principal de investigação.

BOLSONARO ENVOLVIDO – O avanço das investigações da CPI da Covid no Senado indica que militares e representantes do Centrão no Ministério da Saúde consentiram com o processo de compra da vacina indiana Covaxin. As suspeitas envolvendo o caso levaram o presidente Jair Bolsonaro a ser alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal.

Além do ex-diretor de logística Roberto Dias, o general Eduardo Pazuello manteve também na pasta da Saúde um nome da confiança do deputado Wellington Roberto (PL-PB) — Arnaldo Correia de Medeiros, que virou secretário de Vigilância em Saúde. O parlamentar é líder do partido comandado pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão.

A nomeação ocorreu em junho do ano passado, quando o general comandava interinamente o ministério e Bolsonaro consolidava seu casamento com o Centrão. O secretário substituiu Wanderson Oliveira, servidor federal e especialista em epidemias.

APARECE A PRECISA – Medeiros participou da primeira reunião no ministério, em novembro, com representantes da Precisa – empresa que faz a intermediação da Covaxin, produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. A Precisa pertence a Francisco Maximiano, um empresário que é réu com Ricardo Barros em um processo de 2018 referente à compra de medicamentos quando o atual líder do governo foi ministro.

Foi Dias, o diretor ligado ao Centrão, quem deu a ordem de empenho de R$ 1,6 bilhão para compra da Covaxin mesmo com inconsistências no processo. As principais suspeitas pairam sobre o ex-diretor, apontado como um dos chefes que exerceram pressão sobre o servidor ao qual cabia liberar os trâmites para importação da vacina indiana.

O nome de Roberto Dias surgiu em depoimentos do chefe da Divisão de Importação do ministério, o servidor de carreira Luis Ricardo Fernandes Miranda, irmão do deputado Luis Miranda (DEM-DF). Antes das denúncias dos irmãos Miranda, Bolsonaro, governistas e aliados das Forças Armadas vinham sendo criticados por omissão, pela ineficiência e pelo desprezo à ciência na pandemia.

MILITARES ENVOLVIDOS – Ao assumir o ministério, Pazuello levou consigo ao menos 20 militares da ativa e da reserva. O caso Covaxin, atinge três deles. Coronel Elcio Franco, ex-número 2 da pasta, o tenente-coronel Alex Marinho, coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos, e coronel Marcelo Pires, diretor responsável pela coordenação do Plano Nacional de Operacionalização das Vacinas anticovid, ligado a Elcio Franco.

Políticos, servidores e militares citados negam irregularidades. Ricardo Barros diz não ter participado de nenhuma tratativa relacionada à compra da Covaxin. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que Eduardo Pazuello e Elcio Franco não encontraram “irregularidades contratuais” no processo. Roberto Dias disse acreditar que o servidor denunciante se equivocou ou intencionalmente o envolveu.


Ricardo Barros força sua ida à CPI para estancar desgaste dele e do presidente

Publicado em 5 de julho de 2021 por Tribuna da Internet

Ricardo Barros

Ricardo Barros está achando que não existe gravação

Sarah Teófilo e Bruna Lima
Correio Braziliense

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), fez mais uma manobra para ser ouvido o quanto antes pela CPI da Covid. Publicou um vídeo no Twitter no qual afirma que foi convidado para depor no próximo dia 8, mas sua ida foi desmarcada sem qualquer justificativa. A ideia de comparecer logo é para tentar estancar o desgaste dele e do presidente Jair Bolsonaro.

“A CPI não pode sequestrar a minha honra e de qualquer um que seja. Peço ao STF que garanta que eu possa defender a minha honra e dizer que não tenho nada a ver com Covaxin e que ajo no interesse do Brasil”, disse.

PEDIDO AO SUPREMO – Na sexta-feira, o parlamentar entrou com um pedido, no Supremo Tribunal Federal (STF), para que determine à comissão de inquérito sua convocação imediata. Além disso, tem feito repetidos apelos aos senadores pelas redes sociais.

O interesse em ser ouvido logo já foi levado por governistas à cúpula da CPI. Na semana passada, o líder do governo, Fernando Bezerra (MDB-PE), e o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ), pediram que o presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), colocasse o depoimento de Barros em pauta.

O parlamentar amazonense chegou a anunciar a ida do líder do governo na Câmara para esta quinta-feira, mas mudou a agenda após conversar com o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e outros integrantes do G7, o grupo composto por sete senadores de oposição e independentes ao governo, que decidem os rumos da comissão.

DEPOIMENTO ADIADO -Por saber que Barros quer ser ouvido para tentar estancar o desgaste dele e do presidente da República, o G7 quer ouvi-lo por último, depois de obter todas as informações que respaldem os questionamentos — e consigam mostrar de forma mais clara o que, por enquanto, são suspeitas.

O nome do líder do governo foi levantado durante depoimento do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, o chefe de importação do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda — que denunciou “pressões anormais” dos seus superiores para que agilizasse a importação da Covaxin, vacina indiana do laboratório Bharat Biotech, representado no Brasil pela empresa Precisa Medicamentos.

O governo fechou um contrato com a empresa, no valor de R$ 1,6 bilhão, para compra de 20 milhões de doses, mas suspenso depois que as suspeitas vieram à tona.

UM ROLO DE BARROS – Miranda disse na CPI que informou Bolsonaro sobre as suspeitas em relação à negociação para importação da Covaxin — episódio no qual o presidente Bolsonaro teria dito que a questão parecia ser “rolo” de Ricardo Barros.

O deputado, aliás, era ministro da Saúde na época em que a Global Saúde, do mesmo grupo da Precisa Medicamentos, vendeu fármacos à pasta, mas não entregou e causou um prejuízo de mais de R$ 20 milhões. Outra conexão de Barros com a Precisa foi uma emenda parlamentar, apresentada por ele, que possibilitou que a Covaxin pudesse ser importada.

Na agenda da CPI, constam requerimentos para serem votados amanhã, dentre os quais a quebra de sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático de Barros e de Luis Miranda. Para o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), as dúvidas sobre o líder do governo na Câmara ficam ainda mais fortes à medida que o silêncio de Bolsonaro perpetua em relação ao caso. “A situação do Ricardo é delicada, porque, até agora, o presidente da República não saiu em sua defesa”, salientou.

SEM CAPITANEAR –   Entre os senadores, o entendimento é que não há condições de um parlamentar apenas “capitanear” sozinho uma possível atividade irregular de grande porte, envolvendo aquisição de vacinas no meio de uma pandemia.

A avaliação é de que outros deputados também podem ser apontados. Já para os parlamentares, o silêncio do Palácio do Planalto seria pelo receio de que exista um áudio da conversa entre os irmãos Miranda e Bolsonaro — e que, por isso, o presidente não tentou sequer desmentir o deputado do DF ou fez ataques contra ele.

ESQUEMA EM GRUPO – Questionado se via envolvimento do Centrão nas suspeitas, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pontuou que Barros representa o agrupamento de partidos que dá suporte ao governo no Congresso. “Esse tipo de esquema normalmente é de grupo, não é um esquema individual. E o histórico de operações de grande porte que a gente tem mostra isso — uma espécie de consórcio político. Mas a gente vai apurar isso com calma e vamos ver o que vai surgindo”, explicou.

Líder da bancada feminina no Senado, Simone Tebet (MDB-MS) afirma que o foco da CPI, agora, é a Covaxin. “Temos não só indícios, temos muitos elementos de prova. Foi empenhado antes de a lei estar em vigor, antes de o contrato estar assinado. Um contrato ilegal, que não tinha lei permitindo a assinatura. R$ 1,6 bilhão para a compra de uma vacina indiana que nós nem sabemos qual é, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não tinha aprovado ainda”, observou, acrescentando que o esquema não envolve apenas a cúpula do governo, “mas gente de dentro do Ministério da Saúde que, recentemente, foi exonerada”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A ida de Ricardo Barros à CPI é importantíssima. Se os irmãos não tiverem gravado a conversa no Alvorado, o presidente e seu líder vão a nocaute e não levantam mais. No entanto, se não houver gravação, ganham mais alguns dias para se recobrarem e depois caírem de novo. Corrupção em vacina é algo imperdoável, até no Brasil. (C.N.)


Vacinação Covid-19: logística e a hora de uma grande mobilização

 em 5 jul, 2021 4:06

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo. e traidor”.

 Ontem, 04, após o blog receber diversas denúncias de cidadãos de Aracaju que passaram uma média de quatro horas em filas para se vacinarem, com a “super ideia” da Prefeitura de Aracaju, o blog conversou com o médico Chico Rollemberg que na voz da experiência disse que em 02 de abril fez umas sugestões num debate. Algumas delas:

 – Como a logística vem sendo terrível em quase todos os lugares, a vacinação deveria ocorrer indistintamente 24 horas por dia com apoio dos clubes de serviços, forças armadas, clero e voluntariado, o que infelizmente não foi levado a sério.

 –  A solução passa pela universalização da vacinação. Nada de grupo etário. Postos de vacinação distribuídos em todas as cidades funcionando 24 horas e atendendo a todos que desejem, pois já temos vacinas para tal. A escolha por grupo etário quando há vacinas suficientes é tão somente uma escolha de quem deve morrer primeiro.

 –  Estamos em guerra com uma logística defendida e colocada em prática através de uma mobilização precária. É hora de convocarmos os clubes de serviço,  tais como Lions, Rotary, a Maçonaria, as universidades e o voluntariado para o trabalho comunitário de vacinação, temos que mobilizar a Nação com rapidez só assim venceremos o vírus.

 A voz da experiência na medicina, porém o marketing fala mais alto…

 Atenção promotoria do Consumidor em Aracaju: terceirizada da Energisa corta luz mesmo com usuário mostrando que conta já estava paga E o blog vem recebendo diversas reclamações de clientes da Energisa em Aracaju da forma irresponsável como uma terceirizada que presta serviços à empresa para corte de energia atrasada vem atuando. Mesmo o consumidor mostrando que a conta atrasada foi paga, a empresa corta a energia, muitas vezes sem nenhum diálogo. Com certeza, a empresa deve ganhar por cortes e não tem respeito aos consumidores. Ninguém atrasa conta de energia porque deseja. É porque precisa comer com o pouco dinheiro que recebe. O blog pede socorro em nome dos consumidores para a promotoria do Consumidor de Aracaju para ingressar com uma ação pública contra a Energisa. Urgentemente!

Solidariedade ao jornalista Evenilson Santana O blog se solidariza ao jornalista Evenilson Santana, sergipano que apresenta o programa Balanço Geral, na TV Clube, afiliada da Record. Uma internauta utilizou os comentários da retransmissão do jornalístico nas redes sociais para questionar se o “macaco” que estava apresentando o telejornal “era louco”. A mensagem foi lida pelo apresentador, que se despediu dos telespectadores afirmando que nunca havia encerrado um telejornal de forma tão triste. O blog torce para que a internauta seja identificada e responsabilizada criminalmente.

INFONET

Nota da redação deste Blog ´Dr. Francisco sempre com sua sabedoria e experiência continua prestando grandes serviços, resta as autoridades saber aproveitar para por em prática em beneficio da coletividade.

Aracaju amplia vacinação contra Influenza para a população em geral

O início para a imunização dos aracajuanos em geral está previsto para esta sexta-feira, 9.(Foto: arquivo Portal Infonet)

A Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju (SMS) informou nesta segunda-feira, 5, que pertente estender a cobertura vacinal contra à Influenza para toda a população a partir dos seis meses de vida. Ainda segundo a pasta, o início para a imunização dos aracajuanos em geral está previsto para esta sexta-feira, 9.


em 5 jul, 2021 13:00

A decisão da SMS segue a orientação do Ministério da Saúde que autorizou as prefeituras a ampliarem a campanha de vacinação contra à Influenza. O objetivo é aumentar a cobertura da vacinação para a população em geral, além daquelas pessoas que já fazem parte do grupo prioritário.

De acordo com Ana Paula, que integra a SMS, apesar da ampliação da campanha contra à Influenza, a prioridade neste momento é a vacinação contra o novo coronavírus (Covid-19). “Caso a pessoa já tenha se vacinado contra a doença, é preciso esperar um intervalo de duas semanas para receber a vacina contra à Influenza”, orienta.

Ana Paula diz ainda que para tomar a vacina contra à Influenza basta se deslocar até uma das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Não é preciso realizar cadastro prévio.

por João Paulo Schneider 

INFONET

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