quarta-feira, janeiro 06, 2021

Talvez o prefeito de Jeremoabo pratique o nepotismo em longa escala por desconhecer junto aos seus assessores essas proibições, ou então agem de má fé, fora da lei.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1988

CAPÍTULO VII
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
  SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 37 - A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (redação E.C. nº 19, de 04.06.98.)

(texto anterior)"Art. 37 - A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também, ao seguinte:"

II - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; ( redação da  E. C. nº 19, de 04.06.98)

                                                                                                Início


DECRETO-LEI Nº 1202 \ 08.04.1939

Dispõe sobre Administração dos Estados e dos Municípios

ART. 44. O interventor, ou governador, e os prefeitos não podem conceder serviços públicos a parentes, de uns e outros, até o 4º grau, consangüíneos ou afins, ou com eles efetuar qualquer espécie de contrato, nem nomeá-los para função ou cargo público, salvo para funções temporárias de confiança imediata.

Início

LEI COMPLEMENTAR Nº 35, DE 14 DE MARÇO DE 1979

Dispõe sobre a Lei Orgânica da Magistratura Nacional

Art. 128 - Nos Tribunais, não poderão ter assento na mesma Turma, Câmara ou Seção, cônjuges e parentes consangüíneos ou afins em linha reta, bem como em linha colateral até o terceiro grau.

Parágrafo único - Nas sessões do Tribunal Pleno ou órgão que o substituir, onde houver, o primeiro dos membros mutuamente impedidos, que votar, excluirá a participação do outro no julgamento.

Início

LEI Nº 8.027, DE 12 DE ABRIL DE 1990

Dispõe sobre normas de conduta dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas, e dá outras providências

Art. 4º São faltas administrativas, puníveis com a pena de suspensão por até 90 (noventa) dias, cumulada, se couber, com a destituição do cargo em comissão:

VI - manter sob a sua chefia imediata cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil;

Início

LEI N° 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990

Dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.

CAPÍTULO II
Das Proibições

Art. 117. Ao servidor é proibido:

VIII - manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil;

Início

LEI COMPLEMENTAR Nº 73, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1993

Institui a Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União e dá outras providências.

TÍTULO VI
Das Disposições Gerais e Finais

Art. 51. Aos titulares de cargos de confiança, sejam de natureza especial ou em comissão, da Advocacia-Geral da União, assim como aos membros efetivos desta é vedado manter, sob sua chefia imediata, parente consangüíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o segundo grau, bem assim como cônjuge ou companheiro.

Início

LEI Nº 8.625, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1993

Institui a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos Estados e dá outras providências.

CAPÍTULO X
Das Disposições Finais e Transitórias


Art. 72. Ao membro ou servidor do Ministério Público é vedado manter, sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro, ou parente até o segundo grau civil.

Início

LEI COMPLEMENTAR Nº 75, DE 20 DE MAIO DE 1993

Dispõe sobre a organização, as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União

TÍTULO IV
Das Disposições Finais e Transitórias

Art. 293. Ao membro ou servidor do Ministério Público da União é vedado manter, sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro, ou parente até o segundo grau civil.

Início



LEI N° 8.443, DE 16 DE JULHO DE 1992

Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União e dá outras providências.

CAPÍTULO IV
Ministros

Art. 76. Não podem ocupar, simultaneamente, cargos de ministro parentes consangüíneos ou afins, na linha reta ou na colateral, até o segundo grau.

Parágrafo único. A incompatibilidade decorrente da restrição imposta no caput deste artigo resolve-se:

I - antes da posse, contra o último nomeado ou contra o mais moço, se nomeados na mesma data;
II - depois da posse, contra o que lhe deu causa;
III - se a ambos imputável, contra o que tiver menos tempo de exercício no Tribunal.

TÍTULO IV
Disposições Gerais e Transitórias

Art. 94. É vedado a ministro, auditor e membro do Ministério Público junto ao Tribunal intervir em processo de interesse próprio, de cônjuge ou de parente consangüíneo ou afim, na linha reta ou na colateral, até o segundo grau.

Art. 110. No prazo de noventa dias a contar da entrada em vigor desta lei, o Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional projeto de lei dispondo sobre o quadro próprio de pessoal de sua secretaria, com observância dos princípios constitucionais pertinentes e, especialmente, das seguintes diretrizes:

III - condicionamento, como indispensável a investidura em cargo ou emprego, à prévia aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos, bem como em cursos organizados na forma preconizada no inciso II do art. 88 desta lei;

                                                                  Início


LEI N° 8.217, DE 27 DE AGOSTO DE 1991

Altera a composição do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região e dá outras providências.

Art. 4° Não poderão ser nomeados, a qualquer título, para cargos em comissão do quadro de pessoal do tribunal, parentes consangüíneos ou afins, até o terceiro grau, de juízes em atividade ou aposentados há menos de cinco anos, exceto se integrantes do quadro funcional mediante concurso público.

Parágrafo único. O cargo em comissão de assessor de juiz é privativo de bacharel em direito e será preenchido mediante livre indicação do juiz, observada a vedação de que trata o caput deste artigo.

Início



LEI N° 8.471, DE 7 DE OUTUBRO DE 1992

Altera a composição e a organização interna do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região e dá outras providências

Art. 5° São criados no Quadro Permanente de Pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região os cargos em comissão constantes do Anexo I, os cargos efetivos constantes do Anexo II e os encargos de representação de gabinete constantes do Anexo III, destinados à execução desta lei.

§ 1° O provimento dos cargos a que se refere este artigo far-se-á por Ato do Juiz Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, na forma estabelecida no art. 37, inciso II, da Constituição Federal.

§ 2° Os cargos em comissão de Assessor de Juiz, privativos de Bacharel em Direito, serão preenchidos mediante livre indicação dos magistrados junto aos quais forem servir.

§ 3° Não poderão ser nomeados, a qualquer título, para cargos em comissão do Quadro de Pessoal do Tribunal, parentes consangüíneos ou afins, até o terceiro grau, de Juízes em atividade ou aposentados há menos de cinco anos, exceto se integrantes do quadro funcional, mediante concurso público.

Início



LEI N. 4.737, DE 15 DE JULHO DE 1965

Institui o Código Eleitoral

PARTE SEGUNDA
Dos órgãos da Justiça Eleitoral

Art. 14. Os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo justificado, servirão obrigatoriamente por dois anos, e nunca por mais de dois biênios consecutivos.

§ 3º Da homologação da respectiva convenção partidária até a apuração final da eleição, não poderão servir como juízes nos Tribunais Eleitorais, ou como juiz eleitoral, o cônjuge, parente consangüíneo legítimo ou ilegítimo, ou afim, até o segundo grau, de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição.(Redação da LEI Nº 4.961, DE 4 DE MAIO DE 1966)

Início

LEI N. 5.010, DE 30 DE MAIO DE 1966

Organiza a Justiça Federal de primeira instância, e dá outras providências.

CAPÍTULO VII
Disposições Gerais

Art. 72. É vedada, sob pena de nulidade, a nomeação de cônjuge ou de parente até o 2° grau, consangüíneo ou afim do Juiz Federal, para cargo dos serviços auxiliares da Seção Judiciária em que servir.

Início



LEI Nº 9.421, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1996

Cria as carreiras dos servidores do Poder Judiciário, fixa os valores de sua remuneração e dá outras providências.

Art. 10. No âmbito da jurisdição de cada Tribunal ou Juízo é vedada a nomeação ou designação, para os Cargos em Comissão e para as Funções Comissionadas de que trata o art. 9°, de cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau, inclusive, dos respectivos membros ou juizes vinculados, salvo a de servidor ocupante de cargo de provimento efetivo das Carreiras Judiciárias, caso em que a vedação é restrita à nomeação ou designação para servir junto ao Magistrado determinante da incompatibilidade.

Início



LEI N° 8.185, DE 14 DE MAIO DE 1991

Dispõe sobre a organização judiciária do Distrito Federal e dos Territórios.

TÍTULO II
do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
CAPÍTULO I
Da Composição

Art. 7° Não poderão ter assento na mesma Turma do Tribunal de Justiça Desembargadores cônjuges ou parentes em linha reta ou colateral, inclusive por afinidade, até o terceiro grau.

Início

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA 

  RESOLUÇÃO Nº 07, DE 18 DE OUTUBRO DE 2005

           Disciplina o exercício de cargos, empregos e funções por parentes, cônjuges e companheiros de magistrados e de servidores investidos em cargos de direção e assessoramento, no âmbito dos órgãos do Poder Judiciário e dá outras providências.  

                                   O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições,

CONSIDERANDO que, nos termos do disposto no art. 103-B, § 4º, II, da Constituição Federal, compete ao Conselho zelar pela observância do art. 37 e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo desconstituí-los, revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei;

CONSIDERANDO que a Administração Pública encontra-se submetida aos princípios da moralidade e da impessoalidade consagrados no art. 37, caput, da Constituição;           

                        RESOLVE:           

Art. 1º É vedada a prática de nepotismo no âmbito de todos os órgãos do Poder Judiciário, sendo nulos os atos assim caracterizados. 

Art. 2º Constituem práticas de nepotismo, dentre outras:


CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO 

RESOLUÇÃO N.º 1, de 7 de novembro de 2005 


Disciplina o exercício de cargos, empregos e funções por parentes, cônjuges e companheiros de membros do Ministério Público e dá outras 
providências. 



O Conselho Nacional do Ministério Público, no exercício da competência fixada no art. 130-A, § 2.º, inciso II, da Constituição da República e com arrimo no art. 19 do seu Regimento Interno, conforme decisão plenária tomada em sessão realizada nesta data; 

CONSIDERANDO a existência de parentes de membros do Ministério Público ocupando cargos de provimento em comissão da estrutura de órgãos do Ministério Público da União e dos Estados; 

CONSIDERANDO os princípios constitucionais da isonomia e, especialmente, da moralidade e da impessoalidade; 

Realidade paralela: Pandemia globalista, vacina privada e histeria coletiva


por Fernando Duarte

Realidade paralela: Pandemia globalista, vacina privada e histeria coletiva
Foto: Priscila Melo/ Bahia Notícias

Como a mídia é “sem caráter”, é melhor trazer verdades – ou muita ironia. A pandemia do novo coronavírus é uma invenção da mídia globalista. Estão errados todos os países da Europa, os Estados Unidos e o restante do mundo. Certo mesmo está o governo brasileiro, que acredita que a crise da Covid-19 está sendo “potencializada pela mídia” que, é claro, não tem nada melhor para fazer a não ser falar mal do presidente da República, Jair Bolsonaro, a maior liderança política que o Brasil já teve.

 

Por isso, não adianta ficar esperando vacinação pública contra o novo coronavírus. Vivemos no capitalismo e é bem mais prático deixar com a iniciativa privada, pois livra o governo da responsabilidade e da preocupação de vacinar toda uma massa. Ainda mais uma massa de pobres. Até porque, ninguém merece um Estado preocupado com o bem-estar social. Isso é coisa de socialista e a União Soviética já mostrou que não há avanços no carcomido sistema proposto por Karl Marx. Ora bolas! Quem quer viver em um lugar assim que vá morar em Cuba. Lá tem muito médico, então de coronavírus provavelmente ninguém vai morrer tão fácil e ninguém se incomoda de tomar vacina com um chip escondido.

 

Cansei também dessa história de usar máscara. Essa histeria coletiva de que é necessário proteger outras pessoas dos meus perdigotos é absurda. A saliva que sai da minha boca é minha e eu faço com ela o que quiser. Se posso me permitir lançá-las contra outra pessoa, mesmo que esteja contaminado com a Covid-19, esse é um direito meu e nenhum estado pode me obrigar a fazer o contrário. E nem quero que venham dizer o contrário. Não preciso de outras opiniões. Só a minha é válida e para isso eu olho no espelho todos os dias e me vanglorio do quão atlético sou. É só uma gripezinha, nenhuma complicação vai me pegar.

 

Enquanto o resto do mundo segue vivendo essa fábula da Covid-19, vacinando a população com imunizante que pode transformar todo mundo em jacaré, eu vou vivendo minha vida como se nada estivesse acontecendo. Nenhuma autoridade pública resolva me dizer que precisa fechar o comércio, suspender festas ou impedir o meu direito de ir e vir. Vou para a rua fazer protesto e dizer que sou contra essa ditadura da mídia, que é mantida pela esquerda maldita que tenta dominar o mundo.

 

Tem horas que a pessoa está tão cansada que é mais fácil dar vazão a essas versões do mundo paralelo. Possivelmente essas pessoas vivem menos preocupadas com a vida. Por isso é tão mais fácil acreditar que o Brasil está quebrado. E quem poderia fazer alguma coisa para mudar isso não vai mover uma palha. É um país surreal. Mas é nele que vivemos. Ah, para ficar ainda mais explícito: a coluna está repleta de ironia.

 

Este texto integra o comentário desta quarta-feira (6) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para a rádio A Tarde FM. O comentário pode ser acompanhado também nas principais plataformas de streaming: SpotifyDeezerApple PodcastsGoogle Podcasts e TuneIn.

Prefeito de Itaberaba anuncia acordo para aquisição de 30 mil doses da Coronavac


por Ailma Teixeira

Prefeito de Itaberaba anuncia acordo para aquisição de 30 mil doses da Coronavac
Anúncio do prefeito | Imagem: Youtube/ Vitor Fernandes

O prefeito de Itaberaba, Ricardo Mascarenhas (PP), anunciou, nessa terça-feira (5), que firmou um acordo com o instituto Butantan para adquirir 30 mil doses da Coronavac. O imunizante contra a Covid-19 é desenvolvido pelo laboratório chinês Sinovac e será produzido e distribuído no Brasil pela entidade ligada ao governo de São Paulo.

 

"Eu assinei no dia de ontem a aquisição de 30 mil vacinas", disse o prefeito, ao compartilhar a novidade durante a cerimônia de posse do secretariado. "Nós vamos fazer nosso plano também de imunização, com nossos profissionais da saúde, e colocando a vacina para pessoas idosas, professores, porque a gente precisa, de forma urgente, voltar às aulas. As crianças precisam estar de forma segura na escola e a gente vai criar um grupo prioritário para essas pessoas", acrescentou o gestor.

 

 

Como ele próprio pontuou, o ato faz de Itaberaba a segunda cidade baiana a firmar esse acordo com o Instituto Butantan. Em dezembro, o prefeito de Amargosa, Júlio Pinheiro (PT), combinou a compra de mais de 12 mil doses, assim que o imunizante estiver disponível (saiba mais aqui).

 

Embora já tenham doses prontas da vacina em São Paulo, ela ainda não foi liberada para aplicação no Brasil. O instituto precisa antes divulgar os dados de eficácia, etapa que já foi adiada duas vezes (veja aqui) e agora está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (7). Na mesma ocasião, a entidade pretende apresentar a solicitação para uso emergencial da vacina à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que, por sua vez, terá a responsabilidade de avaliar as informações e liberar ou não sua aplicação.

 

A Coronavac está no centro de uma disputa política entre o governo de São Paulo, comandado pelo governador João Doria (PSDB), e o governo federal. O tucano é hoje rival do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que descredibiliza o imunizante por sua origem chinesa (saiba mais aqui). Durante o anúncio da compra, o prefeito de Itaberaba até comentou essa situação ao citar o cenário de "incertezas e politização das vacinas" no Brasil.

 

Com mais de 64 mil habitantes, Itaberaba contabiliza 2.659 casos de coronavírus e 46 mortes em decorrência da doença, de acordo com dados da prefeitura. Há ainda 196 casos suspeitos e 393 pessoas sendo monitoradas.

 

Já a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) indica números diferentes: 3.002 diagnósticos positivos e outros seis aguardando validação da pasta municipal. O portal da Sesab indica a existência de apenas uma unidade de saúde com leitos Covid na cidade, que é o Hospital da Chapada. Com 20 leitos de UTI, a taxa de ocupação está em 70% na manhã desta quarta-feira (6), mas, ao considerar também os leitos clínicos, o número de vagas dobra e a taxa de ocupação cai para 55% no geral.

Bahia Notícias

Participantes do “protesto selvagem” de Trump já começaram a chegar a Washington


Washington aciona Guarda Nacional para conter manifestação pró-Trump | VEJA

Os militantes de Trump começaram a chegar um dia antes

Deu na Gaúcha/Zero Hora
(Agência France Presse)

Centenas de apoiadores do presidente Donald Trump, começaram a se reunir em Washington desde terça-feira (dia 5), um dia antes de um protesto convocado pelo presidente, que se recusa a admitir a derrota nas eleições de novembro. Vindos de diversos estados dos EUA, os manifestantes disseram estar respondendo ao apelo de Trump para se concentrarem na capital nesta quarta-feira, quando o Congresso deve certificar a vitória eleitoral de Joe Biden.

“Meu comandante-chefe me chamou e meu senhor e salvador me falou” para vir, disse Debbie Lusk, de 66 anos, uma contadora aposentada de Seattle. “Ou recuperamos nosso país ou ele não existe mais”, declarou à AFP.

PROMESSA SINISTRA  – Trump publicou no Twitter no mês passado que seus apoiadores deveriam se reunir em Washington DC para o que ele prometeu que seria um dia “selvagem” de protestos.

Grande parte do centro da capital foi vedado com tapumes, com lojas e negócios fechados devido à pandemia e em meio a temores de uma repetição da violência que abalou a cidade durante as marchas por justiça racial no ano passado.

Trump se negou a aceitar que perdeu a eleição de 3 de novembro, fazendo repetidas e infundadas alegações de fraude ou manipulação eleitoral nos estados onde foi derrotado por Biden por margens mais estreitas. Vários tribunais rejeitaram as contestações legais de sua equipe.

PESQUISAS INQUIETANTES – Mais da metade dos eleitores republicanos acredita que Trump venceu ou não tem certeza de quem venceu, de acordo com uma pesquisa realizada em dezembro por especialistas das principais universidades americanas, incluindo Harvard.

Essa confusão era ecoada nesta terça por muitos dos apoiadores reunidos sob um céu cinzento em uma praça fria próxima à Casa Branca. “Não confiamos no resultado da eleição”, afirmou Chris Thomas, uma vendedora aposentada de 69 anos que usava um boné de Trump.

Thomas disse à AFP que ela e seu marido viajaram de Oregon porque acreditam “na liberdade da América” e para mostrar seu apoio às políticas econômicas de Trump que ajudaram a empresa de vinho de seu filho a prosperar.

POUCAS MÁSCARAS – Pelo menos 300 simpatizantes do magnata republicano haviam se reunido até o meio-dia e quase todos eles estavam desobedecendo à obrigatoriedade de uso de máscara imposta pela prefeitura de Washington.

Vários deles disseram que a mídia havia exagerado a gravidade da pandemia de covid-19, que já matou mais de 355.000 pessoas nos Estados Unidos.

No Congresso, o vice-presidente Mike Pence presidirá a sessão conjunta nesta quarta-feira, na qual os legisladores contarão e confirmarão estado a estado os votos do Colégio Eleitoral, que decidem quem ganhou a Casa Branca.

FALSA ALEGAÇÃO – Essa certificação geralmente é uma formalidade, mas Trump tem pressionado Pence, seu fiel escudeiro, para anular a vitória de Biden, argumentando falsamente que o vice-presidente tem autoridade para descartar votos a favor do democrata.

“Realmente nos surpreenderia se Pence não apoiasse Trump”, indicou Thomas, a vendedora aposentada.

Muitos manifestantes estão esperando uma surpresa de última hora que manteria Trump no poder após 20 de janeiro, para quando está marcada a posse de Biden. “Trump ganhou por muito. Há evidências mais do que suficientes”, disse Matthew Woods, de 59 anos, da Califórnia.

VER PARA CRER – Anthony Lima, também da Califórnia, contou que viajou para Washington porque queria ver com seus próprios olhos o que estava acontecendo.

“Muitas agências de notícias não nos dizem a verdade”, afirmou ele. “Estou aberto a acreditar que Joe Biden e Kamala Harris venceram a eleição, só quero uma investigação.”

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É o último recurso de Trump, que será apresentado na sessão do Congresso por um pequeno grupo de senadores recém-eleitos. Não há possibilidade jurídica de que a iniciativa surta efeito, mas vai atrasar bastante os trabalhos, enquanto do lado de fora se desenrolam os “protestos selvagens”, assim denominados pelo próprio Trump, que parece ter um parafuso frouxo, como se dizia antigamente. (C.N.)

Brasil virou um imenso Carandiru, com 200 mil mortos, e Bolsonaro culpa a imprensa


Mídia NINJA - O HOMEM QUE QUEBROU O PAÍS – Uma das mais... | FacebookVicente Limongi Netto

Bolsonaro assistiu ao filme “Carandiru”, focinho e unha do Brasil. “Não consigo fazer nada. O Brasil quebrou. A mídia potencializa a pandemia” – brada o chefe da nação, chorando pitangas e tolices. Patético país. O governo é um Carandiru. O Brasil é o próprio Carandiru. Ninguém se entende. Não há sintonia entre autoridades. Bolsonaro e áulicos batem cabeça. Enchem os ouvidos da população com bobagens. Botam a culpa em governos anteriores e na imprensa.

Time de incompetentes. A vacina, coitada, virou “Conceição”, a canção de Jair Amorim, canção imortalizada por Cauby Peixoto. “Ninguém sabe, ninguém viu”. A quadra brasileira é dramática. A politicalha grassa e emporcalha o Brasil. O ano novo chegou anunciando para breve o assustador recorde de 200 mil mortos pela covid.  Amarguras e decepções do ano velho insistem em perdurar em 2021.

MEU AMIGO GÉRSON – Com 76 anos, em toda minha longa vida de boleiro, ainda me garanto jogando duas “peladas” por semana. Suspensas por causa da pandemia.  Sei o perfume que a bola gosta, vi grandes jogadores atuando. Destaco cinco deles, a meu ver craques extraordinários, eternos e inesquecíveis: Gerson, Pelé, Garrincha, Nilton Santos e Maradona.

Gerson Nunes, o cerebral meia-armador que encantou o mundo jogando com personalidade, objetividade e inteligência, completa 80 anos de idade, no próximo dia 11. Uma segunda-feira com céu estrelado. Corais de anjos saudarão o formidável Gerson. Niterói em festa.

O “Canhotinha de Ouro” antevia as jogadas. Antes de receber a bola já sabia o que fazer com ela. Seus passes longos e precisos foram fundamentais para a conquista do Tri, no México.

DEPOIS DE DIDI – Há 50 anos Didi, outro fantástico jogador, com quem Gerson aprendeu muito, passou o bastão de meia-armador para ele. Há 50 anos! Hoje, incrível, Gerson ainda não encontrou substituto. Não encontrou tanto nos clubes, nem na seleção pentacampeã do mundo.

Gerson, também conhecido como “Papagaio”, enxergava o jogo como ninguém. Dentro de campo, com maestria, alterava o posicionamento de determinado companheiro, para fugir da forte marcação homem a homem do adversário. Facilitando a penetração e a alternância de jogadas de outros colegas. 

GRANDE COMENTARISTA – Gerson tinha visão de jogo e conhecimento tático. Hoje, como comentarista da rádio Tupi, analisa o jogo com igual precisão. Tem canal no Youtube e página no Instagran. Critica e elogia com autoridade e respeito.

Aliás, seus elogios e críticas servem de forte estímulo para todo jogador que se preza. Gerson é personalidade sempre ouvida e consultada por todos que atuam no futebol e gostam do bom jogo. É cidadão exemplar. Dedicado chefe de família.

Os que conhecem Gerson e convivem com ele sentem orgulho de ser seu amigo e admirador. Entre os quais me incluo, com honra, alegria e prazer. Forte abraço, mermão! Muita saúde e vacinas. A galera da “pelada” “Amaralzão” também te saúda.

ANALFABETO POLÍTICO – Por fim, o jornalão Folha de S. Paulo publicou meu comentário sobre um artigo publicado na seção Tendências/Debates, na segunda-feira, sob o título “Por uma nova Constituição”. Dei a seguinte opinião e não mudo uma vírgula:

“Só mesmo amestrados políticos, como Ricardo Barros (PP-PR), têm o descaramento de defender tal sandice”.

Ainda a questão militar, com a bolsonarização das baixas patentes das Forças armadas


NINGUÉM MERECE ESSE CANDIDATO – Contra o Vento

Charge do Alpino (Yahoo Notícias)

Merval Pereira
O Globo

A “bolsonarização” dos quartéis, tema de minha coluna de domingo, é considerada aspecto central da conjuntura, e um dos maiores riscos para a democracia no horizonte imediato. O ministro da Defesa do governo Temer, ex-deputado federal Raul Jungman acha que principal questão relativa às Forças Armadas “é o alheamento/alienação do poder político e elite civil das suas responsabilidades com a defesa nacional, e de liderar os militares. E que essa é uma questão nacional e democrática central”.

Raul Jungmann afirma que dialogar e liderar as Forças Armadas na definição de uma defesa nacional adequada ao Brasil é um imperativo para o país como nação soberana.

RESPONSABILIDADES – “Construir essa relação, levar a sério nossa defesa e as Forças Armadas, assumir as responsabilidades que cabem ao poder político e às nossas elites é também uma questão democrática, incontornável e premente”, diz, em artigo que publicou na revista Política Democrática Online do Instituto Astrogildo Pereira do Cidadania.

Jungmann lembra que, em novembro de 2016, o então presidente Michel Temer enviou ao Congresso Nacional a Política e a Estratégia Nacionais de Defesa e o Livro Branco da Defesa Nacional, que, à época, tinha coordenado na qualidade de ministro da Defesa. Dois anos depois, em 18 de dezembro de 2018, o então presidente do Senado e do Congresso, senador Eunício Oliveira, enviou à Presidência da República os textos, para sanção.

SEM SANÇÃO – Considerando que seu governo estava praticamente findo, Temer deixou para seu sucessor a assinatura presidencial que sancionaria os referidos textos. O presidente Jair Bolsonaro, entretanto, entendeu que a Política, a Estratégia e o Livro Branco eram projetos do governo anterior, e não os sancionou. “Resultado, até hoje vigem os textos de 2012, até que os projetos em tramitação, referentes ao quadriênio de 2020 a 2024, sejam aprovados”.

Jungman foi o relator do que hoje é a Lei Complementar 136, que no seu bojo trazia uma novidade histórica. “Pela primeira vez, o Congresso Nacional passaria a apreciar e, portanto, a ter o controle das diretrizes, objetivos e rumos da defesa nacional – algo que não consta da nossa Constituição Federal”, explica.

Ao negociar as emendas à proposta original com o ministro Nélson Jobim, analisa Jungman, imaginava-se o potencial que teria a análise das mais elevadas decisões quanto a nossa defesa e segurança por parte do parlamento e o diálogo histórico que se travaria entre o poder político e os militares, num claro avanço democrático.

SEM AUDIÊNCIA PÚBLICA – “Em vão”, diz o ex-ministro. Ao longo de dois anos de tramitação, os textos de 2016 não foram objeto de nenhuma audiência pública. “Seu parecer, emitido pela Comissão Mista de Inteligência, e não pelas Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional das duas casas do Congresso, era, claramente, uma colagem das propostas, sem críticas ou aprimoramentos dignos de nota”, acentua.

Segundo Adriano de Freixo, professor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense, num estudo sobre os militares e o governo Bolsonaro que já abordei domingo, os problemas atuais remetem “à dificuldade das Forças Armadas para lidar com o controle civil sobre elas, representado simbolicamente por um Ministério da Defesa cujo titular não pode ser um militar da ativa e que até o governo de Michel Temer, desde a sua criação, vinha sendo exercido por civis”.

TRÊS SITUAÇÕES – Para ele, Bolsonaro tem se aproveitado de três situações:

O revigoramento da ideologia anticomunista – bastante presente nas Forças Armadas desde o século passado –, com nova roupagem e em perspectiva ampliada, entre parte expressiva dos militares, de forma concomitante com outros setores da sociedade.

 O desejo, implícito ou explícito, dos militares de retomar o protagonismo e o “prestígio” perdidos – relacionando-se este último à ideia de que o estamento militar deveria receber da sociedade maior reconhecimento e, como consequência, tratamento diferenciado – em um momento de crise da democracia formal e da representação política no Brasil e no mundo.

Como desdobramento do item anterior, uma série de insatisfações ou demandas corporativas, que vão do desejo de manter ou ampliar privilégios, até o descontentamento com os trabalhos da Comissão da Verdade, passando por questões bastante específicas, como a possibilidade de mudanças nas instituições militares de ensino.

Devido às idiotices de Bolsonaro, a imagem do Brasil lá fora não vale uma nota de três dólares


Declarações chocantes marcam mandato de Bolsonaro. Especialista analisa  frases - Política - iGCarlos Newton

Há pessoas que, definitivamente, não têm medo do ridículo. Gostam de se exibir, não resistem a uma câmara ou um microfone e saem dizendo disparates. Era assim com Lula da Silva, autoproclamado o homem mais honesto da humanidade, com Dilma Rousseff, a estocadora oficial de vento da ONU, e é assim também com Jair Bolsonaro, o garoto-propaganda mundial da cloroquina.

Itamar Franco e Michel Temer sabiam se comportar, embora o mineiro se excedesse no carnaval e o paulista gostasse de manter isso, viu. E até Fernando Henrique Cardoso, o mais vaidoso de todos eles, era mais comedido e se expunha menos.

CAVALÃO DESEMBESTADO – Apelidado de “Cavalão” nos seus tempos de caserna, com a chegada ao poder Bolsonaro ficou desembestado . Assim que assumiu o governo, iniciou uma interminável sucessão de declarações imbecis, tipo:

“Nazismo é uma ideologia comunista”; “O erro dos militares foi torturar e não matar”, “O Brasil não pode ser o país do turismo gay. Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher fique à vontade. Agora, não pode ficar conhecido como paraíso do mundo gay”; “Se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, conto pra ele…”; “É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí”, disse, referindo à adolescente sueca Greta Thunberg, a gestão dele tem sido um nunca-acabar de declarações idiotas.

IMAGEM DESTRUÍDA – Bolsonaro não consegue entender que o Brasil é um país importante e tudo o que seu presidente afirma tem repercussão interna e externa. Com apenas dois anos de governo de Bolsonaro, pode-se repetir Lula da Silva e dizer, sem medo de errar, que nunca antes, na História deste país, se viu um festival igual de bobagens e afirmações negacionistas, especialmente em relação ao coronavírus e à covid-19.

A imagem do país está destruída no exterior, nossos diplomatas são motivo de chacotas e a imprensa mundial demonstra haver consenso sobre a figura caricata de Jair Bolsonaro, que jamais poderia ter sido eleito para presidir o país.

O único consolo é que se trata de um político autocarburante, que consome a si mesmo, sem necessitar que ninguém acenda o fósforo. A partir de agora, com o fim do auxílio emergencial, sua popularidade está destinada a desabar, e Jair Bolsonaro tem um encontro marcado com o fracasso.

###
P.S. 
– No período colonial, o botânico francês August de Saint’Hilaire dizia: “Ou o Brasil acaba com as saúvas ou as saúvas acabam com o Brasil”. Dois séculos depois, as formigas predadoras não conseguiram destruir o país, mas o cavalão Bolsonaro faz um esforço danado com esse objetivo(C.N.)

Em destaque

Tarcísio se curva a Bolsonaro e afirma: “Meu interesse é ficar em São Paulo”

Publicado em 29 de janeiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Tarcísio atende a Jair Bolsonaro e vai disputar s...

Mais visitadas