sexta-feira, novembro 13, 2020

Bolsonaro não consegue calar Mourão, que diz o que pensa e já reconhece a vitória de Biden


Iotti: "vicentríloquo" | GZH

Charge do Iotti (Jornal Zero Hora)

Wesley Oliveira
Correio Braziliense

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou, nesta sexta-feira (13/11), que avalia que a vitória de Joe Biden nos Estados Unidos “está cada vez mais sendo irreversível” – o democrata vai confirmando a vitória no Arizona. O general ressaltou, no entanto, que essa é sua posição individual e que não fala pelo governo.

“Como indivíduo, eu reconheço, mas temos que olhar que eu não respondo pelo governo. Como indivíduo, eu julgo que a vitória do Joe Biden está cada vez mais sendo irreversível”, disse o vice-presidente em entrevista à Radio Gaucha.

É O PRIMEIRO A ACEITAR – Até o momento, Mourão foi o único integrante do governo a se manifestar publicamente sobre o resultado das eleições americanas. Aliado do candidato derrotado Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro ainda não admitiu a vitória do democrata.

Na mesma entrevista, Mourão afirmou que o reconhecimento cabe ao presidente, mas ressaltou que a relação com os Estados Unidos continuará igual, independentemente do resultado.

“Este assunto está afeto ao presidente da República, é uma responsabilidade dele, como chefe de Estado. Independentemente do momento em que for reconhecida a eleição americana, nós vamos manter esse diálogo constante, buscando sempre o benefício mútuo para os dois povos”, completou Mourão.

DISSE BOLSONARO – Nesta semana, Bolsonaro fez um discurso inflamado onde mencionou Biden indiretamente. Durante evento no Palácio do Planalto, o presidente disse que a diplomacia não é suficiente para “fazer frente a tudo isso” e que é necessário ter “pólvora”, ainda que não seja usada, quando o diálogo acaba. E disse que “um grande candidato a chefe de Estado” imporia barreiras comerciais contra o Brasil se o governo federal não apagasse “o fogo na Amazônia”.

“Assistimos, há pouco, um grande candidato a chefe de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo na Amazônia, levanta barreiras comerciais contra o Brasil. Como é que nós podemos fazer frente a tudo isso? Apenas na diplomacia não dá. Porque, quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo”, disse Bolsonaro. A fala foi mal recebida entre os militares, que viram fanfarronice nela.

No dia seguinte, o embaixador norte-americano no Brasil, Todd Chapman, postou um vídeo nas redes sociais homenageando os fuzileiros navais do seu país – e justificou como sendo por conta do Dia do Veterano, nos EUA, celebrado na última quarta-feira (11/11).

CONTRA BIDEN – A fala do presidente brasileiro foi interpretada como um ataque ao plano de governo Biden na área ambiental. Durante a disputa presidencial americana, o então candidato citou o Brasil ao mencionar o papel de liderança que os EUA têm e que deveriam assumir no tema.

“A Floresta Amazônica, no Brasil, está sendo destruída, arrancada. Mais gás carbônico é absorvido ali do que todo carbono emitido pelos EUA. Eu tentarei ter a certeza de fazer com que os países ao redor do mundo levantem US$ 20 bilhões e digam (ao Brasil): ‘Aqui estão US$ 20 bilhões. Pare de devastar a floresta. Se você não parar, vai enfrentar consequências econômicas significativas'”, disse Biden, durante um debate.

Na época, Bolsonaro disse que o Brasil não aceitaria “subornos” e classificou a declaração como “lamentável”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Bolsonaro e Mourão já estão mais do que rompidos. No início do governo, o presidente proibiu o vice de dar declarações e receber diplomatas estrangeiros. Mourão acatou, para não prejudicar o governo iniciante. Mas agora, já no final do segundo ano, Bolsonaro não vai conseguir calar Mourão. Pelo contrário, se pressionar, o vice pode dizer o que realmente pensa sobre o presidente. (C.N.)

Escute esta entrevista e observe onde o Prefito de Colatina informa que nenhum prefeito leva EMPRESA para cidade.


Devido a essa conversa sem fim desse Empresa  Nutriville, onde devido as eleições irá transformar Jeremoabo num novo "El dorado", resolvi pesquisar para realmente saber a veracidade dos fatos,  deixando a conclusão para quem não gosta de ser enganado.
Para saber se um prefeito tem poderes para implantar um Empresa ou uma Fábrica na  cidade. nada melhor do que escutar o que diz o prefeito de Colatina no Espirito  Santo Sérgio Meneguelli.
Escutem nesse curto áudio suas sábias e honestas palavras.

Escute esta entrevista e observe onde o Preefito de Colatina informa que nenhum prefeito leva EMPRESA para cidade.

 

Não vote em um político sem propostas mensuráveis e realistas, não se engane com promessas fantasiosas e irrealizável, conforme a proposta mentirosa da NATVILLE,

 Por: José Mário Varjão.

Resta um dia para acabar com esta brincadeira de gato e rato, a esta altura do período eleitoral, poucos são os frutos ainda não colhidos, aqueles chamados de indecisos, mas já não em quantidade suficiente para mudar a previsão do pleito eleitoral no domingo próximo, verdade é que pelo princípio da sobrevivência, a todo paciente é dado o direito ao último pedido, que neste caso, o último suspiro de um enfermo agonizante, sendo está a situação do candidato DERI DO PALOMA, que tão rápido como chegou, agora está partindo para não mais voltar ao mundo Político de JEREMOABO.
Vamos trabalhar para que haja progresso, desenvolvimento socioeconómico e prosperidade para todos, inclusive, aqueles que continuam defendendo o pior, é preciso que cresçamos como pessoas da sociedade, é preciso que busquemos evoluir a nós mesmos, para que assim, possamos entender que o melhor benefício recebido não é aquele que chega de forma graciosa, mas aquele que é conquistado, inclusive, com o apoio recebido e que contribuiu para sua conquista, já que sozinho não se prospera, pois não há mundo individual.
É compreensível que detentores de cargos de confiança defendam com unhas e dentes os seus empregos, é aceitável as escolhas por afinidade, mas é inconcebível que alguém opte pelo que há de pior, justificando o seu posicionamento, fundamentado em mágoas pessoais sem relevância e que justifique agir contra o bem estar coletivo.
O voto dado ao Político descompromissado com as necessidades de sua sociedade, não gera apenas problemas imediatos, mas consequências diversas por 4 longos anos.
Não vote em um político sem propostas mensuráveis e realistas, não se engane com promessas fantasiosas e irrealizável, conforme a proposta mentirosa da NATVILLE, pois nenhum empresário em sã consciência, instalará um Parque Industrial onde não há matéria prima capaz de atender a sua demanda de transformações. Logística e estudo de viabilidade econômica são conceitos básicos indispensáveis para qualquer empreendimento desta natureza.
Chega de MENTIRAS - DERI DO PALOMA NUNCA MAIS

Nota ad redação deste Blog -  SÓ A LUTA MUDA A VIDA

O povo é levado a pensar que a “política” se reduz às disputas eleitorais e acontece apenas de quatro em quatro anos, ou de dois em dois, já que eleições nos municípios não coincidem com as estaduais ou federais. O momento exige uma reflexão sobre a necessidade de uma mudança radical no “desenvolvimento” das cidades. Este deve existir a partir das necessidades dos trabalhadores e das camadas populares, maiores vítimas da exploração e do caos urbano gerado pelo capitalismo. Afinal de contas, sentimos na pele a queda da qualidade de vida pelo aumento da violência e das doenças, pela desigualdade de acesso à educação, ao conhecimento e à cultura, pela destruição do meio ambiente. Não podemos  fazer parte do jogo sujo que transforma os partidos políticos em meros fantoches de grandes grupos econômicos que não se importam com os trabalhadores. Afinal de contas, o trabalhador vem  sendo alijado dos fóruns de decisão e cada vez mais se tornando massa de manobra em favor dos interesses dos poderosos. Ganhar eleições através da compra de votos, de falsas promessas, de políticas inconsistentes que transformam tudo em jogo eleitoral  afastam a participação popular após o pleito, e transforma o eleitor  num  “consumidor” de candidatos transformados em “mercadoria” pelo marketing e as conveniências do momento. A política não se esgota no voto, não se limita à época das eleições. Os trabalhadores devem fazer política o ano todo, organizando-se, lutando e debatendo tudo que lhes diz respeito como o orçamento público, a educação, a saúde, os transportes, a cultura, a assistência social, a reforma urbana e agrária, a preservação ambiental. E principalmente uma nova sociedade, sem explorados nem exploradores..(http://acentelha-morenope.blogspot.com/)

Um exemplo de dignidade e vergonha na cara


Talvez esse seja um dos motivos dos políticos improbos não valorizar os professores e temerem a educação, embora exista uma banda podre de professores politiqueiros, mas felizmenet é minoria.

Estamos diante de um exemplo que deverá ser seguido por todos; pela casa singela dá para notar que trata-se de pessoas simples e de poucos recursos financeiros, porém rica de personalidade com alta dose de moral, que fala com políticos olhando nos olhos e dizendo o que sente, sem humilhar-se nem tão pouco pedindo nada, apenas exercendo seu direito de cidadania.

Quero aqui parabenizar essa cidadã, e dizer que ela representa Jeremoabo, cobrando o que é de direito e colocando o politiqueiros no seu devido lugar.

É por exemplo como esse, que acredito que a maioria do povo de Jeremoabo não é mercadoria para ser vendido. 

Hoje um dos Bairros mais movimentados e visitados de Jeremoabo é o Morro do Piolho, milagre eleitoreiro

 



                                                         Foto Divulgação oriunda redes sociais


Estou recebendo um desafio oriundo de Jeremoabo intitulado: " vamos inibir a compra de votos".

Tal desafio consiste em divulgar veículos que dificilmente ou nunca transitaram em certas localidades e, nessa semana o movimento é permanente durante o dia e noite.

Segundo os organizadores a constituição assegura o direito de "ir e vir", porém, ninguém está proibindo nada, mas um simples  método de tentar inibir a suposta  compra de votos, já que os veículos postados em sites e redes sociais servirão para averiguação.

Por onde andam os vereadores que não pediram declaração de vacância do prefeito por abandonar a prefeitura?


No próximo domingo (15)os eleitores de Jeremoabo terão a oportunidade de escolher um gestor e vereadores que realmente cumpram com seus deveres e interesse do município, e não vereadores que só pensam no final de mês receber seus vencimentos e empregar seus parente.
Quando a maquina administrativa não anda, não adianta colocar a culpa só no prefeito, os vereadores são mais culpados do que ele que deixam os desmandos correrem frouxos.
 O prefeito confessa com suas próprias palavras o cometimento de infração político-administrativa  ao abandonar a prefeitura  desde que iniciou a campanha eleitoral, chegando ao cúmulo da energia ser cortada; segundo ele por incompetência e irresponsabilidade dos secretários, já que existia o dinheiro e eles esqueceram de pagar.
Enquanto isso os vereadores assistem de camarote e o povo que    exploda.
Com isso, estou até querendo acreditar no prefeito quando afirma que importa funcionários de outras Plagas porque os de Jeremoabo são incompetentes, a prova está ai, não as claras, mas no escuro.
 

Chefe do Exército fala sobre o papel dos militares: “Não queremos fazer parte da política, nem deixar ela entrar nos quartéis”


Pujol se distancia da participação de fardados no governo Bolsonaro

Igor Gielow
Estadão

O comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, fez uma rara manifestação na qual buscou delimitar seu distanciamento da ala militar do governo Jair Bolsonaro. “Não queremos fazer parte da política, muito menos deixar ela entrar nos quartéis”, afirmou durante uma live do Instituto para a Reforma das Relações entre Estado e Empresa.

Ele respondia a um questionamento do ex-ministro da Defesa Raul Jungmann, presidente-executivo do braço de Defesa e Segurança do instituto, sobre o papel dos militares na política, tema que acompanha o governo Bolsonaro desde a campanha eleitoral. Na gestão do capitão reformado do Exército, 9 dos 23 ministros são de origem fardada.

DECISÃO DO EXECUTIVO – Pujol, conhecido por ser um homem de poucas palavras, não criticou os colegas que estão no governo —a começar pelo seu chefe, o general Fernando Azevedo, ministro da Defesa.Mas ressaltou que “se for para chamar [um militar para o governo], é decisão do Executivo”. Nem tampouco viu problemas nisso, citando que o Supremo Tribunal Federal requisita desde 2018 um general para assessorar seu presidente, cargo que foi ocupado por Azevedo na gestão Dias Toffoli.

Mas é na segunda parte de sua formulação que o recado fica dado. Assim como disse à Folha após a vitória de Bolsonaro em 2018 o antecessor de Pujol, Eduardo Villas Bôas, a Força teme a politização dos quartéis na esteira da militarização da política.

PREOCUPAÇÃO – Esse movimento tornou-se uma preocupação no Alto Comando do Exército durante o período de maior radicalização de Bolsonaro na Presidência, entre abril e junho deste ano.Enquanto o presidente frequentava manifestações golpistas pedindo o fechamento do Supremo e do Congresso, havia o temor de que o baixo oficialato se empolgasse com a retórica de Bolsonaro.

No topo da cadeia alimentar do setor, a Defesa chegou a endossar uma ameaça velada do general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) ao Supremo. Com o paroxismo da crise e a prisão do ex-assessor do clã presidencial Fabrício Queiroz no fim de junho, Bolsonaro acabou se retraindo e compondo com o Centrão, o que abafou o risco de um impeachment ou outra ruptura.

Ato contínuo, a ala militar do governo se viu submersa parcialmente, só para frequentar o noticiário quando há escaramuças com os setores radicais do bolsonarismo no poder, como a briga entre o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) demonstrou.

HOLOFOTE – De forma geral, porém, os fardados tendem a considerar que saíram do holofote. “Não nos metemos no que não nos diz respeito”, afirmou Pujol. O próprio comandante do Exército foi tragado para a confusão quando, no começo de maio, Bolsonaro considerou trocá-lo pelo amigo Luiz Eduardo Ramos, general que comanda a Secretaria de Governo. A discussão foi tornada pública pela Folha, obrigando Ramos a negar veementemente a hipótese. Vez ou outra, o tema ressurge, embora a possibilidade seja considerada nula por oficiais da ativa.

A insatisfação de Bolsonaro com Pujol decorria da atitude do comandante em relação à pandemia do novo coronavírus, para a qual ele mobilizou o Exército em sua maior operação desde o envio de pracinhas para combater o nazismo na Segunda Guerra Mundial na Itália.

Pujol inclusive negou um aperto de mão, oferecendo o cotovelo a Bolsonaro, numa solenidade militar antes da discussão sobre a eventual troca de comando. Na live, o comandante afirma que só se preocupa com assuntos militares, e que se alguém tem de falar de política, é o general Azevedo em reuniões de ministros.

Bolsonaro nega ter comemorado interrupção dos estudos da Coronavac: “Colei uma matéria de terceiros”

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Bolsonaro diz que vai comprar vacina se Anvisa liberar

Thays Martins
Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro negou, nesta quinta-feira, dia 12, que tenha comemorado a interrupção dos estudos da vacina CoronaVac. A vacina da farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan teve os estudos parados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na terça-feira, dia 10, após uma reação adversa.

Os estudos já foram autorizados a voltar. Na ocasião, o presidente respondeu um comentário nas redes sociais em que dize que essa era “mais uma que Jair Bolsonaro ganha”. A morte do voluntário está sendo investigada como suicídio.  “A vacina parece que tem alguma coisa esquisita. Não vou falar para não dizer que tô politizando. Disseram que eu comemorei. Eu colei uma matéria de terceiros. E grande parte da imprensa disse que eu comemorei a morte de uma pessoa”, justificou o presidente.

DECISÃO – Bolsonaro também disse que, caso a vacina seja aprovada e autorizada pela Anvisa, ela será comprada pelo governo brasileiro. “Quem vai decidir sobre a vacina é o Ministério da Saúde e a Anvisa. Havendo a vacina comprovada, a gente vai fazer uma compra. Mas não é comprar no preço que o caboclo quer. A gente vai querer uma planilha de custos e eu quero saber se o país usou a vacina lá no seu país. E, no que depender de mim, não será obrigatória”, destacou. Em outubro, o presidente disse que não compraria a “vacina chinesa” logo depois do Ministério da Saúde anunciar a compra de 46 milhões de doses. 

Sobre o efeito adverso que fez a Anvisa suspender temporariamente o estudo da vacina, Bolsonaro disse que tudo tem que ser investigado, não havendo comprovação deve-se seguir com a pesquisa. “Quando a pessoa comete suicídio, tem um histórico de depressão. Vão apurar a causa do suicídio. Tudo pode ser. Esclarece e volta a pesquisar”, afirmou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG  – Bolsonaro pensa (?) piamente que as suas mentiras ainda engabelam alguém fora do seu cada vez mais restrito eleitorado. Não tem senso do ridículo ao posar de maluco, contradizendo-se e covardemente não assumindo o que faz ou o que diz. Desmoralizou Pazuello ao desautorizá-lo sobre a coronavac e agora quase que como um “Messias” anuncia que comprará a vacina. Riu das milhares de mortes com a sua máxima de “mais uma que Jair ganha” e nega ter comemorado a interrupção dos estudos da vacina, pois apenas “colou uma matéria de terceiro”. Salvo as suspeitas circunstâncias através das quais o ainda presidente conseguiu entrar no Exército e chegar ao posto de capitão, hoje certamente não serviria nem para ser recruta, pois não passa de um fanfarrão. Já passou o tempo de pedir para sair. (Marcelo Copelli)

Para 53,1%, ANABEL será eleita prefeita em JEREMOABO no domingo, aponta pesquisa INOR

 



A pesquisa INOR INSTITUTO DE PESQUISAS DO NORDESTE sobre a sucessão em  Jeremoabo consolida e crava a vitória de Anabel  neste domingo (15).

A pesquisa estimulada do INOR, registrada com o número -BA-06474/2020, crava 53,1% para Anabel, líder absoluta nas intenções de voto, seguido por Deri do Paloma (PP): 36,67%, %.

O resultado da pesquisa de hoje (13.11) mantém o que já era visto nas pesquisas anteriores, com ANABEL na dianteira e sendo a principal favorita para vencer as eleições em Jeremoabo em 2020 e se tornar a futura prefeito da cidade.

Esta pesquisa tem uma amostragem de 600 entrevistas de pesquisa, onde a aplicação de questionário padronizado foi distribuída proporcionalmente entre todos os bairros e povoados da cidade de Jeremoabo- BA. Para tal, foi utilizada a abordagem da Amostragem Aleatória Estratificada (AAE), por meio da qual obteve-se estratos que correspondem à divisão de todos os bairros e povoados da cidade pesquisada; em cada grupo a amostra é dividida proporcionalmente ao tamanho da população.

Esta pesquisa adota-se um nível de confiança de 95% e considera-se que as respostas observadas representam a realidade com uma margem de erro de 3,96% para mais e 3,96% para menos
Fonte:
http://inter01.tse.jus.br/pesqele-publico/app/pesquisa/detalhar.xhtml

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Dia mundial da gentileza


 Que esse dia abra a mente de quem desconhece o que seja gentileza, principalmente quando se trata de senhoras e vovozinhas.
   No debate político de ontem através rádio, que deveria servir de luz para os eleitores  indecisos, assistimos foi agressões, mentiras e desrespeito a uma candidata que de certo modo representa as mulheres de Jeremoabo.
As atitudes mesquinhas e condenáveis do atual prefeito e candidato a reeleição, obrigou Jeremoabo a retornar ao tempo  da Grécia antiga; onde por exemplo, as mulheres não eram consideradas cidadãs. Juntamente com escravos e crianças, o sexo feminino não tinha o direito de participar das grandes assembleias democráticas e muito menos das decisões políticas.
Infelizmente o prefeito de Jeremoabo desconhece que "esse olhar sobre a mulher perdurou durante muitos anos, passando a ser revisto a partir do século XVII com a união de mulheres em prol da igualdade".
Informo ao prefeito de Jeremoabo que  em 1934, a mulher começa a ganhar sua paridade com a definição de cidadania também aqui no Brasil.

Tendência de maior abstenção pode explicar aumento da busca por 'como justificar voto'


por Ailma Teixeira

Tendência de maior abstenção pode explicar aumento da busca por 'como justificar voto'
Foto: Priscila Melo/ Bahia Notícias

Às vésperas do primeiro turno das eleições municipais, marcadas para este domingo (15), "o que acontece se não votar?" e "como justificar voto?" são a primeira e a segunda perguntas relativas à votação mais buscadas no Google nos últimos 14 dias. Elas aparecem à frente de "o que levar para votar?", "como votar nulo?" e "a partir de qual idade o eleitor não precisa mais votar", segundo a página de tendências do buscador. E isso não é à toa.

 

Imagem: Trends Google

 

O cientista político Cláudio André de Souza acredita que há uma tendência de maior abstenção nas eleições municipais deste ano por conta da pandemia do novo coronavírus. "A gente está diante do isolamento social, há um sentimento de insegurança, ainda mais agora que o vírus volta. Ainda não é uma segunda onda, mas só o aumento de casos confirmados gera, de fato, uma insegurança sobretudo nas grandes cidades", avalia o cientista, ressaltando que essa avaliação é compartilhada com outros colegas.

 

De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), o número de casos ativos da Covid-19 tem diminuído na Bahia. Mas o próprio governador Rui Costa (PT) pregou cautela ao falar sobre o assunto, em meados de outubro, porque o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) identificou redução na aplicação de testes para diagnosticar a Covid-19 (saiba mais aqui).

 

Nas palavras de Rodger Richer, outro cientista político ouvido pelo Bahia Notícias, o cenário atual "desmotiva os eleitores" que se sentem "vulneráveis" e têm receio de enfrentar aglomerações.

 

É justamente esse o temor apontado por eleitores entrevistados pelo BN. A aposentada Iara Guimarães, por exemplo, não acredita que haverá segurança suficiente para evitar altos índices de transmissão. "Eu tenho certeza que as pessoas não irão respeitar o distanciamento. Além de que as filas serão quilométricas e isso me deixa muito insegura, então ainda não sei se vou votar", afirmou ao BN.

 

Resposta semelhante foi dada pela professora Tamar Antunes. Ela pontua que, embora existam muitas regras vigentes, no cotidiano as pessoas não as seguem à risca. "Aí eu vou chegar lá, vai ter gente com máscara no queixo, gente com nariz de fora, isso me deixa muito desconfortável", explica, acrescentando que sua preocupação é em dobro, já que ela tem uma filha de apenas um ano e teme expor a pequena ao vírus.

 

Outro ponto que contribui para a indecisão é seu local de votação: o Colégio Estadual Luiz Viana, em Brotas. O prédio da escola em questão é o maior colégio eleitoral da capital baiana, onde 17.187 eleitores são esperados para votar neste domingo, de acordo com dados repassados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) ao BN.

 

Como bem lembra Tamar, foi lá que registraram a "fatídica" foto das pessoas correndo em direção às zonas eleitorais no momento em que os portões foram abertos, na eleição de 2018.

 

Registro das eleições de 2018 no Colégio Luiz Viana | Foto: Alan Alves/ G1

 

MEDIDAS DE SEGURANÇA

Apesar da preocupação de Tamar e Iara, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se empenhou em uma forte campanha para reforçar que medidas de segurança estão sendo adotadas com o objetivo de garantir a integridade do processo e impedir que ele represente um grande foco de contaminação.

 

Pensando especificamente nos locais de votação mais populosos, a Corte determinou e o TRE-BA fez uma "equalização" em 5.375 seções do estado. O objetivo com isso é evitar situações comuns em pleitos anteriores quando, numa mesma escola, uma seção tem filas que dão volta e a do lado funciona rapidamente.

 

No geral, o TSE adotou uma série de cuidados sanitários, como a ampliação do horário de votação, que passa a ser das 7h às 17h, e a definição de um horário preferencial para pessoas com mais de 60 anos e demais integrante do grupo de risco da Covid-19, das 7h às 10h. 

 

Outras regras instituem o uso obrigatório de máscaras para eleitores e mesários, álcool gel para higienizar as mãos das pessoas antes e depois da votação e suspensão da biometria. Para registrar a votação, se recomenda que os eleitores levem suas próprias canetas. Além disso, assim como na eleição de 2018, o e-título poderá substituir a versão em papel do título de eleitor.

 


E-título também pode ser usado para justificar o foto | Foto: Priscila Melo/ Bahia Notícias

 

Todas essas medidas têm sido amplamente divulgadas por meio de campanhas do TSE. Mas ainda assim, a descrença persiste em alguns eleitores. O fotojornalista Tiago Caldas acredita que o tribunal não vai dar conta de controlar um número grande de pessoas. “Não acredito que tenham equipe suficiente para manter o rigor que o protocolo de distanciamento exige”, opina, ressaltando que seu local de votação é longe de sua atual residência e costuma estar lotado.

 

Assim como ele, o produtor cultural Tiago Antunes também não sente segurança no processo e acrescenta que nenhum candidato lhe passa credibilidade o suficiente para fazê-lo assumir o risco.

 

Para o cientista político Rodger Richer, o comportamento negligente dos candidatos em campanha, com diversos registros de desobediência aos protocolos de segurança, podem ter contribuído para afastar o eleitor ainda mais.

 

"As campanhas no interior da Bahia e em Salvador foram marcadas por ações que negligenciaram as recomendações médicas e do próprio TSE com relação à pandemia. Muitos candidatos promoveram eventos cheios, sem distanciamento social e servindo comidas e bebidas. Alguns até mesmo realizaram reuniões sem o uso de máscaras. Isso pode ter provocado certa rejeição no eleitor que leva mais a sério as recomendações de especialistas da saúde no que tange às iniciativas para coibir a proliferação do vírus", analisa.

 

Desde setembro, o BN tem publicado recorrentes casos de comícios ou mesmo festas promovidas por candidatos nos municípios baianos. Casos assim fizeram o TRE-BA proibir todos os atos presenciais de campanha na última terça-feira (10), mas, já na quarta (9), voltaram atrás com a liberação de carreatas com até três pessoas por veículo e número máximo de 60 carros (veja aqui).

 

O QUE ACONTECE SE NÃO VOTAR?

Diante desse cenário, muitos eleitores querem saber o que acontece se eles deixam de cumprir essa obrigatoriedade. Aqueles que não votam precisam justificar essa ausência, o que costuma ser feito com o preenchimento de um formulário e a entrega do documento em qualquer lugar de votação no dia do pleito. Mas neste ano a tecnologia também vai facilitar esse procedimento: os eleitores poderão justificar por meio do aplicativo e-título, dentro do horário de votação, das 7h às 17h.

 

Agora, quem der bobeira e também não apresentar justificativa no prazo, ganha uma série de problemas, como o impedimento de se inscrever em concurso público e obter ou renovar passaporte. Para "limpar o nome" com a Justiça Eleitoral e reverter as sanções, o cidadão precisará pagar uma multa no valor de R$ 3,50. O boleto para pagamento pode ser emitido no próprio site do TSE (veja aqui). Uma vez quitada a dívida, ele restabelece seus direitos como cidadão.

Bahia Notícias

Paramirim: Homem sofre tiro de raspão durante ato de campanha de candidato a vereador


Paramirim: Homem sofre tiro de raspão durante ato de campanha de candidato a vereador
Foto: Reprodução / Achei Sudoeste

Um homem sofreu um tiro de raspão quando participava de um ato de um candidato a vereador em Paramirim, na Bacia do Paramirim, Sudoeste baiano. O fato ocorreu na noite desta quinta-feira (12). Segundo o Achei Sudoeste, Lucas de Aurim fazia campanha na comunidade de Caraíbas, zona rural do município, quando teve o carro alvejado por tiros. O homem que sofreu o tiro de raspão foi encaminhado para o Hospital Aurélio Rocha. O estado de saúde dele é bom.

 

Ainda no começo da manhã desta sexta-feira (13) não havia informações sobre prisão de acusados nem da motivação do ocorrido. O caso é investigado pela delegacia local. Nas eleições do próximo domingo (15) 77 candidatos vão concorrer ao cargo de vereador. Na eleição majoritária, três candidatos disputam a prefeitura. 

Bahia Notícias

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